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VULVUVAGINITES
IST’S
Docente: Enfª Espª: Thayriny Benesfort
Mais Comuns:
VULVOVAGINITE
VAGINOSE BACTERIANA
TRICOMONíASE
CANDIDíASE
GONORRÉIA
O QUE É?
CAUSAS?
SINTOMAS?
TRATAMENTO?
Vulvovaginites e Leucorréia 
Vulvovaginite é um tipo de inflamação que afeta, ao mesmo tempo, a vagina e a vulva (a parte externa da região genital feminina), causando inchaço, corrimento e dor ao urinar.
Apesar de não ser causada somente pela atividade sexual, a vulvovaginite é mais comum em pacientes que já têm vida sexual ativa, uma vez que a troca de  fluídos sexuais aumenta as chances de contato com bactérias e fungos que podem causar inflamação e irritação no local.
Vulvovaginite, conhecida comumente como vaginite, é a condição médica cuja ocorre uma inflamação na vulva e na vagina da mulher.  
Pode causar sintomas, como coceira, ardor, dor e entre outros e há diversas causas que podem desencadear essa inflamação.
Seu tratamento varia de acordo com o agente causador. 
Causas
Uso de vestuário inadequado;
Utilização regular e prolongada de absorventes higiénicos ou tampões vaginais;
Irrigações vaginais em excesso;
Promiscuidade sexual (vários parceiros sexuais);
Alguns anticoncepcionais (exemplo, pílula);
Antibióticos;
Gravidez;
Corticoides ou imunossupressores;
Lavagem errada das roupas intimas.
Sintomas 
Inchaço da vulva e da região genital da paciente.
Vermelhidão na vulva e na região genital;
Eliminação de corrimento mal-cheiroso;
Coceira intensa na região genital;
Dor, queimação e desconforto ao urinar;
Leve sangramento vaginal.
Tratamento 
O tratamento da vulvovaginite depende de suas causas.
Algumas pacientes podem ter que fazer o uso de medicamentos antibióticos ou antimicóticos para tratar a vulvovaginite, enquanto outras podem ter que suspender certos hábitos, como a utilização de duchas higiênicas ou de absorventes íntimos diários.
De modo geral, recomenda-se que as pacientes deixem a região genital ventilar com  uso de roupa íntima do tamanho correto e de algodão. Recomenda-se, ainda, evitar o uso de sabonetes perfumados e cremes no local, porque podem piorar o quadro de irritação da vulvovaginite.
VAGINOSE BACTERIANA
Vaginose bacteriana é uma condição decorrente do desequilíbrio da microbiota vaginal, causada pelo crescimento desordenado de bactérias anaeróbias. 
É uma condição muito comum, afetando mais de 2 milhões de mulheres no Brasil todos os anos.
A vaginose bacteriana é uma infecção endógena, ou seja, causada por fatores internos no organismo.
Trata-se de um super desenvolvimento da flora bacteriana anaeróbica (Gardnerella Vaginalis, principalmente), podendo também ser ocasionada por outras bactérias e com redução dos lactobacilos (bactérias que promovem proteção do ambiente vaginal). 
Causas 
Sua causa geralmente está relacionada ao desequilíbrio na flora vaginal normal, que pode ocorrer devido:  
Uso de antibióticos sistêmicos;  
Uso de drogas imunossupressoras;  
Outras infecções sistêmicas que prejudiquem a imunidade;  
Redução das concentrações de estradiol no sangue, como na menopausa;  
Pós cirurgias vaginais;  
Situações de stress;  
Entre outras. 
Para a prevenção da vaginose bacteriana, algumas medidas simples podem ser tomadas, como:
 
Uso de preservativo durante todo o ato sexual;  
Evitar o uso de roupas íntimas apertadas;  
Não utilizar duchas vaginais ou higienizantes íntimos com frequência;  
Higienizar a vulva sempre de frente para trás após urinar;  
Consultar o ginecologista periodicamente. 
