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23/08/2016 1 Universidade de Brasília – UnB Departamento de Engenharia Elétrica – ENE ELETRICIDADE BÁSICA Prof.: Felipe V. Lopes, D. Sc. EB 1 Brasília, 2016 EB 2 Circuito Divisor de Tensão v RRR R v x x x ...21 xRRR v i ...21 i iRv xx x xx RRR v Rv ...21 P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 2 EB 3 Circuito Divisor de Corrente i RR R i eqx eq x xx iRv 0...21 xiiii xiiii ...21 xR v R v R v i ... 21 xRRR vi 1 ... 11 21 x xx RRR iRi 1 ... 11 21 x x x i RRR Ri 1 1 ... 11 121 x eq x i R Ri 1 1 x eq eqx i R RR i P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. Unidade 2 CIRCUITOS RESISTIVOS Parte (1) EB 4 23/08/2016 3 Na Última Aula EB 5 Associação série/paralelo de capacitores )(00 TRRR Associação série/paralelo de indutores Associação série/paralelo de resistores R x Temperatura Lei de Kirchhoff para a tensão (LKT) Lei de Kirchhoff para a corrente (LKC) P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. Na Aula de Hoje EB 6 • Resistência equivalente Redes resistivas em estrela e em delta • Propriedade da linearidade Condição básicas das técnicas de análise de circuitos estudados nessa unidade • Princípio da superposição P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 4 Referências Bibliográficas EB 7 P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 8 Resistência Equivalente Transformação Y – Δ e Δ – Y • Motivação Em certas configurações dos circuitos, os resistores parecem não estar nem em série nem em paralelo • Necessidade de converter a topologia do circuito para uma mais conveniente Facilita o cálculo das tensões e correntes • Dificuldades desse tipo são geralmente encontradas em Configurações Y (estrela ou Y) e Δ (delta ou triângulo) P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 5 EB 9 Resistência Equivalente Transformação Y – Δ e Δ – Y P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 10 Resistência Equivalente Transformação Y – Δ e Δ – Y P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 6 EB 11 Transformação Y – Δ e Δ – Y Exemplo 1 • Calcule a corrente i. P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 12 Transformação Y – Δ e Δ – Y Exemplo 2 • Calcule a corrente i. P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 7 EB 13 Resistência Equivalente Transformação Δ – Y P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 14 Resistência Equivalente Transformação Δ – Y a c b a c b Devem possuir o mesmo comportamento! P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 8 EB 15 Resistência Equivalente Transformação Δ – Y a c b a c b Devem possuir o mesmo comportamento! Medindo a resistência entre os nós a e c, inicialmente P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 16 Resistência Equivalente Transformação Δ – Y a c b a c b R1 e R3 estão em série RB está em paralelo com a associação série entre RA e RC P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 9 EB 17 Resistência Equivalente Transformação Δ – Y c c a b a b )( )( )//( 31 CAB CAB CABca ca RRR RRR RRRR RRR P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 18 Resistência Equivalente Transformação Δ – Y )( )( 31 CAB CAB RRR RRR RR )( )( 21 BAC BAC RRR RRR RR )( )( 32 CBA CBA RRR RRR RR CBA CB RRR RR R 1 CBA CA RRR RR R 2 CBA BA RRR RR R 3 P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 10 EB 19 Resistência Equivalente Transformação Δ – Y CBA CB RRR RR R 1 CBA CA RRR RR R 2 CBA BA RRR RR R 3 A resistência do Y é igual ao produto das resistências nos dois ramos do Δ mais próximos da resistência a ser obtida dividido pela soma das resistências do Δ P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 20 Resistência