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Questões resolvidas

John Locke afirmou que a mente é como uma folha em branco na qual a cultura escreve seu texto e Descartes demonstrava desconfiança em relação aos sentidos como fonte de conhecimento ​A respeito desses dois filósofos, verifica-se o seguinte: Alternativas Alternativa 1: Locke é um representante do racionalismo e Descartes é um representante do empirismo. Alternativa 2: Locke é um representante do empirismo e Descartes é um representante do racionalismo. Alternativa 3: Descartes e Locke possuíam a mesma concepção, pois ambos eram críticos do iluminismo. Alternativa 4: Descartes é um representante do teologismo e Locke é um representante do culturalismo. Alternativa 5: Descartes é um representante do materialismo e Locke é um representante do idealismo.

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Questões resolvidas

John Locke afirmou que a mente é como uma folha em branco na qual a cultura escreve seu texto e Descartes demonstrava desconfiança em relação aos sentidos como fonte de conhecimento ​A respeito desses dois filósofos, verifica-se o seguinte: Alternativas Alternativa 1: Locke é um representante do racionalismo e Descartes é um representante do empirismo. Alternativa 2: Locke é um representante do empirismo e Descartes é um representante do racionalismo. Alternativa 3: Descartes e Locke possuíam a mesma concepção, pois ambos eram críticos do iluminismo. Alternativa 4: Descartes é um representante do teologismo e Locke é um representante do culturalismo. Alternativa 5: Descartes é um representante do materialismo e Locke é um representante do idealismo.

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Vestibulares
Filosofia Moderna
Pascal e Locke
FIL0673 - (Uece)
Leia com atenção essas duas estrofes do poeta cearense
e, em seguida, marque a alterna�va que apresenta uma
ideia jusnaturalista moderno presente no poema.
 
Camponeses, meus irmãos,
E operários da cidade,
É preciso dar as mãos
E gritar por liberdade.
Em favor de cada um,
 
Formar um corpo comum,
Operário e camponês!
Pois, só com essa aliança,
A estrela da bonança
Brilhará para vocês!
 
Uns com os outros se entendendo,
Esclarecendo as razões.
E todos, juntos, fazendo
Suas reivindicações!
Por uma Democracia
De direito e garan�a
Lutando, de mais a mais!
São estes os belos planos,
Pois, nos Direitos Humanos,
Nós todos somos iguais!
PATATIVA DO ASSARÉ. O agregado e o operário. In:
Antologia poé�ca. Org. Gilmar de Carvalho. – 8ª ed.
Fortaleza: Fundação Demócrito Rocha, 2015.
a) A defesa do desenvolvimento econômico. 
b) A luta de classes de operários e camponeses. 
c) A igualdade natural entre os seres humanos. 
d) A democracia com direitos sociais dos pobres. 
FIL0250 - (Unicamp)
A maneira pela qual adquirimos qualquer conhecimento
cons�tui suficiente prova de que não é inato.
LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano.
São Paulo: Nova Cultural, 1988, p.13.
 
O empirismo, corrente filosófica da qual Locke fazia
parte, 
a) afirma que o conhecimento não é inato, pois sua
aquisição deriva da experiência. 
b) é uma forma de ce�cismo, pois nega que os
conhecimentos possam ser ob�dos. 
c) aproxima-se do modelo cien�fico cartesiano, ao negar
a existência de ideias inatas. 
d) defende que as ideias estão presentes na razão desde
o nascimento. 
FIL0257 - (Uncisal)
No período moderno, emergiu uma escola filosófica que
pôs em questão as concepções ina�stas e meta�sicas de
conhecimento. Para os filósofos par�dários dessa escola,
o conhecimento é sempre decorrente da experiência,
jamais podendo exis�r ideias inatas. O nome dessa
corrente filosófica, bem como o nome de um de seus
filósofos representa�vos são, respec�vamente:
a) ina�smo; Descartes. 
b) idealismo; Kant. 
c) escolás�ca; Santo Agos�nho. 
d) empirismo; Locke. 
e) meta�sica; Platão. 
FIL0248 - (Ueg)
John Locke afirmou que a mente é como uma folha em
branco na qual a cultura escreve seu texto e Descartes
demonstrava desconfiança em relação aos sen�dos como
fonte de conhecimento. A respeito desses dois filósofos,
verifica-se o seguinte: 
1@professorferretto @prof_ferretto
a) Locke é um representante do racionalismo e Descartes
é um representante do empirismo. 
b) Locke é um representante do empirismo e Descartes é
um representante do racionalismo. 
c) Descartes e Locke possuíam a mesma concepção, pois
ambos eram crí�cos do iluminismo. 
d) Descartes é um representante do teologismo e Locke é
um representante do culturalismo. 
e) Descartes é um representante do materialismo e
Locke é um representante do idealismo. 
FIL0246 - (Unesp)
Nada acusa mais uma extrema fraqueza de espírito do
que não conhecer qual é a infelicidade de um homem
sem Deus; nada marca mais uma má disposição do
coração do que não desejar a verdade das promessas
eternas; nada é mais covarde do que fazer-se de bravo
contra Deus. Deixem então essas impiedades para
aqueles que são bastante mal nascidos para ser
verdadeiramente capazes disso. Reconheçam enfim que
não há senão duas espécies de pessoas a quem se
possam chamar razoáveis: ou os que servem a Deus de
todo o coração porque o conhecem ou os que o buscam
de todo o coração porque não o conhecem.
(Blaise Pascal. Pensamentos, 2015. Adaptado.)
 
