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Educação Física Bacharelado TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Álvaro pedrosa Viana - RGM 27404501 Mirian Zioto Lopes de Almeida - RGM - 34077871 Mateus Entrago da Silva - RGM – 36522279 Teófilo dos Santos Leitão - RGM 36948012 Jackson Fernandes Medina - RGM- 33744505 Douglas Tourança Pereira - RGM- 28610105 2024 Influência da atividade física na prevenção da obesidade infantil. INFLUÊNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA NA PREVENÇÃO DA OBESIDADE INFANTIL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Disciplina “Pesquisa em Educação Física II” como requisito parcial para a Conclusão do Curso Educação Física bacharel da Cruzeiro do Sul Educacional PROFESSOR RESPONSÁVEL Prof. Luciano do Amaral Dornelles Influência da atividade física na prevenção da obesidade infantil. Trabalho de Conclusão de Curso. Curso de Educação Física Bacharelado. Cruzeiro do Sul Educacional, 2024. RESUMO A obesidade é um dos maiores problemas de saúde da atualidade, ainda mais agravante quando falamos em obesidade infantil isso atinge crianças e adolescentes de todas as idades e classes sociais. O presente estudo traz como tema: Influência da atividade física na prevenção da obesidade infantil. A pesquisa de cunho literário, dada através de revisão de artigos científicos da atualidade visa buscar entender o fenômeno, determinar causas e impactos e como a atividade física tem papel crucial como forma de prevenção da patologia. Palavras-chave: obesidade; prevenção; criança; adolescente; saúde LISTA DE TABELAS (SE HOUVER) Tabela 1. Estudos selecionados para o trabalho .............................................................xx Tabela 2. Principais achados da revisão..........................................................................xx LISTA DE FIGURAS (SE HOUVER) Figura 1. Ilustração de diferentes tipos de esportes coletivos ........................................xx Figura 2. Representação da prevalência de diferentes faixas estárias ............................xx LISTA DE SIGLAS, ABREVIAÇÕES E SÍMBOLOS (SE HOUVER) EF - Educação Física xx SUMÁRIO RESUMO iv ABSTRACT v LISTA DE TABELAS vi LISTA DE FIGURAS vii LISTA DE SIGLAS, ABREVIAÇÕES E SÍMBOLOS viii 1 INTRODUÇÃO ...........................................................................................................01 1.1 Apresentação do tema................................................................................................01 1.2 Justificativa................................................................................................................xx 1.3 Objetivos....................................................................................................................xx 1.3.1 Objetivos Gerais.....................................................................................................xx 1.3.2 Objetivos Específicos (se houver)..........................................................................xx 2 METODOLOGIA.........................................................................................................xx 2.1 Características do Estudo..........................................................................................xx 2.2 Critérios e caracterização da busca............................................................................xx 3 RESULTADOS............................................................................................................xx 3.1 Apresentação dos resultados da revisão de literatura................................................xx 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS.......................................................................................xx 5 REFERÊNCIAS...........................................................................................................xx 6 ANEXOS......................................................................................................................xx 1. INTRODUÇÃO Apresentação do Tema A obesidade é um dos maiores problemas de saúde da atualidade, ainda mais agravante quando falamos em obesidade infantil isso atinge crianças de todas as classes sociais. O presente estudo traz como tema: Influência da atividade física