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AULA PRÁTICA - COLORAÇÃO DE BACÉRIAS

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CENTRO UNIVERSITÁRIO ATENEU – UNIATENEU 
UNIDADE LAGOA MESSEJANA 
CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA 
 
 
Viriato Monteiro Pires 
 
 
 
 
 
 
 
PRÁTICA COMUM DE COLORAÇÃO DE GRAM EM BACTÉRIAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
FORTALEZA 
2024 
SUMÁRIO 
 
1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 3 
2 METODOLOGIA ...................................................................................................... 5 
2.1 COLORAÇÃO DE GRAM EM BACTÉRIAS .......................................................... 5 
2.2 MATERIAIS UTILIZADOS NA PRÁTICA ............................................................... 6 
2.3 TÉCNICA DE GRAM ............................................................................................. 6 
3 APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS ..................................................................... 7 
3.1 BACTÉRIA GRAM-POSITIVA ............................................................................... 7 
3.2 BACTÉRIA GRAM-NEGATIVA .............................................................................. 8 
4 CONCLUSÃO ........................................................................................................ 10 
5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...................................................................... 11
3 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
De acordo com a literatura, as bactérias são células procarióticas, formadoras 
dos menores seres vivos, destacando-se pela simplicidade de sua organização 
celular, além de serem organismos com notável complexidade e diversidade, 
características que lhes conferem uma elevada capacidade de adaptação a diversos 
ambientes (JUNQUEIRA; CARNEIRO, 2012). Elas estão entre os organismos mais 
antigos do planeta, desempenhando papéis importantes tanto na ecologia global 
quanto na saúde humana. Esse enorme grupo está dividido em dois domínios, 
Archaea (também conhecida como arqueobactérias) e Bactéria (TORTORA; FUNKE; 
CASE, 2012). As bactérias possuem peptidoglicano, uma macromolécula formada por 
açúcares e aminoácidos, envolvendo sua membrana celular, conferindo-lhe maior 
rigidez (RODRIGUES, 2014) e que constituem a parede celular. Já as arqueobactérias 
não possuem a macromolécula na sua parede celular, além de conseguirem viver em 
locais considerados inóspitos, muito gelados, como em camadas de gelo ou muito 
quentes, como em fendas vulcânicas. 
 Podemos classificar as bactérias baseando-se em vários critérios, como o seu 
tamanho, sua morfologia ou seu arranjo (VET PROFISSIONAL, 2024) mas também 
conseguimos identifica-las por meio do agrupamento celular, presença de estruturas 
externas, características da parede celular e coloração. De acordo com sua 
morfologia, existem três formas básicas: cocos, bacilos e espirilos (CARVALHO, 
2008). As bactérias cocos são esféricas e estão subdivididas em diplococos, 
estreptococos, estafilococos, tétrades e sarcinas. Já as bactérias chamadas de 
bacilos têm forma de bastonete e se classificam em diplobacilos e estreptobacilos. 
Bactérias nomeadas de espirilos são exemplos de bactérias espiraladas ou em forma 
de saca-rolhas. Espiroquetas e vibriões são exemplos de bactérias em forma de 
espiral e vírgula (ARAÚJO, 2024). Por serem simples organizadamente elas também 
não possuem muitas estruturas internas, mas os principais elementos estruturais são: 
membrana celular, parede celular, citoplasma, nucleoide, ribossomos, cápsula, 
flagelo, plasmídeos e esporos (NOGUEIRA; MIGUE, 2010), essas estruturas 
desempenham diversas funções essenciais para sua sobrevivência. 
4 
 
