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IT-2 ACEITACAO_FÍSICA_REDE_OPTICA FTTH - AS IS - BACKBONE _V 8_11 2021

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American Tower 
Brasil 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 1/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO DE FISCALIZAÇÃO E 
ACEITAÇÃO DE REDE ÓPTICA FTTH E REDE AS - IS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
American Tower 
Brasil 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 2/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
HISÓRICO DE REVISÃO 
REV DESCRIÇÃO DA REVISÃO AUTOR DATA 
0 Publicação Inicial pela American Tower do Brasil Departamento Novos Negócios 03.09.2019 
1 Ajuste de procedimentos de CTOP Departamento Novos Negócios 23.11.2019 
2 Alterado os suportes dos postes Departamento Novos Negócios 05.12.2019 
3 Revisão geral de ajustes de procedimentos Departamento de Implantação 22.04.2020 
4 Revisão geral de ajustes de procedimentos Departamento Novos Negócios 21.05.2020 
5 
Retirados itens de rede interna que foi inserido 
na IT-10 
Pedro Henrique Dauanny 21.05.2020 
6 Introduzida instalação CTO poste duplo T Pedro Henrique Dauanny 22.02.2021 
7 Revisão geral de ajustes de procedimentos Departamento Novos Negócios 29.07.2021 
8 Revisão geral e inserção do AS - IS Saulo Pires 21.11.2021 
 
 
 
 
 
 
 
Este documento não pode ser totalmente ou parcialmente copiado, fotocopiado, reproduzido, 
traduzido, ou convertido em formato eletrônico, sem prévia autorização escrita da ATC Brasil. 
Procedimento de Construção, Fiscalização e Aceitação de Rede Óptica FTTH E AS - IS para 
Implantação/Manutenção: Manual 
 2021 ATC. 
Todos os direitos são reservados. 
Novembro de 2021 
 
American Tower 
Brasil 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 3/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
1. OBJETIVO ........................................................................................................................................................... 5 
2. RESPONSÁVEL .................................................................................................................................................... 5 
3. REFERÊNCIA NORMATIVA .................................................................................................................................. 6 
4. AMBIENTE E SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO ........................................................................................... 8 
5. MATERIAL UTILIZADO ........................................................................................................................................ 8 
6. PREMISSA DE PROJETO E CONSTRUÇÃO ............................................................................................................ 9 
7. SUPERVISÃO / ENCARREGADO CONSTRUTORA E FISCAL DA OBRA ................................................................. 11 
8. CRITÉRIOS PARA ACEITAÇÃO DE OBRAS ........................................................................................................... 15 
9. VALIDAÇÃO DE DESCARTE DE RESÍDUOS DE MATERIAIS RECICLÁVEIS E NÃO RECICLÁVEIS ............................. 16 
10. PRINCIPAIS PONTOS COMPARTILHAMENTO REDE AÉREA (POSTES) .............................................................. 17 
10.1 DEFINIÇÕES ......................................................................................................................................... 17 
10.2 ESPAÇOS NOS POSTES ......................................................................................................................... 18 
10.3 AFASTAMENTO EM RELAÇÃO AO SOLO .............................................................................................. 21 
11. INSTALAÇÃO CAIXAS TERMINAIS E CAIXAS DE EMENDAS ÓPTICAS ............................................................... 24 
11.1 A INSTALAÇÃO DA CAIXA NÃO PODE OCORRER NOS SEGUINTES CASOS ............................................. 24 
11.2. A INSTALAÇÃO DA CAIXA TERMINAL ....................................................................................................... 25 
11.3 RELATÓRIO FOTOGRÁFICO APÓS INSTALAÇÃO .................................................................................. 36 
11.4 ANÉIS GUIA PARA ENCAMINHAMENTO DE DROP .................................................................................... 37 
11.5 ANÉIS GUIA PARA ENCAMINHAMENTO DE DROP EM CORDOALHA .................................................. 41 
11.6 INSTALAÇÃO DE DROP ÓPTICO ................................................................................................................. 43 
11.7 RESERVA TÉCNICA .............................................................................................................................. 49 
11.8 IDENTIFICAÇÃO......................................................................................................................................... 50 
12. RECOMENDAÇÕES NA INSTALAÇÃO DE CABOS ............................................................................................. 55 
12.1 RECOMENDAÇÕES LANÇAMENTO DE CABOS AÉREOS ................................................................................. 60 
13. FERRAGENS PARA ANCORAGEM E SUSPENSÃO ............................................................................................. 62 
13.1 CORDOALHA DIELÉTRICA .......................................................................................................................... 70 
13.2 PONTOS DE ATERRAMENTO E VINCULAÇÃO DA REDE AÉREA ............................................................ 81 
13.3 LANÇAMENTO DE CABO AUTOSUSTENTADO ...................................................................................... 83 
13.4 LANÇAMENTO DE CABO ESPINADO .................................................................................................... 86 
13.4.1 PASSO A PASSO PARA ESPINAMENTO ................................................................................................ 89 
14. REDE AÉREAS – CLASSE L ................................................................................................................................ 92 
15. IDENTIFICAÇÃO DE POSTE .............................................................................................................................. 94 
16. REDE SUBTERRÂNEA – CLASSE L .................................................................................................................... 95 
16.1 ESGOTAMENTO DE CAIXA SUBTERRÂNEA .......................................................................................... 99 
16.2 LIMPEZA E INSPEÇÃO DOS DUTOS .................................................................................................... 100 
16.3 PASSAGEM DO MANDRIL E ENFIAMENTO DO CABO DE AÇO ........................................................... 102 
16.4 OBSTRUÇÃO DE DUTOS.................................................................................................................... 103 
17. CANALIZAÇÃO SUBTERRÂNEA (CLASSE G) ................................................................................................... 107 
17.1 ASPECTOS GERAIS ............................................................................................................................. 107 
17.2 REMOÇÃO DA PAVIMENTAÇÃO ........................................................................................................ 110 
17.3 ESCAVAÇÃO DE VALA ........................................................................................................................ 110 
17.3.1 MÉTODO DESTRUTIVO (MD) ......................................................................................................... 111 
17.3.1.1 VALA COMUM.............................................................................................................................fixados do lado da rua e os anéis guia de 
encaminhamento dos drop ópticos deverão ser instalados do lado que estiver as dobradiças 
da tampa. Dessa forma, será possível abrir a tampa, após a instalação dos drops sem esticar 
os mesmos. 
2. Deverão ser instalados três anéis do tipo T (AGF) guia para encaminhamento do drop 
verticalmente no poste entre a caixa e o isolador. 
 
Figura 37: Anel tipo T (AGF) 
3. As CTOP´s com 16 saídas e CDOP´s não devem ser instaladas em postes. 
4. As distâncias de referências deverão ser respeitadas para garantia do encaminhamento e 
organização dos drop para cliente. 
5. Anéis guia: Se a caixa for fixada com fita, em cada uma delas deverá ser instalado um anel 
guia e seu espaçamento será entre 200 a 300 mm, conforme o suporte da caixa. 
American Tower 
Brasil 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 38/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
 
Figura 38: Instalação de anéis guia para encaminhamento dos drop 
6. Caso o espaçamento não seja possível, deverá aplicar-se uma fita adicional deslocada para 
baixo do suporte de fixação da caixa, para aplicação do segundo anel fazendo o espaçamento 
de 500 mm entre anéis. 
7. Desta forma, primeiro anel ficará na primeira fita (superior) e o segundo na terceira fita 
(inferior) e centralizado na base da caixa. 
8. O suporte guia para poste deverá ser instalado logo abaixo do isolador da cordoalha da CTOP. 
9. Nos postes com CTOP´s / CDOP´s, deverão ser instalados, juntamente com a fita BAP, uma 
coroa com cinco anéis guias do tipo AGFE, sendo três para o lado passeio e dois para o lado 
da rua, de forma a possibilitar a fixação dos esticadores para guiamento dos drop ópticos. O 
suporte para poste para guiamento do drop óptico também deverão ser utilizados. No caso de 
rede Rede AS – IS e Backbones não existe essa obrigatoriedade, salvo se o projeto solicitar. 
 
Figura 39: Adequação anéis guia em postes com CTOP / CDOP 
 
American Tower 
Brasil 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 39/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
1. Nos postes sem CTOPs / CDOPs, deverão ser instalados, juntamente com a fita BAP, uma 
coroa com três anéis guias do tipo AGFE, para o lado do passeio, de forma a possibilitar a 
fixação dos esticadores para guiamento dos drop ópticos. No caso de rede Rede AS – IS e 
Backbones não existe essa obrigatoriedade, salvo se o projeto solicitar. 
 
Figura 40: Adequação anéis guia em postes sem CTOP / CDOP´s 
 
Figura 41: Anel do TIPO AGFE 
10. Na instalação de cabos autossustentados com a utilização de braço extensor, deverão ser 
instalados anéis guia para passagem dos cabos ópticos até os postes, fixado com a fita 
fusimec e fecho de aço de 12,0mm. No caso de rede Rede AS – IS e Backbones não existe 
essa obrigatoriedade, salvo se o projeto solicitar. 
2. Os anéis guiam devem ser instalados no mesmo lado da dobradiça da tampa da CTOP para 
possibilitar a abertura da caixa, após a instalação dos drops. 
3. Nos braços extensores fechados, devem ser instalados dois anéis guia, o primeiro à 5 
centímetros da face do poste e o segundo a 5 centímetros da extremidade do braço extensor. 
4. Os anéis guias devem ser instalados com a argola voltada para o poste. 
 
American Tower 
Brasil 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 40/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
 
 
Figura 42; Instalação Braço Extensor 
5. Caso o braço seja alongado em um furo (aproximadamente 5,0cm), o anel guia deve ser 
mantido a 5,0 centímetros da extremidade do braço extensor. Se for necessário alongar mais 
o braço extensor, deverá ser instalado um anel guia adicional entre os dois anéis existentes. 
 
American Tower 
Brasil 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 41/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
11.5 ANÉIS GUIA PARA ENCAMINHAMENTO DE DROP EM CORDOALHA 
1. Para organização dos Drops ópticos que saem de caixa CTOP instaladas em cordoalha que 
atenderão os clientes foi desenvolvido “O KIT SUPORTE GUIA PARA CABO DROP ÓPTICO“, 
para possibilitar a instalação do Cabo Drop Óptico quando a instalação da CTOP for feita em 
cordoalha com saída de conectores voltados para o lado oposto do poste, permitindo a 
padronização e agrupamentos dos drop´s de forma a garantir a uniformidade. Idealizado para 
garantir o raio de curvatura das fibras ópticas do cabo drop que saem da caixa e retornam ao 
poste, além de permitir perfeito encaminhamento e organização dos cabos drops ópticos, 
facilitando o trabalho do técnico, garantir rapidez e confiabilidade nas novas instalações e 
manutenção das linhas. 
O KIT Suporte Guia para Cabo Drop Óptico constituído por 3 componentes: 
• Aneis Guia de Drop para cordoalha, que deverão ser posicionados, um no início da 
primeira pingadeira (+/- 50 m da caixa) e outro entre os suportes de fixação da caixa, de 
forma que possam facilitar o retorno ao poste dos drop´s que saem da CTOP do lado 
aposto ao poste; 
• Organizador de cabos 65 mm, deverá ser usado para evitar a desorganização dos 
drop´s entre os guias drop´s de cordoalha e a curvatura de retorno dos drop´s que saem 
do lado aposto ao poste, deverá ser posicionados na cordoalha à aproximadamente a 10 
cm após a segunda pingadeira; 
• Fita abraçadeira ajustável, cuja finalidade é fixar na cordoalha o guia drop para 
cordoalha garantindo estabilidade e evitar deslocamento horizontal da peça. 
 
