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EXPERIMENTO 7 Osciloscópio e Constante de Tempo 7.1. Objetivos Estudar a resposta de um circuito RC em série sob a ação de uma diferença de potencial externa. Determinar a constante de tempo capacitiva característica do circuito utilizando o osciloscópio. Estudar a resposta de um circuito RL em série sob a ação de uma diferença de potencial externa. Determinar a constante de tempo característica do circuito RL utilizando o osciloscópio. Usar adequadamente os recursos disponíveis no osciloscópio. 7.2. Material Utilizado Capacitores, indutores e resistores; multímetros; placa de conexão; cabos para conexão, gerador de função; osciloscópio digital. 7.3. Bibliografia “Física”, F. Sears, M. W. Zemansky e H. D. Young. Vol. 3, 2a Edição (1985). “Física”, P. Tipler, Edit. LTC Ltda, Rio de Janeiro, Vol. 2: 4a Edição “Fundamentos de Física”, D. Halliday e R. Resnick, Edit. LTC Ltda, Rio de Janeiro, Vol. 3: 6a Edição. 7.4. Roteirode Estudo – não deverá ser entregue 7.4.1. Qual grandeza física caracteriza um resistor? Qual sua unidade no S.I.? 7.4.2. Qual grandeza física caracteriza um capacitor? Qual sua unidade no S.I.? 7.4.3. Qual grandeza física caracteriza um indutor? Qual sua unidade no S.I.? Para as próximas questões considere o circuito RC da figura 7.1, constituído por um resistor em série com um capacitor conectados a uma fonte ideal. Quando a chave “s” é posicionada em “a” introduz-se uma força eletromotriz no circuito, provocando o carregamento do capacitor. Aplicando-se a lei das malhas ao circuito, obtém-se a Equação da Carga: = VR + VC = i R + q/C, onde a corrente i e a carga q estão relacionadas pela expressão: i = dq/dt. Quando a chave “s” é colocada na posição “b”, inicia-se o descarregamento do capacitor, uma vez que neste caso a fonte de força eletromotriz não faz parte do circuito. Nesta situação, a lei das malhas fornece a Equação de Descarga: 0 = VR + VC = i R + q/C. 7.4.4. Para o circuito RC da Figura, escreva a equação diferencial que descreve a variação da carga (q) com o tempo (t) durante o carregamento do circuito, identificando cada elemento da equação. 7.4.5. Faça o mesmo para o descarregamento do circuito. 7.4.6. Quais são as expressões que representam as soluções das equações diferenciais anteriores? Escreva explicitamente as expressões para VR e VC. 7.4.7. Defina a constante de tempo capacitiva, mostrando sua equação e seu significado. Vamos agora realizar uma análise similar para um circuito contendo um indutor L e um resistor R em série com a fonte, esse circuito é chamado de RL, figura 7.2. Quando a chave “s” é posicionada em “a” introduz-se uma força eletromotriz no circuito, permitindo que uma corrente i possa fluir no circuito, que cresce de zero até um valor final. A presença do indutor no circuito define que a corrente no circuito depende de duas fems: uma fem constante devido a bateria e a fem induzida no indutor, que devido a Lei de Lenz, se opõe ao crescimento da corrente e, consequentemente se opõe a polaridade da bateria. À medida que o tempo passa, a corrente cresce cada vez menos rapidamente e a fem induzida (proporcional a taxa de variação da corrente com o tempo) torna-se menor. Assim, aplicando-se a lei das malhas ao circuito, chegamos a seguinte equação: = VR + VL = i R + L (di/dt), Quando a chave “s” é colocada na posição “b”, a fonte de força eletromotriz não faz mais parte do circuito e a corrente no circuito Figura 7.1: Circuito RC. Circuito em série formado por um resistor e um capacitor, conectados a uma fonte ideal. O interruptor ligado/desligado proporciona o carregamento e o descarregamento do capacitor. Figura 7.2: Circuito RL. Circuito em série formado por um resistor e um indutor, conectados a uma fonte ideal. O interruptor ligado/desligado proporciona o aumento e a diminuição da corrente elétrica no circuito. tem valor i0. Nesta situação, a lei das malhas fornece a seguinte equação: 0 = VR + VL = i R + L (di/dt) 7.4.8. Para o circuito RL da figura 7.2, escreva a equação diferencial que descreve a variação da corrente (i) com o tempo (t) quando a chave está na posição a, identificando cada elemento da equação. 