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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP EaD Projeto Integrado Multidisciplinar – PIM VII Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores PROJETO EXPERIÊNCIA DO CLIENTE XPERIENCE Sertãozinho 2024 UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP EaD Projeto Integrado Multidisciplinar – PIM VII Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores PROJETO EXPERIÊNCIA DO CLIENTE XPERIENCE Nome: Aldo Cândido da Silva Júnior RA: 2064824 Curso: Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Semestre: 6° Sertãozinho 2024 RESUMO A Xperience é uma empresa startup que, aproveitando as tendências de mercado, desenvolveu metodologias para representar parcerias entre negócios de diferentes ramos, proporcionando aos clientes a oferta de serviços e produtos, conhecida como “Experiência do Cliente”, uma solução que dá ao cliente uma experiência de completa de compras em ambiente online. Assim, este trabalho tem como objetivo a demonstração de uma a infraestrutura segura para o acesso dos parceiros e dos clientes da Xperience, sendo necessária a aplicação dos conceitos de Segurança Física e de Redes, Empreendedorismo e também de Gestão da Qualidade. Foi possível a realização de toda a infraestrutura de redes e de segurança da informação, também foram apresentadas as questões de empreendedorismo e de gestão de qualidade. Palavras-chave: Segurança Física e de Redes. Empreendedorismo. Gestão da Qualidade. ABSTRACT Xperience is a startup company, that taking advantage of market trends, develops methods for partnerships between businesses in different branches, uses customers to offer services and products, known as "Customer Experience", a solution that provides the customer with a complete experience shopping in the online environment. Thus, this work aims to demonstrate a secure infrastructure to access partners and customers of Easy Access, requiring the application of the concepts of Physical Security and Networks, Entrepreneurship and also Quality Management. It was possible to carry out the entire network infrastructure and information security, but issues of entrepreneurship and quality management were also considered. Keywords: Physical and Network Security. Entrepreneurship. Quality management. LISTA DE FIGURAS Figura 1: Topologia local..................................................................................11 Figura 2: Topologia local (Xperience – Parceiros).........................................12 Figura 3: Organograma Xperience.............................................................18 Figura 4: Sistema de gestão da qualidade.......................................................19 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 7 2 DESENVOLVIMENTO ............................................................................................... 8 2.1 Escopo do projeto ............................................................................................... 8 2.1.1 Apresentação da empresa Xperience ...................................................... 8 2.1.2 Cenário do projeto ....................................................................................... 8 2.2 Projeto ................................................................................................................... 9 2.2.1 Segurança física e lógica de redes ......................................................... 10 2.2.2 Empreendedorismo ................................................................................... 14 2.2.3 Gestão da qualidade ................................................................................. 16 3 CONCLUSÃO............................................................................................................ 19 1 INTRODUÇÃO A Xperience é uma empresa startup que, aproveitando as tendências de mercado, desenvolveu metodologias para representar parcerias entre negócios de diferentes ramos, proporcionando aos clientes a oferta de serviços e produtos, conhecida como “Experiência do Cliente”, uma solução que dá ao cliente uma experiência de completa de compras em ambiente online. Essa solução será apresentada por meio de uma API, ou seja, uma interface de programação de aplicações, que é um conjunto de rotinas e padrões estabelecidos por um software para a utilização das suas funcionalidades por aplicativos que não pretendem envolver-se em detalhes da implementação do software, mas apenas usar seus serviços. Geralmente uma API é composta por uma série de funções acessíveis somente por programação, e que permitem utilizar características do software menos evidentes ao usuário tradicional. Assim, é importante estruturar seu desenvolvimento para que a aplicação que será gerada ali seja realizada da melhor forma possível, e que apesar de não ser demonstrada ao usuário final, sendo assim uma estrutura completamente interna, ela permite que o usuário realize a utilização dos sistemas com maior facilidade possível. Portanto, este trabalho tem como objetivo a demonstração de uma a infraestrutura segura para o acesso dos parceiros e dos clientes da Xperience, sendo necessária a aplicação dos conceitos de Segurança Física e de Redes, Empreendedorismo e também de Gestão da Qualidade. 