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OPA, BOM TE 
VER POR AQUI!
Certamente você já se deparou com uma família com dúvidas referentes ao calendário 
vacinal. É algo muito frequente, visto a ampla variedade de vacinas, suas várias doses, 
contraindicações e indicações específicas de cada uma delas. Mas é inegável a importância 
do domínio deste conhecimento, visto o enorme impacto que uma cobertura ampla tem 
na prevenção e até mesmo na erradicação de doenças que podem ser prevenidas!
Trouxemos esse Ebook com um conteúdo resumido, direto ao ponto e que pode (e deve!) 
ser usado como consulta durante sua vida médica e/ou formação acadêmica.
Aproveite o conteúdo e tenha uma ótima leitura!
ÍNDICE
Conceitos iniciais em vacinas ..............................................................................................................................6
Doenças preveníveis por vacinas ......................................................................................................................7
Mitos relacionados à vacinação .......................................................................................................................14
Referências bibliográficas ................................................................................................................................... 17
Conclusão .....................................................................................................................................................................18
Anexos ............................................................................................................................................................................ 19
Sobre a Medway ..............................................................................................................................................................19
Nossos cursos ....................................................................................................................................................................21
Acesse gratuitamente ................................................................................................................................................23
Ficou alguma dúvida? ................................................................................................................................................25
QUEM SOMOS
Boa leitura!
Somos um time de médicos formados nas principais instituições de residência do 
Brasil. 
Conhecemos bem os obstáculos e as dificuldades que surgem durante a preparação para 
as provas de residência médica. Justamente por isso, e porque sentimos falta de ter alguém 
nos orientando lá atrás, tomamos a decisão de criar a Medway. 
Depois de muito estudo, trabalho duro e dedicação total, desenvolvemos cursos exclusivos 
e que nos enchem de orgulho. Isso porque, na prática, temos visto esses cursos serem a 
chave do sucesso na aprovação de milhares de alunos de Medicina em todo o país.
Em quatro anos de existência, impactamos 16 mil alunos com uma metodologia diferente 
da convencional. Leve, objetiva e verdadeira. Sem dúvidas, essa última característica é o 
nosso maior diferencial.
Não te enrolamos e nem falamos o que você quer ouvir. Não generalizamos. Te tratamos 
com respeito, da forma como gostaríamos de ser tratados. 
Muitos nos veem como professores ou mentores. Nós gostamos de nos enxergar como 
aqueles veteranos que você admira pelo conhecimento técnico, mas também pela 
didática e pelo lado humano.
Se você chegou até aqui, saiba que já nos orgulhamos muito de você ter se conectado com 
a Medway. Estamos e estaremos ao seu lado para sermos parceiros em toda a sua jornada 
como profissional de Medicina. Até a prova de residência e depois dela. Vamos juntos até 
o final!
https://www.medway.com.br/aprovados/
O QUE NOSSOS ALUNOS 
ESTÃO FALANDO?
6
Fala galera! Trouxemos aqui uma material especial sobre imunizações na faixa etária 
pediátrica. Vamos abordar tópicos gerais sobre as vacinas e trazer um panorama geral 
das doenças imunopreveníveis. A ideia aqui é fornecer para vocês os insumos para vocês 
responderem aquelas dúvidas do dia-a-dia que surgem nas consultas de puericultura ou 
até mesmo no jantar em família.
E por que esse assunto é importante? A imunização é uma das principais medidas para 
erradicação e controle de doenças no mundo todo. Segura, barata e eficaz, costuma ter 
poucos efeitos colaterais e poucas contraindicações. Tendo em vista os benefícios no nível 
de saúde pública e individual, poderia ser considerada uma das maravilhas do mundo. 
 
Conceitos iniciais em vacinas
As vacinas nada mais são que uma forma de proteção contra determinada doença, sem 
ter a doença. Perfeito, né!
Para essa proteção, o microrganismo relacionado é manipulado para que não cause a 
doença em si após sua administração. Esse agente pode ser modificado de diversas formas:
INATIVADAS
São vacinas de microrganismos inteiros, porém, sem capacidade de replicação/virulência 
ou apenas partículas deles. Por não se replicarem costumam ser menos imunogênicas 
que vacinas atenuadas, necessitando muitas vezes de um “plus”, que são os adjuvantes e 
várias doses de reforço. Os adjuvantes são substâncias adicionadas à vacina para aumentar 
o processo inflamatório local, garantindo maior recrutamento de células de defesa e, 
consequentemente, potencializando a resposta imunológica. O principal representante 
dos adjuvantes é o alumínio. Esse mesmo processo inflamatório é o responsável pelos 
principais efeitos colaterais do grupo que são febre, dor local, hiperemia e calor. Esses efeitos 
são precoces, entre 24-48h da vacina. As vacinas inativadas possuem diversas formas de 
produção, falaremos agora sobre cada uma:
 
