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EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA AULA 5 – CRIANÇAS DE 1 ANO E 7 MESES A 3 ANOS E 11 MESES Olá! Durante os primeiros anos do desenvolvimento infantil, é através da experimentação que a criança descobre e formula novos conhecimentos. Além disso, é nesse período que ocorre o desenvolvimento da linguagem, por meio de interações significativas. Nesta aula abordaremos o estudo da fase de desenvolvimento infantil que abrange as crianças bem pequenas, que compreende de 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular – BNCC (2017). Enfocaremos a identificação dos elementos a serem considerados na experimentação e construção de conhecimento, as interações e a evolução da linguagem que promovam o desenvolvimento das capacidades das crianças. Para tanto, situaremos os aspectos que devem ser contemplados no planejamento das práticas pedagógicas afim de que as potencialidades infantis sejam desenvolvidas. Bons estudos! 5 EDUCAÇÃO EM CRECHE: CRIANÇAS DE 1 ANO E 7 MESES A 3 ANOS E 11 MESES Para entender os elementos essenciais que devem ser considerados nas abordagens educacionais destinadas a crianças bem pequenas, é necessário adquirir conhecimento sobre as principais características dessa fase do desenvolvimento infantil. Essas particularidades representam potenciais áreas de progresso que podem ou não se manifestar, dependendo das oportunidades disponibilizadas pelo ambiente em que a criança se encontra. Consoante a Goldschimied e Jackson (2018), procuraremos situar a criança nas faixas etárias de 2 e 3 anos para melhor compreensão do tema. Especificamente, quando nos referimos às crianças nesta faixa etária, estamos tratando do grupo atendido nas creches, ou seja, as "crianças bem pequenas", que a Base Nacional Comum Curricular – BNCC (BRASIL, 2017), define. Desse modo, durante o segundo ano de vida, a criança demonstra uma notável atividade, buscando constantemente aprimorar suas habilidades recentemente desenvolvidas, como a linguagem e um maior controle sobre seus movimentos e habilidades de manipulação. Durante esse estágio, a exploração e a movimentação independente são atividades que proporcionam grande satisfação. Conforme observado por Goldschimied e Jackson (2008, p. 131): [...] nos primeiros dois anos a criança passa de uma situação de dependência quase total para uma de relativa independência, de quatro maneiras, em termos gerais: por meio do movimento e da habilidade de manipulação, ao alimentar-se sozinha, no desenvolvimento da linguagem pré-verbal precoce até a fala propriamente dita, bem como no cuidado corporal que leva ao controle dos esfíncteres (GOLDSCHIMIED e JACKSON, 2008, p. 131). A velocidade com que essas realizações se manifestam varia de criança para criança e está sujeita às oportunidades oferecidas pelo ambiente, bem como às interações com seus pares e adultos. As novas habilidades infantis, especialmente as relacionadas à manipulação e movimento, capacitam as crianças a se tornarem gradualmente mais independentes dos adultos, permitindo-lhes realizar tarefas simples por conta própria. Além disso, um aspecto do desenvolvimento que apresenta avanços notáveis é a linguagem. Dependendo dos estímulos proporcionados pelo ambiente, as crianças começam a desenvolver uma linguagem mais elaborada, melhorando sua comunicação verbal e tornando-se gradualmente mais capazes de transcender o momento presente. Através da linguagem, elas adquirem a capacidade de explorar diferentes períodos e locais, não dependendo tanto da experiência imediata. Crianças com idades entre 2 e 3 anos começam a desenvolver a capacidade de compreender as explicações e negociações necessárias para interagir em um ambiente social. É importante que elas percebam que são valorizadas e respeitadas pelos adultos, que, por sua vez, devem gradualmente permitir que as crianças tomem decisões e façam escolhas. O terceiro ano de vida representa um período de solidificação das habilidades adquiridas no ano anterior. Nesse mesmo período, enquanto as conquistas anteriores se consolidam, a criança começa a questionar o