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RESOLUÇÕES DO CONTRAN 
por Concur se iro Fora da C ai xa 
RESUMO 
Resoluções do Contran 
C o nc u rse i ro F o ra da Cai x a 
concurseiroforadacaixa.com.br | 02
Sumário 
Resolução 24 – Critérios de Identificação de Veículos .........................................................................................................................................3 
Resolução 26 – Transporte de Carga em Bagageiros.............................................................................................................................................4 
Resolução 110 – Calendário de Renovação do Licenciamento ..........................................................................................................................5 
Resolução 432 – Embriaguez ao Volante .................................................................................................................................................................6 
Resolução 573 – Quadriciclos Nacionais ou Importados ....................................................................................................................................8 
Resolução 289 – Atuação do Dnit e do DPRF ...........................................................................................................................................................9 
Resolução 242 – Geradores de imagens nos veículos automotores .................................................................................................................9 
Resolução 735 – CTV e CTPV .................................................................................................................................................................................... 10 
Resolução 227 – Sistema de iluminação dos veículos ....................................................................................................................................... 11 
Resoluçao 508 – Regulamenta o “pau-de-arara” ................................................................................................................................................ 12 
Resolução 525 – Motoristas profissionais ............................................................................................................................................................ 13 
Resolução 36 – Sinalização de emergência........................................................................................................................................................... 14 
Resolução 809 – CRV, CLA e CTP em meio Digital .............................................................................................................................................. 15 
Resolução 798 – Fiscalização de Velocidade ........................................................................................................................................................ 17 
Resolução 789 – Formação de Condutores (Anexo I) ........................................................................................................................................ 20 
Resolução 810 – Veículos Acidentados (classificação e procedimentos)..................................................................................................... 21 
Resolução 30 – Campanhas permanentes de segurança no trânsito ............................................................................................................ 24 
Resolução 108 – Responsabilidade pelo pagamento de multas ..................................................................................................................... 24 
Resolução 110 – Calendário de Renovação do Licenciamento ....................................................................................................................... 24 
Resolução 300 – Regulamenta o art. 60 do CTB .................................................................................................................................................. 25 
Resolução 351 – Veiculação de mensagens educativas de trânsito .............................................................................................................. 26 
Resolução 558 – Libras para o candidato e condutor com deficiência ......................................................................................................... 26 
Resolução 634 – Regularização do número de identificação veicular .......................................................................................................... 27 
Resolução 870 – Pnatrans ......................................................................................................................................................................................... 27 
Resolução 886 – Especificações, produção e expedição da CNH .................................................................................................................... 28 
Resolução 897 – Implementação do Programa RODOVIDA ............................................................................................................................ 29 
Resolução 926 – Padroniza Procedimentos de Autuações e Notificações ................................................................................................... 30 
Resolução 929 – Funcionamento das Escolas Públicas de Trânsito (EPT)................................................................................................... 31 
Resolução 932 – Organização e Funcionamento do Renainf .......................................................................................................................... 32 
Resolução 967 – Critérios e prazos para a baixa do registro de veículos ...................................................................................................... 33 
Resolução 909 – Fiscalização por Videomonitoramento ................................................................................................................................. 34 
Resolução 933 – Habilitação de Candidato ou Condutor Estrangeiro .......................................................................................................... 34 
Resolução 946 – Cargas de Sólidos a Granel......................................................................................................................................................... 35 
Resolução 938 – Cronotagógrafo ............................................................................................................................................................................ 35 
Resolução 955 – Transporte de Cargas ou de Bicicletas.................................................................................................................................... 37 
Resolução 945 – Amarração das cargas em veículos de carga ........................................................................................................................ 38 
Resolução 960 – vidros e Medidores de Transmitância Luminosa................................................................................................................ 39 
 
 
 
         Preparado exclusivamente para Victor Feitosa | CPF: 096.895.423-54
https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/
https://www.concurseiroforadacaixa.com.br
Resoluções do Contran 
C o nc u rse i ro F o ra da Cai x a 
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R ESO L U ÇÃ O 24 – CR I TÉR I O S D E I D EN TI FI CA ÇÃ O D E V EÍ CU LO S 
Veículos produzidos ou importados a partir de 1/1/1999 para obterem registro e licenciamento DEVERÃO estar identificados 
na forma da resolução. 
 
Tratores 
 
Protótipos utilizados exclusivamente 
para competições esportivas 
 
Viaturas militares operacionais das 
Forças Armadas 
 
 
Como deve ser feita a identificação veicular? 
 
1 O 10º dígito do VIN será obrigatoriamente o da identificação do modelo do veículo 
2 
Os veículos inacabados (sem cabina, com cabina incompleta, tais como osseu pagamento, e deverá conter: 
• Dados do AIT 
• Data de sua emissão 
• Comunicação do não acolhimento da defesa da autuação 
• Valor da multa e a informação quanto ao desconto previsto no caput do art. 284 do CTB 
• Data do término para apresentação de recurso, que será a mesma data para pagamento da multa 
• Campo para a autenticação eletrônica regulamentado pelo órgão máximo executivo de trânsito da União 
• Instruções para apresentação de recurso 
Aplica-se à NP de advertência por escrito, no que couber, o disposto neste artigo. 
D a N o ti fi c aç ã o P o r Ed it a l 
 
ESGOTADAS as tentativas para notificar o infrator por meio postal ou pessoal, as notificações serão realizadas 
por edital publicado em diário oficial. 
É FACULTADO ao órgão autuador disponibilizar as informações das publicações em seu sítio eletrônico. As publicações 
de que trata este artigo serão válidas para todos os efeitos, não isentando órgão de trânsito de disponibiliz ar as 
informações das notificações, quando solicitado. 
 
 
 
 
 
Auto de Infração (AIT) Notificação de Autuação (NA) Notificação de Penalidade (NP) 
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Resoluções do Contran 
C o nc u rse i ro F o ra da Cai x a 
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D o s R ec urso s Ad m i n i st ra t i vo s 
 
D a s D i sp o si çõ es G era i s 
Contagem dos prazos: dias consecutivos, excluindo-se o dia da notificação, e incluindo-se o dia do vencimento. 
Se vencimento cair em dia não útil, o prazo é prorrogado para o próximo dia útil. 
A EXPEDIÇÃO das notificações de que trata esta Resolução se caracterizará: 
1. Pela entrega da notificação pelo órgão autuador à empresa responsável por seu envio, quando remessa postal 
2. Pelo envio eletrônico da notificação pelo órgão autuador do veículo, quando utilizado sistema eletrônico 
 
 
No caso de falha nas notificações, a autoridade de trânsito poderá refazer o ato, respeitados os prazos legais, 
quando não será exigível a penalidade de multa aplicada 
 
R ESO L U ÇÃ O 929 – F UN CI ON A M EN TO DA S ESCO L A S P Ú BL I CAS D E TR Â N SI TO ( EP T) 
A EPT destina-se a promover a Política Nacional de Trânsito (PNT) bem como executar ações e cursos voltados para o exercício 
da cidadania, mobilidade e segurança no trânsito. 
Os órgãos executivos de trânsito dos Estados, DF e dos Municípios deverão criar, implantar e manter EPT, destinadas a 
educação de crianças e adolescentes, por meio de aulas teóricas e práticas sobre legislação, sinalização e 
comportamento no trânsito. 
 
 
 
 
 
Aplicada multa, caberá recurso em 1ª instância, julgado pela 
JARI. Julgado procedente, o recorrente será informado se a 
autoridade recorrer
Das decisões do JARI cabe 
recurso em 2ª instância
C
o
m
p
et
ên
c
ia
s 
d
a
 E
P
T
Constituir quadro técnico de educadores de trânsito e coordenação pedagógica
Definir público-alvo, temas, estabelecer currículos, conteúdos programáticos e sistemas de avaliação a serem 
desenvolvidos em consonância com os objetivos e diretrizes da PNT
Executar cursos conforme estabelecido em planos e programas de educação de trânsito do respectivo órgão ou 
entidade executivo de trânsito
Elaborar seu projeto político pedagógico conforme os parâmetros estabelecidos e os objetivos e diretrizes da PNT
Gerenciar dados e informações referentes aos cursos ministrados
Disponibilizar material didático de apoio para os cursos
Propor a realização de parcerias com outros órgãos, entidades, instituições e segmentos organizados da sociedade 
para a execução dos cursos
Incentivar e promover pesquisas e produção de conhecimento
Promover e divulgar as atividades da EPT
Desenvolver atividade permanente de estudos e pesquisas voltadas para a educação de trânsito, inclusive 
organizando e mantendo biblioteca especializada 
Executar avaliações periódicas das ações implementadas
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Resoluções do Contran 
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R ESO L U ÇÃ O 932 – O R G AN I ZA ÇÃ O E FU N CIO NA M EN TO D O R EN A IN F 
Registro Nacional de Infrações de Trânsito (RENAINF): sistema de gerenciamento e controle de INFRAÇÕES de trânsito, 
integrado ao RENAVAM e ao RENACH. 
Finalidade  criar a base nacional de infrações de trânsito e proporcionar condições operacionais para o registro dessas 
infrações, viabilizando o processamento dos autos de infrações e o intercâmbio de informações entre os diversos 
órgãos e entidades componentes do SNT. 
ÓRGÃO AUTUADOR 
Órgão competente para autuar, julgar a defesa da 
autuação e aplicar a respectiva penalidade de multa. X 
ÓRGÃO ARRECADADOR 
Órgão efetua a cobrança e recebimento da multa de trânsito, 
sendo responsável pelo repasse dos 5% à conta do FUNSET. 
D o R eg i st ro D a s I n fraç õ es 
Os órgãos e entidades integrantes do SNT DEVEM registrar no RENAINF todas as infrações de trânsito, de forma 
individualizada, para fins de notificação e obtenção do número de registro da infração de trânsito no RENAINF. 
• Se mais de uma infração, deve ser lavrada a quantidade de AI correspondente ao número de infrações 
• A ausência do registro da infração no RENAINF torna sem efeito a Notificação de Autuação (NA) e a Notificação de 
Penalidade (NP), enquanto perdurar tal omissão. 
D a A rrec a da ç ã o 
 
TODAS as infrações de trânsito deverão ser registradas no RENAINF para fins de arrecadação. 
As quantias provenientes de multas arrecadadas têm natureza EXTRAORÇAMENTÁRIA e 
caracterizam-se como receita do autuador. 
A informação acerca do pagamento da multa e da respectiva baixa no RENAINF deverá ser providenciada: 
• Pelo órgão autuador, quando o recolhimento for por documento próprio de arrecadação por ele expedido; 
• Pelo órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado /DF de registro do veículo, quando efetivada a 
cobrança e o pagamento da multa ocorrer pelo sistema de licenciamento de cada Estado /DF. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Resoluções do Contran 
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R ESO L U ÇÃ O 967 – CR I TÉR I O S E P RA ZO S PA R A A BA IX A D O REG I STR O D E V EÍ CUL O S 
O veículo que acusar restrição administrativa que o impeça de ser baixado ou leiloado, restrição judicial ou policial, NÃO 
TERÁ seu registro baixado, com exceção dos veículos leiloados como sucata. 
A existência de débitos fiscais, de multas de trânsito e/ou ambientais vinculadas ao veículo NÃO DEVE IMPEDIR a baixa 
como sucata. 
 