Normalmente, a paciente acometida relata corrimento vaginal fluido, homogêneo, de cor amarela, branca ou cinza, geralmente em pequena quantidade e não aderente.
Também pode apresentar odor desagradável e estar associado a ardência e coceira.
https://altadiagnosticos.com.br/saude/vaginose-bacteriana#:~:text=Vaginose%20bacteriana%20%C3%A9%20uma%20condi%C3%A7%C3%A3o,no%20Brasil%20todos%20os%20anos.
TRATAMENTO PARA VAGINOSE BACTERIANA é feito com antibióticos sistêmicos ou de uso vaginal, ambos com a mesma eficácia, conforme a orientação do enfermeiro ou médico ginecologista .
É uma IST causada por causada por um protozoário, o Trichomonas vaginalis, encontrado com mais frequência na genitália feminina.
Formas de contágio
A transmissão é sexual, na maioria dos casos quando o individuo tem vários parceiros sexuais.
O uso da camisinha masculina ou feminina é a melhor forma de prevenção.
Sinais e sintomas
Corrimento amarelado, amarelo-esverdeado ou acinzentado com mau cheiro, geralmente lembrando peixe.
Às vezes ocorre prurido, sangramento após relação sexual, dor durante relação sexual e dor ao urinar.
Os homens não costumam apresentar sintomas. 
A tricomoníase pode ser assintomática, mas é um facilitador para a transmissão de outros agentes infecciosos agressivos, como gonorreia e infecção por clamídia, e na gestação, quando não tratada, pode evoluir para rompimento prematuro da bolsa.
Os sintomas de tricomoníase incluem:
Dor ao urinar;
Ardência ao urinar;
Outras dificuldades para urinar;
Em pacientes mulheres, eliminação de corrimento malcheiroso e com mudança de cor para tons amarelos e/ou esverdeados;
Em pacientes homens, eliminação de corrimento esbranquiçado pela ponta do pênis;
Odor forte e desagradável na região genital;
Vermelhidão na região genital;
Inchaço na região genital;
Coceira na região genital;
Dor durante o contato sexual;
Febre baixa.
Em pacientes do sexo feminino, a tricomoníase surge somente após o período menstrual, com sintomas mais severos após o fim da menstruação.
É importante ressaltar que a infecção pode ficar adormecida por vários meses no corpo, sem que nenhum sintoma seja apresentado.
Em grávidas, é preciso tomar cuidado com uma condição como a tricomoníase, uma vez que a doença pode ser transmitida de mãe para filho, durante o nascimento via canal vaginal, fazendo com que o bebê tenha complicações como conjuntivite e problemas respiratórios. 
O tratamento da tricomoníase envolve o uso de medicamentos, como antibióticos, e de cremes vagianais, no caso de pacientes do sexo feminino, que ajudam a combater a infecção. 
É preciso adotar um período de abstinência sexual, enquanto o tratamento acontece, para ajudar na recuperação.
Os parceiros sexuais de um paciente que recebeu o diagnóstico de tricomoníase também devem ser tratados simultaneamente, mesmo sem apresentarem qualquer sintoma, para evitar que o paciente seja reinfeccionado com o protozoário causador da doença.
A melhor forma de prevenir uma infecção como a tricomoníase é utilizar preservativos em todas as relações sexuais.
A candidíase é uma infecção causada por uma levedura (um tipo de fungo) e é muito comum, acometendo mais de 2 milhões de pessoas no Brasil todos os anos. 
A condição pode causar sintomas característicos que necessitam de diagnóstico para o direcionamento adequado do tratamento a ser seguido. 
Candidíase é uma infecção vaginal endógena, ou seja, causada por organismos que vivem no corpo da pessoa.
Ocorre devido à presença de um fungo chamado Candida, que pode ser de vários tipos, sendo o principal a Candida-Albicans, que permanece no organismo humano, principalmente no intestino, de forma silenciosa, mas pode se ativar e acometer o canal vaginal.