O pensamento desse filósofo é ni�damente influenciado
por uma ó�ca 
a) cien�fica. 
b) ateísta. 
c) antropocêntrica. 
d) materialista. 
e) teológica. 
FIL0249 - (Unesp)
Posto que as qualidades que impressionam nossos
sen�dos estão nas próprias coisas, é claro que as ideias
produzidas na mente entram pelos sen�dos. O
entendimento não tem o poder de inventar ou formar
uma única ideia simples na mente que não tenha sido
recebida pelos sen�dos. Gostaria que alguém tentasse
imaginar um gosto que jamais impressionou seu paladar,
ou tentasse formar a ideia de um aroma que nunca
cheirou. Quando puder fazer isso, concluirei também que
um cego tem ideias das cores, e um surdo, noções reais
dos diversos sons.
(John Locke. Ensaio acerca do entendimento humano,
1991. Adaptado.)
 
De acordo com o filósofo, todo conhecimento origina-se 
a) da reminiscência de ideias originalmente
transcendentes. 
b) da combinação de ideias meta�sicas e empíricas. 
c) de categorias a priori existentes na mente humana. 
d) da experiência com os objetos reais e empíricos. 
e) de uma relação dialé�ca do espírito humano com o
mundo. 
FIL0259 - (Ufu)
Os filósofos contratualistas elaboraram suas teorias sobre
os fundamentos ou origens do poder do Estado a par�r
de alguns conceitos fundamentais tais como, a soberania,
o estado de natureza, o estado civil, o estado de guerra, o
pacto social etc. 
[...] O estado de guerra é um estado de inimizade e
destruição [...] nisto temos a clara diferença entre o
estado de natureza e o estado de guerra, muito embora
certas pessoas os tenham confundido, eles estão tão
distantes um do outro [...].
LOCKE, John. Segundo Tratado sobre o Governo. São
Paulo: Ed. Abril Cultural, 1978.
 
Leia o texto acima e assinale a alterna�va correta. 
a) Para Locke, o estado de natureza é um estado de
destruição, inimizade, enfim uma guerra “de todos os
homens contra todos os homens”. 
b) Segundo Locke, o estado de natureza se confunde com
o estado de guerra. 
c) Segundo Locke, para compreendermos o poder
polí�co, é necessário dis�nguir o estado de guerra do
estado de natureza. 
d) Uma das semelhanças entre Locke e Hobbes está no
fato de ambos u�lizarem o conceito de estado de
natureza exatamente com o mesmo significado. 
FIL0247 - (Uece)
Leia atentamente o seguinte excerto:
“A liberdade do homem em sociedade consiste em não
estar subme�do a nenhum outro poder legisla�vo senão
àquele estabelecido no corpo polí�co mediante
consen�mento, nem sob o domínio de qualquer vontade
ou sob a restrição de qualquer lei afora as que promulgar
o poder legisla�vo, segundo o encargo a este confiado”.
LOCKE, John. Dois tratados sobre o governo. Mar�ns
Fontes, 1998, p. 401-402. Adaptado.
 
