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15/11/2024
1
Pasteurelose ; 
Brucelose;Tuberculose; Leptospirose 
e Doença de Lyme
Alessandra Bispo da Silva
Pasteureloses
• Septicemia hemorrágica, Pasteurelose aviária, 
cólera aviária 
• Infecto-contagiosa, aves silvestres e 
domésticas, usualmente septicêmica e aguda 
com alta mortalidade
Pasteureloses
• “Batedeira”
• Lesões no pulmão graves
• lesões na pleura 
• fibrina provoca aderência – condenação de 
carcaça 
• Prejuízos
ETIOLOGIA
• Causadas por bactérias 
do gênero Pasteurella
• Um cocobacilo Gram 
negativo encapsulado
1 2
3 4
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2
TRANSMISSÃO
• É transmitido ao ser humano pela mordida de animais, especialmente gatos.
• Provoca infecções de pele e tecidos adjacentes ao local da inoculação
• Estima-se que esteja presente como comensal em 90% dos gatos saudáveis, o que 
justifica que 75% das infecções causadas por mordidas desses 
Patogenia Fatores de virulência
5 6
7 8
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3
SINAIS CLÍNICOS 
• Trato respiratório
• seios, ossos pneumáticos, particularmente do 
crânio
• Pneumonia
• Conjuntivite o Edema facial o Artrite o Coxim 
plantar
• Peritonite
DIAGNÓSTICO
• Clínica + lesões
• Isolamento
TRATAMENTO
• Clortetraciclina - 40 mg/kg 
• Oxitetraciclina - 500 g/t
• Sulfaquinoxalina - 0,025% água 5-7 dias
• Enrofloxacina - 10 mg/kg
PREVENÇÃO E CONTROLE
• Eliminar portadores/acesso o Biosseguridade 
Isolamento
• outras espécies como porcos, gatos, ratos
• VACINAÇÃO
9 10
11 12
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4
Bruceloses Bruceloses
• Diminuição da produção de carne entre 10 e 
15%;
• Dilatação do intervalo entre partos de
• 11,5 para 20 meses, 
• Aumento de 30% na taxa de reposição dos 
animais
• Queda de 15% no nascimento
Agente etiológico Agente etiológico
• Estrutura antigênica da Brucella abortus.
13 14
15 16
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Transmissão
• O homem pode obter a doença pela ingestão de carne e deleite e 
derivados sem o tratamento térmico adequado ou com o contato direto 
com um animal doente.
Transmissão
• A Brucella possui a capacidade em permanecer por longo tempo no 
interior de macrófagos, caracterizando a infecção crônica do agente.
Localização da brucela nos linfonodos. Fonte: 
Adaptado de http://trc.ucdavis.edu/mjguinan/ 
apc100/modules/reproductive, 2003.
Transmissão
• A transmissão da brucelose 
acontece quando o animal 
sadio entra em contato com 
um animal infectado.
• Devido ao hábito dos bovinos 
de lamber, a transmissão 
pode ocorrer quando um 
animal sadio lambe a genital 
de uma fêmea doente.
• Uma outra forma de 
transmissão é pela ingestão 
de alimentos contaminados 
com urina ou fezes de 
animais doentes ou ingestão 
de restos de placentas.
Sinais Clínicos
• Aparelho reprodutor 
masculino, útero, úbere.
• Os órgãos de predileção 
são aqueles em que há 
maior disponibilidade de 
elementos necessários 
para seu metabolismo, 
como o eritritol
Localização da lesão causada pela brucelose: nos placentomas. Fonte: Adaptado de 
http://trc.ucdavis.edu/mjguinan/ apc100/modules/reproductive, 2003. 
