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OPA, BOM TE VER POR AQUI! Certamente você já se deparou com uma família com dúvidas referentes ao calendário vacinal. É algo muito frequente, visto a ampla variedade de vacinas, suas várias doses, contraindicações e indicações específicas de cada uma delas. Mas é inegável a importância do domínio deste conhecimento, visto o enorme impacto que uma cobertura ampla tem na prevenção e até mesmo na erradicação de doenças que podem ser prevenidas! Trouxemos esse Ebook com um conteúdo resumido, direto ao ponto e que pode (e deve!) ser usado como consulta durante sua vida médica e/ou formação acadêmica. Aproveite o conteúdo e tenha uma ótima leitura! ÍNDICE Conceitos iniciais em vacinas ..............................................................................................................................6 Doenças preveníveis por vacinas ......................................................................................................................7 Mitos relacionados à vacinação .......................................................................................................................14 Referências bibliográficas ................................................................................................................................... 17 Conclusão .....................................................................................................................................................................18 Anexos ............................................................................................................................................................................ 19 Sobre a Medway ..............................................................................................................................................................19 Nossos cursos ....................................................................................................................................................................21 Acesse gratuitamente ................................................................................................................................................23 Ficou alguma dúvida? ................................................................................................................................................25 QUEM SOMOS Boa leitura! Somos um time de médicos formados nas principais instituições de residência do Brasil. Conhecemos bem os obstáculos e as dificuldades que surgem durante a preparação para as provas de residência médica. Justamente por isso, e porque sentimos falta de ter alguém nos orientando lá atrás, tomamos a decisão de criar a Medway. Depois de muito estudo, trabalho duro e dedicação total, desenvolvemos cursos exclusivos e que nos enchem de orgulho. Isso porque, na prática, temos visto esses cursos serem a chave do sucesso na aprovação de milhares de alunos de Medicina em todo o país. Em quatro anos de existência, impactamos 16 mil alunos com uma metodologia diferente da convencional. Leve, objetiva e verdadeira. Sem dúvidas, essa última característica é o nosso maior diferencial. Não te enrolamos e nem falamos o que você quer ouvir. Não generalizamos. Te tratamos com respeito, da forma como gostaríamos de ser tratados. Muitos nos veem como professores ou mentores. Nós gostamos de nos enxergar como aqueles veteranos que você admira pelo conhecimento técnico, mas também pela didática e pelo lado humano. Se você chegou até aqui, saiba que já nos orgulhamos muito de você ter se conectado com a Medway. Estamos e estaremos ao seu lado para sermos parceiros em toda a sua jornada como profissional de Medicina. Até a prova de residência e depois dela. Vamos juntos até o final! https://www.medway.com.br/aprovados/ O QUE NOSSOS ALUNOS ESTÃO FALANDO? 