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Sistema de Ensino Presencial Conectado
SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SEGURANÇA PÚBLICA
adriano alves felix
PRODUÇÃO TEXTUAL INDIVIDUAL
Desenvolvimento Social e os Moradores de Rua
CANINDÉ
2020
ADRIANO ALVES FELIX
PRODUÇÃO TEXTUAL INDIVIDUAL
Desenvolvimento Social e os Moradores de Rua
Trabalho de produção textual interdisciplinar individual apresentado à Universidade Pitágoras UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média semestral nas disciplinas de Comportamento Organizacional, Gestão de Projetos, Homem, Cultura e Sociedade, Responsabilidade Social e Ambiental.
Orientador: Ana Céli Pavão, Natalia Martinêz Ambrogi Woitas, Maria Eliza Pacheco, Ewerton Cangussu, Maurilio Cristiano Batista Bergano.
CANINDÉ
2020
SUMÁRIO
1	INTRODUÇÃO	3
2	DESENVOLVIMENTO	4
2.1 Competências	4
2.2 Desenvolvimento da equipe de projetos	7
2.3 Homem, Cultura e Sociedade	8
2.4 Empreendedorismo e Componentes do Plano de Negocios	9
2.5 Responsabilidade Social	11
3	CONCLUSÃO	13
REFERÊNCIAS	14
INTRODUÇÃO
A situação geradora de aprendizagem coloca em questão, a situação dos moradores de rua, sob a visão de profissionais servidores públicos que trabalham na guarda municipal. Indignados com tal situação tiveram a ideia de criar uma empresa de recicláveis, mas sendo eles funcionários públicos, não podiam. Assim, passaram essa ideia para suas esposas que tiveram a iniciativa de abrir a empresa e ajudar nesta causa. Neste trabalho iremos abordar duas questões principais elencadas como questionamentos no estudo, sendo a primeira parte relacionada às competências e a segunda parte sobre o desenvolvimento da equipe de projetos.
DESENVOLVIMENTO
2.1 Comportamento organizacional
Podemos dividir as competências em técnicas e comportamentais. O processo de desenvolvimento vai englobar as duas categorias, de acordo com a necessidade de cada colaborador.
Dessa forma, define-se desenvolvimento de competências como o processo de análise, acompanhamento e estímulo das competências (técnicas e comportamentais) de cada colaborador. Esse recurso inclui não apenas mapear as habilidades dos funcionários ou investir em treinamentos ocasionalmente.
Pode-se pensar, então, no desenvolvimento de competências em duas situações: quando é preciso desenvolver novas competências que ainda não fazem parte do leque de habilidades da sua equipe e quando o foco está em desenvolver pontos de melhorias, competências que os colaboradores já possuem.
Como foi apresentado no caso, as esposas querem abrir uma empresa para dar oportunidade de emprego para os moradores de rua. Incialmente, como foi citado, eles terão que desenvolver competências para que o negócio de certo. Assim, aqui abordamos alguns níveis de competências. 
Para pensar o desenvolvimento de competências de forma realmente eficiente, é importante entender que existem diferentes níveis de domínio de uma habilidade. A partir da identificação de em qual estágio se encontra cada colaborador é que será possível montar um plano de ação verdadeiramente efetivo.
Veja os diferentes níveis e o que significam:
Básico: o colaborador até sabe do que se trata e tem conhecimento, mas não vai conseguir desempenhar tarefas relacionadas àquilo sozinho. Não sabe colocar em prática.
Médio: aqui, o funcionário pode saber como lidar com as situações mais básicas e tem conhecimento. Porém, ele vai precisar de ajuda e demonstra ter dificuldades.
Alto: este colaborador tem conhecimento sobre o assunto, sabe lidar com as situações que envolvam aquela situação, software ou habilidade. Contudo, se alguma circunstância atípica aparecer ele não conseguirá pensar como resolvê-la.
Avançado: aqui, há domínio total. O colaborador tem muito conhecimento sobre aquele tema, situação ou ferramenta. Consegue instruir outras pessoas e até mesmo produzir conteúdo e treinamentos. Tem experiência para lidar com situações mais complexas e adversas.
As esposas dos Guardas Municipais precisarão desenvolver, algumas competências comportamentais para terem sucesso no projeto da empresa de reciclagem, elencaremos as duas principais competências.
Visão: é importante que o empreendedor consiga ter a visão do todo, de diferentes nuances do que está acontecendo com o seu negócio, para que tenha melhores condições de tomada de decisão. É preciso conhecer os desafios e contingências que envolvem as tarefas cotidianas da empresa.
