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Nome dos alunos (as) 
Danielle M. Morais 
Bruna Muller 
Vanusa R. dos Santos 
Aliciana G. da Silva 
Socialização - Seminário Módulo V 
Nome do Tutor (a) 
Waldir Pereira da Cunha 
 
Antônio N. de Almeida 
Ser a melhor solução de educação para a construção da sua própria história. 
VISÃO 
Ser líder nas regiões onde atua, referência de ensino para a melhoria de vida dos 
nossos alunos, com rentabilidade e reconhecimento de todos os públicos. 
MISS ÃO 
 
Ética e Respeito: Respeitar as regras sempre, com 
transparência e respeito, é a base do nosso 
relacionamento com alunos, funcionários e parceiros. 
 Valorização do Conhecimento: Não basta saber, é preciso saber fazer. Valorizamos o 
conhecimento como forma de inspirar e aproximar as pessoas. 
 Vocação para Ensinar: Nossos profissionais têm prazer em educar e 
contribuir para o crescimento dos nossos alunos. 
Atitude de Dono: Pensamos e agimos como donos do negócio. 
Simplicidade e Colaboração: Trabalhamos juntos como um time, com diálogo aberto e direto. Foco 
em Resultado e Meritocracia: Nossa equipe cresce por mérito através da superação de metas e 
dedicação de cada um. 
ESTUDOS INTEGRADOS E A SOCIEDADE 
VALORES 
 
ZOONOSES: A FEBRE AMARELA E O IMPACTO 
DENTRO 
DA SAÚDE PÚBLICA 
 
RESUMO 
 Este trabalho aborda a febre amarela, uma doença 
transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Haemagogus. 
Causada pelo vírus Flavivírus, pode ser grave ou até fatal. A 
vacinação tem ajudado a reduzir casos, mas o acesso ainda é 
limitado. Esta pesquisa foca na prevenção, vigilância e 
conscientização para controlar a disseminação dessa doença 
no Brasil. 
Palavras-chave: Febre Amarela; Zoonoses; Prevenção. 
1. INTRODUÇÃO 
 Zoonoses são doenças de origem 
infecciosas transmitidas entre animais e 
pessoas. A transmissão pode ocorrer por 
meio de contato direto ou indireto, sendo 
estes ocasionados através da água, 
alimentos ou meio ambiente com a 
presença de agentes oriundos de carregar 
esses tipos de doenças. 
Vivemos em um país tropical de clima 
quente que ocorre variações ao longo do 
ano, favorecendo o aparecimento e a 
1. INTRODUÇÃO 
evolução do agente causador da Febre Amarela. 
A febre Amarela (FA) é uma doença infecciosa aguda, febril, não contagiosa, de 
curta duração (no máximo de 12 dias) e de gravidade variável. As manifestações 
clínicas podem representar fases evolutivas da doença. A forma grave pode 
levar à morte, caracterizada clinicamente por manifestações de insuficiência 
hepática e renal. Ainda não existe tratamento etiológico especifico. A doença é 
causada por um arbovírus do gênero Flavivirus família Flaviviridae, mantem-se 
endêmica e enzoótica em diversas regiões tropicais das Américas e da África e 
é responsável por surtos periódicos de magnitude variável. Nas Américas, deve-
se levar em conta seu risco de potencial disseminação para áreas urbanas. 
(CALVALCANTE; TAUIL ,2016). 
1. INTRODUÇÃO 
 Segundo world Health Organization foi enfatizado que a estratégia para 
eliminar cenários epidêmicos deve ir além da imunização, reforçando a 
 capacidade de detecção da vigilância e a 
capacidade de resposta laboratorial, uma vez que 
manter 100% da cobertura vacinal contra febre 
amarela em algumas regiões não é factível. 
Assim, o presente trabalho relata as 
dificuldades que a saúde pública enfrenta em 
relação a prevenção e a distribuição de 
informação. 
1.1. FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E 
JUSTIFICATIVA DA PESQUISA 
A problemática abordada neste trabalho refere-se à dificuldade de 
controle da febre amarela no Brasil. A justificativa para a realização da 
pesquisa se baseia na relevância social e científica do tema, considerando 
os impactos da doença na saúde pública e as barreiras ao acesso à vacina, 
além da necessidade de aumentar a conscientização e a vigilância. 
Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) “A febre amarela é 
uma doença infecciosa viral transmitida por mosquitos, cujos surtos 
podem ser controlados por medidas simples de prevenção, como a 
vacinação e o controle do mosquito transmissor.” 
1.1. FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E 
JUSTIFICATIVA DA PESQUISA 
De acordo com o Ministério da 
Saúde, o tratamento da febre amarela é 
apenas sintomático, focando em 
proporcionar cuidados adequados ao 
paciente, que deve permanecer em 
repouso durante a hospitalização. Nos 
casos mais graves, é necessário que o 
paciente seja atendido na UTI para 
reduzir os riscos e complicações que 
possam levar ao óbito. 
1.1. FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E 
JUSTIFICATIVA DA PESQUISA 
As principais medidas de prevenção da febre amarela incluem a 
vacinação, o controle do mosquito transmissor, evitando o acúmulo de água 
parada, e o uso de roupas protetoras e repelentes em áreas de risco. 
A disseminação de informações claras e confiáveis, por meio de 
campanhas de conscientização nas comunidades e escolas, é essencial para 
aumentar a conscientização e reduzir o impacto da doença. 
 