Figura 43: kit suporte guia para cabo drop óptico 
2. O kit deverá ser instalado no momento da instalação da CTOP de 16, ou nos casos onde por 
algum motivo, a CTOP de 8, for instalada em cordoalha com as saídas de conectores voltadas 
para o meio do vão. Sua instalação será feita pela equipe de implantação da contratada, e 
deverá respeitar os afastamentos, conforme Figura abaixo. 
American Tower 
Brasil 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 42/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
 
Figura 44: CTOP em Cordoalha com o kit suporte guia para cabo drop óptico. 
3. As distâncias de referência deverão ser respeitadas para garantia do encaminhamento e 
organização dos drop para cliente. 
4. Caso a CDOP/CTOP esteja com a saída do drop voltada para a face oposta ao poste, passar o 
DROP óptico pelo kit suporte guia para cabo drop óptico e pelos anéis guia drop fixados na 
cordoalha, até a coroa para ancoragem do esticador; deverá ser preso os drops ópticos com fita 
hellemann entre o anel e a cordoalha. 
 
OBS.: No caso de rede Rede AS – IS e Backbones não existe essa obrigatoriedade. 
 
 
American Tower 
Brasil 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 43/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
11.6 INSTALAÇÃO DE DROP ÓPTICO 
 
1. Para conectar o drop óptico na CDOP ou CTOP: 
1. Retirar a tampa do conector referente a porta designada, alinhando a indicação da seta no 
DROP (1) com a ranhura do conector da CTOP/CDOP (2). 
 
Figura 45: Instalação de Drop óptico na caixa 
2. Inserir o conector do drop óptico até o final do conector da CTOP/CDOP, rosqueando o 
conector do drop óptico à porta óptica de forma manual até que a rosca não esteja mais 
visível, evitando assim a penetração de umidade/ poeira no interior do conector. Nunca 
usar ferramenta para aperto do conector; 
3. Deverá ser conectado a tampa do conector do drop óptico com a tampa da CTOP/CDOP, 
a fim de proteger contra a entrada de poeira e umidade. 
 
Figura 46: Conexão dastampas de proteção 
4. Nunca deixar aberto o conector da CTOP /CDOP preconectorizado, de modo a garantir 
proteção do interior do conector contra poeira. 
5. É de suma importância observar a limpeza e manuseio do cabo e conectores para não 
danificar a fibra. 
6. Fazer a limpeza do conector interno da CTOP através de bastonete, girando no sentido 
horário do conector da CTOP ou caneta de limpeza através de click. 
American Tower 
Brasil 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 44/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
 
Figura 47: Realizar a limpeza das conexões antes de conectar 
7. Verificar os postes e traçar a rota de encaminhamento do cabo drop até o poste ou 
fachada do edifício de atendimento. Prever a travessia de ruas e os materiais 
necessários para a instalação, respeitando se a catenária, curvatura máxima do drop 
de 1% em relação à distância, conforme figura abaixo: 
 
Figura 48: Traçado do Drop Óptico até edifício 
8. Identificar a metragem necessária de DROP, considerando a distância da 
CDOP/CTOP e a rede interna do edifício a ser atendido, e utilizar a metragem de drop 
correspondente. 
9. A ancoragem do drop óptico deve sempre ser realizada com auxílio de esticador fixado 
em anel ou roldana no próprio isolador tipo SUPA, instalado no ponto de fixação da 
American Tower. 
10. Caso não haja anel disponível equipar com novo anel guie ou suporte de roldana tipo 
“L”. 
11. A fixação do drop óptico no esticador tipo cunha, não há necessidade de separação do 
mensageiro do drop óptico, bastando afrouxar o núcleo do esticador tipo cunha, 
introduzindo o drop pela parte inferior dele, alçando o núcleo até que o mesmo entre 
na cavidade promovendo o enforcamento do drop ao esticador tipo cunha, conforme 
figura abaixo: 
American Tower 
Brasil 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 45/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
 
Figura 49: Esticador tipo cunha 
12. Posicionar o suporte para alça do drop no espaçamento da roldana. 
13. A cunha do suporte de plástico deve estar voltada para o lado do instalador, conforme 
figura abaixo: 
 
Figura 50: Instalação de Drop Óptico com esticador Cunha 
14. Encaixar a “cunha” na cavidade da alça com a ranhura voltada para o drop. 
15. Pressioná-la no pela cavidade da cunha até que ele não se movimente quando 
aplicado uma força no sentido da cunha. 
 
Figura 51: Sentido de força esticador cunha 
16. Inserir os anéis guia com as alças no sentido oposto: 
 
Figura 52: Instalação de esticador em passagem 
 
American Tower 
Brasil 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 46/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
17. O drop óptico não deve ser passado entrelaçado por qualquer elemento da rede sendo: 
Fiações das outras Operadoras, elementos de ancoragem e sustentação, a fim de 
facilitar a execução da manutenção de toda rede; 
18. Para fixação do drop óptico em meio de lance, deve ser utilizado o suporte de meio de 
vão conforme imagem a seguir: 
 
Figura 53: Suporte de meio de vão 
19. Fixar o drop óptico no poste/ fachada do edifício ou passagem pela caixa de passagem 
subterrânea de acesso; 
20. Havendo poste de acesso ao edifício, o mesmo deverá ser equipado com dois anéis 
fixados ao poste com fita de aço ou plástica; 
 
Figura 54: Passagem com pingadeira 
21. No caso da fixação se der por fachada, deverá ser equipada com pitão para ancoragem 
do esticador. Existindo pitão já instalado para a rede metálica, o mesmo poderá ser 
aproveitado, desde que seja possível o compartilhamento do mesmo; 
Nota: Não deve ser deixada sobra no drop óptico, nem na fachada nem no poste do cliente; 
22. Identificar a melhor trajetória, obstáculos e possíveis dificuldades, antes de iniciar a 
passagem do cabo no acesso ao interior do edifício, sempre com o aval e supervisão 
do responsável pelo prédio; 
23. Possuir em mãos no ato da instalação ferramentas adequadas ao serviço que está 
realizando; 
American Tower 
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INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 47/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
24. Executar acomodação do drop óptico de modo a possibilitar “Pingadeira” na entrada 
da tubulação / furação na fachada de forma a evitar a entrada de água proveniente de 
chuva no ambiente do cliente; 
 
Figura 55: Entrada com drop óptico em edificações 
25. Para instalação de Drop´s ópticos FIG-8 em Rede AS – IS e Backbone, os mesmos 
podem ser fixados nos isoladores da rede existente através de laço e/ou alça pré-
formada, ou onde não existir isoladores existentes, pode-se utilizar como ponto de 
fixação anéis guias instalados e fixados por fitas de aço inox. 
 
Figura 566: Ancoragem com alça pre-formada de Drop FIG- 8 em SUPA 
American Tower 
Brasil 
 
INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 48/ 157 
Versão: 
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Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
 
Figura 57: Ancoragem com esticador de Drop FIG- 8 em Anel Guia fixado por fita de inox. 
1. Executar acomodação do drop óptico de modo a possibilitar “Pingadeira” na entrada 
da tubulação / furação na fachada de forma a evitar a entrada de água proveniente de 
chuva no ambiente do cliente; 
 
American Tower 
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INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 49/ 157 
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21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
11.7 RESERVA TÉCNICA 
 
Figura 588: Acomodação de emenda com reserva técnica 
1. A reserva de cabos aéreos deverá ser instaladas no vão entre postes através de raquetes do tipo 
Optiloop (Raquetes) ou CRC (Conjunto de Reserva de Cabos) Oval e/ou Cruzeta, fixadas em 
cordoalha; 
2. Com relação a sobra de cabo para a caixa de emenda óptica (CEO e PDF), a mesma deverá ter 
sobra para descer até o solo e chegara até a bancada de trabalho para realização da montagem 
da caixa e fusões das fibras. 
3. A Reserva CRC e/ou Optiloop (Raquete) deverão ser montadas e fixada na cordoalha para 
acomodação da reserva de cabos. Para os optiloops (raquetes) serão necessários de 6 a 8 metros 
de distanciamentos entre os mesmas e respeitar o distanciamento descrito na figura 56. No caso 
de reserva CRC deixar de 8 a 10 m de cabo para ser enrolada na mesma. 
4. No caso das reservas de cabos utilizando o suporte optiloop, deverá ser observado o sentido dos 
cabos, para os cabos vindo do sentido opostos do PDF/CEO, deverá ser feito o loop nas duas 
raquetes de forma que o retorno do 2º segundo fiber loop, seja encaminhado na entrada da 
emenda. Os cabos que vêm no sentido do PDF/CEO, deverá passar direto pelo 1º fiber loop e 
retornado pelo 2º fiber loop em direção a entrada da emenda. 
5. A caixa de emenda deve preferencialmente ser instalada na cordoalha, no vão entre os postes a 
uma distância mínima de 2 metros do poste (Cúpula da caixa de emenda / poste) e da sua base 
até a raquete, dever ter uma distância de 1,5 metro. 
6. Para a caixa de emenda óptica aérea, deve-se ter uma cordoalha fixada entre os postes do vão 
onde a caixa de emenda óptica foi alocada pelo projeto, no caso de caixas FIST (PDF / ADF), 
caso o peso seja excessivo e a cordoalha venha a ceder, deverá ser utilizado duas cordoalhas 
para o melhor ajuste e segurança. 
American Tower 
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INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
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Folha: 50/ 157 
Versão: 
8 
Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
7. A reserva será acomodada entre as raquetes no mesmo vão de cordoalha. 
8. Para se obter maiorsegurança para a rede óptica, pode-se realizar as emendas em caixas 
subterrâneas dedicadas e localizadas próximas aos postes com ancoragem final. Desta forma, a 
caixa de emenda óptica e a sobra de cabos necessária para a emenda ficarão acomodadas dentro 
da caixa subterrânea, ficando menos expostas a vandalismos. Para esses casos considerar no 
mínimo 20 metros para os cabos principais e 15 metros para os derivados. 
11.8 IDENTIFICAÇÃO 
1. As redes dos ocupantes devem possuir identificações com o nome do OCUPANTE e as 
características dos cabos. 
2. Deverão ser instaladas plaquetas de identificação em todos os postes, caixas de emendas, dutos 
laterais e caixas subterrâneas. As mesmas devem ser instaladas uma por cabo, sempre do lado 
direito do poste quando visto da rua. 
3. A rede da ocupante deve ser identificada em todos os postes, caixas de emendas, dutos laterais 
e caixas subterrâneas com plaqueta de identificação de 90mm x 40 mm x 3 mm, em PVC acrílico, 
na cor amarela com letras pretas, com gravação em alto-relevo, Nome ou logo da ocupante, código 
do cabo (informado pela DETENTORA) e Telefone de Emergência. 
 
Figura 599: Plaqueta de Identificação ATC 
4. Cada cabo de telecomunicação deve ter identificação legível, por meio de plaqueta contendo em 
sua parte da frente o nome e logo do ocupante, telefone de emergência, informações de rota e 
lance (Aplicável Rede FTTH, AS – IS e Backbone e etc); na parte de trás, deve conter o mês e 
ano de instalação, informações específicas de projeto da Rede FTTH (Não aplicável a Rede AS – 
IS e Backbone). A plaqueta deve ser fixada no cabo com fio de espinar isolado em todos os postes 
a uma distância entre 200 mm a 400 mm, nas entradas das caixas de emendas, caixas de 
passagens subterrâneas, galerias de cabos, dutos laterais e pontos onde houver mudança na 
direção do cabo (Ex.: Cruzamentos em “T” no meio do vão, descida de cabos para entradas em 
caixas de postes, subida / descida americana). 
 
Figura 60: Plaqueta de Identificação em Bandeira 
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5. A plaqueta de identificação deverá ser instalada com a inscrição voltada para o lado da rua ou 
avenida e estar inclinada em 45 graus. 
6. Deverá ser instalado uma plaqueta nos cabos de entrada e saída de todas as caixas de emendas 
e caixas terminais ópticas. 
Ca bo 
Óptico
11 Voltas
1 Cabo 
Principal
Ca bo 
Óptico
CTOP ou CDOP
 
Figura 61: Identificação dos Elementos 
7. As plaquetas deverão ser instaladas um dos lados do poste: 
 
Figura 602: Plaqueta de Identificação 
8. Esta plaqueta deve ser instalada no: 
1. Poste com ancoragem: em cada cabo óptico, do lado direito do poste, quando visto pelo 
observador da rua para a calçada, a 20 cm do conjunto. 
2. Poste de passagem com conjunto de suspensão: em cada cabo óptico, do lado direito do 
poste, quando visto pelo observador da rua para a calçada, a 20 cm do conjunto. 
 