na prevenção da obesidade infantil. A pesquisa de cunho literário, dada através de revisão de artigos científicos da atualidade visa buscar entender o fenômeno, determinar causas e impactos e como a atividade física tem papel crucial como forma de prevenção da patologia. Justificativa A obesidade é um dos maiores problemas de saúde da atualidade. A qualidade de vida relacionada à saúde é reduzida em pessoas com obesidade. As comorbidades da patologia, incluindo diabetes mellitus tipo 2, doenças hepáticas gordurosa, doenças cardíacas e depressão, são mais prováveis em crianças, adolescentes e naqueles com obesidade grave. O levantamento mostra, entre 2021 e 2022, um recuo de 9,5% no número de crianças com excesso de peso e de 4,8% de adolescentes. Apesar do recuo, no entanto, as quantidades seguem altas. Em 2022, 14,2% das crianças brasileiras até cinco anos estavam com excesso de peso. Entre os adolescentes, o número é ainda maior: 31,2% deles estava com sobrepeso ou obesidade. Tendo como característica principal da pesquisa, influência da atividade física na prevenção da obesidade infantil, visto que este cenário é propício para aplicação de um projeto de pesquisa pautado no combate e na prevenção da patologia já na infância, visando mostrar durante sua revisão literária a importância da atividade física como forma de prevenção. Tendo como referências temas como doenças cardiovasculares e diabetes como consequências da doença além de problemas sociais e psicológicos como o bullying, ressaltando que a atividade física e uma dieta equilibrada possuem grande papel para prevenção. O desenvolvimento e a implementação de intervenções para prevenir a obesidade pediátrica em crianças e adolescentes. Neste contexto abordado visou-se explorar como a atividade física pode auxiliar de forma preventiva. Objetivos O presente estudo visa entender quais os fatores que levam a obesidade infantil e como a atividade física pode auxiliar na prevenção, a partir de diagnostico, fatores predominantes e prevenção. Objetivos Gerais Diagnostico Embora provavelmente não sejam ideais para todos os segmentos da população pediátrica, estes padrões têm sido aplicados a todas as crianças em todo o mundo, independentemente da etnia, do estatuto socioeconómico e do tipo de alimentação. As seguintes definições baseadas no IMC (índice de massa corporal), são usadas para sobrepeso e obesidade em crianças. Obesidade: IMC igual ou superior ao percentil 95 para idade e sexo. Obesidade grave: IMC igual ou superior a 120% do percentil 95, ou IMC igual ou superior a 35 kg/m2 (o que for menor). Alguns especialistas recomendam classificar a obesidade em 3 classes: Classe I obesidade (IMC igual ou superior de 120% do percentil 95), Classe II (IMC igual ou superior a 120% até menos de 140% do percentil 95), Classe III (IMC igual ou superior a 140% do percentil 95). A circunferência da cintura e a relação cintura-quadril podem ser usadas para avaliar a obesidade abdominal, enquanto a espessura das dobras cutâneas é útil como um indicador de adiposidade. Fatores predominantes. A obesidade infantil é consequência da interação entre um conjunto complexo de fatores relacionados ao meio ambiente, à genética e aos efeitos ecológicos, como a família, a comunidade e a escola. Os fatores etiológicos da infância são extremamente complexos. O sofrimento psicossocial e emocional contribui para o ganho excessivo de peso nas crianças através de estratégias de enfrentamento inadequadas, como comer para suprimir emoções negativas, regulação positiva do apetite e inflamação de baixo grau. Demonstrou- se que os comportamentos alimentares em crianças e o risco de obesidade infantil estão associadosaos estilos de alimentação dos pais, estresse e depressão. Vários fatores no atual ambiente “obesogênico” resultaram no aumento do consumo calórico, como o aumento do uso de bebidas açucaradas, lanches doces, fast food contendo excesso de gordura, porções grandes e alimentos com alto índice glicêmico. As mudanças no ambiente que contribuem para o aumento da ingestão calórica têm sido acompanhadas por fatores que predispõem à diminuição do gasto calórico, como a redução dos níveis de atividade física e o aumento do tempo gasto em atividades sedentárias, como o uso de