Liderança: é algo importante para o empreendedor brasileiro, mas em amplo sentido. É preciso ter a capacidade de liderar e motivar uma equipe, bem como ter uma atitude proativa em relação a si mesmo, ao seu negócio, frente à concorrência e como referência de mercado. É importante dizer que ninguém nasce líder; ninguém é um líder nato. Assim como a criatividade, outra competência humana, a liderança deve ser desenvolvida e estimulada. A liderança democrática encoraja os colaboradores a participarem, incentiva-os a darem sugestões e opiniões. Além disso, o líder democrático busca ser um facilitador dos processos, ajudando a equipe a desenvolver soluções. Ele se preocupa com a execução do trabalho, mas também com a qualidade de vida e satisfação do time.
Neste estilo, o líder se mostra bastante participativo, ouvindo, oferecendo dicas e ideias quando necessário, esclarecendo dúvidas, dando feedbacks e auxiliando os membros do grupo a se desenvolverem e melhorarem no desempenho das tarefas. Esse estilo favorece um melhor relacionamento entre todos, uma vez que a comunicação flui com liberdade e as pessoas são incentivadas a se exporem sem críticas ou censura, o que leva os membros a serem mais responsáveis uns pelos outros. Esse ambiente favorece a maior produtividade com qualidade nas tarefas executadas.
2.2 Gestão de projetos
O desenvolvimento da equipe de um projeto, como o da criação da empresa de manufaturas a partir do lixo reciclável, neste caso, é muito importante. O processo de desenvolvimento da equipe do projeto é uma atividade que permite melhorar as interações internas e externas dos membros da equipe, desenvolver suas competências e habilidades e otimizar o ambiente geral da equipe com o objetivo de melhorar o desempenho do projeto.
O processo de desenvolvimento da equipe do projeto está associado ao gerenciamento do trabalho em equipe, considerando todos os fatores de construção da equipe, como diversidade cultural, clima da equipe e ambiente global. O gerenciamento do trabalho em equipe e a criação de equipes devem ser organizados e implementados no contexto de uma comunicação clara e oportuna entre os membros da equipe durante todo o ciclo de vida do projeto.
O processo busca os seguintes objetivos principais de desenvolvimento da equipe do projeto:
· Melhorar as habilidades e competências técnicas dos membros da equipe para aumentar a probabilidade de alcançar resultados do projeto no contexto de redução de custos, melhoria da qualidade e redução de cronogramas.
· Melhorar o acordo interno e o reconhecimento pessoal entre os membros da equipe para melhorar o moral, reduzir o número de conflitos e melhorar a produtividade.
· Estabelecer uma cultura de equipe dinâmica para melhorar o espírito de equipe e a cooperação entre os membros da equipe, contribuindo para um melhor compartilhamento de conhecimentos e conhecimentos.
Para atingir esses objetivos de desenvolvimento da equipe, são utilizados os resultados obtidos durante o processo de aquisição da equipe do projeto. A documentação de atribuição da equipe do projeto, a programação de recursos e o plano de recursos humanos permitem alcançar o seguinte:
· Criar uma lista de membros da equipe que participarão das atividades de desenvolvimento da equipe do projeto.
· Definir horários em que os membros da equipe possam participar das atividades de desenvolvimento da equipe do projeto.
· Identificar estratégias de treinamento e desenvolvimento para melhorar o desempenho dos membros da equipe.
· Métodos de desenvolvimento da equipe do projeto
O desenvolvimento da equipedo projeto é um processo contínuo, não instantâneo. 
O gerente de projetos tem a função de liderar a equipe e de fazer com que todos entendam e cumpram os requisitos da iniciativa. Logo, o líder deve treinar os subordinados, para que eles consigam executar as tarefas com a devida qualidade.
Se o colaborador não compreende o próprio papel no projeto, pode agir em discordância com os propósitos da empresa. Na implementação de mudanças, o comprometimento dos envolvidos é essencial para a conquista dos resultados esperados pela organização.
Como você pode perceber, a liderança na gestão de projetos deve ser exercida com afinco, para que não haja desvios no foco dos trabalhos. Se você quer aprimorar suas habilidades, para melhorar a condução de equipes, busque qualificação especializada. As responsabilidades de um líder de projeto incluem o seguinte: Eles são responsáveis por definir as expectativas dos membros de sua equipe. Eles são responsáveis por definir a direção de sua equipe durante o trabalho do projeto. Eles agem como solucionadores de problemas em um projeto
2.3 Homem, Cultura e Sociedade 
 Weber identifica duas interpretações gerais de ação social, uma com base na economia e outra com base na sociologia. Para a primeira, grosso modo, a ação social é racional utilitarista, no qual o indivíduo busca maximizar seus benefícios materiais. Na abordagem sociológica o indivíduo age em função de valores (materiais e ideais), porém também se orienta em função de outros atores.