Figura 613: Poste de passagem com conjunto de suspensão 
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3. Além das plaquetas de identificação, todos os pontos de passagem de cabos deverão ser 
inseridos tubo espiral na cor vermelha, como padrão de identificação da rede ATC. 
 
Figura 624: Tubo espiral em cabo em Passagem 
4. Todo ponto de transição de cabos subterrâneo para cabos aéreos na saída lateral, deverá 
ser identificado com tubo espiral na cor vermelha, conforme imagem abaixo. 
 
Figura 635: Tubo espiral em cabo de transição 
Toda CTOP que for instalada no poste terminal ou sangria, deverá ser identificado com tubo espiral na 
cor vermelha, conforme imagem abaixo. 
 
Figura 646: CTOP com tubo espiral 
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9. A Plaqueta de Identificação de Cabo deve ser fixada com fio de espinar e instalada na rede aérea 
de cabos ópticos, conforme Quadro A abaixo: 
 CABOS AÉREOS ÓPTICOS 
Local da Identificação Observações 
Subida de Lateral 
Topo do duto Colocar a plaqueta a +/- 20 cm do topo do duto 
Cabo Aéreo 
Ao longo do cabo 
Colocar a plaqueta de 20 cm a 40 cm do poste por onde passa o cabo, mesmo em pontos sem 
emenda 
Conjunto de Emenda de 
Cabos 
Colocar a plaqueta A +/- 10 cm do conjunto no cabo alimentador. Essa plaqueta deve estar 
antes da emenda, no sentido estação para emenda 
Ambiente do Cliente 
Caixa de entrada Colocar a plaqueta próxima ao duto de acesso do cabo 
Quadro A – Posicionamento das plaquetas nos cabos aéreos 
10. As Plaquetas de Identificação devem ser fixadas no cabo principal (entrada e saída) e nos cabos 
derivados, posicionadas a ± 10 cm da saída da caixa de emenda óptica, de forma intercalada, 
para melhor visibilidade da identificação, conforme ilustrado na Figura abaixo. 
Plaqueta de 
identificação
 
Figura 657: Identificação Emenda Óptica 
11. Em cabos ópticos que passam direto ou possuam reserva na caixa subterrânea, deve ser colocada 
uma plaqueta de Identificação na proximidade do centro dos suportes para degraus, conforme a 
Figura 49 abaixo. 
 
Figura 668: Instalação de Plaqueta de Cabo Óptico em Passagem 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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12. Na transição das caixas de passagens subterrâneas para a rede aérea, via postes da detentora, 
deverá ser instalado duto lateral inteiro ou bipartido, em aço carbono zincado a quente, com 
diâmetro nominal de 100 mm, comprimento de 3,0 m e espessura da parede mínima de 3 mm no 
caso de acesso a POP . No caso de abordagens de acesso a sites de cliente ou operadoras o 
diâmetro do duto deve ser de 75 mm. A fixação do duto lateral no poste deve ser feita com fita de 
aço inox e ajustadores; no caso de locais de risco de vandalismo ou queimadas, o comprimento 
do duto deverá ser de 6,0 metros de comprimento. 
 
Figura 679: Instalação de duto lateral 
13. No caso de se adotar a alternativa de abrigar a caixa de emenda óptica no interior de uma caixa 
subterrânea, a mesma deve ser localizada junto ao poste. 
14. Na saída do duto lateral os cabos terão as amarrações a cada 300 mm, junto ao poste, realizado 
com abraçadeira plástica com cabeça auto travante, sendo necessária a comprovação de 
aquisição de fornecedor homologado. Sendo que após o lançamento do cabo e as devidas 
amarrações será necessário o tamponamento do duto com espuma expansiva. 
15. Também, deverá ser identificado por plaqueta (por tipo de cabo – metálico ou óptico), havendo 
cabos existentes estes também deverão ser identificados, caso não o sejam. O formato final será 
conforme figura abaixo. 
16. Realizar todas as amarrações independente do cenário de multiplexação ou troca de poste. 
 
Figura 68: Instalação de duto lateral para cabos 
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12. RECOMENDAÇÕES NA INSTALAÇÃO DE CABOS 
O lançamento de cabos ópticos é uma etapa essencial para a segurança e a garantia de longos anos sem 
eventuais problemas para a rede óptica. 
Por isso, antes de proceder ao lançamento dos cabos, alguns cuidados devem ser observados. 
Cuidados: 
• Cabos e bobinas devem passar por uma inspeção visual inicial para certificar que não sofreram 
danos durante o seutransporte ou a entrega. 
• As recomendações do fabricante para manuseio e desenrolamento das bobinas devem ser 
rigorosamente observadas. 
• Os cabos ópticos devem ser tracionados por meio de roldanas, cabos-guia e camisas de 
puxamento com monitoração de dinamômetro, evitando o tracionamento excessivo. 
 
Figura 69: Recomendações Manuseio de Bobinas 
1. Posicionar a bobina no cavalete para o lançamento, observando o sentido de giro da bobina 
indicada na seta pintada no flange. 
2. Utilizando-se de ferramenta adequada, retirar o ripamento da bobina e liberar a ponta interna do 
cabo. 
3. Liberar e manter livre a ponta interna do cabo, não pregar e não prender com quaisquer outros 
artifícios. 
4. A bobina deve ser descarregada cuidadosamente e, se necessário, prover de prancha de 
desembarque entre a carroceria do veículo e o chão. 
5. Conduzir a ponta interna do cabo durante o lançamento, de modo que essa ponta, que se projeta 
para fora do tambor, não provoque acidentes. 
Não vire a bobina.
Apoie verticalmente
Não transporte ou armazene 
apoiando no produto.
Sempre use de apoio a estrutura de 
bobina (flange). Empilhe em triângulo
Não desenrolar apoiada 
lateralmente.
Apoie a bobina em suporte ou 
caixa utilizando uma vigia.
Rebobine sem torcer dobrar ou 
entrelaçar o cabo na bobina
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Até a metade do lançamento, o cabo trabalhará expondo mais cabo na lateral da bobina; da 
metade até o final, pode acontecer o contrário, principalmente nas últimas camadas da bobina 
(o cabo voltará para a parte interna da bobina). 
6. Quando o cabo óptico estiver sendo estendido, este deverá ser protegido contra superfícies que 
possam danificá-lo. 
7. Os cabos ópticos não devem ser estrangulados, torcidos, prensados ou pisados. 
8. Em hipótese alguma deve-se apoiar escadas sobre o cabo óptico. 
8. Evitar de reutilizar cabos ópticos de outras instalações, pois 
pode haver diferença de fabricação de um lote. 
9. Todos os cabos ópticos deverão ser identificados com materiais identificadores resistentes ao 
lançamento para que possam ser reconhecidos e instalados em seus respectivos pontos. 
10. Nunca utilizar produtos químicos como vaselina, sabão, detergentes etc. para facilitar o 
lançamento dos cabos ópticos no interior de dutos, pois esses produtos podem atacar a capa de 
proteção dos cabos ópticos, provocando a redução da vida útil deles. 
11. Nunca se deve puxar um cabo pela própria capa. É preciso utilizar uma camisa de puxamento ou 
laço de puxamento que deve ser presa diretamente nos elementos de tração. 
12. As extremidades dos cabos ópticos devem ser protegidas com capuzes termo contráteis para que 
não haja penetração de ar, impurezas ou umidade. 
13. Quando o cabo óptico estiver sendo estendido, este deve ser protegido contra superfícies que 
possam danificá-lo. 
14. Não devem ser deixadas bobinas na rua. Se por algum motivo houver a necessidade de ser 
colocada na calçada a mesma deve estar devidamente sinalizada, e no caso de ser a noite deve 
ser sinalizada com luz vermelha e possuir vigilância permanente. 
15. Em nenhuma hipótese, o cabo poderá ser submetido a torções e estrangulamentos, considerando-
se sempre que o raio de curvatura mínimo durante a instalação é 40 vezes o diâmetro do cabo e 
20 vezes na ocasião da acomodação. 
RAIO MÍNIMO DE CURVATURA (conforme fabricante) 
DURANTE A INSTALAÇÃO 600 mm (20 vezes o diâmetro externo do cabo) 
APÓS A INSTALAÇÃO 200 mm (10 vezes o diâmetro externo do cabo) 
 
16. Antes da instalação do cabo óptico deve-se examinar a rota proposta para verificar se não há 
obstáculos que possam interferir no seu lançamento, bem como para a escolha do método de 
instalação a ser utilizado. 
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17. O cabo óptico deve ser estendido ao longo da rota, mantendo-se a bobina fixa e puxando-se o 
cabo ao longo dela ou deslocando-se o caminhão com a bobina (bobina móvel). Este último 
procedimento é recomendado por existirem menores riscos de acidentes com o cabo. 
18. A instalação do cabo óptico deve ser feita de forma cadenciada e uniforme, por seções de 
lançamento definidas ao longo da rota. A bobina deve ser montada em um cavalete fixo na 
carroceria do caminhão ou em carreta porta bobina posicionada próxima ao poste, definido no 
projeto como ponto de emenda. 
19. Os cabos ópticos deverão ser tracionados em cabos-guia, camisas de puxamento e destorce 
dores, com monitoração de dinamômetro, evitando excesso de carga de tração principalmente 
nas instalações aéreas. 
 
20. Sobras dos cabos ópticos deverão ser acomodadas considerando-se sempre a fixação e o raio de 
curvatura deles. As sobras que ocorrem durante a instalação deverão ser sempre acomodadas 
em figura oito, considerando-se o raio de curvatura mínimo do cabo óptico. 
21. Os cabos ópticos não devem ser lançados em infraestruturas que apresentem arestas vivas ou 
rebarbas, pois podem provocar danos aos cabos. 
22. Evitar que os cabos ópticos sejam lançados próximos a fontes de calor. A variação de temperatura 
pode provocar aumento da atenuação. 
23. Jamais instalar os cabos ópticos na mesma infraestrutura com cabos de energia e/ou aterramento. 
Não há risco de interferência eletromagnética, mas os cabos ópticos podem sofrer danos em uma 
eventual manutenção dos cabos elétricos. 
24. Os cabos ópticos devem ser decapados somente o necessário, isto é, somente nos pontos de 
terminação e de emenda. 
25. A sinalização da atividade é imprescindível, pois toda ela é executada em espaços viários 
compartilhados, onde trafegam pessoas, carros e animais. 
26. O local dos serviços deve estar sinalizado com cones de segurança e fita zebrada para evitar 
acidentes, além de gradil para atividades em caixas subterrâneas. 
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Figura 702: Sinalização do local de trabalho 
27. Antes do início dos serviços de instalação de cabos em vias públicas, devem ser providenciados 
a obtenção de Licenças dos Órgãos Públicos Municipais, Estaduais e/ou Federais e 
Concessionárias responsáveis pelos serviços de energia elétrica. 
28. Cones de Sinalização, onde as atividades em vias públicas deverão sempre ser sinalizadas com 
05 (cinco) cones para veículos pequenos e 10 (dez) cones para veículos grandes (Kombi, 
Caminhão, entre outros); 
29. Os veículos e todos os equipamentos estacionados no acostamento de via pública devem estar 
sinalizados no lado da rua, e se estão na calçada devem ficar o mais próximo possível do local 
dos serviços. 
30. Toda atividade em rede aérea nas proximidades de redes energizadas, os funcionários deverão 
utilizar o detector de tensão para verificar se possui fuga de energia nas partes metálicas, antes 
de acessar tais locais como, por exemplo: cordoalhas, braçadeiras etc. 
31. Segurança pessoal: todos os funcionários devem possuir treinamentos nas normas de segurança 
aplicáveis e estar utilizando os equipamentos de proteção individual – EPI e equipamentos de 
proteção coletiva - EPC. 
32. O raio mínimo de curvatura de um cabo é normalmente igual a 20 vezes seu diâmetro. O raio 
mínimo de curvatura de uma única fibra depende do seu padrão: 30mm para fibras G.652D, 10mm 
para fibras G.657A1 e 7,5mm para fibras G.657A2. 
33. No caso de sistemas FTTH, o padrão recomendado é o G.657A2, que possui menor raio de 
curvatura, o que facilita muito o trabalho do instalador e minimiza os problemasassociados ao 
aumento de atenuação de sinal causada por curvas acentuadas (ângulos de direito etc.). 
34. A vida útil do cabo óptico também está relacionada a presença de água em contato com a fibra. 
O contato da fibra com a molécula de água é responsável pelo aumento de micro trincas, fator 
que reduz a resistência mecânica das fibras, e pode levá-las à ruptura em um curto espaço de 
tempo ou prejudicar a adesão do revestimento primário da fibra, causando micro curvaturas, que 
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resultarão em acréscimo da atenuação óptica ao longo do tempo. 
Durante a instalação de cabos não é permitido exceder a força de tração máxima. Ao contrário, 
no caso de cabos coaxiais ou de par torcido, a localização do defeito de uma fibra não é fácil, a 
menos que o instalador tenha um dispositivo de teste como o OTDR. 
35. Quando o cabo tiver de ser emendado, as emendas da fibra óptica não deverão exceder uma 
atenuação óptica máxima de 0,1dB. 
Exemplo: Se estiver sendo usada uma arquitetura de backbone centralizado com o cabo 
horizontal emendado ao cabo de backbone, a emenda não poderá introduzir mais que 
0,1dB de atenuação. 
36. Para a Rede FTTH utilizam-se os conectores SC (simplex ou duplex) com atenuação máxima de 
0,5 dB para cada conexão. Esses conectores devem manter um mínimo de 500 inserções sem 
degradação do sinal, as demais redes (AS – IS e Backbone) deve-se seguir a especificação 
técnica dos fabricantes para os demais tipos de conectores. 
 