mundo ao seu redor, buscando compreendê-lo e entender sua relação com ele. Nesse estágio de desenvolvimento, a criança exibe um amplo domínio de diversos movimentos, demonstrando habilidades sólidas ao caminhar e correr. Além disso, o repertório vocabular da criança já se encontra consideravelmente expandido, e sua utilização da linguagem com objetivos comunicativos se tornou mais eficaz. A consolidação de múltiplas competências, aliada às novas descobertas e ao acúmulo de conhecimento, capacita a criança a alcançar uma maior autonomia em relação aos adultos. Esse crescente grau de independência promove uma maior conscientização de sua própria identidade (CASTELLAR e SEMEGHINI-SIQUEIRA, 2015). 5.1 Práxis educativas Conforme estabelecido pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (BRASIL, 2010), a brincadeira é importante nas práticas educacionais direcionadas às crianças pequenas que frequentam as creches. Para que as creches se tornem um ambiente onde as atividades lúdicas sejam incentivadas e o ato de brincar se torne verdadeiramente um meio de desenvolvimento e aprendizado, é necessário considerar algumas condições específicas. O Manual de orientações Pedagógicas (BRASIL, 2012), apresenta uma série de sugestões, tais como: Reconhecer o brincar como um direito inalienável da criança. Compreender a relevância do ato de brincar para a criança, considerando suas necessidades de atenção, afeto, bem como suas iniciativas, conhecimentos, interesses e demandas individuais. A concepção de ambientes educacionais cuidadosamente elaborados, que proporcionem oportunidades de alta qualidade para atividades lúdicas e interações. O cultivo da natureza brincalhona por parte da professora. Além do mais os ambientes devem ser dispostos para facilitar a interação entre as crianças, com o propósito de tornar a interação um componente significativo no processo de construção de conhecimento. Além disso, é essencial que, durante essa fase da educação, as crianças tenham acesso a uma variedade de recursos culturais, como livros de literatura, brinquedos, objetos e outros materiais, bem como a diferentes formas de expressão artística e elementos da natureza. Nesse contexto, torna-se necessário que instituições de educação infantil planejem cuidadosamente os espaços e disponibilizem recursos e materiais que promovam a brincadeira e as interações. Esses elementos são considerados como pilares das práticas pedagógicas. A abordagem não concebe os espaços como meros locais onde os professores transmitem conhecimento durante aulas tradicionais. Em vez disso, são vistos como ambientes nos quais as crianças podem explorar diversas experiências, desempenhando um papel ativo na construção de seu próprio conhecimento (BRASIL, 2012). Aqui estão alguns exemplos de materiais e atividades que podem ser utilizados com crianças bem pequenas. Dentre as diversas opções de materiais disponíveis, incluem-se: caixas de papelão para brincar e empilhar, colchões, cestas contendo objetos variados, como pedaços de tecido, conchas, tampinhas e caixinhas, fantasias, bem como utensílios de uso comum, como objetos de cozinha, escritório e cabeleireiro, entre outros. É importante que esses materiais estejam acessíveis às crianças, permitindo que elas os escolham e, posteriormente, os guardem quando não estiverem em uso. Esses objetos estimulam à criatividade, à imaginação nas brincadeiras de faz de conta. É importante planejar e organizar diferentes espaços para permitir uma variedade de experiências e explorações nas creches. Essesespaços podem incluir: Área externa, que pode ser utilizada tanto para brincadeiras livres quanto para desafios planejados pelos professores. Biblioteca, que pode ser criada mesmo que não haja um espaço específico para ela na escola, utilizando um canto da sala. Cantos temáticos para brincadeiras, como o canto da fantasia, da construção, da leitura e das experiências. Uma área dedicada à exploração com água, equipada com utensílios apropriados. Deve-se envolver as crianças na organização dos espaços e na escolha dos materiais, consultando suas opiniões e considerando suas sugestões. Além disso, as famílias podem ser incluídas no processo, contribuindo com objetos de cozinha, escritório, roupas e outros itens que não estejam sendo utilizados em casa, tornando- se valiosos recursos para o aprendizado infantil na escola (GONZALEZ-MENA e EYER, 2014). 