 A partir dessas duas interpretações, Weber apresenta uma terceira que se baseia em uma ação econômica que incorpora elementos culturais e psicológicos (hábitos, emoções, etc.). Nesse sentido, os indivíduos agiriam de forma a maximizar seus interesses, que não seriam construídos apenas por uma base material, mas também, e principalmente, por um constructo social. Nessa concepção os objetivos e os meios para alcançá-los são construídos socialmente, entretanto o modo de ação tem uma motivação econômica, no sentido de maximizar seus resultados. Assim, Weber (1991:4) define ação social:
 Por ação entende-se, neste caso, um comportamento humano (tanto faz tratar-se de um fazer externo ou interno, de omitir ou permitir) sempre que na medida em que o agente ou agentes o relacionem com um sentido subjetivo. [...] A ação “social”, por sua vez, significa uma ação que, quanto a seu sentido visado pelo agente ou os agentes, se refere ao comportamento de outros, orientando-se por este curso.
 Deparar-se com a desigualdade é muito difícil principalmente nessa situação encontrada pelos guardas e também sensibilizadas por suas esposas. MAx Weber faz uma imensa reflexão que chega a ser até difícil descrever aqui em poucas palavras.
 Weber argumentou que possuir propriedades, como fábricas ou equipamentos, é apenas parte do que determina a classe social de uma pessoa. A classe social para Weber incluía poder e prestígio, além de propriedade ou riqueza.
 O foco principal de Weber na estrutura da sociedade estava nos elementos de classe, status e poder. Semelhante a Marx, Weber via a classe como economicamente determinada. Tanto o status quanto a classe determinavam o poder de um indivíduo ou a influência sobre as ideias. Ao contrário de Marx, Weber acreditava que essas ideias formavam a base da sociedade.
 A Desigualdade social é o fenômeno em que ocorre a diferenciação entre pessoas no contexto de uma mesma sociedade, colocando alguns indivíduos em condições estruturalmente mais vantajosas do que outros. Ela manifesta-se em todos os aspectos: cultura, cotidiano, política, espaço geográfico e muitos outros, mas é no plano econômico a sua face mais conhecida, em que boa parte da população não dispõe de renda suficiente para gozar de mínimas condições de vida. Duas principais diferenças entre as teorias de estratificação social de Max Weber e Karl Marx. Weber acreditava que as divisões de classe ocorriam não apenas pelo controle ou falta de controle dos meios de produção, mas por diferenças econômicas que nada tinham a ver com propriedade.
2.4 Empreendedorismo
 O principal objetivo do Plano de Negócio é olhar para o futuro, sem que perder o foco, uma vez, que há diversos fatores que a empresa terá que se preocupar como, por exemplo, trabalhar adequadamente o capital de giro, saber qual o momento ideal para investir em expansão, entre outros.
 Esta ferramenta é recomendada para todas as empresas, independentemente, de seu tamanho.
 Também visa dar segurança ao empreendedor para uma melhor tomada de decisão, sendo vital para a continuidade da empresa. Com um plano bem definido e estruturado é possível aperfeiçoar recursos financeiros, humanos e tecnológicos, conseguindo uma correta identificação das oportunidades e ameaças que ocorrerão no processo de gestão da empresa, possibilitando a elaboração de estratégias mais assertivas para lidar com os riscos ao mesmo tempo acompanhando e medindo resultados.
 Não existe um modelo padrão para ser seguido, mas a estrutura mais usual divide-se em: Sumário Executivo, Apresentação da Empresa, Plano de Mercado, Plano de Marketing, Plano Operacional e Plano Financeiro.
 RESUMO EXECUTIVO: Seu resumo executivo deve aparecer primeiro no seu plano de negócios. Ele deve resumir o que você espera que sua empresa realize. Como o objetivo é destacar o que você pretende discutir no restante do plano, a Administração de Pequenas Empresas sugere que você escreva esta seção por último.
 DESCRIÇÃO DA EMPRESA: A próxima seção que deve aparecer no seu plano de negócios é uma descrição da empresa. É melhor incluir informações importantes sobre sua empresa, suas metas e os clientes que você planeja atender.
 ANÁLISE DE MERCADO: Idealmente, sua análise de mercado mostrará que você conhece os meandros do setor e o mercado específico em que planeja entrar. Nessa seção, você precisará usar dados e estatísticas para falar sobre onde o mercado está, para onde ele deve chegar e como sua empresa se encaixará nele.
 PLANO DE MARKETING: No seu plano de negócios, é importante descrever como você pretende colocar seus produtos e serviços na frente de clientes em potencial. É disso que se trata o marketing. Ao identificar as etapas que você tomará para promover seus produtos, será necessário mencionar o orçamento necessário para implementar suas estratégias.
 PLANO OPERACIONAL: Nesta fase, a preocupação deve ser na parte estrutural em que a empresa será localizada, ou seja, com todos os setores que precisa para desenvolver suas atividades.
