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RESOLUÇÕES DO CONTRAN
por Concur se iro Fora da C ai xa
RESUMO
Resoluções do Contran
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Sumário
Resolução 24 – Critérios de Identificação de Veículos .........................................................................................................................................3
Resolução 26 – Transporte de Carga em Bagageiros.............................................................................................................................................4
Resolução 110 – Calendário de Renovação do Licenciamento ..........................................................................................................................5
Resolução 432 – Embriaguez ao Volante .................................................................................................................................................................6
Resolução 573 – Quadriciclos Nacionais ou Importados ....................................................................................................................................8
Resolução 289 – Atuação do Dnit e do DPRF ...........................................................................................................................................................9
Resolução 242 – Geradores de imagens nos veículos automotores .................................................................................................................9
Resolução 735 – CTV e CTPV .................................................................................................................................................................................... 10
Resolução 227 – Sistema de iluminação dos veículos ....................................................................................................................................... 11
Resoluçao 508 – Regulamenta o “pau-de-arara” ................................................................................................................................................ 12
Resolução 525 – Motoristas profissionais ............................................................................................................................................................ 13
Resolução 36 – Sinalização de emergência........................................................................................................................................................... 14
Resolução 809 – CRV, CLA e CTP em meio Digital .............................................................................................................................................. 15
Resolução 798 – Fiscalização de Velocidade ........................................................................................................................................................ 17
Resolução 789 – Formação de Condutores (Anexo I) ........................................................................................................................................ 20
Resolução 810 – Veículos Acidentados (classificação e procedimentos)..................................................................................................... 21
Resolução 30 – Campanhas permanentes de segurança no trânsito ............................................................................................................ 24
Resolução 108 – Responsabilidade pelo pagamento de multas ..................................................................................................................... 24
Resolução 110 – Calendário de Renovação do Licenciamento ....................................................................................................................... 24
Resolução 300 – Regulamenta o art. 60 do CTB .................................................................................................................................................. 25
Resolução 351 – Veiculação de mensagens educativas de trânsito .............................................................................................................. 26
Resolução 558 – Libras para o candidato e condutor com deficiência ......................................................................................................... 26
Resolução 634 – Regularização do número de identificação veicular .......................................................................................................... 27
Resolução 870 – Pnatrans ......................................................................................................................................................................................... 27
Resolução 886 – Especificações, produção e expedição da CNH .................................................................................................................... 28
Resolução 897 – Implementação do Programa RODOVIDA ............................................................................................................................ 29
Resolução 926 – Padroniza Procedimentos de Autuações e Notificações ................................................................................................... 30
Resolução 929 – Funcionamento das Escolas Públicas de Trânsito (EPT)................................................................................................... 31
Resolução 932 – Organização e Funcionamento do Renainf .......................................................................................................................... 32
Resolução 967 – Critérios e prazos para a baixa do registro de veículos ...................................................................................................... 33
Resolução 909 – Fiscalização por Videomonitoramento ................................................................................................................................. 34
Resolução 933 – Habilitação de Candidato ou Condutor Estrangeiro .......................................................................................................... 34
Resolução 946 – Cargas de Sólidos a Granel......................................................................................................................................................... 35
Resolução 938 – Cronotagógrafo ............................................................................................................................................................................ 35
Resolução 955 – Transporte de Cargas ou de Bicicletas.................................................................................................................................... 37
Resolução 945 – Amarração das cargas em veículos de carga ........................................................................................................................ 38
Resolução 960 – vidros e Medidores de Transmitância Luminosa................................................................................................................ 39
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R ESO L U ÇÃ O 24 – CR I TÉR I O S D E I D EN TI FI CA ÇÃ O D E V EÍ CU LO S
Veículos produzidos ou importados a partir de 1/1/1999 para obterem registro e licenciamento DEVERÃO estar identificados
na forma da resolução.
Tratores
Protótipos utilizados exclusivamente
para competições esportivas
Viaturas militares operacionais das
Forças Armadas
Como deve ser feita a identificação veicular?
1 O 10º dígito do VIN será obrigatoriamente o da identificação do modelo do veículo
2
Os veículos inacabados (sem cabina, com cabina incompleta, tais como osseu pagamento, e deverá conter:
• Dados do AIT
• Data de sua emissão
• Comunicação do não acolhimento da defesa da autuação
• Valor da multa e a informação quanto ao desconto previsto no caput do art. 284 do CTB
• Data do término para apresentação de recurso, que será a mesma data para pagamento da multa
• Campo para a autenticação eletrônica regulamentado pelo órgão máximo executivo de trânsito da União
• Instruções para apresentação de recurso
Aplica-se à NP de advertência por escrito, no que couber, o disposto neste artigo.
D a N o ti fi c aç ã o P o r Ed it a l
ESGOTADAS as tentativas para notificar o infrator por meio postal ou pessoal, as notificações serão realizadas
por edital publicado em diário oficial.
É FACULTADO ao órgão autuador disponibilizar as informações das publicações em seu sítio eletrônico. As publicações
de que trata este artigo serão válidas para todos os efeitos, não isentando órgão de trânsito de disponibiliz ar as
informações das notificações, quando solicitado.
Auto de Infração (AIT) Notificação de Autuação (NA) Notificação de Penalidade (NP)
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D o s R ec urso s Ad m i n i st ra t i vo s
D a s D i sp o si çõ es G era i s
Contagem dos prazos: dias consecutivos, excluindo-se o dia da notificação, e incluindo-se o dia do vencimento.
Se vencimento cair em dia não útil, o prazo é prorrogado para o próximo dia útil.
A EXPEDIÇÃO das notificações de que trata esta Resolução se caracterizará:
1. Pela entrega da notificação pelo órgão autuador à empresa responsável por seu envio, quando remessa postal
2. Pelo envio eletrônico da notificação pelo órgão autuador do veículo, quando utilizado sistema eletrônico
No caso de falha nas notificações, a autoridade de trânsito poderá refazer o ato, respeitados os prazos legais,
quando não será exigível a penalidade de multa aplicada
R ESO L U ÇÃ O 929 – F UN CI ON A M EN TO DA S ESCO L A S P Ú BL I CAS D E TR Â N SI TO ( EP T)
A EPT destina-se a promover a Política Nacional de Trânsito (PNT) bem como executar ações e cursos voltados para o exercício
da cidadania, mobilidade e segurança no trânsito.
Os órgãos executivos de trânsito dos Estados, DF e dos Municípios deverão criar, implantar e manter EPT, destinadas a
educação de crianças e adolescentes, por meio de aulas teóricas e práticas sobre legislação, sinalização e
comportamento no trânsito.
Aplicada multa, caberá recurso em 1ª instância, julgado pela
JARI. Julgado procedente, o recorrente será informado se a
autoridade recorrer
Das decisões do JARI cabe
recurso em 2ª instância
C
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m
p
et
ên
c
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s
d
a
E
P
T
Constituir quadro técnico de educadores de trânsito e coordenação pedagógica
Definir público-alvo, temas, estabelecer currículos, conteúdos programáticos e sistemas de avaliação a serem
desenvolvidos em consonância com os objetivos e diretrizes da PNT
Executar cursos conforme estabelecido em planos e programas de educação de trânsito do respectivo órgão ou
entidade executivo de trânsito
Elaborar seu projeto político pedagógico conforme os parâmetros estabelecidos e os objetivos e diretrizes da PNT
Gerenciar dados e informações referentes aos cursos ministrados
Disponibilizar material didático de apoio para os cursos
Propor a realização de parcerias com outros órgãos, entidades, instituições e segmentos organizados da sociedade
para a execução dos cursos
Incentivar e promover pesquisas e produção de conhecimento
Promover e divulgar as atividades da EPT
Desenvolver atividade permanente de estudos e pesquisas voltadas para a educação de trânsito, inclusive
organizando e mantendo biblioteca especializada
Executar avaliações periódicas das ações implementadas
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R ESO L U ÇÃ O 932 – O R G AN I ZA ÇÃ O E FU N CIO NA M EN TO D O R EN A IN F
Registro Nacional de Infrações de Trânsito (RENAINF): sistema de gerenciamento e controle de INFRAÇÕES de trânsito,
integrado ao RENAVAM e ao RENACH.
Finalidade criar a base nacional de infrações de trânsito e proporcionar condições operacionais para o registro dessas
infrações, viabilizando o processamento dos autos de infrações e o intercâmbio de informações entre os diversos
órgãos e entidades componentes do SNT.
ÓRGÃO AUTUADOR
Órgão competente para autuar, julgar a defesa da
autuação e aplicar a respectiva penalidade de multa. X
ÓRGÃO ARRECADADOR
Órgão efetua a cobrança e recebimento da multa de trânsito,
sendo responsável pelo repasse dos 5% à conta do FUNSET.
D o R eg i st ro D a s I n fraç õ es
Os órgãos e entidades integrantes do SNT DEVEM registrar no RENAINF todas as infrações de trânsito, de forma
individualizada, para fins de notificação e obtenção do número de registro da infração de trânsito no RENAINF.
• Se mais de uma infração, deve ser lavrada a quantidade de AI correspondente ao número de infrações
• A ausência do registro da infração no RENAINF torna sem efeito a Notificação de Autuação (NA) e a Notificação de
Penalidade (NP), enquanto perdurar tal omissão.
D a A rrec a da ç ã o
TODAS as infrações de trânsito deverão ser registradas no RENAINF para fins de arrecadação.
As quantias provenientes de multas arrecadadas têm natureza EXTRAORÇAMENTÁRIA e
caracterizam-se como receita do autuador.
A informação acerca do pagamento da multa e da respectiva baixa no RENAINF deverá ser providenciada:
• Pelo órgão autuador, quando o recolhimento for por documento próprio de arrecadação por ele expedido;
• Pelo órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado /DF de registro do veículo, quando efetivada a
cobrança e o pagamento da multa ocorrer pelo sistema de licenciamento de cada Estado /DF.
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R ESO L U ÇÃ O 967 – CR I TÉR I O S E P RA ZO S PA R A A BA IX A D O REG I STR O D E V EÍ CUL O S
O veículo que acusar restrição administrativa que o impeça de ser baixado ou leiloado, restrição judicial ou policial, NÃO
TERÁ seu registro baixado, com exceção dos veículos leiloados como sucata.
A existência de débitos fiscais, de multas de trânsito e/ou ambientais vinculadas ao veículo NÃO DEVE IMPEDIR a baixa
como sucata.
Uma vez efetuada a baixa, sob NENHUMA HIPÓTESE o veículo poderá voltar à circulação
Frota desativada: veículo não licenciado há 10 anos ou mais E que contar com 25 anos ou mais de fabricação, terá o seu registro
atualizado com indicativo de 'frota desativada' automaticamente na Base de Índice Nacional (BIN).