Microrganismos inteiros inativados: o processo de inativação pode ser realizado por 
meios químicos (formalina) ou físicos (calor). Vacinas: VIP, pertussis de células inteiras.
Subunidades/fragmentos: os agentes são “picotados” e apenas alguns antígenos são 
selecionados para compor a vacina. Vacina Influenza, sendo assim, já vemos aqui o 
primeiro mito: é IMPOSSÍVEL a vacina sazonal da gripe causar gripe.
Toxóides: São toxinas derivadas de bactérias, porém, sem sua capacidade de intoxicação. 
Toxóides tetânico e diftérico.
7
Vacina de componentes da cápsula bacteriana: são selecionados os componentes 
específicos do agente infeccioso, responsáveis pela infecção e pelo reconhecimento 
imune, ocasionando menor ocorrência de efeitos colaterais se comparada a vacina de 
célula inteira. Vacina pertussis acelular.
Engenharia genética/recombinantes: o gene responsável pela “receita” da proteína que se 
quer apresentar ao sistema imune é incorporado ao material genético de um vetor. Assim, 
também são vacinas extremamente seguras. Vacinas HPV, Hepatite B e Meningocócica 
B.
Cápsulas de polissacarídeo: para essas vacinas apenas a “capinha” (cápsula) dos 
microorganismos é utilizada, exemplo: Vacina Pneumocócica 23.
Cápsulas de polissacarídeo conjugadas a proteínas, chamadas apenas de Conjugadas: 
nessas vacinas, além da “capinha” do microrganismo é adicionada uma proteína (toxoide 
diftérico, toxoide tetânico, proteína D do Haemophilus influenzae tipo b, proteína CRM197). 
O objetivo dessa associação é criar um complexo antigênico que estimule tanto a resposta 
humoral como a resposta celular (resposta T- dependente). Exemplos: Hib, Pneumocócicas 
10 e 13 Meningocócicas C e ACWY.
ATENUADAS
São microorganismos ainda vivos, atenuados laboratorialmente. São elas: BCG, Sarampo, 
Caxumba, Rubéola, Varicela, VOP, Rotavírus, Herpes Zoster, Febre Amarela e Dengue. 
Aqui o agente em questão está vivo, ou seja, possui capacidade de se replicar sub-
clinicamente até o momento que o sistema imune interrompa o processo. Assim, são 
vacinas contraindicadas para pacientes com alguma deficiência em sua imunidade, 
impossibilitando a “pausa” da infecção ou gestantes, pensando na proteção do feto 
em desenvolvimento. Essas são as vacinas mais parecidas coma doença natural, 
possibilitando imunidade em longo prazo e poucas doses. Em geral, uma segunda 
dose é realizada na tentativa de “resgatar” as pessoas que não responderam à primeira. 
Descreveremos outras contraindicações específicas logo mais.
Também por terem em seu mecanismo a replicação do agente, os efeitos colaterais são 
mais tardios: “período de incubação” de 5 a 20 dias. Os pacientes imunocompetentes 
podem cursar como uma versão mini da doença, ou seja, um sarampinho ou cataporinha. 
Nesses casos os sintomas são leves e não são transmissíveis.
Doenças preveníveis por vacinas
No quadro seguinte deixamos tudo mastigadinho para vocês, com os principais pontos 