Equivalente Transformação Δ – Y (Resistores iguais) R R RRR RR RRRR RRRR Y CBA 3 2 321 3 R RY P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 11 EB 21 Resistência Equivalente Transformação Y – Δ CBA CB RRR RR R 1 CBA CA RRR RR R 2 CBA BA RRR RR R 3 Para obter a transformação Y – Δ, as relações obtidas para R1, R2 e R3 são divididas entre si e manipuladas com o intuito de isolar RA, RB e RC P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 22 Resistência Equivalente Transformação Y – Δ CBA CB RRR RR R 1 CBA BA RRR RR R 3 • Dividindo uma pela outra: C A CBACB CBABA R R RRRRR RRRRR R R )( )( 1 3 1 3 R RR R C A P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 12 EB 23 Resistência Equivalente Transformação Y – Δ CBA BA RRR RR R 3 • Dividindo uma pela outra: C B CBACA CBABA R R RRRRR RRRRR R R )( )( 2 3 2 3 R RR R C B CBA CA RRR RR R 2 P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 24 Resistência Equivalente Transformação Y – Δ 1 3 R RR R C A 3 323121 R RRRRRR RC CBA CA RRR RR R 2 2 3 R RR R C B P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 13 EB 25 Resistência Equivalente Transformação Y – Δ 3 323121 R RRRRRR RC 2 323121 R RRRRRR RB 1 323121 R RRRRRR RA A resistência do Δ é igual à soma das possíveis combinações das resistências do Y dividida pela resistência do Y mais distante da resistência a ser obtida P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 26 Resistência Equivalente Transformação Y – Δ (Resistores iguais) Y Y Y YYYYYY CBA Y R R R RRRRRR RRRR RRRR 2 321 3 YRR 3 P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 14 EB 27 Transformação Y – Δ e Δ – Y Exemplo 1 • Calcule a corrente i. A 2i P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 28 Transformação Y – Δ e Δ – Y Exemplo 2 • Calcule a corrente i e indique quantos watts são fornecidos pela pela fonte. circuito aoW 20 fornece fonte A A 5,0i P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 15 EB 29 Propriedade da Linearidade • A análise de circuitos pode ser voltada para circuitos lineares e não lineares Grande maioria dos problemas recai sobre circuitos lineares • Leis de Kirchhoff Vantagem: Não requer alterações na configuração do circuito Desvantagem: Circuitos grandes e mais complexos requerem muitos cálculos • Desenvolvimento de técnicas para simplificação da análise de circuitos Aplicáveis a circuitos lineares (Ex.: Princípio da superposição e teorema de Thévenin e Norton) Introdução P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 30 Propriedade da Linearidade • Definição Introdução “Propriedade de um elemento descrever uma relação linear entre causa e efeito” )(tx Sistema Linear )()( txaty )(1 tx Sistema Linear )()( 11 txaty )(2 tx )()( 22 txaty P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 16 31 Propriedade da Linearidade Condições Básicas Condição 1 (Homogeneidade): Entrada multiplicada por uma constante resulta em uma saída multiplicada por essa mesma constante )()( 1 tKxtx Sistema Linear )()( )()( )()( 1 1 1 tyKty taxKty tKxaty Condição 2 (Aditividade): A resposta para a soma de entradas é igual à soma das respostas acada entrada aplicada separadamente )()( )( 2211 txKtxK tx Sistema Linear )()()( )()()( )()()( 2211 2211 2211 tyKtyKty txaKtxaKty txKtxKaty P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 32 Propriedade da Linearidade Resistores )()( 1 tKiti )()( )()( 1 1 tKvtv RtKitv iRv )()( )( 21 titi ti )()( )()( )()()( 21 21 21 tvtv RtiRti Rtititv iRv P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 17 EB 33 Propriedade da Linearidade Resistores )()( 1 tKvtv )( )( )( 1 1 tKi R tv Kti R v i )()( )( 21 tvtv tv )()( )()( )()( )( 21 21 21 titi R tv R tv R tvtv ti R v i ELEMENTO