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Doenças Infecciosas Tabela Doenças Infecciosas Veterinária (Universidade Estadual do Ceará) Scan to open on Studocu Studocu is not sponsored or endorsed by any college or university Doenças Infecciosas Tabela Doenças Infecciosas Veterinária (Universidade Estadual do Ceará) Scan to open on Studocu Studocu is not sponsored or endorsed by any college or university Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 Doenças Definição Etiologia Epidemiologia Patogenia Patologia Sinais Clínicos Diagnóstico Tratamento Profilaxia e Controle Botulismo Intoxicaçã o Pode haver a forma rara (ingestão da bactéria)- toxicoinfe cciosa – Sindrome de Agitaçao dos Potros) Notificaçã o Compulsó ria Toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum na forma vegetativa. Bacteria- Gram +, esporulada Toxina + Comuns – C e D bovinos (artigo, prof disse D e E) (tipos existentes: A, B,C1,C2,D,E,F ,G – mesmo mecanismo de ação, diferente resposta antigênica) Produção da Toxina precisa ser em anaerobiose. Acomete Bovinos, Aves, Caprinos, Ovinos e Suínos. Mais comum em fêmeas gestantes. Principais fontes: ossos de cadáveres: bactéria pertence a microbiota, quando o animal morre, se dirigi aos ossos para se proteger da luz. (tornando o cadáver a principal fonte)/ Água e alimentos contaminados. Fatores predisponentes: carência de fosforo. Os animais se contaminam quando ingerem material contaminado com a toxina que é absorvida na mucosa intestinal, se distribui pela circulação linfática e sanguínea, atigindo a membrana plasmática de neurônios do SNP, impedindo a liberação de Ach. Não envolve SNC (por causa da barreira hematoencefá lica) Sem alterações patognomo nicas Osso no rumén ou no reticulo, sinais de enterotoxe mia Ate 24h – superaguda 1 dia – aguda 2-7 dias – subaguda 7 dias – mês – crônica (crônica: geralmente alimento contaminado) incoordenação Progressiva, ataxia, paralisia muscular flácida progressiva que começa nos membros posteriores, animais começam em decúbito esterno-abdominal, anda lentamente e em seguida lateral. Paralisia dos músculos da deglutição e mastigação, protusão da língua. Afebril. Morte: parada respiratória Epidemiologico Histórico, Quando Clínico. Raramente- Material (Congelado ou Refrigerado): Fígado 250g, conteúdo intestinal , soro sanguíneo, extrato ruminal. Cérebro- metade congelado, metade em formol a 10%. Teste – microfixaçãodo Complemento, Inoculação intraperitoneal em camundongos DD: Raiva, hipocalcemia, encefalite, trauma,intoxicaçao por chumbo, etc Não tem especifico. Soro antitoxina pode ser usado quando não apresenta quadro clínico. Terapia de suporte Vacina Prima: 4m de idade 2 doses, 40 dias de intervalo entre as doses. Reforço Anual ou semes. Surto – vacina os saudáveis, tratados – 1 mês após. Não resolve o problema em áreas com muitas fontes de infecção. Vacinar 1- 2m antes das chuvas Queima total de carcaças, enterrar as carcaças (evitar a ação de tatus), não enterrar próximo as fontes de agua, . Compostagem, suplementação mineral Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 Tuberculos e Doença Infectoco ntagiosa. Zoonose. Doença crônica progressi va. Importân cia na saúde publica, perda de peso, queda na produção (pode gerar mastite), condenaç ão da carcaça, propriead e descrebili zada Bactéria BAAR (ácido- álcool resistente, não corada por gram (aparenta ser + , mas é gram –) Mycobacteri um bovis –, não encapsulado e flagelado, aerobica. Mycobacteri um tuberculosis homem e bovinos (menor frequência, não causa doença progressiva) M. avium - aves. Bacterias são coradas por Ziel-Nielsen, Stronbrik, Animais suceptíveis – homem, bovinos, bubalinos e aves. Vias de entrada – área (principal), digestiva (leite infectado), pode ocorrer transmissão pela monta, contato, ou uso de materiais contaminados na mucosa (mais raros). Bactéria é elimidada através de secreções e excreções – leite, urina, fezes. Também acomete ovinos e caprinos (subdiagnosticad o – pensam que é linfadenite caseosa). Bactéria resiste ate dez meses na carcaça. Transmissão para o homem – leite Didaticamente é dividida em três fases. Há invasão dos alvéolos pulmonares, multiplicação nos macrófagos, desenvolvime nto da resposta imune e hipersensibilid ade tardia (IV), destruição dos tecidos do próprio hospedeiro e formação de granuloma, propagação dos bacilos, formando complexo primário. Forma digestória- complexo primário incompleto. A Nodúlos, chamados de tubérculos nos pulmões, linfondos Maioria dos casos- assintomáticos. Outros- emagrecimento progressivo, tosse, hipertrofia ganglionar, dispneia, tosse seca curta e repetitiva (estado avançado ,talvez seja anergico – não responda a tuberculinização Teste não é obrigatório para o produtor. Apenas veterinário capacitado pode fazer o teste. É necessário para fazer GTA de bovinos e bubalinos. Teste bacteriológico (demora 30-60 dias). Se animal estiver imunossuprimido (parto, pos-parto, corticoide – ou estado avançado da doença - teste dará negativo). Teste de triagem – TCS – leite, mais sensível- teste cervical simples. Possíveis resultados: +, -, ou inconclusivo. Se + ou inconclusivo pode fazer o teste cervical comparativo Homem é tratado por seis meses. Isoniacida Não é permitido tratamento de animais. DIAGNOSTIC O CONTINUAÇ ÃO Isolamento (zielnielsen + Löwelstreik + Stonbriek., PCR Rebanho livre com muita reação inespecífica ou rebanho de bubalinos – faz direto TCC ( se