6 Fala galera! Trouxemos aqui uma material especial sobre imunizações na faixa etária pediátrica. Vamos abordar tópicos gerais sobre as vacinas e trazer um panorama geral das doenças imunopreveníveis. A ideia aqui é fornecer para vocês os insumos para vocês responderem aquelas dúvidas do dia-a-dia que surgem nas consultas de puericultura ou até mesmo no jantar em família. E por que esse assunto é importante? A imunização é uma das principais medidas para erradicação e controle de doenças no mundo todo. Segura, barata e eficaz, costuma ter poucos efeitos colaterais e poucas contraindicações. Tendo em vista os benefícios no nível de saúde pública e individual, poderia ser considerada uma das maravilhas do mundo. Conceitos iniciais em vacinas As vacinas nada mais são que uma forma de proteção contra determinada doença, sem ter a doença. Perfeito, né! Para essa proteção, o microrganismo relacionado é manipulado para que não cause a doença em si após sua administração. Esse agente pode ser modificado de diversas formas: INATIVADAS São vacinas de microrganismos inteiros, porém, sem capacidade de replicação/virulência ou apenas partículas deles. Por não se replicarem costumam ser menos imunogênicas que vacinas atenuadas, necessitando muitas vezes de um “plus”, que são os adjuvantes e várias doses de reforço. Os adjuvantes são substâncias adicionadas à vacina para aumentar o processo inflamatório local, garantindo maior recrutamento de células de defesa e, consequentemente, potencializando a resposta imunológica. O principal representante dos adjuvantes é o alumínio. Esse mesmo processo inflamatório é o responsável pelos principais efeitos colaterais do grupo que são febre, dor local, hiperemia e calor. Esses efeitos são precoces, entre 24-48h da vacina. As vacinas inativadas possuem diversas formas de produção, falaremos agora sobre cada uma: Microrganismos inteiros inativados: o processo de inativação pode ser realizado por meios químicos (formalina) ou físicos (calor). Vacinas: VIP, pertussis de células inteiras. Subunidades/fragmentos: os agentes são “picotados” e apenas alguns antígenos são selecionados para compor a vacina. Vacina Influenza, sendo assim, já vemos aqui o primeiro mito: é IMPOSSÍVEL a vacina sazonal da gripe causar gripe. Toxóides: São toxinas derivadas de bactérias, porém, sem sua capacidade de intoxicação. Toxóides tetânico e diftérico. 7 Vacina de componentes da cápsula bacteriana: são selecionados os componentes específicos do agente infeccioso, responsáveis pela infecção e pelo reconhecimento imune, ocasionando menor ocorrência de efeitos colaterais se comparada a vacina de célula inteira. Vacina pertussis acelular. Engenharia genética/recombinantes: o gene responsável pela “receita” da proteína que se quer apresentar ao sistema imune é incorporado ao material genético de um vetor. Assim, também são vacinas extremamente seguras. Vacinas HPV, Hepatite B e Meningocócica B. Cápsulas de polissacarídeo: para essas vacinas apenas a “capinha” (cápsula) dos microorganismos é utilizada, exemplo: Vacina Pneumocócica 23. Cápsulas de polissacarídeo conjugadas a proteínas, chamadas apenas de Conjugadas: nessas vacinas, além da “capinha” do microrganismo é adicionada uma proteína (toxoide diftérico, toxoide tetânico, proteína D do Haemophilus influenzae tipo b, proteína CRM197). O objetivo dessa associação é criar um complexo antigênico que estimule tanto a resposta humoral como a resposta celular (resposta T- dependente). Exemplos: Hib, Pneumocócicas 10 e 13 Meningocócicas C e ACWY. ATENUADAS São microorganismos ainda vivos, atenuados laboratorialmente. São elas: BCG, Sarampo, Caxumba, Rubéola, Varicela, VOP, Rotavírus, Herpes Zoster, Febre Amarela e Dengue. Aqui o agente em questão está vivo, ou seja, possui capacidade de se replicar sub- clinicamente até o momento que o sistema imune interrompa o processo. Assim, são vacinas contraindicadas para pacientes com alguma deficiência em sua imunidade, impossibilitando a “pausa” da infecção ou gestantes, pensando na proteção do feto em desenvolvimento. Essas são as vacinas mais parecidas coma doença natural, possibilitando imunidade em longo prazo e poucas doses. Em geral, uma segunda dose é realizada na tentativa de “resgatar” as pessoas que não responderam à primeira. Descreveremos outras contraindicações específicas logo mais. Também por terem em seu mecanismo a replicação do agente, os efeitos colaterais são mais tardios: “período de incubação” de 5 a 20 dias. Os pacientes imunocompetentes podem cursar como uma versão mini da doença, ou seja, um sarampinho ou cataporinha. Nesses casos os sintomas são leves e não são transmissíveis. Doenças preveníveis por vacinas No quadro seguinte deixamos tudo mastigadinho para vocês, com os principais pontos de cada item! Fiquem atentos que essas diretrizes estão em constante mudança e várias vezes ao ano sofrem atualizações! 