 
 
 
Uma vez efetuada a baixa, sob NENHUMA HIPÓTESE o veículo poderá voltar à circulação 
 
 
Frota desativada: veículo não licenciado há 10 anos ou mais E que contar com 25 anos ou mais de fabricação, terá o seu registro 
atualizado com indicativo de 'frota desativada' automaticamente na Base de Índice Nacional (BIN). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BAIXA 
OBRIGATÓRIA
Veículo irrecuperável
Veículo definitivamente desmontado
Veículo sinistrado com laudo de perda total ou com registro de danos de grande monta
Veículo vendido ou leiloado, classificado como sucata
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Resoluções do Contran 
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R ESO L U ÇÃ O 909 – F I SCA LIZA ÇÃ O P O R V I D EOM O NI TO R AM ENTO 
 
 
A autoridade ou o agente da autoridade de trânsito, exercendo a fiscalização REMOTA por meio 
de sistemas de videomonitoramento, PODERÃO AUTUAR condutores e veículos, cujas infrações 
por descumprimento das normas gerais de circulação e conduta tenham sido detectadas online 
por esses sistemas. 
A autoridade ou o agente da autoridade de trânsito, responsável pela lavratura do auto de 
infração, deverá informar no campo "observação" a forma com que foi constatado o 
cometimento da infração 
A fiscalização de trânsito mediante sistema de videomonitoramento somente poderá ser 
realizada nas vias que estejam devidamente sinalizadas para esse fim. 
 
R ESO L U ÇÃ O 933 – HA BI LI TA ÇÃ O D E CA ND I DA TO OU CO N DUTO R ESTR A N G EI RO 
O condutor, oriundo de país estrangeiro e nele habilitado, DESDE QUE penalmente imputável no Brasil, poderá dirigir no 
Território Nacional quando amparado por convenções ou acordos internacionais no prazo máximo de 180 dias (contados da 
entrada no Brasil), respeitada a validade da habilitação de origem. 
 
Infrações 
Quando o condutor habilitado em país estrangeiro cometer infração de trânsito, cuja penalidade implique na SUSPENSÃO 
do direito de dirigir, a autoridade de trânsito competente tomará as seguintes providências: 
• Recolher e reter o documento de habilitação, até que expire o prazo da suspensão do direito de usá-la, ou até que o 
condutor saia do território nacional, se a saída ocorrer antes de expirar o prazo; 
 
• Comunicar à autoridade que expediu ou em cujo nome foi expedido o documento de habilitação, a suspensão do direito 
de usá-la, solicitando que notifique ao interessado da decisão tomada; 
 
• Indicar no documento de habilitação, que o mesmo não é válido no território nacional, quando se tratar de documento 
de habilitação com validade internacional. 
 
C
O
N
D
U
T
O
R
Estrangeiro habilitado em país 
COM acordo
Regras não aplicavis aos diplomatas, 
cônsules e equiparados, pois podem 
dirigir por tempo indeterminado.
APÓS prazo 
máx 180 dias
Se quiser obter a CNH deverá se 
submter aos exames físico, mental e 
avaliação psicológica
Se quiser apenas mudar de categoria 
deverá fazer novo exame físico e de 
direção
Estrangeiro habilitado em país SEM 
acordo
Deve ser penalmente imputável
Poderá digir 
no Brasil 
mediante...
Troca da sua habilitação de origem 
nos órgão de trânsito estaduais / DF
Ser aprovado em exame físico, 
mental, avaliação psicológica e de 
direção (conforme categoria)
Estrangeiro não habilitado, com 
estada regular no Brasil
Para dirigir no Brasil deverá satisfazer todas as condições e 
exigências previstas na legislação brasileira em vigor
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Resoluções do Contran 
C o nc u rse i ro F o ra da Cai x a 
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Quando se tratar de missão diplomática, consular ou a elas equiparadas, as medidas cabíveis deverão ser tomadas pelo 
Ministério das Relações Exteriores. 
Permissão Internacional para Dirigir (PID) 
 
O condutor com PID, expedida no Brasil, que cometer infração de trânsito cuja penalidade 
implique na suspensão ou cassação do direito de dirigir, terá o recolhimento e apreensão 
desta, juntamente com o documento de habilitação nacional, pelo órgão ou entidade 
executivo de trânsito do Estado /DF. 
A PID expedida pelo órgão ou entidade executiva de trânsito do Estado ou do DF não 
poderá substituir a CNH. 
 
R ESO L U ÇÃ O 946 – CA R G A S D E SÓL I D O S A G R AN EL 
 
Via de regra, as cargas sólidas a granel (como grãos de soja e milho, por exemplo), são transportadas 
em veículos com carroceria totalmente fechada, como na figura ao lado. 
 
O transporte de qualquer tipo de sólido a granel em vias abertas à circulação pública, em veículos de carroçarias ABERTAS, 
somente será PERMITIDO nos seguintes casos: 
• Veículos com carroçarias de guardas laterais fechadas 
• Veículos com carroçarias de guardas laterais dotadas de telas metálicas 
Em ambos as cargas deverão estar totalmente cobertas por LONAS ou dispositivos similares, com os seguintes requisitos: 
1. Acionamento manual, mecânico ou automático 
2. Estar devidamente ancorados à carroçaria do veículo 
3. Cobrir totalmente a carga 
4. Em bom estado de conservação 
A lona NÃO pode prejudicar a eficiência dos demais equipamentos 
obrigatórios, e a carga NÃO pode exceder os limites da carroceria. 
 
Caminhão com guarda lateral fechada 
coberta com lona. 
 
R ESO L U ÇÃ O 938 – CR O N O TAG Ó G RA F O 
 
 
O registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo (cronotacógrafo) 
pode constituir-se num único aparelho mecânico, eletrônico ou compor um 
conjunto computadorizado. 
 
O cronotacógrafo deverá apresentar a qualquer momento, pelo menos, as seguintes informações das últimas 24h: 
✓ Velocidades desenvolvidas; 
✓ Distância percorrida pelo veículo; 
✓ Tempo de movimentação do veículo e suas interrupções; 
✓ Data e hora de início da operação; 
✓ Identificação do veículo; 
✓ Identificação dos condutores; 
✓ Identificação de abertura do compartimento que contém o disco ou de emissão da fita diagrama. 
Utilizadas para apuração dos períodos 
de trabalho e repouso diário. 
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Resoluções do Contran 
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Condições Normais 
Ao final de cada período de 24h, as informações 
ficarão à disposição das autoridades competentes 
pelo prazo de 90 dias. 
X 
Em Caso de Acidente 
As informações referentes às últimas 24h ficarão à disposição 
das autoridades competentes pelo prazo de 1 ano. 
Havendo necessidade de apreensão do cronotacógrafo, 
a autoridade fará justificativa fundamentada. 
FISCALIZAÇÃO DOS CRONOTACÓGRAFOS 
Na ação de fiscalização, o agente vistoriador deverá verificar e inspecionar: 
1) Se o cronotacógrafo se encontra em perfeitas condições de uso; 
2) Se as ligações necessárias estão devidamente conectadas e lacradas e seus componentes sem qualquer alteração; 
3) Se as informações previstas acima estão disponíveis, e se a sua forma de registro continua ativa; 
4) Se o condutor dispõe de disco ou fita diagrama reserva para manter o funcionamento até o final da operação do veículo. 
5) Se o cronotacógrafo está aprovado na verificação metrológica pelo Inmetro ou entidade credenciada. 
O agente fiscalizador deverá identificar-se e assinar o verso do disco ou fita diagrama, bem como mencionar o local, a 
data e o horário em que ocorreu a fiscalização. 
CERTIFICAÇÃO DOS CRONOTACÓGRAFOS 
Deverão ser certificados pelo Inmetro ou entidade por ele credenciada. Para isso precisam atender os seguintes requisitos: 
o Possuir registrador próprio, em meio físico adequado, de espaço percorrido, velocidad es desenvolvidas e tempo de 
operação do veículo, no período de 24h; 
o Fornecer, em qualquer momento, as informações acima 
o Assegurar a inviolabilidade e inalterabilidade do registro de informações ; 
o Possuir lacre de proteção das ligações necessárias ao seu funcionamento e de acesso interno ao equipamento; 
o Dispor de indicação de violação; 
o Ser constituído de material compatível para o fim a que se destina; 
o Totalizar toda distância percorrida pelo veículo; 
o Ter os seus dispositivos indicadores iluminados adequadamente, com luz não ofuscante ao motorista; 
o Unidades de medida padrão: quilômetros por hora (Km/h); hora (h); quilômetro (km); 
o Situar-se na faixa de tolerância máxima de erro nas indicações, conforme Anexos I e II; 
o Possibilitar leitura fácil, direta e sem uso de instrumental próprio no local de fiscalização 
NÃO OBSERVÂNCIA DARESOLUÇÃO 
Recusar-se a ENTREGAR o cronotacógrafo 
o Infração: GRAVÍSSIMA 
o Penalidade: MULTA + APREENSÃO VEÍCULO 
o Medida Adm.: remoção do veículo 
CONDUZIR veículo sem o cronotacógrafo ou em desacordo 
o Infração: GRAVÍSSIMA 
o Penalidade: MULTA + APREENSÃO VEÍCULO 
o Medida Adm.: remoção do veículo 
A violação ou adulteração do cronotacógrafo sujeitará o infrator às cominações da legislação PENAL aplicável, ou seja, 
trata-se de crime! 
 
 
 
 
 
 
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R ESO L U ÇÃ O 955 – TR A N SPO R TE D E CA R GA S O U D E BI CI CL ETA S 
 
A carga ou a bicicleta deverá estar acondicionada e afixada de modo que: 
• NÃO coloque em perigo as pessoas nem cause danos, e em especial, não se arraste pela via nem caia sobre esta; 
• NÃO atrapalhe a visibilidade à frente do condutor nem comprometa a estabilidade ou condução do veículo; 
• NÃO provoque ruído nem poeira; 
• NÃO oculte as luzes (freio, indicadores de direção e os dispositivos refletores); ressalvada, a lanterna de freio elevada; 
• NÃO exceda a largura máxima do veículo; 
• NÃO ultrapasse as dimensões autorizadas para veículos. 
• NÃO se sobressaiam ou se projetem além do veículo pela frente. 
• TODOS os acessórios, tais como cabos, correntes, lonas, grades ou redes deverão estar devidamente ancorados. 
A altura de cargas transportadas no compartimento de carga de caminhonetes e utilitários, medida a partir do plano de 
apoio das rodas, está limitada a 2x a largura do veículo. 
Exigência de AET 
Para a realização do transporte de cargas disciplinado por esta Resolução não se faz necessária a obtenção de Autorização 
Especial de Trânsito – AET. 
VEDADA, em qualquer hipótese, a concessão de AET para o transporte de cargas ou bicicletas nas partes externas dos 
veículos classificados nas espécies automóvel, caminhonete, camioneta e utilitário. 
Régua de sinalização 
 
Quando o transporte eventual de carga ou de bicicleta resultar no encobrimento, total ou parcial, 
quer seja da sinalização traseira, quer seja de sua placa traseira, será OBRIGATÓRIO o uso de 
régua de sinalização e, respectivamente, de segunda placa traseira. 
1. Deve ter no mínimo 1m de largura e no máximo a largura do veículo, excluído os retrovisores 
2. Deve ter sistema de sinalização paralelo, energizado, semelhante ao do veículo (ex: luz de freio) 
3. Deve ter faixa refletivas vermelha e branca com inclinação de 45º e 50 ± 5,0 mm largura 
 
Fica DISPENSADO da utilização de régua o veículo que possuir extensor de caçamba no qual deve 
ser lacrada a segunda placa traseira. 
Transporte eventual de cargas 
 