5.2 A experimentação e a construção de conhecimentos pelas crianças Conforme estabelecido pela Base Nacional Comum Curricular – BNCC (2017), durante a fase da educação infantil, as atividades lúdicas e interações nas práticas pedagógicas garantem a concretização dos direitos de aprendizagem, que incluem conviver, brincar, participar, explorar, expressar-se e conhecer-se. A abordagem curricular propõe uma ruptura com o modelo tradicional de ensino ao sugerir que os conteúdos sejam organizados em campos de experiências. Nesta perspectiva, a BNCC (2017), aborda que: Os campos de experiências constituem um arranjo curricular que acolhe as situações e as experiências concretas da vida cotidiana das crianças e seus saberes, entrelaçando-os aos conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural. A definição e a denominação dos campos de experiências também se baseiam no que dispõem as DCNEI em relação aos saberes e conhecimentos fundamentais a ser propiciados às crianças e associados às suas experiências (BRASIL, 2017, p. 40). A perspectiva interacionista de aprendizado, que tem como base renomados estudiosos como Piaget, Wallon e Vygotsky, argumenta que a formação de saberes ocorre por meio da interação (troca de ações) entre o indivíduo e o objeto de conhecimento, ambos inseridos em um contexto específico. O conceito de ação implica que, no processo de aprendizagem, o sujeito deve se envolver em experimentação. Portanto, é fundamental que as crianças bem pequenas tenham a oportunidade, na educação infantil, de experimentar uma variedade de movimentos, linguagens, materiais, interações, emoções e expressões. Durante as fases de exploração, as crianças aplicam os conhecimentos que já adquiriram, formulam suposições, testam-nas, validam ou negam-nas e, assim, edificam novos saberes. As estratégias mentais empregadas nesse procedimento garantem que os novos conhecimentos sejam internalizados pelas crianças, adquirindo significado. A introdução dos campos de experiências na BNCC reitera essa concepção e auxilia o educador na elaboração de suas abordagens pedagógicas. Portanto, tais abordagens necessitam estar intimamente ligadas aos interesses e demandas manifestados pelas crianças, de modo a se transformarem em experiências com um verdadeiro propósito educacional (GOLDSCHMIED e JACKSON, 2008). O professor deve possuir um conhecimento sólido dos objetivos de aprendizado para o grupo etário sob sua orientação, o que lhe permitirá planejar experiências de aprendizado eficazes para as crianças. Deve ainda estar atento ao que as crianças comunicam e observar suas interações e resultados, a fim de adaptar essas estratégias às suas necessidades e interesses. Quanto a avaliação, esta deve se dar com ênfase na formação contínua, fornecer percepções sobre o alcance ou não dos objetivos previamente estabelecidos. Se forem alcançados, o educador pode continuar a desenvolver novos objetivos. No entanto, se não forem atingidos, é responsabilidade dele buscar abordagens alternativas (MOLETTA, BIERWAGEN e TOLEDO, 2018). 5.3 Interações e o desenvolvimento da linguagem na infância Para Moletta, Bierwagen e Toledo (2018), a aquisição da linguagem e a capacidade de comunicação eficaz são processos complexos que ocorrem gradualmente nas crianças. Geralmente, por volta dos 2 anos (embora isso possa variar entre crianças), elas começam a falar, mas esse início da fala ocorre porque já têm algo para expressar. Os fundamentos do vocabulário infantil são moldados por meio da interação com adultos e outros indivíduos mais experientes em comunicação. Portanto, as interações que ocorrem desde o nascimento até cerca dos 2 anos são cruciais no desenvolvimento da capacidade de falar. Os adultos que cuidam, alimentam e estabelecem vínculos afetivos com bebês não apenas garantem sua sobrevivência, mas também fornecem elementos para o