BAIXA
OBRIGATÓRIA
Veículo irrecuperável
Veículo definitivamente desmontado
Veículo sinistrado com laudo de perda total ou com registro de danos de grande monta
Veículo vendido ou leiloado, classificado como sucata
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R ESO L U ÇÃ O 909 – F I SCA LIZA ÇÃ O P O R V I D EOM O NI TO R AM ENTO
A autoridade ou o agente da autoridade de trânsito, exercendo a fiscalização REMOTA por meio
de sistemas de videomonitoramento, PODERÃO AUTUAR condutores e veículos, cujas infrações
por descumprimento das normas gerais de circulação e conduta tenham sido detectadas online
por esses sistemas.
A autoridade ou o agente da autoridade de trânsito, responsável pela lavratura do auto de
infração, deverá informar no campo "observação" a forma com que foi constatado o
cometimento da infração
A fiscalização de trânsito mediante sistema de videomonitoramento somente poderá ser
realizada nas vias que estejam devidamente sinalizadas para esse fim.
R ESO L U ÇÃ O 933 – HA BI LI TA ÇÃ O D E CA ND I DA TO OU CO N DUTO R ESTR A N G EI RO
O condutor, oriundo de país estrangeiro e nele habilitado, DESDE QUE penalmente imputável no Brasil, poderá dirigir no
Território Nacional quando amparado por convenções ou acordos internacionais no prazo máximo de 180 dias (contados da
entrada no Brasil), respeitada a validade da habilitação de origem.
Infrações
Quando o condutor habilitado em país estrangeiro cometer infração de trânsito, cuja penalidade implique na SUSPENSÃO
do direito de dirigir, a autoridade de trânsito competente tomará as seguintes providências:
• Recolher e reter o documento de habilitação, até que expire o prazo da suspensão do direito de usá-la, ou até que o
condutor saia do território nacional, se a saída ocorrer antes de expirar o prazo;
• Comunicar à autoridade que expediu ou em cujo nome foi expedido o documento de habilitação, a suspensão do direito
de usá-la, solicitando que notifique ao interessado da decisão tomada;
• Indicar no documento de habilitação, que o mesmo não é válido no território nacional, quando se tratar de documento
de habilitação com validade internacional.
C
O
N
D
U
T
O
R
Estrangeiro habilitado em país
COM acordo
Regras não aplicavis aos diplomatas,
cônsules e equiparados, pois podem
dirigir por tempo indeterminado.
APÓS prazo
máx 180 dias
Se quiser obter a CNH deverá se
submter aos exames físico, mental e
avaliação psicológica
Se quiser apenas mudar de categoria
deverá fazer novo exame físico e de
direção
Estrangeiro habilitado em país SEM
acordo
Deve ser penalmente imputável
Poderá digir
no Brasil
mediante...
Troca da sua habilitação de origem
nos órgão de trânsito estaduais / DF
Ser aprovado em exame físico,
mental, avaliação psicológica e de
direção (conforme categoria)
Estrangeiro não habilitado, com
estada regular no Brasil
Para dirigir no Brasil deverá satisfazer todas as condições e
exigências previstas na legislação brasileira em vigor
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Quando se tratar de missão diplomática, consular ou a elas equiparadas, as medidas cabíveis deverão ser tomadas pelo
Ministério das Relações Exteriores.
Permissão Internacional para Dirigir (PID)
O condutor com PID, expedida no Brasil, que cometer infração de trânsito cuja penalidade
implique na suspensão ou cassação do direito de dirigir, terá o recolhimento e apreensão
desta, juntamente com o documento de habilitação nacional, pelo órgão ou entidade
executivo de trânsito do Estado /DF.
A PID expedida pelo órgão ou entidade executiva de trânsito do Estado ou do DF não
poderá substituir a CNH.
R ESO L U ÇÃ O 946 – CA R G A S D E SÓL I D O S A G R AN EL
Via de regra, as cargas sólidas a granel (como grãos de soja e milho, por exemplo), são transportadas
em veículos com carroceria totalmente fechada, como na figura ao lado.
O transporte de qualquer tipo de sólido a granel em vias abertas à circulação pública, em veículos de carroçarias ABERTAS,
somente será PERMITIDO nos seguintes casos:
• Veículos com carroçarias de guardas laterais fechadas
• Veículos com carroçarias de guardas laterais dotadas de telas metálicas
Em ambos as cargas deverão estar totalmente cobertas por LONAS ou dispositivos similares, com os seguintes requisitos:
1. Acionamento manual, mecânico ou automático
2. Estar devidamente ancorados à carroçaria do veículo
3. Cobrir totalmente a carga
4. Em bom estado de conservação
A lona NÃO pode prejudicar a eficiência dos demais equipamentos
obrigatórios, e a carga NÃO pode exceder os limites da carroceria.
Caminhão com guarda lateral fechada
coberta com lona.
R ESO L U ÇÃ O 938 – CR O N O TAG Ó G RA F O
O registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo (cronotacógrafo)
pode constituir-se num único aparelho mecânico, eletrônico ou compor um
conjunto computadorizado.
O cronotacógrafo deverá apresentar a qualquer momento, pelo menos, as seguintes informações das últimas 24h:
✓ Velocidades desenvolvidas;
✓ Distância percorrida pelo veículo;
✓ Tempo de movimentação do veículo e suas interrupções;
✓ Data e hora de início da operação;
✓ Identificação do veículo;
✓ Identificação dos condutores;
✓ Identificação de abertura do compartimento que contém o disco ou de emissão da fita diagrama.
Utilizadas para apuração dos períodos
de trabalho e repouso diário.
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Condições Normais
Ao final de cada período de 24h, as informações
ficarão à disposição das autoridades competentes
pelo prazo de 90 dias.
X
Em Caso de Acidente
As informações referentes às últimas 24h ficarão à disposição
das autoridades competentes pelo prazo de 1 ano.
Havendo necessidade de apreensão do cronotacógrafo,
a autoridade fará justificativa fundamentada.
FISCALIZAÇÃO DOS CRONOTACÓGRAFOS
Na ação de fiscalização, o agente vistoriador deverá verificar e inspecionar:
1) Se o cronotacógrafo se encontra em perfeitas condições de uso;
2) Se as ligações necessárias estão devidamente conectadas e lacradas e seus componentes sem qualquer alteração;
3) Se as informações previstas acima estão disponíveis, e se a sua forma de registro continua ativa;
4) Se o condutor dispõe de disco ou fita diagrama reserva para manter o funcionamento até o final da operação do veículo.
5) Se o cronotacógrafo está aprovado na verificação metrológica pelo Inmetro ou entidade credenciada.
O agente fiscalizador deverá identificar-se e assinar o verso do disco ou fita diagrama, bem como mencionar o local, a
data e o horário em que ocorreu a fiscalização.
CERTIFICAÇÃO DOS CRONOTACÓGRAFOS
Deverão ser certificados pelo Inmetro ou entidade por ele credenciada. Para isso precisam atender os seguintes requisitos:
o Possuir registrador próprio, em meio físico adequado, de espaço percorrido, velocidad es desenvolvidas e tempo de
operação do veículo, no período de 24h;
o Fornecer, em qualquer momento, as informações acima
o Assegurar a inviolabilidade e inalterabilidade do registro de informações ;
o Possuir lacre de proteção das ligações necessárias ao seu funcionamento e de acesso interno ao equipamento;
o Dispor de indicação de violação;
o Ser constituído de material compatível para o fim a que se destina;
o Totalizar toda distância percorrida pelo veículo;
o Ter os seus dispositivos indicadores iluminados adequadamente, com luz não ofuscante ao motorista;
o Unidades de medida padrão: quilômetros por hora (Km/h); hora (h); quilômetro (km);
o Situar-se na faixa de tolerância máxima de erro nas indicações, conforme Anexos I e II;
o Possibilitar leitura fácil, direta e sem uso de instrumental próprio no local de fiscalização
NÃO OBSERVÂNCIA DARESOLUÇÃO
Recusar-se a ENTREGAR o cronotacógrafo
o Infração: GRAVÍSSIMA
o Penalidade: MULTA + APREENSÃO VEÍCULO
o Medida Adm.: remoção do veículo
CONDUZIR veículo sem o cronotacógrafo ou em desacordo
o Infração: GRAVÍSSIMA
o Penalidade: MULTA + APREENSÃO VEÍCULO
o Medida Adm.: remoção do veículo
A violação ou adulteração do cronotacógrafo sujeitará o infrator às cominações da legislação PENAL aplicável, ou seja,
trata-se de crime!
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R ESO L U ÇÃ O 955 – TR A N SPO R TE D E CA R GA S O U D E BI CI CL ETA S
A carga ou a bicicleta deverá estar acondicionada e afixada de modo que:
• NÃO coloque em perigo as pessoas nem cause danos, e em especial, não se arraste pela via nem caia sobre esta;
• NÃO atrapalhe a visibilidade à frente do condutor nem comprometa a estabilidade ou condução do veículo;
• NÃO provoque ruído nem poeira;
• NÃO oculte as luzes (freio, indicadores de direção e os dispositivos refletores); ressalvada, a lanterna de freio elevada;
• NÃO exceda a largura máxima do veículo;
• NÃO ultrapasse as dimensões autorizadas para veículos.
• NÃO se sobressaiam ou se projetem além do veículo pela frente.
• TODOS os acessórios, tais como cabos, correntes, lonas, grades ou redes deverão estar devidamente ancorados.
A altura de cargas transportadas no compartimento de carga de caminhonetes e utilitários, medida a partir do plano de
apoio das rodas, está limitada a 2x a largura do veículo.
Exigência de AET
Para a realização do transporte de cargas disciplinado por esta Resolução não se faz necessária a obtenção de Autorização
Especial de Trânsito – AET.
VEDADA, em qualquer hipótese, a concessão de AET para o transporte de cargas ou bicicletas nas partes externas dos
veículos classificados nas espécies automóvel, caminhonete, camioneta e utilitário.
Régua de sinalização
Quando o transporte eventual de carga ou de bicicleta resultar no encobrimento, total ou parcial,
quer seja da sinalização traseira, quer seja de sua placa traseira, será OBRIGATÓRIO o uso de
régua de sinalização e, respectivamente, de segunda placa traseira.
1. Deve ter no mínimo 1m de largura e no máximo a largura do veículo, excluído os retrovisores
2. Deve ter sistema de sinalização paralelo, energizado, semelhante ao do veículo (ex: luz de freio)
3. Deve ter faixa refletivas vermelha e branca com inclinação de 45º e 50 ± 5,0 mm largura
Fica DISPENSADO da utilização de régua o veículo que possuir extensor de caçamba no qual deve
ser lacrada a segunda placa traseira.
Transporte eventual de cargas
Permite-se o transporte de cargas acondicionadas em bagageiros ou presas a suportes
apropriados devidamente afixados na PARTE SUPERIOR externa da carroçaria.
• A carga + altura do bagageiro ou suporte DEVERÁ ter altura máxima de 50 cm
• O comprimento NÃO deve ultrapassar o comprimento da carroceria
• A largura NÃO deve ultrapassar a da parte superior da carroceria
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O balanço traseiro não deve exceder 60% do valor da distância entre os dois eixos do veículo. Cargas que sobressaiam
ou se projetem além do veículo para trás, deverão estar bem visíveis e sinalizadas. No período noturno, esta sinalização
deverá ser feita por meio de uma luz vermelha e um dispositivo refletor de cor vermelha.