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12.1 RECOMENDAÇÕES LANÇAMENTO DE CABOS AÉREOS 
O processo de lançamento aéreo inicia-se a partir da subida lateral na saída do duto. Sendo que até o 
lançamento final deste duto é considerado como atividade de lançamento subterrâneo e a partir deste 
ponto com a amarração dos cabos no poste até a caixa terminal será considerado lançamento aéreo. 
Por isso, antes de proceder ao lançamento dos cabos, alguns cuidados devem ser observados. 
1. Analisar o projeto de instalação do cabo óptico; 
2. Planejar a instalação definindo o sentido de lançamento e o poste inicial (ancoragem). Este 
procedimento visa otimizar os trabalhos de tensionamento que devem iniciar na caixa de 
distribuição óptica e terminar no cliente final. 
3. Verificar toda a rota do cabo e condições de lançamento. 
4. Determinar os pontos onde o cabo pode sofrer uma deflexão (vertical ou horizontal) maior que 10° 
durante o lançamento. Relacionar os acessórios necessários para o aumento do raio de curvatura, 
tais como carretilhas, roldanas ou ainda pedaços de tubo corrugado de 50mm, com um corte 
lateral, para deslizamento do cabo. 
5. Verificar os pontos de ancoragem, suspensão, folga técnica, pontos de emendas, subida laterais 
e necessidade de implantação de novos postes. 
6. Antes da instalação de fios, cabos de telecomunicações ou cordoalha examinar a rota proposta 
para verificar se não há obstáculos que possam interferir na instalação, bem como na escolha do 
método de instalação a ser utilizado. 
7. Determinar os pontos onde o cabo pode sofrer uma deflexão (vertical ou horizontal) maior que 10° 
durante o lançamento. Relacionar os acessórios necessários para o aumento do raio de curvatura, 
tais como carretilhas, roldanas ou ainda pedaços de tubo corrugado de 50mm, com um corte 
lateral, para deslizamento do cabo. 
8. Verificar a quantidade de lances de cabo, devendo-se observar que os lances de cabos ópticos 
são muito extensos; 
9. O lance máximo a ser previsto para a instalação do cabo aéreo autossustentado é de 200 metros; 
10. Quando a posteação existente tiver vãos superior a 200 metros, devem ser intercalados postes 
intermediários e/ou instalação de cordoalha; 
11. Verificar as curvas e desníveis acentuados; 
12. Verificar os postes localizados em pontos difícil acesso. 
13. Pontos de necessidade de interrupção total ou parcial de vias de tráfego veículos. 
14. Na área urbana, do lado oposto da via pública existente onde se encontra a infraestrutura da rede 
de distribuição de energia elétrica; 
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15. Na área rural, no mínimo a uma distância equivalente à altura da estrutura mais próxima da rede 
de distribuição de energia elétrica. 
16. No ato da instalação, deve ser sinalizado o local de ancoragem da escada por no mínimo 3 cones, 
com a distância mínima, do primeiro cone, de 3 metro da escada. 
 
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13. FERRAGENS PARA ANCORAGEM E SUSPENSÃO 
Geralmente os dois processos que mais ocorrem na instalação no poste é a ancoragem do cabo e sua 
suspensão. 
Ancoragem – Objetivo é para manter o cabo tracionado, amortizar o esforço no centro do poste. Evitando 
com que o cabo forme excesso de catenárias “barrigas” entre os vãos dos postes, deixando o mesmo 
bem esticado ao longo da instalação 
Suspensão – Objetivo é manter o cabo suspenso sem esforço longitudinal, realizando a passagem dos 
cabos entres os postes, para que ele não fique solto. 
A Ancoragem tem por função realizar a fixação dos cabos ópticos nos postes iniciais e finais da instalação 
de maneira suave, mas firmemente, a alça pré-formada "abraça" a capa do cabo de fibra e tem grande 
superfície de contato, assim dividindo os esforços de tração que o cabo sofre. 
 
Figura 713: Exemplo de encabeçamento e poste inicial e final 
O sistema de ancoragem será necessário nos seguintes casos: 
• Reserva técnica; 
 
Tipo de 
Reserva 
Finalidade Metragem Onde considerar? 
Caixa de 
Emendas 
Utilizada para poder 
confeccionar as 
emendas da caixa no 
nível do solo. 
10 m em cada 
ponta de cabo 
a ser 
emendada 
Em todos os cabos a serem emendados em 
CEO. 
Ponto de 
Acesso Futuro 
ou Interesse 
Utilizada para 
montagem futuras 
caixas de emenda em 
sangria do cabo e 
derivação de rede. 
30 m. 
Posicionar estrategicamente em locais onde se 
pretende derivar a rede no futuro. Exemplo 
esquinas, preferencialmente, próximo às 
travessias ou regiões de cruzamentos. 
Manutenção da 
Rede 
Utilizada num eventual 
rompimento do cabo 
50m. 
Posicionar nos pontos críticos, onde sabiamente 
o risco de acidente é alto. Inserir entre uma e 
outra reserva de manutenção observe-se uma 
distância máxima de 1.000 m. 
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• Ângulo longitudinal maior que 10 º em vias com aclive ou declive; 
 
Figura 724: Ângulos acentuados 
• Travessias; 
 
Figura 735: Travessias 
 
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• Subida lateral 
 
Figura 746: Ancoragem subida lateral 
Para a definição da Instalação das ferragens – nesta etapa recomenda-se fazer o levantamento de campo 
para observar nível do solo, ângulo de deflexão horizontal ou vertical. 
Onde há desnível de solo acentuado ou ângulo de deflexão deve se fazer ancoragem (encabeçamento). 
As ferragens para grampo de suspensão ou ancoragem deve estar sempre no centro do poste. 
 
Figura 757: AncoragemO número de cabos na ancoragem de subida não poderá exceder a 4 cabos de 144 ou 5 nos cabos de 
capacidades menores e todos deverão ser instalados na faixa de ocupação correspondente à ATC. E 
poderá ser realizado com olhal, ou isolador plástico (SUPA), ou conjunto tipo CIR/CIC para a fixação de 
cabos ou cordoalhas através de alça pré-formada, que deve ser de diâmetro específico conforme o tipo 
de cada cabo/cordoalha. 
Em postes que contenham equipamentos da Concessionária de energia elétrica, impedindo a execução 
da ancoragem do cabo óptico de forma convencional, a ancoragem deve ser, sempre que possível, 
posicionada de forma que o cabo passe do lado oposto ao equipamento, utilizando-se duas braçadeiras, 
conforme mostrado na Figura abaixo. 
Observar que para esse caso existe uma diferença no alinhamento das braçadeiras. 
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Figura 768: Ancoragem em postes com equipamentos de energia elétrica 
Obs.: Deve-se evitar a ancoragem nesse tipo de poste. 
 
CHAVE DE MANOBRA OU
TUBO DE DESCIDA DE CABOS
DE ENERGIA ELETRICA
ANCORAGEM
CONJUNTO DE
SUSPENSÃO
CABO ÓPTICO
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As abraçadeiras utilizadas serão as BAP 2 a 4 (Braçadeira Ajustável para Poste) para fixar os isoladores, 
conforme a aplicação exigida no local, cuja numeração é definida pelo diâmetro dos postes e capacidade 
de carga. Em hipóstese alguma, deverá ser utlizado a BAP 1, devido a sua capacidade de carga. 
 
 
Figura 779: Modelos de Abraçadeiras BAP e características 
A American Tower padronizou a utilização do Suporte Universal polimérico de Passagem e Ancoragem 
como isolador para ancoragem (SUPA-2) e suspensão (SUPA-1) de rede ópticas áreas. 
 
Figura 78: Suporte isolado SUPA 
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Figura 79: SDA para Drop e Anel Guia 
 
Figura 802: Acomodação em Poste Duplo “T” com utilização do Parafuso PCA M10x35mm 
 
 
 
Figura 813: Pingadeira com braço extensor 
 
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Como padrão foi definido que todo poste de encabeçamento para ancoragem, devem ser instalados, dois 
suportes SUPA-2 para encabeçamento e três anéis guias (Anéis guia só no caso de Rede FTTH) voltados 
para o passeio, para distribuição de drop óptico com esticador cunha e a transição entre encabeçamentos, 
deverá ser deixado pingadeira de 100 mm em relação a abraçadeira. Para postes em passagem, deverão 
ser instalados um suporte SUPA-1 voltado para rua e três anéis guias (Anéis guia só no caso de Rede 
FTTH) voltados para o passeio para distribuição de drop óptico com esticador cunha. Se no vão do poste 
e/ou poste estiver prevista a instalação de CTOP´s / CDOP´s, deverão ser instalados 5 anéis guias, sendo 
3 voltados para o passeio e 2 para a rua (Anéis guia só no caso de Rede FTTH). 
 
Figura 824: Suportes de ancoragem e passagem 
• Conjunto de ancoragem – Acessório que tem o objetivo de suspender o cabo e mantê-lo 
tracionado, sendo composto por uma alça pré-formada e uma armadura de proteção, devendo ser 
sempre observado se o conjunto a ser utilizado está de acordo com o diâmetro do cabo a ser 
instalado. 
• Os Laços e Alças preformadas são utilizadas para a fixação dos cabos nos acessórios de fixação 
e ancoragem. Deverá ser verificado o modelo de Alça e Laço adequado para cada tipo de cabo 
instalado. 
 