permitido pela adagri).Tube rculina tem que ser mantida Vacina BCG – apenas humanos são vacinados. Se o animal for positivo – abate. (em alguns regiões, onde há um tratamento adequado da carne, a carcaça pode ser aproveitada, no CE- não há abatedouro assim – condenação total da carcaça. Marca-se com P animais positivos na pata direita, 30 dias para descarte. Rotação de pastagens. Quarentena com dois testes um antes ou quando chegar e outro após a quarentena. Em fazenda com certificado de livre – não tem Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 Löwenstreik (lab de bios. 3) Sensível a fenol 5%, formol 7.5% e hipoclorito de sódio 5%. Para desinfectar – lavar o ambiente e usar os produtos parti dai podem ocorrer três coisas a) desaparecime nto ou calcificação das lesões, b)quisciencia, c) progressão miliar (rápida pelo sangue) ou protaida (acomete órgãos gradualmente pelo sangue) (confirmatório). 0,1mL de PPD (proteína purificada bovina) é injetado intrademicamente, no terço-medio do pescoço (a 20cm das bordas). É para formar uma papula de injeção, leitura ao injetar e 72h+- 6h após, faz a diferença do tamanho das duas e avalia o resultado. Palpa-se para haver se a dor (sinal de positividade). Teste da Prega caudal (também de triagem), feito com PPD bovina em animais de corte (mais especifico), afere 72h após o tamanho. Teste cervical comparativo TCC (Confirmatorio) sobre refrigeração. Inspeção em abatedouros. Coleta de material formol 10%, bacteriologic o – refrigeração ate 12h, ou congelament o (acima de 12h) histopato, leite- boca larga DD: Linfadenite caseosa. que fazer o teste. Para ser livre – testar todos os machos e femeas com mais de 6 meses. Corte – um positivo – tem que testar os outros maiores que dois anos. Se positivo – encaminhar tratadores para unidade hospitalar. Eutanásia e incineração de animais positivos Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 pode dar + (sacrifício), - (mantem o animal) ou inconclusivo (refaz o TCC), se der de novo inconclusivo – eutanasia.Usa 0,1mL PPD aviaria vermelha (cranial) e 0,1mL PPD bovina - azul(caudal), também tem que formar papula e também é comparado a diferença de tamanho após 72h+6h. Tétano Doença Infecciosa não Contagios a Exotoxina produzida pelo Clostridium tetani. Bactéria gram +, anaeróbica, esporulada, presente no ambiente e no TGI do Homem é o mais sensível, das espécies domesticas a sensibilidade maior esta em: equinos>suínos>b ovinos>caprinos e ovinos. Rara em caes e gatos. Aves é resistentes. A infecção ocorre PI: 1-3 semanas Tetanoespasm ina- bloqueia a sinapses inibitorias nas terminações nervosas motoras do SNC, impedindo a liberação do Sem alterações especificas na necrose Febre baixa ou ausente, hipertonia muscular, trismo mandibular, rigidez da nuca, protusao da 3.palpebra, disfagia, opstotono, orelhas eretas, insuficiência respiratória. O animal se mantem consciente. No inicio há espasmos com estímulos táteis, Anamnese – Histórico – Sinais Clinicos DD: Raiva, meningite, intoxicação por metoclopramida. Isolar o animal em um local escuro e silencioso. Penicilina, sedação Vacinação com reforço anual e antes de procedimentos cirúrgicos. Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 homens e dos animais domésticos. Tetanoespas mina – causa sintomatolog ia nervosa Tetanolisina: necrose tissular através da penetração da bactéria em feridas superficiais ou profundas na mucosa e na pele. Em grandes animais acomete mais os filhotes, pois é nesta época que ocorre vários procedimentos de manejo como cura do umbigo, descorna em que não houve uso adequado dos materiais.. GABA e glicina. A toxina se dissemina através do sitio de infecção, pelo sistema linfático, ou através dos nervos sonoros, luminosos. Mastite Inflamaçã o da glândula mamaria. Também chamado de Mamite. Importan cia em Saude Agentes químicos corrosivos, bactérias, fungos. Mastite contagiosa – Streptococcu s agalactae, Staphylococc us areus, Principal doença da bovinocultura de leite. Ocorre em vacas de todas as idades. Mastite contagiosa – infeção durante a ordenha, mastite ambiental – infecção entre as É dividida em três fases – infecção, replicação e inflamação. A bactéria entra nos tetos e no úbere, adere nas glândulas secretoras e se multiplica. presença de grumos, sangue no leite, aumento da temperatura do úbere, edema, atrofia do teto, febre, diminuição da produção de leite Clínico – presença de grumos (caneca de fundo escuro), sangue no leite, aumento da temperatura do úbere, edema, atrofia do teto, febre, diminuição da produção de leite. Lab- qtd de Tratamento imediado de vacas com mastite. Ideal – antimicrobio grama – descobrir qual o melhor antibiótico. Terapia da vaca seca, identificação dos animais acometidos e tratamento imediato, linha de ordenha, correto manejo dos instrumentos de ordenha, oferecer Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 Publica Corinumbact erium, Micoplasma Mastite ambiental – Eschericia sp, Klebsiella, Entereobact er sp. ordenhas. Celulas inflamatórias – leucócitos, principalment e neutrófilos polimorfonucl eares vão ao úbere (saindo da corrente sanguínea e causa a inflamção. Algumas bacteias podem produzir substancias toxicas ao organismo causando sintomatologia sistêmica células somáticas. CMT – mistura-se o leite com um reagente em uma raquete com 4 poços, uma para cada teto, (descarta os primeiros jatos), verifica-se a viscosidade da mistura, quanto mais viscoso mais há inflamação. WMT – parecido com CMT, mas com graduação. CCS – contagem de células somáticas – automatizado, pode-se fazer em pool, varias amostras. Mastite> 250.000 celulas somáticas. Celulas Somaticas – células inflamatórias + epitélio que se descamou (cabras tem secreção apocrina, por isso Leite da vaca não poderá ser consumido, mesmo que a infecção so esteja em um dos tetos, pois o antibiótico se difunde por todo organismo. Vaca em tratamento será a ultima na linha de ordenha. comida pos ordenha para manter o animal em estação, pré- (previni mais a ambiental) e pós- dipping, testes regulares antes da ordenha com fundo de caneca e CMT (uma vez ao dia), higiene dos locais, evitar estresse durante a ordenha, orientar os recursos humanos que lidam com o animal e o ordenham. Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 normalmente tem mais Cel. Somaticas.) Febre Aftosa Doença Infectoco ntagiosa. Zoonose branda. Notificaça o compulso ria imediata de caso suspeito. Presença causa embargos economic os internacio nais, perda na produção. É diferente da febre aftosa da china causada por um Vírus da Febre Aftosa – Aphtovirus DNA não envelopado Resistente no ambiente. Sensível a ph9 Sete sorotipos – A, O, C, SAT- 1, SAT-2, SAT-3. No brasil: A1, O24, C3. (vacina). Sensível a fenóis e soda caustica. SC – livre sem vacinação. NE – livre com vacinação Acomete bovinos, bubalinos (indicadores, + sensíveis) suínos (Amplificadores), caprinos e ovinos (manutendores). Não acomete equinos. Alta morbidade (100% em uma semana), baixa mortalidade. Fontes: animais infectados em período de incubação ou clinicamente afeados, ar respirado, carnes e derivados. Transmissao; contato direto e indireto (ingestão de POA) Via de entrada – aérea. Alta Incubação – 0- 8dias. Lesoes – 8-11 dias (época de isolar o vírus, dia 8). Após infecção pelo vírus (por via respiratória ou digestória), ele se multiplicara nas células epitelias na porta entrada, formando pequenas vesículas que podem passar desapercebida s, 1 ou 2 dias após, há rompimento das vesículas e disseminação através da corrente saguinea, por Febre (40-41 graus), aftas, beijo aftoso, cladudicação (suínos, principalmente), morte súbita em animais jovens (miocardite), salivação profusa e baba filamentosa. Aborto pode ocorrer por causa da febre. USAR EPI Epidemiologico, clinico diferencial (não da para diferenciar clinicamente – estomatite vesicular) Tecido epitelial ou liquido vesicular. Conservar em liquido de valee congelado ou refrigerado. Ou soro sanguíneo (Soroneutralização) Isolamento do vírus (dia 8), anticorpos – dia 12 (é importante saber as datas das lesões para saber qual sera a melhor amostra e quais animais estiveram em contato – pesquisa epidemiológica) Não há. EM CASO DE SURTO Vazio sanitário, desinfecção, sentinela – bovinos jovens (6-12 meses) e observar se há sinais da doença. Exames a cada 15 dias. Animais sentinelas são eutanasiados Sacrificar todos os animais suceptiveis no raio de3Km, mesmo que o animal seja vacinado, ele pode servir de reservatório para a doença. So vacina bovinos e bubalinos, caprinos – servem como sentinelas para mudança de status (teste com probang). Após surto, animal sentinela – bezerros. PNEFA, calendário de vacinação é regionalizado, obrigatório apresentar nota fiscal, bovinos – a partir de um mês Adjuvante oleosa, Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 enterovir us) mortalidade nos jovens – causa miocardite. Virus fica na medula óssea, áreas livres- não importa carne com osso. Suínos- apos se curarem não transmitem mais.Pode ocorrer transmissão transplacenaria. Aborto ocorre por causa da febre todo epitélio, formando outras vesículas. Em animais jovens, vírus tem tropismo pelo miocárdio- morte subita DD: Lingua azul, ectima contagioso, BVD. Probang- prova quando passou muito tempo. Haste de metal que tira a amostra do esôfago. Dolorido, as vezes necessita sedação, animal tem que estar em jejum de 2 horasvírus inativado 2-8 graus celsius não pode congelar, dose 5mL na tala do pescoço BSE Doença transmissi vel. Notificaao Obrigatori a. Vigilância em todos os casos nervosos Zoonose Prion – proteina natural do organismo (PrPc), quando ocorre mutação PrPsc. Tem predileção pelo sistema Nervoso, não sofre ação de desinfetante s nem de Acomete Bovinos, Ovinos e Caprinos (há uma teoria que surgiu do Scrapie em peq. Ruminantes). Não causa resposta imune. A forma clássica e mais frequente ocorre por ingestão de produtos de origem animal contamidos, a forma atípica é PI – 2 a 8 anos Após ingestão, o príon vai as tonsilas e em seguida para o SNC onde faz com que os príons la existente mutem. Preferencia pelas estruturas existentes no tronco Nenhum alteração macroscopi ca. Pode haver lesões e lacerações na pele devido a incoordena ção (a vaca vai e arrarnhar) Alteração de comportamento, incoordenação, ataxia, paralisia dos membros posteriores, hipermetria. Clínico- Epidemiologico – Laboratorial Lab – encéfalo tem que esta ‘fresco”, na histologia é possível ver vacuolização celular. PCR, ELISA e WB Não há tratamento Evitar importação de animais do exterior e não impotar de áreas c omprometidas, proibido fornecer farinha de carne e ossos e cama de frango (na avicultura utiliza farinha de carne e osso, por isso a cama pode esta contaminada), sistema de Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 processos comuns de esterilidade. quando ocorre mutação no próprio organismo. Não