 Através de testes que envolvem corantes e reações de coloração também 
conseguimos classificar as bactérias. O método ao qual utilizamos na prática no 
laboratório e um dos mais conhecidos foi o da coloração de Gram. Atualmente utiliza-
se o violeta de genciana e o lugol para conseguirmos diferenciar as bactérias com 
maior nitidez, além da acetona que é utilizada como diferenciador na coloração 
(BRASIL, 2001). Utilizando a coloração de Gram é possível analisarmos e 
classificarmos as bactérias microscopicamente, diferenciando-as em Gram-positivas 
ou Gram-negativas (KASVI, 2021). Bactérias Gram-positivas retem o corante violeta 
de genciana com uma parede celular com uma espessa camada de peptidoglicano, 
enquanto que as Gram-negativas perdem o corante após o tratamento com o álcool e 
possuem uma camada de peptidoglicano muito delgada, além de serem consideradas 
mais complexas do ponto de vista químico (ESTRELA; PÉCORA, 1997). 
 Considerando o apresentado acima, realizamos uma prática utilizando a 
coloração de Gram para um melhor entendimento e aprofundamento do assunto. 
Utilizando bactérias cultivadas em um meio de cultura sólido conseguimos identifica-
las e classifica-las quanto a sua coloração e sua forma. Com as bactérias já cultivadas 
conseguimos obter uma análise laboratorial mais detalhada no microscópio. Esse 
trabalho demonstra o entendimento e a grande importância dos meios de cultura e 
dos métodos de coloração para os estudos das bactérias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
2 METODOLOGIA 
2.1 COLORAÇÃO DE GRAM EM BACTÉRIAS 
 O propósito dessa prática consistiu em obter um aprofundamento do assunto 
estudado na matéria de Microbiologia e Imunologia Animal ministrado pelo prof. 
Francisco Denilson Rodrigues Gomes. O método de coloração de Gram, desenvolvido 
em 1884 pelo médico dinamarquês Hans Christian Joachin Gram, destaca-se como 
um dos procedimentos mais amplamente utilizados em laboratórios de microbiologia 
e análises clínicas (PERFECTA, 2023). A figura de Gram é conhecida porque seu 
nome se converteu no método que ainda hoje é utilizado, ainda que alguns 
desconheçam a sua origem. Gram estudou as técnicas de coloração das bactérias, 
trabalho que desenvolveu em Berlim quando trabalhava com Carl Friedländer (1847-
1887) (MOREIRA; CARVALHO; FROTA, 2015). A técnica de Gram fundamenta-se na 
diferença da composição química da parede celular das bactérias e na ação do álcool 
sobre essa estrutura (MORALES, 2020). 
Figura 1 – Meios de cultura de bactérias 
 
Fonte: Adaptado de https://pt.linkedin.com/pulse/classifica%C3%A7%C3%A3o-dos-meios-de-cultura-
camila-campos 
A prática realizada foi possível graças a algumas bactérias que já haviam sido 
cultivadas em um meio de cultura, como o exemplo da figura 1 em que estavam sob 
condições de incubação para o aprendizado na aula, já que para completar o seu 
https://pt.linkedin.com/pulse/classifica%C3%A7%C3%A3o-dos-meios-de-cultura-camila-campos
https://pt.linkedin.com/pulse/classifica%C3%A7%C3%A3o-dos-meios-de-cultura-camila-campos
6 
 
processo de multiplicação levaria pelo menos 8 horas. Assim, é possível identificar 
patógenos causadores de doenças e desenvolver tratamentos eficazes. Os meios de 
cultura também auxiliam na classificação das bactérias, tanto pela consistência do 
meio que pode ser liquida, semisólida e sólida, quanto sua função, podendo essa ser 
simples, enriquecida, seletiva, diferenciais ou indicadoras, de transporte, manutenção 
ou conservação. 
2.2 MATERIAIS UTILIZADOS NA PRÁTICA 
 1) Lâminas de vidro; 
 2) Conta gotas; 
 3) Swab; 
 4) Luvas de látex; 
 5) Máscara descartável; 
 6) Bactéria cultivada em um meio de cultura; 
 7) Água destilada; 
 8) Violeta de genciana; 
 9) Lugol; 
 10) Acetona; 
 11) Fucsina 
2.3 TÉCNICA DE GRAM 
 A técnica de Gram que utilizamos na aula prática compreende as seguintes 
etapas: 
1) Adicionar 1 gota de água destilada em uma lâmina de vidro; 
2) Coletar a bactéria do meio do ágar utilizando um swab e passa-lo na lâmina 
de vidro espalhando o máximo possível; 
3) Passar a lâmina de vidro um pouco na chama para fixar os microrganismos 
e secar; 
4) Enxarcar a lâmina com o violeta de genciana e cronometrar 1 minuto; 
5) Após 1 minuto retirar o excesso e acrescentar o lugolpor mais 1 minuto (vai 
formar uma substância insolúvel); 
7 
 
6) Após 1 minuto retirar o excesso acrescentando a acetona; 
7) Realiza uma lavagem com água destilada; 
8) Acrescenta a fucsina e cronometra 45 segundos; 
9) Finaliza retirando o excesso de fucsina e realiza mais uma lavagem com 
água destilada. 
Após realizarmos o passo a passo da técnica de Gram, conseguimos examinar 
a bactéria com óleo de imersão empregando a objetiva de 100x no microscópio óptico. 
As bactérias Gram-positivas coram-se em violeta e as bactérias Gram-negativas, em 
vermelho (MOREIRA; CARVALHO; FROTA, 2015), um exemplo de como é realizado 
a coloração de Gram é apresentado na figura 2 a seguir. 
Figura 2 – Passo a passo da metodologia de Gram 
 