A candidíase feminina trata-se de uma infecção que acomete a vagina e os tecidos da abertura da vagina (vulva).
Apesar de ser relativamente comum, é muito importante estar atenta à repetição do quadro.
Quando a paciente apresenta mais de quatro episódios de candidíase ao ano, é necessária a investigação para entender a causa.
Chamamos esse quadro de candidíase de repetição.
A candidíase vaginal é causada quando a pessoa tem uma queda da resistência, que pode ser momentânea ou por imunossupressão.
Por exemplo, as causas transitórias acontecem quando: a paciente toma um antibiótico que altera a flora intestinal, passa por algum estresse, ou vai para praia e fica com o biquini molhado por muito tempo, criando um ambiente propíciopara o fungo se desenvolver.
Em casos de queda de imunidade, a paciente pode ter episódios de repetição. Isso ocorre em pacientes com HIV e Hepatite C, por exemplo.
 Além disso, mulheres que fazem uso de corticoides ou remédios para imunidade também podem desenvolver a candidíase de repetição.  
Vale ressaltar que essas são as pessoas com risco aumentado para a infecção, mas pode acontecer com todos.
Há casos assintomáticos de candidíase, onde a infecção só é descoberta durante o exame clínico feito pelo ginecologista, que consegue observar um corrimento esbranquiçado semelhante a uma nata de leite.
Já em casos sintomáticos, os mais comuns são:
corrimento vaginal esbranquiçado;
coceira leve, moderada ou forte;
ardor vaginal;
dor ou desconforto ao urinar.
O tratamento da candidíase se baseia no uso de antifúngicos que são ministrados tanto por via oral quanto por via local.
Quando a paciente, além da infecção, tem uma irritação muito séria, indica-se um creme cicatrizante local.
Candidíase Masculina
Normalmente, a doença se manifesta como uma balanite ou balanopostite (infecção da glande e do prepúcio). 
Os demais sintomas incluem:  
Vermelhidão; 
Coceira 
Ardência 
Inchaço; 
Dor na glande; 
Descamação esbranquiçada na glande. 
Sintomas urinarios 
Desconforto na relação sexual 
A candidíase masculina costuma surgir porque o sistema imunológico está enfraquecido, perdendo a capacidade de controle da proliferação da Candida que comumente vive na nossa pele. 
Existem alguns fatores capazes de aumentarem o risco de candidíase masculina, como: diabetes, uso de fraldas, uso de antibióticos recorrente, má higiene pessoal, doenças que comprometem o sistema imune, quimioterapia, desnutrição e uso de drogas ilícitas, uso prolongado de roupas molhadas ( sungas de praia por exemplo).
O tratamento pode ser feito com cremes antifúngicos locais ou antifungicos orais.
Em alguns casos, há necessidade do uso concomitante de corticoides e antibióticos. 
A gonorréia é uma infecção sexualmente transmissível causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae que infecta o revestimento da uretra, do colo do útero, do reto e da garganta ou das membranas que cobrem a parte frontal do olho (conjuntiva e córnea).
A gonorreia é geralmente transmitida pelo contato sexual.
As pessoas geralmente têm uma secreção saindo do pênis ou da vagina e podem precisar urinar com mais frequência e urgência.
Raramente, a gonorreia infecta as articulações, pele ou coração.
O exame microscópico, cultura, ou testes de DNA de uma amostra da secreção ou testes de DNA da urina podem detectar a infecção.
Antibióticos podem curar a infecção, mas resistência aos antibióticos usados para tratar a gonorreia está se tornando cada vez mais comum.
A gonorreia é quase sempre transmitida por contato sexual vaginal, oral ou anal. 
Após um episódio de intercurso sexual vaginal sem preservativo, a chance de transmissão de uma mulher infectada para um homem é de cerca de 20%.
A chance de transmissão de um homem infectado para uma mulher e de um homem para um homem pode ser maior.