televisão, computadores, telefones e tablets. O uso de jogos eletrônicos também tem sido associado à obesidade durante a infância. Fatores Genéticos Os fatores hereditários parecem ser responsáveis por 30% a 50% da variação na adiposidade. Embora a obesidade poli genética seja de longe a mais comumente observada, vários defeitos genéticos únicos e síndromes associadas à obesidade foram identificados. No entanto, estes representam menos de 1% da obesidade infantil em centros de cuidados terciários.56,57 Crianças com síndromes genéticas associadas à obesidade normalmente apresentam obesidade de início precoce e características, características no exame físico, como baixa estatura, características dismórficas, atraso no desenvolvimento ou deficiência intelectual (retardo mental), alterações na retina ou surdez. A síndrome de Prader-Willi é a síndrome mais comum associada à obesidade e as crianças apresentam hipotonia e dificuldades alimentares durante a infância (frequentemente com atraso no crescimento), seguidas de hiperfagia e subsequente desenvolvimento de obesidade. Prevenção Muitos dos fatores de risco descritos acima, relacionados com a dieta, a atividade física e o sedentárismo. Os programas de prevenção para crianças têm um efeito mais positivo sobre o IMC se as crianças forem mais novas: os melhores efeitos poderão ser demonstrados em crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos. As medidas de prevenção que melhoram o desenvolvimento de competências individuais para a seleção de alimentos saudáveis e o aumento da atividade física são bastante benéficos a elas.Os pais e cuidadores devem servir como modelos positivos. No contexto de uma creche ou jardim de infância as medidas que combinam a atividade física e otimização da oferta de restauração, bem como a promoção ou modelagem de bons hábitos alimentares têm-se revelado mais benéficas. As experiências formativas de um estilo de vida saudável na primeira infância são o fator chave na prevenção do sobrepeso e da obesidade. Esses fatores de estilo de vida também incluem uma dieta variada e equilibrada, atividade física regular, prevenção do comportamento sedentário (ou seja, durante o uso da mídia) e abstenção parental de fumar (especialmente durante a gravidez). Garantir tempo suficiente de sono e relaxamento, no entanto, também tem grande importância para o desenvolvimento do peso das crianças. Além disso, a publicidade de alimentos especialmente dirigida às crianças em idade pré-escolar tem uma influência negativa não negligenciável. A exposição (não apenas) a anúncios de TV deve ser limitada ou completamente evitada sempre que possível. As conclusões aqui apresentadas foram resumidas em recomendações de ações para promover o crescimento e desenvolvimento saudáveis de crianças. A prática regular de exercícios ajuda a controlar o peso, melhora o condicionamento físico e previne doenças associadas à obesidade, como diabetes e hipertensão. Além disso, fortalece a autoestima e promove uma relação positiva com o próprio corpo e com o movimento, aspectos essenciais para o bem-estar psicológico. Com o apoio da família e de profissionais, essas atividades se tornam parte de uma rotina saudável e prazerosa, estimulando a formação de hábitos que podem acompanhar a criança por toda a vida. Eles são baseados em um consenso de especialistas para o qual contribuíram numerosas sociedades científicas (Sociedade Alemã de Obesidade (DAG), Grupo de Trabalho para Obesidade Infantil (AGA), Sociedade Alemã de Nutrição (DGE), Instituto de Pesquisa de Nutrição Infantil (FKE) e outras). METODOLOGIA Para a seleção dos estudos cientificos para a elaboração da tese foram selecionadas duas bases de dados reconhecidas por seu acesso aberto e diversidade de material científico: Google Acadêmico e Pubmed. O período de busca foi delimitado entre 1999 e 2024, visando abarcar os estudos mais relevantes e atualizados sobre o tema. Para abranger diferentes perspectivas e garantir a profundidade do estudo, foram utilizados diversos termos de busca, como: “obesidade infantil”, “educação física”, “obesidade infantil e a educação física”, e “prevenção da obesidade infantil na educação física”. A variação de palavras-chave visou garantir a inclusão de diferentes enfoques