Transporte de bicicletas
1. A bicicleta poderá ser transportada na parte posterior externa OU sobre o teto
2. No caso de ser sobre o teto, não se aplica a regra de altura no transporte de carga
3. Para efeito da Resolução, a bicicleta é considerada como carga INDIVISÍVEL
R ESO L U ÇÃ O 945 – A M AR R A ÇÃ O D A S CA R GA S EM V EÍ CU L O S D E CA R G A
Regra Máxima PROIBIDA a utilização de cordas como dispositivo de
amarração de carga, sendo PERMITIDO o seu uso exclusivamente para fixação
da lona de cobertura, quando exigível.
Devem ser utilizados dispositivos de amarração, como cintas têxteis,
correntes ou cabos de aço, com resistência total à ruptura por tração de,
no mínimo, 2 vezes o peso da carga.
É responsabilidade do CONDUTOR verificar periodicamente durante o percurso o tensionamento dos dispositivos de fixação, e
reparta-los quando necessário.
Regras de Amarração
Veículos tipo
carroceria aberta,
com guardas laterais
rebatíveis
Havendo espaço entre a carga e as guardas laterais, os dispositivos de amarração devem ser
tensionados pelo lado interno das guardas laterais:
PROIBIDA a passagem dos dispositivos pelo lado externo das guardas laterais, SALVO se
a carga ocupa todo o espaço interno da carroceria (caminhão 2 na imagem acima)
Para as cargas que NÃO ocuparem toda a carroceria no sentido longitudinal, devem ser previstos
pelo transportador, além dos dispositivos de amarração, outros dispositivos diagonais que
impeçam os movimentos para frente e para trás da carga. Assim:
PROIBIDA a circulação de veículos cuja carga ultrapasse a altura do painel frontal e exista a
possibilidade de deslizamento longitudinal da parte da carga que está acima do painel frontal.
Veículos tipo baú
lonado (“sider”)
As lonas laterais NÃO PODEM ser consideradas como estrutura de contenção da carga, devendo
existir pontos de amarração em número suficiente.
Veículos com
carroceria
inteiramente fechada
As paredes PODEM ser consideradas como estrutura de contenção, sendo OPCIONAL a existência
de pontos de amarração internos.
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Carroçaria de
Madeira
Carroçarias Novas: deverão ser construídas com madeira de alta densidade e alta resistência, ter
obrigatoriamente fixadores metálicos de perfil U, não podendo ser considerados pontos de fixação
as guardas laterais e piso, se estes pontos de amarração não estiverem em contato com travessas ou
o chassi.
Veículos em circulação: deverão ser adicionados aos dispositivos de amarração perfis metálicos em
"L" ou "U" nos pontos de fixação, fixados nas travessas da estrutura por parafusos, de modo a
permitir a soldagem do gancho nesse perfil e a garantir a resistência necessária.
Na inexistência de pontos de amarração adequados, ou em número suficiente, fica permitida
a fixação dos dispositivos de amarração no próprio chassi do veículo.
Veículos tipo
prancha ou
carroceria aberta
Quando transportando qualquer tipo de carga fracionada deverão amarrar cada unidade com
correntes, cintas têxteis, cabos de aço ou combinação entre esses tipos, ANCORADOS nos pontos
de amarração da estrutura metálica da carroceria e/ou do próprio chassi, em pelo menos 4 terminais
de amarração.
R ESO L U ÇÃ O 960 – V I D R O S E M ED I DO R ES D E TR AN SM I TÂN CIA LU M IN O SA
Medidor de Transmitância Luminosa (MTL)
Medidor de Transmitância Luminosa: é o instrumento de medição destinado a medir, em valores
percentuais, a transmitância luminosa de vidros, películas, filmes e outros materiais simples
ou compostos. Deve ser aprovado pelo Inmetro.
Se o medidor for dotado de dispositivo impressor, o registro impresso DEVERÁ conter:
1. Data e hora
2. Placa do veículo
3. Transmitância medida pelo instrumento
4. Área envidraçada fiscalizada
5. Identificação do instrumento
6. Identificação do agente
Constatadaa INFRAÇÃO, será lavrado Auto de Infração, que conterá, em valores percentuais:
• A medição realizada pelo instrumento
• O valor considerado para fins de aplicação de penalidade (medição acrescida de um percentual relativo de 7%)
• O limite regulamentado para a área envidraçada fiscalizada
• A identificação da área envidraçada objeto da autuação
Vidros de segurança
Os veículos automotores, os reboques e semi-reboques deverão sair de fábrica com as suas partes envidraçadas equipadas
com vidros de segurança. Esta exigência se aplica também aos vidros destinados a reposição. No para-brisa é OBRIGATÓRIO
o uso de vidro laminado. Os demais podem ser temperados ou laminados.
Exceções: as regras dessa Resolução não se aplicam:
X Máquinas agrícolas, rodoviárias e florestais
X Aos veículos destinados à circulação exclusivamente fora das vias públicas
X Aos veículos incompletos ou inacabados e destinados à exportação
• Veículos blindados estão DISPENSADOS do uso de vidro de segurança bem como dos requisitos mínimos de
transmissão luminosa.
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Resoluções do Contran
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Transmissão Luminosa dos vidros (Não se aplica aos vidros no teto)
● Indispensáveis à dirigibilidade
● Demais áreas envidraçadas
Valores MÍNIMOS de transmissão luminosa
o Vidros dos para-brisas e áreas indispensáveis: 70%
o Demais áreas: poderá ser inferior à 70% para os vidros que não interferem nas áreas
envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade do veículo dotado de espelhos
retrovisores externos em ambos os lados.
Aplicação de películas (famosos insulfilms / vidros fumê)
o A película NÃO PODE ser refletiva (espelhada);
o Os valores de transmissão luminosa após a aplicação devem ser os mesmos do quadro acima;
o As películas devem conter a marca do instalador e o índice de transmissão luminosa, gravados indelevelmente por meio
de chancela, sendo visíveis pelo lado externo dos vidros. Exemplo:
Inscrições, Pictogramas e Painéis Decorativos
FORA das áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade, a aplicação de inscrições, pictogramas ou painéis decorativos de
qualquer espécie SERÁ PERMITIDA, desde que:
1) Veículo possua espelhos retrovisores externos direito e esquerdo
2) Sejam atendidas as mesmas condições de transparência do quadro acima
VEDADO o uso de painéis luminosos que reproduzam mensagens dinâmicas ou estáticas, EXCETO nos transportes
coletivos com a finalidade de informar o serviço ao usuário da linha.
Danos nas áreas envidraçadas
As TRINCAS e FRATURAS de configuração circular são consideradas DANO ao pára-brisa.
Na área crítica de visão do condutor e em uma faixa periférica de 2,5 cm de largura
das bordas externas do pára-brisa não devem existir trincas e fraturas de
configuração circular, e não podem ser recuperadas.
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Resoluções do Contran
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Área Crítica de Ônibus, Micro-ônibus e Caminhões
A área crítica de visão do condutor conforme figura ao lado
é aquela situada a esquerda do veículo determinada por um
retângulo de 50 cm de altura por 40 cm de largura.
São permitidos no máximo 3 danos, exceto nas regiões definidas acima, respeitados os seguintes limites:
✓ TRINCA: não superior a 20 cm de comprimento
✓ FRATURA: configuração circular não superior a 4 cm de diâmetro
Área Crítica nos Demais Veículos Automotores
A área crítica de visão do condutor é a metade esquerda da região de varredura das
palhetas do limpador de pára-brisa (Área A).
São permitidos no máximo 2 danos, exceto na área crítica de visão, respeitados os
seguintes limites:
✓ TRINCA: não superior a 10 cm de comprimento
✓ FRATURA: de configuração circular não superior a 4 cm de diâmetro
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https://www.concurseiroforadacaixa.com.brchassis para ônibus), terão as identificações
do VIS implantadas pelo fabricante que complementar o veículo com a respectiva carroçaria.
Os veículos em desacordo com essas regras NÃO poderão ser registrados, licenciados ou emplacados.
Identificação
Veicular
VIN - Número de
Identificação Veicular
Gravação no chassi ou monobloco, em no mínimo um
ponto de localização em profundidade mínima de
0,2mm
Chassi ou monobloco NÃO metálico: numeração gravada
em placa metálica incorporada ou a ser moldada
durante sua fabricação
VIS - Número
Sequencial de Produção
Fabricante escolhe:
1. Gravação na profundidade mínima de 0,2mm
quando em chapas ou plaquetas colada, soldada ou
rebitada, destrutível quando da sua remoção; OU
2. Etiqueta autocolante e destrutível quando da sua
remoção
Componentes ou compartimentos onde será feita a
gravação
➤ Na coluna da porta dianteira direita
➤ No compartimento do motor
➤ Em um dos para-brisas
➤ Em um dos vidros traseiros (quando existentes)
➤ Em pelo menos dois vidros de cada lado, (quando
existentes), exceto os quebra-ventos
EXCEÇÕES (dispensados do cumprimento da resolução)
1
2
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Resoluções do Contran
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R ESO L U ÇÃ O 26 – TR AN SP O R TE D E CA RG A EM BA GA G EI R O S
A CARGA só poderá ser acomodada em compartimento PRÓPRIO, separado dos passageiros, que no ônibus é o bagageiro,
sendo PROIBIDO o transporte:
• Produtos considerados perigosos conforme legislação específica
• Produtos que comprometam a segurança do veículo, dos ocupantes ou terceiros
Transporte Interno (território nacional)
Limites máximos de peso e dimensões da carga serão fixados
pelas LEGISLAÇÕES na esfera federal, estadual ou municipal
Transporte internacional
Serão obedecidos os Tratados, Convenções ou
Acordos INTERNACIONAIS
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R ESO L U ÇÃ O 110 – CA L END Á R IO D E R ENO V A ÇÃO D O L I CEN CIA M EN TO
Os estados/DF têm liberdade para definirem as datas para a renovação dos licenciamentos anuais dos veículos registrados em
seu território. Contudo, essa data deve respeitar os limites máximos da Resolução 110/2000, assim:
Placa Final Prazo Máximo
1 e 2 Setembro
3, 4 e 5 Outubro
6, 7 e 8 Novembro
9 e 0 Dezembro
Muita Atenção! As autoridades, órgãos, instituições e agentes de fiscalização de trânsito e rodoviário em TODO o território
nacional, para efeito de autuação e aplicação de penalidades, quando o veículo se encontrar fora da UF em que estiver
registrado, deverão adotar os prazos estabelecidos na tabela acima.
Exemplo: seu carro, com placa final 2, está registrado em MG. Supondo que na tabela desse estado o prazo limite é julho. Em
agosto, viajando para o RN, você é parado pela PRF e seu licenciamento estava vencido (você esqueceu de renovar). O que vai
ocorrer? NADA, pois você está fora da jurisdição de MG, e o agente deve utilizar a tabela-padrão acima (prazo é setembro)!