8 VACINA CALENDÁRIO(SBP/PNI) DOENÇA AGENTE ETIOLÓGICO TRANSMISSÃO INCUBAÇÃO CLÍNICA TRATAMENTO BCG: Bacilo Calmette- Guérin Nascimento até os 5 anos de idade/ contactantes de hanseníase Formas graves de Tuberculose (miliar/menin- goencefálica) Vacina: Mycobacte- rium bovis para proteção contra: My- cobacterium tuberculosis Aerossóis 2 a 10 semanas, alto risco de doença nos dois primeiros anos Conforme o sítio de infec- ção: pulmonar, ganglionar, óssea, meningoence- fálica < 10 anos: RHZ >10 anos: RHZE Hepatite B PNI: ao nascer (nas primeiras 12h de vida), 2, 4 e 6 meses (Pentavalente DTP+HB+Hib) SBP: ao nascer (nas primeiras 12h de vida), 2 e 6 meses. RN <2000g, < 33 semanas de IG: dose adicional aos 4 meses Hepatite B Vírus da Hepa- tite B (HBV) (família Hepadnavi- rito, gênero Orthohepad- navirus) Parenteral (hemocompo- nentes, agulhas compartilhadas) sexual e vertical (principalmente no parto, evolu- ção desfavorá- vel, com maior chance de cronificação 45-160 dias (média 90) Hepatite Aguda: sintomas inespecíficos, anorexia, mal- estar, náuseas, icterícia, colúria, acolia Hepatite Crônica: cirrose podendo evoluir para carcinoma hepatocelular Alfapeguinterferona, entecavir, tenofovir RN de mulheres com HBV (HBsAg reagente) devem receber imunoglobulina humana anti-hepatite B e a primeira dose do esquema vacinal para HBV logo após o nascimento Polio VIP (inativa- da)/VOP (atenuada) VIP: 2,4 e 6 meses VOP: reforços¹ 15-18 meses, 4-6 anos e campanhas Poliomielite Poliovírus (família Picornaviri- dae, gênero Enterovirus) Fecal-oral, gotículas Polio não- paralítica: 3-6 dias Polio paralítica: 3-35 dias (média 7-21 d) Sintomas inespecíficos (febre, mal estar, náuseas, dor de garganta, etc), meningite viral, paralisia flácida aguda arreflexiva Suporte clínico Difteria 2,4 e 6 meses, reforços 15-18 meses, 4-6 anos e a cada 10 anos Difteria Coryne- bacterium diphtheriae (bacilo Gram +) Gotículas e contato com lesões cutâneas (raro) 1-10 dias (média 2-5 dias) Febre, placas branco- acizentadas em faringe, laringe e fossas nasais, linfadenite cervical (pescoço taurino) com risco de obstrução de VAS Soro antidiftérico precocemente + penicilina (Cristalina, Procaína) ou eritromicina 9 Tétano 2,4 e 6 meses, reforços 15-18 meses, 4-6 anos e a cada 10 anos Tétano Clostridium tetani (Bacilo Gram +, anaeróbio, produtor de neuroroxina) Contaminação de feridas em pele e mucosas (principalmente perfurocortan- tes), contami- nação do coto umbilical 3-21 dias (média 8 dias) Generalizado: trismo, espasmos musculares graves, riso sardônico, disfunção autonômica Local: espasmos próximos a ferida infectada Cefálico: paralisia flácida de nervo craniano Profilaxia - Tétano acidental, checar esquema vacinal 3 doses: Baixo risco² – esquema 3 doses se incompleto/incerto ou reforço se > 10 anos última dose Alto risco² – Esquema vacinal incompleto/incerto – vacinação e IGHAT/ Soro antitetânico (SAT) Vacinação completa > 5 anos - reforço vacinal e, em pacientes imunossuprimidos/ desnutridos/idosos – IGHAT/SAT Vacinação completa > 10 anos - reforço vacinal e, em pacientes imunossuprimidos/ desnutridos/idosos/ ausência de cuidado posterior com o ferimento – IGHAT/ SAT Coquelu- che 2,4 e 6 meses, reforços 15-18 meses, 4-6 anos, a cada gestação (IG 20- 36 sem.) e a cada 10 anos para profisisonais da saúde³ Coqueluche Bordetella pertussis (bacilo gram -) Gotículas 5-21 dias (média 7-10 dias) - Estágio catarral: sintomas gripais - Estágio paroxístico: tosse seca, “guincho”, cianose, vômitos, apneia - Convalescença: tosse comum, pode durar meses Indicado na fase catarral: macrolídeo (azitromicina, eritromicina, claritromicina) Hib 2,4 e 6 meses4 Doenças invasivas por Hib, principalmente