17 18
19 20
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6
Doença na fêmea 
Tropismo pelo útero de animais prenhes e placenta
Placentite necrótica
Aborto Bezerros fracos Natimortos
Retenção de placenta Endometrite Infertilidade
Doença na fêmea 
fêmeas infectadas são geralmente assintomáticas - período de 
incubação - 2 semanas a 2 meses ou mais 
- bactéria eliminada no meio ambiente no periparto -
durante incubação a bactéria localiza-se na mucosa local: 
útero ,placenta, úbere e linfonodos regionais
- quanto mais próximo do parto mais susceptível o animal se 
torna à infecção por B. abortus e aborta mais facilmente 
- bezerras filhas de vacas brucélicas podem nascer 
persistentemente infectadas
Úteros de vacas Doença no macho 
• Reação inflamatória no aparelho reprodutivo 
masculino 
Orquite em um bovino e suíno - acúmulo de líquido (exudato) entre o escro e a túnica 
vaginal. Fonte: Adaptado de ATLAS DE DOENÇAS DE BOVINOS, EQÜIDEOS, OVINOS E 
SUÍNOS, 2000
21 22
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Sinais Clínicos
• Infecções articulares 
Sinal clínico patognomônico da brucelose em dois eqüídeos "mal de cernelha". Fonte: 
Adaptado de ATLAS DE DOENÇAS DE BOVINOS, EQÜIDEOS, OVINOS E SUÍNOS, 2000
Doença no rebanho
• Fatores de risco para transmissão no rebanho 
Nível de vacinação dos animais
• Densidade populacional do rebanho
• Eliminação de animais positivos
• O ANIMAL POSITIVO NÃO PODE PARIR NO 
REBANHO
• Nível de contaminação ambiental e condições 
de exploração 
Diagnóstico Laboratorial de Brucelose
• Testes sorológicos 
Para a detecção de B. suis, B. abortus e B. melitensis 
o antígeno envolvido na resposta sorológica é a 
cadeia lateral O do LPS.
O componente estrutural da cadeia lateral O 
também é semelhante aos epítopos do LPS de 
outras bactérias, como Yersinia enterocolitica O:9 e 
Escherichia coli O:157, podendo ocasionar menor 
especificidade no diagnóstico.
Diagnóstico Laboratorial de 
Brucelose
• Diagnóstico oficial
De acordo com o Programa Nacional de Controle e 
Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal 
(PNCEBT), o diagnóstico da Brucelose deve ser realizado 
através dos seguintes métodos:
1. Antígeno acidificado tamponado (AAT):
Muito sensível e de fácil execução, sendo o único 
teste de rotina realizado por médicos veterinários 
habilitados;
2. 2-mercaptoetanol (2-ME): 
É um teste confirmatório a que podem ser submetidos os 
animais que reagirem ao AAT.
O 2-ME desnatura a IgM através da destruição das pontes 
dissulfídricas. 
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8
Prevenção
• Vacinas- Recomenda-se a aplicação de duas doses a partir dos 90 dias de 
vida, intervaladas de 21 a 30 dias.
• Já a revacinação pode ser anual (no período seco) ou semestral em casos 
de desafios reconhecidamente maiores.
• B-19 é indicada principalmente para bezerras fêmeas, entre 3 e 8 meses 
de idade
Diagnóstico Laboratorial de Brucelose
• Fixação do complemento (FC):
É realizado para efeito de trânsito internacional e para 
diagnóstico de casos inconclusivos ao teste do 2-ME.
4. Polarização Fluorescente (FPA): 
É utilizado como teste único ou como teste confirmatório 
em animais reagentes ao AAT ou inconclusivo ao 2-ME;
5. Teste do Anel do Leite (TAL):
Utilizado para monitoramento das condições sanitárias de 
propriedades certificadas
Tratamento
• O tratamento da brucelose em humanos é 
geralmente feito com antibióticos. 
• Doxiciclina por 6 semanas, associada a:
• Estreptomicina ou rifampicina por 2 a 3 
semanas.
• Outras combinações de antibióticos, como 
tetraciclina ou ciprofloxacino, também podem 
ser utilizadas, dependendo da gravidade da 
infecção e da resposta ao tratamento.