Considerando a definição de liberdade do homem em
sociedade, de John Locke, atente para as seguintes
afirmações:
 
2@professorferretto @prof_ferretto
I. A concepção de liberdade do homem em sociedade de
Locke elimina totalmente o direito de cada um de agir
conforme a sua vontade.
II. A concepção de liberdade do homem em sociedade de
Locke consiste em viver sob a restrição das leis
promulgadas pelo poder legisla�vo.
III. A concepção de liberdade do homem em sociedade
de Locke consiste em viver segundo uma regra
permanente e comum que todos devem obedecer.
 
É correto o que se afirma em 
a) I e II apenas. 
b) I e III apenas. 
c) II e III apenas. 
d) I, II e III. 
FIL0265 - (Ufu)
O pensamento polí�co de John Locke contém uma teoria
da cidadania que anuncia certos aspectos da filosofia do
século XVIII. Pela anuência à vida civil e pela confiança
que deposita no poder público, o indivíduo se faz
cidadão. Incorporando-se livremente ao corpo polí�co,
cada um par�cipa de sua gestão: alcança assim a
dignidade polí�ca.
 
Acerca do pensamento de Locke, considere o texto acima
e marque a alterna�va correta. 
a) Um governante que usa, à margem da lei, a força
contra os interesses de seus súditos destrói sua
própria autoridade. O súdito tem o direito a resis�r-
lhe. 
b) O contrato tem a finalidade de ins�tuir a vida é�ca no
seio do Estado. 
c) Locke afirma que o contrato emerge da base material
da sociedade, independentemente das decisões dos
indivíduos. 
d) A transferência de poder torna-se irrevogável após o
contrato, porque a soberania é ilimitada e absoluta. 
FIL0262 - (Unioeste)
Locke é um dos principais representantes do
contratualismo clássico. Tem como pontode par�da de
seu pensamento polí�co o estado de natureza, de modo
que, através do contrato (pacto) social, realiza-se a
passagem para o Estado civil.
 
Assinale a alterna�va que não corresponde à concepção
liberal de polí�ca de Locke. 
a) O estado de natureza é um estado de guerra
generalizada de todos contra todos. 
b) No estado de natureza, todos os homens são livres e
iguais, tendo todos o direito à vida, à liberdade e à
propriedade. 
c) O estado de natureza é um estado de rela�va paz, por
falta de um juiz imparcial que julgue os possíveis
conflitos entre os indivíduos. 
d) O Estado civil tem sua origem e fundamento no pacto
de consen�mento unânime de indivíduos livres e
iguais, sendo que na escolha da forma de governo
segue-se o princípio da maioria. 
e) No centro do pensamento polí�co de Locke se
encontra a defesa dos direitos naturais inalienáveis do
indivíduo à vida, à liberdade e à propriedade, que
devem ser garan�dos e protegidos pelo Estado civil.
FIL0256 - (Unioeste)
John Locke afirma em Ensaio acerca do entendimento: “é
de grande u�lidade para o marinheiro saber a extensão
de sua linha, embora não possa com ela sondar toda a
profundidade do oceano. É conveniente que saiba que
ela é suficientemente longa para alcançar o fundo dos
lugares necessários para orientar sua viagem, e preveni-
lo de esbarrar contra escolhos que podem destruí-lo. Não
nos diz respeito conhecer todas as coisas, mas apenas as
que se referem à nossa conduta. Se pudermos descobrir
aquelas medidas por meio das quais uma criatura
racional, posta nesta situação do homem no mundo,
pode e deve dirigir suas opiniões e ações delas
dependentes, não devemos nos molestar por que outras
coisas escapam ao nosso conhecimento”.
 
Tendo em conta o texto acima e a teoria do
conhecimento de Locke, é incorreto afirmar que 
a) o homem, u�lizando suas faculdades racionais, pode
conhecer tudo sobre todas as coisas do mundo. 
b) o homem deve saber os limites da razão para ter
conhecimento certo daquilo que é possível conhecer. 
c) há certas coisas que a razão do homem não pode
conhecer. 
d) assim como o marinheiro guia sua viagem por uma
sonda de tamanho conhecido, o homem deve orientar
sua conduta por aquilo que conhece. 
e) o conhecimento, para Locke, só é certo se houver
conformidade entre nossas ideias e a realidade das
coisas.
FIL0253 - (Uff)
O filósofo inglês John Locke (1632-1704) é um dos
fundadores da concepção liberal da vida polí�ca. Em sua
3@professorferretto @prof_ferretto
defesa da liberdade como um atributo que o homem
possui desde que nasce, ele diz: “Para compreender
corretamente o que é o poder polí�co e derivá-lo a par�r
de sua origem, devemos considerar qual é a condição em
que todos os homens se encontram segundo a natureza.
E esta condição é a de completa liberdade para poder
decidir suas ações e dispor de seus bens e pessoas do
modo que quiserem, respeitados os limites das leis
naturais, sem precisar solicitar a permissão ou de
depender da vontade de qualquer outro ser humano.”
 
