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Vestibulares Filosofia Moderna Pascal e Locke FIL0673 - (Uece) Leia com atenção essas duas estrofes do poeta cearense e, em seguida, marque a alterna�va que apresenta uma ideia jusnaturalista moderno presente no poema. Camponeses, meus irmãos, E operários da cidade, É preciso dar as mãos E gritar por liberdade. Em favor de cada um, Formar um corpo comum, Operário e camponês! Pois, só com essa aliança, A estrela da bonança Brilhará para vocês! Uns com os outros se entendendo, Esclarecendo as razões. E todos, juntos, fazendo Suas reivindicações! Por uma Democracia De direito e garan�a Lutando, de mais a mais! São estes os belos planos, Pois, nos Direitos Humanos, Nós todos somos iguais! PATATIVA DO ASSARÉ. O agregado e o operário. In: Antologia poé�ca. Org. Gilmar de Carvalho. – 8ª ed. Fortaleza: Fundação Demócrito Rocha, 2015. a) A defesa do desenvolvimento econômico. b) A luta de classes de operários e camponeses. c) A igualdade natural entre os seres humanos. d) A democracia com direitos sociais dos pobres. FIL0250 - (Unicamp) A maneira pela qual adquirimos qualquer conhecimento cons�tui suficiente prova de que não é inato. LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p.13. O empirismo, corrente filosófica da qual Locke fazia parte, a) afirma que o conhecimento não é inato, pois sua aquisição deriva da experiência. b) é uma forma de ce�cismo, pois nega que os conhecimentos possam ser ob�dos. c) aproxima-se do modelo cien�fico cartesiano, ao negar a existência de ideias inatas. d) defende que as ideias estão presentes na razão desde o nascimento. FIL0257 - (Uncisal) No período moderno, emergiu uma escola filosófica que pôs em questão as concepções ina�stas e meta�sicas de conhecimento. Para os filósofos par�dários dessa escola, o conhecimento é sempre decorrente da experiência, jamais podendo exis�r ideias inatas. O nome dessa corrente filosófica, bem como o nome de um de seus filósofos representa�vos são, respec�vamente: a) ina�smo; Descartes. b) idealismo; Kant. c) escolás�ca; Santo Agos�nho. d) empirismo; Locke. e) meta�sica; Platão. FIL0248 - (Ueg) John Locke afirmou que a mente é como uma folha em branco na qual a cultura escreve seu texto e Descartes demonstrava desconfiança em relação aos sen�dos como fonte de conhecimento. A respeito desses dois filósofos, verifica-se o seguinte: 1@professorferretto @prof_ferretto a) Locke é um representante do racionalismo e Descartes é um representante do empirismo. b) Locke é um representante do empirismo e Descartes é um representante do racionalismo. c) Descartes e Locke possuíam a mesma concepção, pois ambos eram crí�cos do iluminismo. d) Descartes é um representante do teologismo e Locke é um representante do culturalismo. e) Descartes é um representante do materialismo e Locke é um representante do idealismo. FIL0246 - (Unesp) Nada acusa mais uma extrema fraqueza de espírito do que não conhecer qual é a infelicidade de um homem sem Deus; nada marca mais uma má disposição do coração do que não desejar a verdade das promessas eternas; nada é mais covarde do que fazer-se de bravo contra Deus. Deixem então essas impiedades para aqueles que são bastante mal nascidos para ser verdadeiramente capazes disso. Reconheçam enfim que não há senão duas espécies de pessoas a quem se possam chamar razoáveis: ou os que servem a Deus de todo o coração porque o conhecem ou os que o buscam de todo o coração porque não o conhecem. (Blaise Pascal. Pensamentos, 2015. Adaptado.) O pensamento desse filósofo é ni�damente influenciado por uma ó�ca a) cien�fica. b) ateísta. c) antropocêntrica. d) materialista. e) teológica. FIL0249 - (Unesp) Posto que as qualidades que impressionam nossos sen�dos estão nas próprias coisas, é claro que as ideias produzidas na mente entram pelos sen�dos. O entendimento não tem o poder de inventar ou formar uma única ideia simples na mente que não tenha sido recebida pelos sen�dos. Gostaria que alguém tentasse imaginar um gosto que jamais impressionou seu paladar, ou tentasse formar a ideia de um aroma que nunca cheirou. Quando puder fazer isso, concluirei também que um cego tem ideias das cores, e um surdo, noções reais dos diversos sons. (John Locke. Ensaio acerca do entendimento humano, 1991. Adaptado.) De acordo com o filósofo, todo