Controle
• Obrigatoriedade da 
vacinação das bezerras 
de 3 a 8 meses 
• Controle de trânsito dos 
animais
• Ações de educação 
sanitária
• E esclarecimento à 
população s
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Tuberculose
• Enfermidade infecto-contagiosa de evolução crônica,
caracterizada por lesões de aspecto nodular, principalmente
em linfonodos e pulmões, que acomete bovinos e bubalinos,
podendo afetar o homem.
Epidemiologia
• Prevalência da Tuberculose Bovina
Etiologia
CADEIA DE TRANSMISSÃO 
Fontes de infecção
- Animais doentes ou infectados; 
Vias de eliminação 
- Gotículas e secreções respiratórias, leite, colostro, sêmen, 
fezes e urina. Vias de transmissão - Aerossóis, pastagens, 
água e alimentos contaminados.
Portas de entrada
- Trato respiratório, trato digestivo, mucosas e pele lesada. 
Suscetíveis
- Animais domésticos, silvestres e o homem.
Transmissão
FARIA, T A 2019
33 34
35 36
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10
Patogenia
• 90% das infecções ocorrem por via respiratória 
• Invasão dos alvéolos pelos bacilos 
• Multiplicação M. bovis dentro dos macrófagos
• Formação de granuloma no foco inicial
• Desenvolvimento da resposta imune e de 
hipersensibilidade retardada
• Destruição de tecidos pelo próprio hospedeiro
• Propagação do bacilo para o linfonodo satélite 
(complexo primário)
Macroscopia e Microscopia
https://dmv.ufla.br/pet/informativos/92-tuberculose-bovinaSinais Clínicos
• Animais infectados assintomáticos
• Animais doentes
• Emagrecimento
• Hipertrofia ganglionar
• Dispnéia
• Tosse seca 
Dianóstico
• Diagnóstico alérgico:
Vantagens:
- Alta eficiência dos testes padronizados;
- Capacidade de detectar infecções recentes;
- Simplicidade de execução dos testes;
• Desvantagens:
- Possibilidade de reações inespecíficas;
- Ocorrência de animais anérgicos;
- Exigência de intervalo mínimo entre testes;
- Exigência de duas visitas à propriedade.
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Programa Nacional de Controle e 
Erradicação da Brucelose e 
Tuberculose Animal (PNCEBT)
• O PNCEBT foi instituído pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e 
Abastecimento – MAPA no ano 2000, sendo seu regulamento 
técnico revisto pela Instrução Normativa – IN nº 10, de 3/3/2017.
• O programa tem por objetivo reduzir a prevalência e a incidência 
dessas doenças em bovinos e bubalinos, visando a erradicação. 
• A estratégia de atuação do PNCEBT é baseada na classificação das 
Unidades da Federação quanto à condição sanitária de brucelose e 
tuberculose (grau de risco) e na definição de procedimentos de 
defesa sanitária animal a serem adotados de acordo com essa 
classificação. 
PNCEBT - Brasil
• teste da prega caudal (TPC)
• teste simples cervical (TSC)
• teste cervical comparativo (TCC) 
Ações compulsórias (obrigatórias):
• vacinação de bezerras entre 3 e 8 meses de 
idade contra Brucelose;
• controle de trânsito de animais:
Certificado de vacinação e Exames negativos
• A brucelose é uma doença de notificação 
obrigatória. 
• Ações voluntárias:
certificação da propriedade livre de brucelose.
Teste da Prega Caudal – (TPC)
• Teste de triagem permitido 
apenas em estabelecimento 
de pecuária de corte;
• Local de inoculação:
– na prega da cauda, 6 a 10 
cm base da cauda 
• Dosagem : 0,1 mL de PPD 
Bovino, via I.D.;
• Leitura: 72 horas
6 horas;
Reação tuberculínica positiva em bovino. 