Fonte: Adaptado de https://kasvi.com.br/bacteria-gram-positiva-gram-negativa/ 
3 APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS 
3.1 BACTÉRIA GRAM-POSITIVA 
 As bactérias Gram-positivas são classificadas com base na cor que apresentam 
após a aplicação do método de Gram, um processo químico utilizado para diferenciar 
os tipos de parede celular das bactérias. Após a realização desse método, as bactérias 
Gram-positivas adquirem uma coloração azul ou violeta, devido à retenção do corante 
violeta de genciana em sua estrutura celular (BUSH, 2023). A parede celular das 
bactérias Gram-positivas se caracterizada pela presença de uma camada mais 
espessa de peptidoglicano, em comparação com as bactérias Gram-negativas 
(SANTOS, 2024). 
8 
 
Figura 3 - Lâminas de bactéria Gram-negativa analisada no laboratório de 
microscopia (em óleo de imersão objetiva de 100x no microscópio óptico) 
 
Fonte: Alunos da turma da manhã da Ateneu 
 A figura 3 apresenta uma bactéria em forma de bacilo, conseguimos 
compreender que ela é uma bactéria Gram-positiva pois após a coloração de Gram 
ela atingiu com uma cor violeta. É importante destacar, também que, o cultivo da 
bactéria da figura 3 obteve um excelente resultado, visto que, conquistamos uma 
ótima análise microscópica com uma lâmina repleta de bactérias. Pode-se avaliar a 
quantidade de micro-organismos presentes na amostra para monitorar se o 
crescimento na cultura é compatível com o observado. 
3.2 BACTÉRIA GRAM-NEGATIVA 
 As bactérias Gram-negativas são assim denominadas pois após a aplicação do 
método de Gram elas obtém uma cor rosa ou avermelhada (SANARMED, 2022). A 
maior complexidade das paredes celulares das bactérias Gram-negativas as torna 
mais resistentes, dificultando a ação de antibióticos e medicamentos. Essas bactérias 
apresentam uma maior virulência em relação as bactérias Gram-positivas, sendo mais 
frequentemente associadas à resistência antibiótica. Essa resistência, se deve, em 
parte, à sua estrutura de parede celular, que impede a entrada eficaz de substâncias 
terapêuticas (ABCMED, 2014). 
9 
 
Figura 4 – Lâminas de bactérias Gram-negativas analisadas no laboratório de 
microscopia (em óleo de imersão objetiva de 100x no microscópio óptico) 
 
Fonte: Autoria própria Fonte: Autoria própria 
 A figura 4 mostra dois exemplos de bactérias Gram-negativa em forma de 
bacilo. Podemos afirmar que tratam-se de bactérias Gram-negativas porque após o 
teste de Gram ela obteve uma coloração mais rosada e avermelhada. Ambas as 
lâminas foram submetidas ao óleo de imersão para uma melhor visualização no 
microscópio óptico na objetiva de 100x. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
 
4 CONCLUSÃO 
 A aula prática nos ajudou ajudou a comprrender melhor alguns assuntos que 
estavam sendo abordados nas aulas de Microbiologia e Imunologia Animal: 
1) Bactérias podem ser classificadas quanto a sua morfologia, tamanho e 
coloração, podendo ser diferenciadas em dois grupos diferentes: bactérias 
Gram-positivas e Gram-negativas. 
2) Pode-se avaliar diferentes tipos de bactérias presentes em uma amostra 
para monitorar o seu o crescimento na cultura. 
3) A coloração de Gram ajuda a diferenciar as bactérias em Gram-positivas e 
Gram-negativas, também sendo possível saber quais delas são mais 
perigosas, já que as Gram-positivas têm uma resistência maior a 
antibióticos, como o apresentado nas aulas do prof. Denilson. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 
 