7.4.9. Faça o mesmo para a chave na posição b. 7.4.10. Quais são as expressões que representam as soluções das equações diferenciais anteriores? Escreva explicitamente as expressões para VR e VL. 7.4.11. Defina a constante de tempo indutiva, mostrando sua equação e seu significado. 7.5. Realizando Medidas O osciloscópio é um instrumento que permite medir e represen- tar graficamente variações da diferença de potencial entre dois pontos de um circuito em função do tempo. Na maioria das vezes este gráfico mostra como o sinal de tensão está variando com o tempo: o eixo vertical y representa a diferença de potencial, entre um ponto do circuito e a terra, e o eixo horizontal x representa o tempo. Com esse instrumento é possível visualizar oscilações periódicas e medir a diferença de fase, mas há também outras aplicações. Há osciloscópios analógicos e osciloscópios digitais, sendo que estes últimos possuem sistemas adicionais de processamento de dados que permitem a coleta de dados durante certo período para então mostrá-las no visor. Com um voltímetro somente seria possível construir o gráfico figura 7.3 para variações lentas, i.e., se mudanças no sinal ocorressem com frequência menor do que a frequência de coleta de dados (algo em torno de 1 medida a cada 5 segundos), ou seja, o tempo suficiente para fazer a leitura com o multímetro e anotar o resultado. A construção de uma curva requer vários pontos, o que torna a operação de monitoramento de um sinal com um voltímetro um recurso limitado. A grande vantagem do osciloscópio é poder fazer amostragens rápidas, possibilitando coletar muitos pontos em um intervalo de tempo muito curto. A amos- tragem, leitura do sinal, dos equipamentos digitais é discreta, enquanto que nos analógicos é contínua, mas ambas têm um tempo mínimo de resposta. Apresentam-se a seguir os passos iniciais para a utilização de osciloscópios digitais existentes neste Laboratório, da marca Agilent Technologies DSO3062A. O roteiro a seguir foi preparado pelo Dr. Marcos Ramoni. Inicializando o osciloscópio O aparelho já está conectado a rede elétrica. Não o desligue da tomada. x - tempo y – di fe re nç a de p ot en ci al e lé tr ic o 1 divisão em x 1 divisão em y Figura 7.3: Osciloscópio. Exemplo da tela do osciloscópio e de um sinal de medida. Para inicializar o osciloscópio pressione o botão on/off na frente e aguarde 10s para que os testes de inicialização sejam efetuados. Durante os 10s todos os botões de silicone permanecem iluminados, após eles se apagam. Tela Inicial Ficará piscando a palavra Auto, no canto superior esquerdo do display; Na linha inferior do visor do equipamento estarão indicados o tempo de leitura (default = 50μs ou 100 μs) e taxa de amostragem (default = 1.00MSa/s ou 2.00MSa/s) Ativando um Canal Para ativar um canal basta pressionar o botão correspondente, ele ficará iluminado e o sinal relativo ao canal será apresentado na tela na cor correspondente ao botão. Na linha inferior da tela estarão indicados o canal ativado e a tensão. Pressionado o botão uma segunda vez o menu relativo ao canal aparecerá no display. Pressionando o botão do canal uma terceira vez desligará o canal. Realizando uma Medida Conecte o cabo adequado (BNC-BNC ou BNC-Banana) ao conector do canal desejado. 