Figura 835: Alça pré-formada 
Mantendo o cabo tensionado, aplicar no cabo a armadura e alça pré-formada na posição adequada, 
realizando a ancoragem do cabo conforme ilustração abaixo: 
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Figura 846: Aplicação de alça pré-formada 
Os cabos ópticos autossustentado totalmente padronizados pela American Tower, têm diâmetro externo 
atendendo a norma ABNT e dentro da faixa de aplicação ferragens definidas pela ATC, conforme Tabela 
1. Não é permitido que os cabos sejam fornecidos em outras faixas diferentes daquelas especificadas 
para seus respectivos tipos e capacidades, além da norma ABNT e restrições por parte da ATC; 
Tabela 1: Faixa de Aplicação Modelo Cabo x CAPRE 
IDENTIFICAÇÃO CABO ÓPTICO X ACESSÓRIO PREFORMADO 
FORMAÇÃO FAIXA APLIC MATERIAL 
CABO ÓPTICO (mm) ALÇA 
CFOA-SM-ASU-80 ATÉ 12 FIBRAS 6,8 A 7,4 LIGA DE ALUMÍNIO 
CFOA-SM-ASU-120 ATÉ 12 FIBRAS 7,7 A 8,6 LIGA DE ALUMÍNIO 
CABOS ÓPTICOS AS80-S /TS 2 ATÉ 12 FIBRAS 9,0 A 10,0 LIGA DE ALUMÍNIO 
CABOS ÓPTICOS AS*-S /TS 24 ATÉ 36 FIBRAS 9,6 A 10,5 LIGA DE ALUMÍNIO 
CABOS ÓPTICOS AS*-S/TS 48 ATÉ 72 FIBRAS 10,8 A 11,7 LIGA DE ALUMÍNIO 
CABOS ÓPTICOS AS*-S/TS 96 FIBRAS 12,4 - 13,4 LIGA DE ALUMÍNIO 
CABOS ÓPTICOS AS*-S/TS 144 FIBRAS 16,1 A 17,2 LIGA DE ALUMÍNIO 
 
• Conjunto de suspensão – Acessório que tem o objetivo de apenas suspender o cabo, permitindo 
seu movimento no sentido longitudinal com pequeno esforço de tração. 
• Pode ser utilizado em meios de seções de ancoragem onde não ocorrem desvios na direção da 
linha de poste superiores a 20º, tanto na horizontal como na vertical. Este limite pode ser 
expandido caso o fabricante do conjunto de suspensão indique outro valor. 
• Este esforço é dimensionado pelo fabricante do conjunto de forma que, caso haja ruptura do cabo, 
este não se solte por completo, permitindo sua recuperação pela equipe de manutenção corretiva. 
Para cada tipo de cabo deverá ser utilizado conjunto de suspensão específico. 
• Na passagem de cabos/cordoalha a fixação de cabo ou cordoalhas poderá ser realizada com o 
suporte dielétrico de passagem, ou suporte dielétrico duplo (Exceto para cordoalha e para alguns 
trechos com o cabo óptico) ou com o conjunto tipo CIR/CIC e deverão ser fixados com laços pré-
formados, não serão aceitos alças preformadas, os quais devem ser apropriados para cada tipo e 
modelo de cabo/cordoalha (figura 20) e conforme o exemplo da tabela 5, exceto nos casos de 
suporte dielétrico duplo e de passagem que dispensam o uso do laço. 
ARMADURA DE PROTEÇÃO
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• Não deverá ser utilizado o Suporte SUPA 1(suspensão), em lugar de suporte SUPA 2 
(ancoragem). A SUPA 1 possui uma resistência a tração menor que o SUPA 2, desta forma o uso 
indevido pode colocar a rede em risco. 
 
Figura 857: Passagem cabos 
Para a instalação do conjunto de suspensão deve-se proceder da seguinte forma: 
• Selecionar a braçadeira apropriada para o poste. 
• Aplicar a braçadeira juntamente com o suporte de fixação do olhal reto ou SUPA no poste. 
• Instalar no suporte de fixação do olhal reto/SUPA o conjunto de suspensão respeitando o seu 
manual de instalação fornecido pelo fabricante. 
• Fixar o cabo óptico no conjunto de suspensão seguindo o seu manual de instalação. 
• Não usar alça pré-formada no lugar de laço pré-formado. 
Caso haja necessidade de uso do suporte SUPA 2 de ancoragem, na posição de suspensão SUPA 1, 
para passagem de cabos, esse deverá ser utilizado obrigatoriamente com o laço pré-formado, não é 
aceitável o uso de alça pré-formada para esse tipo de aplicação.13.1 CORDOALHA DIELÉTRICA 
A cordoalha, quando passar reto por um poste, deve ser instalada pelo lado de fora do suporte de 
ancoragem plástico em redes novas ou suporte tipo CIR ou de porcelana. 
 
APLICAÇÃO: A Cordoalha, dielétrica, utilizada para suportar o cabo óptico comum em todos os lances 
ou o cabo autossustentado, em situações em que o cabo muda de direção no meio de vãos (esquinas e 
derivações), ou em lances onde seja necessário passar mais de dois cabos ópticos (Até dois cabos no 
mesmo vão, não é necessário a instalação de cordoalha) ou ainda em vãos que ultrapassem a distância 
máxima nominal do cabo que está se instalando. 
Para as novas instalações de fibra óptica (Rede FTTH, AS- IS, Backbone etc.), deverá ser utilizada 100% 
de cordoalha do tipo dielétrica, somente será aceito a utilização de cordoalhas de aço para redes 
existentes e com a devida medição do sistema de aterramento (SPDA). 
A cordoalha dielétrica e fio de espinar dielétrico são escolhidos por não necessitar de aterramento e serem 
de fácil manuseio, devido ao peso reduzido. 
Apresenta excelente resistência as intempéries e aos raios UV, segurança, pois, evita possibilidades de 
descargas elétricas por contato com linhas energizadas. 
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Figura 868: Cordoalha dielétrica 
A contratada deverá fornecer a cordoalha, através dos fornecedores pré-qualificados pela ATC, que 
atendam aos requisitos mínimos abaixo: 
 
 
Os fios de espinar dielétrico, não conduz eletricidade e reduz custos de instalação ao dispensar o 
aterramento das redes ópticas. Possui revestimento com material polimérico com proteção Anti-UV e é 
confeccionado com aramidas de alta resistência à tração. 
O Fio de Espinar Dielétrico é produzido com fios de aramida recoberto com uma capa de PEAD com 
composto para proteção UV, com carga de ruptura de 450 N e alongamento de 5%. 
 
Figura 879: Fio de espinar 
O fio de espinar dielétrico deve atender os requisitos mínimos abaixo: 
 
 
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Tabela 2: Requisito mínimo para Espinaflex 
Características 
Carga de ruptura mínima (Kg) 100 
Elemento de tração Aramidas 
Parte interna 2 fios de aramidas 
Capa externa Polietileno de alta densidade com Anti-UV 
Diâmetro externo nominal (mm) 1,85 + 0,1 
Massa nominal (kg/km) 2,65 
Fornecimento Rolos de 130m +5% 
Diâmetro interno do rolo 48 a 52mm 
Diâmetro externo do rolo máximo 150mm 
 Peso por rolo 0,35 Kg 
 
A cordoalha deverá ficar presa ao isolador com um laço pré-formado adequado ao tipo de cordoalha em 
lançamento e conforme o seu diâmetro (4,8 mm em aço e 6,4 mm na dielétrica). 
Para amarração final com fio de espinar dielétrico (espinaflex), proceder a amarração com as orientações 
abaixo: 
• Deixar por volta de 20 a 25 cm para acabamento do espinamento; 
• Dar três voltas completas pelo isolador com o fio de espinar; 
• Ao fim da terceira volta, proceder com a terminação em nó; 
• Aplicar 8 nós para que o espinamento não se desfaça; 
O laço deve ser instalado de fora para dentro do suporte abraçando o isolador. (Aplicar o laço de dentro 
para fora nos casos em que a cordoalha passa por fora do isolador (Passe Reto). 
Itens da cordoalha a serem verificados: 
a. Posicionamento em relação à altura e afastamento conforme as premissas de cada 
Concessionária; 
b. Fixação, vinculação ao aterramento (exceto dielétrica), continuidade (exceto dielétrica) e 
tensionamento (Utilizar dinamômetro). 
❖ Nota: O aterramento deverá ser aplicado nos casos que forem implantados com cordoalha de 
aço ou aluminizada independente da metragem. 
A cordoalha deve ser lançada ao longo do trajeto da rede da Concessionária de Energia seguindo a baixa 
tensão (BT), mesmo em postes com instalação de transformadores. 
Em cruzamento com cordoalha de aço no contato com cordoalha de terceiros realizar isolamento com 
tubo TIC. Atentar para não realizar cruzamento com rede de energia. 
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Todo e qualquer aterramento existente na rede, não pertencente a ATC, deve ser isolado com tubo TIC 
em toda extensão dos equipamentos, como: caixas terminais TPF (TAR), caixas de emenda e braçadeiras 
BAP. 
Em caso de derivação do cabo óptico, três cabos serão fixados em um mesmo poste. Desta forma dois 
cabos terão seus conjuntos de ancoragem fixados em uma braçadeira e o terceiro cabo será fixado em 
uma outra braçadeira. O entroncamento T deve ser realizado com o elemento Derivação T conforme a 
figura 69. Com duas alças (parte do braço T) viradas para o lado de maior esforço ou, no caso contrário, 
virado para o lado do cabo de alimentador. Aplica-se o mesmo cenário para a cordoalha dielétrica. 
 
Figura 88: Derivação T 
As etapas para lançamento de cabos em cordoalha nova será: 
• Equipagem do poste com a aplicação de todos os conjuntos de ancoragem e passagem; 
• Lançamento da cordoalha; 
• Isolamento e aterramentos nos casos de cordoalha de aço; 
• Lançamento do cabo. 
 
De toda forma segue a recomendação de tracionamento da cordoalha dielétrica e cabos a serem 
considerados em ambientes controlados. 
 
ANCORAGEM ANCORAGEM
ANCORAGEM
CABOS ÓPTICOS
TUBO DE AÇO
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A instalação e o tensionamento da cordoalha devem ser feitos observando uma sequência que se inicia 
com a ancoragem de uma ponta da com o uso de uma alça pré-formada. O tensionamento da cordoalha 
é feito na outra extremidade do poste onde é colocada uma catraca para puxamento e uma alça pré-
formada auxiliar na cordoalha. Entre a catraca e o poste é inserido um dinamômetro que irá monitorar a 
tração exercida na cordoalha de modo evitar a sua sobrecarga ou a do poste de modo evitar danos físico 
no poste (trinca) ou até mesmo rompimento de seu concreto. Após o tensionamento correto, 
Na instalação de cordoalha dielétricas, deverão ser utilizados dinamômetro na obtenção da tensão inicial 
(H0) de instalação de cordoalhas ou para verificação da tensão delas, submetido um poste ou própria 
cordoalha após a instalação desta ou de um cabo. 
 
Figura 89: Demonstração do uso da catraca e dinamômetro 
 
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O uso de uma cordoalha dielétrica, entende-se que não existe a necessidade do uso de um suporte 
isolador de porcelana, podendo utilizar um suporte plástico conhecido como SUPA uma vez que a 
cordoalha sendo dielétrica a mesma não irá transmitir energia elétrica em caso de descarga ou elétrica 
ou a queda de cabos elétricos. 
 
Figura 90: Conjunto de Ancoragem Cordoalha Dielétrica 
A instalação da cordoalha deverá ser feita de modo a atender as alturas exigidas em relação ao solo 
Dinamômetro é o aparelho destinado a medir força, e funciona com o princípio de ação e reação, utilizado 
na instalação de cordoalha para garantir a aplicação correta da tensão inicial (H0) a que deve ser 
submetida. 
A utilização do dinamômetro visa à certificação do tensionamento causado em elementos de rede, a que 
está submetido um poste ou a própria cordoalha após a instalação desta ou de um cabo. 
 