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Resoluções do Contran
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R ESO L U ÇÃ O 432 – EM BR I AG U EZ AO V OL AN TE
A fiscalização do consumo de bebidas alcóolicas ou outras substâncias psicoativas deve ser procedimento operacional
ROTINEIRO dos órgãos de trânsito (blitz). Para isso, deve-se utilizar pelo menos um dos seguintes procedimentos:
Se o condutor apresentar SINAIS de alteração ou haja comprovação dessa situação por meio de ETILÔMETRO
e houver encaminhamento do condutor para a realização do exame de sangue ou exame clínico, NÃO SERÁ
necessário aguardar o resultado desses exames para fins de autuação ADMINISTRATIVA
Teste de Etilômetro (Bafômetro)
O etilômetro deve ter seu modelo aprovado pelo Inmetro E ser aprovado 4 tipos de
verificações, realizadas pelo próprio Inmetrou ou pelo RBMLQ, quais sejam:
1. Verificação inicial
2. Verificação eventual
3. Verificação em serviço
4. Verificação anual
Verificação de Sinais de Alteração da Capacidade Psicomotora
Os sinais de alteração da capacidade psicomotora poderão ser verificados por:
1. Exame clínico com laudo conclusivo e firmado por médico perito; ou
2. Constatação, pelo agente, dos sinais de alteração da capacidade psicomotora
No caso de constatação pelo agente, deve ser considerado um conjunto de sinais e
não apenas um isoladamente
Infração Administrativa
A infração do art. 165 do CTB de “dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine
dependência” é caracterizada por:
1. Exame de SANGUE com QUALQUER concentração de álcool por litro de sangue
2. Teste de ETILÔMETRO com MEDIÇÃO ≥ 0,05mg/L descontado o erro máximo
3. SINAIS de alteração da capacidade psicomotora
Infração
GRAVÍSSIMA
Multa
(10x)
Suspensão do direito de
dirigir por 12 meses
Recolhimento da
carteira
Retenção do
veículo
E se o condutor se recusar a se submeter a qualquer um dos procedimentos previstos? Ele será enquadrado na infração
prevista no 165-A do CTB, cujas penalidades são as mesmas do art. 165. Além disso ele também estará sujeito à
incidência do CRIME previsto no art. 306 do CTB.
PROCEDIMENTOS
PREVISTOS
Exame de
SANGUE
Exame
LABORATORIAL
(outras substâncias
psicoativas)
ETILÔMETRO
(bafômetro)
Deve-se ser o procedimento PRIORITÁRIO
Verificação de
SINAIS
Prova testemunhal,
imagem, vídeo ou
outro meio
admitido
No resultado do teste DEVERÁ ser descontada
margem de segurança (erro máximo admissível
para o aparelho). É “como se fosse “ a tara da
balança de self-service.
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Resoluções do Contran
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Medidas Administrativas
Veículo será retido até apresentação
de condutor habilitado, que TAMBÉM
será submetido à fiscalização
Não há condutor habilitado ou o
agente verifique que ele não está em
condições, o veículo será recolhido,
mediante recibo
Habilitação recolhida1 pelo agente,
mediante recibo, sob custódia do órgão
ou entidade de trânsito responsável
1Caso o condutor não compareça ao órgão ou entidade de trânsito responsável pela autuação no prazo de 5 dias da infração,
o documento será encaminhado ao órgão responsável pelo seu registro, onde o condutor deverá buscar seu documento.
Auto de Infração (AI)
São requisitos do AI lavrado em decorrência da infração prevista no art. 165:
• No caso de exame de sangue, clínico ou laboratorial, o AI deve conter referência ao procedimento + anexar os resultados;
• Quando houver sinais de alteração da capacidade, o AI deve conter descrição deles;
• No teste de Etilômetro, o AI deve conter a marca, modelo, nº de série, nº do teste, a medição, o valor considerado e o limite;
• No caso de testemunhas, vídeos ou outros meios, o AI deve conter a identificação conforme o caso
Crime (art. 306 do CTB)
Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra
substância psicoativa que determine dependência
O crimeserá caracterizado por qualquer um dos procedimentos abaixo:
• Exame de SANGUE com resultado de álcool ≥ 6dg/L de sangue
• Teste de ETILÔMETRO com MEDIÇÃO ≥ 0,34mg/L descontado o erro máximo
• Exame LABORATORIAL especializado em caso de outras substâncias
• SINAIS de alterações da capacidade psicomotora
Configurado o crime, conduto e testemunhas serão encaminhados à Polícia Judiciária, juntamente com os elementos
probatórios.
Disposições Gerais
É OBRIGATÓRIA a realização do exame de alcoolemia para as VÍTIMAS FATAIS de acidentes de trânsito.
A ocorrência do crime NÃO
elide (impede) a aplicação do
disposto no art. 165 CTB
(infração administrativa)
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Resoluções do Contran
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R ESO L U ÇÃ O 573 – Q U AD R I CI CLO S N A CI ON AI S O U I MP O R TAD O S
TIPOS DE QUADRICICLOS CONFORME A RESOLUÇÃO
Veículo automotor com:
• Estrutura mecânica similar às motocicletas
• Eixo dianteiro e traseiro
• Quatro rodas
• Massa em ordem de marcha ≤ 400kg, ou 550kg no caso
do veículo destinado ao transporte de cargas, excluída
a massa das baterias no caso de veículos elétricos,
cuja potência máxima do motor ≤ 15kW
➤ PROIBIDO o uso da cabine fechada
Veículo automotor ELÉTRICO:
• Cabine FECHADA
• Eixo dianteiro e traseiro
• Quatro rodas
• Massa em ordem de marcha ≤ 400kg, ou 550kg no caso
do veículo destinado ao transporte de cargas, excluída
a massa das baterias no caso de veículos elétricos,
cuja potência máxima do motor ≤ 15kW
➤ DISPENSADO o uso de ABS / CBS
Requisitos de Segurança
Requisito TIPO I TIPO II
Pneus de alta pressão, com banda p/ pista pavimentada, certificados pelo Inmetro ✓ ✓
Eixo tração c/ dispositivo que permita suas 2 rodas girarem em velocidades angulares diferentes ✓ ✓
Sistema de suspensão independente para cada roda do eixo dianteiro e traseiro ✓ ✓
Freios em cada uma das rodas do veículo, de acordo com as normas vigentes ✓ ✓
Equipamentos obrigatórios previstos no item V do Art. 1º da Resolução nº 14 ✓ ✓
Comando do sistema acionado através de (____) Guidão Volante
Assentos para condução e transporte de passageiro na posição (____) Montada Sentada
Cinto de segurança de três ou quatro pontos para condutor e passageiros ✓
Assentos com apoio de cabeça ✓
Equipamento suplementar de segurança passiva – AIR BAG frontal ✓
Requisitos de Circulação e para Condução
Requisitos de Circulação TIPO I TIPO II
Placas de identificação TRASEIRA, com dimensões idênticas às de motocicleta ✓ ✓
Lanterna de marcha à ré na cor branca quando o veículo permitir este tipo de deslocamento ✓ ✓
Transporte apenas de passageiro maior de 7 anos ✓ ✓
Circulação restrita às vias urbanas. Proibida em rodovias federais e estaduais e do DF ✓ ✓
Requisitos para Condução TIPO I TIPO II
CNH do condutor será do tipo B ✓ ✓
O condutor e o passageiro devem utilizar capacete com viseira ou óculos protetores ✓
TIPO II TIPO I
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Resoluções do Contran
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Identificação e Proibições
A identificação dos quadriciclos se dará por meio da gravação do Número de Identificação do Veículo (VIN).
Ficam PROIBIDAS:
1. A transformação de outros tipos de veículos em quadriciclos.
2. A circulação em vias públicas de veículos similares sem homologação.
R ESO L U ÇÃ O 289 – A TUA ÇÃ O D O D NI T E D O D P RF
Fiscalização de Excesso
de Peso
Exerce a fiscalização do excesso de peso dos
veículos nas rodovias federais, respeitadas
as competências da ANTT
Exerce a fiscalização do excesso de peso dos
nas rodovias federais, isoladamente ou a
título de apoio operacional ao DNIT
Fiscalização de Excesso
de Velocidade
Exerce a fiscalização eletrônica de velocidade
nas rodovias federais, utilizando o
REDUTOR eletrônico de velocidade TIPO
FIXO
Exerce a fiscalização eletrônica de velocidade
nas rodovias federais, utilizando o MEDIDOR
de velocidade portátil, móvel, estático e fixo1,
exceto o redutor de velocidade.
1Caso a PRF queira instalar o medidor tipo FIXO, ela deve solicitar ao DNIT autorização para intervenção física na via. Pode ser
celebrado convênio entre DNIT e PRF para atender ao disposto na Resolução.
R ESO L U ÇÃ O 242 – G ER A D OR ES D E I MA G EN S N O S V EÍ CUL O S A U TO MO TO R ES
Fica PERMITIDA a instalação e utilização de aparelho gerador de imagem cartográfica com interface de
geoprocessamento (GPS) destinado a orientar o condutor quanto ao funcionamento do veículo, a sua
visualização interna e externa, sistema de auxílio à manobra e para auxiliar na indicação de trajetos
ou orientar sobre as condições da via, por intermédio de mapas, imagens e símbolos.
Os GPS poderão ser:
• Previstos pelo próprio fabricante do veículo, ou;
• Utilizados como acessório PROVISÓRIO – fixados no para-brisa ou no painel dianteiro
DVDs e players de vídeo
Fica PROIBIDA a instalação, em veículo automotor, de equipamento capaz de gerar imagens para fins de entretenimento,
SALVO se:
Instalado de forma que SOMENTE os
passageiros dos bancos TRASEIROS
possam visualizar as imagens
Instalado na parte DIANTEIRA, possuir mecanismo automático que o
torne inoperante ou o comute para a função de informação de auxílio à
orientação do condutor, independente da vontade do condutor e/ou
dos passageiros, quando o veículo ESTIVER EM MOVIMENTO
Não cumprimento da Resolução
o Infração: GRAVE
o Penalidade: MULTA
o Medida Adm.: retenção do veículo para regularização
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Resoluções do Contran
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R ESO L U ÇÃ O 735 – CTV E CTP V
Combinações de Transporte de Veículos – CTV
Exclusivamente para o transporte de veículos e chassis.
- VEDADA a transformação de CTV e CTPV
- PODERÃO transportar outras cargas paletizadas ou
acondicionadas em racks
- VEDADO o compartilhamento simultâneo de espaço entre
veículos e outro tipo de carga
Combinações de Transporte de Veículos e Cargas
Paletizadas – CTVP
Transporte de veículos acabados e cargas unitizadas sobre
paletes ou racks.
Deverão contar com dispositivos de fixação e contenção das
cargas unitizadas por meio de ganchos + cinta nylon ou
travessas metálicas
Autorização Especial de Trânsito – AET
As CTV e as CTVP, cujas dimensões EXCEDAM aos limites previstos na Resolução nº 210, só poderão circular nas vias portando
Autorização Especial de Trânsito - AET.