2- Para realizar uma medida ative o canal desejado pressionando seu respectivo botão; Observe no display se a função ponta tem o valor selecionado de 1X, caso contrário pressione o botão no menu correspondente até obter o valorde 1X. Conecte o osciloscópio ao circuito a ser analisado. Para uma leitura mais rápida acione a tecla Auto-Scale (cor branca) no painel do osciloscópio. Caso prefira fazer uma varredura manual utilize o vernier correspondente ao canal. Girando o vernier no sentido horário a tensão de leitura é diminuida, no sentido contrário ela é aumentada. Na parte Horizontal (topo do painel), podemos ajudar manualmente a escala e posição do sinal observado ao longo do eixo horizontal. Pressione o botão cursors uma vez (ficará iluminado) para acessar o menu e selecionar a função desejada, tempo ou tensão. Podemos escolher duas formas: MANUAL e ACOMPANHA. Cada uma poderá ser utilizada para um tipo de medida. Escolha a fonte, CH1 (canal 1) ou CH2 (canal 2). Selecione CurA e o vernier que fica à direita no canto superior do painel do osciloscópio ficará acionado (indicado por luz) e pode ser utilizado para medida. O valor associado ficará exposto no display. Selecione CurB e o vernier que fica à direita no canto superior do painel do osciloscópio ficará acionado (indicado por luz) e pode ser utilizado para medida. O valor associado ficará exposto no display. Desligar o Osciloscópio Desconecte os cabos do osciloscópio e pressione o botão On/Off. 7.6. Procedimento Experimental 7.6.1. Atividade Inicial Conecte o gerador de sinais diretamente no canal 1 do osciloscópio usando um cabo BNC-BNC. No gerador de sinais defina um sinal senoidal com frequência de 𝑓 = 1 kHz e Vpp = 3,0 V (diferença de potencial pico-a-pico), mostrados no display do gerador. Observe o sinal gerado no osciloscópio. Deve ser feita a medida de período, frequência, amplitude e tensão pico a pico de algumas maneiras diferentes: Contando os quadradinhos na tela do osciloscópio e usando a escala definida na tela; Usando os cursores no modo MANUAL: nesse caso, as medidas do eixo x e do eixo y são feitas separadamente. Usando os cursores no modo ACOMPANHA: as medidas dos eixos x e y são feitas simultaneamente. 7.6.1.1. MODO MANUAL: escolher o que é apropriado para cada eixo. Cada cursor é uma linha vertical ou horizontal que pode ser movido. Tipo: tempo (eixo x) ou tensão (eixo y) Fonte: CH1 (canal que está sendo analisado) Mover cursores A e B para as posições desejadas. A leitura no caso do eixo do tempo deve ser feita medindo um período da oscilação observada. A medida ∆𝑥 fornece a medida de tempo (em segundos) e 1Ú∆ 𝑥 fornece a frequência (em Hz). No eixo y, a leitura ∆𝑦 fornece a medida de tensão (em Volts) que pode ser tanto a amplitude quanto a tensão pico a pico dependendo do posicionamento dos cursores. 7.6.1.2. MODO ACOMPANHA: escolher o que é apropriado para cada eixo. Cada cursor é uma cruz composta de uma linha vertical e horizontal que podem ser movidas juntas. CURSOR A: CH1 CURSOR B: CH1 OBS: ao usar dois canais, sempre que usar o modo acompanha, colocar os dois cursores no mesmo canal. Mover cursor A e B para as posições adequadas. Nesse caso devem ser medidos: cursores A e B em cristas adjacentes; cursor A na crista e cursor B no próximo ponto sobre o eixo horizontal (qual é o valor de ∆𝑥 que deve ser observado nesse caso? E de ∆𝑦?); cursor A na crista e cursor B no vale adjacente (qual é o valor de ∆𝑥 que deve ser observado nesse caso? E de ∆𝑦?). 7.6.2. Circuito RC Quando a capacitância é muito pequena, o tempo para carregar o capacitor também é pequeno e, muitas vezes, será impossível usar o multímetro para registrar as tensões. Neste caso deve ser empregado o osciloscópio. Uma maneira eficaz de trabalhar alternadamente com as duas situações - carga e descarga - é substituir a fonte de força eletromotriz e a chave manual por uma diferença de potencial periódica externa, que ora é positiva possibilitando a carga do capacitor e ora é nula permitindo o seu descarregamento. Descrição do Experimento Será usado um Gerador de Função, o qual fornece ao circuito RC uma diferença de potencial periódica do tipo quadrada - cuja frequência e amplitude podem ser controladas facilmente. Através