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 Escopo do projeto Esta sessão tem como objetivo a apresentação do escopo para a realização do projeto de desenvolvimento de uma infraestrutura segura para o acesso dos parceiros e dos clientes da empresa Xperience dentro de sua solução “Experiência de Viagem”. 2.1.1 Apresentação da empresa Xperience A Xperience é uma empresa startup que, aproveitando as tendências de mercado, desenvolveu metodologias para representar parcerias entre negócios de diferentes ramos, proporcionando aos clientes a oferta de serviços e produtos, conhecida como “Experiência do Cliente”, uma solução que dá ao cliente uma experiência de completa de compras em ambiente online. O principal serviço realizado e apresentado pela Xperience é o desenvolvimento de uma solução que interliga as necessidades de compras dos clientes para que ele consiga realizar suas compras com comodidade e totalmente online, direcionando esses negócios às empresas parceiras. Para esse fim, a empresa desenvolve APIs (Interface de Programação de Aplicativos) para seus parceiros de negócios, para que se consiga interligar sistemas distintos numa mesma operação. Além do serviço de desenvolvimento de APIs, a Xperience também auxilia as empresas parceiras na garantia da segurança física e dos dados das parceiras e clientes que estão relacionados em seus sistemas, através de redes locais e também da Internet, trazendo consultorias de infraestrutura voltadas à segurança lógica e física, com o objetivo de se consolidar como uma empresa do ramo no mercado. 2.1.2 Cenário do projeto A empresa Xperience tem como seu primeiro trabalho o desenvolvimento da solução de infraestrutura da segurança física e lógica que proporcione ao cliente que necessite ou deseje realizar compras online a “Experiência de Viagem”, ou seja, o cliente conseguiria adquirir suas passagens, vouchers, ingressos, reservas de hotéis, entre outros itens que podem estar inclusos dentro de um roteiro de uma viagem, porém sem sair de casa. O principal objetivo deste projeto é proporcionar ao cliente um local único para que ele consiga agendar e adquirir, do início ao fim, sua próxima viagem. Assim, para realizar o desenvolvimento dessa solução inovadora a empresa representará o serviço de algumas outras empresas parceiras, sendo elas: a agência de turismo SoViagemTur, a companhia aérea Manvam, a operadorade cartões de crédito TemCard, a rede de hotéis MeuLugar e o Banco FinaCred do Brasil. As atividades necessárias para a realização deste trabalho, em questão a solução de redes e infraestrutura de redes, são de demonstração do ambiente físico, acesso à Internet (aplicação de firewalls), além de demonstração de conceitos de autenticação segura com aplicação de certificados digitais. Para a apresentação das infraestruturas serão apresentados planos de topologia da rede. Será também necessário o desenvolvimento da pesquisa de novas áreas em que os APIs podem ser aplicados, além de demonstrar alguns conceitos da teoria da administração. E também deverá ser demonstrado o caráter sistêmico dos modelos de gestão de qualidade, examinando os ambientes internos e externos do negócio e o impacto deles nas tomadas de decisão realizadas pela gerência. Assim, o objetivo deste projeto não é o desenvolvimento da API em si, mas sim e desenvolver uma infraestrutura segura para o acesso dos parceiros e dos clientes da empresa Xperience. Para tanto, será necessário realizar o design da infraestrutura da rede com foco na segurança física e lógica para todas as etapas da experiência do cliente, sendo necessário também o desenvolvimento de uma gestão de qualidade para o processo dessa proposta e, por fim, pesquisar novas oportunidades de experiências para ampliação do negócio da Xperience. 2.2 Projeto Esta seção trará a realização das etapas do projeto da solução da empresa Xperience, demonstrando os requisitos de segurança física e lógica de redes, empreendedorismo e a gestão da qualidade. 