✓ Exceção 1: estão dispensadas da AET as CTV e CTPV com até 4,70 m de altura
✓ Exceção 2: estão dispensadas da AET as CTV e CTPV com altura entre 4,71 m e 4,95 m por deliberação do órgão executivo
Limites para a concessão da AET
Altura Altura máxima do conjunto carregado de 4,95 m
Largura
Regra: 2,60 m
CTV e CTPV destinada ao transporte de ônibus, chassis de ônibus e de caminhões: 3,0 m
Comprimento
Veículo simples: 14,00 m
Veículo articulado: até 23,00 m, desde que a distância entre os eixos extremos não ultrapasse a 18,00 m
Veículo com reboque: até 23,00 m
- Nos veículos de comprimento superior a 19,80m deve haver sinalização especial na traseira (dê uma olhada na Res. 882).
Limites para a circulação dos CTV e CTPV
Regra Geral: o trânsito das CTV e CTPV será do amanhecer ao pôr do sol.
Podem circular também no período NOTURNO:
✓ Comprimentomáximo de 19,80 m
✓ Comprimento entre 19,80 m e 23,00 m – vias de pista dupla E duplo sentido de circulação,
com separadores fixos e com duas ou mais faixas em cada sentido.
✓ Pista simples, quando composição VAZIA ou carga apenas na plataforma inferior,
devidamente ancorada e ativada toda a sinalização.
PODERÃO ser adotados horários distintos dos em trechos específicos, mediante proposição da autoridade competente
com circunscrição sobre a via.
AET válida por 01 ano
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Resoluções do Contran
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R ESO L U ÇÃ O 227 – SI STEM A D E IL UM IN A ÇÃ O D O S V EÍ CUL O S
Essa Resolução tem um texto principal curto, contudo possui 14 anexos gigantescos. Só para você ter uma ideia, são quase
250 páginas de anexos! O conteúdo deles é bastante técnico e acho muito difícil que seja cobrado em prova. Ainda que seja, o
custo-benefício de estudar esses tópicos é baixíssimo. Portanto, vamos nos ater ao texto principal.
Essa resolução trata basicamente dos faróis e lanternas dos automóveis, camionetas, utilitários, caminhonetes,
caminhões, ônibus, micro-ônibus, reboques e semirreboques novos saídos de fábrica, nacionais e importados.
Veículos INACABADOS estão dispensados de alguns dos dispositivos de iluminação. Podemos separá-los em 2 tipos:
Chassi de caminhão com cabina incompleta ou sem cabina,
chassi e plataforma para ônibus ou micro-ônibus com destino ao
concessionário, encarroçador ou, ainda, a serem
complementados por terceiros
Chassi de caminhão com cabina e sem carroçaria com
destino ao concessionário, encarroçador ou, ainda, a
serem complementados por terceiros
Lanternas delimitadoras dianteiras e traseiras Lanternas delimitadoras traseiras
Lanternas laterais e dianteiras, traseiras e intermediárias Lanternas laterais traseiras e intermediárias
Retrorrefletores laterais e dianteiros, traseiros e intermediários Retrorrefletores laterais traseiros e intermediários
Lanternas de iluminação da placa traseira -
Lanterna de marcha-a-ré. -
Outras regras importantes
• Limita-se a instalação e funcionamento de no máximo 8 faróis, independentemente da sua finalidade
• PROIBIDA a colocação de adesivos, pinturas, películas ou qualquer outro material nos dispositivos de iluminação
Penalidades pelo não cumprimento da norma
Sem equipamento, com equipamento proibido ou alterado
o Infração: GRAVE
o Penalidade: MULTA
o Medida Adm.: retenção do veículo para regularização
Com defeito ou com lâmpadas queimadas
o Infração: MÉDIA
o Penalidade: MULTA
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R ESO L U ÇA O 508 – R EG UL A M EN TA O “P A U - D E- A R AR A”
Regra Geral: onde não houver linha regular de ônibus, poderá ser autorizado, eventualmente e a título precário (por até
12 meses), o transporte de passageiros em veículo de carga ou misto.
A circulação só poderá ser autorizada entre localidades de origem e destino em um mesmo município ou entre
municípios limítrofes. Assim, a autorização deve ser concedida por CADA autoridade da via em que o veículo trafegar.
Requisitos Mínimos do Veículo
• BANCOS com espuma para todos os passageiros, com encosto e cinto de segurança
• Carroceria com COBERTURA
• Barra de APOIO para as mãos
• PROTEÇÃO lateral rígida (com 2,10m de altura livre)
• ESCADA de acesso com corrimão
• Cabine e carroceria com ventilação
• Compartimento para a guarda de ferramentas, separado dos passageiros (transporte de trabalhadores)
• Sinalização luminosa (transporte de pessoas vinculadas à prestação de serviço em obras na via)
Para utilização dos veículos é necessária a expedição do CSV, expedido por ITL, e vistoria da autoridade competente
para conceder a autorização de trânsito.
Documento de Autorização
• Identificação do órgão de trânsito e da autoridade
• Marca, modelo, espécie, ano de fabricação, placa e UF do veículo
• Identificação do proprietário do veículo
• O número de passageiros (lotação a ser transportado) máx. 1 pessoa por 35dm² de espaço útil
• O local de origem e de destino do transporte
• O itinerário a ser percorrido
• O prazo de validade da autorização
Vedações
Transportar passageiros com idade inferior a 10 anos
Transportar passageiros em pé
Transportar cargas no mesmo ambiente dos passageiros
Transportar passageiros nas partes externas
Utilizar veículos de carga tipo basculante e boiadeiro
Utilizar combinação de veículos
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Habilitação do Condutor
CATEGORIA B
Veículo com PBT 3.500kg
CATEGORIA D + Curso especializado
Se a lotação máxima exceder 8 lugares,
excluído o condutor.
Descumprimento da Resolução
PENALIDADE MEDIDA ADM.
Transporte sem autorização ou com ela vencida
MULTA
Remoção do veículo
Inobservância do itinerário
Veículo não está devidamente adaptado
Utilização de veículo boiadeiro ou basculante
Transporte de passageiros em pé
Exceder número de passageiros autorizado
Retenção do veículo
Transportar menores de 10 anos
Condutor sem curso especializado (categoria D)
Transportar passageiros, animais ou cargas na parte externa do veículo
Condutor com habilitação inadequada
MULTA
(2x valor da gravíssima)
R ESO L U ÇÃ O 525 – M O TO R I STA S P R O FI SSI O NA I S
Para quais motoristas a Resolução se aplica?
1) De transporte e de condução de escolares
2) De transporte de passageiros com mais de 10 lugares
3) De carga com PBT > 4.536kg
Tempo de Direção x Descanso
Regras Específicas Regras Comuns
M
O
T
O
R
IS
T
A
S
P
R
O
F
IS
S
IO
N
A
IS
Transporte rodoviário
coletivo de PASSAGEIROS
Descanso
• 30 min a cada 4h
• Facultado fracionamento do
descanso e do tempo de direção.
VEDADO dirigir por mais de
5,5h ininterruptas
Descanso
Dentro de um período de 24h o condutor é
OBRIGADO a observar no mínimo 11h de
descanso, que podem ser fracionadas.
Tempo de direção PODERÁ ser elevado pelo
período necessário para que o condutor, o
veículo e a carga cheguem a um lugar que
ofereça segurança e atendimento
demandados, desde que não haja
comprometimento da segurança rodoviária.
Transporte rodoviário de
CARGAS
Descanso
• 30 min dentro de cada 6h
• Facultado fracionamento do
descanso e do tempo de direção, desde
que não ultrapasse 5,5h contínuas.
No caso de 2 motoristas no mesmo veículo, o tempo de repouso poderá ser feito com o veículo em movimento, assegurado o
repouso mínimo de 6h consecutivas:
• Fora do veículo em alojamento externo; OU
• Se na cabine leito, com o veículo estacionado, a cada 72h
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Meios de fiscalização dos tempos
A fiscalização do tempo de direção e do intervalo de descanso é feita por meio:
a) Disco ou fita diagrama de registrador instantâneo e inalterável (TACÓGRAFO) – meio preferencial
b) Diário de bordo, papeleta ou ficha de trabalho externo (FORNECIDA PELO EMPREGADOR)
c) Fichade trabalho (TRABALHADOR AUTÔNOMO)
As formas “a” e “b” somente será feita quando da impossibilidade da comprovação por tacógrafo.
R ESO L U ÇÃ O 36 – SI NA LI ZA ÇÃ O D E EM ER G ÊN CI A
O condutor DEVERÁ ACIONAR de IMEDIATO as luzes de advertência
(pisca-alerta) providenciando a colocação do triângulo de sinalização ou
equipamento similar à distância mínima de 30 metros da parte traseira do
veículo.
O equipamento de sinalização de emergência deverá ser instalado
perpendicularmente ao eixo da via, e em condição de boa
visibilidade
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R ESO L U ÇÃ O 809 – CR V , CL A E CTP EM M EI O D IG I TAL
• Certificado de Registro de Veículo (CRV)
• Certificado de Licenciamento Anual (CLA)
• Comprovante de Transferência de Propriedade (CTP)
Cert i fi c a d o d e R eg i st ro e Li c enc i a m en t o d e V eíc ul o em M ei o D i g i t a l ( CR LV - e)
Leiaute do CRLV-e
O CRLV-e conterá, vinculados em um único documento, o CRV e o CLA. A partir de
04/01/2021 fica proibido ao órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado/DF
expedir o CRV em meio físico.
Forma
Para fins de fiscalização, o CRLV-e pode ser apresentado na versão digital
por meio dos aplicativos oficiais do Gov.Federal OU na versão impressa em
papel A4 branco comum. A expedição do CRLV-e DISPENSA a obrigatoriedade
da versão impressa
Emissão
Somente será emitido após quitação de débitos relativos a tributos, encargos
e multas, vinculados ao veículo, bem como o pagamento do DPVAT. Também
impede a emissão a existência de restrições administrativas ou judiciais.
Validação
Será feita por meio de QRCode, gerado a partir de algoritmo específico, de
propriedade do órgão máximo executivo de trânsito da União, composto pelos
dados individuais do veículo obtidos por meio do RENAVAM.
E
x
p
e
d
iç
ã
o
o
b
ri
g
a
tó
ri
a
d
o
C
R
L
V
-e
No registro do veículo
No licenciamento anual do veículo
Na transferência de propriedade
Na mudança de Município de domicílio ou residência do
proprietário
Na alteração de qualquer característica do veículo
Na mudança de categoria
Segunda via de documentos
Remarcação de chassi
Nos casos previstos em regulamentos complementares
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A ut o ri za ç ã o p a ra Tra n sferên c i a d e P rop ri ed a d e d o V eíc ul o em M ei o D ig i t a l ( A TP V - e)
O que é a ATPV-e? documento gerado pelo órgão máximo executivo de trânsito da União em que o antigo e o novo
proprietário, respectivamente, vendedor e comprador, declaram estar de acordo com a transferência da propriedade do
veículo.
Leiaute do da ATPV-e
Emissão: Por meio dos canais de atendimento dos órgãos ou entidades executivos
de trânsito dos Estados e do DF.