5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
ABCMED. Bactérias Gram-positivas e Gram-negativas: o que são? Como é a 
técnica de Gram? Quais as vantagens de diferencias as bactérias Gram-
negativas e Gram-positivas? AbcMed, 2014. Disponível em: 
https://www.abc.med.br/p/587007/bacterias-gram-positivas-e-gram-negativas-o-que-
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ARAÚJO, Marília. Bacteriologia. INFOESCOLA, 2024. Disponível em: 
https://www.infoescola.com/biologia/bacteriologia/ . Acesso em: 07 set 2024. 
BRASIL, Ministério da Saúde. Técnica de Coloração de Gram. Brasília: Ministério 
da Saúde, 2004. Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/115_03gram.pdf . Acesso em: 07 set 
2024. 
BUSH, Larry M. Considerações gerais sobre bactérias Gram-positivas. MSD 
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bact%C3%A9rias-gram-positivas/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-
bact%C3%A9rias-gram-positivas . Acesso em: 08 set 2024. 
CARVALHO, Irineide Teixeira de. Microbiologia Básica. 2. Ed. São Paulo: Editora 
Santos, 2008. 
ESTRELA, Carlos; PÉCORA, Jesus Djalma. Características da Citologia 
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https://www.forp.usp.br/restauradora/calcio/citolog.htm . Acesso em: 08 set 2024. 
JUNQUEIRA, L.C; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 9. Ed. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 
KASVI. Bactéria Gram-positiva e Gram-negativa. Kasvi, 2021. Disponível em: 
https://kasvi.com.br/bacteria-gram-positiva-gram-negativa/ . Acesso em: 07 set 2024. 
MORALES, Pedro Serrão. Microbiologia: em que consiste, características e 
utilidade da coloração de Gram. Portal Afya, 2023. Disponível em: 
https://www.abc.med.br/p/587007/bacterias-gram-positivas-e-gram-negativas-o-que-sao-como-e-a-tecnica-de-gram-quais-as-vantagens-de-diferenciar-as-bacterias-gram-negativas-e-gram-positivas/
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https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-positivas/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-bact%C3%A9rias-gram-positivas
https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-positivas/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-bact%C3%A9rias-gram-positivas
https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-positivas/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-bact%C3%A9rias-gram-positivas
https://www.forp.usp.br/restauradora/calcio/citolog.htm
https://kasvi.com.br/bacteria-gram-positiva-gram-negativa/
12 
 
https://portal.afya.com.br/medicina-laboratorial/microbiologia-em-que-consiste-
caracteristicas-e-utilidade-da-coloracao-de-gram . Acesso em: 08 set 2024. 
MOREIRA, José Luciano Bezerra; CARVALHO, Cibele Barreto Mano de; FROTA, 
Cristiane Cunha.Visualização bacteriana e colorações. 1. Ed. Fortaleza: Editora da 
Universidade Federal do Ceará, 2015. 
NOGUEIRA, Joseli Maria da Rocha; MIGUE, Lucieny de Faria Souza. Conceitos e 
métodos para a formação de profissionais em laboratórios de saúde – volume 
4. 1. Ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2010. 
RODRIGUES, João. Peptidoglicano – Molécula da Semana. FCiências, 2014. 
Disponível em: https://www.fciencias.com/2014/03/06/peptidoglicano-molecula-da-
semana/ . Acesso em: 07 set 2024. 
SANARMED. Bactérias Gram-negativas: definição, classificação e patologia. 
SanarMed, 2022. Disponível em: https://sanarmed.com/resumo-bacterias-gram-
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SANTOS, Vanessa Sardinha Dos. Classificação das bactérias. [S. l.], Mundo 
Educação. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/classificacao-
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TORTORA, Gerard J; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 10. Ed. 
Porto Alegre: Artmed, 2012. 
VET PROFISSIONAL. Morfologia bacteriana: você sabe classificar as bactérias 
morfologicamente?. VET Profissional, 2024. Disonível em: 
https://www.vetprofissional.com.br/artigos/morfologia-bacteriana-voce-sabe-
classificar-as-bacterias-morfologicamente . Acesso em: 07 set 2024. 
https://portal.afya.com.br/medicina-laboratorial/microbiologia-em-que-consiste-caracteristicas-e-utilidade-da-coloracao-de-gram
https://portal.afya.com.br/medicina-laboratorial/microbiologia-em-que-consiste-caracteristicas-e-utilidade-da-coloracao-de-gram
https://www.fciencias.com/2014/03/06/peptidoglicano-molecula-da-semana/
https://www.fciencias.com/2014/03/06/peptidoglicano-molecula-da-semana/
https://sanarmed.com/resumo-bacterias-gram-negativas-definicao-classificacao-e-patologias/
https://sanarmed.com/resumo-bacterias-gram-negativas-definicao-classificacao-e-patologias/
https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/classificacao-das-bacterias.htm
https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/classificacao-das-bacterias.htm
https://www.vetprofissional.com.br/artigos/morfologia-bacteriana-voce-sabe-classificar-as-bacterias-morfologicamente
https://www.vetprofissional.com.br/artigos/morfologia-bacteriana-voce-sabe-classificar-as-bacterias-morfologicamente

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