Permite-se o transporte de cargas acondicionadas em bagageiros ou presas a suportes 
apropriados devidamente afixados na PARTE SUPERIOR externa da carroçaria. 
• A carga + altura do bagageiro ou suporte DEVERÁ ter altura máxima de 50 cm 
• O comprimento NÃO deve ultrapassar o comprimento da carroceria 
• A largura NÃO deve ultrapassar a da parte superior da carroceria 
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Resoluções do Contran 
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O balanço traseiro não deve exceder 60% do valor da distância entre os dois eixos do veículo. Cargas que sobressaiam 
ou se projetem além do veículo para trás, deverão estar bem visíveis e sinalizadas. No período noturno, esta sinalização 
deverá ser feita por meio de uma luz vermelha e um dispositivo refletor de cor vermelha. 
Transporte de bicicletas 
1. A bicicleta poderá ser transportada na parte posterior externa OU sobre o teto 
2. No caso de ser sobre o teto, não se aplica a regra de altura no transporte de carga 
3. Para efeito da Resolução, a bicicleta é considerada como carga INDIVISÍVEL 
R ESO L U ÇÃ O 945 – A M AR R A ÇÃ O D A S CA R GA S EM V EÍ CU L O S D E CA R G A 
 
 Regra Máxima PROIBIDA a utilização de cordas como dispositivo de 
amarração de carga, sendo PERMITIDO o seu uso exclusivamente para fixação 
da lona de cobertura, quando exigível. 
Devem ser utilizados dispositivos de amarração, como cintas têxteis, 
correntes ou cabos de aço, com resistência total à ruptura por tração de, 
no mínimo, 2 vezes o peso da carga. 
É responsabilidade do CONDUTOR verificar periodicamente durante o percurso o tensionamento dos dispositivos de fixação, e 
reparta-los quando necessário. 
Regras de Amarração 
Veículos tipo 
carroceria aberta, 
com guardas laterais 
rebatíveis 
Havendo espaço entre a carga e as guardas laterais, os dispositivos de amarração devem ser 
tensionados pelo lado interno das guardas laterais: 
 
PROIBIDA a passagem dos dispositivos pelo lado externo das guardas laterais, SALVO se 
a carga ocupa todo o espaço interno da carroceria (caminhão 2 na imagem acima) 
Para as cargas que NÃO ocuparem toda a carroceria no sentido longitudinal, devem ser previstos 
pelo transportador, além dos dispositivos de amarração, outros dispositivos diagonais que 
impeçam os movimentos para frente e para trás da carga. Assim: 
 
PROIBIDA a circulação de veículos cuja carga ultrapasse a altura do painel frontal e exista a 
possibilidade de deslizamento longitudinal da parte da carga que está acima do painel frontal. 
 
Veículos tipo baú 
lonado (“sider”) 
As lonas laterais NÃO PODEM ser consideradas como estrutura de contenção da carga, devendo 
existir pontos de amarração em número suficiente. 
Veículos com 
carroceria 
inteiramente fechada 
As paredes PODEM ser consideradas como estrutura de contenção, sendo OPCIONAL a existência 
de pontos de amarração internos. 
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Resoluções do Contran 
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Carroçaria de 
Madeira 
Carroçarias Novas: deverão ser construídas com madeira de alta densidade e alta resistência, ter 
obrigatoriamente fixadores metálicos de perfil U, não podendo ser considerados pontos de fixação 
as guardas laterais e piso, se estes pontos de amarração não estiverem em contato com travessas ou 
o chassi. 
Veículos em circulação: deverão ser adicionados aos dispositivos de amarração perfis metálicos em 
"L" ou "U" nos pontos de fixação, fixados nas travessas da estrutura por parafusos, de modo a 
permitir a soldagem do gancho nesse perfil e a garantir a resistência necessária. 
Na inexistência de pontos de amarração adequados, ou em número suficiente, fica permitida 
a fixação dos dispositivos de amarração no próprio chassi do veículo. 
Veículos tipo 
prancha ou 
carroceria aberta 
Quando transportando qualquer tipo de carga fracionada deverão amarrar cada unidade com 
correntes, cintas têxteis, cabos de aço ou combinação entre esses tipos, ANCORADOS nos pontos 
de amarração da estrutura metálica da carroceria e/ou do próprio chassi, em pelo menos 4 terminais 
de amarração. 
 
R ESO L U ÇÃ O 960 – V I D R O S E M ED I DO R ES D E TR AN SM I TÂN CIA LU M IN O SA 
Medidor de Transmitância Luminosa (MTL) 
 
Medidor de Transmitância Luminosa: é o instrumento de medição destinado a medir, em valores 
percentuais, a transmitância luminosa de vidros, películas, filmes e outros materiais simples 
ou compostos. Deve ser aprovado pelo Inmetro. 
 
Se o medidor for dotado de dispositivo impressor, o registro impresso DEVERÁ conter: 
1. Data e hora 
2. Placa do veículo 
3. Transmitância medida pelo instrumento 
4. Área envidraçada fiscalizada 
5. Identificação do instrumento 
6. Identificação do agente 
 
Constatadaa INFRAÇÃO, será lavrado Auto de Infração, que conterá, em valores percentuais: 
• A medição realizada pelo instrumento 
• O valor considerado para fins de aplicação de penalidade (medição acrescida de um percentual relativo de 7%) 
• O limite regulamentado para a área envidraçada fiscalizada 
• A identificação da área envidraçada objeto da autuação 
Vidros de segurança 
Os veículos automotores, os reboques e semi-reboques deverão sair de fábrica com as suas partes envidraçadas equipadas 
com vidros de segurança. Esta exigência se aplica também aos vidros destinados a reposição. No para-brisa é OBRIGATÓRIO 
o uso de vidro laminado. Os demais podem ser temperados ou laminados. 
Exceções: as regras dessa Resolução não se aplicam: 
X Máquinas agrícolas, rodoviárias e florestais 
X Aos veículos destinados à circulação exclusivamente fora das vias públicas 
X Aos veículos incompletos ou inacabados e destinados à exportação 
 
• Veículos blindados estão DISPENSADOS do uso de vidro de segurança bem como dos requisitos mínimos de 
transmissão luminosa. 
 
 
 
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Resoluções do Contran 
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Transmissão Luminosa dos vidros (Não se aplica aos vidros no teto) 
 
● Indispensáveis à dirigibilidade 
● Demais áreas envidraçadas 
Valores MÍNIMOS de transmissão luminosa 
o Vidros dos para-brisas e áreas indispensáveis: 70% 
o Demais áreas: poderá ser inferior à 70% para os vidros que não interferem nas áreas 
envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade do veículo dotado de espelhos 
retrovisores externos em ambos os lados. 
 
 
 
Aplicação de películas (famosos insulfilms / vidros fumê) 
o A película NÃO PODE ser refletiva (espelhada); 
o Os valores de transmissão luminosa após a aplicação devem ser os mesmos do quadro acima; 
o As películas devem conter a marca do instalador e o índice de transmissão luminosa, gravados indelevelmente por meio 
de chancela, sendo visíveis pelo lado externo dos vidros. Exemplo: 
 
Inscrições, Pictogramas e Painéis Decorativos 
FORA das áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade, a aplicação de inscrições, pictogramas ou painéis decorativos de 
qualquer espécie SERÁ PERMITIDA, desde que: 
1) Veículo possua espelhos retrovisores externos direito e esquerdo 
2) Sejam atendidas as mesmas condições de transparência do quadro acima 
VEDADO o uso de painéis luminosos que reproduzam mensagens dinâmicas ou estáticas, EXCETO nos transportes 
coletivos com a finalidade de informar o serviço ao usuário da linha. 
Danos nas áreas envidraçadas 
 
 As TRINCAS e FRATURAS de configuração circular são consideradas DANO ao pára-brisa. 
Na área crítica de visão do condutor e em uma faixa periférica de 2,5 cm de largura 
das bordas externas do pára-brisa não devem existir trincas e fraturas de 
configuração circular, e não podem ser recuperadas. 
 
 
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Resoluções do Contran 
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Área Crítica de Ônibus, Micro-ônibus e Caminhões 
A área crítica de visão do condutor conforme figura ao lado 
é aquela situada a esquerda do veículo determinada por um 
retângulo de 50 cm de altura por 40 cm de largura. 
 
 
São permitidos no máximo 3 danos, exceto nas regiões definidas acima, respeitados os seguintes limites: 
✓ TRINCA: não superior a 20 cm de comprimento 
✓ FRATURA: configuração circular não superior a 4 cm de diâmetro 
Área Crítica nos Demais Veículos Automotores 
 
A área crítica de visão do condutor é a metade esquerda da região de varredura das 
palhetas do limpador de pára-brisa (Área A). 
São permitidos no máximo 2 danos, exceto na área crítica de visão, respeitados os 
seguintes limites: 
✓ TRINCA: não superior a 10 cm de comprimento 
✓ FRATURA: de configuração circular não superior a 4 cm de diâmetro 
 
 
 
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https://www.concurseiroforadacaixa.com.brchassis para ônibus), terão as identificações 
do VIS implantadas pelo fabricante que complementar o veículo com a respectiva carroçaria. 
 
Os veículos em desacordo com essas regras NÃO poderão ser registrados, licenciados ou emplacados. 
 
Identificação 
Veicular
VIN - Número de 
Identificação Veicular
Gravação no chassi ou monobloco, em no mínimo um 
ponto de localização em profundidade mínima de 
0,2mm
Chassi ou monobloco NÃO metálico: numeração gravada 
em placa metálica incorporada ou a ser moldada 
durante sua fabricação
VIS - Número 
Sequencial de Produção
Fabricante escolhe:
1. Gravação na profundidade mínima de 0,2mm 
quando em chapas ou plaquetas colada, soldada ou 
rebitada, destrutível quando da sua remoção; OU
2. Etiqueta autocolante e destrutível quando da sua 
remoção
Componentes ou compartimentos onde será feita a 
gravação
➤ Na coluna da porta dianteira direita
➤ No compartimento do motor
➤ Em um dos para-brisas
➤ Em um dos vidros traseiros (quando existentes)
➤ Em pelo menos dois vidros de cada lado, (quando 
existentes), exceto os quebra-ventos
EXCEÇÕES (dispensados do cumprimento da resolução) 
1 
2 
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R ESO L U ÇÃ O 26 – TR AN SP O R TE D E CA RG A EM BA GA G EI R O S 
 
A CARGA só poderá ser acomodada em compartimento PRÓPRIO, separado dos passageiros, que no ônibus é o bagageiro, 
sendo PROIBIDO o transporte: 
• Produtos considerados perigosos conforme legislação específica 
• Produtos que comprometam a segurança do veículo, dos ocupantes ou terceiros 
Transporte Interno (território nacional) 
Limites máximos de peso e dimensões da carga serão fixados 
pelas LEGISLAÇÕES na esfera federal, estadual ou municipal 
 
Transporte internacional 
Serão obedecidos os Tratados, Convenções ou 
Acordos INTERNACIONAIS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Resoluções do Contran 
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R ESO L U ÇÃ O 110 – CA L END Á R IO D E R ENO V A ÇÃO D O L I CEN CIA M EN TO 
Os estados/DF têm liberdade para definirem as datas para a renovação dos licenciamentos anuais dos veículos registrados em 
seu território. Contudo, essa data deve respeitar os limites máximos da Resolução 110/2000, assim: 
Placa Final Prazo Máximo 
1 e 2 Setembro 
3, 4 e 5 Outubro 
6, 7 e 8 Novembro 
9 e 0 Dezembro 
 
Muita Atenção! As autoridades, órgãos, instituições e agentes de fiscalização de trânsito e rodoviário em TODO o território 
nacional, para efeito de autuação e aplicação de penalidades, quando o veículo se encontrar fora da UF em que estiver 
registrado, deverão adotar os prazos estabelecidos na tabela acima. 
Exemplo: seu carro, com placa final 2, está registrado em MG. Supondo que na tabela desse estado o prazo limite é julho. Em 
agosto, viajando para o RN, você é parado pela PRF e seu licenciamento estava vencido (você esqueceu de renovar). O que vai 
ocorrer? NADA, pois você está fora da jurisdição de MG, e o agente deve utilizar a tabela-padrão acima (prazo é setembro)! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Resoluções do Contran 
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R ESO L U ÇÃ O 432 – EM BR I AG U EZ AO V OL AN TE 
A fiscalização do consumo de bebidas alcóolicas ou outras substâncias psicoativas deve ser procedimento operacional 
ROTINEIRO dos órgãos de trânsito (blitz). Para isso, deve-se utilizar pelo menos um dos seguintes procedimentos: 
 
