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Profa. Mara Cláudia Azevedo Pinto Dias @nutricionistamaraclaudiadias Prof. Heitor Bernardes P. Delfino Profa. Juliana Lauar Gonçalves Dietoterapia na Doença Renal Diretrizes nacionais internacionais e recentes,BRASPEN, a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e a Associação Brasileira de Nutrição (ASBRAN) KDOQI https://www.kidney.org/professionals/ guidelines https://www.kidney.org/professionals/ guidelines/guidelines_commentaries https://www.kidney.org/professionals/guidelines https://www.kidney.org/professionals/guidelines http://www.kidney.org/professionals/ http://www.kidney.org/professionals/ O objetivo deste consenso foi identificar termos selecionados em nutrição, a partir da terminologia internacional, que podem facilitar o treinamento de nutricionistas especializados em nutrição renal no Brasil. Também foi objetivo identificar instrumentos de triagem e de diagnóstico de desnutrição validados, que possam ser padronizados na prática profissional desses nutricionistas. Funções do Rim � Eliminação de produtos tóxicos do metabolismo � Conservação de substâncias essenciais para a vida Os rins são órgãos reguladores! Riella & Martins; Nutrição e o Rim, 2013 ü Manutenção do volume líquido, osmolalidade, concentrações de eletrólitos, equilíbrio acidobásico variação na excreção de H2O e íons (Na+, K+, Cl-, Ca++, Mg++, PO4 ++); reabsorção de HCO3 - ü Excreção de produtos finais do metabolismo Ureia, ácido úrico, fosfatos, sulfatos, e também drogas e medicamentos ü Produção e secreção de hormônios e enzimas • regulação hemodinâmica sistêmica e renal → renina, angiotensina II, prostaglandinas, bradicinina (vasodilatador) • maturação de hemácias na medula óssea → eritropoetina • regulação no balanço de cálcio, fósforo e metabolismo ósseo → forma mais ativa da Vitamina D Riella & Martins; Nutrição e o Rim, 2013 PRINCIPAIS FUNÇÕES DOS RINS Função excretória é a mais importante! Funções do Rim Riella & Martins; Nutrição e o Rim, 2013 NKF/DOQI-National Kidney Foundation/Clinical Practices Guidelines for Chronic Kidney Disease Doença Renal Crônica � Síndrome clínica caracterizada pela perda lenta, progressiva e IRREVERSÍVEL das funções renais � Presença de dano renal ou redução das funções renais por um período igual ou > a 3 meses, independente da etiologia ¡ presença de anormalidades estruturais e funcionais do rim por > 3 meses acompanhadas ou não de redução da função renal ou, ¡ taxa de filtração glomerular (TFG) 4,0 Vida média longa (17 a 19 dias). Aumenta na desidratação) Pré-albumina (mg/dL) 19 a 38 >30 Reduz na inflamação. Pode estar aumentada por reduzido catabolismo renal. Transferrina (mg/dL) 250 a 450 DLN Reduz na inflamação. Aumenta na deficiência de ferro. Reduz na sobrecarga de ferro. Creatinina (mg/dL) 0,6 a 1,2 Diálise > 9 Não pode ser usada na fase não dialítica. Contagem total de linfócitos (mm3) 1.500 a 4.000 DLNda dislipidemia Correção da anemia e da acidose metabólica Prevenção e o tratamento da obesidade e da desnutrição CUPPARI, 2018 Riella & Martins; Nutrição e o Rim, 2013 Riella & Martins; Nutrição e o Rim, 2013 Recomendações Nutricionais-DRC � A maneira pela qual a diminuição da quantidade de proteína ingerida pode influenciar na progressão da doença parece ser multifatorial e inclui: � ↓ pressão intra-glomerular; � ↓ produção de produtos nitrogenados tóxicos � ↓ sintomatologia urêmica � Prolonga o tempo para a entrada