meningite, pneumonia, epiglotite Haemophilus influenzae tipo b (cocobacilo gram -) Gotículas Desconhe- cido Conforme o sítio de infecção Cefotaxima ou ceftriaxona (ampicilina se isolado suscetível) Profilaxia pós exposição para contactantes domiciliares, contactantes de creche se 2 casos em 60 dias, famílias com crianças < 4 anos não imunizadas ou imunossuprimidas: rifampicina Rotavírus 2 meses (1m15d - 3m15d) e 4 meses (3m15d - 7m29d) Doença diarréica aguda por rotavírus Rotavírus (família Reoviridae, gênero Rotavirus) Fecal-oral Até 2 dias Vômitos, diarreia aquosa, febre Suporte clínico/ Hidratação 10 VACINA CALENDÁRIO(SBP/PNI) DOENÇA AGENTE ETIOLÓGICO TRANSMISSÃO INCUBAÇÃO CLÍNICA TRATAMENTO Pneumo- cócica 10v/13v 10v PNI: 2 e 4 meses, reforço aos 12 meses 13v SBP: 2, 4 e 6 meses, reforço 12-15 meses Doença pneu- mocócica inva- siva: meningite, pneumonia bacterêmica, sepse e artrite séptica Streptococcus pneumoniae (coco gram +) Gotículas Variável conforme a infecção, podendo corresponder a 1 dia Conforme sítio de infecção Cefotaxima ou ceftriaxona (associação com vancomicina, rifampicina é necessária em alguns casos) Meningo- cócica C/ ACWY PNI - C⁵: 3 e 5 meses, reforço aos 12 meses ACWY: dose única 11-12 anos Doença me- ningocócica invasiva: me- ningococcemia e meningite Neisseria meningitidis (diplococo gram -): sorogrupos A, C, W e Y Gotículas 1-10 dias (média 4 dias) Meningococ- cemia: início abrupto de febre, dor, prostração, exantema (macu- lopapular -> pur- púrico/petequial) podendo evoluir com isquemia, coagulopatia, choque e morte dentro de horas Meningite: indistinguível clinicamente de outras etiologias Cefotaxima ou ceftriaxona (Penicilina G./ Ampicilina se isolado suscetível) Profilaxia pós exposição para contactantes domiciliares, creches, alojamentos, contato desprotegido com secreção do paciente: rifampicina, ceftriaxona ou ciprofloxacino Meningo- cócica B Indisponível no PNI Doses reco- mendadas aos 3 e 5 meses, reforço aos 12 meses Doença me- ningocócica invasiva: me- ningococcemia e meningite Neisseria meningitidis (diplococo gram -): soro- grupo B Gotículas 1-10 dias (média 4d) Influenza A partir dos 6 meses de idade (na primovaci- nação até 9 anos de idade administrar 2 doses com intervalo de 1 mês) Dose anual na sazonalidade Prevenção de formas graves de infecção pelo vírus Influenza Vírus Influenza (família Orthomyxovi- ruses, gêneros A, B e C) PNI trivalen- te: A H1N1 + A H3N2 + B (Victória ou Yagamata – escolhida conforme sa- zonalidade) SBP/Sbim quadrivalen- te: A H1N1 + A H3N2 + B Victória + B Yagamata Gotículas 1-4 dias (média 2 dias) Síndrome gripal: febre, tosse, mialgia, cefaleia e prostração podendo evoluir para SRAG Oseltamivir, zanamivir Sarampo Doses aos 12 e 15 meses Em situações de risco pode ser realizada dose zero a partir dos 6 meses (dose não contabi- lizada para esquema vacinal) Sarampo Vírus do Sarampo (família Paramixovi- ridae, gênero Morbillivirus) Aerossóis 7-21 dias (média 14 d) Febre, tosse, coriza, conjunti- vite, manchas de Koplik, evoluindo com exantema maculopapularmorbiliforme craniocaudal e centrífugo Suporte clínico + Vitamina A 11 VACINA CALENDÁRIO(SBP/PNI) DOENÇA AGENTE ETIOLÓGICO TRANSMISSÃO INCUBAÇÃO CLÍNICA TRATAMENTO Caxumba Doses aos 12 e 15 meses Caxumba (Parotidite epidêmica) Vírus da caxumba (família Paramyxovi- ridae, gênero Rubulavirus) Gotículas 12 a 25 dias (média de 16 a 18 dias) Febre, dor e aumento de volume de uma ou mais glân- dulas salivares (principalmente parótidas) Suporte Clínico Rubéola Doses aos 12 e 15 meses Rubéola Vírus da rubéola (família Toga- viridae gênero Rubivirus) Gotículas 12 – 23 dias (média 17d) Febre, (linfoade- nopatia retroau- ricular, occipital, cervical posterior) e exantema maculopapular e puntiforme difuso Síndrome da Ru- béola Congênita: anomalias oftal- mológicas, cardía- cas e auditivas ou neurológicas Suporte clínico Varicela/ Herpes- -Zóster Varicela: Doses aos 15 meses e 4 anos Em situações de risco pode ser realizada a partir dos 9 meses (dose não contabi- lizada para esquema vacinal) Herpes Zoster (indisponível no PNI): dose única > 60 anos Varicela e Herpes-Zóster (reativação viral) Vírus Varicela- -Zóster (família Herpesviridae, gênero Vari- cellovirus) Aerossóis e contato 10 – 21 dias Varicela: febre e erupção eritema- tosa generalizada, pruriginosa cen- trípeta (pápulas, vesículas e crostas) Herpes-Zóster: lesões cutâne- as vesiculares agrupadas sobre base eritematosa, em região de 1 a 3 dermátomos sensoriais contí- guos, com dor ou prurido Varicela: sintomáticos e suporte clínico. Considerar antiviral em > 12 anos, doença cutânea crônica, pneumopatas, imunossuprimidos, gestantes e uso de AAS (Sd Reye): Aciclovir/ Valaciclovir Herpes-Zóster: antiviral até 72h para reduzir risco de neuralgia pós herpética Febre Amarela Dose a partir dos 9 meses e reforço aos 4 anos Febre amarela Vírus da febre amarela (família Flaviviridae, gênero Flavi- virus) Arbovirose Ciclo silvestre: Haemagogus e Sabethes Ciclo urbano: Aedes Aegypti 3-6 dias Febre alta + bradicardia (sinal de Faget), cefaleia, inapetência, náuseas e mialgia podendo evoluir com oligúria (insuf. renal), icterícia e hemorragias (insuf. hepática) Sintomáticos e suporte clínico Hepatite A PNI: dose única aos 15 meses SBP: dose aos 12 meses e reforço aos 18 meses Hepatite A Vírus da hepatite A (família Picornaviri- dae, gênero Hepatovirus) Fecal-oral 15-50 dias (média 28d) Sintomas inespe- cíficos: anorexia, náuseas, vômitos, diarreia, febre, ce- faleia, mal-estar, dor abdominal, podendo evoluir com icterícia (acolia e colúria) Não há risco de cronificação Sintomáticos, repouso e restrição de álcool 12 VACINA CALENDÁRIO(SBP/PNI) DOENÇA AGENTE ETIOLÓGICO TRANSMISSÃO INCUBAÇÃO CLÍNICA TRATAMENTO HPV Duas doses com intervalo de seis meses, meninas e meninos: 9-14 anos Verrugas do trato anogeni- tal (HPV 6 e 11) e câncer cervical, anogenital e orofaringe (HPV 16 e 18) Papilomavírus Humano tipos: 6,11,16 e 18 (família Papillomavi- ridae, gênero Papilloma- virus) Contato pele a pele 3 meses a vários anos Conforme apresentação clínica: verrugas em região genital ou laríngea, sangramento, ar- dência ou prurido genital, rouqui- dão, desconforto respiratório Direcionado confor- me apresentação clínica Dengue Indisponível no PNI. Recomen- dação de 3 doses com 6 meses de intervalo a partir dos 9 anos de idade para pessoas com infecção prévia com- provada Dengue (visa reduzir os casos de dengue grave caso haja infecção por um segundo sorotipo) Vírus Dengue (DENV) soroti- pos: 1, 2, 3 e 4 (família Flaviviridae, gênero Flavi- virus) Arbovirose Aedes aegypti e Aedes albopic- tus (Ásia) 3 – 14 dias Fase febril: febre, cefaleia, mialgia, artralgia, dor retro-orbitária e exantema macu- lo-papular Fase crítica: defeverscência da febre (3-7dias), ocorre o aumento da permeabili- dade capilar e extravasamento plasmático/ hemorragias, podendo levar ao choque Fase de recupe- ração: 24-48h pós fase crítica Reposição volêmica, sintomáticos 13 VACINA CALENDÁRIO(SBP/PNI) DOENÇA AGENTE ETIOLÓGICO TRANSMISSÃO INCUBAÇÃO CLÍNICA TRATAMENTO COVID - 19 Crianças de 6 meses a menores de 3 anos com co- morbidades: Pfizer-BioN- Tech (tampa vinho); Crianças de 3 e 4 anos: Coronavac; Crianças de 5 anos a adolescentes de 12 anos: CoronaVac ou Pfizer-BioN- Tech (tampa laranja). 6 COVID - 19. Re- duzir o risco de adoecimento ou de manifes- tações graves SARS-CoV-2 Gotículas expeli- das durante a fala, tosse ou espirro. A transmissão por meio de aerossóis − tam- bém é possível em circunstân- cias especiais De um a 14 dias — média de cinco a seis dias Febre, tosse, fadiga, perda de paladar (ageusia) ou olfato (anos- mia/hiposmia), dor de cabeça, dor de garganta, náusea, diarreia, dores musculares ou corporais. Quadros graves: Dificuldade para respirar ou falta de ar , perda da fala, mobilidade ou confusão, dores no peito. Síndrome Inflama- tória Multissistê- mica (SIM): Elevação dos marcadores inflamatórios, cardiovasculares: disfunção miocár- dica, miocardite, pericardite, aneu- rismas coronaria- nos, hipotensão arterial e choque cardiogênico. Renais: doença re- nal aguda levando a necessidade de diálise. Respiratórias: disp- neia, taquipneia e hipoxemia. Hematológicas: trombose (locali- zada ou sistêmica), anemia, leuco- penia, linfopenia, plaquetopenia