conhecimento origina-se a) da reminiscência de ideias originalmente transcendentes. b) da combinação de ideias meta�sicas e empíricas. c) de categorias a priori existentes na mente humana. d) da experiência com os objetos reais e empíricos. e) de uma relação dialé�ca do espírito humano com o mundo. FIL0259 - (Ufu) Os filósofos contratualistas elaboraram suas teorias sobre os fundamentos ou origens do poder do Estado a par�r de alguns conceitos fundamentais tais como, a soberania, o estado de natureza, o estado civil, o estado de guerra, o pacto social etc. [...] O estado de guerra é um estado de inimizade e destruição [...] nisto temos a clara diferença entre o estado de natureza e o estado de guerra, muito embora certas pessoas os tenham confundido, eles estão tão distantes um do outro [...]. LOCKE, John. Segundo Tratado sobre o Governo. São Paulo: Ed. Abril Cultural, 1978. Leia o texto acima e assinale a alterna�va correta. a) Para Locke, o estado de natureza é um estado de destruição, inimizade, enfim uma guerra “de todos os homens contra todos os homens”. b) Segundo Locke, o estado de natureza se confunde com o estado de guerra. c) Segundo Locke, para compreendermos o poder polí�co, é necessário dis�nguir o estado de guerra do estado de natureza. d) Uma das semelhanças entre Locke e Hobbes está no fato de ambos u�lizarem o conceito de estado de natureza exatamente com o mesmo significado. FIL0247 - (Uece) Leia atentamente o seguinte excerto: “A liberdade do homem em sociedade consiste em não estar subme�do a nenhum outro poder legisla�vo senão àquele estabelecido no corpo polí�co mediante consen�mento, nem sob o domínio de qualquer vontade ou sob a restrição de qualquer lei afora as que promulgar o poder legisla�vo, segundo o encargo a este confiado”. LOCKE, John. Dois tratados sobre o governo. Mar�ns Fontes, 1998, p. 401-402. Adaptado. Considerando a definição de liberdade do homem em sociedade, de John Locke, atente para as seguintes afirmações: 2@professorferretto @prof_ferretto I. A concepção de liberdade do homem em sociedade de Locke elimina totalmente o direito de cada um de agir conforme a sua vontade. II. A concepção de liberdade do homem em sociedade de Locke consiste em viver sob a restrição das leis promulgadas pelo poder legisla�vo. III. A concepção de liberdade do homem em sociedade de Locke consiste em viver segundo uma regra permanente e comum que todos devem obedecer. É correto o que se afirma em a) I e II apenas. b) I e III apenas. c) II e III apenas. d) I, II e III. FIL0265 - (Ufu) O pensamento polí�co de John Locke contém uma teoria da cidadania que anuncia certos aspectos da filosofia do século XVIII. Pela anuência à vida civil e pela confiança que deposita no poder público, o indivíduo se faz cidadão. Incorporando-se livremente ao corpo polí�co, cada um par�cipa de sua gestão: alcança assim a dignidade polí�ca. Acerca do pensamento de Locke, considere o texto acima e marque a alterna�va correta. a) Um governante que usa, à margem da lei, a força contra os interesses de seus súditos destrói sua própria autoridade. O súdito tem o direito a resis�r- lhe. b) O contrato tem a finalidade de ins�tuir a vida é�ca no seio do Estado. c) Locke afirma que o contrato emerge da base material da sociedade, independentemente das decisões dos indivíduos. d) A transferência de poder torna-se irrevogável após o contrato, porque a soberania é ilimitada e absoluta. FIL0262 - (Unioeste) Locke é um dos principais representantes do contratualismo clássico. Tem como pontode par�da de seu pensamento polí�co o estado de natureza, de modo que, através do contrato (pacto) social, realiza-se a passagem para o Estado civil. Assinale a alterna�va que não corresponde à concepção liberal de polí�ca de Locke. a) O estado de natureza é um estado de guerra generalizada de todos contra todos. b) No estado de natureza, todos os homens são livres e iguais, tendo todos o direito à vida, à liberdade e à propriedade. c) O estado de natureza é um estado de rela�va paz, por falta de um juiz imparcial que julgue os possíveis conflitos entre os indivíduos. d) O Estado civil tem sua origem e fundamento no pacto de consen�mento unânime de indivíduos livres e iguais, sendo que na escolha da forma de governo segue-se o princípio da maioria. e) No centro do pensamento