LINEAR P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 34 Propriedade da Linearidade Indutores )()( 1 tKiti )( )( )()( 1 1 1 tvK dt tdi LK tKi dt d Ltv )()( )( 21 titi ti )()( )()( )()( )()()( 21 21 21 21 tvtv dt tdi L dt tdi L dt tdi dt tdi L titi dt d Ltv dt di Lv dt di Lv P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 18 EB 35 Propriedade da Linearidade Indutores )()( 1 tKvtv )()( 1 )()( 1 )( 01 01 0 0 tidv L K tidKv L ti t t t t )()( )( 21 tvtv tv )()( 1 )( 1 )()()( 1 )( 021 021 00 0 tidv L dv L tidvv L ti t t t t t t )()( 1 )( 0 0 tidv L ti t t )()( 1 )( 0 0 tidv L ti t t ELEMENTO NÃO-LINEAR Linear apenas se i(t0) = 0 P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 36 Propriedade da Linearidade Capacitores )()( 1 tKvtv )( )( )( )( 1 1 1 tiK dt tdv CK tKv dt d C ti )()( )( 21 tvtv tv )()( )()( )()( )()()( 21 21 21 21 titi dt tdv C dt tdv C dt tdv dt tdv C tvtv dt d Cti dt dv Ci dt dv Ci P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 19 37 Propriedade da Linearidade Capacitores )()( 1 tKiti )()( 1 )()( 1 )( 01 01 0 0 tvdi C K tidKi L tv t t t t )()( )( 21 titi ti )()( 1 )( 1 )()()( 1 )( 021 021 00 0 tvdi C di C tvdii C tv t t t t t t ELEMENTO NÃO-LINEAR Linear apenas se v(t0)=0 )()( 1 )( 0 0 tvdi C tv t t )()( 1 )( 0 0 tvdi C tv t t P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 38 Propriedade da Linearidade • Resistores Lineares • Indutores e capacitores Não lineares Podem se comportar como elementos lineares quando o Corrente inicial é nula (para indutores) o Tensão inicial é nula (para capacitores) Conclusão da análise no domínio do tempo ATENÇÃO A relação potência e tensão (ou corrente) em um resistor não é linear, mas sim quadrática (p = R.i2 = v2/R) P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 20 EB 39 Propriedade da Linearidade Exemplo 3 • Para o circuito a seguir, determine vo quando is = 30 A e is = 45 A. V 06 V 04 A 45 A 03 s s io io v v P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 40 Princípio da Superposição Introdução • Circuitos lineares com duas ou mais fontes independentes A resposta total do circuito é a soma das respostas do circuito para cada fonte agindo separadamente • Dependendo do circuito, pode facilitar a análise de circuitos com muitas fontes independentes • Casos em que vale a pena usar o princípio da superposição Circuitos com fontes independentes de tipos diferentes (Ex.: Fontes CA e CC) o Para a apresentação do princípio, usaremos apenas fontes CC nessa unidade P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 21 EB 41 Princípio da Superposição Analisando efeito das fontes separadamente • Requer a análise do circuito considerando o efeito de uma fonte por vez (as demais fontes são desligadas) Fontes dependentes não são removidas (ficam intactas) P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. EB 42 Princípio da Superposição Passo a passo 1) Desative todas as fontes independentes, exceto uma delas. 2) Encontre a saída do circuito (tensão ou corrente) procurada, usando a técnica de análise de circuitos que desejar. 3) Repita a etapa 1 para cada uma das demais fontes independentes. 4) Encontre a solução geral somando algebricamente as contribuições em razão das fontes independentes. P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. 23/08/2016 22 EB 43 Princípio da Superposição Exemplo 4 • Use o princípio da superposição para encontrar v no circuito da figura a seguir. Em seguida, confirme o resultado usando as leis de Kirchhoff (LKT e a LKC). V 10 v P ro f. F e lip e Lo p es , D .S c. Universidade de Brasília – UnB Departamento de Engenharia Elétrica – ENE DÚVIDAS? Prof.: Felipe V. Lopes, D. Sc. EB 44 Brasília, 2016