de cada item! Fiquem atentos que essas diretrizes estão em constante mudança e várias 
vezes ao ano sofrem atualizações! 
8
VACINA CALENDÁRIO(SBP/PNI) DOENÇA
AGENTE 
ETIOLÓGICO TRANSMISSÃO INCUBAÇÃO CLÍNICA TRATAMENTO
BCG: 
Bacilo 
Calmette-
Guérin
Nascimento 
até os 5 anos 
de idade/ 
contactantes 
de hanseníase
Formas graves 
de Tuberculose 
(miliar/menin-
goencefálica)
Vacina: 
Mycobacte-
rium bovis 
para proteção 
contra: My-
cobacterium 
tuberculosis
Aerossóis
2 a 10 
semanas, 
alto risco 
de doença 
nos dois 
primeiros 
anos
Conforme o 
sítio de infec-
ção: pulmonar, 
ganglionar, óssea, 
meningoence-
fálica
< 10 anos: RHZ
>10 anos: RHZE
 Hepatite B
PNI: ao nascer 
(nas primeiras 
12h de vida), 
2, 4 e 6 meses 
(Pentavalente 
DTP+HB+Hib)
SBP: ao 
nascer (nas 
primeiras 12h 
de vida), 2 e 
6 meses. RN 
<2000g, < 
33 semanas 
de IG: dose 
adicional aos 
4 meses
Hepatite B
Vírus da Hepa-
tite B (HBV)
(família 
Hepadnavi-
rito, gênero 
Orthohepad-
navirus)
Parenteral 
(hemocompo-
nentes, agulhas 
compartilhadas) 
sexual e vertical 
(principalmente 
no parto, evolu-
ção desfavorá-
vel, com maior 
chance de 
cronificação
45-160 dias 
(média 90)
Hepatite Aguda: 
sintomas 
inespecíficos, 
anorexia, mal-
estar, náuseas, 
icterícia, colúria, 
acolia
Hepatite 
Crônica: cirrose 
podendo evoluir 
para carcinoma 
hepatocelular
Alfapeguinterferona, 
entecavir, tenofovir
RN de mulheres 
com HBV (HBsAg 
reagente) 
devem receber 
imunoglobulina 
humana anti-hepatite 
B e a primeira dose 
do esquema vacinal 
para HBV logo após 
o nascimento
Polio VIP 
(inativa-
da)/VOP 
(atenuada)
VIP: 2,4 e 6 
meses
VOP: reforços¹ 
15-18 meses, 
4-6 anos e 
campanhas
Poliomielite
Poliovírus
(família 
Picornaviri-
dae, gênero 
Enterovirus)
Fecal-oral, 
gotículas
Polio não-
paralítica: 3-6 
dias
Polio 
paralítica: 
3-35 dias 
(média 7-21 d)
Sintomas 
inespecíficos 
(febre, mal estar, 
náuseas, dor de 
garganta, etc), 
meningite viral, 
paralisia flácida 
aguda arreflexiva
Suporte clínico
Difteria
2,4 e 6 meses, 
reforços 15-18 
meses, 4-6 
anos e a cada 
10 anos
Difteria
Coryne-
bacterium 
diphtheriae
(bacilo Gram 
+)
Gotículas e 
contato com 
lesões cutâneas 
(raro)
1-10 dias 
(média 2-5 
dias)
Febre, placas 
branco-
acizentadas em 
faringe, laringe 
e fossas nasais, 
linfadenite 
cervical (pescoço 
taurino) com risco 
de obstrução de 
VAS
Soro antidiftérico 
precocemente + 
penicilina (Cristalina, 
Procaína) ou 
eritromicina
9
Tétano
2,4 e 6 meses, 
reforços 15-18 
meses, 4-6 
anos e a cada 
10 anos
Tétano
Clostridium 
tetani 
(Bacilo Gram 
+, anaeróbio, 
produtor de 
neuroroxina)
Contaminação 
de feridas em 
pele e mucosas 
(principalmente 
perfurocortan-
tes), contami-
nação do coto 
umbilical
3-21 dias 
(média 8 
dias)
Generalizado: 
trismo, espasmos 
musculares 
graves, riso 
sardônico, 
disfunção 
autonômica
Local: espasmos 
próximos a ferida 
infectada
Cefálico: paralisia 
flácida de nervo 
craniano
Profilaxia - Tétano 
acidental, checar 
esquema vacinal 3 
doses:
 