Figura 912: Dinamômetro 
1. Para Lançamentoda cordoalha e determinar a tensão inicial (H0), deverão ser obedecidas as 
seguintes recomendações: 
a. Através de uma amarração provisória, fixar uma das extremidades da cordoalha na base do 
poste onde será iniciado o lançamento, estendendo-o no solo ao longo do trecho até o ponto 
de sua amarração final, por meio do deslocamento da bobina. 
b. No processo de lançamento com bobina fixa, esta deverá ser colocada junto ao poste de 
amarração final, de modo que se possa estender o mensageiro em ambos os sentidos, sem 
ser necessário transportar a bobina. 
c. Encabeçar a ponta da cordoalha dielétrica no SUPA do primeiro poste, através alça pré-
formada. 
d. Instalar a cordoalha poste a poste sobre os isoladores, procedendo dessa maneira até o último 
poste designado em projeto para o lance a ser instalado. 
e. Quando o poste inicial do trecho a ser estendido for um poste terminal de um cabo existente, 
iniciar a nova cordoalha fixada a um conjunto de ancoragem, executando-se a vinculação entre 
a cordoalha existente e a nova. 
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f. A extremidade final da cordoalha deverá ser conectada ao conjunto de puxamento da talha 
manual de alavanca (catraca), dinamômetro e dispositivos de fixação tais como: alça pré-
formada, laços de aço e olhais. 
2. Utilizando-se uma corda, prender o dinamômetro ao poste onde vai ser tensionada a cordoalha a uma 
distância de 15 (quinze) centímetros acima do ponto onde deve ser fixada a mesma: 
 
 
• Instalar a catraca na outra extremidade do dinamômetro. 
 
Figura 923: Instalação da catraca junto ao dinamômetro 
• Na outra extremidade da catraca prender a cordoalha através da garra para cordoalha. 
• O tensionamento do mensageiro deverá ser feito por seções consecutivas, e com comprimento 
de no máximo 250 metros cada uma e de preferência no sentido oposto ao trecho existente. 
 
Figura 934: Cordoalha presa à catraca 
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3. Tensionar a cordoalha com a catraca e acompanhar a obtenção da tensão conforme consta no projeto 
(H0) através do dinamômetro. 
 
Figura 945: Tensionamento da cordoalha 
• Alavancar a tensão inicial desejada, prender a cordoalha ao poste no ponto de fixação ou do 
isolador 
• Desinstalar a catraca e o dinamômetro da cordoalha, deixando-o livre 
 
Figura 956: Exemplo 
Os pontos de amarração final, obrigatória, salvo indicação do projeto são: 
• Poste terminal do cabo a ser instalado; 
• Poste inicial do cabo derivado; 
• Poste em ângulo de deflexão maior que 30º 
Para amarração final com fio de espinar dielétrico (espinaflex), proceder a amarração com as orientações 
abaixo: 
• Deixar por volta de 20 a 25 cm para acabamento do espinamento; 
• Dar três voltas completas pelo isolador com fio de espinar; 
• Ao fim da terceira volta, proceder com a terminação em nó; 
• Aplicar 8 nós para que o espinamento não se desfazer; 
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O laço deve ser instalado de fora para dentro do Suporte abraçando o isolador. (Aplicar o laço de dentro 
para fora nos casos em que a cordoalha passa por fora do isolador (Passe Reto). Itens da cordoalha a 
serem verificados: 
a) Posicionamento em relação à altura e afastamento conforme as premissas de cada 
Concessionária; 
b) Fixação, vinculação ao aterramento (exceto dielétrica), continuidade (exceto dielétrica) e 
tensionamento (Utilizar dinamômetro). 
Vídeos orientativos de lançamento de cordoalha dielétrica. 
• Como aplicar cordoalha dielétrica : https://www.youtube.com/watch?v=MtE6qtfdEgc 
• Terminação fio de espinar dielétrico: https://www.youtube.com/watch?v=PE84AftWPjA 
Ferramentas necessárias: 
 a) Escadas do tipo extensível, aprovada por normas de segurança, com dispositivo para fixação ao poste 
ou cordoalha. 
b) Catraca tipo mecânica, para tensionamento de cordoalha ou cabo óptico. 
c) Talha manual, para tensionamento de cordoalha ou cabo óptico. 
d) Dinamômetro, para aferição de tensionamento de cordoalha ou de cabo. 
Quando da fixação da caixa de emenda na cordoalha é essencial evitar que a braçadeira envolva também 
a alça do cabo óptico junto com a cordoalha. 
Verificação da tensão em cordoalhas já instaladas por meio do dinamômetro. 
• Prender uma corrente de 60 cm de comprimento de cada lado do dinamômetro. 
• Colocar uma garra para cordoalha na extremidade de cada corrente. 
 
 
Com auxílio do distensor MC, deforma a cordoalha, até o final do eixo rosqueado do distensor. 
 
https://urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=https-3A__www.youtube.com_watch-3Fv-3DMtE6qtfdEgc&d=DwMFAw&c=ashGFeZgehD71rb-1leoAg&r=kB8uH97M3ASorZQNtW2_sht1tH0OYJOQGshAmPuSKDU&m=PuLsQisDgKbhIbYQtTh-t1s-uyXCiak40D7cBZprZJs&s=lWx2C8T4_P2HcgGGWZOZZI2PcNsY2b4dN15l-zo9lE0&e=
https://urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=https-3A__www.youtube.com_watch-3Fv-3DPE84AftWPjA&d=DwMFAw&c=ashGFeZgehD71rb-1leoAg&r=kB8uH97M3ASorZQNtW2_sht1tH0OYJOQGshAmPuSKDU&m=PuLsQisDgKbhIbYQtTh-t1s-uyXCiak40D7cBZprZJs&s=jG5nKRLUaXWONC_kRlY-07cKHbyZPHJAvs9hwxG1Np4&e=
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Situar o dinamômetro no centro do distensor, esticar as correntes e prender as garras na cordoalha. 
 
Soltar o distensor e verificar se o trecho de cordoalha entre as duas garras permanece sem tensão. 
• Ler a tensão a que está submetida a cordoalha, através do dinamômetro. 
 
Se houver necessidade de ajustes na tensão aplicada à cordoalha, afrouxar ou esticar a mesma fazendo 
o acompanhamento da tensão aplicada, através do dinamômetro. 
• Recolocar o distensor MC, deformado a cordoalha novamente. 
 
• Soltar garras, retirar o dinamômetro e distensor. 
 
 
Figura 96: Cruzamento tipo X 
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Em cruzamentos tipo cruz ou T e travessias, o uso da cordoalha dielétrica deve ser feito conforme abaixo 
utilizando-se o fio de espinar dielétrico e as ferragens adequadas para cada caso. 
 
Figura 97: Em cruzamento 
Em todos os postes (azul) devem ser utilizados os conjuntos de ancoragem para cordoalha dielétrica. No 
cruzamento em T, para a junção das cordoalhas deve ser utilizada a Derivação T Pré-formada. 
Para o cruzamento em “T”, também conhecido como lance frouxo ou pé de galinha, observar que o poste 
da ponta não deve estar a uma distância maior que 25m do alinhamento dos outros dois postes, pois o 
cabo pode ficar muito frouxo. 
 
Figura 98: Cruzamento em T 
 
 
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13.2 PONTOS DE ATERRAMENTO E VINCULAÇÃO DA REDE AÉREA 
O aterramento da cordoalha de sustentação do cabo deve ser projetado de maneira que a 
resistência equivalente para terra em qualquer ponto, não seja superior a 13 Ω. 
Como o sistema de aterramento da rede da ATC deverá ser projetado de forma independente, este não 
deve ser vinculada a outro sistema de aterramento. 
A continuidade elétrica das cordoalhas de sustentação dos cabos deve ser mantida em toda 
sua extensão. 
O sistema de aterramento instalado em ambiente externo deve seguiras seguintes 
recomendações: 
1. Haste de aterramento de aço cobreada com 2,4 m de comprimento e diâmetro mínimo de 15 mm. 
2. Cabo de cobre ou aço cobreado de no mínimo 6,3 mm de diâmetro para interligação dos pontos 
de aterramento e as hastes. 
3. Conectores mecânicos ou solda exotérmica para conexão das hastes ao cabo de cobre ou aço 
cobreado. 
4. Conectores mecânicos tipo CHT para conexão entre cordoalha de aço e cabo de aço cobreado 
ou cabo de cobre. 
As hastes de aterramento, quando instaladas, devem ser estar distanciadas de 3 m, no mínimo. 
Medida da Resistência do Solo 
A medida de resistência de solo deve ser feita com medidor de terra digital 
Afastamento entre Aterramentos 
No caso de rede de cabos aéreos e espinados, deve ser instalado um aterramento a cada 
1000 m aproximadamente. 
 
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O afastamento entre aterramentos das redes e aterramentos de energia elétrica devem ser os 
seguintes: 
• 250 m de cerca ou muro de subestações de energia elétrica. 
• 20 m de aterramento da rede de energia elétrica (aterramentos de transformadores, neutro, 
para-raios etc.). 
• O afastamento entre aterramentos das redes da ATC e aterramentos de outra rede de 
telecomunicações ou TV Cabo devem ser os seguintes: 
o Deve-se manter um afastamento mínimo de 20 m entre os aterramentos da Rede da ATC 
(cordoalha ou elemento de sustentação/tração metálico) e aterramentos de outra rede de 
telecomunicações ou TV a cabo. 
 
Figura 998: Ancoragem e Suspensão 
 
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13.3 LANÇAMENTO DE CABO AUTOSUSTENTADO 
O lançamento do cabo poderá ser realizado com autossuportado/sustentável, com uso de laço pré-
formado ou isolador com cavidade própria para o cabo sem o uso de laço pré-formado (suporte dielétrico) 
e por espinamento, neste caso fixado em cordoalha. Sendo que em ambos os casos do lançamento deve-
se seguir a rede de baixa tensão BT, inclusive nos postes com transformador. 
1. Nos trechos com até dois cabos autossustentados, não será instalado cordoalha. Serão utilizado 
dois conjuntos de ancoragem nos pontos de encabeçamento e nos postes de passagem, será 
utilizado os orifícios de suspensão dos SUPA -1. 
2. A instalação do cabo óptico deve ser feita de forma cadenciada e uniforme, por seções de 
lançamentos definidas entre postes e ao longo do trecho da rota. A bobina deve ser acomodada 
em cavaletes apropriados ou de modo fixo na carroceria do caminhão, próximo ao ponto de 
emenda definido em projeto, conforme a figura abaixo 
3. Deverá ser registrado o valor real das extremidades do lance em cada elemento de rede a ser 
instalado. 
4. No poste onde se iniciará o lançamento do cabo efetuar uma ancoragem final. 
 
Figura 1009: Instalação de cabo autossustentado 
5. Para trechos ou lances grandes, posicionar a bobina próximo ao meio de lance para que assim se 
efetue o lançamento em duas etapas. 
6. A contratada não deve utilizar o cabo óptico como se fosse um guia de lançamento ou lançar o 
cabo fora da bobina, ou longo do solo. Estas práticas podem ocasionar microfissuras nas fibras, 
que com o passar do tempo podem apresentar atenuações ou interrupção de serviços. 
7. Verificar a necessidade de esgotamento de caixas subterrâneas quando em subidas ou descidas 
laterais aos postes. 
8. Prever indicações de obras e sinalizações, 
9. Nos cruzamentos do cabo com condutores de energia elétrica, o afastamento mínimo, conforme 
concessionária de energia local. 
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10. Nos cruzamentos das ruas onde não é possível realizar a curva com grampo de ancoragem, deve 
instalar cordoalha com derivação pré-formada na mesma altura do cabo AS, espiná-lo e instalar 
plaqueta de identificação. 
 
Figura 101: - CRUZAMENTO DE RUAS 
11. Ir a campo com croqui de lançamento com as informações da identificação de todos os postes e 
distância entre eles. 
12. Na instalação de cabos aéreos, o puxamento deverá ser manual. Neste caso, o comprimento das 
secções de tensionamento deverá ser de 200 m, observando-se sempre postes onde a deflexão 
seja a 15º, na horizontal ou na vertical; 
13. Quando o cabo óptico passar tangente ao poste (estruturas em alinhamento), será utilizado um 
suporte de suspensão dielétrico para cabo óptico aéreo autossustentado. 
14. Para a instalação, o cabo será estendido ao longo da rota, mantendo-se a bobina fixa e puxando-
o ao longo dela. 
15. Antes de se iniciar o lançamento do cabo óptico, nos postes subsequentes ao poste com 
ancoragem, instalar o conjunto isolador para drop de suspensão, até que seja completada a 
primeira seção de puxamento. Enquanto a bobina do cabo é conduzida próximo à linha de postes, 
estender o cabo ao longo do lance, apoiando-o no poste com o auxílio de roldanas. 
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Figura 102: Cuidado no lançamento de cabos 
16. A bobina deve ser montada em cavalete fixo no veículo ou carreta se a rota do cabo for trafegável 
ou montada em um cavalete no solo, se ela não permitir a passagem do veículo. Verifica os postes 
localizados em pontos difícil acesso. 
 