há casos no BR (apenas 1 de forma atípica), muito dificilmente ocorrerá, pois no BR o gado é alimentado com pasto natural. cefálico, principalment e medula oblonga. vigilância para doenças nervosas. Carbúnculo Sintomátic o Doença infecciosa .Diferente do Carbuncul o verdadeir o (Bacillus anthracis) . Pode ser chamado de peste da manqueir a, mal do ano, black Causada pela bactéria gram +, anaeróbica, esporulada Clostridium chavoei. Presente no trato gastrointesti nal de ruminantes. Acomete bovinos (mais sensíveis), ovinos e caprinos. Distribuição cosmopolita. Ocorre principalmente em bovinos jovens e bem nutridos e em ovinos após corte da cauda, tosa e descorna. Outros fatores que predispõe: intervenções cirúrgicas, isquemia Há apenas teorias. A bactéria entra na corrente sanguínea, através dos macrófagos, e se instala na musculatura esquelética, onde ficam em latência. Quando ocorre um trauma, haverá edema e diminuição da quantidade Musculo de coloração vermelho- escuro e esponjosa Há duas formas, a forma clássica que é a mais frequente em que há o acometimento da musculatura esquelética e a forma rara que é chamada de visceral que acomete o miocárdio. Febre, apatia, anorexia e manqueira, caso seja nos membros Morte em ate 48h (outro artigo diz 72h) Local é edematoso na palpação e apresenta crepitação Clinico- epidemiologico. Laboratorio – PCR Isolamento – difícil, bactéria muito exigente. DD: edema maligno, antraz, queda de raio Não há tratamento eficaz Vacinação Primo vacinação aos 60 dias de idade, segunda dose 4 semanas antes do desmame ou durante o desmame. Reforço anual. Pode ser a vacina apenas para C. chavoei ou para as clostriodioses. Surto: vacinar e revacinar todos. Deve haver incineração das Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 leg. Curso agudo vascular, tumores de oxigênio molecular, fazendo com que o ambiente fique ideal para a esporulação do clostridium e assim ele se replicará e produzirá toxinas que são responsáveis pela sintomatologia clinica carcaças Raiva Zoonose. Doença Infectoco ntagiosa. Virus enveloado RNA. Monomegavi ridae, Familia Rhabidovirus (vírus em forma de bala), gênero Lyssavirus. Sensível a detergentes e ao calor Acomete homem, animais silvestes, morcegos e herbiveros. Há três ciclos: areo- rural (morcego – herbiveros), urbano (homem- caes e gatos) e silvestre. Doença cosmopolita, reservatório em outros países- PI varia de acordo com – local da mordedura, quanto mais perto do SNC menor o tempo, carga viral, cepa envolvida. Após mordedura, vírus replica-se (não sei se tem algo) Microscopi camente- corpúsculo de neggri – patognomo nico. Alteração de comportamento, incoordenação, ataxia, paralisia dos membros posteriores, paralisia mandibular – morte por parada respiratória (raiva dos herbívoros) nos carnívoros – raiva furiosa, mudança de comportamento, agressividade, depressão. Não Isolar animal, espera ele morrer. Equinos – cérebro e medula espinhal, Bovinos – so cérebro. Inoculação de material em camundongos, histologia (a procura do corpúsculo de Negri) Não há tratamento. Identificar positivos, vacinação (anual, não sei qual a idade de vacinação), controle de morcegos hematófagos (Desmodus rotundus) através de captua e pasta anticoagulante, Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 animais silvestes – raposa. Via de eliminação – saliva, trasmissao – per cutânea - morderura. Alta mortalidade no musculo (ou ira diretamente por nervo), infecta o nervo e por via retrogoda chega ao SNC Em herbívoros- fonte; morcego Desmodos rotundus consegui deglutir. que por características comportamentais da espécie, se disseminará. Aplicação da pasta em feridas. Brucelose Zoonose, Notiicaçã o Obrigatori a Bácteria gra m – imóvel não esporulada. Brucella abortus – bovinos e bubalinos B.melitensis – caprinos e ovinos (não há no Brasil) B.suis – suínos B.canis – caninos, B.neonatei – Principal fonte de transmissão – material abortado ou secreções uterinas no puerpério de vacas infecadas. Fonte de infecção – via digestiva, vacas lambem o feto abortado ou bezerros de outras vacas positivas. (transmamaria?). Acomete bovinos, bubalinos, suínos, Após a entrada da bactéria no organismo por via oral, esta se multiplica nas tonsilas e em seguida se dissemina para o corpo, onde os locais de predileção são onde tem Eritrol – testículo, útero gestante, Nenhuma alteração patognomo nica, no feto é possível ver pneumonia supurativa Equinos – higroma e aborto Bovinos – aborto, nascimento de filhotes fracos, queda na produção, aumento do intervalo entre partos e infertilidade Em machos – orquite Aborto na primeira gestação , da segunda em seguinte apenas nascimento de bezerros fracos Clínico- epidemiologico, isolamento, PCR. Teste do anel em leite (pool ou de uma vaca apenas + antígeno + hematoxilina = animais positivos formam um anel azul na superfície) ou acido antígeno tamponato AAT – soro sanguíneo, corante e antígeno, verifica se há precipitação. (TAL Não há tratamento. Vacina – B19 obrigatoria em femeas dos 3-8 meses de idade. Teste sorológico apenas 24 meses, em machos causa orquite. Não da para diferenciar da vacina. RB51 – da para diferenciar da vacina, pode vacinar independente da idade. Acidentes com a vacina Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 rato-do deserto. Baixa resistência no ambiente, resistência aumenta em locais úmidos e frios. Leite pasteurizado não transmite caprinos, ovinos e rato do deserto. Não há