polí�co de Locke se encontra a defesa dos direitos naturais inalienáveis do indivíduo à vida, à liberdade e à propriedade, que devem ser garan�dos e protegidos pelo Estado civil. FIL0256 - (Unioeste) John Locke afirma em Ensaio acerca do entendimento: “é de grande u�lidade para o marinheiro saber a extensão de sua linha, embora não possa com ela sondar toda a profundidade do oceano. É conveniente que saiba que ela é suficientemente longa para alcançar o fundo dos lugares necessários para orientar sua viagem, e preveni- lo de esbarrar contra escolhos que podem destruí-lo. Não nos diz respeito conhecer todas as coisas, mas apenas as que se referem à nossa conduta. Se pudermos descobrir aquelas medidas por meio das quais uma criatura racional, posta nesta situação do homem no mundo, pode e deve dirigir suas opiniões e ações delas dependentes, não devemos nos molestar por que outras coisas escapam ao nosso conhecimento”. Tendo em conta o texto acima e a teoria do conhecimento de Locke, é incorreto afirmar que a) o homem, u�lizando suas faculdades racionais, pode conhecer tudo sobre todas as coisas do mundo. b) o homem deve saber os limites da razão para ter conhecimento certo daquilo que é possível conhecer. c) há certas coisas que a razão do homem não pode conhecer. d) assim como o marinheiro guia sua viagem por uma sonda de tamanho conhecido, o homem deve orientar sua conduta por aquilo que conhece. e) o conhecimento, para Locke, só é certo se houver conformidade entre nossas ideias e a realidade das coisas. FIL0253 - (Uff) O filósofo inglês John Locke (1632-1704) é um dos fundadores da concepção liberal da vida polí�ca. Em sua 3@professorferretto @prof_ferretto defesa da liberdade como um atributo que o homem possui desde que nasce, ele diz: “Para compreender corretamente o que é o poder polí�co e derivá-lo a par�r de sua origem, devemos considerar qual é a condição em que todos os homens se encontram segundo a natureza. E esta condição é a de completa liberdade para poder decidir suas ações e dispor de seus bens e pessoas do modo que quiserem, respeitados os limites das leis naturais, sem precisar solicitar a permissão ou de depender da vontade de qualquer outro ser humano.” Assinale o documento histórico que foi diretamente influenciado pelo pensamento de Locke. a) O livro “O que é a propriedade?”, de Proudhon (1840) b) O “Manifesto Comunista”, de Karl Marx e Frederico Engels (1848) c) A “Concordata” estabelecida entre Napoleão e o Va�cano (1801) d) A declaração da “Doutrina Monroe” (1823) e) A “Declaração de Independência” dos Estados Unidos (1776) FIL0252 - (Ufu) Para bem compreender o poder polí�co e derivá-lo de sua origem, devemos considerar em que estado todos os homens se acham naturalmente, sendo este um estado de perfeita liberdade para ordenar-lhes as ações e regular-lhes as posses e as pessoas conforme acharem conveniente, dentro dos limites da lei de natureza, sem pedir permissão ou depender da vontade de qualquer outro homem. LOCKE, John. Segundo Tratado sobre o Governo. São Paulo: Abril Cultural, 1978. A par�r da leitura do texto acima e de acordo com o pensamento polí�co do autor, assinale a alterna�va correta. a) Segundo Locke, o estado de natureza se confunde com o estado de servidão. b) Para Locke, o direito dos homens a todas as coisas independe da conveniência de cada um. c) Segundo Locke, a origem do poder polí�co depende do estado de natureza. d) Segundo Locke, a existência de permissão para agir é compa�vel com o estado de natureza. FIL0266 - (Uel) Tendo por base a concepção de contrato social em Locke, considere as afirma�vas a seguir. I. Os homens firmam entre si um pacto de submissão, por meio do qual transferem a um terceiro o poder de coerção, trocando a condição de desigualdade do Estado de Natureza pela segurança e liberdade do Estado social. II. Os homens firmam um pacto de consen�mento, no qual concordam livremente em formar a sociedade para preservar e consolidar os direitos que possuíam originalmente no Estado de natureza. III. O exercício legí�mo da autoridade, no Estado social, baseia-se na teoria do direito divino, em que os monarcas, herdeiros dos patriarcas, são representantes diretos que garantem o contrato social. IV. O que leva os homens a se unirem e estabelecerem livremente entre si o contrato social é