Baixo risco² – 
esquema 3 doses se 
incompleto/incerto 
ou reforço se > 10 
anos última dose
 
Alto risco² –
Esquema vacinal 
incompleto/incerto 
– vacinação e IGHAT/ 
Soro antitetânico 
(SAT)
 
Vacinação 
completa > 5 anos 
- reforço vacinal 
e, em pacientes 
imunossuprimidos/
desnutridos/idosos – 
IGHAT/SAT
 
Vacinação 
completa > 10 anos 
- reforço vacinal 
e, em pacientes 
imunossuprimidos/
desnutridos/idosos/
ausência de cuidado 
posterior com o 
ferimento – IGHAT/
SAT
Coquelu-
che
2,4 e 6 meses, 
reforços 15-18 
meses, 4-6 
anos, a cada 
gestação (IG 
20- 36 sem.) 
e a cada 10 
anos para 
profisisonais 
da saúde³
Coqueluche
Bordetella 
pertussis 
(bacilo gram -)
Gotículas
5-21 dias 
(média 7-10 
dias)
- Estágio catarral: 
sintomas 
gripais - Estágio 
paroxístico: tosse 
seca, “guincho”, 
cianose, vômitos, 
apneia
- Convalescença: 
tosse comum, 
pode durar meses
Indicado na fase 
catarral: macrolídeo 
(azitromicina, 
eritromicina, 
claritromicina)
 Hib 2,4 e 6 meses4
Doenças 
invasivas 
por Hib, 
principalmente 
meningite, 
pneumonia, 
epiglotite
Haemophilus 
influenzae 
tipo b
(cocobacilo 
gram -)
Gotículas
Desconhe-
cido
Conforme o sítio 
de infecção
Cefotaxima 
ou ceftriaxona 
(ampicilina se isolado 
suscetível)
Profilaxia pós 
exposição para 
contactantes 
domiciliares, 
contactantes de 
creche se 2 casos em 
60 dias, famílias com 
crianças < 4 anos 
não imunizadas ou 
imunossuprimidas: 
rifampicina
Rotavírus
2 meses 
(1m15d - 
3m15d) e 4 
meses (3m15d 
- 7m29d)
Doença 
diarréica aguda 
por rotavírus
Rotavírus
(família 
Reoviridae, 
gênero 
Rotavirus)
Fecal-oral Até 2 dias
Vômitos, diarreia 
aquosa, febre
Suporte clínico/ 
Hidratação
10
VACINA CALENDÁRIO(SBP/PNI) DOENÇA
AGENTE 
ETIOLÓGICO TRANSMISSÃO INCUBAÇÃO CLÍNICA TRATAMENTO
Pneumo-
cócica 
10v/13v
10v PNI: 2 e 4 
meses, reforço 
aos 12 meses
13v SBP: 2, 
4 e 6 meses, 
reforço 12-15 
meses
Doença pneu-
mocócica inva-
siva: meningite, 
pneumonia 
bacterêmica, 
sepse e artrite 
séptica
Streptococcus 
pneumoniae
(coco gram +)
Gotículas
Variável 
conforme 
a infecção, 
podendo 
corresponder 
a 1 dia
Conforme sítio 
de infecção
Cefotaxima 
ou ceftriaxona 
(associação com 
vancomicina, 
rifampicina é 
necessária em 
alguns casos)
Meningo-
cócica C/
ACWY
PNI - C⁵: 3 e 5 
meses, reforço 
aos 12 meses
 
ACWY: dose 
única 11-12 
anos
Doença me-
ningocócica 
invasiva: me-
ningococcemia 
e meningite
Neisseria 
meningitidis
(diplococo 
gram -): 
sorogrupos A, 
C, W e Y
Gotículas
1-10 dias 
(média 4 
dias)
Meningococ-
cemia: início 
abrupto de febre, 
dor, prostração, 
exantema (macu-
lopapular -> pur-
púrico/petequial) 
podendo evoluir 
com isquemia, 
coagulopatia, 
choque e morte 
dentro de horas
 
Meningite: 
indistinguível 
clinicamente de 
outras etiologias
Cefotaxima ou 
ceftriaxona (Penicilina 
G./ Ampicilina se 
isolado suscetível)
 
Profilaxia pós 
exposição para 
contactantes 
domiciliares, creches, 
alojamentos, contato 
desprotegido 
com secreção do 
paciente: rifampicina, 
ceftriaxona ou 
ciprofloxacino
Meningo-
cócica B
Indisponível 
no PNI
Doses reco-
mendadas 
aos 3 e 5 
meses, reforço 
aos 12 meses
Doença me-
ningocócica 
invasiva: me-
ningococcemia 
e meningite
Neisseria 
meningitidis
(diplococo 
gram -): soro-
grupo B
Gotículas
1-10 dias 
(média 4d)
Influenza
A partir dos 
6 meses de 
idade (na 
primovaci-
nação até 9 
anos de idade 
administrar 
2 doses com 
intervalo de 1 
mês)
Dose anual na 
sazonalidade
Prevenção de 
formas graves 
de infecção 
pelo vírus 
Influenza
Vírus Influenza
(família 
Orthomyxovi-
ruses, gêneros 
A, B e C) 
PNI trivalen-
te: A H1N1 + 
A H3N2 + B 
(Victória ou 
Yagamata 
– escolhida 
conforme sa-
zonalidade)
 
SBP/Sbim 
quadrivalen-
te: A H1N1 + 
A H3N2 + B 
Victória + B 
Yagamata
Gotículas
1-4 dias 
(média 2 
dias)
Síndrome gripal: 
febre, tosse, 
mialgia, cefaleia 
e prostração 
podendo evoluir 
para SRAG
Oseltamivir, zanamivir
Sarampo
Doses aos 12 
e 15 meses
Em situações 
de risco pode 
ser realizada 
dose zero a 
partir dos 6 
meses (dose 
não contabi-
lizada para 
esquema 
vacinal)
Sarampo
Vírus do 
Sarampo
(família 
Paramixovi-
ridae, gênero 
Morbillivirus)
Aerossóis
7-21 dias 
(média 14 d)
Febre, tosse, 
coriza, conjunti-
vite, manchas de 
Koplik, evoluindo 
com exantema 
maculopapularmorbiliforme 
craniocaudal 
e centrífugo
Suporte clínico + 
Vitamina A
11
VACINA CALENDÁRIO(SBP/PNI) DOENÇA
AGENTE 
ETIOLÓGICO TRANSMISSÃO INCUBAÇÃO CLÍNICA TRATAMENTO
Caxumba
Doses aos 12 
e 15 meses
Caxumba 
(Parotidite 
epidêmica)
Vírus da 
caxumba 
(família 
Paramyxovi-
ridae, gênero 
Rubulavirus)
Gotículas
12 a 25 dias 
(média de 16 
a 18 dias)
Febre, dor e 
aumento de 
volume de uma 
ou mais glân-
dulas salivares 
(principalmente 
parótidas)
Suporte Clínico
Rubéola
Doses aos 12 
e 15 meses
Rubéola
Vírus da 
rubéola
(família Toga-
viridae gênero 
Rubivirus)
Gotículas
12 – 23 dias 
(média 17d)
Febre, (linfoade-
nopatia retroau-
ricular, occipital, 
cervical posterior) 
e exantema 
maculopapular e 
puntiforme difuso
 