do osciloscópio se monitora a resposta do elemento resistivo ou capacitivo do circuito sob ação daquele sinal externo. Com esta montagem é possível, por exemplo, determinar a cons tante de tempo capacitivo do circuito. Montagem Experimental Meça os valores reais das resistências e da capacitância do capacitor usado usando as funções apropriadas no multímetro. Com esses dados, preencha a tabela 7.1 . Observe a tensão de operação do osciloscópio e do gerador de função (127 V ou 220 V) e conecte-os à rede elétrica adequadamente. Observe o circuito 7.1 e monte o circuito RC sobre a placa de conexão, usando os componentes sugeridos na tabela 7.1. Conecte, com um cabo BNC-banana, o gerador de função à placa do circuito, identificando antes a polaridade dos cabos. CUIDADO! Observe que os terminais de terra (terminais pretos) tanto do gerador quanto do osciloscópio devem estar ligados no mesmo ponto. Deixe o terminal terra (ponta preta) do gerador de função fixo na placa do circuito e conecte o cabo terra do osciloscópio (ponta preta) a este terminal. Por causa desta restrição (de mesmo terminal terra para ambos os equipamentos) haverá necessidade de se realizar a troca de posição entre o capacitor e o resistor, e vice-versa, para monitorar a diferença de potencial sobre cada um desses elementos do circuito. Ligue o gerador de função e selecione uma tensão de forma quadrada com frequência de 100 Hz aproximadamente e amplitude Vpp = 3,0 V, mostrados no display do gerador. Verifique com um dos canais do osciloscópio a tensão fornecida pela fonte. Circuito 7.1: Circuito RC. Esquema elétrico da montagem experimental para o estudo de um circuito RC. Como o comportamento deste circuito é assintótico podemos alternar a tensão periodicamente e estudarmos o comportamento devido à transição de tensão. Esta alternância é feita com uma fonte que aplica ora uma tensão fixa em um valor positivo, ora em uma tensão fixa nula ou negativa. Verifique com outro canal do osciloscópio o sinal sobre o capacitor e depois sobre o resistor. Faça esboços dos gráfico obtidos no osciloscópio no gráfico 7.1 e 7.2. Não se esqueça de colocar o sinal da fonte juntamente com os sinais do resistor e do capacitor, e de associar os regimes de carga e de descarga em cada um deles. Aquisição de Dados Com o osciloscópio, monitore o sinal sobre o capacitor. Ajuste as escalas vertical e horizontal no osciloscópio, tal que apareça na tela somente a parte que corresponde à carga do capacitor. Observando simultaneamente no osciloscópio a forma do sinal da tensão fornecida pelo gerador, meça seu valor máximo. Com o auxílio do botão “CURSORS” meça o tempo necessário para a tensão sobre o capacitor atingir 63% do valor máximo aplicado, ou o equivalente. Para esta situação específica o tempo medido no osciloscópio ∆t é o próprio valor da constante de tempo. Anote os dados coletados na tabela 7.1. Repita os procedimentos acima para os demais resistores. Questões Qual o valor da constante de tempo capacitiva para os circuitos analisados na tabela 7.1? Analise a diferença obtida entre o valor medido de ∆t e o valor nominal de τ para a tabela 7.1. Quais são as possíveis fontes de erros para as discrepâncias entre ∆t e τnominal? 7.6.3. Circuito RL Assim como feito no circuito anterior, no circuito RL iremos substituir a fonte de força eletromotriz e a chave manual por uma diferença de potencial periódica externa, que ora é positiva possibilitando o aumento da corrente elétrica no indutor e ora é nula permitindo a sua diminuição. Descrição do Experimento Será usado um Gerador de Função, o qual fornece aocircuito RL uma diferença de potencial periódica do tipo quadrada – Tabela 7.1: Estudo do Circuito RC em Regime Transitório. Valores nominais e medidos de R, C e da constante de tempo de um capacitor, onde τnominal é calculado por meio dos valores nominais de R e de C, enquanto ∆t