transmissão pelo sêmen por causa das defesas presente na vagina, mas não pode utilizar sêmen de touro infectado, pois este é depositado na cervix, onde não há defesa. Pode ser feito transferência de embrião – se as técnicas de tratamento forem feita corretamente. articulações. Na vaca gestante, quando maior o tempo de gestação, maior a quantidade de eritrol. A bactéria causa inflamação nos placentomas prejudicando a nutrição e oxigenação do feto, podendo levarao aborto (em vacas primiperas ou em vacas sadias recém- introduzidas no rebanho) ou nascimento de bezerros fracos. ou AAT – triagem) , confirmatório – 2- mercaptanol ou fixação do complemento. pode infecta o homem (bactéria viva- cultura rugosa )Quarente na, evitar a introdução de animais infectados Cinomose Doença Infectoco ntagiosa Vírus RNA fita simples, envelopado, Acomete caninos, felinos selvagens, furoes, ursos e A via de ingresso mais comum é a Síndromes clinicas associadas a cinomose: Encefalite do cao velho Clinico- epidemiologico Hemograma – Ate o lançamento dos artigo Vacinação – vacinar aos 45 dias, três doses Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 sensível a formol , amônia quarternaria. Familia – Paramyxoviri dae, gênero Morbilivirus diversos animais selvagens. Possui alta morbidade e mortalidade. Tem distribuição mundial e é endêmica. Todas as secreções são vias de eliminação. A transmissão ocorre pela inalação do patógeno, mas pode ocorrer pelo contato com a mucosa e via transplacentaria. Principais fontes – animais infectados. Entre 60-90 dias pos infecção, mas principalmente na fase aguda. Quanto maior o aglomerado de caes (abrigos, pet shop, maior a chance de trasmissao) respiratória. O vírus então infecta macrófagos do trato respiratório alto e amidalas (dia 1), em seguida o vírus vai a corrente sanguínea (2-3 dia) e é encontrado nas células mononucleare s do sangue, do 3-6 dia, o vírus se replica em toda as células do sistema linfoide e é quando ocorre o primeiro pico febril e imunossupress ão. No nono dia há disseminação para os Encefalomielie multifocal dos caes adultos Encefalomielite dos caes jovens Encefalomiete reicindivante Dois picos febris Sinais epitelias (descarga naso-ocular serosa e mucopurulenta, tosse dispneia, estertores, diarreia, vômito,lesões oftalmológicas e cegueira, hiperqueratose dos conxins) e nervosos (andar em círculos, mioclonia, alt. De comportamento, ataxia, dismetria, hipermetria, tremor de intenção. Infecção neonatal – hipoplasia do esmalte dentário neutropenia, linfopenia transitória, anemia, inclusões de lentz (viremia), PCR, ELISA e imunocromatografi a. não havia tratamento. Hoje (ribavirina+d mso + vit.complexo B + suporte) com intervalo de 3 semanas entre cada dose. (quando a queda de anticorpos, e estes são insuficientes para deter a doença, mas podem inutilizar a vacina) Reforço anual. Puppy – parvo e cino – animais desmamados muito cedo ou com contato com caes infectados (primeira dose a partir de 4 semanas). Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 Acomete principalmente filhotes entre 2 a 6 meses dias (quando há diminuição de anticorpos maternos epitélios das mucosas conjuntival e nasal e três dias após, o vírus atinge o SNC (desmielinizaç ão) Erliquiose Hemopar asitose. Transmiss ivel. Em cães – Erlichia canis, E. chaffensis, E. ewigii, E.muris e E.ruminatiu m – ricketitsia. Parasitas intracelular obrigatório de células sanguíneas maduras ou imaduras, principalmen te, macrófagos e monócitos, e neutrófilos. Acomete caes, gatos, homem, ruminates e equinos. Transmissão através de vetor – Rhipicephalus sanguineus este se contamina ao realizar o repasto sanguíneo (bactéria fica na saliva) e quando se alimenta em um cao sadio, transmite. Ele transmite em qualquer estagio que esteja (larva, ninfa, adulta – ocorre transmissão Na fase aguda a rickettsia infectara leucócitos, se replicarao e através da corrente sanguínea, ira atingir baço, fígado e linfonodo. Na fase subclinca o cao pode conviver com a bactéria por semanas ou ate anos, e ainda, eliminar a bactéria Fase crônica – pancitopenia, Caes infectados podem ter sinais brandos ou mesmo não ter sinais da doença. (depende da cepa, da idade e do status imune). Há três formas da doença Forma aguda (2-4s) – febre, anorexia, depressão, linfadenopatia, trombocitopenia (destruição imunológica periférica de plaquetas). Bioq. hiperbilirrubinemia, aumento ALT, FA. Forma subclínica (6-9s) –parece saudável, pode ocorrer perda de peso, alta concentração de Ac) Mórula de erliquia – Neutrofilo (agregação de corpúsculos fundamentais envoltos por membrana). Fase aguda. PCR, ELISA, IFI, teste sorológicos rápido (dot-blot- elisa ou Immunocomb) Tetraciclinas – tetraciclina, oxitetraciclin a e doxiciclina Dipropionato de Imidocarb. 3- 4 semanas ou ate 8 semenas em animais que estejam na fase crônica. Corticoide – integridade vascular. Avaliação do tratamento – retorno do apetite, Controle de carrapatos. Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 transestadial mas não transovariana). Carrapato pode transmitir ate 155 dias. glomerulonefri e, hemorragias, e aumento a suceptibiliade a infeções secundarias. Forma crônica melhora no comportame nto e quadro hematologic o. Leptospiro se Canina Doença infectoco ntagiosa que acomete o homem e animais Zoonose Notificaçã o Obrigatori o Caes são hospedeiros do sorovar canicola ratos ictereohemo rragea (caes podem se infectar acidentalme nte). Ocorrência Mundial. Animais silvestres e domésticos podem servir de reservatório para o homem. Entre os silvestres – rato Rattus novergicus (nos ratos há infecção sem sinal clinico, mas eles eliminam a bactéria pelo resto da vida, Fonte de infecção – roedor (reservatório) dissemina por meio da urina de forma direta (contato com O agente se multiplica em órgãos parenquimato sos, sangue, linfa e liquor. Causa necrose hepatica Pode ocorrer multiplicação no endotélio. O agente fica nos túbulos contorcidos renais de forma intermitente (72h pos infecção ate meses) Necrose hepática, Vasculite generalizada Fase aguda – letargia, depressão, vomito, anorexia, febre, poliuria, polipsia, dor abdominal, diarreia, mialgia, ulceras bucas, icterícia, petequias e sufusoes em mucosas e conjuntivas. Podem formas assintomáticas a graves (hemorragia e febre) Clinico- epidemiologico, laboratorial Testes sorológicos, isolamento, PCR (de urina), ELISA IgM Fluido (Controle da desidratação ), penicilina, transfusão, Saneamento do meio ambiente, vacinação de caes contendo bactérias especificas da região, restrição a saída – principalmente no período de chuva Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 sangue e urina de animais infectados) ou indireta Ectima Contagioso Doença Infectoco ntagiosa. Zoonose, notificaçã o mensal de caso confirmad o (mas é necessari o notificar imediata mente como doença vesicular suspeita de febre aftosa). Tambem chamado de Boqueira ou Dermatite Pustular Contagios Vírus DNA envelopado gênero Parapoxvirus Familia: Poxviridae, sensível a fenóis e ao calor 60 graus por 30 minutos Acomete caprinos e ovinos (principalmente). Fonte de infecção crostas contamidas (vírus tem alta resistência ao ambiente). Em criações extensivas não a higienização adequada para o controle e no sistema intensivo o aglomerado aumento o numeo de infectados. Alta morbidade (quase 100%), baixa mortalidade, se houver morte pode ter sido por infecções secundarias, ou Após infectar o individuo através de solução de continuidade da pele, o vírus infecta células da membrama basal onde estimulam estas a produzirem fator de crescimento. Além disso, por degeneração hidoprica coordenada pelo vírus, há a formação de maculas- pápula- vesicula- ulcera- pustula-crosta. NADA Formação de verrugas crostosas na face, lábios, orelha, patas e tetas.Diminuição na produção de leite. Pode haver complicações como mastite. Seo animal não conseguir comer, haverá perda de peso. Se as lesões forem as patas, haverá claudicação. Clínico- epidemiologico. Laboratorial – isolamento viral : apresentação de espessamento das camadas epidérmicas, células tuefadas, inclusões introcitoplasmatica s, com acantose. PCR, ELISA, FC Isolar animais, retirar crostas e coloca iodo glicerinado (1:1 ou 1:3 – olho e narinas) ou permangato nas lesões. Antibiótico – se houver infec secundaria Repelente – evitar miiase Identificação de animais positivos, isolamento. Higiene dos locais. Em áreas livres- não vacinar. Em áreas endêmicas, fazer uma suspensão das crostas em glicina e aplica 2 gotas na região interna da coxa, após abrasão. Isolar os animais vacinados. Em todos os animais jovens do rebanho e em 5% dos adultos. Todos os jovens devem ter apresentado sinais. Se não apresentar pode ter havido falha vacinal. Se os Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 a, ORF em animais jovens. Por acometer lábios e cascos animal pode não se alimentar (ou não andar ate o alimento e morrer por inanição). É necessário solução de continuidade na pele para que haja infecção. Em aréas endêmicas os animais jovens são mais sensíveis, em áreas em que não há a doença a sensibilidade é igual entre adultos e jovens. PI é de 3 a oito dias, sendo geralmente 1 semana, curso da doença varia entre 14- 21 dias, havendo cura. adultos apresentarem reação, os outros 95% devem ser vacinados. Usar EPI. Fêmeas prenhez – 2- 3semanas antes do parto e 2-3 semanas após o parto. Cabritos e cordeiros – 1 a 2 meses de idade, reforço anual. Quarentena de 2- 3 semanas Linfadenite Caseosa Doença infectoco ntagiosa, Zoonose. Notificaçã o Corinumbact erium pseudotuber culos gram +, pleomorfica, intracelular Acomete Ovinos e Caprinos. Lesõess supuradas contaminam o ambiente Bactéria infecta o organismo através de uma solução de Lesões Caseosas purulentas nos linfonodos. Forma Superficial e Visceral. Curso Crônico Emagrecimento Detecção – Abate (forma visceral). Lesões no rins, fígado e pulmão. Superficial – abcessos nos Animais devem ser separados, avaliados se estão no momento da Propriedade não e interditada, não há descarte do animal. Se o animal reincidivar 2 vezes- descarte. Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 Compulso ria mensal Causa condenaç ão das carcaças, custos com o tratament o, desvaloriz ação da pele facultativa, aerobica continuidade, migra livre ou em macrófagos para linfonodo, migração de neutrófilos, formação de microabcessos que se unem formando um abcesso encapsulado. Fatores de virulência – alto conteúdo proteico, produção de exotoxina fosfolipase D (altera a permeabilidad e vascular e facilita a disseminação progressivo. Aumento de um ou mais linfonodos (90% pre escapular, submandibular, parotideos). Abcessos com secreção branco- amarelada – esverdeada, semelhante a uma cebola cortada linfonodos. Diagnostico Epidemiologico e Clinico. Lab raramente é feito: western blot e elisa Cultura – secreção dos abcessos. DD: tuberculose drenagem cirúrgica (flutuante). Pode esta quente ou frio, com ou sem pelo. Colheita- luvas, máscara, jaleco e óculos de proteção. sem deixar cair no ambiente. Incisão vertical ou meia-lua. Iodo 10%. NÃO USAR FORMOL. Animal fica isolado ate cicatrização. Material deve ser descartado adequadame nte (incinerar ou Ao adquirir animal observar se há cicatriz, quarenta deveria ser de 3 meses. Ideal – adquirar animais de rebanhos livres Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 autoclavar). Swab - encaminhar para o lab. CAEV/MVV Lentiviros es de Pequenos Ruminate s (LVPR).Do ença infecto contagios a de ovinos e caprinos CAEV – vírus da artrite- encefalite caprina MVV- maedi- visna vírus Virus RNA envelopado, família Retroviridae, gênero Lentivirus Possuem a transcriptase reversa e quando estão intracelular são chamados de provirus Acomete ovinos e caprinos (de acordo com o artigo – mais ovinos). A principal fonte de infecção é o leite/colostro da mae infectada, contato com secreções (em grandes aglomerações), pode haver via transplacentaria e pelo sêmen. Principal via de entrada – digestiva. Fator de virulência- Acido sialico Tem tropismo por células do sistema monocitico- fagocitario e por células epiteliais, causam imunossupress ao e predispõe o animal a ter doenças por oportunistas. Não vi nos artigos Artrite, Encefalite, Febre, Mastite, alterações respiratórias (menos comum). Diminuição aguda da produção IDGA – amostra: sangue, leite. Teste indicado pela OIE. Reação antígeno- anticorpo com precipitação. ELISA, PCR,RIFI, isolamento viral (laborioso, não detecta cepas não citopatogenicas) Não vi nos artigos Identificar positivos, separar animais positivos de negativos, teste sorológicos periódicos, separar filhotes de mae soropositivas e alimenta-los com colostro tratado com calor de mães não infectadas ou colostro bovino. Não há vacina Garrotilho Doença Infecto- contagios a. Notificaçã oo Streptococcu s equi subesp.equi bactéria hemolítica gram +, Acomete equinos de todas as idades, mas principalmente, equinos mais jovens. A PI – 2 semanas. Os microorganism os penetram na mucosa nasal, onde se AQUI SÃO AS COMPLICAÇ ÕES, NÃO A PATOLOGIA Garrotilho Febre, apatia, anorexia, aumento de linfonodos, pescoço estendido, dor a palpação na região mandibular, secreção nasal (serosa a Clínico- Epidemiologico Isolamento – coleta de swab da secreção nasal e em seguida Sulfa+trimetr opin + terapia suporte, isolamento de animais +, Isolar animais + e tratar, quarentena ( 2 semanas), evitar a introdução de animais positivos. Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 compulso ria de caso confirmad o mensal sensível a ionoforos 0.02% e clorexidine 2% Fatores d e virulência: hialuronidas e, Proteina M, streptolisina, estreptoquin ases, cápsula de ácido hialuronico principal fonte são equinos infectados e os animais ficam em latência (20% dos casos). Ocorre mais frequentemente nas regiões frias do pais, no outono e no inverno, alta morbidade e baixa mortalidade (10% - esta ocorre quando há complicações/nã o tratamento adequado) aderem as células epitiais desta. Quando não há uma resposta imune adequada, eles invadem a mucosa e penatram nos vasos linfáticos e se direcionam aos linfonodos (principalment e submandibula res, retrofaringeos ) onde formam abcessos, que futuramente podem fistular e liberar a secreção que contamina o ambiente. Os microorganism o invadem também a mucosa nasal Bastardo – disseminaç ão da doença para o linfonodos e órgãos abdominais (fígado, rim, etc) , torácico (pulmão) e cérebro, podendo levar a óbito. Epiema da Bolsa Gultural – infecção crônica persistente . Animais são a principal fonte de transmissa o Purpura Hemorragic a – mucopurulenta), tosse produtiva, refrigerar a amostra PCR ELISA – anticorpo, não destingue se é por vacinação DD: Mormo, arterite viral equina, influenza equina, rinopneumonia viral equina penicilina nos outros animais da propriedade, iodo 2% nas lesões supuradas Vacinação 3 doses Subcutânea e intranasal (em outros países), sc – baixa eficiência. (ou eficácia, não sei qual o termo certo) Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 causando uma secreção primeirament e serosa, depois seromucosa e em seguida, purulenta. deposição de imunocom plexos nos vasos Pneumonia Aspirativa Mormo Infectoco ngiosa Notificaçã ocompulso ria. Zoonose Rebanho só é negativo quando todos os animais são negativos. Se tiver um positivo - reteste Burkholderia mallei. Sensível a desinfetante s comuns como hipoclorito de sódio. Resistente a fenóis. Parasita obrigatório, gram – anaeróbica facultativa, não esporulada Acomete todos os mamíferos, mas os equidoes mais suceptiveis muares e asininos > equinos. Eliminação ocorre através de secreções da descarga nasal e supuração de abcessos. Raramente urina e fezes contaminadas. Transmissão – alimento e agua contaminada, indiretamente por fômites e solo. Pontos de penetração – mucosa da PI – 14 dias Via oral – atinge corrente sanguínea – septicemia- lesões primarias na porta de entrada- sistema linfático – lesões nodulares 3 formas clínicas – Nasal – descarga nasal unilateral pus amarelo a hemorrágico. Cicatrizes estreladas – patognomonico para mormo. Febre alta Pulmonar – pneumonia lobular Cutâneo – abcessos cutâneos Pode aparecer mais de uma forma por vez. Aumento de Linfonodos Forma aguda (óbito em 24hs), Cronica (equinos) Clinico- epidemiologico Fixação do Complemento (oficial). Proprietário tem direito a reteste (7 ou 8 dias após o resultado amostra é guardada por 30 dias). Se houver falhas, oficial pode pedir a contraprova. Maleinização, 0,1mL intadermica na pálpebra. Leitura com 48h. Faz em reagentes + sem sinais e reagentes – com sinais . Animais FC + em rebanho Não há tratamento Abate de animais positivos. Exceção:Pantanal Inteditação da Propriedade, destruição das carcaças, desinfecção das instalações, testar todos. 