1.2. OBJETIVO GERAL 
O presente trabalho tem por objetivo identificar os fatores que 
contribuem para a disseminação da febre amarela no Brasil, verificar a 
ocorrência de casos e as características que favorecem a proliferação dos 
vetores, além de compreender os métodos de diagnóstico, tratamento e 
prevenção da doença. 
 
1.3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
• Identificar o vetor da febre amarela; 
•Analisar como ocorre a transmissão da doença do vetor para o homem; 
•Identificar os sintomas da febre amarela; 
•Analisar o diagnóstico da doença; 
•Avaliar as épocas do ano com maior incidência de casos; 
•Definir os métodos de prevenção e controle da febre amarela; 
•Avaliar os fatores de risco de contaminação; 
 
 
2. MATERIAIS & MÉTODOS 
 
Este trabalho foi realizado com base em uma revisão bibliográfica, 
utilizando artigos e estudos científicos recentes, assim como sites oficiais 
de saúde, como a OMS (Organização Mundial da Saúde), Ministério da 
Saúde e OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde). A seleção de 
material foi feita a partir de bancos de dados como Google Acadêmico e 
Scielo, com as palavras-chave “Zoonoses” e “Febre Amarela”. 
 O trabalho foi conduzido com objetivo destacar a importância do acesso à 
informação sobre a transmissão, sintomas e prevenção da febre amarela. 
 
3. RESULTADOS E DISCUSSÕES 
 
Os resultados revelam que a FA continua a ser uma ameaça significativa 
à saúde pública no Brasil, especialmente devido à sua transmissão por 
mosquitos como Aedes aegypti e Haemagogus, cujo crescimento é 
favorecido por condições tropicais. A pesquisa confirma que a vacinação é 
eficaz na redução de casos graves, contudo, a cobertura vacinal enfrenta 
desafios, principalmente em áreas rurais e remotas, onde o acesso é 
limitado. 
 
 Além disso, a necessidade de vigilância contínua é evidente, pois a febre 
amarela depende do controle rigoroso dos vetores. Campanhas de 
conscientização sobre eliminação de criadouros e identificação de 
sintomas são cruciais para reduzir a transmissão e a gravidade dos casos. 
4. CONCLUSÃO 
 
A febre amarela, apesar dos avanços na prevenção por meio da vacinação, 
ainda representa um grande desafio para a saúde pública. O controle da 
doença exige uma abordagem integrada que vá além da imunização, 
considerando fatores como o controle de vetores, a vigilância contínua, a 
conscientização da população e a imunização. Além disso, o conhecimento 
 
sobre os sintomas e as formas de prevenção ainda é limitado em algumas 
regiões, o que reforça a importância de campanhas educativas e de 
vigilância ativa. Em conclusão, uma resposta eficaz à febre amarela exige o 
envolvimento das autoridades de saúde, o apoio da comunidade e o 
fortalecimento dos sistemas de vigilância e controle ambiental. Essas ações 
combinadas podem reduzir a incidência da doença e minimizar seu 
impacto na população. 
REFERÊNCIAS 
 CALVALCANTE, Karina Ribeiro L.J.; TAUIL, Pedro Luiz. Características 
epidemiológicasda febre amarela no Brasil, 2000-2012. Epidemiologia e 
Serviços de Saúde, Brasília, 2016. 
 
 Febre amarela. Disponível em: 
https://www.gov.br/saude/ptbr/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febre-
amarela. Acesso em 26 nov. 2024. 
 Febre amarela - OPAS/OMS | Organização Pan-Americana da Saúde. 
Disponível em: https://www.paho.org/pt/topicos/febre-amarela. Acesso em 
26 nov. 2024 
 Febre amarela: sintomas, transmissão e prevenção. Disponível em: 
https://www.bio.fiocruz.br/index.php/br/febre-amarela-
sintomastransmissao-e-prevencao. Acesso em 26 nov. 2024 
 
REFERÊNCIAS 
 
HENRIQUES, C. M. P. A dupla epidemia: febre amarela e desinformação. 
Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde, v. 12, 
n. 1, p. undefined–undefined, 2018. 
 RIBEIRO, M.; ANTUNES, C. M. DE F. Febre amarela: estudo de um surto. 
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 42, n. 5, p. 523– 
531, out. 2009. 
 WORLD HEALTH ORGANIZATION. A global strategy to eliminate yellow fever 
epidemics (EYE) 2017-2026. Geneva: World Health Organization, 2018.

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