 
Se o condutor apresentar SINAIS de alteração ou haja comprovação dessa situação por meio de ETILÔMETRO 
e houver encaminhamento do condutor para a realização do exame de sangue ou exame clínico, NÃO SERÁ 
necessário aguardar o resultado desses exames para fins de autuação ADMINISTRATIVA 
Teste de Etilômetro (Bafômetro) 
 
O etilômetro deve ter seu modelo aprovado pelo Inmetro E ser aprovado 4 tipos de 
verificações, realizadas pelo próprio Inmetrou ou pelo RBMLQ, quais sejam: 
1. Verificação inicial 
2. Verificação eventual 
3. Verificação em serviço 
4. Verificação anual 
Verificação de Sinais de Alteração da Capacidade Psicomotora 
 
Os sinais de alteração da capacidade psicomotora poderão ser verificados por: 
1. Exame clínico com laudo conclusivo e firmado por médico perito; ou 
2. Constatação, pelo agente, dos sinais de alteração da capacidade psicomotora 
No caso de constatação pelo agente, deve ser considerado um conjunto de sinais e 
não apenas um isoladamente 
Infração Administrativa 
A infração do art. 165 do CTB de “dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine 
dependência” é caracterizada por: 
1. Exame de SANGUE com QUALQUER concentração de álcool por litro de sangue 
2. Teste de ETILÔMETRO com MEDIÇÃO ≥ 0,05mg/L descontado o erro máximo 
3. SINAIS de alteração da capacidade psicomotora 
Infração 
GRAVÍSSIMA 
Multa 
(10x) 
Suspensão do direito de 
dirigir por 12 meses 
Recolhimento da 
carteira 
Retenção do 
veículo 
E se o condutor se recusar a se submeter a qualquer um dos procedimentos previstos? Ele será enquadrado na infração 
prevista no 165-A do CTB, cujas penalidades são as mesmas do art. 165. Além disso ele também estará sujeito à 
incidência do CRIME previsto no art. 306 do CTB. 
PROCEDIMENTOS 
PREVISTOS
Exame de
 SANGUE
Exame 
LABORATORIAL 
(outras substâncias 
psicoativas)
ETILÔMETRO 
(bafômetro)
Deve-se ser o procedimento PRIORITÁRIO
Verificação de 
SINAIS
Prova testemunhal, 
imagem, vídeo ou 
outro meio 
admitido
No resultado do teste DEVERÁ ser descontada 
margem de segurança (erro máximo admissível 
para o aparelho). É “como se fosse “ a tara da 
balança de self-service. 
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Resoluções do Contran 
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Medidas Administrativas 
 
Veículo será retido até apresentação 
de condutor habilitado, que TAMBÉM 
será submetido à fiscalização 
 
Não há condutor habilitado ou o 
agente verifique que ele não está em 
condições, o veículo será recolhido, 
mediante recibo 
 
Habilitação recolhida1 pelo agente, 
mediante recibo, sob custódia do órgão 
ou entidade de trânsito responsável 
1Caso o condutor não compareça ao órgão ou entidade de trânsito responsável pela autuação no prazo de 5 dias da infração, 
o documento será encaminhado ao órgão responsável pelo seu registro, onde o condutor deverá buscar seu documento. 
Auto de Infração (AI) 
São requisitos do AI lavrado em decorrência da infração prevista no art. 165: 
• No caso de exame de sangue, clínico ou laboratorial, o AI deve conter referência ao procedimento + anexar os resultados; 
• Quando houver sinais de alteração da capacidade, o AI deve conter descrição deles; 
• No teste de Etilômetro, o AI deve conter a marca, modelo, nº de série, nº do teste, a medição, o valor considerado e o limite; 
• No caso de testemunhas, vídeos ou outros meios, o AI deve conter a identificação conforme o caso 
Crime (art. 306 do CTB) 
Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra 
substância psicoativa que determine dependência 
O crimeserá caracterizado por qualquer um dos procedimentos abaixo: 
• Exame de SANGUE com resultado de álcool ≥ 6dg/L de sangue 
• Teste de ETILÔMETRO com MEDIÇÃO ≥ 0,34mg/L descontado o erro máximo 
• Exame LABORATORIAL especializado em caso de outras substâncias 
• SINAIS de alterações da capacidade psicomotora 
Configurado o crime, conduto e testemunhas serão encaminhados à Polícia Judiciária, juntamente com os elementos 
probatórios. 
Disposições Gerais 
É OBRIGATÓRIA a realização do exame de alcoolemia para as VÍTIMAS FATAIS de acidentes de trânsito. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A ocorrência do crime NÃO 
elide (impede) a aplicação do 
disposto no art. 165 CTB 
(infração administrativa) 
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Resoluções do Contran 
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R ESO L U ÇÃ O 573 – Q U AD R I CI CLO S N A CI ON AI S O U I MP O R TAD O S 
TIPOS DE QUADRICICLOS CONFORME A RESOLUÇÃO 
 
Veículo automotor com: 
• Estrutura mecânica similar às motocicletas 
• Eixo dianteiro e traseiro 
• Quatro rodas 
• Massa em ordem de marcha ≤ 400kg, ou 550kg no caso 
do veículo destinado ao transporte de cargas, excluída 
a massa das baterias no caso de veículos elétricos, 
cuja potência máxima do motor ≤ 15kW 
➤ PROIBIDO o uso da cabine fechada 
 
Veículo automotor ELÉTRICO: 
• Cabine FECHADA 
• Eixo dianteiro e traseiro 
• Quatro rodas 
• Massa em ordem de marcha ≤ 400kg, ou 550kg no caso 
do veículo destinado ao transporte de cargas, excluída 
a massa das baterias no caso de veículos elétricos, 
cuja potência máxima do motor ≤ 15kW 
➤ DISPENSADO o uso de ABS / CBS 
Requisitos de Segurança 
Requisito TIPO I TIPO II 
Pneus de alta pressão, com banda p/ pista pavimentada, certificados pelo Inmetro ✓ ✓ 
Eixo tração c/ dispositivo que permita suas 2 rodas girarem em velocidades angulares diferentes ✓ ✓ 
Sistema de suspensão independente para cada roda do eixo dianteiro e traseiro ✓ ✓ 
Freios em cada uma das rodas do veículo, de acordo com as normas vigentes ✓ ✓ 
Equipamentos obrigatórios previstos no item V do Art. 1º da Resolução nº 14 ✓ ✓ 
Comando do sistema acionado através de (____) Guidão Volante 
Assentos para condução e transporte de passageiro na posição (____) Montada Sentada 
Cinto de segurança de três ou quatro pontos para condutor e passageiros ✓ 
Assentos com apoio de cabeça ✓ 
Equipamento suplementar de segurança passiva – AIR BAG frontal ✓ 
Requisitos de Circulação e para Condução 
Requisitos de Circulação TIPO I TIPO II 
Placas de identificação TRASEIRA, com dimensões idênticas às de motocicleta ✓ ✓ 
Lanterna de marcha à ré na cor branca quando o veículo permitir este tipo de deslocamento ✓ ✓ 
Transporte apenas de passageiro maior de 7 anos ✓ ✓ 
Circulação restrita às vias urbanas. Proibida em rodovias federais e estaduais e do DF ✓ ✓ 
 
Requisitos para Condução TIPO I TIPO II 
CNH do condutor será do tipo B ✓ ✓ 
O condutor e o passageiro devem utilizar capacete com viseira ou óculos protetores ✓ 
 
 
 
TIPO II TIPO I 
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Resoluções do Contran 
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Identificação e Proibições 
A identificação dos quadriciclos se dará por meio da gravação do Número de Identificação do Veículo (VIN). 
Ficam PROIBIDAS: 
1. A transformação de outros tipos de veículos em quadriciclos. 
2. A circulação em vias públicas de veículos similares sem homologação. 
R ESO L U ÇÃ O 289 – A TUA ÇÃ O D O D NI T E D O D P RF 
 
 
 
Fiscalização de Excesso 
de Peso 
Exerce a fiscalização do excesso de peso dos 
veículos nas rodovias federais, respeitadas 
as competências da ANTT 
Exerce a fiscalização do excesso de peso dos 
nas rodovias federais, isoladamente ou a 
título de apoio operacional ao DNIT 
Fiscalização de Excesso 
de Velocidade 
Exerce a fiscalização eletrônica de velocidade 
nas rodovias federais, utilizando o 
REDUTOR eletrônico de velocidade TIPO 
FIXO 
Exerce a fiscalização eletrônica de velocidade 
nas rodovias federais, utilizando o MEDIDOR 
de velocidade portátil, móvel, estático e fixo1, 
exceto o redutor de velocidade. 
1Caso a PRF queira instalar o medidor tipo FIXO, ela deve solicitar ao DNIT autorização para intervenção física na via. Pode ser 
celebrado convênio entre DNIT e PRF para atender ao disposto na Resolução. 
R ESO L U ÇÃ O 242 – G ER A D OR ES D E I MA G EN S N O S V EÍ CUL O S A U TO MO TO R ES 
 
Fica PERMITIDA a instalação e utilização de aparelho gerador de imagem cartográfica com interface de 
geoprocessamento (GPS) destinado a orientar o condutor quanto ao funcionamento do veículo, a sua 
visualização interna e externa, sistema de auxílio à manobra e para auxiliar na indicação de trajetos 
ou orientar sobre as condições da via, por intermédio de mapas, imagens e símbolos. 
Os GPS poderão ser: 
• Previstos pelo próprio fabricante do veículo, ou; 
• Utilizados como acessório PROVISÓRIO – fixados no para-brisa ou no painel dianteiro 
DVDs e players de vídeo 
Fica PROIBIDA a instalação, em veículo automotor, de equipamento capaz de gerar imagens para fins de entretenimento, 
SALVO se: 
 
Instalado de forma que SOMENTE os 
passageiros dos bancos TRASEIROS 
possam visualizar as imagens 
 
 
Instalado na parte DIANTEIRA, possuir mecanismo automático que o 
torne inoperante ou o comute para a função de informação de auxílio à 
orientação do condutor, independente da vontade do condutor e/ou 
dos passageiros, quando o veículo ESTIVER EM MOVIMENTO 
Não cumprimento da Resolução 
o Infração: GRAVE 
o Penalidade: MULTA 
o Medida Adm.: retenção do veículo para regularização 
 
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Resoluções do Contran 
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R ESO L U ÇÃ O 735 – CTV E CTP V 
 
Combinações de Transporte de Veículos – CTV 
Exclusivamente para o transporte de veículos e chassis. 
- VEDADA a transformação de CTV e CTPV 
- PODERÃO transportar outras cargas paletizadas ou 
acondicionadas em racks 
- VEDADO o compartilhamento simultâneo de espaço entre 
veículos e outro tipo de carga 
 
Combinações de Transporte de Veículos e Cargas 
Paletizadas – CTVP 
Transporte de veículos acabados e cargas unitizadas sobre 
paletes ou racks. 
Deverão contar com dispositivos de fixação e contenção das 
cargas unitizadas por meio de ganchos + cinta nylon ou 
travessas metálicas 
Autorização Especial de Trânsito – AET 
As CTV e as CTVP, cujas dimensões EXCEDAM aos limites previstos na Resolução nº 210, só poderão circular nas vias portando 
Autorização Especial de Trânsito - AET. 
✓ Exceção 1: estão dispensadas da AET as CTV e CTPV com até 4,70 m de altura 
✓ Exceção 2: estão dispensadas da AET as CTV e CTPV com altura entre 4,71 m e 4,95 m por deliberação do órgão executivo 
Limites para a concessão da AET 
Altura Altura máxima do conjunto carregado de 4,95 m 
Largura 
Regra: 2,60 m 
CTV e CTPV destinada ao transporte de ônibus, chassis de ônibus e de caminhões: 3,0 m 
Comprimento 
Veículo simples: 14,00 m 
Veículo articulado: até 23,00 m, desde que a distância entre os eixos extremos não ultrapasse a 18,00 m 
Veículo com reboque: até 23,00 m 
- Nos veículos de comprimento superior a 19,80m deve haver sinalização especial na traseira (dê uma olhada na Res. 882). 
Limites para a circulação dos CTV e CTPV 
 
Regra Geral: o trânsito das CTV e CTPV será do amanhecer ao pôr do sol. 
 