sobre o tema. Foi utilizado como critério de Inclusão, foram selecionados artigos, teses, monografias e outros materiais acadêmicos que abordassem a relação entre educação física e a prevenção da obesidade infantil. Estudos publicados entre 1999 e 2024 foram considerados, desde que estivessem diretamente relacionados ao tema. Foram excluídos trabalhos que não apresentavam uma abordagem clara sobre o papel da educação física na prevenção da obesidade infantil, bem como artigos que tratavam do tema de forma superficial ou sem fundamentação teórica sólida. A leitura inicial dos artigos, livros e demais materiais selecionados teve como objetivo uma visão geral do tema, permitindo a identificação de padrões e abordagens recorrentes na literatura. Essa fase foi essencial para compreender como o tema da obesidade infantil é tratado na educação física, bem como os principais fatores envolvidos na prevenção. A análise dos materiais seguiu o modelo proposto por Gil (2009), no qual a pesquisa descritiva busca caracterizar a população em questão (crianças com obesidade). Em seguida, a pesquisa explicativa foi realizada para identificar os fatores que contribuem ou determinam a prevenção da obesidade infantil nas aulas de educação física, estabelecendo relações entre variáveis como atividade física, alimentação e hábitos saudáveis. Conforme Gehardt e Silveira (2009), a pesquisa exploratória foi utilizada para aproximar o pesquisador da problemática, permitindo a formulação de hipóteses e maior clareza sobre a relação entre educação física e a prevenção da obesidade infantil. A coleta de dados se baseou principalmente na leitura de questionários e observações sistemáticas descritas nos artigos e trabalhos analisados, permitindo uma compreensão detalhada das práticas e suas influências sobre a obesidade infantil. Os dados coletados foram comparados com estudos prévios, buscando identificar tendências e padrões comuns na literatura sobre o papel da educação física na prevenção da obesidade infantil. 2. CONSIDERAÇÕES FINAIS A obesidade infantil se configura atualmente como um grave problema de saúde pública em todo mundo. Existem diversos fatores que podem levar ao sobrepeso na criança, dentre eles estão os fatores genéticos, má alimentação e sedentarismo. Desta forma, são importantes o manejo e a prevenção da obesidade infantil, visto que pode ser facilmente controlada na grande maioria dos casos com mudança de hábitos alimentares e aumento da prática de exercícios físicos. Sabe-se que a obesidade está relacionada a diversas complicações e aumento da morbimortalidade infantil e também na faixa etária adulta, portanto, é de extrema importância a realização de um diagnósticopreciso e tratamento correto, bem como a instituição de políticas públicas para a prevenção da obesidade infantil. REFERÊNCIAS Lister, NB, Baur, LA, Felix, JF et al. Obesidade infantil e adolescente. Nat Rev Dis Primers 9 , 24 (2023). https://doi.org/10.1038/s41572-023-00435-4 1. NCD Risk Factor Collaboration. Worldwide trends in body-mass index, underweight, overweight, and obesity from 1975 to 2016: a pooled analysis of 2416 population- based measurement studies in 128·9 million children, adolescents, and adults. Lancet https://doi.org/10.1016/S0140- 6736(17)32129-3 (2017). Article Google Scholar 2. Popkin, B. M., Corvalan, C. & Grummer-Strawn, L. M. Dynamics of the double burden of malnutrition and the changing nutrition reality. Lancet 395, 65(2020). 3. Article PubMed Google Scholar 4. Kompaniyets, L. et al. Underlying medical conditions associated with severe COVID-19 illness among children. JAMA Netw. Open 4, e2111182 (2021). Article PubMed PubMed Central Google Scholar 5. Griffiths, L. J., Parsons, T. J. & Hill, A. J. Self‐esteem and quality of life in obese children and adolescents: a systematic review. Int. J. Pediatr. Obes. 5, 282–304 (2010). Article PubMed Google Scholar 6. Buttitta, M., Iliescu, C., Rousseau, A. & Guerrien, A. Quality of life in overweight and obese children and adolescents: a literature review. Qual. Life Res. 23, 1117– 1139 (2014). Article PubMed Google Scholar 7. Hayes, A. et al. Early childhood obesity: association with healthcare expenditure in Australia. 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