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Teste Cervical Simples – (TCS)
Para estabelecimento de pecuária de 
leite ou corte;
• Local de inoculação:
– No terço médio da tábua do pescoço;
– Na região da espinha da escápula;
• Dosagem : 0,1 mL de PPD Bovino, via 
I.D.;
• Leitura: antes da aplicação e 72 horas 
= ou - 6 horas após;
• Interpretação:
– 0 a 1,9 mm = negativo
– 2,0 a 3,9 mm = inconclusivo
– maior de 4,0 mm = positivo
Teste Cervical 
Comparativo – (TCC)
• Teste confirmatório permitido em 
estabelecimento de
pecuária de leite ou corte;
• Teste diagnóstico para rebanhos 
com ocorrência de
reações inespecíficas;
• Local de inoculação:
– No terço médio da tábua do 
pescoço;
– Na região da espinha da escápula;
• Dosagem :
– 0,1 mL de PPD Bovino e 0,1 mL de 
PPD Aviário , via I.D.;
Leptospirose
• Afeta múltiplas espécies
• Doença emergente
• Zoonose importante
Leptospirose
Agente Etiológico : L. interrogans (em cães) e L. 
hardjo (em bovinos).
Hospedeiros: animais domésticos e selvagens
• Pode sobreviver no meio externo por até 180 dias
• Principalmente água doce e solo úmido
• Os animais infectados podem eliminar a 
leptospira através da urina durante meses, anos 
ou por toda a vida, segundo a espécie animal e o 
sorovar envolvido.
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Epidemiologia
• Transmissão: contato com água, solo ou urina 
contaminada.
• Reservatórios: roedores e outros mamíferos.
• Fatores ambientais e climáticos.
Agente etiológico
• O gênero Leptospira pertence 
a família Leptospiraceae e 
ordem das Espiroquetas. 
• O homem é um hospedeiro 
acidental, pois não é adaptado 
a nenhum sorovar, entretanto 
é susceptível à doença
• O principal reservatório no 
ambiente urbano são os 
roedores sinantrópicos (Rattus
norvegicus, Rattus rattus e 
Mus musculus) 
Transmissão
• A fonte de infecção é um animal infectado que contamina o 
pasto, a água e os alimentos com urina infectada, fetos 
abortados e secreções uterinas . 
Patogenia
• A Leptospira penetra ativamente por mucosas ou pele lesionada, disseminando-se 
pela corrente sanguínea e atingindo órgãos como fígado, rins e pulmões. 
• Quando as leptospiras estão no sangue, elas capturam a trombina, impedindo 
atividade da enzima. Como consequência, há menos formação de coágulo e mais 
hemorragia
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Sinais Clínicos
• As leptospiras patogênicas quando infectam os equinos apresentam tropismo pelo 
tecido renal, olhos e trato reprodutivo da fêmea. As infecções resultam então em 
falência renal aguda ou hematúria, oftalmia periódica, placentite e abortos
Sorovares como L. interrogans sorovar Pomona
são frequentemente associados a casos 
clínicos em equinos
Sinais Clínicos
• Perdas econômicas provenientes de problemas reprodutivos 
representam 95% de perdas causadas pela leptospirose em um rebanho 
bovino leiteiro infectado em condições naturais (Carvalho, 2018).
• Animal quieto, sem apetite, com respiração difícil, pode apresentar febre, a 
coloração da urina pode alterar em consequência da infecção nos rins e há 
diminuição no ganho de peso em bezerros. 
Diagnóstico
• Clínico: histórico e sinais clínicos.
• Laboratorial:
• Microscopia em campo escuro.
• Teste de aglutinação microscópica (MAT).
• PCR e sorologia
Controle e Prevenção
• Vacinação em bovinos, cães e suínos.
• A vacinação contra a leptospirose deve ocorrer entre 4 a 6 
meses de vida do bezerro (FONTE: IMA -2015)
• Controle de roedores.
• Manejo sanitário em propriedades rurais
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Doença de Lyme
• Doença infecciosa zoonótica.
• Agente etiológico: Borrelia burgdorferi
(bactéria espiroqueta).
• Vetor: Carrapatos do gênero Ixodes.