2.2.1 Segurança física e lógica de redes De acordo com Simmonds et al. (2004), a segurança de redes, tanto física ou lógica, consiste na adoção de políticas e planos de segurança adotadas pelo administrador de uma rede com o objetivo de prevenir ataques, observar utilização incorreta, abortar modificações e navegações problemáticas, diminuir a quantidade de acessos indevidos, além de monitorar os acessos realizados por usuários na rede. Segundo Fontes (2012) a segurança da informação é definida como um processo de proteção dos dados e informações do mau uso (intencional ou não), de pessoas externas (atacantes, informantes, hackers, entre outros) ou até mesmo colaboradores da empresa. A segurança física e lógica visa a adoção de métodos para melhoria nas políticas e processos que aumentam a segurança dos dados e também dos dispositivos conectados à uma redes de computadores, sejam elas publicas ou privadas, que são utilizadas diariamente conduzindo transações e comunicações entre empresas, agências governamentais e indivíduos. Redes podem ser privadas ou públicas, podendo ter seu acesso aberto (sem chave de segurança) ou seguro (com um nome de usuário e uma senha). De forma geral, as redes permitem que haja a troca de dados (mensagens) entre usuários conectados à ela, assim, a segurança da informação é uma parte importante desse processo, já que ela assegura a confidencialidade, autenticidade e integridade dos dados que trafegam por esta rede, consequentemente agregando valor à essas informações. Por isso, há a necessidade cada vez maior de que as empresas realizem a implantação de políticas e procedimentos de segurança para suas informações. Assim, além de ser necessária a preocupação com a infraestrutura de redes, é também preciso que haja a preocupação com a segurança dessa infraestrutura como um todo, desde os equipamentos, cabeamento, e também nas informações que estão armazenadas nos dispositivos ligados à ela, e nos dados trafegando por ela. 2.2.1.1 Topologia de redes e segurança Na figura 1 pode-se observar a topologia da rede local, ou seja, a rede que é utilizada na empresa Xperience, também comportando os dispositivos utilizados, as redes de conexão e as medidas de segurança para a rede (firewall). Figura 1: Topologia local Fonte: PRÓPRIO AUTOR (2020) Na figura 2 é possível observar outro esquema de topologia local, porém focado na transação de informações entre a empresa Xperience e seus parceiros na implementação da solução de viagens. Figura 2: Topologia local (Xperience – Parceiros) Fonte: PRÓPRIO AUTOR (2022) De acordo com Gonçalves (1998), um firewall, ou filtro de pacotes, é um recurso utilizado para proteger uma máquina ou uma rede através do controle e filtragem dos pacotes ou datagramas que entram ou que saem. Assim, com essas projeções de informação é possível observar que a rede está protegida por firewalls que realizam a aplicação das políticas de segurança nos dispositivos da rede. A implementação do firewall garante a redundância da Internet, já que com a utilização de servidores virtuais (ambientes virtualizados), existe a necessidade da aplicação dos firewalls para garantir maiores relações de segurança para o sistema e suas funcionalidades, incluindo a diminuição de tentativas de fraudes e invasões, que se ocorrerem podem impactar negativamente a API da empresa. Outra necessidade é a implementação de certificados digitais, de acordo com Resende (2009), é um documento eletrônico que contém um nome e um número público exclusivo, chamado de chave pública. Os certificados digitais foram criados numa medida provisória de agosto do ano de 2001, visando garantir a identificação segura do trânsito de uma mensagem ou negócio eletrônico, além de permitir assinar, digitalmente, as mensagens e transações online com confidência, integridade e validade jurídica. Assim, a empresa realizará todas as transações de acordo com o decreto, realizando assinaturas digitais com o CNPJ das empresas parceiras, que será disponibilizado para o cliente juntamente com suas compras, utilizando protocolos de segurança HTTPS juntamente com os certificados para aumentar a seguridade dos dados dos clientes. Outra medida essencial de segurança é a autenticação de usuários, que não assegura somente os dados de um cliente, mas também as informações dos parceiros e também da própria Xperience. Em segurança da informação, de acordo com Magalhães e Santos (2013) a autenticação é um processo que busca verificar a identidade digital do usuário de um sistema, normalmente, no momento em que ele requisita um acesso em um programa ou computador. Um dos métodos mais utilizados para autenticação é o controle de acesso, onde somente é permitido o acesso aos usuários autorizados, devendo detectar e excluir os usuários não autorizados; esse acesso normalmente é controlado por procedimentos, como nome de usuário e senha, que concede privilégios somente quando esses parâmetros são observados pelo sistema. Assim, com essas implementações de redes e de segurança as necessidades da Xperience e de suas parceiras são atendidos, demonstrando a importância que a implementação de políticas e processos de segurança da informação trazem para as empresas e para a agregação de valores das mesmas. 