é o valor medido no osciloscópio. Gráfico 7.1: Capacitor. Esboce o gráfico para a diferença de potencial em função do tempo nos regimes de carga e descarga do capacitor. Gráfico 7.2: Resistor. Esboce o gráfico para a diferença de potencial em função do tempo nos regimes de carga e descarga do capacitor. cuja frequência e amplitude podem ser controladas facilmente. Através do osciloscópio se monitora a resposta do elemento resistivo ou indutivo do circuito sob ação daquele sinal externo. Com esta montagem é possível, por exemplo, determinar a cons ante de tempo indutivo do circuito. Montagem Experimental Meça os valores reais das resistências do resistor e do indutor usado usando as funções apropriadas no multímetro. A resistência do indutor deve estar na faixa de 20 Ω. Anote os resultados na tabela 7.2. Observe a tensão de operação do osciloscópio e do gerador de função (127 V ou 220 V) e conecte-os à rede elétrica adequadamente. Assim como no circuito 7.1 monte o circuito RL sobre a placa de conexão, colocando o resistor (de resistência R = 1 kΩ ) e o indutor (com 1200 espiras, N = 1200) em SÉRIE. Conecte, com um cabo BNC-banana, o gerador de função à placa do circuito, identificando antes a polaridade dos cabos. Ligue o gerador de função e selecione uma tensão de forma quadrada com frequência de 2,5 kHz aproximadamente e amplitude Vpp = 6,0 V, mostrados no display do gerador. Verifique com um dos canais do osciloscópio a tensão fornecida pela fonte. CUIDADO! Observe que os terminais de terra (terminais pretos) tanto do gerador quanto do osciloscópio devem estar ligados no mesmo ponto. Deixe o terminal terra (ponta preta) do gerador de função fixo na placa do circuito e conecte o cabo terra do osciloscópio (ponta preta) a este terminal. Por causa desta restrição (de mesmo terminal terra para ambos os equipamentos) haverá necessidade de se realizar a troca de posição entre o capacitor e o resistor, e vice-versa, para monitorar a diferença de potencial sobre cada um desses elementos do circuito. Verifique com outro canal do osciloscópio o sinal sobre o indutor e depois sobre o resistor. Faça esboços dos gráfico obtidos no osciloscópio no gráfico 7.3 e 7.4. Não se esqueça de colocar o sinal da fonte juntamente com os sinais do resistor e do capacitor, e de associar os estados de carga e de descarga em cada um deles. Aquisição de Dados Com o osciloscópio, monitore o sinal sobre o indutor. Ajuste as escalas vertical e horizontal no osciloscópio, tal que apareça na tela somente a parte que corresponde à carga do indutor. Observando simultaneamente no osciloscópio a forma do sinal da tensão fornecida pelo gerador, meça seu valor máximo. Com o auxílio do botão “CURSORS” meça o tempo necessário para a tensão sobre o indutor atingir 37% do valor máximo aplicado, ou o equivalente. Para esta situação específica o tempo medido no osciloscópio ∆t é o próprio valor da constante de tempo. Anote os dados coletados na tabela 7.2. Gráfico 7.4: Resistor. Esboce o gráfico para a diferença de potencial em função do tempo nos regimes de aumento e diminuição da corrente elétrica no indutor. Calcule a indutância L do indutor utilizado. Note que a resistência da bobina não será desprezada nessa situação. Ou seja, a resistência total no circuito não será apenas a do resistor. Como devemos analisar as duas resistências no sistema? Compare o valor encontrado com o valor nominal de L (peça à professora para que a medida de L seja realizada), preenchendo a tabela 7.3. Repita os procedimentos acima para o outro indutor, com 600 espiras, N = 600. Tabela 7.2: Estudo do Circuito RL Regime Transitório. Valores nominais e medidos de R e de Rindutor. ∆t é o valor medido no osciloscópio e é igual à constante de tempo indutiva. Tabela 7.3: Estudo do Circuito RL Regime Transitório. Comparação dos valores calculado e medido das indutâncias L dos indutores utilizados.