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O diabetes é uma doença crônica que ocorre quando o pâncreas não é capaz de produzir insulina, a sua produção é insuficiente ou quando o corpo não é capaz de fazer bom uso da insulina que produz. O tipo 1 é caracterizado essencialmente por não haver produção desse hormônio no pâncreas. Já o tipo 2 é fundamentalmente caracterizado pela dificuldade de uso da insulina produzida. Os casos do tipo 1 aparecem geralmente na infância e na adolescência; já o tipo 2 atinge com mais frequência indivíduos adultos. Há, ainda, o diabetes gestacional, que ocorre quando a insulina se torna menos efetiva durante a gravidez, e casos menos comuns, decorrentes de problemas genéticos, doenças, uso de medicamentos, entre outras causas. A insulina é o hormônio secretado pelo pâncreas para metabolizar a glicose e, assim, transformá-la em energia para o corpo. A incapacidade de produzir insulina e a impossibilidade de usá-la de forma eficaz conduzem a níveis de glicose elevados no sangue: a hiperglicemia, que caracteriza o diabetes. Ao longo do tempo, altos níveis de glicose podem gerar danos para os rins, olhos, coração, nervos, vasos sanguíneos, entre outras complicações. O diabetes é considerada uma doença silenciosa, porque muitas pessoas desconhecem ter a enfermidade. Segundo o Ministério da Saúde, diversos estudos apontaram uma relação direta entre níveis de glicose alterados e doenças cardiovasculares como infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Diabetes: reconheça os principais sintomas De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o quadro clínico mais característico do diabetes tipo 1 tem a instalação relativamente rápida, em meses, e envolve sintomas como sede, diurese e fome excessivas, emagrecimento importante, cansaço e fraqueza. E pode evoluir para desidratação, sonolência, vômitos, dificuldades respiratórias e até coma. O diabetes é uma doença crônica que ocorre quando o pâncreas não é capaz de produzir insulina, a sua produção é insuficiente ou quando o corpo não é capaz de fazer bom uso da insulina que produz. O tipo 1 é caracterizado essencialmente por não haver produção desse hormônio no pâncreas. Já o tipo 2 é fundamentalmente caracterizado pela dificuldade de uso da insulina produzida. Os casos do tipo 1 aparecem geralmente na infância e na adolescência; já o tipo 2 atinge com mais frequência indivíduos adultos. Há, ainda, o diabetes gestacional, que ocorre quando a insulina se torna menos efetiva durante a gravidez, e casos menos comuns, decorrentes de problemas genéticos, doenças, uso de medicamentos, entre outras causas. A insulina é o hormônio secretado pelo pâncreas para metabolizar a glicose e, assim, transformá-la em energia para o corpo. A incapacidade de produzir insulina e a impossibilidade de usá-la de forma eficaz conduzem a níveis de glicose elevados no sangue: a hiperglicemia, que caracteriza o diabetes. Ao longo do tempo, altos níveis de glicose podem gerar danos para os rins, olhos, coração, nervos, vasos sanguíneos, entre outras complicações. O diabetes é considerada uma doença silenciosa, porque muitas pessoas desconhecem ter a enfermidade. Segundo o Ministério da Saúde, diversos estudos apontaram uma relação direta entre níveis de glicose alterados e doenças cardiovasculares como infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Diabetes: reconheça os principais sintomas De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o quadro clínico mais característico do diabetes tipo 1 tem a instalação relativamente rápida, em meses, e envolve sintomas como sede, diurese e fome excessivas, emagrecimento importante, cansaço e fraqueza. E pode evoluir para desidratação, sonolência, vômitos, dificuldades respiratórias e até coma.