Síndrome da Ru-
béola Congênita: 
anomalias oftal-
mológicas, cardía-
cas e auditivas ou 
neurológicas
Suporte clínico
Varicela/ 
Herpes-
-Zóster
Varicela: 
Doses aos 15 
meses e 4 
anos
Em situações 
de risco pode 
ser realizada 
a partir dos 9 
meses (dose 
não contabi-
lizada para 
esquema 
vacinal)
 
Herpes Zoster 
(indisponível 
no PNI): dose 
única > 60 
anos
Varicela e 
Herpes-Zóster 
(reativação 
viral)
Vírus Varicela-
-Zóster 
(família 
Herpesviridae, 
gênero Vari-
cellovirus)
Aerossóis 
e contato
10 – 21 dias
Varicela: febre e 
erupção eritema-
tosa generalizada, 
pruriginosa cen-
trípeta (pápulas, 
vesículas e 
crostas)
 
Herpes-Zóster: 
lesões cutâne-
as vesiculares 
agrupadas sobre 
base eritematosa, 
em região de 1 a 
3 dermátomos 
sensoriais contí-
guos, com dor ou 
prurido
Varicela: sintomáticos 
e suporte clínico. 
Considerar antiviral 
em > 12 anos, doença 
cutânea crônica, 
pneumopatas, 
imunossuprimidos, 
gestantes e uso 
de AAS (Sd Reye): 
Aciclovir/ Valaciclovir
 
Herpes-Zóster: 
antiviral até 72h 
para reduzir risco 
de neuralgia pós 
herpética
Febre 
Amarela
Dose a partir 
dos 9 meses e 
reforço aos 4 
anos
Febre amarela
Vírus da febre 
amarela
(família 
Flaviviridae, 
gênero Flavi-
virus)
Arbovirose
 
Ciclo silvestre: 
Haemagogus e 
Sabethes
 
Ciclo urbano: 
Aedes Aegypti
3-6 dias
Febre alta + 
bradicardia 
(sinal de 
Faget), cefaleia, 
inapetência, 
náuseas e 
mialgia podendo 
evoluir com 
oligúria (insuf. 
renal), icterícia 
e hemorragias 
(insuf. hepática)
Sintomáticos e 
suporte clínico
Hepatite A
PNI: dose 
única aos 15 
meses
 
SBP: dose aos 
12 meses e 
reforço aos 18 
meses
Hepatite A
Vírus da 
hepatite A
(família 
Picornaviri-
dae, gênero 
Hepatovirus)
Fecal-oral
15-50 dias 
(média 28d)
Sintomas inespe-
cíficos: anorexia, 
náuseas, vômitos, 
diarreia, febre, ce-
faleia, mal-estar, 
dor abdominal, 
podendo evoluir 
com icterícia 
(acolia e colúria)
Não há risco de 
cronificação
Sintomáticos, repouso 
e restrição de álcool
12
VACINA CALENDÁRIO(SBP/PNI) DOENÇA
AGENTE 
ETIOLÓGICO TRANSMISSÃO INCUBAÇÃO CLÍNICA TRATAMENTO
HPV
Duas doses 
com intervalo 
de seis meses, 
meninas e 
meninos: 9-14 
anos
Verrugas do 
trato anogeni-
tal (HPV 6 e 11) e 
câncer cervical, 
anogenital 
e orofaringe 
(HPV 16 e 18)
Papilomavírus 
Humano tipos: 
6,11,16 e 18
(família 
Papillomavi-
ridae, gênero 
Papilloma-
virus)
Contato 
pele a pele
3 meses a 
vários anos
Conforme 
apresentação 
clínica: verrugas 
em região genital 
ou laríngea, 
sangramento, ar-
dência ou prurido 
genital, rouqui-
dão, desconforto 
respiratório
Direcionado confor-
me apresentação 
clínica
Dengue
Indisponível 
no PNI.
Recomen-
dação de 3 
doses com 
6 meses de 
intervalo a 
partir dos 9 
anos de idade 
para pessoas 
com infecção 
prévia com-
provada
Dengue (visa 
reduzir os casos 
de dengue 
grave caso haja 
infecção por 
um segundo 
sorotipo)
Vírus Dengue 
(DENV) soroti-
pos: 1, 2, 3 e 4
(família 
Flaviviridae, 
gênero Flavi-
virus)
Arbovirose
 
