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2 - Policiamento Ambiental

Material sobre policiamento ambiental do Ceará: apresenta evolução e organização (pelotões, companhias e BPMA e suas unidades), modalidades de patrulha, legislações e instruções normativas de pesca (Nrs. 009/2012, 03/2005, 112/06, 138/06, 206/08) e definições de pesca, aquicultura e APP.

Material

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1 POLICIAMENTO AMBIENTAL – G14 – ALUNO BARBOSA 
EVOLUÇÃO DO POLICIAMENTO AMBIENTAL DO CEARÁ 
 
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Pelotão de Policiamento 
Ecológico - 91 
CIA de Polícia do Meio 
Ambiente - 96 
CIA de Policia Militar 
Ambiental - 98 
Batalhão de Polícia de 
Meio Ambiente - 2012 
BPMA 
1ª CIA 
Fortaleza 
2ª CIA 
Pecém 
3ª CIA 
Juazeiro do Norte 
4ª CIA 
Sobral 
MODALIDADE DE POLICIAMENTO 
Automóveis Motocicleta Bicicleta Embarcações A pé 
Legislações 
Ambientais 
Complementares 
Código Florestal 
Código de Pesca 
Instuções Normativas 
Nº 009/2012 (Normas 
gerais da pesca Amadora) 
Nº 03/2005 (Normas do 
exercício da pesca em águas 
continentais do Nordeste 
Nº 112/06 (DOF) 
Nº 138/06 (Proteção da 
Lagosta vermelha e cabo 
verde) 
Nº 206/08 (Proibição da pesca 
da Lagosta) 
Portarias 
Sistema Nacional de 
Unidade de Conservação 
 
2 POLICIAMENTO AMBIENTAL – G14 – ALUNO BARBOSA 
INSTRUÇÕES NORMATIVAS 
Nº 009/2012 
MPA + MMA - estabelece normas gerais da pesca amadora/esportiva em todo o território 
nacional. 
Definindo ainda a pesca amadora e/ou esportiva como sendo a atividade de pesca praticada 
por brasileiro ou estrangeiro, com os equipamentos ou petrechos previstos nesta Instrução 
Normativa, tendo por finalidade o lazer ou esporte. 
Pesca Amadora ou esportiva atividade de natureza não comercial 
As atividades relacionadas à pesca amadora ou esportiva podem ter finalidade econômica 
As competições de pesca amadora somente poderão ser organizadas por pessoas jurídicas. 
Nº 03/2005 
Estabelece normas para o exercício da pesca em águas continentais da Bacia Hidrográfica da 
Região Nordeste. 
Estabelece a relação de apetrechos, equipamentos e métodos de pesca proibidos na Bacia 
Hidrográfica da Região Nordeste. 
Nº 112/2006 DOF - Fiscalização e controle do transporte de produtos e subprodutos florestais 
Nº 138/2006 
Proteção das Lagostas Vermelhas e Cabo Verde 
Tamanhos mínimos, tipo de armadilhas permitidas e locais proibidos para a pesca. 
Nº 206/2008 Proibição da pesca da Lagosta, quais tipos de Lagostas e o período de Defeso. 
 
SÃO CONSIDERADAS APP’s 
As faixas marginais de qualquer curso d’água natural perene e intermitente 
As áreas no entorno dos lagos e lagoas naturais 
As áreas no entorno dos reservatórios d’água artificiais, decorrentes de barramento ou represamento de 
cursos d’água naturais. 
As áreas no entorno das nascentes e dos olhos d’água perenes, qualquer que seja sua situação 
topográfica. 
As encostas ou partes destas com declividade superior a 45° 
As restingas, como fixadoras de dunas ou estabilizadoras de mangues. 
Os manguezais, em toda a sua extensão. 
As bordas dos tabuleiros ou chapadas, até a linha de ruptura do relevo. 
Topo de morros, montes, montanhas e serras. 
As áreas em altitude superior a 1.800 (mil e oitocentos) metros 
Em veredas, a faixa marginal, em projeção horizontal, com largura mínima de 50 (cinquenta) metros. 
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DEFINIÇÕES EM RELAÇÃO A PESCA 
Recursos pesqueiros Os animais e os vegetais hidróbios passíveis de exploração, estudo ou pesquisa. 
Aquicutura Atividade de cultivo de organismos em meio aquático 
Pesca Extrair, colher, apanhar, apreender ou capturar recursos pesqueiros. 
Aquicultor 
A pessoa física ou jurídica que, registrada e licenciada, exerce a aquicultura com fins 
comerciais; 
Armador de Pesca 
Pessoa física ou jurídica que, registrada e licenciada, apresta, em seu nome ou sob sua 
responsabilidade, embarcação para ser utilizada na atividade pesqueira pondo-a ou não a 
operar por sua conta. 
Empresa pesqueira Pessoa jurídica, que dedica, com fins comerciais, ao exercício da atividade pesqueira. 
Embarcação 
brasileira de pesca 
Pertencente à pessoa natural residente e domiciliada no Brasil ou, 
A pessoa jurídica constituída segundo as leis brasileiras, com sede e administração no 
País. 
Bem como aquela sob contrato de arrendamento por empresa pesqueira brasileira; 
Embarcação 
Pertencente à pessoa natural residente e domiciliada no exterior ou, 
A pessoa jurídica constituída segundo as leis de outro país, em que tenha sede e 
administração, ou 
Área de Preservação Permanente – APP - área protegida, coberta ou não por vegetação nativa, com a 
função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a 
biodiversidade, facilitar o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das 
populações humanas. 
 