 
Podem circular também no período NOTURNO: 
✓ Comprimentomáximo de 19,80 m 
✓ Comprimento entre 19,80 m e 23,00 m – vias de pista dupla E duplo sentido de circulação, 
com separadores fixos e com duas ou mais faixas em cada sentido. 
 
✓ Pista simples, quando composição VAZIA ou carga apenas na plataforma inferior, 
devidamente ancorada e ativada toda a sinalização. 
PODERÃO ser adotados horários distintos dos em trechos específicos, mediante proposição da autoridade competente 
com circunscrição sobre a via. 
AET válida por 01 ano 
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Resoluções do Contran 
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R ESO L U ÇÃ O 227 – SI STEM A D E IL UM IN A ÇÃ O D O S V EÍ CUL O S 
Essa Resolução tem um texto principal curto, contudo possui 14 anexos gigantescos. Só para você ter uma ideia, são quase 
250 páginas de anexos! O conteúdo deles é bastante técnico e acho muito difícil que seja cobrado em prova. Ainda que seja, o 
custo-benefício de estudar esses tópicos é baixíssimo. Portanto, vamos nos ater ao texto principal. 
 
 
Essa resolução trata basicamente dos faróis e lanternas dos automóveis, camionetas, utilitários, caminhonetes, 
caminhões, ônibus, micro-ônibus, reboques e semirreboques novos saídos de fábrica, nacionais e importados. 
 
Veículos INACABADOS estão dispensados de alguns dos dispositivos de iluminação. Podemos separá-los em 2 tipos: 
 
Chassi de caminhão com cabina incompleta ou sem cabina, 
chassi e plataforma para ônibus ou micro-ônibus com destino ao 
concessionário, encarroçador ou, ainda, a serem 
complementados por terceiros 
 
Chassi de caminhão com cabina e sem carroçaria com 
destino ao concessionário, encarroçador ou, ainda, a 
serem complementados por terceiros 
Lanternas delimitadoras dianteiras e traseiras Lanternas delimitadoras traseiras 
Lanternas laterais e dianteiras, traseiras e intermediárias Lanternas laterais traseiras e intermediárias 
Retrorrefletores laterais e dianteiros, traseiros e intermediários Retrorrefletores laterais traseiros e intermediários 
Lanternas de iluminação da placa traseira - 
Lanterna de marcha-a-ré. - 
 
Outras regras importantes 
• Limita-se a instalação e funcionamento de no máximo 8 faróis, independentemente da sua finalidade 
• PROIBIDA a colocação de adesivos, pinturas, películas ou qualquer outro material nos dispositivos de iluminação 
Penalidades pelo não cumprimento da norma 
Sem equipamento, com equipamento proibido ou alterado 
o Infração: GRAVE 
o Penalidade: MULTA 
o Medida Adm.: retenção do veículo para regularização 
Com defeito ou com lâmpadas queimadas 
o Infração: MÉDIA 
o Penalidade: MULTA 
 
 
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R ESO L U ÇA O 508 – R EG UL A M EN TA O “P A U - D E- A R AR A” 
 
Regra Geral: onde não houver linha regular de ônibus, poderá ser autorizado, eventualmente e a título precário (por até 
12 meses), o transporte de passageiros em veículo de carga ou misto. 
A circulação só poderá ser autorizada entre localidades de origem e destino em um mesmo município ou entre 
municípios limítrofes. Assim, a autorização deve ser concedida por CADA autoridade da via em que o veículo trafegar. 
Requisitos Mínimos do Veículo 
• BANCOS com espuma para todos os passageiros, com encosto e cinto de segurança 
• Carroceria com COBERTURA 
• Barra de APOIO para as mãos 
• PROTEÇÃO lateral rígida (com 2,10m de altura livre) 
• ESCADA de acesso com corrimão 
• Cabine e carroceria com ventilação 
• Compartimento para a guarda de ferramentas, separado dos passageiros (transporte de trabalhadores) 
• Sinalização luminosa (transporte de pessoas vinculadas à prestação de serviço em obras na via) 
Para utilização dos veículos é necessária a expedição do CSV, expedido por ITL, e vistoria da autoridade competente 
para conceder a autorização de trânsito. 
Documento de Autorização 
• Identificação do órgão de trânsito e da autoridade 
• Marca, modelo, espécie, ano de fabricação, placa e UF do veículo 
• Identificação do proprietário do veículo 
• O número de passageiros (lotação a ser transportado)  máx. 1 pessoa por 35dm² de espaço útil 
• O local de origem e de destino do transporte 
• O itinerário a ser percorrido 
• O prazo de validade da autorização 
Vedações 
 Transportar passageiros com idade inferior a 10 anos 
 Transportar passageiros em pé 
 Transportar cargas no mesmo ambiente dos passageiros 
 Transportar passageiros nas partes externas 
 Utilizar veículos de carga tipo basculante e boiadeiro 
 Utilizar combinação de veículos 
 
 
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Resoluções do Contran 
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Habilitação do Condutor 
CATEGORIA B 
Veículo com PBT 3.500kg 
CATEGORIA D + Curso especializado 
Se a lotação máxima exceder 8 lugares, 
excluído o condutor. 
Descumprimento da Resolução 
 PENALIDADE MEDIDA ADM. 
Transporte sem autorização ou com ela vencida 
MULTA 
Remoção do veículo 
Inobservância do itinerário 
Veículo não está devidamente adaptado 
Utilização de veículo boiadeiro ou basculante 
Transporte de passageiros em pé 
Exceder número de passageiros autorizado 
Retenção do veículo 
Transportar menores de 10 anos 
Condutor sem curso especializado (categoria D) 
Transportar passageiros, animais ou cargas na parte externa do veículo 
Condutor com habilitação inadequada 
MULTA 
(2x valor da gravíssima) 
R ESO L U ÇÃ O 525 – M O TO R I STA S P R O FI SSI O NA I S 
Para quais motoristas a Resolução se aplica? 
1) De transporte e de condução de escolares 
2) De transporte de passageiros com mais de 10 lugares 
3) De carga com PBT > 4.536kg 
Tempo de Direção x Descanso 
 Regras Específicas Regras Comuns 
M
O
T
O
R
IS
T
A
S
 P
R
O
F
IS
S
IO
N
A
IS
 
 
Transporte rodoviário 
coletivo de PASSAGEIROS 
Descanso 
• 30 min a cada 4h 
• Facultado fracionamento do 
descanso e do tempo de direção. 
VEDADO dirigir por mais de 
5,5h ininterruptas 
 
Descanso 
Dentro de um período de 24h o condutor é 
OBRIGADO a observar no mínimo 11h de 
descanso, que podem ser fracionadas. 
Tempo de direção PODERÁ ser elevado pelo 
período necessário para que o condutor, o 
veículo e a carga cheguem a um lugar que 
ofereça segurança e atendimento 
demandados, desde que não haja 
comprometimento da segurança rodoviária. 
 
Transporte rodoviário de 
CARGAS 
Descanso 
• 30 min dentro de cada 6h 
• Facultado fracionamento do 
descanso e do tempo de direção, desde 
que não ultrapasse 5,5h contínuas. 
No caso de 2 motoristas no mesmo veículo, o tempo de repouso poderá ser feito com o veículo em movimento, assegurado o 
repouso mínimo de 6h consecutivas: 
• Fora do veículo em alojamento externo; OU 
• Se na cabine leito, com o veículo estacionado, a cada 72h 
 
 
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Meios de fiscalização dos tempos 
A fiscalização do tempo de direção e do intervalo de descanso é feita por meio: 
a) Disco ou fita diagrama de registrador instantâneo e inalterável (TACÓGRAFO) – meio preferencial 
b) Diário de bordo, papeleta ou ficha de trabalho externo (FORNECIDA PELO EMPREGADOR) 
c) Fichade trabalho (TRABALHADOR AUTÔNOMO) 
As formas “a” e “b” somente será feita quando da impossibilidade da comprovação por tacógrafo. 
R ESO L U ÇÃ O 36 – SI NA LI ZA ÇÃ O D E EM ER G ÊN CI A 
 
 O condutor DEVERÁ ACIONAR de IMEDIATO as luzes de advertência 
(pisca-alerta) providenciando a colocação do triângulo de sinalização ou 
equipamento similar à distância mínima de 30 metros da parte traseira do 
veículo. 
O equipamento de sinalização de emergência deverá ser instalado 
perpendicularmente ao eixo da via, e em condição de boa 
visibilidade 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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R ESO L U ÇÃ O 809 – CR V , CL A E CTP EM M EI O D IG I TAL 
• Certificado de Registro de Veículo (CRV) 
• Certificado de Licenciamento Anual (CLA) 
• Comprovante de Transferência de Propriedade (CTP) 
Cert i fi c a d o d e R eg i st ro e Li c enc i a m en t o d e V eíc ul o em M ei o D i g i t a l ( CR LV - e) 
Leiaute do CRLV-e 
 
 
 
O CRLV-e conterá, vinculados em um único documento, o CRV e o CLA. A partir de 
04/01/2021 fica proibido ao órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado/DF 
expedir o CRV em meio físico. 
 
Forma 
Para fins de fiscalização, o CRLV-e pode ser apresentado na versão digital 
por meio dos aplicativos oficiais do Gov.Federal OU na versão impressa em 
papel A4 branco comum. A expedição do CRLV-e DISPENSA a obrigatoriedade 
da versão impressa 
Emissão 
Somente será emitido após quitação de débitos relativos a tributos, encargos 
e multas, vinculados ao veículo, bem como o pagamento do DPVAT. Também 
impede a emissão a existência de restrições administrativas ou judiciais. 
Validação 
Será feita por meio de QRCode, gerado a partir de algoritmo específico, de 
propriedade do órgão máximo executivo de trânsito da União, composto pelos 
dados individuais do veículo obtidos por meio do RENAVAM. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
E
x
p
e
d
iç
ã
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b
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g
a
tó
ri
a
 d
o
 C
R
L
V
-e
No registro do veículo
No licenciamento anual do veículo
Na transferência de propriedade
Na mudança de Município de domicílio ou residência do 
proprietário
Na alteração de qualquer característica do veículo
Na mudança de categoria
Segunda via de documentos
Remarcação de chassi
Nos casos previstos em regulamentos complementares
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A ut o ri za ç ã o p a ra Tra n sferên c i a d e P rop ri ed a d e d o V eíc ul o em M ei o D ig i t a l ( A TP V - e) 
O que é a ATPV-e? documento gerado pelo órgão máximo executivo de trânsito da União em que o antigo e o novo 
proprietário, respectivamente, vendedor e comprador, declaram estar de acordo com a transferência da propriedade do 
veículo. 
 