e coagulopatia de consumo. Gastrointestinais: dor abdominal intensa, vômito e diarreia. Mucocutâneas: edema e fissura de lábios, língua em framboesa, eritema de orofa- ringe, conjuntivite, exantema po- limórfico, vesículas e eritema pérnio. Neurológicas: cefaleia persis- tente, convulsão e psicose. Febre persistente. Insuficiência respiratória aguda e síndrome da disfunção de múl- tiplos órgãos Até o momento, não há terapêutica antiviral específica e eficaz para a Covid-19, seja para a prevenção, tratamento precoce ou casos mais graves 14 ¹ A SBP/Sbim recomendam que as doses de reforço também sejam realizadas com VIP. ² Ferimento de baixo risco: superficial, limpo, sem corpo estranho ou desvitalização tecidual; ferimento de alto risco: sujo, puntiforme, presença de corpo estranho ou desvitalização, queimadura, congelamento, armas branca/ fogo, mordedura, politrauma, fratura exposta. ³ PNI: vacinas realizadas com componente celular na infância e componente acelular para adultos (gestantes e profissionais da saúde). A SBP/Sbim recomendam que todas as doses sejam realizadas com componente acelular. 4 A SBP/Sbim recomendam reforço 15-18 meses quando utilizada pelo menos uma dose combinada com componente pertussis acelular. ⁵ A SBP/Sbim recomendam que todas as doses sejam realizadas com a meningo ACWY pelo maior espectro de proteção, doses aos 3 e 5 meses e reforços aos 12 meses, 4-6 anos, 11-12 anos e 16 anos. 6 Recomendações r do Ministério da Saúde em 31/10/2022. E pra fechar, vamos tratar de um assunto bem polêmico! Seguimos! Mitos relacionados à vacinação Com a chegada do Sars-Cov-2 todo mundo se tornou especialista em vacinas. Pessoas das mais diversas áreas e muitas vezes totalmente leigas nos assuntos reproduziram por aí as mais diversas bobagens: “Modificação do DNA”, “Implantação de microchip”, “Causam AIDS”, "Contém células de fetos humanos”, “Causam infertilidade”, “Vai virar jacaré”. Parece piada, mas não é. Informações como essas provocam insegurança e dúvidas quanto às vacinas e são um desserviço para a saúde. Pensando nisso, guardamos esse espacinho para discorrer sobre alguns MITOS associados à vacinação no nosso dia a dia. “Meu filho está gripado, não quiseram vacinar” Pessoal, doenças leves não contraindicam a vacinação. Contando que a maioria das crianças passa o ano com tosse e coriza, não vamos perder oportunidades de imunização por isso. Em geral, adiamosa vacinação em quadros febris pensando em não causar confusões entre sintomas da doença X efeitos colaterais vacinais. Nesse contexto o custo-benefício deve ser analisado, em situações de surto e epidemias a vacinação em geral costuma sobrepor essa justificativa. Doenças graves e que geram instabilidade devem postergar a vacinação, até porque esse não é foco nesse momento. “Tenho alergia ao ovo, não posso tomar vacina da gripe.” As vacinas Febre Amarela e Influenza são produzidas em líquido alantóide de ovos embrionados. A vacina SCR é cultivada em fibroblastos de embrião de galinha, a quantidade de proteínas de ovo é tão mínima que nem vai entrar nessa discussão. Pode ser realizada mesmo em pacientes com histórico anafilático após exposição ao ovo. 15 Apesar do meio de produção, a vacina Influenza possui quantidade muito pequena de proteína do ovo. Mesmo pacientes com anafilaxia prévia ao ovo podem receber com segurança a vacina Influenza, sem a necessidade de testes prévios ou fracionamento da dose. A única recomendação é de observação 30 minutos após a vacinação. Na vacina de febre amarela a quantidade de proteína do ovo é maior, assim os pacientes com histórico de ANAFILAXIA ao ovo devem ser avaliados primeiramente por alergista para realização de teste intradérmico e, se necessária dessensibilização para aplicação da vacina. “Não vou tomar a vacina da gripe, pois ano passado eu fiquei doente após a vacinação” A vacina Influenza sazonal é aplicada na época de principal circulação dos vírus respiratórios. Então não é incomum que a pessoa fique resfriada no período em que toma a vacina. Mas isso é COINCIDÊNCIA. Já vimos que a vacina é INATIVADA, sendo impossível causar a doença. No máximo vai causar