a falta de lei estabelecida, de juiz imparcial e de uma força coerci�va para impor a execução das sentenças. Estão corretas apenas as afirma�vas: a) I e II. b) I e III. c) II e IV. d) I, III e IV. e) II, III e IV. FIL0255 - (Unioeste) “Se o homem no estado de natureza é tão livre, conforme dissemos, se é senhor absoluto da sua própria pessoa e posses, igual ao maior e a ninguém sujeito, porque abrirá ele mão dessa liberdade, porque abandonará o seu império e sujeitar-se-á ao domínio e controle de qualquer outro poder? Ao que é óbvio responder que, embora no estado de natureza tenha tal direito, a fruição do mesmo é muito incerta e está constantemente exposta à invasão de terceiros porque, sendo todos reis tanto quanto ele, todo homem igual a ele, e na maior parte pouco observadores da equidade e da jus�ça, a fruição da propriedade que possui nesse estado é muito insegura, muito arriscada. Estas circunstâncias obrigam-no a abandonar uma condição que, embora livre, está cheia de temores e perigos constantes; e não é sem razão que procura de boa vontade juntar-se em sociedade com outros que estão já unidos, ou pretendem unir-se, para a mútua conservação da vida, da propriedade e dos bens a que chamo de 'propriedade'”. Locke Sobre o pensamento polí�co de Locke e o texto acima, seguem as seguintes afirma�vas: I. No estado de natureza, os homens usufruem plenamente, e com absoluta segurança, os direitos naturais. 4@professorferretto @prof_ferretto II. O obje�vo principal da união dos homens em comunidade, colocando-se sob governo, é a preservação da “propriedade”. III. No estado de natureza, falta uma lei estabelecida, firmada, conhecida, recebida e aceita mediante consen�mento, como padrão do justo e injusto e medida comum para resolver quaisquer controvérsias entre os homens. IV. Os homens entram em sociedade, abandonando a igualdade, a liberdade e o poder execu�vo que �nham no estado de natureza, apenas com a intenção de melhor preservar a propriedade. V. No estado de natureza, há um juiz conhecido e imparcial para resolver quaisquer controvérsias entre os homens, de acordo com a lei estabelecida. Das afirma�vas feitas acima a) somente a afirmação I está correta. b) as afirmações I e III estão corretas. c) as afirmações II e V estão corretas. d) as afirmações IV e V estão corretas. e) as afirmações II, III e IV estão corretas. FIL0525 - (Ufpr) Ampliando suas inves�gações para além de suas capacidades, e deixando seus pensamentos vagarem em profundezas, a tal ponto de lhes faltar apoio seguro para o pé, não é de admirar que os homens levantem questões e mul�pliquem disputas acerca de assuntos insolúveis, servindo apenas para prolongar e aumentar suas dúvidas, e para confirmá-los ao fim num perfeito ce�cismo. (LOCKE. Ensaio acerca do entendimentohumano. Trad. Anoar Aiex. Coleção Os Pensadores, vol. XVIII. São Paulo: Victor Civita, 1973, introdução, p. 147.) Considerando a passagem acima e a obra de que foi extraída, segundo Locke, os homens tornam-se cé�cos porque: a) são capazes de obter apenas um conhecimento provável acerca das coisas. b) não limitam suas inves�gações ao que é possível conhecer. c) dependem da experiência sensível para conhecer, sendo essa experiência enganosa. d) não são capazes de encontrar um apoio seguro para os seus pensamentos. e) encontram prazer na mera disputa. FIL0264 - (Uel) Para Locke, o estado de natureza é um estado de liberdade e de igualdade. (LOCKE, J. Segundo tratado sobre o governo civil. Tradução de Magda Lopes e Marisa Lobo da Costa. Petrópolis: Vozes, 1994. p. 83.) Com base nos conhecimentos sobre a filosofia polí�ca de Locke, assinale a alterna�va correta. a) No estado de natureza, a liberdade dos homens consiste num poder de tudo dispor a par�r da força e da argúcia. b) Os homens são iguais, pois todos têm o mesmo medo de morte violenta em mãos alheias. c) A liberdade dos homens determina que o estado de natureza é um estado de guerra de todos contra todos. d) A liberdade no estado de natureza não consiste em permissividade, pois ela é limitada pelo direito natural. e) Nunca houve na história um estado de natureza, sendo este apenas uma hipótese lógica. FIL0261 - (Uel) Leia o seguinte texto de Locke: Aquele que se alimentou com bolotas que colheu sob um carvalho, ou das maçãs que re�rou das árvores na floresta, certamente se apropriou deles para si. Ninguém pode negar que a alimentação é sua. Pergunto então: Quando começaram a lhe pertencer? Quando os digeriu? Quando os comeu? Quando os cozinhou? Quando os levou para casa? Ou quando os apanhou? (LOCKE, J. Segundo Tratado Sobre o Governo Civil. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 2001, p. 98) Com base no texto e nos conhecimentos sobre o pensamento de John Locke, é correto afirmar que a propriedade: I. Tem no trabalho a sua origem e fundamento, uma vez que ao acrescentar algo que é seu aos objetos da natureza o homem os transforma em sua propriedade. II. A possibilidade que o homem tem de colher os frutos da terra, a exemplo das maçãs, confere a ele um direito sobre eles que gera a possibilidade de acúmulo ilimitado. III. Animais e frutos, quando disponíveis na natureza e sem a intervenção humana, pertencem a um direito comum de todos. IV. Nasce da sociedade como consequência da ação cole�va e solidária das comunidades organizadas com o propósito de formar e dar sustentação ao Estado. 5@professorferretto @prof_ferretto Assinale a alterna�va correta. a) Somente as afirma�vas I e II são corretas. b) Somente as afirma�vas I e III são corretas. c) Somente as afirma�vas III e IV são corretas. d) Somente as afirma�vas I, II e IV são corretas. e) Somente as afirma�vas II, III e IV são corretas. FIL0263 - (Ueg) Um dos aspectos mais importantes da filosofia polí�ca de John Locke é sua defesa do direito à propriedade, que ele considerava ser algo inerente à natureza humana, uma vez que o corpo é nossa primeira propriedade. De acordo com esta perspec�va, o Estado deve a) permi�r aos seus cidadãos ter propriedade ou propriedades. b) garan�r que todos os seus cidadãos, sem exceção, tenham alguma propriedade. c) garan�r aos cidadãos a posse vitalícia de bens. d) fazer com que a propriedade seja comum a todos os cidadãos. FIL0251 - (Unioeste) “Através dos princípios de um direito natural preexistente ao Estado, de um Estado baseado no consenso, de subordinação do poder execu�vo ao poder legisla�vo, de um poder limitado, de direito de resistência, Locke expôs as diretrizes fundamentais do Estado liberal.” Bobbio. Considerando o texto citado e o pensamento polí�co de Locke, seguem as afirma�vas abaixo: I. A passagem do estado de natureza para a sociedade polí�ca ou civil, segundo Locke, é realizada mediante um contrato social, através do qual os indivíduos singulares, livres e iguais dão seu consen�mento para ingressar no estado civil. II. O livre consen�mento dos indivíduos para formar a sociedade, a proteção dos direitos naturais pelo governo, a subordinação dos poderes, a limitação do poder e o direito à resistência são princípios fundamentais do liberalismo polí�co de Locke. III. A violação deliberada e sistemá�ca dos direitos naturais e o uso con�nuo da força sem amparo legal, segundo Locke, não são suficientes para conferir legi�midade ao direito de resistência, pois o exercício de tal direito causaria a dissolução do estado civil e, em consequência, o retorno ao estado de natureza. IV. Os indivíduos consentem livremente, segundo Locke, em cons�tuir a sociedade polí�ca com a finalidade de preservar e proteger, com o amparo da lei, do arbítrio e da força comum de um corpo polí�co unitário, os seus inalienáveis direitos naturais à vida, à liberdade e à propriedade. V. Da dissolução do poder legisla�vo, que é o poder no qual “se unem os membros de uma comunidade para formar um corpo vivo e coerente”, decorre, como consequência, a dissolução do estado de natureza. Das afirma�vas feitas acima a) somente a afirmação I está correta. b) as afirmações I e III estão corretas. c) as afirmações III e IV estão corretas. d) as afirmações II e III estão corretas. e) as afirmações III e V estão incorretas. FIL0254 - (Ufsj) Ao inves�gar as origens das ideias, diversos filósofos fizeram interferências importantes no pensamento filosófico da humanidade. Dentre eles, destaca-se o pensamento de John Locke. Assinale a alterna�va que expressa as origens das ideias para John Locke. a) “Não há dúvida de que todo o nosso conhecimento começa com a experiência [...] mas embora todo o nosso conhecimento comece com a experiência, nem por isso todo ele pode ser atribuído a esta, mas à imaginação e à ideia.” b) “O que sou eu? Uma