Se mulheres grávidas estiverem infectadas, as bactérias podem infectar os olhos do feto durante o nascimento, causando conjuntivite no recém-nascido.
 Porém, em países mais desenvolvidos, a infecção é prevenida porque todos os recém-nascidos são rotineiramente tratados após o parto com pomada medicada para os olhos.
Muitas pessoas com gonorreia apresentam outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), como infecções por clamídia, sífilis ou infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV).
Geralmente, a gonorreia causa sintomas somente nos locais da infecção inicial.
Em poucas pessoas, a infecção também pode espalhar-se pela corrente sanguínea a outras partes do corpo, especialmente para a pele, articulações ou ambas.
Alguns homens (cerca de 25%) manifestam muito poucos sintomas. Os sintomas começam dois a catorze dias após a infecção.
Homens sentem um leve desconforto na uretra. Esse desconforto é seguido, poucas horas depois, de dor leve a intensa ao urinar, uma secreção amarelo-esverdeada de pus proveniente do pênis e uma frequente urgência em urinar.
O orifício na ponta do pênis pode ficar vermelho e inchar.
As bactérias, por vezes, se espalham para o epidídimo (o tubo enrolado no alto de cada testículo), fazendo com que escroto inche e fique sensível ao toque.
Algumas mulheres (cerca de 10% a 20%) manifestam muito poucos ou nenhum sintoma.
 Assim, a gonorreia pode ser detectada somente durante os exames de rotina ou após o diagnóstico da infecção no parceiro do sexo masculino
 Tipicamente, os sintomas não começam até pelo menos 10 dias após a infecção.
Algumas mulheres apresentam somente um leve desconforto na área genital e uma secreção parecida com pus saindo da vagina.
No entanto, outras mulheres têm sintomas mais graves, como uma necessidade frequente de urinar e dor ao urinar.
Esses sintomas se desenvolvem quando a uretra também estiver infectada.
As bactérias comumente se propagam subindo o trato genital e infectam os tubos que conectam os ovários ao útero (trompas de Falópio).
Esta infecção, chamada salpingite, causa dor intensa na região inferior do abdômen, especialmente durante a relação sexual.
Em algumas mulheres, a infecção se dissemina para o revestimento da cavidade abdominal (peritônio), causando peritonite ou doença inflamatória pélvica, que pode causar dor intensa na região inferior do abdômen.
As mulheres que tiveram doença inflamatória pélvica têm risco maior de infertilidade e gravidez mal localizada (ectópica), a qual pode causar sangramento interno perigoso.
O sexo anal com uma pessoa infectada pode resultar em gonorreia retal. Em geral, esta infecção não causa sintomas, mas pode tornar a evacuação dolorosa.
Outros sintomas incluem constipação, coceira, sangramento e uma secreção saindo do reto.
A área que rodeia o ânus fica vermelha e em carne viva, enquanto as fezes se cobrem de muco e pus.
Quando o médico examina o reto com uma sonda (anuscópio), é possível distinguir muco e pus na parede do reto.
O sexo oral com uma pessoa infectada pode resultar em gonorreia na garganta (faringite gonocócica).
Em geral, essas infecções não causam sintomas, mas a garganta pode doer.
Se os fluidos infectados entrarem em contato com os olhos, pode ocorrer uma conjuntivite gonocócica, que causa inchaço das pálpebras e uma secreção de pus dos olhos.
Nos adultos, muitas vezes afeta um só olho. 
Os recém-nascidos podem ter a infecção nos dois olhos.
Se a infecção não receber tratamento pode causar cegueira.
A gonorreia em crianças geralmente resulta de abuso sexual.
Nas meninas, a área genital (vulva) pode ficar irritada, vermelha e inchada e elas podem apresentar secreção pela vagina.
Se a uretra estiver infectada, as crianças, principalmente os meninos, podem ter dor ao urinar.
Triagem para Gonorréia
Certas pessoas sem sintomas são triadas para gonorreia por terem características que aumentam seu risco para esta infecção.