desenvolvimento da inteligência das crianças. Nas primeiras interações, as palavras do adulto, através do diálogo que se estabelece, envolvendo palavras, emoções e afetos, as bases para a compreensão de como o mundo da linguagem são construídas. A medida que a criança começa a incorporar suas experiências ao vocabulário do adulto, o significado da linguagem se avança. Dessa forma, sensações previamente desconhecidas gradualmente se tornam identificáveis, como fome, cólica ou sono, por exemplo. Da mesma maneira, experiências agradáveis passam a ser traduzidas como alegria, entusiasmo ou bom humor. Mesmo que a criança ainda não possa se comunicar de maneira que seja compreensível socialmente, aos poucos ela desenvolverá gestos, vocalizações e expressões que se repetirão em situações similares, indicando uma intenção. Esse processo, chamado de verbalização, representa o primeiro passo na jornada rumo à aquisição da linguagem falada (LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO, 2016). Considerando isso, é evidente que as crianças constroem seus conceitos por meio de suas interações com adultos e colegas, e posteriormente nomeiam esses conceitos com palavras. Durante essas interações, elas aprendem o significado de palavras, expressões e como utilizá-las socialmente. A extensão e qualidade dessas interações influenciam o ritmo da fala e o tamanho do vocabulário adquirido pela criança. Por volta dos 2 anos, geralmente a criança já possui um conjunto de palavras e frases que lhe permitem se comunicar eficazmente e expressar suas emoções, sentimentos e desejos de forma compreensível para os adultos. Aos três anos, sua linguagem está mais sólida, o que abre oportunidades para a expansão do vocabulário e uma redução gradual da dependência de choro e outras formas de comunicação para expressar emoções (MOLETTA, BIERWAGEN e TOLEDO, 2018). 5.4 A Evolução da linguagem na abordagem de Piaget e Vygotsky Tanto Piaget (1896 – 1980) quanto Vygotsky (1896 – 1934) foram teóricos que seguiam a abordagem interacionista. Isso significa que eles compartilhavam a visão de que os seres humanos construíam seu conhecimento por meio da interação com os elementos de conhecimento presentes em seu ambiente. Portanto, ambos enfatizavam a interação na formação da linguagem, considerada como um dos elementos de conhecimento disponíveis no ambiente. Moletta, Bierwagen e Toledo (2018), abordar que apesar de concordarem sobre a importância das interações, Piaget e Vygotsky têm perspectivas distintas em relação ao desenvolvimento da linguagem. Para Piaget, em torno dos 2 anos, o aparelho vocal das crianças está preparado para a aquisição da fala, criando oportunidades para o desenvolvimento linguístico. Segundo a visão piagetiana, as crianças começam a falar porque já possuem um conjunto de conhecimentos previamente construídos. Esses conhecimentos são adquiridos durante suas interações com outros indivíduos do ambiente, principalmente com os adultos. Antes de adquirir a habilidade da fala, a criança expressa suas necessidades, desconfortos e emoções, principalmenteatravés do choro. No entanto, a maneira como um adulto responde a esse choro não é uniforme. O adulto interpreta o choro e age de acordo com essa interpretação, como verificar se o bebê foi recentemente alimentado, se a fralda está suja ou se algo está causando desconforto. Ao fazer isso, o adulto transmite informações essenciais sobre como a sociedade funciona e enriquece o repertório cognitivo da criança. De acordo com Piaget (1975), o início da fala ocorre devido à maturação do aparelho vocal, enriquecida pelos conhecimentos adquiridos durante o estágio pré- verbal. Em um estágio subsequente, emerge a chamada "fala egocêntrica," que se manifesta por volta dos dois ou três anos, quando a criança começa a falar sozinha em voz alta, como se estivesse dando instruções a si mesma. Para Piaget, essa fala egocêntrica indica o surgimento da fala socializada, que é a capacidade de se comunicar com os outros. Piaget postula que o conhecimento precede a linguagem, sendo a fala uma consequência subsequente. Em contraste, Vygotsky (1984), argumenta