2.2.1.2 Dispositivos Os dispositivos utilizados para a rede proposta são, em suma, aparelhos para a realização das transações básicas das empresas. Esses dispositivos são, em número mínimo: a. 1 computador (desktop) para realizar virtualização dos servidores; b. 1 computador (desktop) para realizar a virtualização do firewall; c. 1 switch; d. 1 roteador; e. 1 computador para acesso ao sistema. Esses dispositivos serão utilizados por cada uma das parceiras, onde é necessária a implementação da rede para segurança e melhoria dos processos do sistema. Em cada uma das empresas pode-se escolher o número de desktops (ou notebooks) para acesso ao sistema, porém é necessário que esteja sempre um conectado. Já na Xperience, são necessários pelo menos quatro dispositivos para o sistema, além de um servidor físico para o banco de dados (que distribuirá para todos os parceiros). 2.2.2Empreendedorismo Nesta seção serão apresentadas as soluções de empreendedorismo para a empresa Xperience, demonstrando as teorias administrativas e sua evolução para fins de conceito e compreensão, os valores da empresa, e também as oportunidades de negócio para o API da empresa. 2.2.2.1 Teorias da administração De acordo com Ribeiro (2017), foi no contexto da modernização da sociedade pela Revolução Industrial, que ocorreu entre os séculos XVI e XVIII, que houve o início do pensamento administrativo. Entre os séculos de XIX e XX os EUA (Estados Unidos da América) acabaram se tornando a maior referência administrativa do planeta, e também a maior potência industrial; foi nesse ambiente que surgiu a primeira teoria da administração, a administração científica, ou Taylorismo. Porém, de acordo com Motta e Vasconcelos (2015), muitas outras teorias foram criadas com o decorrer do tempo, algumas delas são: a. Administração científica (Taylorismo): essa teoria tem maior foco nas tarefas e atividades que são realizadas, buscando a racionalização dos serviços à nível operacional, com foco no colaborador; assim, apesar de trazer várias vantagens na produtividade e eficiência da empresa, ela não levava em consideração as necessidades sociais de seus funcionários, somente suas necessidades quanto empregados; b. Teoria burocrática (Weber): essa teoria tinha seu foco maior na racionalização da organização e na organização formal, que era baseada em normas e regras; ela tinha foco em toda a empresa, não somente em um ambiente, porém apresentava muita lentidão e rigidez de processos, apesar de oferecer consistência e eficiência para a organização; c. Teoria clássica (Fayol): essa teoria também dava maior foco na estrutura organizacional, porém com ênfase na visão do gerente, ou seja, uma visão de cima para baixo; d. Teoria das relações humanas (Experimento de Hawthorne): essa teoria tem seu maior foco voltado aos indivíduos, defendendo o enfoque na organização informal, na comunicação, liderança, motivação e com maior utilização de dinâmicas de grupo; e. Teoria estruturalista: essa teoria apresenta foco tanto na estrutura, quanto no ambiente da empresa, tendo uma abordagem plural e que observa a empresa em aspecto formal e informal, observando como o ambiente e a organização interagem; f. Teoria neoclássica: ela tem ênfase na estrutura, sustentando-se na prática da administração clássica, porém de uma maneira redimensionada; g. Teoria comportamental: essa teoria tem foco nas pessoas, trazendo um enfoque behaviorista, e apesar de ser advinda da teoria das relações humanas, traz uma visão de comportamento ligado ao contexto da organização; h. Teoria contingencial: essa teoria tem foco no ambiente e na tecnologia, defendendo que não existe a melhor maneira de realizar a organização administrativa, porém a maneira que funciona com aquele ambiente. Essas teorias demonstram como a administração evoluiu e apresentou vários enfoques durante essa evolução, assim, a empresa deve escolher o que vai aplicar em sua organização, pensando na cultura da empresa e em como seus ambientes funcionam. 2.2.2.2 Valores da empresa Os valores são o conjunto de princípios éticos de uma empresa, que formam o seu código de conduta e estofo moral. Eles são a filosofia que rege o modo de agir da companhia e devem respeitados enquanto a empresa busca cumprir sua missão e atingir os objetivos de sua visão. Os valores organizacionais são inegociáveis, ou seja, não deveriam ser abertas exceções sobre sua aplicação. Os valores empresariais devem se refletir nos comportamentos, nas atitudes e nas decisões de todos os setores da companhia. Eles devem nortear o relacionamento da chefia com os funcionários, as relações entre os trabalhadores e ainda seu comprometimento com os clientes e a sociedade como um todo. Assim, os valores da empresa Xperience são: a. Respeito ao profissional; b. Respeito à diversidade humana e cultural; c. Integração entre colaboradores; d. Integração entre empresa e clientes; e. Ética e transparência administrativa; f. Inovação; e g. Desenvolvimento sustentável global. 