Leiaute do da ATPV-e 
 
Emissão: Por meio dos canais de atendimento dos órgãos ou entidades executivos 
de trânsito dos Estados e do DF. 
Disponibilidade: aos veículos registrados após 04/01/2021, SALVO segunda via 
de documentos OU por requerimento do proprietário 
Quais dados a ATPV-e contém? 
1. Identificação do proprietário do veículo 
2. Identificação do veículo 
3. Identificação do comprador 
4. QRCode gerado pelo órgão máximo executivo de trânsito da União 
Assinatura 
1Versão digital: poderá ser feita via assinatura eletrônica quando AMBOS, 
proprietário vendedor e comprador a possuírem. 
Os órgãos ou entidades executivas de trânsito dos Estados ou do DF 
poderão estabelecer outros meios para autenticar a identificação. 
2Versão impressa: deverá ser assinada e conter o reconhecimento de firmado 
vendedor e do comprador por autenticidade. 
1A assinatura eletrônica da ATPV-e pelo antigo proprietário caracteriza a comunicação de venda eletrônica do veículo. 
2 O antigo proprietário deverá encaminhar ao órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado /DF onde o veículo for 
registrado a cópia autenticada da ATPV-e ou da ATPV, respectivamente, devidamente preenchida. 
CO M U NI CA ÇÃ O D E V EN DA D E V EÍ CU L O 
O encaminhamento do comprovante de transferência de propriedade aos órgãos ou entidades executivos de trânsito dos Estados 
e do DF corresponde à comunicação de venda do veículo. 
 
 
 
 
No caso da ATPV-e, 
a comunicação de 
venda será 
realizada ...
Por sistema eletrônico implantao pelo órgão máximo executivo de trânsito da União, 
utilizando:
1) Assinatura digital avançada; ou
2) Certificado digital, conforme padrão ICP-Brasil
Entidade PÚBLICA ou PRIVADA com atribuição legal, EXPRESSAMENTE autorizada pelo 
órgão máximo executivo de trânsito da União para tal finalidade.
Obs: p/ realizar a comunicação de venda, as entidades públicas ou privadas poderão 
contratar entidades privadas cuja atividade principal ou acessória, prevista em lei, 
estatuto ou contrato social, a prestação de serviços inerentes à comunicação de venda de 
veículos
Pelo órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado / DF, conforme procedimentos 
definidos por cada órgão ou entidade
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R ESO L U ÇÃ O 798 – F I SCA LI ZA ÇÃ O D E V ELO CI D AD E 
M ED I D O R D E V ELO CI D AD E ( RA D A R) 
É INDISPENSÁVEL o uso dos medidores de velocidade para a caraterização da infração. Eles, obrigatoriamente, devem indicar 
a VELOCIDADE + REGISTRO DE IMAGEM, assim: 
 
TI P O S D E M ED I D OR ES D E V EL O CI DA D E 
FIXO: instalado em local 
definido e em caráter duradouro. 
 
 
Controlador: fiscalizar o limite máximo de velocidade da via ou de seu 
ponto específico, sinalizado por meio de placa R-19; 
 
Redutor: obrigatoriamente dotado de display (um em cada faixa), destinado 
a fiscalizar a redução pontual de velocidade, por meio de sinalização R-19, 
em trechos críticos e de vulnerabilidade dos usuários da via. 
 
PORTÁTIL: medidor de velocidade com registro de imagem, usado ostensivamente como controlador em via ou em seu ponto 
específico, que apresente limite de velocidade igual ou superior a 60 km/h. Pode ser instalado: 
1. Em viatura caracterizada ESTACIONADA 
2. Em tripé 
3. Suporte fixo ou manual 
R EQ U I SI TO S M ETR OL Ó GI CO S E TÉCN I CO S 
Ser APROVADO pelo Inmetro e 
verificado por ele, ou entidade delegada, 
com periodicidade mínima de 12 meses. + 
✓ Registrar a velocidade medida do veículo em km/h; 
✓ Registrar a contagem volumétrica de tráfego; 
✓ Registrar a latitude e longitude do local de operação; e 
✓ Possuir tecnologia de Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR) 
I N STA LA ÇÃ O , OP ER A ÇÃ O E M ON I TO RA M EN TO D E M EDI D O RES D E V EL O CI D AD E 
Requisitos para instalação dos medidores: 
1. Controladores de Velocidade: LEVANTAMENTO técnico BIENAL, para verificação ou readequação da sinalização; 
2. Redutores de Velocidade: ESTUDO técnico ANUAL, em trechos críticos1, a fim de se comprovar a necessidade de seu uso. 
 
 
1 Trecho crítico: o segmento de via inscrito em área circular que concentre número de acidentes com 
mortes e lesões no trânsito considerado significativo, cujo raio é de: 
• 2.500 m nas vias rurais 
• 500 m nas vias urbanas ou rurais com características urbanas 
 
 
 
 
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MEDIDORES FIXOS 
 
Uso: é dispensada a presença da autoridade de trânsito e de seus agentes no local de operação de 
medidores de velocidade do tipo fixo. 
Instalação: NÃO PODEM ser afixados em árvores, marquises, postes de energia, passarelas ou outra obra 
de engenharia, de modo velado ou não ostensivo. 
MEDIDORES PORTÁTEIS 
 
Uso: fica RESTRITO às seguintes situações: 
Vias urbanas e rurais com 
características urbanas 
VMAX Permitida > 60km/h 
Vias rurais 
VMAX Permitida (rodovia) > 80km/h 
VMAX Permitida (estrada) > 60km/h 
Localização: deve ser divulgado na internet relação de trechos ou locais em que está apto a ser 
fiscalizado o excesso de velocidade. 
 
Manuseio: somente devem ser utilizados por autoridade de trânsito ou seu agente, no exercício regular 
de suas funções, devidamente uniformizados, em ações de fiscalização, NÃO PODENDO haver 
obstrução da visibilidade, do equipamento e de seu operador, por placas, árvores, postes, passarelas, 
pontes, viadutos, marquises, ou qualquer outra forma que impeça a sua ostensividade. 
L O CA I S D E F I SCA LI ZA ÇÃ O E SIN AL I ZA ÇÃ O 
 
Placa R-19 
Os locais de fiscalização com medidores FIXOS devem ser precedidos, obrigatoriamente, de placa R-
19. Para fins de fiscalização, é VEDADA a utilização de placa R-19 que não seja fixa. 
• Em vias com 2 ou mais faixas deve haver uma placa de cada lado ou suspensa sobre a via 
• Deve ser instalada a placa R-19 junto a cada medidor tipo fixo 
• Onde houver redução de velocidade, deve ser observada a existência de placas R -19, 
informando a redução gradual do limite de velocidade. 
Distâncias máximas entre a placa R-19 e o medidor: 
 Via urbana e rural com 
característica urbana 
Via rural 
Veloc > 80 km/h 400 a 500 m 1000 a 2000 m 
Veloc 3.500 kg 
 
 
 
 
 
 
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CA R A CTER I ZA ÇÃ O D A I NF R A ÇÃ O 
𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝐶𝑜𝑛𝑠𝑖𝑑𝑒𝑟𝑎𝑑𝑎 = 𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑀𝑒𝑑𝑖𝑑𝑎 − 𝐸𝑟𝑟𝑜 𝑀á𝑥𝑖𝑚𝑜 
Para sua consistência e regularidade, o auto de infração de trânsito (AIT) e a notificação de autuação (NA), além do disposto no 
CTB e na legislação complementar, DEVEM conter a imagem com a placa do veículo. 
Importante! O órgão ou entidade com circunscrição sobre a via deve dar PUBLICIDADE, por meio do seu site na internet, 
ANTES do início de sua operação, da relação de todos os medidores de velocidade existentes em sua circunscrição, contendo: 
1. Tipo 
2. Número de série 
3. Identificação do equipamento estabelecida pelo órgão, e, no caso do 
4. Tipo fixo: o LOCAL de instalação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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R ESO L U ÇÃ O 789 – F O R MA ÇÃ O D E CON DU TO R ES ( AN EX O I ) 
Tabela de Abrangência dos Documentos de Habilitação 
DOC CAT ESPECIFICAÇÃO 
A
C
C
 
– 
• Ciclomotores 
• Bicicletas dotadas originalmente de motor elétrico auxiliar, bem como aquelas que tiverem o dispositivo 
motriz agregado posteriormente à sua estrutura, em que se verifique, ao menos, uma das seguintes 
situações: 
a) Potência nominal > 350 W 
b) Velocidade máxima > 25 km/h 
c) Funcionamento do motor sem a necessidade de o condutor pedalar 
d) Dispor de acelerador ou dispositivo de variação manual de potência 
P
P
D
/C
N
H
 
A 
• Todos os veículos abrangidos pela ACC 
• Veículos, de 2 ou 3 rodas, com ou sem carro lateral ou semirreboque especialmente projetado para uso 
exclusivo deste veículo 
Obs: NÃO se aplica a quadriciclos, cuja categoria é a B 
P
P
D
/C
N
H
 
B 
• Tratores de roda e equipamentos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas 
• Quadriciclos de cabine aberta ou fechada 
• Veículos não abrangidos pela A | PBT 3.500 kg 
• Motor-casa | Peso > 6.000 kg | Lotação 8 lugares, EXCLUÍDO motorista 
• Motor-casa | Lotação > 8 lugares, EXCLUÍDO motorista 
C
N
H
 
E 
• Todos os veículos abrangidos pela B, C e D 
• Combinações com mais de uma unidade tracionada, independentemente da CMT ou PBTC 
• Combinações em que a UT se enquadre na B, C ou D e cuja UA tenha PBT > 6.000 kg ou Lotação > 8 lugares 
Legenda 
ACC – Autorização para Conduzir Ciclomotores 
PPD – Permissão para Dirigir 
CNH – Carteira Nacional de Habilitação 
CMT – Capacidade Máxima de Tração 
PBT(C) – Peso Bruto Total (Combinado) 
UT – Unidade Tratora 
UA – Unidade Acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada 
 
 
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R ESO L U ÇÃ O 810 – V EÍ CU LO S A CI D EN TA D O S ( CL A SSI FI CA ÇÃO E P R O CED IM EN TO S) 
O que você precisa saber antes de continuar 
 
Qual objetivo da Resolução 810? 
Ela trata da classificação de danos e os procedimentos para regularização, a transferência e a baixa dos 
veículos envolvidos em acidentes. 
 
Veículo Sinistrado 
Todo aquele envolvido em ocorrência de acidente de trânsito, dano ou qualquer outro evento que 
OCASIONE AVARIA em uma ou mais partes do veículo. 
 
Boletim de Ocorrência de Acidente de Trânsito (BAT) 
É o documento que contém os dados sobre o acidente de trânsito, relacionados à via, ao veículo, à vítima / 
pessoa /condutor e ao acidente propriamente dito. 
O BAT é gerado pelo agente / autoridade de trânsito. Contudo, hoje existe a figura do registro eletrônico 
de acidente, que possibilita o registro de acidente SEM VÍTIMA por meio de declaração do próprio 
cidadão, mediante validação pelo agente / autoridade de trânsito, substituindo a lavratura do BAT. 
EXEMPLO – em MG, o registro pode ser feito em: https://www.mg.gov.br/servico/registrar-acidente-de-
transito-sem-vitima 
Procedimentos 
 
 
 
O cumprimento da avaliação e registro de dano NÃO dispensa a lavratura do BAT. Ambos procedimentos devem 
ser realizados concomitantemente.Avaliação do Dano 
Para cada tipo de veículo há um Anexo diferente na Resolução 810. No caso de combinações de veículos, a análise de danos deve 
ser realizada individualmente para cada veículo registrado. 
O custo x benefício de tentar decorar as inúmeras tabelas dos anexos é baixíssimo. Contudo, vale dar uma olhada por 
curiosidade. As informações mais importantes estarão aqui, no resumo. 
Classificação do Dano 
 
 
 
Ocorrência do 
Acidente
Agente ou autoridade 
de trânsito
Avaliação do dano
Conforme Anexos da resolução 810
Lavratura do BAT
Categoria do dano
Dano de Pequena Monta (DPM) 
ou sem danos
Dano de Média Monta (DMM) Dano de Grande Monta (DMG)
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https://www.mg.gov.br/servico/registrar-acidente-de-transito-sem-vitima
https://www.mg.gov.br/servico/registrar-acidente-de-transito-sem-vitima
Resoluções do Contran 
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Disposições Gerais 
 
Devem ser anexadas ao BAT imagens das LATERAIS direita e esquerda, da FRENTE e da TRAZEIRA do veículo 
acidentado, salvo se justificada a impossibilidade de juntada de imagens. 
 