Figura 1032: - Instalação e tensionamento do cabo óptico com bobina móvel 
17. Deve-se monitorar a tensão mecânica de puxamento. Esta tensão nominal de puxamento deve 
ser especificada pelo fabricante do cabo em função do vão regulador e flechas admitidas. É 
necessário estabelecer a comunicação entre o pessoal que supervisiona o desbobinamento e o 
elemento tracionado. Pode, também, ser necessário utilizar algum processo de frenagem na 
bobina do cabo ou no cabo (mecânico ou mesmo manual) de modo a evitar que o peso do cabo 
estendido desenrole a bobina 
 
Figura 1043: Lançamento do cabo com bobina fixa 
18. Após o puxamento do cabo, realizar as ancoragens nos postes onde o ângulo de deflexão é 
superior a 20º. Isto é feito para cada poste, conforme a metodologia descrita anteriormente, 
fazendo-se alívios de tensão sucessivos para executar a folga (pingadeira). O tensionamento deve 
ser feito com uma tensão de puxamento específica para a seção que está sendo ancorada 
conforme o valor do vão regulador daquela seção (utilizar um dinamômetro para o controle de 
tensão). 
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Figura 105: Angulo de inclinação 
19. Mantendo o cabo tencionado, aplicar no cabo a alça ou o laço pré-formado na posição adequada, 
realizando a ancoragem do cabo e em seguida fixando o cabo nos pontos de suspensão com o 
laço pré-formado. 
20. Nos demais postes devem-se fixar o cabo através do conjunto de suspensão conforme o 
procedimento do fabricante do conjunto. 
 
21. Nos pontos em que ocorrer invasão de terreno de terceiros na mudança de direção de trajeto do 
cabo, poderá ser instalada uma cordoalha somente nesse trecho e um suporte tipo “G” no 
mensageiro para fixar o cabo. 
 
 
Figura 106: Invasão de Terreno 
13.4 LANÇAMENTO DE CABO ESPINADO 
Os cabos espinados são os cabos aéreos presos à cordoalha (cabo de aço ou dielétrico em Kevlar) por 
meio de fio metálico revestido ou fio dielétrico (Kevlar) conhecido como fio de espinar, que envolvejuntamente com a cordoalha. 
O espinamento deve ser contínuo de um ponto de ancoragem ao outro. Sendo que na existência de 
obstáculos (passagem por poste ou emendas) a amarração deverá ser manual nestes trechos, finalizadas 
com amarração em 8 voltas e três sobre o isolador. 
CABO
ÓPTICO
BRAÇADEIRA
CONJUNTO DE
SUSPENSÃO
111 
17.3.1.2 VALA ESTREITA EM CALÇADA ........................................................................................................ 115 
17.3.1.3 EXCESSO DE ESCAVAÇÃO ............................................................................................................ 115 
17.3.2 MÉTODO NÃO DESTRUTIVO (MND) .................................................................................................. 118 
18. CAIXA SUBTERRÂNEA (CS) - CONCRETO ....................................................................................................... 119 
18.1 TIPO DE CAIXAS SUBTERRÂNEAS....................................................................................................... 122 
18.1.1 CAIXA SUBTERRÂENA (CS) DE PLÁSTICO ......................................................................................... 125 
19. DUTO LATERAL ............................................................................................................................................. 125 
20. POP .............................................................................................................................................................. 128 
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20.1 OCUPAÇÃO DE POPS E IDENTIFICAÇÃO DE CABOS ........................................................................... 128 
20.2 LAYOUT DGOs e OLTs ........................................................................................................................ 130 
20.3 IDENTIFICAÇÃO DE SUB-RACKS ......................................................................................................... 131 
20.4 FIXAÇÃO DO RACKs ........................................................................................................................... 134 
21. CONFECÇÃO DE EMENDA ÓPTICAS E CTOP (CLASSE F) ................................................................................ 135 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1. OBJETIVO 
Este dossiê tem como objetivo definir critérios e procedimentos a serem adotados no processo de controle 
de qualidade de rede óptica da Rede FTTH, Rede AS – IS e Backbones. 
Os procedimentos a serem adotados durante o acompanhamento e fiscalização de obras de Rede FTTH, 
Rede AS – IS e Backbones, visam padronizar o registro do acompanhamento e garantia de qualidade na 
construção da redes física, de acordo com as normas técnicas, orientações construtivas da American 
Tower e as boas práticas de mercado. 
Redes óptica de FTTH, AS – IS e Backbones requerem muito mais do que cabos ópticos de qualidade, 
requerem também elementos passivos (Caixa de Emenda, acopladores, divisores ópticos, conectores e 
caixas terminais ópticas) e ativos (OLT/ONT, SWITCH, DWDM e etc). 
Para exercer com eficácia e eficiência as atividades de fiscalização quando da implantação de uma rede 
óptica FTTH, Rede AS – IS ou Backbones , é imperativo que se conheça integralmente as especificações 
técnicas de cada atividade e de cada área dos empreendimentos da American Tower. 
A qualidade da construção da rede óptica FTTH, Rede AS – IS ou Backbones irá depender da qualificação 
e identificação dos materiais implantados, qualificação da mão de obra responsável pela instalação e 
elaboração de projetos, ter processos padronizados de construção, projetos de rede, conhecer as normas 
vigentes das concessionárias de energia, órgãos governamentais e privados, identificação clara dos 
cabos e elementos de rede, aquisição de equipamentos e ferramentais de qualidade específicos para a 
atividade, para perfeita execução das atividades de construção, manter uma boa organização na 
execução dos serviços, recebimentos, armazenamentos e identificações de materiais, ter um cronograma 
de execução de atividade bem segmentando e manter uma gestão ativa e corretiva dos projetos. 
2. RESPONSÁVEL 
Este documento abrange as áreas de engenharia, Projeto, Implantação, Fiscalização e as Empresas 
Contratadas de construção e manutenção de rede óptica pela American Tower. 
Durante a execução dos trabalhos, devem ser aplicadas todas as disposições legais de Segurança, 
Higiene e Medicina do Trabalho em vigor associados às atividades. 
 
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3. REFERÊNCIA NORMATIVA 
As empresas de construção e fiscalização da ATC, deverão obedecer em todos os casos, às Normas da 
ATC e suas especificações, Normas da ABNT para construções, Legislações Federais, Estaduais e 
Municipais vigentes e pertinentes. Abaixo é apresentada uma relação de referências relacionadas à 
construção e fiscalização de redes ópticas. 
A. Da Telebrás 
• SDT 235-220-600 PROJETO DE CAIXA SUBTERRÂNEA; 
• SDT 565-420-300 SERVIÇOS PRELIMINARES PARA EXECUÇÃO DE EMENDAS DE 
CABOS; 
• SDT 235-200-604 CÁLCULO ESTRUTURAL DE CAIXAS SUBTERRÂNEAS; 
• SDT 235-200-603 SERVIÇOS DE VALAS; 
• SDT 224-311-01/01 PROTEÇÃO ELÉTRICA (PRINCÍPIOS GERAIS); 
• SDT 224-3111-02/01 PROCEDIMENTOS DE PROJETO - PROTEÇÃO ELÉTRICA; 
• SDT 235-001-002 DESENHO DE PROJETO E CADASTRO; 
• SDT 224-3103-01 PROJETO DE LINHAS DE POSTES; 
• SDT 224-3301-01 PROCEDIMENTO DE CONSTRUÇÃO DE LINHAS DE POSTES; 
• SDT 225-540-602 PROJETO DE SISTEMAS ÓPTCOS; 
• SDT 565-001-101 FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO DE REDE 
SUBTERRÂNEA DE CABOS TELEFÔNICOS; 
• SDT 235-200-607 PROCEDIMENTO DE CONSTRUÇÃO FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS 
DE CANALIZAÇÃO; 
• SDT 565-001-104 FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO DE 
CANALIZAÇÃO SUBTERRÂNEA; 
• SDT 565-710-500 FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO DE TUBULAÇÃO EM EDIFÍCIOS E EM 
UNIDADES HABITACIONAIS INDIVIDUAIS; 
• SDT 565-001-102 FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO DE LINHAS DE 
POSTES; 
• SDT 565-270-303 PROCEDIMENTO DE CONFECÇÃO DE EMENDA DE CABOS 
ÓPTICOS; 
• SDT 565-310-316 CONSTRUÇÃO DE LINHA DE DUTOS CORRUGADOS FLEXÍVEIS; 
• SDT 565-300-300 INSTALAÇÃO DE TAMPÃO PARA DUTOS VAGOS; 
• SDT 565-660-300 INSTALAÇÃO DE FERRAGENS E CORDOALHAS EM POSTES; 
• SDT 565-240-300 PROCEDIMENTO DE CONSTRUÇÃO INSTALAÇÃO DE CABOS 
ESPINADOS; 
• SDT 565-240-301 INSTALAÇÃO DE CABOS AUTOSSUSTENTADOS; 
• SDT 565-270-302 PROCEDIMENTO PARA LANÇAMENTO DE CABOS ÓPTICOS 
SUBTERRÂNEO EM DUTOS E SUBDUTOS; 
• SDT 565-420-335 PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DE CABOS ÓPTICOS; 
• SDT 565-001-800 SINALIZAÇÃO DE OBRAS; 
• SDT 565-710-300 INSTALAÇÃO DE REDES TELEFÔNICAS EM EDIFÍCIOS; 
• SDT 565-200-307 PROCEDIMENTO DE CONSTRUÇÃO INSTALAÇÃO DE CABOS EM 
DUTO; 
 
 
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B. Da ABNT 
• NORMAS E PADRÕES ABNT APLICÁVEIS EM PROJETO E OBRAS DE 
TELECOMUNICAÇÕES; 
• NBR 13.486 – FIBRAS ÓPTICAS – TERMINOLOGIA 
• NBR 15214 – REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELETRICA – 
COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA COM REDES DE 
TELECOMUNICAÇÕES 
C. Do ITU-T 
• G.652: Characteristics of a single-mode optical fiber and cable 
• G.653: Characteristics of a dispersion-shifted single-mode optical fiber and cable 
• G.654: Characteristics of a cut-off shifted single-mode optical fiber and cable 
• G.655: Characteristics of a non-zero dispersion-shifted single-mode optical fiber and cable 
• G.656: Characteristics of a fiber and cable with non-zero dispersion for wideband optical 
transport 
• G.657: Characteristics of a bending-loss insensitive single-mode optical fiber andparar em um ponto de terminação, o fio de espinar deverá ser fixado 
à cordoalha imediatamente. 
ATENÇÃO: deve-se evitar o balanço da máquina de espinar sobre a cordoalha, a fim de evitar 
certa folga no fio de espinar; 
f) Puxar da máquina de espinar o comprimento de fio de espinar necessário para realizar as 
terminações e cortá-lo após ele estar fixado na cordoalha. 
g) Quando o cabo for instalado em trechos de declive, o espinamento deverá ser feito 
preferencialmente do ponto mais alto para o ponto mais baixo. 
h) Quando o trecho tiver declividade em dois sentidos, deverá ser escolhida como ponto de emenda 
do cabo a posição mais alta do trecho procedendo a seguir ao espinamento em ambas as direções 
a partir deste ponto. 
 