3 POLICIAMENTO AMBIENTAL – G14 – ALUNO BARBOSA 
Estrangeira de pesca As embarcações brasileiras arrendadas à pessoa física ou jurídica estrangeira. 
Transbordo do 
produto da pesca 
Fase da atividade pesqueira destinada à transferência do pescado e dos seus derivados 
de embarcação de pesca para outra embarcação. 
Áreas de exercício da 
atividade pesqueira 
As águas continentais, interiores, o mar territorial, a plataforma continental, a zona 
econômica exclusiva brasileira, o alto-mar e outras áreas de pesca. 
Processamento 
Fase da atividade pesqueira destinada ao aproveitamento do pescado e de seus 
derivados, provenientes da pesca e da aquicultura. 
Ordenamento 
pesqueiro 
Conjunto de normas e ações que permitem administrar a atividade pesqueira 
Águas interiores 
Canais que tenha ligação com o mar, mesmo que a comunicação com o mar seja 
sazonal. 
Baías, lagunas, braços de mar, canais, estuários, portos, angras, enseadas, 
ecossistemas de manguezais. 
Águas continentais 
Canais que não tenham ligação com o mar 
Rios, bacias, ribeirões, lagos, lagoas, açudes ou quaisquer depósitos de água não 
marinha, naturais ou artificiais. 
Alto-mar 
Porção de água do mar não incluída na zona econômica exclusiva, no mar territorial ou 
nas águas interiores e continentais de outro Estado, nem nas águas arquipelágicas de 
Estado arquipélago. 
Mar territorial Faixa de 12 (doze) milhas marítimas de largura 
Zona econômica 
exclusiva 
Faixa que se estende das 12 (doze) às 200 (duzentas) milhas marítimas 
Plataforma 
continental 
O leito e o subsolo das áreas submarinas que se estendem além do mar territorial 
Defeso 
Paralisação temporária da pesca para a preservação da espécie, bem como paralisações 
causadas por fenômenos naturais ou acidentes. 
Pescador amador 
Pessoa física, brasileira ou estrangeira, que, licenciada pela autoridade competente, 
pratica a pesca sem fins econômicos. 
Pescador Profissional 
Pessoa física, brasileira ou estrangeira residente no País que, licenciada pelo órgão 
público competente, exerce a pesca com fins comerciais. 
 
 
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QUANTIDADE DE PESCADO PERMITIDO (LIMITE MÁXIMO) P/ PESCADOR AMADOR 
 
CLASSIFICAÇÃO DE PESCA 
Comercial 
Artesanal 
Desembarcado 
ou de pequeno 
porte 
Industrial 
Embarcação: 
Pequeno, médio 
ou grande porte 
Não Comercial 
Científica 
Fins de pesquisas 
científicas 
Amadora 
Lazer ou 
desporto 
Subsistência 
Consumo doméstico 
ou escombo sem fins 
de lucro 
PARA CONSUMO 
10 kg + 01 Exemplar p/ pesca em águas Continentais 
15 kg + 01 Exemplar p/ pesca em águas Marinhas 
 