Por exemplo, é feita triagem em mulheres que não estiverem grávidas se elas:
Tiverem 24 anos de idade ou menos e forem sexualmente ativas
Tiveram uma IST anterior
Participarem de atividades sexuais arriscadas (como ter vários parceiros sexuais, não usar preservativos regularmente ou envolver-se em trabalho com sexo)
Tiverem um parceiro que participe de atividades sexuais arriscadas.
A triagem de mulheres grávidas é feita em sua primeira visita pré-natal e, se tiverem fatores de risco de infecção, novamente durante o 3º trimestre.
A triagem de homens heterossexuais não é feita rotineiramente, a menos que eles sejam considerados de alto risco para infecção – por exemplo, se tiverem várias parceiras sexuais, forem pacientes em uma clínica para adolescentes ou de IST ou quando eles estão internados em uma instituição correcional.
A triagem de homens que fazem sexo com homens é feita somente se eles tiverem sido sexualmente ativos no último ano.
Aqueles com infecção por HIV,múltiplos parceiros sexuais, ou cujo parceiro tenha múltiplos parceiros passam por triagens mais frequentes.
As seguintes medidas gerais podem ajudar na prevenção de gonorreia (e outras ISTs):
Uso correto e regular de preservativos
Evitar práticas sexuais inseguras, tais como trocar de parceiros sexuais com frequência ou ter relações sexuais com prostitutas ou parceiros que possuem outros parceiros sexuais
Diagnóstico e tratamento imediatos da infecção (para impedir a transmissão para outras pessoas)
Identificação dos contatos sexuais de pessoas infectadas, seguida de aconselhamento ou tratamento desses contatos
Não praticar sexo (anal, vaginal ou oral) é a maneira mais confiável de prevenir ISTs, mas normalmente fora da realidade.
Os antibióticos ceftriaxona mais azitromicina
Exames e tratamento de parceiros sexuais
Para pessoas com gonorreia, em geral, os médicos administram uma única injeção do antibiótico ceftriaxona no músculo, mais uma dose única de azitromicina para tomar por via oral.
Embora a ceftriaxona cure a maioria das pessoas nos Estados Unidos, a azitromicina é administrada com ceftriaxona, pois esses medicamentos podem ajudar a impedir que os gonococos se tornem resistentes ao tratamento.
Além disso, a azitromicina mata clamídias, que frequentemente estão presentes em pessoas com gonorreia.
Se a gonorreia tiver se disseminado pela corrente sanguínea, as pessoas serão geralmente tratadas no hospital e receberão antibióticos por via intravenosa ou por injeção em um músculo.
Se os sintomas reaparecerem ou persistirem após o tratamento, os médicos podem obter amostras para cultura para determinar se a pessoa está curada e podem fazer testes para determinar se os gonococos são resistentes aos antibióticos usados.
As pessoas com gonorreia devem se abster de atividade sexual até o tratamento estar concluído para evitar infectar os parceiros sexuais.
Parceiros sexuais
Todos os parceiros sexuais que tiveram contato sexual com pessoas infectadas nos últimos 60 dias devem ser testados para gonorreia e outras ISTs e, se os testes forem positivos, devem ser tratados.
Se os parceiros sexuais foram expostos a gonorreia nas últimas duas semanas, eles são tratados sem esperar os resultados dos testes.
Tratamento imediato do parceiro ou parceira é uma opção que os médicos muitas vezes usam para facilitar o tratamento de parceiros sexuais.
Esta abordagem envolve dar a pessoas com gonorreia uma prescrição ou medicamentos para seu parceiro ou parceira.
Assim, o parceiro sexual não precisa se consultar com o médico antes de ser tratado. Fazer uma consulta é melhor porque o médico pode verificar se há presença de alergias e de outras ISTs.
Contudo, se for improvável que o parceiro ou parceira procure um médico, o tratamento imediato do parceiro ou parceira é útil.
Até a Próxima Aula!
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