Aedes aegypti
 
e
 
Aedes albopic-
tus (Ásia)
3 – 14 dias
Fase febril: febre, 
cefaleia, mialgia, 
artralgia, dor 
retro-orbitária e 
exantema macu-
lo-papular
 
Fase crítica: 
defeverscência 
da febre (3-7dias), 
ocorre o aumento 
da permeabili-
dade capilar e 
extravasamento 
plasmático/ 
hemorragias, 
podendo levar 
ao choque
 
Fase de recupe-
ração: 24-48h pós 
fase crítica
Reposição volêmica, 
sintomáticos
13
VACINA CALENDÁRIO(SBP/PNI) DOENÇA
AGENTE 
ETIOLÓGICO TRANSMISSÃO INCUBAÇÃO CLÍNICA TRATAMENTO
COVID - 19
Crianças de 
6 meses a 
menores de 3 
anos com co-
morbidades: 
Pfizer-BioN-
Tech (tampa 
vinho);
Crianças de 
3 e 4 anos: 
Coronavac;
Crianças 
de 5 anos a 
adolescentes 
de 12 anos: 
CoronaVac ou 
Pfizer-BioN-
Tech (tampa 
laranja). 6
COVID - 19. Re-
duzir o risco de 
adoecimento 
ou de manifes-
tações graves
SARS-CoV-2
Gotículas expeli-
das durante 
a fala, tosse 
ou espirro.
A transmissão 
por meio de 
aerossóis − tam-
bém é possível 
em circunstân-
cias especiais
De um a 14 
dias — média 
de cinco a 
seis dias
Febre, tosse, 
fadiga, perda de 
paladar (ageusia) 
ou olfato (anos-
mia/hiposmia), dor 
de cabeça, dor de 
garganta, náusea, 
diarreia, dores 
musculares ou 
corporais. Quadros 
graves: 
Dificuldade para 
respirar ou falta de 
ar , perda da fala, 
mobilidade ou 
confusão, dores no 
peito.
Síndrome Inflama-
tória Multissistê-
mica (SIM):
Elevação dos 
marcadores 
inflamatórios, 
cardiovasculares: 
disfunção miocár-
dica, miocardite, 
pericardite, aneu-
rismas coronaria-
nos, hipotensão 
arterial e choque 
cardiogênico.
Renais: doença re-
nal aguda levando 
a necessidade de 
diálise.
Respiratórias: disp-
neia, taquipneia e 
hipoxemia.
Hematológicas: 
trombose (locali-
zada ou sistêmica), 
anemia, leuco-
penia, linfopenia, 
plaquetopenia e 
coagulopatia de 
consumo.
Gastrointestinais: 
dor abdominal 
intensa, vômito e 
diarreia.
Mucocutâneas: 
edema e fissura 
de lábios, língua 
em framboesa, 
eritema de orofa-
ringe, conjuntivite, 
exantema po-
limórfico, vesículas 
e eritema pérnio.
Neurológicas: 
cefaleia persis-
tente, convulsão e 
psicose.
Febre persistente.
Insuficiência 
respiratória aguda 
e síndrome da 
disfunção de múl-
tiplos órgãos
Até o momento, 
não há terapêutica 
antiviral específica e 
eficaz para a Covid-19, 
seja para a prevenção, 
tratamento precoce 
ou casos mais graves
14
¹ A SBP/Sbim recomendam que as doses de reforço também sejam realizadas com VIP.
² Ferimento de baixo risco: superficial, limpo, sem corpo estranho ou desvitalização tecidual; ferimento de alto 
risco: sujo, puntiforme, presença de corpo estranho ou desvitalização, queimadura, congelamento, armas branca/
fogo, mordedura, politrauma, fratura exposta.
³ PNI: vacinas realizadas com componente celular na infância e componente acelular para adultos (gestantes e 
profissionais da saúde). A SBP/Sbim recomendam que todas as doses sejam realizadas com componente acelular. 
4 A SBP/Sbim recomendam reforço 15-18 meses quando utilizada pelo menos uma dose combinada com 
componente pertussis acelular.
⁵ A SBP/Sbim recomendam que todas as doses sejam realizadas com a meningo ACWY pelo maior espectro de 
proteção, doses aos 3 e 5 meses e reforços aos 12 meses, 4-6 anos, 11-12 anos e 16 anos.
6 Recomendações r do Ministério da Saúde em 31/10/2022. 
E pra fechar, vamos tratar de um assunto bem polêmico! Seguimos!
Mitos relacionados à vacinação
Com a chegada do Sars-Cov-2 todo mundo se tornou especialista em vacinas. Pessoas das 
mais diversas áreas e muitas vezes totalmente leigas nos assuntos reproduziram por aí 
as mais diversas bobagens: “Modificação do DNA”, “Implantação de microchip”, “Causam 
AIDS”, "Contém células de fetos humanos”, “Causam infertilidade”, “Vai virar jacaré”. 
Parece piada, mas não é. Informações como essas provocam insegurança e dúvidas quanto 
às vacinas e são um desserviço para a saúde. Pensando nisso, guardamos esse espacinho 
para discorrer sobre alguns MITOS associados à vacinação no nosso dia a dia.
“Meu filho está gripado, não quiseram vacinar”
Pessoal, doenças leves não contraindicam a vacinação. Contando que a maioria das crianças 
passa o ano com tosse e coriza, não vamos perder oportunidades de imunização por isso.
Em geral, adiamosa vacinação em quadros febris pensando em não causar confusões 
entre sintomas da doença X efeitos colaterais vacinais. Nesse contexto o custo-benefício 
deve ser analisado, em situações de surto e epidemias a vacinação em geral costuma 
sobrepor essa justificativa.
Doenças graves e que geram instabilidade devem postergar a vacinação, até porque esse 
não é foco nesse momento.
“Tenho alergia ao ovo, não posso tomar vacina da gripe.”
As vacinas Febre Amarela e Influenza são produzidas em líquido alantóide de ovos 
embrionados.
A vacina SCR é cultivada em fibroblastos de embrião de galinha, a quantidade de proteínas 
de ovo é tão mínima que nem vai entrar nessa discussão. Pode ser realizada mesmo em 
pacientes com histórico anafilático após exposição ao ovo.
15
Apesar do meio de produção, a vacina Influenza possui quantidade muito pequena de 
proteína do ovo. Mesmo pacientes com anafilaxia prévia ao ovo podem receber com 