Disponibilidade: aos veículos registrados após 04/01/2021, SALVO segunda via
de documentos OU por requerimento do proprietário
Quais dados a ATPV-e contém?
1. Identificação do proprietário do veículo
2. Identificação do veículo
3. Identificação do comprador
4. QRCode gerado pelo órgão máximo executivo de trânsito da União
Assinatura
1Versão digital: poderá ser feita via assinatura eletrônica quando AMBOS,
proprietário vendedor e comprador a possuírem.
Os órgãos ou entidades executivas de trânsito dos Estados ou do DF
poderão estabelecer outros meios para autenticar a identificação.
2Versão impressa: deverá ser assinada e conter o reconhecimento de firmado
vendedor e do comprador por autenticidade.
1A assinatura eletrônica da ATPV-e pelo antigo proprietário caracteriza a comunicação de venda eletrônica do veículo.
2 O antigo proprietário deverá encaminhar ao órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado /DF onde o veículo for
registrado a cópia autenticada da ATPV-e ou da ATPV, respectivamente, devidamente preenchida.
CO M U NI CA ÇÃ O D E V EN DA D E V EÍ CU L O
O encaminhamento do comprovante de transferência de propriedade aos órgãos ou entidades executivos de trânsito dos Estados
e do DF corresponde à comunicação de venda do veículo.
No caso da ATPV-e,
a comunicação de
venda será
realizada ...
Por sistema eletrônico implantao pelo órgão máximo executivo de trânsito da União,
utilizando:
1) Assinatura digital avançada; ou
2) Certificado digital, conforme padrão ICP-Brasil
Entidade PÚBLICA ou PRIVADA com atribuição legal, EXPRESSAMENTE autorizada pelo
órgão máximo executivo de trânsito da União para tal finalidade.
Obs: p/ realizar a comunicação de venda, as entidades públicas ou privadas poderão
contratar entidades privadas cuja atividade principal ou acessória, prevista em lei,
estatuto ou contrato social, a prestação de serviços inerentes à comunicação de venda de
veículos
Pelo órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado / DF, conforme procedimentos
definidos por cada órgão ou entidade
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R ESO L U ÇÃ O 798 – F I SCA LI ZA ÇÃ O D E V ELO CI D AD E
M ED I D O R D E V ELO CI D AD E ( RA D A R)
É INDISPENSÁVEL o uso dos medidores de velocidade para a caraterização da infração. Eles, obrigatoriamente, devem indicar
a VELOCIDADE + REGISTRO DE IMAGEM, assim:
TI P O S D E M ED I D OR ES D E V EL O CI DA D E
FIXO: instalado em local
definido e em caráter duradouro.
Controlador: fiscalizar o limite máximo de velocidade da via ou de seu
ponto específico, sinalizado por meio de placa R-19;
Redutor: obrigatoriamente dotado de display (um em cada faixa), destinado
a fiscalizar a redução pontual de velocidade, por meio de sinalização R-19,
em trechos críticos e de vulnerabilidade dos usuários da via.
PORTÁTIL: medidor de velocidade com registro de imagem, usado ostensivamente como controlador em via ou em seu ponto
específico, que apresente limite de velocidade igual ou superior a 60 km/h. Pode ser instalado:
1. Em viatura caracterizada ESTACIONADA
2. Em tripé
3. Suporte fixo ou manual
R EQ U I SI TO S M ETR OL Ó GI CO S E TÉCN I CO S
Ser APROVADO pelo Inmetro e
verificado por ele, ou entidade delegada,
com periodicidade mínima de 12 meses. +
✓ Registrar a velocidade medida do veículo em km/h;
✓ Registrar a contagem volumétrica de tráfego;
✓ Registrar a latitude e longitude do local de operação; e
✓ Possuir tecnologia de Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR)
I N STA LA ÇÃ O , OP ER A ÇÃ O E M ON I TO RA M EN TO D E M EDI D O RES D E V EL O CI D AD E
Requisitos para instalação dos medidores:
1. Controladores de Velocidade: LEVANTAMENTO técnico BIENAL, para verificação ou readequação da sinalização;
2. Redutores de Velocidade: ESTUDO técnico ANUAL, em trechos críticos1, a fim de se comprovar a necessidade de seu uso.
1 Trecho crítico: o segmento de via inscrito em área circular que concentre número de acidentes com
mortes e lesões no trânsito considerado significativo, cujo raio é de:
• 2.500 m nas vias rurais
• 500 m nas vias urbanas ou rurais com características urbanas
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MEDIDORES FIXOS
Uso: é dispensada a presença da autoridade de trânsito e de seus agentes no local de operação de
medidores de velocidade do tipo fixo.
Instalação: NÃO PODEM ser afixados em árvores, marquises, postes de energia, passarelas ou outra obra
de engenharia, de modo velado ou não ostensivo.
MEDIDORES PORTÁTEIS
Uso: fica RESTRITO às seguintes situações:
Vias urbanas e rurais com
características urbanas
VMAX Permitida > 60km/h
Vias rurais
VMAX Permitida (rodovia) > 80km/h
VMAX Permitida (estrada) > 60km/h
Localização: deve ser divulgado na internet relação de trechos ou locais em que está apto a ser
fiscalizado o excesso de velocidade.
Manuseio: somente devem ser utilizados por autoridade de trânsito ou seu agente, no exercício regular
de suas funções, devidamente uniformizados, em ações de fiscalização, NÃO PODENDO haver
obstrução da visibilidade, do equipamento e de seu operador, por placas, árvores, postes, passarelas,
pontes, viadutos, marquises, ou qualquer outra forma que impeça a sua ostensividade.
L O CA I S D E F I SCA LI ZA ÇÃ O E SIN AL I ZA ÇÃ O
Placa R-19
Os locais de fiscalização com medidores FIXOS devem ser precedidos, obrigatoriamente, de placa R-
19. Para fins de fiscalização, é VEDADA a utilização de placa R-19 que não seja fixa.
• Em vias com 2 ou mais faixas deve haver uma placa de cada lado ou suspensa sobre a via
• Deve ser instalada a placa R-19 junto a cada medidor tipo fixo
• Onde houver redução de velocidade, deve ser observada a existência de placas R -19,
informando a redução gradual do limite de velocidade.
Distâncias máximas entre a placa R-19 e o medidor:
Via urbana e rural com
característica urbana
Via rural
Veloc > 80 km/h 400 a 500 m 1000 a 2000 m
Veloc 3.500 kg
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CA R A CTER I ZA ÇÃ O D A I NF R A ÇÃ O
𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝐶𝑜𝑛𝑠𝑖𝑑𝑒𝑟𝑎𝑑𝑎 = 𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑀𝑒𝑑𝑖𝑑𝑎 − 𝐸𝑟𝑟𝑜 𝑀á𝑥𝑖𝑚𝑜
Para sua consistência e regularidade, o auto de infração de trânsito (AIT) e a notificação de autuação (NA), além do disposto no
CTB e na legislação complementar, DEVEM conter a imagem com a placa do veículo.
Importante! O órgão ou entidade com circunscrição sobre a via deve dar PUBLICIDADE, por meio do seu site na internet,
ANTES do início de sua operação, da relação de todos os medidores de velocidade existentes em sua circunscrição, contendo:
1. Tipo
2. Número de série
3. Identificação do equipamento estabelecida pelo órgão, e, no caso do
4. Tipo fixo: o LOCAL de instalação.
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R ESO L U ÇÃ O 789 – F O R MA ÇÃ O D E CON DU TO R ES ( AN EX O I )
Tabela de Abrangência dos Documentos de Habilitação
DOC CAT ESPECIFICAÇÃO
A
C
C
–
• Ciclomotores
• Bicicletas dotadas originalmente de motor elétrico auxiliar, bem como aquelas que tiverem o dispositivo
motriz agregado posteriormente à sua estrutura, em que se verifique, ao menos, uma das seguintes
situações:
a) Potência nominal > 350 W
b) Velocidade máxima > 25 km/h
c) Funcionamento do motor sem a necessidade de o condutor pedalar
d) Dispor de acelerador ou dispositivo de variação manual de potência
P
P
D
/C
N
H
A
• Todos os veículos abrangidos pela ACC
• Veículos, de 2 ou 3 rodas, com ou sem carro lateral ou semirreboque especialmente projetado para uso
exclusivo deste veículo
Obs: NÃO se aplica a quadriciclos, cuja categoria é a B
P
P
D
/C
N
H
B
• Tratores de roda e equipamentos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas
• Quadriciclos de cabine aberta ou fechada
• Veículos não abrangidos pela A | PBT 3.500 kg
• Motor-casa | Peso > 6.000 kg | Lotação 8 lugares, EXCLUÍDO motorista
• Motor-casa | Lotação > 8 lugares, EXCLUÍDO motorista
C
N
H
E
• Todos os veículos abrangidos pela B, C e D
• Combinações com mais de uma unidade tracionada, independentemente da CMT ou PBTC
• Combinações em que a UT se enquadre na B, C ou D e cuja UA tenha PBT > 6.000 kg ou Lotação > 8 lugares
Legenda
ACC – Autorização para Conduzir Ciclomotores
PPD – Permissão para Dirigir
CNH – Carteira Nacional de Habilitação
CMT – Capacidade Máxima de Tração
PBT(C) – Peso Bruto Total (Combinado)
UT – Unidade Tratora
UA – Unidade Acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada
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Resoluções do Contran
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R ESO L U ÇÃ O 810 – V EÍ CU LO S A CI D EN TA D O S ( CL A SSI FI CA ÇÃO E P R O CED IM EN TO S)
O que você precisa saber antes de continuar
Qual objetivo da Resolução 810?
Ela trata da classificação de danos e os procedimentos para regularização, a transferência e a baixa dos
veículos envolvidos em acidentes.
Veículo Sinistrado
Todo aquele envolvido em ocorrência de acidente de trânsito, dano ou qualquer outro evento que
OCASIONE AVARIA em uma ou mais partes do veículo.
Boletim de Ocorrência de Acidente de Trânsito (BAT)
É o documento que contém os dados sobre o acidente de trânsito, relacionados à via, ao veículo, à vítima /
pessoa /condutor e ao acidente propriamente dito.
O BAT é gerado pelo agente / autoridade de trânsito. Contudo, hoje existe a figura do registro eletrônico
de acidente, que possibilita o registro de acidente SEM VÍTIMA por meio de declaração do próprio
cidadão, mediante validação pelo agente / autoridade de trânsito, substituindo a lavratura do BAT.
EXEMPLO – em MG, o registro pode ser feito em: https://www.mg.gov.br/servico/registrar-acidente-de-
transito-sem-vitima
Procedimentos
O cumprimento da avaliação e registro de dano NÃO dispensa a lavratura do BAT. Ambos procedimentos devem
ser realizados concomitantemente.Avaliação do Dano
Para cada tipo de veículo há um Anexo diferente na Resolução 810. No caso de combinações de veículos, a análise de danos deve
ser realizada individualmente para cada veículo registrado.
O custo x benefício de tentar decorar as inúmeras tabelas dos anexos é baixíssimo. Contudo, vale dar uma olhada por
curiosidade. As informações mais importantes estarão aqui, no resumo.