• Ocorrência: Comum em regiões temperadas 
do hemisfério norte.
Epidemiologia da Doença de Lyme
• Distribuição: América do Norte, Europa e Ásia.
• Reservatórios: Roedores, cervídeos e outros 
pequenos mamíferos.
• Fatores de risco: Exposição a áreas florestais e 
gramíneas altas.
• Falta de controle de carrapatos em animais 
domésticos.
Transmissão
• Ciclo de vida do 
carrapato: 
Larva → Ninfa → 
Adulto.
• Transmissão: 
Borrelia é 
adquirida durante 
a alimentação em 
hospedeiros 
infectados.
• Humanos e 
animais são 
hospedeiros 
acidentais.
Manifestações Clínicas
• Fase precoce:
Eritema migratório (marca característica em 
humanos).
Febre, fadiga, mialgia.
• Fase tardia: Artrite.
Distúrbios neurológicos (paralisia facial, 
meningite).
Cardiopatias (raras).
57 58
59 60
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Diagnóstico
• Tópicos no Slide:
• Métodos de diagnóstico:
• Clínico: Identificação de sinais clínicos típicos.
• Laboratorial:
• Sorologia (ELISA, Western Blot).
• PCR para DNA de Borrelia.
• Testes rápidos comerciais em animais domésticos
Tratamento
• Tópicos no Slide:
• Antibióticos:
• Doxiciclina: Primeira escolha.
• Alternativas: Amoxicilina ou Ceftriaxona (para 
casos neurológicos).
• Manejo clínico:
• Controle da inflamação (AINEs).
• Reavaliação frequente.
Prevenção e Controle
• Controle do vetor:
• Aplicação de acaricidas em animais.
• Manejo ambiental (remoção de folhas, gramas 
altas).
• Vacinas:Disponíveis para cães em alguns 
países.
• Uso de coleiras antiparasitárias.
• Educação para evitar áreas de risco
Caso Clinico
Animal:
Código: BOV-102
Espécie: Bovina
Raça: Girolando
Idade: 4 anos
Sexo: Fêmea
Status Reprodutivo: Prenhe, 6 
meses de gestação
O proprietário relatou aborto 
espontâneo de duas vacas em 
menos de um mês, incluindo a 
vaca BOV-102. A produção de 
leite no rebanho também caiu 
significativamente.
Histórico de Saúde do Animal:
Vacinação contra Brucelose: 
Não realizada
Último parto: 12 meses atrás
Exposição recente: Contato 
com rebanho vizinho durante a 
pastagem.
61 62
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Caso Clinico
Exames Realizados
Diagnóstico Final
Plano de Ação
Medidas Imediatas
Ações Compulsórias
Controle do Rebanho
Educação do Proprietário
Impacto Econômico
Zoonose
Relevância Sanitária
Identificação do Problema
FICHA DO ANIMAL
FICHA DO ANIMAL – BRUCELOSE
Identificação do Animal
Número de Identificação: [EX: 001]
Nome ou Código: [Ex:"Vaca Bela"]
Espécie: [Bovina]
Raça: [Holandesa]
Idade: [5 anos]
Sexo: [Fêmea]
Status Reprodutivo: [Prenhe, Lactante, 
Seco, etc.]
Histórico de Saúde
Histórico Vacinal:
Vacina contra Brucelose: [Sim/Não]
Última aplicação: [Data]
Sintomas Atuais:
:
Histórico de Exposição:
Animais positivos na 
propriedade: [Sim/Não]
Contato com animais 
desconhecidos: [Sim/Não]
Exames Diagnósticos
ELISA: [Positivo/Negativo]
AAT: [Positivo/Negativo]
2-ME: [Positivo/Negativo]
Medidas Realizadas
Isolamento do animal: [Sim/Não]
Notificação à autoridade sanitária:
[Sim/Não]
Abate Sanitário Programado:
[Sim/Não]
Protocolo de Biossegurança 
Implantado: [Sim/Não]
65 66