um pouco de dor e incômodo locais, raramente febre. Além disso tudo, a vacina visa proteger prioritariamente de casos graves, sendo possível sim ocorrerem casos da infecção, geralmente mais brandos e autolimitados, graças à vacinação prévia. “A vacina tríplice viral está relacionada ao desenvolvimento de autismo” Um clássico entre os mitos vacinais que ainda move muitos movimentos antivacina. Toda essa polêmica se iniciou há 23 anos, após um estudo publicado no Lancet por um pseudocientista corrompido por motivos financeiros, contratado para realizar esse “estudo” visando interesses dos grupos anti vacinais. Infelizmente mesmo após retratação da revista e demonstração da fraude o estrago foi feito. Cabe a nós médicos hoje recuperar a confiança na segurança desta vacina e repetir incansavelmente o absurdo dessa relação. “Não pode usar analgésico antes da vacinação” Essa afirmação surgiu decorrente de estudos que demonstraram que crianças que ao receberem Paracetamol antes da administração de algumas vacinas tiveram níveis mais baixos de anticorpos se comparadas àquelas que não receberam antitérmico profilático. O objetivo do antitérmico/analgésico nessas circunstâncias é realmente diminuir os sintomas inflamatórios relacionados à vacinação. E já sabemos o quão importante essa inflamação é para a resposta imune. Porém, mesmo demonstrado o menor número de anticorpos nesses estudos, esses anticorpos se mostraram ainda em níveis protetores, aparentemente sem correlação clínica relevante. Isso pode variar entre as vacinas. Por exemplo, no caso da vacina meningocócica B (que é muito reatogênica - dor e febre) a administração de antitérmico pré-imunização não demonstrou impacto na imunogenicidade e a administração de antitérmico/analgésico é inclusive recomendada, visando diminuir o desconforto causado pela vacina. A avaliação de usar ou não a medicação deve ser individualizada e realmente não se usa rotineiramente. Sabemos que uma das vacinas mais reatogênicas presente no SUS é a 16 pertussis de células inteiras, podendo causar febre alta, choro inconsolável, irritabilidade e muitas vezes convulsão febril em crianças predispostas geneticamente. Nesses casos pode sim, ser usado o antitérmico no momento da vacina e nas próximas 24-48h. “A vacina DTP pode causar a morte súbita do bebê” Já citamos aqui os principais efeitos colaterais da vacina DTP, alguns mais leves e outros que requerem maior observação, como o episódio hipotônico-hiporresponsivo (EHH), a convulsão e a encefalopatia pós-vacinal. A morte súbita DEFINITIVAMENTE não é um deles. “Gestantes e lactantes não podem se vacinar” Gestantes podem e devem se vacinar, inclusive para COVID19. Além do calendário adulto de rotina as gestantes também recebem a recomendação da vacina dTPa a partir de 20 semanas de idade gestacional, a intenção é a proteção da futura mãe e do bebê, através da passagem de anticorpos pela placenta. O grupo de vacina CONTRAINDICADA para gestantes é apenas o das vacinas ATENUADAS. Lactantes só pelo fato de estarem amamentando não apresentam contraindicações específicas às vacinas. Apenas no caso da vacina Febre Amarela orienta-se uma pausa de 10 dias da amamentação. “Não podem ser aplicadas muitas vacinas ao mesmo tempo para não sobrecarregar o sistema imune” Imunologicamente não existe número máximo de vacinas a serem aplicadas, ou seja, mesmo que fossem aplicadas todas as vacinas do calendário vacinal no mesmo dia a resposta a cada uma não seria prejudicada e o sistema imune no seu total seria muito pouco requisitado. Porém, anatomicamente não teríamos corpo para tantas picadas. Considerando os locais limitados para aplicação de vacinas: intramusculares realizadas em grande grupo muscular (deltoides, glúteos e vasto-laterais) e subcutâneas (parte externa do braço, parte anterior do antebraço e interna da coxa), cabe o bom senso neh... “É melhor ter a doença que receber a vacina” As vacinas são a forma mais segura de gerar imunidade. A exposição a um antígeno que não tem capacidade de gerar a doença e suas possíveis complicações é infinitamente preferível à morbimortalidade relacionada às infecções naturais. Bom galera, com essas informações vocês já vão conseguir contornar as principais dúvidas referente a vacinação dos nossos pequenos e brilhar nas orientações para toda a família! 