Assinale o documento histórico que foi diretamente
influenciado pelo pensamento de Locke. 
a) O livro “O que é a propriedade?”, de Proudhon
(1840) 
b) O “Manifesto Comunista”, de Karl Marx e Frederico
Engels (1848) 
c) A “Concordata” estabelecida entre Napoleão e o
Va�cano (1801) 
d) A declaração da “Doutrina Monroe” (1823) 
e) A “Declaração de Independência” dos Estados Unidos
(1776) 
FIL0252 - (Ufu)
Para bem compreender o poder polí�co e derivá-lo de
sua origem, devemos considerar em que estado todos os
homens se acham naturalmente, sendo este um estado
de perfeita liberdade para ordenar-lhes as ações e
regular-lhes as posses e as pessoas conforme acharem
conveniente, dentro dos limites da lei de natureza, sem
pedir permissão ou depender da vontade de qualquer
outro homem.
LOCKE, John. Segundo Tratado sobre o Governo. São
Paulo: Abril Cultural, 1978.
 
A par�r da leitura do texto acima e de acordo com o
pensamento polí�co do autor, assinale a alterna�va
correta. 
a) Segundo Locke, o estado de natureza se confunde com
o estado de servidão. 
b) Para Locke, o direito dos homens a todas as coisas
independe da conveniência de cada um. 
c) Segundo Locke, a origem do poder polí�co depende
do estado de natureza. 
d) Segundo Locke, a existência de permissão para agir é
compa�vel com o estado de natureza. 
FIL0266 - (Uel)
Tendo por base a concepção de contrato social em Locke,
considere as afirma�vas a seguir.
 
I. Os homens firmam entre si um pacto de submissão, por
meio do qual transferem a um terceiro o poder de
coerção, trocando a condição de desigualdade do Estado
de Natureza pela segurança e liberdade do Estado social.
II. Os homens firmam um pacto de consen�mento, no
qual concordam livremente em formar a sociedade para
preservar e consolidar os direitos que possuíam
originalmente no Estado de natureza.
III. O exercício legí�mo da autoridade, no Estado social,
baseia-se na teoria do direito divino, em que os
monarcas, herdeiros dos patriarcas, são representantes
diretos que garantem o contrato social.
IV. O que leva os homens a se unirem e estabelecerem
livremente entre si o contrato social é a falta de lei
estabelecida, de juiz imparcial e de uma força coerci�va
para impor a execução das sentenças.
 
Estão corretas apenas as afirma�vas:
a) I e II. 
b) I e III. 
c) II e IV. 
d) I, III e IV. 
e) II, III e IV. 
FIL0255 - (Unioeste)
“Se o homem no estado de natureza é tão livre, conforme
dissemos, se é senhor absoluto da sua própria pessoa e
posses, igual ao maior e a ninguém sujeito, porque abrirá
ele mão dessa liberdade, porque abandonará o seu
império e sujeitar-se-á ao domínio e controle de qualquer
outro poder? Ao que é óbvio responder que, embora no
estado de natureza tenha tal direito, a fruição do mesmo
é muito incerta e está constantemente exposta à invasão
de terceiros porque, sendo todos reis tanto quanto ele,
todo homem igual a ele, e na maior parte pouco
observadores da equidade e da jus�ça, a fruição da
propriedade que possui nesse estado é muito insegura,
muito arriscada. Estas circunstâncias obrigam-no a
abandonar uma condição que, embora livre, está cheia
de temores e perigos constantes; e não é sem razão que
procura de boa vontade juntar-se em sociedade com
outros que estão já unidos, ou pretendem unir-se, para a
mútua conservação da vida, da propriedade e dos bens a
que chamo de 'propriedade'”.
Locke
 
Sobre o pensamento polí�co de Locke e o texto acima,
seguem as seguintes afirma�vas:
 
I. No estado de natureza, os homens usufruem
plenamente, e com absoluta segurança, os direitos
naturais.
4@professorferretto @prof_ferretto
II. O obje�vo principal da união dos homens em
comunidade, colocando-se sob governo, é a preservação
da “propriedade”.
III. No estado de natureza, falta uma lei estabelecida,
firmada, conhecida, recebida e aceita mediante
consen�mento, como padrão do justo e injusto e medida
comum para resolver quaisquer controvérsias entre os
homens. 
IV. Os homens entram em sociedade, abandonando a
igualdade, a liberdade e o poder execu�vo que �nham no
estado de natureza, apenas com a intenção de melhor
preservar a propriedade.
V. No estado de natureza, há um juiz conhecido e
imparcial para resolver quaisquer controvérsias entre os
homens, de acordo com a lei estabelecida.
 
Das afirma�vas feitas acima 
a) somente a afirmação I está correta. 
b) as afirmações I e III estão corretas. 
c) as afirmações II e V estão corretas. 
d) as afirmações IV e V estão corretas. 
e) as afirmações II, III e IV estão corretas. 
FIL0525 - (Ufpr)
Ampliando suas inves�gações para além de suas
capacidades, e deixando seus pensamentos vagarem em
profundezas, a tal ponto de lhes faltar apoio seguro para
o pé, não é de admirar que os homens levantem
questões e mul�pliquem disputas acerca de assuntos
insolúveis, servindo apenas para prolongar e aumentar
suas dúvidas, e para confirmá-los ao fim num perfeito
ce�cismo.
(LOCKE. Ensaio acerca do entendimentohumano. Trad.
Anoar Aiex. Coleção Os Pensadores, vol. XVIII. São Paulo:
Victor Civita, 1973, introdução, p. 147.)
 
Considerando a passagem acima e a obra de que foi
extraída, segundo Locke, os homens tornam-se cé�cos
porque: 
a) são capazes de obter apenas um conhecimento
provável acerca das coisas. 
b) não limitam suas inves�gações ao que é possível
conhecer. 
c) dependem da experiência sensível para conhecer,
sendo essa experiência enganosa. 
d) não são capazes de encontrar um apoio seguro para os
seus pensamentos. 
e) encontram prazer na mera disputa. 
FIL0264 - (Uel)
Para Locke, o estado de natureza é um estado de
liberdade e de igualdade.
(LOCKE, J. Segundo tratado sobre o governo civil.
Tradução de Magda Lopes e Marisa Lobo da Costa.
Petrópolis: Vozes, 1994. p. 83.)
 
Com base nos conhecimentos sobre a filosofia polí�ca de
Locke, assinale a alterna�va correta. 
a) No estado de natureza, a liberdade dos homens
consiste num poder de tudo dispor a par�r da força e
da argúcia. 
b) Os homens são iguais, pois todos têm o mesmo medo
de morte violenta em mãos alheias. 
c) A liberdade dos homens determina que o estado de
natureza é um estado de guerra de todos contra
todos. 
d) A liberdade no estado de natureza não consiste em
permissividade, pois ela é limitada pelo direito
natural. 
e) Nunca houve na história um estado de natureza,
sendo este apenas uma hipótese lógica. 
FIL0261 - (Uel)
Leia o seguinte texto de Locke:
 
Aquele que se alimentou com bolotas que
colheu sob um carvalho, ou das maçãs que re�rou das
árvores na floresta, certamente se apropriou deles para
si. Ninguém pode negar que a alimentação é sua.
Pergunto então: Quando começaram a lhe pertencer?
Quando os digeriu? Quando os comeu? Quando os
cozinhou?
Quando os levou para casa? Ou quando os apanhou?
(LOCKE, J. Segundo Tratado Sobre o Governo Civil. 3 ed.
Petrópolis: Vozes, 2001, p. 98)
 
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o
pensamento de John Locke, é correto afirmar que a
propriedade:
 
I. Tem no trabalho a sua origem e fundamento, uma vez
que ao acrescentar algo que é seu aos objetos da
natureza o homem os transforma em sua propriedade.
II. A possibilidade que o homem tem de colher os frutos
da terra, a exemplo das maçãs, confere a ele um direito
sobre eles que gera a possibilidade de acúmulo ilimitado.
III. Animais e frutos, quando disponíveis na natureza e
sem a intervenção humana, pertencem a um direito
comum de todos.
IV. Nasce da sociedade como consequência da ação
cole�va e solidária das comunidades organizadas com o
propósito de formar e dar sustentação ao Estado.
 