Classificação do Dano
Ocorrência do
Acidente
Agente ou autoridade
de trânsito
Avaliação do dano
Conforme Anexos da resolução 810
Lavratura do BAT
Categoria do dano
Dano de Pequena Monta (DPM)
ou sem danos
Dano de Média Monta (DMM) Dano de Grande Monta (DMG)
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https://www.mg.gov.br/servico/registrar-acidente-de-transito-sem-vitima
https://www.mg.gov.br/servico/registrar-acidente-de-transito-sem-vitima
Resoluções do Contran
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Disposições Gerais
Devem ser anexadas ao BAT imagens das LATERAIS direita e esquerda, da FRENTE e da TRAZEIRA do veículo
acidentado, salvo se justificada a impossibilidade de juntada de imagens.
A avaliação deve ser feita levando em consideração:
1. Os danos provocados diretamente pela dinâmica do acidente;
2. Os danos advindos do atendimento ao acidente (resgate, remoção, desobstrução da via, etc.)
3. Outros danos preexistentes, sem relação com o acidente (devem constar também no campo observações)
Assim como as imagens, a avaliação deve ser realizada preferencialmente quando os veículos estiverem
em condições adequadas, especialmente, após o destombamento, socorro e desencarceramento de
vítimas, entre outros.
NA
Quando, em virtude de circunstâncias excepcionais, a autoridade de trânsito ou seu agente não conseguirem
verificar se um componente do veículo foi danificado, esse componente deve ser assinalado na coluna não
avaliado ("NA") do respectivo "Relatório de Avarias", justificando-se no campo "observações “do relatório as
razões pela qual ele não pôde ser avaliado.
Para efeito de segurança no trânsito, um componente assinalado como “NA” deve ser considerado
como danificado e computado na avaliação geral do veículo.
Em caso de DMM ou DGM, o órgão ou entidade fiscalizadora responsável pelo BAT deve, em até 60 dias da
data do acidente, expedir OFÍCIO acompanhado dos registros que possibilitaram a classificação do dano ao
órgão executivo de trânsito do Estado / DF responsável pelo registro do veículo.
• Envio: por meio eletrônico, excepcionalmente por meio postal
• O ofício deve conter, de forma visível, o nome e a matrícula da autoridade de trânsito, do agente de
fiscalização que o emitiu ou de seu superior hierárquico, sendo dispensável assinatura se os sistemas
permitirem autenticidade dos registros.
Restrição Administrativa
O órgão executivo de trânsito do Estado /DF em que o veículo estiver registrado, deve incluir a RESTRIÇÃO ADMINISTRATIVA
no cadastro em até 10 dias úteis após o recebimento do ofício citado acima.
IMEDIATAMENTE após o lançamento da restrição administrativa o proprietário deve ser notificado, informando-o sobre as
providências para a regularização ou baixa do veículo.
Enquanto perdurar a restrição administrativa, é PROIBIDA a circulação do veículo nas vias públicas, sob
pena de infringir o disposto no inciso VIII do art. 230 do CTB.
Dano de Média Monta – DMM
O DESBLOQUEIO – retirada da restrição adm. – do veículo que tenha sofrido DMM, com a emissão de novos CRV e CLA, só
pode ser realizado pelo órgão ou entidade executivos de trânsito no qual o veículo esteja REGISTRADO.
Exigências para desbloqueio de veículo com DMM:
1. CRV e CLA originais, RG, CPF ou CNPJ e comprovante de residência do proprietário – ACEITOS em meio digital;
2. Comprovação do serviço executado e das peças utilizadas, por NF de serviço acompanhada da NF das peças utilizadas;
3. Certificado de Segurança Veicular (CSV) expedido por Instituição Técnica Licenciada (ITL), acreditada pelo Inmetro; e
4. Comprovação da autenticidade da identificação do veículo mediante vistoria;
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Resoluções do Contran
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O órgão executivo no qual está registrado o veículo com DMM, de posse dos documentos acima, deve fazer constar no
campo "observações" do CRV/CLA o número do CSV e a palavra "Sinistrado" ou a sigla "DMM", que deverá permanecer no
documento e no cadastro do veículo na BIN mesmo após eventuais transferências de propriedade, município ou UF, até
a baixa definitiva.
Outras disposições
• O desbloqueio ficará ainda vinculado à emissão de um novo CRV;
• Caso não ocorra recuperação, o proprietário deve providenciar a baixa do veículo;
• No caso de acidente em UF distinta da que o veículo está registrado, é FACULTADA ao proprietário a obtenção dos
documentos 3 e 4 no próprio local onde o veículo se encontra;
Dano de Grande Monta – DGM
O veículo enquadrado na categoria "DGM" deve ser classificado como “IRRECUPERÁVEL" pelo
órgão executivo de trânsito dos Estados /DF que detiver seu registro, devendo ser executada a baixa
do seu cadastro.
Reenquadramento do Dano
Nos casos de DMM e DGM, o proprietário poderá apresentar recurso para reenquadramento do dano na categoria
imediatamente inferior, sendo necessário, para tanto, o atendimento às seguintes exigências:
• Nova avaliação técnica por engenheiro e respectivo laudo acompanhado de ART e assinatura do proprietário
• Veículo deve estar nas mesmas condições em que se encontrava APÓS o acidente
• Laudo acompanhado de imagens mostrando as seguintes vistas:
Prazos: após a lavratura do BAT, o proprietário tem 90 dias para apresentar os documentos cima. Recebidas as informações, o
órgão executivo de trânsito tem 15 dias úteis para avaliação, podendo requisitar apresentação do veículo.
Havendo requisição do veículo, interrompe-se o prazo de avaliação, devendo o proprietário apresentá-lo em até 10 dias
úteis, sob pena de indeferimento do recurso.
Deferimento Tácito: transcorridos 60 dias para análise do recurso, o silêncio da autoridade competente importará aprovação
tácita para todos os efeitos, do recurso.
Disposições Finais
Veículos objetos de roubo ou furto: caso tenham sofrido avarias em itens pontuáveis dos relatórios também estão sujeitos às
disposições da Resolução, devendo ser elaborados BO e o BAT, encaminhando-os ao órgão executivo de trânsito de registro.
Veículos transportados: caso envolvidos em acidentes de trânsito durante o transporte, aplica-se o disposto na Resolução.
Deverá ser realizado relatório de avarias individualmente e independente do relatório de avarias do veículo transportador.
Transferência de propriedade: o veículo classificado com DMM ou DGM poderá ter sua propriedade transferida somente para
as companhias seguradoras, nos casos de acidentes em que, por força da indenização, se opere a sub-rogação nos direitos de
propriedade.
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Resoluções do Contran
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R ESO L U ÇÃ O 30 – CA MP AN HA S P ERM AN EN TES D E SEG U RA N ÇA N O TRÂ N SI TO
Sem prejuízo de outros, os principais fatores de risco a serem trabalhados serão:
Acidentes com pedestres
Ingestão de álcool
Excesso de velocidade
Segurança Veicular
Equipamentos obrigatórios e seu uso
Os temas serão estabelecidos e aprovados anualmente pelo Contran.Para avaliar a eficiência, o Denatran irá oferecer
as condições técnicas para que cada tema trabalhado seja monitorado antes e depois da implementação da campanha
R ESO L U ÇÃ O 108 – R ESP O N SA BIL ID A D E P EL O P AG A M EN TO DE M U L TA S
Fica estabelecido que o PROPRIETÁRIO do veículo será SEMPRE RESPONSÁVEL pelo pagamento da
penalidade de multa
A regra acima independe da infração cometida, até mesmo quando o condutor for indicado como condutor-infrator,
não devendo ser registrado ou licenciado o veículo sem que o seu proprietário efetue o pagamento do débito de multas,
excetuando-se as infrações resultantes de excesso de peso.
R ESO L U ÇÃ O 110 – CA L END Á R IO D E R ENO V A ÇÃO D O L I CEN CIA M EN TO
Os estados/DF têm liberdade para definirem as datas para a renovação dos licenciamentos anuais dos veículos registrados em
seu território. Contudo, essa data deve respeitar os limites máximos da Resolução 110/2000, assim:
Placa Final Prazo Máximo
1 e 2 Setembro
3, 4 e 5 Outubro
6, 7 e 8 Novembro
9 e 0 Dezembro
Muita Atenção! As autoridades, órgãos, instituições e agentes de fiscalização de trânsito e rodoviário em TODO o território
nacional, para efeito de autuação e aplicação de penalidades, quando o veículo se encontrar fora da UF em que estiver
registrado, deverão adotar os prazos estabelecidos na tabela acima.
Exemplo: seu carro, com placa final 2, está registrado em MG. Supondo que na tabela desse estado o prazo limite é julho. Em
agosto, viajando para o RN, você é parado pela PRF e seu licenciamento estava vencido (você esqueceu de renovar). O que vai
ocorrer? NADA, pois você está fora da jurisdição de MG, e o agente deve utilizar a tabela-padrão acima (prazo é setembro)!
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R ESO L U ÇÃ O 300 – R EG UL A M EN TA O A R T. 60 D O CTB
D o c o nd ut o r c on d en ad o po r d el i to d e t râ n sit o
O condutor condenado por delito de trânsito deverá ser submetido, somente após trânsito em julgado da sentença condenatória,
e aprovado nos seguintes exames:
A autoridade de trânsito, após ser cientificada da decisão judicial, deverá notificar o condutor para entregar seu
documento de habilitação (Autorização/Permissão/Carteira Nacional de Habilitação) fixando prazo não inferior a 48h,
contadas a partir do recebimento.
D o c o nd ut o r en vo l vid o em ac i d en t e g ra ve
No caso de acidente grave, é feita a reavaliação das condições do condutor para continuar a conduzir veículos, instaurando
processo administrativo para tal. A instauração em si NÃO constitui impedimento ao exercício dos seus direitos. O condutor é
notificado do processo para que apresente defesa ESCRITA, para que seja feita análise do processo administrativo.
Acolhida as razões de defesa, o processo será arquivado, dando-se ciência ao interessado.
Em caso de não acolhimento da defesa, ou do seu não exercício no prazo legal, a autoridade de trânsito determinará
ao condutor a submissão aos exames no esquema acima + noções de primeiros socorros.
D i sp o siç õ es Fi n a i s
No curso do processo administrativo NÃO incidirá nenhuma restrição no prontuário do condutor, inclusive
para fins de mudança de categoria do documento de habilitação, renovação e transferência para outra unidade da
Federação, até a ciência da notificação.
O processo administrativo deverá ser concluído no órgão executivo estadual de trânsito que o instaurou, mesmo que
haja transferência do prontuário para outra unidade da Federação.
EXAMES
Aptidão física e mental
Avaliação psicológica
Escrito, sobre legislação de trânsito
De direção veicular, realizado na via pública, em veículo da categoria para a qual estiver habilitado.