segurança a vacina Influenza, sem a necessidade de testes prévios ou fracionamento da 
dose. A única recomendação é de observação 30 minutos após a vacinação.
Na vacina de febre amarela a quantidade de proteína do ovo é maior, assim os pacientes 
com histórico de ANAFILAXIA ao ovo devem ser avaliados primeiramente por alergista 
para realização de teste intradérmico e, se necessária dessensibilização para aplicação da 
vacina.
“Não vou tomar a vacina da gripe, pois ano passado eu fiquei doente após a vacinação”
A vacina Influenza sazonal é aplicada na época de principal circulação dos vírus respiratórios. 
Então não é incomum que a pessoa fique resfriada no período em que toma a vacina. 
Mas isso é COINCIDÊNCIA. Já vimos que a vacina é INATIVADA, sendo impossível causar 
a doença. No máximo vai causar um pouco de dor e incômodo locais, raramente febre. 
Além disso tudo, a vacina visa proteger prioritariamente de casos graves, sendo possível 
sim ocorrerem casos da infecção, geralmente mais brandos e autolimitados, graças à 
vacinação prévia.
“A vacina tríplice viral está relacionada ao desenvolvimento de autismo”
Um clássico entre os mitos vacinais que ainda move muitos movimentos antivacina. 
Toda essa polêmica se iniciou há 23 anos, após um estudo publicado no Lancet por 
um pseudocientista corrompido por motivos financeiros, contratado para realizar esse 
“estudo” visando interesses dos grupos anti vacinais. Infelizmente mesmo após retratação 
da revista e demonstração da fraude o estrago foi feito. Cabe a nós médicos hoje recuperar 
a confiança na segurança desta vacina e repetir incansavelmente o absurdo dessa relação.
“Não pode usar analgésico antes da vacinação”
Essa afirmação surgiu decorrente de estudos que demonstraram que crianças que ao 
receberem Paracetamol antes da administração de algumas vacinas tiveram níveis mais 
baixos de anticorpos se comparadas àquelas que não receberam antitérmico profilático. 
O objetivo do antitérmico/analgésico nessas circunstâncias é realmente diminuir os 
sintomas inflamatórios relacionados à vacinação. E já sabemos o quão importante essa 
inflamação é para a resposta imune. Porém, mesmo demonstrado o menor número de 
anticorpos nesses estudos, esses anticorpos se mostraram ainda em níveis protetores, 
aparentemente sem correlação clínica relevante. 
Isso pode variar entre as vacinas. Por exemplo, no caso da vacina meningocócica B (que 
é muito reatogênica - dor e febre) a administração de antitérmico pré-imunização não 
demonstrou impacto na imunogenicidade e a administração de antitérmico/analgésico é 
inclusive recomendada, visando diminuir o desconforto causado pela vacina.
A avaliação de usar ou não a medicação deve ser individualizada e realmente não se usa 
rotineiramente. Sabemos que uma das vacinas mais reatogênicas presente no SUS é a 
16
pertussis de células inteiras, podendo causar febre alta, choro inconsolável, irritabilidade e 
muitas vezes convulsão febril em crianças predispostas geneticamente. Nesses casos pode 
sim, ser usado o antitérmico no momento da vacina e nas próximas 24-48h.
“A vacina DTP pode causar a morte súbita do bebê”
Já citamos aqui os principais efeitos colaterais da vacina DTP, alguns mais leves e outros 
que requerem maior observação, como o episódio hipotônico-hiporresponsivo (EHH), a 
convulsão e a encefalopatia pós-vacinal.
A morte súbita DEFINITIVAMENTE não é um deles.
“Gestantes e lactantes não podem se vacinar”
Gestantes podem e devem se vacinar, inclusive para COVID19. Além do calendário adulto 
de rotina as gestantes também recebem a recomendação da vacina dTPa a partir de 20 
semanas de idade gestacional, a intenção é a proteção da futura mãe e do bebê, através 
da passagem de anticorpos pela placenta. O grupo de vacina CONTRAINDICADA para 
gestantes é apenas o das vacinas ATENUADAS.
Lactantes só pelo fato de estarem amamentando não apresentam contraindicações 
específicas às vacinas. Apenas no caso da vacina Febre Amarela orienta-se uma pausa de 
10 dias da amamentação.
“Não podem ser aplicadas muitas vacinas ao mesmo tempo para não sobrecarregar 
o sistema imune”
Imunologicamente não existe número máximo de vacinas a serem aplicadas, ou seja, 
mesmo que fossem aplicadas todas as vacinas do calendário vacinal no mesmo dia a 
resposta a cada uma não seria prejudicada e o sistema imune no seu total seria muito 
pouco requisitado. Porém, anatomicamente não teríamos corpo para tantas picadas. 
Considerando os locais limitados para aplicação de vacinas: intramusculares realizadas em 
grande grupo muscular (deltoides, glúteos e vasto-laterais) e subcutâneas (parte externa 
do braço, parte anterior do antebraço e interna da coxa), cabe o bom senso neh...
“É melhor ter a doença que receber a vacina”
As vacinas são a forma mais segura de gerar imunidade. A exposição a um antígeno que 
não tem capacidade de gerar a doença e suas possíveis complicações é infinitamente 
preferível à morbimortalidade relacionada às infecções naturais.
Bom galera, com essas informações vocês já vão conseguir contornar as principais dúvidas 
referente a vacinação dos nossos pequenos e brilhar nas orientações para toda a família! 
 