substância que pensa. O que é uma substância que pensa? É uma coisa que duvida, que concebe, que afirma, quenega, que quer, que não quer, que imagina e que sente, uma ideia em movimento. c) “Quando analisamos nossos pensamentos ou ideias, por mais complexos e sublimes que sejam, sempre descobrimos que se resolvem em ideias simples que são cópias de uma sensação ou sen�mento anterior, calcado nas paixões.” d) “Afirmo que essas duas, a saber, as coisas materiais externas, como objeto da sensação, e as operações de nossas próprias mentes, como objeto da reflexão, são, a meu ver, os únicos dados originais dos quais as ideias derivam.” FIL0260 - (Unioeste) “Se os que nos querem persuadir que há princípios inatos não os �vessem compreendido em conjunto, mas considerado separadamente os elementos a par�r dos quais estas proposições são formuladas, não estariam, talvez, tão dispostos a acreditar que elas eram inatas. Visto que, se as ideias das quais são formadas essas verdades não fossem inatas, seria impossível que 6@professorferretto @prof_ferretto as proposiçõesformadas delas pudessem ser inatas, ou nosso conhecimento delas ter nascido conosco. Se, pois, as ideias não são inatas, houve um tempo quando a mente estava sem esses princípios e, desse modo, não seriam inatos, mas derivados de alguma outra origem. Pois, se as próprias ideias não o são, não pode haver conhecimento, assen�mento, nem proposições mentais ou verbais a respeito delas. […] De onde apreende a mente todos os materiais da razão e do conhecimento? A isso respondo, numa palavra, da experiência. Todo o nosso conhecimento está nela fundado, e dela deriva fundamentalmente o próprio conhecimento. Empregada tanto nos objetos sensíveis externos como nas operações internas de nossas mentes, que são por nós mesmos percebidas e refle�das, nossa observação supre nossos entendimentos com todos os materiais do pensamento.” (Locke) Tendo presente o texto acima, é correto afirmar, segundo Locke, que a) há duas fontes de nossas ideias, a sensação e a reflexão, de modo que tudo o que éobjeto de nossa mente, por ser ela como que um papel em branco, é adquirido por meio de uma ou de outra dessas duas fontes. b) contrariamente ao que afirma o texto, o autor admite excepcionalmente como inatos alguns princípios fundamentais e algumas ideias simples. c) chama-se experiência a forma de conhecimento que, produzido por meio das diferentes sensações, nos permite saber o que as coisas são em sua essência e na medida em que são independentes de nós. d) a ideia de substância é uma ideia simples formada diretamente a par�r de nossa experiência das coisas e da capacidade que elas têm de subsis�rem. e) todas as nossas percepções ou ideias provém das sensações externas e de nosso contato com o que existe fora de nós. FIL0258 - (Uel) Leia o texto a seguir. Locke divide o poder do governo em três poderes, cada um dos quais origina um ramo de governo: o poder legisla�vo (que é o fundamental), o execu�vo (no qual é incluído o judiciário) e o federa�vo (que é o poder de declarar a guerra, concertar a paz e estabelecer alianças com outras comunidades). Enquanto o governo con�nuar sendo expressão da vontade livre dos membros da sociedade, a rebelião não é permi�da: é injusta a rebelião contra um governo legal. Mas a rebelião é aceita por Locke em caso de dissolução da sociedade e quando o governo deixa de cumprir sua função e se transforma em uma �rania. (LOCKE, John. In: MORA, J. F. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Loyola, 2001. V. III. p. 1770.) Com base no texto e nos conhecimentos sobre John Locke, é correto afirmar: I. O direito de rebelião é um direito natural e legí�mo de todo cidadão sob a vigência da legalidade. II. O Estado deve cuidar do bem-estar material dos cidadãos sem tomar par�do em questões de matéria religiosa. III. O poder legisla�vo ocupa papel preponderante. IV. Na estrutura de poder, dentro de certos limites, o Estado tem o poder de fazer as leis e obrigar que sejam cumpridas. Assinale a alterna�va correta. a) Somente as afirma�vas I e II são corretas. b) Somente as afirma�vas I e III são corretas. c) Somente as afirma�vas III e IV são corretas. d) Somente as afirma�vas I, II e IV são corretas. e) Somente as afirma�vas II, III e IV são corretas. 7@professorferretto @prof_ferretto