 A partir do desenho do layout da empresa fica determinado o que será desenvolvido por cada área, bem como será feito para se adquirir de móveis, equipamentos, como ficarão alojadas as pessoas para desempenhar de suas tarefas, o número de funcionários que precisará contratar.
 Por meio do plano operacional a empresa tem condições de garantir a facilidade de localização de seus produtos pelos seus clientes na área de vendas; garantindo uma comunicação eficaz entre os setores; gerando um aumento na produtividade e redução de retrabalho e desperdício.
 Com o plano operacional bem definido faz com que a empresa torne-se mais organizada e eficiente, garantindo a qualidade em sua prestação de serviço, venda de mercadorias, etc.
 PLANO FINANCEIRO: A sustentabilidade e continuidade de uma empresa estão relacionadas ao grau de sua saúde financeira.
 Sem saúde financeira não tem como manter nenhum processo em andamento por muito tempo, dessa forma, dá para dizer que uma empresa sem recursos é uma empresa morta.
 O plano financeiro mostra ao o quanto a empresa tem de capital de giro, o total de seu investimento.
 Mostra o quanto a empresa irá gastar para comprar todo o equipamento para desenvolver suas atividades e também quanto vai pagar de água, luz, telefone salários, etc.
 Estudar o plano financeiro é uma forma inteligente de garantir a sobrevivência de uma empresa.Permitindo criação de estratégias para garantir seu crescimento escalável e lucrativo no mercado.
 Empreendedorismo é o processo de projetar, lançar e administrar um novo negócio, que geralmente é inicialmente um pequeno negócio. As pessoas que criam esses negócios são chamadas de empreendedores. 
 O empreendedorismo foi descrito como a "capacidade e vontade de desenvolver, organizar e gerenciar um empreendimento comercial juntamente com qualquer um de seus riscos para obter lucro". Embora as definições de empreendedorismo normalmente se concentrem no lançamento e na administração de empresas, devido aos altos riscos envolvidos no lançamento de uma start-up, uma proporção significativa de empresas iniciantes precisa fechar devido a "falta de financiamento, más decisões de negócios, crise econômica, falta de demanda do mercado ou uma combinação de todas elas".
2.5 Responsabilidade Social
Responsabilidade social significa que indivíduos e empresas têm o dever de agir no melhor interesse de seu ambiente e da sociedade como um todo. A responsabilidade social, como se aplica aos negócios, é conhecida como responsabilidade social corporativa.
Sustentabilidade e responsabilidade social são temas que têm ocupado cada vez mais as discussões entre governos, empresas e organizações em todo o mundo. A função social das organizações e a relação interdependente entre os sistemas econômico, social e ambiental são cada vez mais evidentes para a sociedade.
Elas terão que assumir o compromisso com o desenvolvimento sustentável em sua Missão; A Responsabilidade Social e Ambiental é valorizar e garantir a integração das dimensões socioambientais em suas estratégias, políticas, práticas e procedimentos.
CONCLUSÃO
Este estudo permitiu ter um amplo conhecimento não só da situação dos moradores de rua, mas também de uma intervenção por meio de uma ideia dos guardas. A partir dessa ideia surgiram novos desafios que seria montar a empresa, e nesse processo envolve uma imensidade de questões, onde aqui foi abordada a questão das competências e também sobre o desenvolvimento da equipe de projetos que são essências para elas. Pudemos conhecer um pouco desses conceitos e acredita-se que a ideia foi excelente e que o projeto tendo persistência terá um resultado muito positivo. 
REFERÊNCIAS
CINTRA & DALBEM. Comportamento organizacional. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016.
 GRAMIGNA. Modelo de competências e gestão dos talentos. 2ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007
PAES, E. S; VILGA, V. F. Gestão de projetos. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016.
CIZOTO, Sonelise Auxiliadora; DIÉGUES, Carla Regina Mota Afonso; PINTO, Rosângela de Oliveira. Homem, cultura e sociedade. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016, p. 175-176.
DORNELAS, José. Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor, inovar e diferenciar na sua empresa. 3. ed. LTC: Rio de Janeiro, 2015. 
ENDEAVOUR. O que é empreendorismo: da inspiração à prática. Disponível em: https://endeavor.org.br/tudo-sobre/empreendedorismo/ JULIANO, Marcio de Cassio. Empreendedorismo. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016. 252 p. 
PATRÍCIO, Patricia Sales; CANDIDO, Claudio Roberto (Org). Empreendedorismo: uma perspectiva multidisciplinar. LTC: Rio de Janeiro, 2016. 
SEBRAE. O que é ser empreendedor. Disponível em: . Acessado em: 13 Fev 2020.
DELBONO, Benedita de Fátima. Responsabilidade social e ambiental. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016.
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