17
Referências Bibliográficas
1. Red Book 2021-2024 32nd Edition
2. Nelson Tratado de Pediatria, 19 ed.
3. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação Ministério da Saúde 2014
4. PCDT para Hepatite B e Coinfecções – Ministério da Saúde 2017
5. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Prevenção da Transmissão Vertical de 
HIV, Sífilis e Hepatites Virais – Ministério da Saúde 2019
6. Guia de Vigilância em Saúde 3ª Edição - Ministério da Saúde 2019
7. Calendário de Vacinação da SBP 2021 Departamento de Imunizações (2019-2021) e 
Departamento de Infectologia (2019-2021) - Sociedade Brasileira de Pediatria
8. Parecer técnico ASBAI e SBIm sobre a Vacina Influenza em alérgicos a ovo – abril de 2016
9. Guia de Imunização SBIm/SBI – Asma, Alergia e Imunodeficiências 2020-2021
10. Guia de Imunização SBIm/SBI – HIV/Aids 2016-2017
11. Ministério da Saúde. NOTA TÉCNICA Nº 213/2022-CGPNI/DEIDT/SVS/MS. Aprovação pela 
Anvisa da Vacina CoronaVac (COVID-19) para crianças de 3 a 5 anos de idade e orientação 
do Programa Nacional de Imunizações para vacinação deste público infantil. Brasília, 19 
de julho de 2022.
12. Sociedade Brasileira de Pediatria. Atualização sobre Vacinas COVID-19 em Pediatria. 
Nota especial. Nº 23, 25 de Julho de 2022
18
CONCLUSÃO
E aí, gostou deste material?
Sabemos que tem muita coisa pra estudar na medicina, mas definitivamente imunizações 
é um dos temas mais importantes para TODOS os médicos e estudantes de medicina, 
independente do grau de especialização. É algo imprescindível para podermos orientar 
corretamente nossos pacientes, sejam eles de qualquer faixa etária! Além do benefício 
que trazemos para a população em geral quando estimulamos e cobramos a devida 
atualização, garantindo assim o controle de diversas doenças.
A verdade é que não é fácil memorizar tudo, mas por isso mesmo estamos aqui com este 
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