4 POLICIAMENTO AMBIENTAL – G14 – ALUNO BARBOSA 
 
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IN Nº 03/2005 – Apetrechos, equipamentos e métodos de pesca Proibidos na Bacia Hidrográfica da 
Região Nordeste. 
Rede elétrica ou quaisquer
aparelhos que, através de impulsos elétricos, possam impedir a livre 
movimentação dos peixes, possibilitando sua captura. 
Rede de arrasto e de lance, de qualquer natureza. 
Fisga, arpão, flecha e espingarda de mergulho. 
Armadilha do tipo tapagem e/ou quaisquer outros aparelhos fixos com a função de bloqueio. 
Qualquer aparelho de pesca, cujo comprimento seja superior a 1/3 da largura do ambiente aquático. 
Métodos de pesca que utilizem batição, buia, rela, tibungo, tóxicos e explosivos. 
Equipamento de respiração artificial na prática de pesca com mergulho. 
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OBS: O IBAMA poderá fixar prazos de validade diferenciados de acordo com a distância entre origem e destino. 
O prazo de validade do DOF poderá ter início até 05 dias após sua emissão. 
 
 
 
P/ ORNAMENTAÇÃO E DE 
AQUARIOFILIA 
10 Unidades P/ peixes de ágaus Continentais 
05 Unidades P/ peixes de águas Marinhas 
o que o DOF informa? 
Origem e destino 
da carga 
Tipo e quantidade do 
produto ou subproduto 
Rota do veículo Veículo utilizado 
VALIDADE DO DOF 
05 Dias Regra 
30 Dias 
Exceção: P/ transporte de 
madeira em tora em Jangada 
10 Dias Transporte interestadual 
CANCELAMENTO DO DOF 
Até o dia anterior ao início do prazo de validade 
No caso do Início de validade ocorrer no 
mesmo dia da emissão 
Até 02h após a emissão 
CORES DO DOF 
Verde Preto 
Carvão vegetal 
nativo 
Laranja 
Palmito 
Amarelo 
Xaxim, óleos 
essenciais 
 
5 POLICIAMENTO AMBIENTAL – G14 – ALUNO BARBOSA 
DISPENSA O DOF 
Material lenhoso proveniente de erradicação de culturas, pomares ou de poda de arborização urbana; 
Subprodutos que, por sua natureza, já se apresentam acabados, embalados, manufaturados e para uso 
final 
Celulose, goma-resina e demais pastas de madeira; 
Aparas, costaneiras, cavacos e demais restos de beneficiamento e de industrialização de madeira, 
serragem, paletes e briquetes de madeiras e de castanha em geral, folhas de essências plantadas, 
folhas, palhas e fibras de palmáceas, casca e carvão produzido da casca de coco, moinha e briquetes 
de carvão vegetal, escoramentos e madeira beneficiada entre canteiros de obra de construção civil, 
madeira usada em geral, reaproveitamento de madeira de cercas, currais e casas; 
Carvão vegetal empacotado do comércio varejista; 
Bambu (Bambusa vulgares) e espécies afins; 
Vegetação arbustiva de origem plantada para qualquer finalidade. 
Plantas ornamentais, medicinais e aromáticas, mudas, raízes, bulbos, cipós e folhas de origem nativa 
das espécies não constantes da lista oficial de espécie ameaçada de extinção e dos anexos da CITES. 
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REQUISITO PARA PESCA DA LAGOSTA 
Espécie Comprimento da Cauda Comprimento Cefalotórax 
Lagosta Vermelha 13 cm 7,5 cm 
Lagosta Cabo Verde 11 cm 6,5 cm 
 Somente com armadilhas do tipo covo ou manzuá e cangalha. 
 Embarcação superior a 4 metros. 
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A Instrução Normativa Nº 138 
o tamanho mínimo os tipos de armadilhas autorizadas locais proibidos para a pesca 
a proteção das lagostas 
vermelha e cabo verde 
CONTRADIÇÃO AO 
PEDIODO DE DEFESO 
Instrução Normativa Nº 
138 
1º de janeiro a 30 de abril 
Instrução Normativa Nº 
206 
1º de dezembro a 31 de maio. 
 