2 negativos entre 45 e 90 dias – desinterdita GTA Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 orofaringe. Pre- disposição: calor umidade, aglomeração de equinos, falta de controle sanitario reincidivante fica + Sem sinal FC +, teste maleina -,45- 60d refaz o teste – recebe atestado WesternBlot DD: Garrotilho, arterite viral equina, rinopneumunite AIE Doença Infecciosa , também chamada de Febre os Pântanos Vírus (VAIE), RNA, envelopado. Familia Retroviridae, Gênero Lentivirus Acomete equídeos, destes, equinos são mais sensíveis que asininos e muares. 95% dos casos não apreentam sintomas, sendo estes a principal fonte de infecção. Transmissao: moscas (Stomoxy calcitrans) e outros insetos hematófagos, forma iatrogênica, transplacentaria (Sei pouco sobre) Vírus tem tropismo pela linhagem mononuclear- fagocitaria (monócito e macrófagos) e por células endotelias. Esplenome galia, linfadenom egalia, petequias hemorragia s, glomerulon efrite, mucosas pálidas ou ictéricas, hepatomeg alia (é?) Febre aguda (39-41 graus nos primeiros dias), anorexia, apatia, fraqueza, anemia. A doença aparece de várias formas simultaneamente, podendo voltar de uma forma a outra 95% é assintomático – diagnostico tem que ser laboratorial. IDGA – padrão ouro (ideal dos 15-45 dias pos infecção). Reação antígeno-anticorpo de precipitação. ELISA – feito nos EUA, WB – só em pesquisa PCR Não há tratamento Não há vacina. Identificação dos positivos, isolamento (Pantanal), eutanásia dos positivos e eliminação das carcaças. Controle de vetores. Uso adequado de matérias cirúrgicos, agulhas, fômites. Separar filhotes de mães positivas. (não sei ao certo) Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 (menos comum), mucosas (rara), colostro ou leite (se a mae estiver na fase aguda) Virus pode ficar em latência e resurgir em momentos de imunossupressão Aujeszky Doença infectoco ntagiosa. Notificaçã o Compulso ria Pseudorai va/Bulbo encefalite (?) Vírus DNA envelopado. Pouca resistência no ambiente. Familia Herpesvirida e, subfamília alphaherpes virus. Acomete suideos (domésticos e selvagens, fontes de transmissão, se infectam por inalação, transplacentaia e transmamaria) caninos, roedores e marsupiais (não transmitem porque é fatal, se infecam ao ingerir carne ou tecido suíno infectado). Alta mortalidade e morbidade na materinidade (1- 30 dias) diminuindo com o tempo. PI - 1 a 6 semanas (?), após inalação do agente etiológico, este se multiplicara nas tonsilas, onde pode permanecer em latência, ser debelado ou infectar os nervos. Ao infectar os nervos, estes se dirigem ao sistema nervoso central, principalment Não sei se há Animais jovens – apatia, depressão, anorexia, perda de peso, convulsão, paralisia membros posteriores, hipotermia Recria, terminação – problemas respiratórios, marrões, porcas em lactação ou gestação –problemas respiratórios e reprodutivos Em caes – prurido, automutilação, morte em 48horas Suspeita –alta mortalidade na maternidade, aborto, natimortos, sinais nervosos. Exames – isolamento viral, PCR, ELISA, Imunofluorescnia, Soroneutrarlização (OIE) não diferencia de vacina, FC, imunoperoxidase. Não há tratamento Vacina – apenas com permissão do MAPA, adquirir animais negativos, testes sorológicos sereados. Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 e bulbo, onde pode ficar em latência ou causar morte dos neurônios que ali estão. Locais de latência – nervo trigemino córtex, cerebelo, bulbo, tonsilas, linfonodos, pulmão. Peste Suina Doença Infectoco ntagiosa Notificaçã o compulso ria Virus RNA envelopado, genero Pestevirus, Familia Flaviviridae. Sensível a desinfetante s Acomete suínos domésticos e selvagens. Comum na europa e na asia.3 cepas diferentes, 1 – russia, 2 – europa, 3 – asia. Patogenicidade e mortalidade variam de acordo com a cepa. Via de transmissão – secreções e Após infecção se dirige as tonsilas e parasia monócitos- macrófagos. Causa alta produção de anticorpos (SEI POUCO) Predispoe individuo a infecções secundarias Áreas com hemorragia s petequias ou equimosas em vários órgãos do corpo Disturbios reprodutivos – natimortos, abortos ou filhotes fracos Respiratorios Digestorio – constipação seguida por diarreia. Isolamento, depressão, perda de apetite e peso Epidemiologico- clinico Necropsia (VER MAIS) DD: circovirose, salmonelose, eripsiela. Não há tratamento Identifica positivos, eutanásia,, enceneração e / enterrar carcaça. Vacina – apenas com autorizalçao do MAPA, vacina é viva modiicada, não deve ser introduzida em áreas livres Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445 excreções – saliva lagrimas, urina, fezes. Porta de entrada – via oral ou oronasal. Pode se disseminar pelo ar em um raio de 1Km. Alta morbidade. fontes- portadores assintomáticos, animais doentes e silvestres (princial fonte) No BR há duas áreas – livre sul sudeste, centrooeste, Sergipe e bahia e áreas com tendência a erradicação da doença- norte e resto do nordeste Downloaded by Luana Bugary (aluno.luana.santa@doctum.edu.br) lOMoARcPSD|52492445