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RESUMO DIREITO PENAL MILITAR
	FORÇAS ARMADAS FEDERAIS
	FORÇAS ARMADAS ESTADUAIS
	Marinha, Aeronáutica e Exército
	PM (Ostensivo e Ordem) e CBM (Defesa Civil)
	Defesa Pátria e Garantia Poderes Constitucionais
	Preservação das Liberdades Públicas
	Forças de Defesa Interna e Territorial
	Forças Reservas e Auxiliares do Exército
	Presidente da República
	Governador
	Disciplina e Hierarquia
	Disciplina e Hierarquia
	Fontes
	Formal
	Material
	Lei - LC ou LO
	Costumes, Princ. Ger. Direito, Analogia e Jurisprud.
	Somente União
	Somente União
	Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:
I - penal;
XXVIII - defesa territorial, defesa aeroespacial, defesa marítima, defesa civil e mobilização nacional;
	Militares
	Sindicalizar - Greve ou Filiação à Partido
	Não Servidores Públicos Militares
	Estabilidade: 10 anos
	Eleição
	Art 14: § 8º O militar alistável é elegível, atendidas as seguintes condições:
I - se contar menos de dez anos de serviço, deverá afastar-se da atividade;
II - se contar mais de dez anos de serviço, será agregado pela autoridade superior e, se eleito, passará automaticamente, no ato da diplomação, para a inatividade.
	Crimes Militares
	Transgressões Disciplinares
	Poder Judiciário
	Comandantes, chefes e Diretores
	Processo Penal Militar
	Processo Administrativo Disciplinar Militar
	Sentença/Acórdão
	Nota de Punição
	Pena
	Punição Disciplinar
	Militares e Civis
	Somente Militares
	Justiça militar Federal
	Justiça Militar Estadual
	Forças Armadas Federais (M,A,E)
	PM’s e CBM’s
	Oficiais, exceto Generais
	Praças e Civis (cumplicidade)
	Conselho Especial de Justiça
	Conselho Permanente de Justiça
	Macete: Oficial ---> Especial
	Macete: Praça ---> Permanente
	4 Juízes Militares Federais + 1 Juiz Togado
	4 Juízes Militares Estaduais + 1 Juiz Togado
	Juiz Togado Presidente Conselho
	Juiz Togado Presidente Conselho
	Juiz Federal da Justiça Militar
	Juiz de Direito da Justiça Militar
	! Civil (autor) - Presidente monocraticamente
	! Civil (vítima ) monocraticamente
	Habeas Corpus e Data, Mand. Seg.
	Ações Judiciais contra atos disciplinares
	JUSTIÇA MILITAR 
	Não julga
Ato de Improbidade Administrativa
	Não há
- Conexão
- Contingência
	Única mantém decisões dos escabinatos
	Salvo Ato disciplinar Militar
	
Art. 79. A conexão e a continência importarão unidade de processo e julgamento, salvo:
I - no concurso entre a jurisdição comum e a militar;
	O escabinato é um sistema de julgamento que adota um colegiado misto. No caso da Justiça Militar, esse colegiado é formado por juízes civis (togados) e juízes militares.
 Julga originariamente Oficiais Generais
2° instância
STM
Estado + de 20 mil militares
(PM + CBM)
Pode Criar
TJ ou TJME
1° instância
Auditorias Militares
	Juiz de Direito do Juízo Militar
	Juiz Federal Justiça Militar
	Monocraticamente
Civil (vítima)
	Monocraticamente:
Civil (autor)
Civil + Militar (concurso)
	CF: Não cabe Habeas Corpus para julgar decisão disciplinar quanto ao mérito
STF: Cabe Habeas Corpus quanto a forma, sem adentrar ao mérito
	Habeas Corpus, habeas data, mandado de segurança 
Exceto: Oficial-General
	Ações Judiciais contra atos disciplinares (PM’s e CBM’s)
	Ações Judiciais contra atos disciplinares (M,A,E)
	Presidente Conselho da JME
	Presidente dos Conselhos de Justiça
	Crime Militar
	Art. 124. À Justiça Militar compete processar e julgar os crimes militares definidos em lei.
(ratione legis)
	Tempo de paz
	Tempo de guerra
	1° Momento
Observar art. 9 CPM
	
	2° Momento 
Verificar Parte Especial CPM
Leg. Penal comum
	
	Regra: Conduta prevista no CPM e no CP 
Será crime militar
Princípio da Especialidade
	
	MILITARES
	Inatividade
	Reserva
	Reforma
	Convocados
	Estrangeiros 
	Serviço
	Agregado
	Soldado Temporário
	PTTC
	Veteranos
	Por tempo de serviço
(30 a 35 anos)
	Por Idade ou Incapacidade
	Só da Reserva
	Em comissão ou estágio
	Em atividade
	Cedido
	Pretensão Voluntária
	Da Reserva
	Conservam os títulos
	Podem ser convocados 
	Não podem ser convocados
	Voluntário ou Obrigatório
	Forças Armadas (Federais)
	- De folga
- De férias
- Licenças
	Da Ativa
	Serviço Administrativos
Auxiliares Saúde
	Trabalho temporário na Repartição
	Não existe Ex coronel
(Coronel da Reserva)
	Quando empregados Instituições Militares
	Quando empregados Instituições Militares
	Se equiparam aos da ativa
(usam farda)
	Sujeitos a Lei Penal Militar Brasileira (Salvo tratado)
	Continua em serviço
	É exceção
	Não usa farda/ Não é Policial Militar
	Não se equipara aos Militares na ativa
	Conserva responsabilidades e prerrogativas
	Equipara-se a Militar na ativa (fins penais militares)
	Equipara-se a Militar na ativa (fins penais militares)
	
	!
Se for na Polícia Militar NÃO se aplica 
	
	Regra: Serve na sua repartição 
	Justiça Militar Estadual Julga
	Não usa farda
	Comandante
(direção) 
	Superior
(autoridade)
	Equipar-se a comandante:
- Autoridade com função de direção
	Autoridade sobre outro:
Igual função ou Superior
(+ antigo é superior em cargos idênticos)
	Art. 12. O militar da reserva ou reformado, quando empregado na administração militar, equipara-se ao militar da ativa, para o efeito da aplicação da lei penal militar.
	Súmula 53 STJ: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar civil acusado de prática de crime contra instituições militares estaduais.
	Art. 14. O defeito do ato de incorporação ou de matrícula não exclui a aplicação da lei penal militar, salvo se alegado ou conhecido antes da prática do crime.

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