5@professorferretto @prof_ferretto
Assinale a alterna�va correta. 
a) Somente as afirma�vas I e II são corretas. 
b) Somente as afirma�vas I e III são corretas. 
c) Somente as afirma�vas III e IV são corretas. 
d) Somente as afirma�vas I, II e IV são corretas. 
e) Somente as afirma�vas II, III e IV são corretas.
FIL0263 - (Ueg)
Um dos aspectos mais importantes da filosofia polí�ca de
John Locke é sua defesa do direito à propriedade, que ele
considerava ser algo inerente à natureza humana, uma
vez que o corpo é nossa primeira propriedade. De acordo
com esta perspec�va, o Estado deve 
a) permi�r aos seus cidadãos ter propriedade ou
propriedades. 
b) garan�r que todos os seus cidadãos, sem exceção,
tenham alguma propriedade. 
c) garan�r aos cidadãos a posse vitalícia de bens. 
d) fazer com que a propriedade seja comum a todos os
cidadãos.
FIL0251 - (Unioeste)
“Através dos princípios de um direito natural preexistente
ao Estado, de um Estado baseado no consenso, de
subordinação do poder execu�vo ao poder legisla�vo, de
um poder limitado, de direito de resistência, Locke expôs
as diretrizes fundamentais do Estado liberal.”
Bobbio.
 
Considerando o texto citado e o pensamento polí�co de
Locke, seguem as afirma�vas abaixo:
 
I. A passagem do estado de natureza para a sociedade
polí�ca ou civil, segundo Locke, é realizada mediante um
contrato social, através do qual os indivíduos singulares,
livres e iguais dão seu consen�mento para ingressar no
estado civil.
II. O livre consen�mento dos indivíduos para formar a
sociedade, a proteção dos direitos naturais pelo governo,
a subordinação dos poderes, a limitação do poder e o
direito à resistência são princípios fundamentais do
liberalismo polí�co de Locke.
III. A violação deliberada e sistemá�ca dos direitos
naturais e o uso con�nuo da força sem amparo legal,
segundo Locke, não são suficientes para conferir
legi�midade ao direito de resistência, pois o exercício de
tal direito causaria a dissolução do estado civil e, em
consequência, o retorno ao estado de natureza.
IV. Os indivíduos consentem livremente, segundo Locke,
em cons�tuir a sociedade polí�ca com a finalidade de
preservar e proteger, com o amparo da lei, do arbítrio e
da força comum de um corpo polí�co unitário, os seus
inalienáveis direitos naturais à vida, à liberdade e à
propriedade.
V. Da dissolução do poder legisla�vo, que é o poder no
qual “se unem os membros de uma comunidade para
formar um corpo vivo e coerente”, decorre, como
consequência, a dissolução do estado de natureza.
 