2.2.2.3 Oportunidades de negócio para o API Uma API possui a característica de permitir que alguns aplicativos, baseados em Computação em Nuvem, possam interagir entre si e executar algumas funções diferenciadas. Ótimos exemplos de serem apresentados é o conjunto de aplicativos da Google, e também o Office 365 da empresa Microsoft. Assim, pensando nesses mesmos conjuntos de aplicativos e também na solução apresentada pela Xperience para a compra de serviços e produtos de viagem, uma nova perspectiva de utilização para a API da empresa seria para a compra de artigos e serviços para festas. Nessa solução o cliente poderia receber uma “Experiência Festiva”, onde poderia adquirir serviços como bandas musicais, cerimonialistas, decoradores, serviços de buffet e alimentação; além de adquirir também produtos como decorações personalizadas, convites, flores, entre outros. Esse tipo de solução é encontrado em alguns sites, e a realização de uma API personalizada para a realização desse tipo de processo seria interessante para a manutenção e agilização dos processos e serviços. 2.2.3 Gestão da qualidade Nesta seção será apresentado o tópico sobre gestão da qualidade, demonstrando a estrutura organizacional da empresa, a visão de qualidade que se tem na organização e também o sistema de gestão de qualidade implantado na empresa. 2.2.3.1 Estrutura organizacional A empresa tem sua estrutura organizacional voltada à gestão de qualidade. Já que a consideração dos aspectos e dos diferenciais competitivos da empresa também impactam nos resultados de mercado de uma empresa e também acabam impactando as tomadas de decisão dos gestores, e isso pode refletir nos serviços e produtos oferecidos ao cliente. Assim, a estrutura organizacional da Xperience pode ser vista na figura 3, onde é apresentado o organograma da empresa, demonstrando as hierarquias e também como os departamentos estão estruturados e organizados. Figura 3: Organograma Xperience Fonte: PRÓPRIO AUTOR (2020) 2.2.3.2 Sistema de gestão de qualidade A empresa conta com um sistema de gestão de qualidade que é baseado no ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act), que é focado na melhoria contínua dos processos e da qualidade global da empresa. Assim, na figura 4 pode-se observar esse sistema de gestão de qualidade, focado na liderança, planejamento, avaliação de desempenho, e também na melhoria contínua do negócio. Figura 4: Sistema de gestão da qualidade Fonte: PRÓPRIO AUTOR (2020) 3 CONCLUSÃO A realização do desenvolvimento e do planejamento da API proposta pela empresa Xperience necessita do esforço de vários colaboradores, profissionais e de certo empenho financeiro, para que seja eficaz e eficiente aos seus clientes e também para as empresas parceiras. Isso se deve pela necessidade da implantação de uma conjunto de hardware que seja capaz de realizar o processamento de todo o projeto lógico e dos softwares que englobam este projeto. O processo de funcionamento para esse sistema também necessita de implantação de vários conceitos e execução de diversas atividades de empreendedorismo, como pesquisas de mercado, projeção de clientela, entre outros. Assim, deve-se buscar por ações que auxiliem nestes desenvolvimentos, pensando também nos conceitos administrativos que foram expostos e escolhendo o que mais se encaixa na mentalidade e visão da empresa como um todo. Na questão de gerenciamento e gestão de qualidade, o processo empregado de PDCA é extremamente eficiente, trazendo vários benefícios para a empresa e mantendo maior capacidade de processamento, realização de atividades, entre outras ações necessáriaspara o bom funcionamento da empresa não somente neste projeto, mas em todos os que estão por vir. REFERÊNCIAS BORGES, Fábio; FAGUNDES, Bruno Alves; DA CUNHA, Gerson Nunes. VPN: Protocolos e segurança. S/D, v. 10, 2014. FONTES, Edison. Políticas e Normas para a Segurança da Informação. Brasport, 2012. GONÇALVES, Roitier Campos. Firewall. 1998. MAGALHÃES, Paulo Sérgio Tenreiro; SANTOS, Henrique Dinis dos. Biometria e autenticação. 2003. MOTTA, Fernando Carlos Prestes; ISABELLA Gouveia de Vasconcelos. Teoria Geral da Administração. 3ª Ed. Ver. – São Paulo: Cengage Learning, 2015. RESENDE, Dilma A. Certificação Digital. Revista Jurídica UNIGRAN, v. 11, n. 22, p. 111, 2009. RIBEIRO, Antônio de Lima. Teorias da administração. Editora Saraiva, 2017. SIMMONDS, Andrew; SANDILANDS, Peter; VAN EKERT, Louis. An ontology for network security attacks. In: Asian Applied Computing Conference. Springer, Berlin, Heidelberg, 2004. p. 317-323.