em diálise RECOMENKAÇÕES NUľRICIONAIS NA KRC ľíatado dc �"tíição c dictotcíapia/L"cia�a Rossi, Fabia�a Poltío�icíi 1. cd. -RJ: G"a�abaía Kooga�, 2019 ATENÇÃO!!! Recomendações Nutricionais-DRC � Os cetoácidos compreendem a mesma cadeia carbônica de um aa essencial porém, sem o nitrogênio � São análogos de aminoácidos essenciais que podem ser usados em pacientes com doença renal crônica. Eles são suplementos industriais que podem ser tomados na forma de comprimidos, e são recomendados em conjunto com uma dieta com poucas proteínas. � Os cetoácidos são estruturas semelhantes aos aminoácidos essenciais, mas sem o grupo amina. � No fígado o cetoácido recebe um nitrogênio excedente na circulação sanguínea, formando assim o aminoácido essencial correspondente � Dessa forma é possível utilizar o excesso de nitrogênio circulante e suprir as necessidades de aa essenciais Recomendações Nutricionais-DRC RECOMENDAÇÕES FÓSFORO, POTÁSSIO E SÓDIO NA DRC BRASPEN, 2021 Hiperfosfatemia é, normalmente, observada quando a TFG está abaixo de 45 mL/min Não define quantidades, mas recomenda ajustes na ingestão alimentar de fósforo para manter os níveis séricos do mineral nas variações normais Além da restrição de alimentos fontes, o método de cocção também pode influenciar significativamente no teor de potássio dos alimento TFG ≥60 mL/min por 1,73 m² normal Recomendações Nutricionais-DRC � Potássio � Individualizado - pode não haver necessidade de restrição � Restrição em pacientes DRC com o K sérico elevado (> 5,5 mEq/l)= 50 a 70mEq/dia � Cocção de hortaliças e leguminosas: reduz em média 60% da concentração de K dos alimentos Recomendações Nutricionais-DRC Recomendações Nutricionais Fósforo � A concentração sérica deve ficar entre 2,7 e 4,6mg/dL � Além dos alimentos protéicos - bebidas a base de cola, cervejas, oleaginosas, vísceras e produtos industrializados RECOMENKAÇÕES NUľRICIONAIS NA DRC § Cálcio: § No tto conservador, a quantidade de cálcio da dieta torna-se reduzida, jáque os alimentos fontes de cálcio também são fontes de proteínas § Pode ser necessária a suplementação de cálcio, que deve ser ingerido distante dos horários das refeições § Ferro § A suplementação com sais de ferro no tto conservador pode ser necessária em razão da reduzida ingestão de carne. CUPPARI, L., Nutrição nas Doenças Crônicas Não-Transmissíveis. 1ª ed. São Paulo: Manole, 2009. ANEMIA NA DRC COZZOLINO, Silvia Maria Franciscato. Biodisponibilidade de nutrientes. 5. ed. Barueri, SP: Manole, 2016. xxix, 1443 p. § Definição: níveis de hemoglobinasempre que possível, utilizar ferramentas validadas nessa população: �Avaliação Global Subjetiva (AGS) e �Malnutrition Inflammation Score (MIS) � Ambos foram validadas por inúmeros estudos ASPEN, 2014 Avaliação Nutricional Terapia Renal Substitutiva Avaliação Nutricional • Avaliação antropométrica: cuidado com o momento de fazer a avaliação • Após a hemodiálise • Pacientes em CAPD→ descontar o peso do volume infundido Terapia Renal Substitutiva � Parâmetros bioquímicos � Proteínas viscerais (albumina, pré-albumina, transferrina) � Proteína somática (creatinina) � Competência imunológica � Uréia, creatinina, e colesterol podem auxiliar DRC pode alterar os valores dessas medidas, interpretação deve ser feita com cautela! Avaliação Nutricional Terapia Renal Substitutiva � Consumo alimentar � Avaliar adequação da ingestão alimentar � Monitorar adesão do paciente ás orientações dietéticas � R24h: pacientes em