A avaliação deve ser feita levando em consideração: 
1. Os danos provocados diretamente pela dinâmica do acidente; 
2. Os danos advindos do atendimento ao acidente (resgate, remoção, desobstrução da via, etc.) 
3. Outros danos preexistentes, sem relação com o acidente (devem constar também no campo observações) 
Assim como as imagens, a avaliação deve ser realizada preferencialmente quando os veículos estiverem 
em condições adequadas, especialmente, após o destombamento, socorro e desencarceramento de 
vítimas, entre outros. 
NA 
Quando, em virtude de circunstâncias excepcionais, a autoridade de trânsito ou seu agente não conseguirem 
verificar se um componente do veículo foi danificado, esse componente deve ser assinalado na coluna não 
avaliado ("NA") do respectivo "Relatório de Avarias", justificando-se no campo "observações “do relatório as 
razões pela qual ele não pôde ser avaliado. 
Para efeito de segurança no trânsito, um componente assinalado como “NA” deve ser considerado 
como danificado e computado na avaliação geral do veículo. 
 
Em caso de DMM ou DGM, o órgão ou entidade fiscalizadora responsável pelo BAT deve, em até 60 dias da 
data do acidente, expedir OFÍCIO acompanhado dos registros que possibilitaram a classificação do dano ao 
órgão executivo de trânsito do Estado / DF responsável pelo registro do veículo. 
• Envio: por meio eletrônico, excepcionalmente por meio postal 
• O ofício deve conter, de forma visível, o nome e a matrícula da autoridade de trânsito, do agente de 
fiscalização que o emitiu ou de seu superior hierárquico, sendo dispensável assinatura se os sistemas 
permitirem autenticidade dos registros. 
Restrição Administrativa 
O órgão executivo de trânsito do Estado /DF em que o veículo estiver registrado, deve incluir a RESTRIÇÃO ADMINISTRATIVA 
no cadastro em até 10 dias úteis após o recebimento do ofício citado acima. 
IMEDIATAMENTE após o lançamento da restrição administrativa o proprietário deve ser notificado, informando-o sobre as 
providências para a regularização ou baixa do veículo. 
 
Enquanto perdurar a restrição administrativa, é PROIBIDA a circulação do veículo nas vias públicas, sob 
pena de infringir o disposto no inciso VIII do art. 230 do CTB. 
Dano de Média Monta – DMM 
O DESBLOQUEIO – retirada da restrição adm. – do veículo que tenha sofrido DMM, com a emissão de novos CRV e CLA, só 
pode ser realizado pelo órgão ou entidade executivos de trânsito no qual o veículo esteja REGISTRADO. 
Exigências para desbloqueio de veículo com DMM: 
1. CRV e CLA originais, RG, CPF ou CNPJ e comprovante de residência do proprietário – ACEITOS em meio digital; 
 
2. Comprovação do serviço executado e das peças utilizadas, por NF de serviço acompanhada da NF das peças utilizadas; 
 
3. Certificado de Segurança Veicular (CSV) expedido por Instituição Técnica Licenciada (ITL), acreditada pelo Inmetro; e 
 
4. Comprovação da autenticidade da identificação do veículo mediante vistoria; 
 
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O órgão executivo no qual está registrado o veículo com DMM, de posse dos documentos acima, deve fazer constar no 
campo "observações" do CRV/CLA o número do CSV e a palavra "Sinistrado" ou a sigla "DMM", que deverá permanecer no 
documento e no cadastro do veículo na BIN mesmo após eventuais transferências de propriedade, município ou UF, até 
a baixa definitiva. 
Outras disposições 
• O desbloqueio ficará ainda vinculado à emissão de um novo CRV; 
• Caso não ocorra recuperação, o proprietário deve providenciar a baixa do veículo; 
• No caso de acidente em UF distinta da que o veículo está registrado, é FACULTADA ao proprietário a obtenção dos 
documentos 3 e 4 no próprio local onde o veículo se encontra; 
Dano de Grande Monta – DGM 
 
O veículo enquadrado na categoria "DGM" deve ser classificado como “IRRECUPERÁVEL" pelo 
órgão executivo de trânsito dos Estados /DF que detiver seu registro, devendo ser executada a baixa 
do seu cadastro. 
Reenquadramento do Dano 
Nos casos de DMM e DGM, o proprietário poderá apresentar recurso para reenquadramento do dano na categoria 
imediatamente inferior, sendo necessário, para tanto, o atendimento às seguintes exigências: 
• Nova avaliação técnica por engenheiro e respectivo laudo acompanhado de ART e assinatura do proprietário 
• Veículo deve estar nas mesmas condições em que se encontrava APÓS o acidente 
• Laudo acompanhado de imagens mostrando as seguintes vistas: 
 
Prazos: após a lavratura do BAT, o proprietário tem 90 dias para apresentar os documentos cima. Recebidas as informações, o 
órgão executivo de trânsito tem 15 dias úteis para avaliação, podendo requisitar apresentação do veículo. 
Havendo requisição do veículo, interrompe-se o prazo de avaliação, devendo o proprietário apresentá-lo em até 10 dias 
úteis, sob pena de indeferimento do recurso. 
Deferimento Tácito: transcorridos 60 dias para análise do recurso, o silêncio da autoridade competente importará aprovação 
tácita para todos os efeitos, do recurso. 
Disposições Finais 
Veículos objetos de roubo ou furto: caso tenham sofrido avarias em itens pontuáveis dos relatórios também estão sujeitos às 
disposições da Resolução, devendo ser elaborados BO e o BAT, encaminhando-os ao órgão executivo de trânsito de registro. 
 
Veículos transportados: caso envolvidos em acidentes de trânsito durante o transporte, aplica-se o disposto na Resolução. 
Deverá ser realizado relatório de avarias individualmente e independente do relatório de avarias do veículo transportador. 
 
Transferência de propriedade: o veículo classificado com DMM ou DGM poderá ter sua propriedade transferida somente para 
as companhias seguradoras, nos casos de acidentes em que, por força da indenização, se opere a sub-rogação nos direitos de 
propriedade. 
 
 
 
 
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Resoluções do Contran 
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R ESO L U ÇÃ O 30 – CA MP AN HA S P ERM AN EN TES D E SEG U RA N ÇA N O TRÂ N SI TO 
Sem prejuízo de outros, os principais fatores de risco a serem trabalhados serão: 
 Acidentes com pedestres 
 Ingestão de álcool 
 Excesso de velocidade 
 Segurança Veicular 
 Equipamentos obrigatórios e seu uso 
 
Os temas serão estabelecidos e aprovados anualmente pelo Contran.Para avaliar a eficiência, o Denatran irá oferecer 
as condições técnicas para que cada tema trabalhado seja monitorado antes e depois da implementação da campanha 
R ESO L U ÇÃ O 108 – R ESP O N SA BIL ID A D E P EL O P AG A M EN TO DE M U L TA S 
 
Fica estabelecido que o PROPRIETÁRIO do veículo será SEMPRE RESPONSÁVEL pelo pagamento da 
penalidade de multa 
A regra acima independe da infração cometida, até mesmo quando o condutor for indicado como condutor-infrator, 
não devendo ser registrado ou licenciado o veículo sem que o seu proprietário efetue o pagamento do débito de multas, 
excetuando-se as infrações resultantes de excesso de peso. 
R ESO L U ÇÃ O 110 – CA L END Á R IO D E R ENO V A ÇÃO D O L I CEN CIA M EN TO 
Os estados/DF têm liberdade para definirem as datas para a renovação dos licenciamentos anuais dos veículos registrados em 
seu território. Contudo, essa data deve respeitar os limites máximos da Resolução 110/2000, assim: 
Placa Final Prazo Máximo 
1 e 2 Setembro 
3, 4 e 5 Outubro 
6, 7 e 8 Novembro 
9 e 0 Dezembro 
 
Muita Atenção! As autoridades, órgãos, instituições e agentes de fiscalização de trânsito e rodoviário em TODO o território 
nacional, para efeito de autuação e aplicação de penalidades, quando o veículo se encontrar fora da UF em que estiver 
registrado, deverão adotar os prazos estabelecidos na tabela acima. 
Exemplo: seu carro, com placa final 2, está registrado em MG. Supondo que na tabela desse estado o prazo limite é julho. Em 
agosto, viajando para o RN, você é parado pela PRF e seu licenciamento estava vencido (você esqueceu de renovar). O que vai 
ocorrer? NADA, pois você está fora da jurisdição de MG, e o agente deve utilizar a tabela-padrão acima (prazo é setembro)! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Resoluções do Contran 
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R ESO L U ÇÃ O 300 – R EG UL A M EN TA O A R T. 60 D O CTB 
D o c o nd ut o r c on d en ad o po r d el i to d e t râ n sit o 
O condutor condenado por delito de trânsito deverá ser submetido, somente após trânsito em julgado da sentença condenatória, 
e aprovado nos seguintes exames: 
 
 
A autoridade de trânsito, após ser cientificada da decisão judicial, deverá notificar o condutor para entregar seu 
documento de habilitação (Autorização/Permissão/Carteira Nacional de Habilitação) fixando prazo não inferior a 48h, 
contadas a partir do recebimento. 
 D o c o nd ut o r en vo l vid o em ac i d en t e g ra ve 
No caso de acidente grave, é feita a reavaliação das condições do condutor para continuar a conduzir veículos, instaurando 
processo administrativo para tal. A instauração em si NÃO constitui impedimento ao exercício dos seus direitos. O condutor é 
notificado do processo para que apresente defesa ESCRITA, para que seja feita análise do processo administrativo. 
 
Acolhida as razões de defesa, o processo será arquivado, dando-se ciência ao interessado. 
 