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R ESO L U ÇÃ O 351 – V EI CU LA ÇÃ O D E M EN SAG EN S ED U CA TI V AS D E TR Â N SI TO
A mensagem educativa de trânsito, em todo o território nacional, que for veiculada em peça publicitária de produto oriundo
da indústria automobilístico ou afim (veículos, peças, etc.), observará padrão mínimo de apresentação. Exemplo:
RÁDIO Apresentação da mensagem pelo locutor após a assinatura da marca anunciante
TV Texto corpo 20, com tempo mínimo de permanência de 3s durante comerciais com duração >15 segundos
JORNAL Apresentação da mensagem em fonte Arial
REVISTA Apresentação da mensagem em fonte Arial
OUTDOOR Apresentação da mensagem no rodapé do outdoor, em fonte Arial
Responsáveis: Fabricante, o Montador, o Encarroçador, o Importador e o Revendedor
Serão entre 3-6 mensagens por ano, de no máximo 6 palavras. Elas devem ser inseridas nas novas campanhas em até 60
dias da publicação pelo Denatran.
Fiscalização e Sanções: órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito
NÃO SERÁ OBRIGATÓRIA a divulgação de mensagem educativa:
• Vinhetas e chamadas de patrocínio veiculadas em rádio e TV
• Anúncios com dimensões menores do que 20 cm², medidos em centímetros por coluna, publicados em jornais e revistas.
R ESO L U ÇÃ O 558 – L I BRA S P A RA O CAN DI D A TO E CON DU TO R CO M D EF I CI ÊN CI A
Os órgãos ou entidades executivas de trânsito dos Estados e do DF deverão disponibilizar às pessoas com
deficiência auditiva, o intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, nas seguintes fases do processo de
habilitação:
01 Avaliação psicológica
O intérprete deve se limitar a informar o candidato a
respeito do conteúdo dos procedimentos administrativos
atinentes aos exames e cursos do processo de habilitação,
VEDADA interferência na tomada de decisões capaz de
alterar o resultado da aferição da capacidade do candidato.
A atuação do intérprete PODERÁ ser substituída
por qualquer outro meio tecnológico hábil para
interpretação da LIBRAS.
02 Exame de aptidão física e mental
03 Curso teórico técnico
04 Curso de simulação de prática de direção veicular
05 Exame teórico técnico
06 Curso de prática de direção veicular
07 Exame de direção veicular
08 Curso de atualização
09 Curso de reciclagem de condutores infratores
10 Cursos de especialização
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R ESO L U ÇÃ O 634 – R EG UL A R I ZA ÇÃ O D O NÚ M ER O D E I D EN TIF I CA ÇÃ O V EI CU LA R
A resolução estabelece critérios para a regularização dos veículos de fabricação nacional ou importados com número de identificação
que não atende à legislação brasileira para fins de registro e licenciamento no RENAVAM.
A quais veículos se aplica?
• Originários dos órgãos executivos de trânsito dos Estados e do DF
• Doados ou incorporados a órgãos públicos
• Objeto de decisões judiciais
• De coleção
• Leiloados
• Importados cujo número de identificação veicular (VIN) não atende a norma ABNT NBR 6066
• Representações diplomáticas, de repartições consulares de carreira ou organismos internacionais – deverão receber
nova composição do VIN quando da alteração de propriedade
Esses veículos receberão nova composição de VIN, aplicável apenas àqueles em que não for possível a regularização do
nº de identificação conforma a norma ABNT NBR 6066.
R ESO L U ÇÃ O 870 – P NA TR AN SAs ações do PNATRANS abordam as conexões da segurança no trânsito com a saúde, desenvolvimento, educação,
equidade, igualdade de gênero, cidades sustentáveis, meio ambiente e mudança climática, assim como proporcionam o
estabelecimento de interfaces com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Si st em a Seg uro e d e V i sã o Zero
Sistema Seguro e Visão Zero: a premissa básica de que o erro humano é inevitável, mas as mortes e ferimentos graves no
trânsito não são, com base na compreensão mais profunda das causas das fatalidades e das lesões e com o objetivo de zerar o
número de mortos e feridos graves no trânsito.
São princípios de um sistema seguro de mobilidade:
o Nenhuma morte no trânsito é aceitável
o Os seres humanos cometem erros
o Os seres humanos são vulneráveis a lesões no trânsito
o A gestão da segurança no trânsito é integrada e proativa
o A responsabilidade por evitar feridos e mortos no trânsito é compartilhada por quem projeta, constrói, gerencia,
fiscaliza e usa as vias e os veículos e pelos agentes responsáveis pelo atendimento às vítimas
M et a s d o P n a t ra n s
No período de 10 anos é de reduzir:
No mínimo à metade o índice nacional de mortos no trânsito por 10.000 veículos1
e o de mortos no trânsito por 100.000 habitantes.
Será ADMITIDA a tolerância de 0,5% da meta apurada para cada ano.
1Frota Ativa (para fins de apurar o índice de 10.000 veículos): nº de veículos registrados que tenham sido licenciados ou que tiveram
alguma infração de trânsito nos últimos 10 anos.
Pilares do PNATRANS
Pilar 1
Gestão da Segurança
no Trânsito
Pilar 2
Vias Seguras
Pilar 3
Segurança Veicular
Pilar 4
Educação para o
Trânsito
Pilar 5
Atendimento às
Vítimas
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O Contran deve fixar METAS ANUAIS para cada estado / DF, mediante propostas do Cetran, Contrandife e PRF, encaminhadas
até 1º/ago de cada ano
O bserva ç õ es I m p o rt an t es
✓ As METAS podem ser revisadas pelo Contran a cada ano
✓ O PNATRANS será revisado periodicamente a cada 2 anos, podendo ser estabelecidas revisões extraordinárias
✓ A partir de 2028, a avaliação do cumprimento das metas passa a ser realizada conforme proposto pela ONU
R ESO L U ÇÃ O 886 – ESP ECI F I CA ÇÕ ES, P R OD U ÇÃ O E EX P ED I ÇÃO D A CN H
A CNH será expedida em meio físico e/ou digital, à ESCOLHA DO CONDUTOR, em modelo único:
CNH conterá 2 números de identificação NACIONAL e 1 número ESTADUAL, sendo:
Número do Registro Nacional
- 9 caracteres + 2 dígitos verificadores
- nº único, vinculado ao condutor, não
podendo ser reutilizado para outro
Número do Espelho da CNH
- 9 caracteres + 1 dígito verificador
- nº que identifica cada CNH expedida
Número do Formulário RENACH
- 11 caracteres
- nº de identificação estadual
Observações:
• Os dados variáveis serão identificados por numeração específica
• Restrições médicas e a informação sobre atividade remunerada deverão ser informados em campo específico
• QR Code armazena todas as informações dos dados variáveis, inclusive fotografia, EXCETO assinatura do condutor
• PPD e ACC terão mesmo modelo da CNH
D a Exp ed iç ã o D a Ca rt ei ra N ac i o n a l D e Ha bi l it a ç ão
A expedição da CNH se dará quando:
1. Da OBTENÇÃO da PPD, somente para as categorias "A", "B" ou "A" e "B", com validade de 1 ano
2. Da SUBSTITUIÇÃO da PPD pela CNH definitiva, ao término do prazo de validade de 1 ano da PPD
3. Da ADIÇÃO de categoria
4. Da solicitação de emissão de SEGUNDA versão física da CNH
5. Houver a REABILITAÇÃO do condutor
6. Da ALTERAÇÃO DE ALGUM DOS DADOS impressos na CNH
7. Da SUBSTITUIÇÃO do documento de habilitação estrangeira
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CNH EM MEIO ELETRÔNICO
A CNH, em meio eletrônico (CNHe) será expedida, armazenada e disponibilizada ao condutor pelo órgão máximo executivo de
trânsito da UNIÃO.
Quando o condutor optar pelo documento em meio físico, ele será produzido, personalizado e impresso por EMPRESAS
CREDENCIADAS e EXPEDIDA pelos ÓRGÃOS ou ENTIDADES EXECUTIVOS de trânsito dos Estados / DF.
R ESO L U ÇÃ O 897 – I MP L EM EN TA ÇÃ O D O PR O G RA M A R O D O VID A
Programa Rodovida: conjunto de ações organizadas, coordenadas e integradas, voltadas para a
segurança viária, com INÍCIO em dezembro e TÉRMINO no domingo após o feriado de carnaval do
ano seguinte
As diretrizes para execução do Programa Rodovida são estabelecidas conforme os seguintes pilares do PNATRANS:
1. Pilar 2 - Vias Seguras:
2. Pilar 4 - Educação para o Trânsito:
3. Pilar 6 - Normatização e Fiscalização:
P ri n c íp i o s F un d am en t a i s
Nenhuma morte no trânsito é aceitável
Os seres humanos cometem erros e são vulneráveis a lesões no trânsito
A gestão da segurança no trânsito deve ser integrada e proativa
A responsabilidade por evitar mortes e lesões no trânsito é compartilhada por todos os envolvidos com planejamento,
coordenação, controle, fiscalização, projeto, construção, gerenciamento, fiscalização e utilização das vias e dos veículos
e, ainda, pelos agentes responsáveis pelo atendimento às vítimas, dentro das respectivas competências legais
A ç õ es do R o do vi d a
R esul t a d o s
• Relatórios MENSAIS
• Disponibilizados nos sítios eletrônicos
• O órgão máximo executivo de trânsito da União poderá solicitar, a qualquer tempo, os relatórios dos entes do SNT
As ações serão
realizados por
meio de...
Fiscalização de trânsito coordenada e integrada
Adoção de medidas de curto prazo e de baixa complexidade na melhoria da
infraestrutura viária
Campanhas educativas permanentes de conscientização para o trânsito
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R ESO L U ÇÃ O 926 – P AD R O NI ZA P R O CED IM EN TO S D E A U TUA ÇÕ ES E N O TI FI CA ÇÕ ES
D a s D i sp o si çõ es P rel i mi n a res
Auto de Infração de Trânsito (AIT)
Constatada a infração (por autoridade, agente ou equipamento) será lavrado o AIT, lavrado:
• Por anotação em documento próprio
• Por registro em talão eletrônico (não necessita de impressão, mas se o for, será dispensada assinatura da autoridade)
• Por registro em sistema eletrônico, quando a infração for comprovada por equipamento (referendado por autoridade)
Notificação de Autuação (NA)
Após a verificação da regularidade e da consistência do AIT, a autoridade de trânsito expedirá, no prazo máximo de 30 dias
contados da data da constatação da infração, a NA dirigida ao infrator
Poderá ser apresentada defesa da autuação pelo infrator devidamente identificado até a data constante na NA.
O AIT valerá como NA quando for assinado pelo infrator.
AIT deverá conter o prazo para apresentação de defesa da autuação, não inferior a 30 dias.
D a D efesa D a A ut ua ç ã o
Interposta a defesa da autuação, caberá à autoridade competente apreciá-la, inclusive quanto ao mérito.
ACOLHIDA a defesa da autuação, o AIT será cancelado, arquivado e a autoridade comunicará o fato ao infrator.
Não sendo interposta defesa no prazo previsto ou não acolhida, a autoridade aplicará a penalidade de MULTA.
D a P en al i d ad e D e M ult a
A NP de multa deverá ser enviada ao infrator, responsável pelo