HD um dia em tratamento e outro com tratamento dialítico � Recordatório 3-7 dias: pelo menos um dos dias de sessão; ingestão hídrica deve ser detalhada � Questionário de frequência: avaliar alimentos relevantes na DRC: fontes de fósforo, proteína, sódio e potássio Avaliação Nutricional Terapia Renal Substitutiva Avaliação Nutricional Recomenda-se a aplicação de um conjunto de métodos, que inclui história global e alimentar, exame físico detalhado, medidas antropométricas e testes bioquímicos diagnóstico nutricional adequado Critérios para desnutrição ASPEN, 2014 Específico para doentes renais BRASPEN, 2021 GANHO DE PESO INTERDIALÍTICO (GPID) Peso é sempre aferido antes e depois dasessão. O peso entre uma sessão e outra (GPID): Para pacientes em HD, o GPID deficiente ou excessivo está relacionado com aumento do risco de morbidade e mortalidade. O GPID deficiente tem relação com ingestão alimentar baixa e desnutrição. Portanto, pode ser bom indicador de risco nutricional. O excesso de GPID tem relação com a ingestão elevada de sódio e de líquido As consequências diretas da retirada de excesso de GPID na diálise são a SEDE E XEROSTOMIA. A sede tem relação com osmolaridade sérica alta, devido à ingestão elevada de sódio e pela própria uremia, ocorre, geralmente, após a sessão de HD, e segue por horas após, devido à perda de água e sódio durante o procedimento MANEJO NUTRICIONAL NA TRR Líquidos (qualquer tipo): 500mL + volume de diurese 24h. Pacientes anúricos em HD orienta-se ingestão hídrica de,no máximo,1 L/dia. ü Água, sucos, refrigerantes,frutas,hortaliças, iogurte/leite,gelatinas, chás,sopas,etc ü Saciar sede:água com gotas de limão ü Evitas alimentos muito salgados e/ou doces CUPPARI, L., Nutrição nas Doenças Crônicas Não-Transmissíveis. 1ª ed. São Paulo: Manole, 2009. Para pacientes com dificuldade em controlar o ganho de peso interdialítico,recomenda-se medir o consumo de líquidos de 1 dia não dialítico,para que se obtenha o real consumo de líquidos por dia Terapia Renal Substitutiva Recomendações de ENERGIA para pacientes em diálise Pasticci et al . Nutritional management of stage 5 chronic kidney disease. Journal of Renal Care38(1), 50-58, 2012 Recomendações de ENERGIA para pacientes em HEMODIÁLISE Pasticci et al . Nutritional management of stage 5 chronic kidney disease. Journal of Renal Care38(1), 50-58, 2012 Recomendações de ENERGIA para pacientes em DIÁLISE PERITONEAL Pasticci et al . Nutritional management of stage 5 chronic kidney disease. Journal of Renal Care38(1), 50-58, 2012 Terapia Renal Substitutiva Para pacientes em CAPD deve considerar a oferta de energia proveniente da absorção de glicose contida na solução de diálise •Normalmente, em pacientes com capacidade de transporte peritoneal adequado, aproximadamente 60% da glicose infundida são absorvidos e este deve ser considerado no cálculo da dieta •Em um programa padrão de CAPD 100 a 150 g de glicose são absorvidas por dia (400 a 600Kcal) Recomendações de PROTEÍNA para pacientes em diálise Pasticci et al . Nutritional management of stage 5 chronic kidney disease. Journal of Renal Care38(1), 50-58, 2012 CONDUTA NUTRICIONAL MICRONUTRIENTES: As perdas durante o procedimento dialítico estão entre as causas mais importantes de depleção de micronutrientes. Aspectos nutricionais na lesão renal aguda. Rev Assoc Med Bras 2011; 57(5):600-606 Terapia Renal Substitutiva Recomendações de FÓSFORO para pacientes em diálise Pasticci et al . Nutritional management of stage 5 chronic kidney disease. Journal of Renal Care38(1), 50-58, 2012 Terapia Renal Substitutiva Terapia Renal Substitutiva Terapia Renal Substitutiva Recomendações Nutricionais Fósforo � É importante avaliar a relação fósforo/proteína e optar por aqueles com menores valores � Além dos alimentos proteicos - bebidas a base de cola, cervejas, oleaginosas, vísceras e produtos industrializados Recomendações de POTÁSSIO para pacientes em diálise Pasticci et al . Nutritional management of stage 5 chronic kidney disease. Journal of Renal Care38(1), 50-58, 2012 Terapia Renal Substitutiva Recomendações de SÓDIO e FLUIDOS para pacientes em diálise Terapia Renal Substitutiva Aspectos da Dieta Oral � Alteração do paladar: melhorar o sabor dos alimentos, adicionando especiarias, alho, cebola, óleo, o vinagre, limão � Saciedade precoce ou a falta de apetite: pequenas e frequentes refeições deve ser recomendadas � Fadiga (depois de uma sessão de diálise), a solidão, a falta de apoio social: comida pronta ou comida rapidamente cozido pode ser indicada Terapia Nutricional na TRS � Suplementos Nutricionais Orais � Módulos � Ingestão alimentar insuficiente Terapia Nutricional na TRS � Fórmulas Enterais � Limitação com experiência/estudos em pacientes em TRS com nutrição por sonda � Fórmulas padrão � Fórmulas específicas para DRC � Para pacientes em CAPD fórmulas com menor conteúdo de CHO pode ser interessante! � Monitorar eletrólitos!! Terapia Nutricional na TRS � Nutrição Parenteral � Considerada somente após tentativas mal sucedidas de alimentação por via oral e sonda � Limitação com experiência/estudos em pacientes em TRS com nutrição parenteral � O uso de fórmulas parenterais específicas não tem suporte em estudos controlados Transplante (TX) Renal Transplante (TX) Renal �Uma das alternativas para o doente renal crônico �Contra-indicado em casos de DM e DCV �Pode apresentar problemas como: infeccções oportunistas e neoplasias �Risco de rejeição → terapia imunossupressora TX renal – Implicações Nutricionais � Tx renal é visto como alternativa para escapar de restrições alimentares impostas pela DRC Pouca atenção é dirigida aos aspectos nutricionais Existem fatores de risco nutricional de natureza diversa e são caracterizados de acordo com a fase do TX Fatores de Risco Nutricional Período pré-transplante �Candidato ao tx renal → indivíduo em tratamento dialítico Ä Todos os fatores de risco nutricional dessa população aplicam-se ao paciente pré tx: -Desnutrição -Dislipidemia -Resistência à insulina -Hipertensão -Desequilíbrio no metabolismo do Ca, P e Vit. D Fatores de Risco Nutricional � Período pós transplante imediato �Catabolismo intenso → estresse da cirurgia + altas doses de imunossupressores � Corticoides→↑ gliconeogênese hepática →aumento no catabolismo e diminuição do anabolismo de proteínas Efeito exacerbado no paciente desnutrido Fatores de Risco Nutricional � Período pós transplante tardio �Vários problemas nutricionais � Terapia imunossupressora associada a múltiplos efeitos colaterais em longo prazo Hipercatabolismo proteico, obesidade, dislipidemia, intolerância á glicose, hipertensão SÍNDROME METABÓLICA E ATEROSCLEROSE Fatores de Risco Nutricional � Período pós transplante tardio Obesidade → maior e mais sério risco nutricional em longo prazo Causas prováveis: Terapia imunossupressoraReversão do estado urêmico Estilo de vida sedentário Métodos de Avaliação Nutricional � AGS � História � Inquéritos alimentares (R24h; Registro alimentar, QFA) � Exame físico � Medidas corporais � Exames laboratoriais Recomendações Diárias de Nutrientes PÓS TRANSPLANTE IMEDIATO Energia 30-35kcal/kg peso atual Proteína 1,3-1,5g/kg peso atual Lipídeos 30-35% do total energético Zinco Se necessário, suplementar para promover a cicatrização da ferida Líquidos Normal. Se houver disfunção do enxerto, restringir Riella & Martins; Nutrição e o Rim, 2013 Recomendações Diárias de Nutrientes PÓS TRANSPLANTE TARDIO Energia 25-30kcal/kg peso atual Proteína 0,8g/kg peso atual Lipídeos ≤30% do total energético ( poli-insaturada) Colesterol 10% do peso Clinicamente significativa 5 a 10% Indicador precoce de risco aumentado para depleção nutricional 90), potássio sérico 7,0 meq/l (3,5-5,5). com essas informações, responda as questões 1 e 2. � 1) Considerando o diagnóstico de DRC, nesse momento, qual a prescrição dietética para o paciente: a) Dieta hiperproteica (1,2g/kg) e restrição hídrica. b) Dieta normoproteica (1,0g/kg) e hipocalêmica. c) Dieta muito hipoproteica (0,3g/kg) e hipercalêmica. d) Dieta normoproteica (0,6g/kg) e hipercalêmica. e) Dieta hipoproteica (0,6g/kg) e hipocalêmica. Exercícios – Lista 1 � 2) Após algumas semanas de internação, o paciente J.M.S., 48 anos, sexo masculino, apresenta piora da função renal e inicia terapia de substituição renal (hemodiálise), os exames laboratoriais apresentam-se assim: creatinina 8,2 mg/dl (0,8-1,2), ureia 112 mg/dl (10-45), TFG 10 ml/min (>90), potássio sérico 6,6 meq/l (3,5-5,5), diurese 300 ml/dia. Considerando a situação atual, qual a prescrição dietética nesse momento: a) Dieta hipoproteica (0,6g/Kg), normocalêmica e aumento da oferta hídrica. b) Dieta hiperproteica (1,2g/Kg), hipocalêmica e restrição hídrica. c) Dieta normoproteica (1,0g/Kg), hipercalêmica e restrição hídrica. d) Dieta hiperproteica (2,0g/Kg), hipercalêmica e aumento da oferta hídrica. e) Dieta muito hipoproteica (0,3g/Kg) e suplementação com cetoácidos. Exercícios – Lista 1 � 3) Quais recomendações nutricionais diárias são indicadas para um paciente transplantado renal, na fase de pós transplante imediato, com índice de massa corporal prévio indicando eutrofia, sem disfunção do enxerto, sem hipertensão e demonstrando lenta cicatrização da ferida operatória? a) 30 a 35 kcal/kg de peso atual, 50% de carboidrato; 1,5 a 2,0 g de proteína/kg de peso ideal corrido; até 35% de lipídios; 2400 mg de sódio; suplementação de zinco e ingestão hídrica sem necessidade de restrição.b) 25 a 30 kcal/kg de peso atual, 50% de carboidrato; 0,8 a 1,0 g de proteína/kg de peso atual; até 30% de lipídios; 2400 mg de sódio; suplementação de selênio e ingestão hídrica restringida ao volume de urina excretado em 24 horas. c) 30 a 35 kcal/kg de peso atual, 50% de carboidrato; 1,3 a 1,5 g de proteína/kg de peso atual; até 35% de lipídios; 2400 mg de sódio; suplementação de zinco e ingestão hídrica sem necessidade de restrição. d) 25 a 30 kcal/kg de peso atual, 50% de carboidrato; 1,0 a 1,5 g de proteína/kg de peso ideal corrigido; até 30% de lipídios; 2400 mg de sódio; suplementação de arginina e ingestão hídrica restringida ao volume de urina excretado em 24 horas. APONTE OS ERROS NAS QUESTÕES INCORRETAS. Exercícios – Lista 1 � 4) Com base na fisiopatologia e no tratamento da DRC, explique o motivos das recomendações proteicas serem maior no paciente em tratamento dialítico do que no paciente em tratamento conservador.