que o pensamento e a linguagem se desenvolvem em paralelo inicialmente e, posteriormente, tornam-se interligados, tipicamente por volta dos 2 anos. Nesse ponto, o significado assume um papel central no desenvolvimento da linguagem. Piaget articula o desenvolvimento do pensamento em estágios distintos: sensório- motor, pré-operacional, operatório concreto e operações formais, destacando a fala nesse processo. Consoante a perspectiva piagetiana, a criança percorre um longo caminho antes de suas ações se tornarem socializadas e sua linguagem se tornar verdadeiramente comunicativa. Por outro lado, para Vygotsky (1984), o desenvolvimento ocorre por meio da linguagem, progredindo junto com o pensamento, facilitados por instrumentos linguísticos, psicológicos e sinais, bem como pela experiência sociocultural da criança. Ele enfatiza o papel do contato social mediado no desenvolvimento infantil. Quando se trata da origem do pensamento, Piaget considera que o pensamento autístico representa a forma mais primitiva de comunicação. Por outro lado, Vygotsky (1984), argumenta que a linguagem já é de natureza social desde o nascimento. Dessa maneira, podemos interpretar que a criança piagetiana é ativa na interação com objetos ao longo de um caminho solitário, uma vez que suas interações sociais surgem em uma fase posterior, especificamente no estágio final já mencionado. Durante esse processo, os "objetos" podem assumir várias formas, incluindo coisas tangíveis, pessoas, o mundo ao seu redor e até mesmo a própria linguagem em si. Por outro lado, a criança com uma perspectiva vygotskyana segue um percurso inverso, sendo ativa nas interações sociais desde o início e, portanto, adotando uma teoria socializada do desenvolvimento. Vygotsky (1984), enfatiza o papel do social como um elemento constitutivo do desenvolvimento, afirmando, por exemplo, que o caminho entre o objeto e a criança, e vice-versa, passa pelo outro. Portanto, ontogeneticamente, os dois teóricos seguem caminhos distintos. As primeiras interações na infância não dependem necessariamente de experiências escolares. Desde o nascimento, as crianças estão imersas em um ambiente onde a linguagem é uma presença constante. O desenvolvimento da linguagem no contexto familiar ocorre de maneira informal. Os adultos que cuidam das crianças desejam que elas comecem a falar, mas geralmente não empregam estratégias pedagógicas específicas para esse fim. Quando as crianças de 2 e 3 anos ingressam na educação infantil, já possuem um repertório de palavras e frases que utilizam para se comunicar. Nesse contexto, é responsabilidade do professor acolher essas formas de comunicação e planejar situações de interação autêntica. O objetivo é estimular a mobilização dos conhecimentos já adquiridos e promover o avanço na construção de novos saberes (CASTELLAR e SEMEGHINI-SIQUEIRA, 2015). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Brinquedos e brincadeiras de creche: manual de orientação pedagógica. Brasília: MEC/SEB, 2012. Disponível em: Acesso em: set. 2023. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2017. Disponível em: Acesso em: set. 2023. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Brasília: MEC, 2010. Disponível em: Acesso em: set. 2023. CASTELLAR, Sônia Maria Vanzella; SEMEGHINI-SIQUEIRA, Idméa (org.). Da educação infantil ao ensino fundamental: formação docente, inovação, aprendizagem significativa. São Paulo: Cengage Learning, 2015. GOLDSCHMIED, E.; JACKSON, S. Educação de 0 a 3 anos: o atendimento em creche. Porto Alegre: Artmed, 2018. GONZALEZ-MENA, J.; EYER, D. W. O cuidado com bebês e crianças pequenas na creche: um currículo de educação e cuidados baseados em relações qualificadas. 9. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. MOLETTA, Ana Keli; BIERWAGEN, Gláucia Silva; TOLEDO, Maria Elena Roman de Oliveira. A educação infantil e a garantia dos direitos fundamentais da infância. Porto Alegre, 2018. PIAGET, J. O nascimento da inteligência na criança. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1975. VYGOTSKY, L. S. Pensamento e Linguagem. Trad. M. Resende. 42 ed. Lisboa: Ed. Antídoto, 1979.