Das afirma�vas feitas acima 
a) somente a afirmação I está correta. 
b) as afirmações I e III estão corretas. 
c) as afirmações III e IV estão corretas. 
d) as afirmações II e III estão corretas. 
e) as afirmações III e V estão incorretas.
FIL0254 - (Ufsj)
Ao inves�gar as origens das ideias, diversos filósofos
fizeram interferências importantes no
pensamento filosófico da humanidade. Dentre eles,
destaca-se o pensamento de John Locke. Assinale a
alterna�va que expressa as origens das ideias para John
Locke.
a) “Não há dúvida de que todo o nosso conhecimento
começa com a experiência [...] mas embora todo
o nosso conhecimento comece com a
experiência, nem por isso todo ele pode ser atribuído
a esta, mas à imaginação e à ideia.” 
b) “O que sou eu? Uma substância que pensa. O que é
uma substância que pensa? É uma coisa que duvida,
que concebe, que afirma, quenega, que quer,
que não quer, que imagina e que sente, uma ideia em
movimento. 
c) “Quando analisamos nossos pensamentos ou
ideias, por mais complexos e sublimes que sejam,
sempre descobrimos que se resolvem em ideias
simples que são cópias de uma sensação ou
sen�mento anterior, calcado nas paixões.” 
d) “Afirmo que essas duas, a saber, as coisas materiais
externas, como objeto da sensação, e as operações de
nossas próprias mentes, como objeto da reflexão,
são, a meu ver, os únicos dados originais dos quais
as ideias derivam.” 
FIL0260 - (Unioeste)
“Se os que nos querem persuadir que há princípios inatos
não os �vessem compreendido em conjunto, mas
considerado separadamente os elementos a par�r dos
quais estas proposições são formuladas, não estariam,
talvez, tão dispostos a acreditar que elas eram inatas.
Visto que, se as ideias das quais são formadas essas
verdades não fossem inatas, seria impossível que
6@professorferretto @prof_ferretto
as proposiçõesformadas delas pudessem ser inatas, ou
nosso conhecimento delas ter nascido conosco. Se, pois,
as ideias não são inatas, houve um tempo quando a
mente estava sem esses princípios e, desse modo, não
seriam inatos, mas derivados de alguma outra origem.
Pois, se as próprias ideias não o são, não pode haver
conhecimento, assen�mento, nem proposições mentais
ou verbais a respeito delas. […] De onde apreende a
mente todos os materiais da razão e do conhecimento? A
isso respondo, numa palavra, da experiência. Todo o
nosso conhecimento está nela fundado, e dela deriva
fundamentalmente o próprio conhecimento. Empregada
tanto nos objetos sensíveis externos como nas operações
internas de nossas mentes, que são por nós mesmos
percebidas e refle�das, nossa observação supre nossos
entendimentos com todos os materiais do
pensamento.” (Locke)
 
Tendo presente o texto acima, é correto afirmar, segundo
Locke, que 
a) há duas fontes de nossas ideias, a sensação e a
reflexão, de modo que tudo o que éobjeto de nossa
mente, por ser ela como que um papel em branco, é
adquirido por meio de uma ou de outra dessas duas
fontes. 
b) contrariamente ao que afirma o texto, o autor admite
excepcionalmente como inatos alguns princípios
fundamentais e algumas ideias simples. 
c) chama-se experiência a forma de conhecimento que,
produzido por meio das diferentes sensações, nos
permite saber o que as coisas são em sua essência e
na medida em que são independentes de nós. 
d) a ideia de substância é uma ideia simples formada
diretamente a par�r de nossa experiência das coisas e
da capacidade que elas têm de subsis�rem. 
e) todas as nossas percepções ou ideias provém das
sensações externas e de nosso contato com o que
existe fora de nós. 
FIL0258 - (Uel)
Leia o texto a seguir.
 
 Locke divide o poder do governo em três poderes,
cada um dos quais origina um ramo de governo: o poder
legisla�vo (que é o fundamental), o execu�vo (no qual é
incluído o judiciário) e o federa�vo (que é o poder de
declarar a guerra, concertar a paz e estabelecer alianças
com outras comunidades). Enquanto o governo con�nuar
sendo expressão da vontade livre dos membros da
sociedade, a rebelião não é permi�da: é injusta a
rebelião contra um governo legal. Mas a rebelião é aceita
por Locke em caso de dissolução da sociedade e quando
o governo deixa de cumprir sua função e se transforma
em uma �rania.
(LOCKE, John. In: MORA, J. F. Dicionário de Filosofia. São
Paulo: Loyola, 2001. V. III. p. 1770.)
 
Com base no texto e nos conhecimentos sobre John
Locke, é correto afirmar:
 
I. O direito de rebelião é um direito natural e legí�mo de
todo cidadão sob a vigência da legalidade.
II. O Estado deve cuidar do bem-estar material dos
cidadãos sem tomar par�do em questões de matéria
religiosa.
III. O poder legisla�vo ocupa papel preponderante.
IV. Na estrutura de poder, dentro de certos limites, o
Estado tem o poder de fazer as leis e obrigar que sejam
cumpridas.
 
Assinale a alterna�va correta. 
a) Somente as afirma�vas I e II são corretas. 
b) Somente as afirma�vas I e III são corretas. 
c) Somente as afirma�vas III e IV são corretas. 
d) Somente as afirma�vas I, II e IV são corretas. 
e) Somente as afirma�vas II, III e IV são corretas. 
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