Em caso de não acolhimento da defesa, ou do seu não exercício no prazo legal, a autoridade de trânsito determinará 
ao condutor a submissão aos exames no esquema acima + noções de primeiros socorros. 
D i sp o siç õ es Fi n a i s 
 
No curso do processo administrativo NÃO incidirá nenhuma restrição no prontuário do condutor, inclusive 
para fins de mudança de categoria do documento de habilitação, renovação e transferência para outra unidade da 
Federação, até a ciência da notificação. 
O processo administrativo deverá ser concluído no órgão executivo estadual de trânsito que o instaurou, mesmo que 
haja transferência do prontuário para outra unidade da Federação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
EXAMES
Aptidão física e mental 
Avaliação psicológica 
Escrito, sobre legislação de trânsito 
De direção veicular, realizado na via pública, em veículo da categoria para a qual estiver habilitado. 
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Resoluções do Contran 
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R ESO L U ÇÃ O 351 – V EI CU LA ÇÃ O D E M EN SAG EN S ED U CA TI V AS D E TR Â N SI TO 
A mensagem educativa de trânsito, em todo o território nacional, que for veiculada em peça publicitária de produto oriundo 
da indústria automobilístico ou afim (veículos, peças, etc.), observará padrão mínimo de apresentação. Exemplo: 
 
RÁDIO Apresentação da mensagem pelo locutor após a assinatura da marca anunciante 
TV Texto corpo 20, com tempo mínimo de permanência de 3s durante comerciais com duração >15 segundos 
JORNAL Apresentação da mensagem em fonte Arial 
REVISTA Apresentação da mensagem em fonte Arial 
OUTDOOR Apresentação da mensagem no rodapé do outdoor, em fonte Arial 
 
Responsáveis: Fabricante, o Montador, o Encarroçador, o Importador e o Revendedor 
Serão entre 3-6 mensagens por ano, de no máximo 6 palavras. Elas devem ser inseridas nas novas campanhas em até 60 
dias da publicação pelo Denatran. 
Fiscalização e Sanções: órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito 
NÃO SERÁ OBRIGATÓRIA a divulgação de mensagem educativa: 
• Vinhetas e chamadas de patrocínio veiculadas em rádio e TV 
• Anúncios com dimensões menores do que 20 cm², medidos em centímetros por coluna, publicados em jornais e revistas. 
R ESO L U ÇÃ O 558 – L I BRA S P A RA O CAN DI D A TO E CON DU TO R CO M D EF I CI ÊN CI A 
 
Os órgãos ou entidades executivas de trânsito dos Estados e do DF deverão disponibilizar às pessoas com 
deficiência auditiva, o intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, nas seguintes fases do processo de 
habilitação: 
 
01 Avaliação psicológica 
O intérprete deve se limitar a informar o candidato a 
respeito do conteúdo dos procedimentos administrativos 
atinentes aos exames e cursos do processo de habilitação, 
VEDADA interferência na tomada de decisões capaz de 
alterar o resultado da aferição da capacidade do candidato. 
A atuação do intérprete PODERÁ ser substituída 
por qualquer outro meio tecnológico hábil para 
interpretação da LIBRAS. 
02 Exame de aptidão física e mental 
03 Curso teórico técnico 
04 Curso de simulação de prática de direção veicular 
05 Exame teórico técnico 
06 Curso de prática de direção veicular 
07 Exame de direção veicular 
08 Curso de atualização 
09 Curso de reciclagem de condutores infratores 
10 Cursos de especialização 
 
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Resoluções do Contran 
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R ESO L U ÇÃ O 634 – R EG UL A R I ZA ÇÃ O D O NÚ M ER O D E I D EN TIF I CA ÇÃ O V EI CU LA R 
A resolução estabelece critérios para a regularização dos veículos de fabricação nacional ou importados com número de identificação 
que não atende à legislação brasileira para fins de registro e licenciamento no RENAVAM. 
A quais veículos se aplica? 
• Originários dos órgãos executivos de trânsito dos Estados e do DF 
• Doados ou incorporados a órgãos públicos 
• Objeto de decisões judiciais 
• De coleção 
• Leiloados 
• Importados cujo número de identificação veicular (VIN) não atende a norma ABNT NBR 6066 
• Representações diplomáticas, de repartições consulares de carreira ou organismos internacionais – deverão receber 
nova composição do VIN quando da alteração de propriedade 
Esses veículos receberão nova composição de VIN, aplicável apenas àqueles em que não for possível a regularização do 
nº de identificação conforma a norma ABNT NBR 6066. 
R ESO L U ÇÃ O 870 – P NA TR AN SAs ações do PNATRANS abordam as conexões da segurança no trânsito com a saúde, desenvolvimento, educação, 
equidade, igualdade de gênero, cidades sustentáveis, meio ambiente e mudança climática, assim como proporcionam o 
estabelecimento de interfaces com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). 
Si st em a Seg uro e d e V i sã o Zero 
Sistema Seguro e Visão Zero: a premissa básica de que o erro humano é inevitável, mas as mortes e ferimentos graves no 
trânsito não são, com base na compreensão mais profunda das causas das fatalidades e das lesões e com o objetivo de zerar o 
número de mortos e feridos graves no trânsito. 
São princípios de um sistema seguro de mobilidade: 
o Nenhuma morte no trânsito é aceitável 
o Os seres humanos cometem erros 
o Os seres humanos são vulneráveis a lesões no trânsito 
o A gestão da segurança no trânsito é integrada e proativa 
o A responsabilidade por evitar feridos e mortos no trânsito é compartilhada por quem projeta, constrói, gerencia, 
fiscaliza e usa as vias e os veículos e pelos agentes responsáveis pelo atendimento às vítimas 
M et a s d o P n a t ra n s 
 
No período de 10 anos é de reduzir: 
No mínimo à metade o índice nacional de mortos no trânsito por 10.000 veículos1 
e o de mortos no trânsito por 100.000 habitantes. 
Será ADMITIDA a tolerância de 0,5% da meta apurada para cada ano. 
 
1Frota Ativa (para fins de apurar o índice de 10.000 veículos): nº de veículos registrados que tenham sido licenciados ou que tiveram 
alguma infração de trânsito nos últimos 10 anos. 
Pilares do PNATRANS
Pilar 1
Gestão da Segurança 
no Trânsito
Pilar 2 
Vias Seguras
Pilar 3
 Segurança Veicular
Pilar 4 
Educação para o 
Trânsito
Pilar 5 
Atendimento às 
Vítimas
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Resoluções do Contran 
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O Contran deve fixar METAS ANUAIS para cada estado / DF, mediante propostas do Cetran, Contrandife e PRF, encaminhadas 
até 1º/ago de cada ano 
O bserva ç õ es I m p o rt an t es 
✓ As METAS podem ser revisadas pelo Contran a cada ano 
✓ O PNATRANS será revisado periodicamente a cada 2 anos, podendo ser estabelecidas revisões extraordinárias 
✓ A partir de 2028, a avaliação do cumprimento das metas passa a ser realizada conforme proposto pela ONU 
R ESO L U ÇÃ O 886 – ESP ECI F I CA ÇÕ ES, P R OD U ÇÃ O E EX P ED I ÇÃO D A CN H 
A CNH será expedida em meio físico e/ou digital, à ESCOLHA DO CONDUTOR, em modelo único: 
 
CNH conterá 2 números de identificação NACIONAL e 1 número ESTADUAL, sendo: 
Número do Registro Nacional 
- 9 caracteres + 2 dígitos verificadores 
- nº único, vinculado ao condutor, não 
podendo ser reutilizado para outro 
Número do Espelho da CNH 
- 9 caracteres + 1 dígito verificador 
- nº que identifica cada CNH expedida 
Número do Formulário RENACH 
- 11 caracteres 
- nº de identificação estadual 
Observações: 
• Os dados variáveis serão identificados por numeração específica 
• Restrições médicas e a informação sobre atividade remunerada deverão ser informados em campo específico 
• QR Code armazena todas as informações dos dados variáveis, inclusive fotografia, EXCETO assinatura do condutor 
• PPD e ACC terão mesmo modelo da CNH 
D a Exp ed iç ã o D a Ca rt ei ra N ac i o n a l D e Ha bi l it a ç ão 
A expedição da CNH se dará quando: 
1. Da OBTENÇÃO da PPD, somente para as categorias "A", "B" ou "A" e "B", com validade de 1 ano 
2. Da SUBSTITUIÇÃO da PPD pela CNH definitiva, ao término do prazo de validade de 1 ano da PPD 
3. Da ADIÇÃO de categoria 
4. Da solicitação de emissão de SEGUNDA versão física da CNH 
5. Houver a REABILITAÇÃO do condutor 
6. Da ALTERAÇÃO DE ALGUM DOS DADOS impressos na CNH 
7. Da SUBSTITUIÇÃO do documento de habilitação estrangeira 
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CNH EM MEIO ELETRÔNICO 
A CNH, em meio eletrônico (CNHe) será expedida, armazenada e disponibilizada ao condutor pelo órgão máximo executivo de 
trânsito da UNIÃO. 
Quando o condutor optar pelo documento em meio físico, ele será produzido, personalizado e impresso por EMPRESAS 
CREDENCIADAS e EXPEDIDA pelos ÓRGÃOS ou ENTIDADES EXECUTIVOS de trânsito dos Estados / DF. 
 
R ESO L U ÇÃ O 897 – I MP L EM EN TA ÇÃ O D O PR O G RA M A R O D O VID A 
 
Programa Rodovida: conjunto de ações organizadas, coordenadas e integradas, voltadas para a 
segurança viária, com INÍCIO em dezembro e TÉRMINO no domingo após o feriado de carnaval do 
ano seguinte 
 
As diretrizes para execução do Programa Rodovida são estabelecidas conforme os seguintes pilares do PNATRANS: 
1. Pilar 2 - Vias Seguras: 
2. Pilar 4 - Educação para o Trânsito: 
3. Pilar 6 - Normatização e Fiscalização: 
P ri n c íp i o s F un d am en t a i s 
 Nenhuma morte no trânsito é aceitável 
 Os seres humanos cometem erros e são vulneráveis a lesões no trânsito 
 A gestão da segurança no trânsito deve ser integrada e proativa 
 A responsabilidade por evitar mortes e lesões no trânsito é compartilhada por todos os envolvidos com planejamento, 
coordenação, controle, fiscalização, projeto, construção, gerenciamento, fiscalização e utilização das vias e dos veículos 
e, ainda, pelos agentes responsáveis pelo atendimento às vítimas, dentro das respectivas competências legais 
A ç õ es do R o do vi d a 
 
R esul t a d o s 
• Relatórios MENSAIS 
• Disponibilizados nos sítios eletrônicos 
• O órgão máximo executivo de trânsito da União poderá solicitar, a qualquer tempo, os relatórios dos entes do SNT 
 
 
 
 
 
 
 
 
As ações serão 
realizados por 
meio de...
Fiscalização de trânsito coordenada e integrada
Adoção de medidas de curto prazo e de baixa complexidade na melhoria da 
infraestrutura viária
Campanhas educativas permanentes de conscientização para o trânsito
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Resoluções do Contran 
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R ESO L U ÇÃ O 926 – P AD R O NI ZA P R O CED IM EN TO S D E A U TUA ÇÕ ES E N O TI FI CA ÇÕ ES 
D a s D i sp o si çõ es P rel i mi n a res 
 
 Auto de Infração de Trânsito (AIT) 
Constatada a infração (por autoridade, agente ou equipamento) será lavrado o AIT, lavrado: 
• Por anotação em documento próprio 
• Por registro em talão eletrônico (não necessita de impressão, mas se o for, será dispensada assinatura da autoridade) 
• Por registro em sistema eletrônico, quando a infração for comprovada por equipamento (referendado por autoridade) 
 Notificação de Autuação (NA) 
Após a verificação da regularidade e da consistência do AIT, a autoridade de trânsito expedirá, no prazo máximo de 30 dias 
contados da data da constatação da infração, a NA dirigida ao infrator 
Poderá ser apresentada defesa da autuação pelo infrator devidamente identificado até a data constante na NA. 
O AIT valerá como NA quando for assinado pelo infrator. 
AIT deverá conter o prazo para apresentação de defesa da autuação, não inferior a 30 dias. 
D a D efesa D a A ut ua ç ã o 
Interposta a defesa da autuação, caberá à autoridade competente apreciá-la, inclusive quanto ao mérito. 
 ACOLHIDA a defesa da autuação, o AIT será cancelado, arquivado e a autoridade comunicará o fato ao infrator. 
 Não sendo interposta defesa no prazo previsto ou não acolhida, a autoridade aplicará a penalidade de MULTA. 
D a P en al i d ad e D e M ult a 
A NP de multa deverá ser enviada ao infrator, responsável pelo

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