17 Referências Bibliográficas 1. Red Book 2021-2024 32nd Edition 2. Nelson Tratado de Pediatria, 19 ed. 3. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação Ministério da Saúde 2014 4. PCDT para Hepatite B e Coinfecções – Ministério da Saúde 2017 5. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Prevenção da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatites Virais – Ministério da Saúde 2019 6. Guia de Vigilância em Saúde 3ª Edição - Ministério da Saúde 2019 7. Calendário de Vacinação da SBP 2021 Departamento de Imunizações (2019-2021) e Departamento de Infectologia (2019-2021) - Sociedade Brasileira de Pediatria 8. Parecer técnico ASBAI e SBIm sobre a Vacina Influenza em alérgicos a ovo – abril de 2016 9. Guia de Imunização SBIm/SBI – Asma, Alergia e Imunodeficiências 2020-2021 10. Guia de Imunização SBIm/SBI – HIV/Aids 2016-2017 11. Ministério da Saúde. NOTA TÉCNICA Nº 213/2022-CGPNI/DEIDT/SVS/MS. Aprovação pela Anvisa da Vacina CoronaVac (COVID-19) para crianças de 3 a 5 anos de idade e orientação do Programa Nacional de Imunizações para vacinação deste público infantil. Brasília, 19 de julho de 2022. 12. Sociedade Brasileira de Pediatria. Atualização sobre Vacinas COVID-19 em Pediatria. Nota especial. Nº 23, 25 de Julho de 2022 18 CONCLUSÃO E aí, gostou deste material? Sabemos que tem muita coisa pra estudar na medicina, mas definitivamente imunizações é um dos temas mais importantes para TODOS os médicos e estudantes de medicina, independente do grau de especialização. É algo imprescindível para podermos orientar corretamente nossos pacientes, sejam eles de qualquer faixa etária! Além do benefício que trazemos para a população em geral quando estimulamos e cobramos a devida atualização, garantindo assim o controle de diversas doenças. A verdade é que não é fácil memorizar tudo, mas por isso mesmo estamos aqui com este e maismaterial para poder entrar na sua cabeça. Assim também fazemos com diversos outros temas, ambulatoriais e de emergência. Para conferir nossa “biblioteca digital”, é só acessar a Academia Medway e conferir nossa seção de Ebooks Esperamos que tenha gostado! Estamos juntos até o final! Equipe Medway https://www.medway.com.br/academia/ 19 SOBRE A MEDWAY A Medway existe para ser a marca de confiança do Médico. Estamos sempre com você, principalmente durante a jornada de aprovação para a residência médica. Acreditamos que um ensino de qualidade faz toda a diferença na carreira do profissional de medicina e impacta de forma positiva a assistência lá na ponta. 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Nós adoramos falar com você. Se quiser ou precisar, é só nos chamar no WhatsApp! Lembre-se de seguir a Medway nas redes sociais também! ;) Grande abraço e sucesso na sua jornada! FICOU ALGUMA DÚVIDA? https://api.whatsapp.com/send?phone=+555511939378157&text=Ol%C3%A1%20gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20os%20cursos%20da%20Medway https://api.whatsapp.com/send?phone=+555511939378157&text=Ol%C3%A1%20gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20os%20cursos%20da%20Medway https://www.instagram.com/medway.residenciamedica/ https://www.facebook.com/medwayresidenciamedica/ https://www.youtube.com/channel/UC-iql8FFY14XV4T1q37Olpg https://br.linkedin.com/company/medway-educacao-medica https://api.whatsapp.com/send?phone=+555511939378157&text=Ol%C3%A1%20gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20os%20cursos%20da%20Medway https://api.whatsapp.com/send?phone=+555511939378157&text=Ol%C3%A1%20gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20os%20cursos%20da%20Medway INDICE 6 7 14 17 18 19 21 23 25 Botão 166: Botão 167: Botão 168: Botão 169: Botão 170: Botão 171: Botão 172: Botão 173: Botão 174: Botão 175: Botão 14: Página 6: Página 7: Página 8: Página 9: Página 10: Página 11: Página 12: Página 13: Página 14: Página 15: Página 16: Página 17: Página 18: Página 19: Página 20: Página 21: Página 22: Página 23: Página 24: Página 25: Button 10: