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d) normas de auditoria e exigências legais, assuntos de auditoria e de relatório financeiro relevantes ao setor de atividade da entidade e processos de auditoria. e) normas contábeis, identificação de fraudes e atuação em auditoria em tempo superior a 3 anos. 21. (ESAF / CGU - 2006) Caracterizam-se como objetivos do Planejamento da Auditoria, exceto: a) identificar a legislação e os normativos aplicáveis à entidade. b) propor alterações na estrutura da entidade auditada. c) estimar os prazos necessários para a realização dos trabalhos. d) identificar os problemas potenciais da entidade. e) definir a forma de divisão de tarefas entre os membros da equipe de auditoria. 22. (ESAF / CGU - 2006) Como objetivo do Planejamento da Auditoria não se pode incluir: a) obter conhecimento das atividades da entidade, para identificar eventos e transações relevantes que afetem as Demonstrações Contábeis. b) propiciar o cumprimento dos serviços contratados com a entidade dentro dos prazos e compromissos previamente estabelecidos. c) assegurar que as áreas importantes da entidade e os valores relevantes contidos em suas demonstrações contábeis recebam a atenção requerida. d) identificar meios para aumento dos lucros da entidade. e) identificar a legislação aplicável à entidade. 23. (ESAF / CGU - 2006) Quando for realizada uma auditoria, pela primeira vez, na entidade, ou quando as Demonstrações Contábeis do exercício anterior tenham sido examinadas por outro auditor independente, o planejamento da auditoria deve contemplar os seguintes procedimentos, exceto: a) a obtenção de evidências suficientes de que os saldos de abertura do exercício não contenham representações errôneas ou inconsistentes que, de alguma maneira, distorçam as Demonstrações Contábeis do exercício atual. b) o exame da adequação dos saldos de abertura do exercício anterior com os saldos de encerramento do exercício atual. c) a verificação se as práticas contábeis adotadas no atual exercício são uniformes com as adotadas no exercício anterior. d) a identificação de fatos relevantes que possam afetar as atividades da entidade e sua situação patrimonial e financeira. e) a identificação de relevantes eventos subseqüentes ao exercício anterior, revelados ou não-revelados. 24. (ESAF / SUSEP - 2006) Um plano de auditoria deve envolver a) procedimentos administrativos e organizacionais. b) itens que estão sendo produzidos. c) estruturas organizacionais. d) documentação, relatórios e registros. e) indicação do pessoal qualificado para conduzir as auditorias. 25. (ESAF / CVM - 2010) A respeito de planejamento na realização de auditorias é correto afirmar: a) é a fase inicial dos trabalhos e deve ser concluída antes que as equipes específicas e/ou especializadas iniciem suas avaliações. b) constitui-se nos trabalhos iniciais de coleta de informações a respeito da entidade a ser auditada e dos mecanismos de controle existentes. c) não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo contínuo e iterativo, que muitas vezes começa logo após (ou em conexão com) a conclusão da auditoria anterior, continuando até a conclusão do trabalho de auditoria atual. d) é a fase em que participa, além da equipe de auditoria, toda a área de gestão e governança da entidade, em especial, a área responsável pela elaboração das demonstrações contábeis. e) consiste em definir as estratégias gerais e o plano de trabalho antes do início de qualquer atividade de avaliação e revisão das demonstrações. 26. (ESAF / TCE-GO - 2007) Todas as opções abaixo são importantes recomendações acerca do planejamento da auditoria, exceto uma. Aponte a única opção falsa. a) O planejamento e os programas de trabalho não devem ser revisados mesmo que novos fatos o recomendarem. b) O programa de auditoria deve ser detalhado de forma a servir como guia e meio de controle do progresso dos trabalhos. c) O planejamento pressupõe adequado nível de conhecimento sobre o ramo de atividade, negócios e práticas operacionais da entidade. d) O auditor deve documentar seu planejamento geral e preparar programa de trabalho por escrito, detalhando o que for necessário à compreensão dos procedimentos que serão aplicados. e) O planejamento da auditoria, quando incluir a designação de equipe técnica, deve prever a orientação e supervisão do auditor, que assumirá total responsabilidade pelos trabalhos executados. 27. (ESAF / CGU - 2008) De acordo com a NBC-T-11, Risco de Auditoria é a possibilidade de o auditor vir a emitir uma opinião tecnicamente inadequada sobre demonstrações contábeis significativamente incorretas. Nesse contexto, há risco de auditoria nos seguintes casos, exceto: a) na possibilidade de o auditor considerar os controles internos eficientes quando na realidade não são. b) na possibilidade de o auditor considerar incorreto o saldo de uma conta quando na realidade este saldo esteja correto. c) na possibilidade de o auditor considerar os controles internos ineficientes quando na realidade são. d) na possibilidade de o auditor considerar correto o saldo de uma conta quando na realidade este saldo esteja incorreto. e) na possibilidade de o auditor considerar os controles internos ineficientes quando na realidade não são. 28. (ESAF / CGU - 2006) Por risco de auditoria entende-se a) a possibilidade de o auditor não conseguir concluir seus trabalhos. b) o índice percentual associado à soma ponderada dos índices de risco inerente, de detecção e de amostragem. c) a possibilidade de que o resultado da auditoria induza o auditor a concluir pela existência de irregularidades em virtude de falhas nos procedimentos de auditoria. d) a amplitude associada à não-cobertura das ações da empresa auditada pelos controles contábeis adotados. e) a possibilidade de o auditor emitir uma opinião tecnicamente inadequada sobre demonstrações contábeis significativamente incorretas. 29. (ESAF / SUSEP - 2010) Com relação aos níveis de relevância determinados em um processo de auditoria externa, é verdadeiro Gabarito Administração Pública 21. (ESAF / CGU - 2006) Caracterizam-se como objetivos do Planejamento da Auditoria, exceto: 22. (ESAF / CGU - 2006) Como objetivo do Planejamento da Auditoria não se pode incluir: 23. (ESAF / CGU - 2006) Quando for realizada uma auditoria, pela primeira vez, na entidade, ou quando as Demonstrações Contábeis do exercício anterior tenham sido examinadas por outro auditor independente, o planejamento da auditoria deve contemplar o... 24. (ESAF / SUSEP - 2006) Um plano de auditoria deve envolver 25. (ESAF / CVM - 2010) A respeito de planejamento na realização de auditorias é correto afirmar: 26. (ESAF / TCE-GO - 2007) Todas as opções abaixo são importantes recomendações acerca do planejamento da auditoria, exceto uma. Aponte a única opção falsa. 27. (ESAF / CGU - 2008) De acordo com a NBC-T-11, Risco de Auditoria é a possibilidade de o auditor vir a emitir uma opinião tecnicamente inadequada sobre demonstrações contábeis significativamente incorretas. Nesse contexto, há risco de auditoria nos... 28. (ESAF / CGU - 2006) Por risco de auditoria entende-se 29. (ESAF / SUSEP - 2010) Com relação aos níveis de relevância determinados em um processo de auditoria externa, é verdadeiro