6 POLICIAMENTO AMBIENTAL – G14 – ALUNO BARBOSA 
 
UNIDADE DE CONSERVAÇÃO 
I - Unidade de Proteção Integral – 2RbEPM 
Estação 
Ecológica 
Preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas. 
Posse e domínio público 
É proibida a visitação pública, exceto quando com objetivo educacional. 
A pesquisa científica depende de autorização prévia 
Reserva Biológica 
Preservação integral da biota e demais atributos naturais existentes em seus limites 
Posse e domínio público 
É proibida a visitação pública, exceto aquela com objetivo educacional. 
A pesquisa científica depende de autorização prévia 
Parque nacional 
Preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica 
Posse e domínio público 
A visitação pública está sujeita às normas e restrições estabelecidas no Plano de Manejo 
A pesquisa científica depende de autorização prévia 
Monumento 
Natural 
Preservar sítios naturais raros, singulares ou de grande beleza cênica. 
Pode ser constituído por áreas particulares 
A visitação pública está sujeita às condições e restrições estabelecidas no Plano de Manejo 
Refúgio da Vida 
Silvestre 
Proteger ambientes naturais de espécies ou comunidades da flora local e da fauna residente ou 
migratória 
Pode ser constituído por áreas particulares 
A visitação pública está sujeita às normas e restrições estabelecidas no Plano de Manejo 
A pesquisa científica depende de autorização prévia 
II - Unidades de Uso Sustentável – 2A4R + F 
Área de Proteção 
Ambiental 
Uma área em geral extensa, com um certo grau de ocupação humana 
Constituída por terras públicas ou privadas. 
Públicas: Pesquisa científica e visitação pública, estabelecidas pelo órgão gestor da unidade. 
Privada: Pesquisa e visitação pelo público, estabelecidas pelo proprietário. 
Área de Relevante 
Interesse Ecológico 
É uma área em geral de pequena extensão, com pouca ou nenhuma ocupação humana. 
Constituída por terras públicas ou privadas 
Floresta Nacional 
Uma área com cobertura florestal de espécies predominantemente nativas e tem como objetivo 
básico o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais e a pesquisa científica 
Posse e domínio público 
A visitação pública é permitida, condicionada às normas estabelecidas para o manejo. 
A pesquisa é permitida e incentivada, com prévia autorização. 
Reserva 
Extrativista 
É uma área utilizada por populações extrativistas tradicionais 
Domínio público, com uso concedido às populações extrativistas tradicionais. 
A visitação pública é permitida, desde que compatível com os interesses locais e de acordo com o 
disposto no Plano de Manejo. 
A pesquisa científica é permitida e incentivada, com à prévia autorização. 
A Reserva de 
Fauna 
É uma área natural com populações animais de espécies nativas, terrestres ou aquáticas, 
residentes ou migratórias. 
Posse e domínio público 
A visitação pública pode ser permitida, desde que compatível com o manejo. 
A Reserva de 
Desenvolvimento 
Sustentável 
É uma área natural que abriga populações tradicionais, cuja existência baseia-se em sistemas 
sustentáveis de exploração dos recursos naturais. 
A visitação pública é permitida, desde que compatível com os interesses locais e de acordo com o 
disposto no Plano de Manejo. 
A pesquisa científica é permitida e incentivada. 
Domínio público 
Reserva Particular 
do Patrimônio 
Área privada 
A pesquisa científica 
 
7 POLICIAMENTO AMBIENTAL – G14 – ALUNO BARBOSA 
Natural 
A visitação com objetivos turísticos, recreativos e educacionais. 
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A pena é aumentada até o triplo, se o crime decorre do exercício de caça profissional. 
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AUMENTO DE PENA NOS CRIMES CONTRA A 
FAUNA 
Contra espécie 
rara ou ameaçada 
em extinção 
Periodo proib 
a caça 
Durante a 
noite 
Abuso de 
licença 
Unidade de 
Conservação 
Instrumentos q 
provoque destruição 
em massa 
AUMENTO DA PENA NOS CRIMES CONTRA 
FLORA 
O crime é cometido 
Período de queda 
das sementes 
Formação de 
vegetações 
Espécies raras ou 
ameaçadas de 
extinção 
época de seca 
ou inundação 
Noite, 
domingo ou 
feriado 
Resulta a diminuição de águas 
naturais, erosão do solo ou 
modificação do regime climático 
CASOS EM QUE A LEI PERMITE O ABATE 
DE ANIMAL 
Para saciar a fome do 
agente ou de sua família 
Para proteger as lavouras, 
pomares e rebanhos 
desde que legal e expressamente 
autorizado pela autoridade 
competente 
Por ser nocivo o animal 
desde que assim caracterizado 
pelo órgão competente. 
MEDIÇÃO EM 
dBA -LEI 9605/98 
+ 85 dBA APFD 
Mais sanção 
adminsitrativa p/DETRAN 
- 80 dBA TCO 
Isento de sanção 
administrativa p/ 
DETRAN 
AUTO DE CONSTATAÇÃO SONORA - 
BPMA 
Fiscalização de Residências e 
Estabeleimentos Comerciais 
Fiscalização em Veículo automotivo

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