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14. REDE AÉREAS – CLASSE L 
Nos serviços de lançamento em redes aéreas deverá ser observada a correta identificação dos elementos 
de rede e cabos, folgas técnicas, altura de catenárias em relação ao solo (medida através de vara/bastão 
de medição padronizado pelo Imetro), afastamento em relação à rede elétrica, confecção do “degrau”, 
transição de 90º (“pé-de-galinha”), em cordoalha de aramida ou aterrada, posicionamento, fixação, 
tensionamento, respeitar o raio de curvatura dos cabos ópticos, conforme recomendação do fabricante, 
durante a instalação e após do lançamento, folgas nos pontos de emenda, integridade da capa, catenária 
e pingadeira, prumo e esforço em poste, supressão de vegetação: 
Realizar as podas/ roçadas sempre que identificado o risco de atrito do cabo com árvores e/ou 
possibilidade de queda das mesmas sobre o cabo de FO. A vegetação não deve estar a menos de 2 
metros da rede ótica. Verificar / corrigir elevação da rede (tensionamento), se necessário corrigindo o 
espinamento. 
Realizar a adequação da rede, sempre que constatado alguma irregularidade na rede diante dos 
padrões de construção, tais como: 
• Cabo não tensionado (frouxo/ “com barriga”); 
• Ferragens danificada/inexistente; 
• Espinamento não conforme ou inexistente; 
• Arrumação e fixação dos cabos, cordoalhas, reservas técnicas e das caixas de emendas 
aéreas em lances ou postes. 
• Cabos ópticos instalados em altura inferior a 5,00 m. 
Inclui adequação da altura de travessias quando ocorrer recapagem ou aterro da via pública. 
Os isoladores serão instalados em todos os postes da área de cobertura, inclusive os postes sem rede 
de distribuição caso haja previsão de atendimento de usuário final através deles. 
 
 
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A tabela abaixo define os principais critérios a serem observados na Fiscalização de obras de 
implantação de redes áreas. 
Implantação Redes Aéreas Ópticas Critérios Classificação 
Redes Aéreas 
Postes 
Instalação 
A locação a abertura da vala, o prumo, o reaterro e a compactação 
estão sendo executados de acordo com os padrões? 
Impeditivo 
Identificação Está sendo efetuada de acordo com os padrões da ATC? Impeditivo 
Acabamento 
A recomposição e o acabamento da base estão sendo executados 
de modo a restaurar o aspecto original? 
Impeditivo 
Lançamento 
Cabo Aéreo 
Mensageiro 
A ferragem está sendo instalada no poste em conformidade com as 
normas e práticas, obedecendo à altura e o afastamento 
recomendado? O mensageiro está sendo tensionado em 
conformidade com as especificações? As amarrações finais e as 
esteiras estão sendo feitos conforme normas? 
Impeditivo 
Fixação 
Na fixação das ferragens e cabos está sendo observado o 
posicionamento em relação à rede elétrica? O nivelamento dos 
cabos ópticos está em conformidade com a norma? 
Os acessórios para fixação e ancoragem estão sendo instaladas em 
conformidade com as especificações? As alturas e os afastamentos 
especificados estão sendo respeitados? Os testes ópticos 
preliminares estão sendo executados? 
Impeditivo 
Instalação 
O espinamento do cabo está sendo feito com o aperto e o 
espaçamento das espiras especificadas? No caso de fachada ou 
autossustentado, as fixações estão sendo feitas em conformidade 
com as especificações técnicas? 
 
Os cabos estão instalados em algum ponto de vulnerabilidade de 
rede? 
 
A instalação foi feita de forma inadequada, cabo mal acomodado 
(solto), inexistência da ferragem e/ou ferragem fora do padrão? 
 
O posicionamento da bobina e do guincho, assim como o 
tensionamento e a fixação estão sendo feitos em conformidades 
com as especificações? O espigamento do cabo está sendo feito 
com o aperto e o espaçamento das espiras de acordo com as 
especificações? O cabo de subida de lateral está sendo feito com o 
aperto e o espaçamento das espiras de acordo com as 
especificações? O cano de subida lateral está sendo instalado em 
conformidade com as especificações? 
Impeditivo 
Acabamento 
A Pingadeira (zona “T”) e a identificação do cabo estão sendo 
efetuadas em conformidade com as especificações? As proteções 
da subida de laterais estão sendo efetuadas em conformidade com 
as especificações técnicas ATC? Os testes ópticos de lance estão 
sendo executados? O arranjo da rede óptica aérea devido à 
necessidade de redis posição de cabo novo. 
Não 
Impeditivo 
 
 
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15. IDENTIFICAÇÃO DE POSTE 
Em casos em que houver a necessidade de implantação de postes, o mesmo deverá ser identificado 
como propriedade ATC, com pintura retangular (300mm x 150mm), fundo preto e caracteres maiúsculos 
(75mm) em Vermelho. 
CALÇADA
ATC
30 cm
15 cm
Caracteres 75MM
ATC
 
Figura 110: Identificação de Postes ATC 
 
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16. REDE SUBTERRÂNEA – CLASSE L 
Definições: 
• Galeria ou túnel de cabos: Dependência situada ao lado ou abaixo da sala técnica de 
telecomunicações, em toda a extensão desta, onde são acomodados os cabos da rede óptica 
externa que são terminados no DGO. 
• Caixas subterrâneas: caixa de passagem instalada sob o chão, que tem por finalidade permitir o 
puxamento dos cabos, acomodar as emendas, derivar cabos, receber equipamentos de 
tratamento de linha, com dimensões suficientes para permitir a execução de trabalhos em seu 
interior. 
• Mandril: consiste em um cilindro com extremos arredondados e com argolas em suas pontas para 
possibilitar o seu engate ao cabo de aço para puxamento pelo interior do duto. 
 
Figura 111: Mandril 
• Vara para dutos palito: fabricada com comprimento modular de 1 metro possuindo em suas 
extremidades, dispositivos destinados à conexão. É utilizado na desobstrução de dutos. 
 
Figura 112:Vara para dutos palito 
• Elo: Peça forjada em aço, utilizada para a conexão de equipamentos. 
 
Figura 113:Elo 
• Camisas de puxamento: trançado de malha de aço simples ou dupla, podendo ser fechada ou 
aberta. Utilizada para puxamento e repuxa mento de cabos. 
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Figura 114: Camisa de puxamento 
• Tubo passador de cabo: peça flexível, utilizada para evitar que a capa externa dos cabos se 
danifique na entrada das caixas subterrâneas e dos dutos. 
 
Figura 115:Tubo passador de cabo 
• Boquilha: peça manufaturada em duas metades, utilizada para fixar o tubo passadorde cabos ao 
duto. 
 
Figura 116: Boquilha 
• Mandril extrator: também conhecido como “Pá para duto”, é um dispositivo forjado em tubo de aço, 
utilizado na desobstrução de dutos. 
 
Figura 117: Mandril extrator 
 
• Escova de aço: dispositivo fabricado com fios de aço, utilizado para limpeza dos dutos. 
 
Figura 118: Escova de aço 
 
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• Destorce dor cilíndrico: dispositivo giratório que deve ser instalado entre a cordoalha de aço e o 
cabo, de tal forma que a cordoalha de aço ao ser tracionado possa torcer-se sem provocar esforço 
de torção no cabo. 
 
Figura 119: Destorcedor cilíndrico 
• Sapata tipo C: peça metálica curva utilizada pra curvar e direcionar cabos. 
 
Figura 120: Curvador de cabos 
Argola de engate: peça composta de tubo roscado internamente, com uma alça externa, utilizada para 
puxamento de corda guia, sendo conectada na ponta da vara modular tipo palito. 
 
Figura 121: Argola de engate 
• Arpéu A: peça contendo seis fios de aço soldados a um terminal sextavado com rosca interna, 
utilizada para recuperar varas quebradas no interior de dutos e auxiliar o enfiamento de varas em 
lances curvos ou lances retos longos. 
 
Figura 122:Arpéu A 
• Arpéu B: peça contendo dois fios de aço, soldados a um terminal sextavado, com rosca interna 
que serve para conexão à vara para dutos. 
 
Figura 123: Arpéu B 
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Folha: 98/ 157 
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Preparação: 
Quanto às vistorias nas caixas subterrâneas devemos verificar principalmente os seguintes aspectos: 
a) Presença de gases. Os gases frequentemente encontrados nas caixas subterrâneas são os 
seguintes; gases inflamáveis: metano, GLP e vapores de gasolina, monóxido de carbono, gás 
sulfídrico e deficiência de oxigênio; 
b) Presença de água; 
c) Limpeza; 
d) Condições das ferragens como, por exemplo, gancho de puxamento dos cabos; 
e) Condições das emendas existentes; 
f) Necessidades de iluminação artificial, exaustor, ventilação artificial. 
Quanto à presença de elementos combustíveis deve-se observar as seguintes condições: 
a) Se a caixa contém gases acusados pelo detector de gases; 
b) Se na superfície da água, porventura existente na caixa, há presença de óleos; 
c) Se existem nas proximidades postos de combustível ou gás veicular natural – GNV ou outros 
estabelecimentos que possam provocar a presença de combustível no interior das caixas. 
A presença de gases, vapores, inflamáveis e outros contaminantes caracterizam muitas das vezes a caixa 
subterrânea como um espaço de confinamento. 
Os serviços realizados no interior das caixas subterrâneas, somente poderão ocorrer após a neutralização 
e/ou eliminação dos riscos, com o monitoramento contínuo através do detector portátil de gases e a 
presença de empregados treinados e equipados para interferir em emergências. 
O supervisor imediato deverá formalizar a autorização de entrada, permanência e trabalho em espaços 
confinados, através do preenchimento do Formulário de Permissão de Entrada em Espaço Confinado. 
 
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16.1 ESGOTAMENTO DE CAIXA SUBTERRÂNEA 
Quando encontrado água no interior das caixas deve-se proceder da seguinte maneira: 
a) Quando a quantidade de água for pouca que permita o trabalho interno com uso de botas de 
borracha, não há necessidades de esgotá-la; 
b) Já quando o volume de água existente impeça o trabalho interno, a água deve ser esgotada com 
o uso de bombas; 
c) Deverá utilizar Protetor de Boca de Caixa na entrada da caixa subterrânea, quando na execução 
de qualquer serviço no seu interior, protegendo o funcionário contra queda de objetos e impedindo 
a entrada de água; 
 
Figura 124: Sinalização local de trabalho 
a) A bomba deve ser instalada próxima à caixa e provida de um mangote cuja extremidade deve existir 
um ralo de proteção para evitar a entrada de detritos; 
b) O mangote deve ser introduzido na caixa com muito cuidado para evitar que o ralo venha a bater 
nas emendas ou cabos existentes o que pode causar danos aos mesmos. Este ralo deve ser 
colocado dentro do poço de esgotamento existente no piso da caixa o que permite o esgotamento 
total da caixa; 
c) A bomba sempre que possível deve ser instalada de modo que a saída dela esteja virada para o 
meio fio ou bueiro e munida de uma mangueira que afaste a água da bomba e da entrada da caixa. 
 
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16.2 LIMPEZA E INSPEÇÃO DOS DUTOS 
A designação dos dutos a serem ocupados no lançamento dos cabos é determinada pela vistoria da rede 
“Survey”. Essa vistoria tem como objetivo aperfeiçoar as ocupações dos dutos em caixas subterrâneas 
evitando a instalação do mesmo cabo em dutos alternados, cruzamentos, e obstrução de dutos com novos 
cabos. Para tanto, deve se analisar as situações relativas às centrais telefônicas, galeria de cabos e 
distribuidor geral, previsão de outro cabo/central em que vai se conectar variação no prisma de dutos ou 
posição deles nas caixas sucessivas, troca de direção da canalização e previsão de dutos vagos por 
retirada de cabos desativados. Esta designação é de suma importância para o aproveitamento total da 
capacidade da caixa e da canalização. 
Os dutos que são utilizados para a passagem dos cabos devem ser previamente inspecionados e limpos, 
para tanto se deve observar a seguinte sequência: 
a) Enfiamento da vara guia: este processo consiste em introduzir no duto um fio metálico/fibra para 
a instalação do fio guia. Para distância entre caixas subterrâneas menores que 125 metros, utilizar 
somente um lance de fio metálico/fibra, equipado com arpéu A. Para distâncias superiores a 125 
metros, utilizar dois lances de fio metálico/fibra, sendo um lance equipado com arpéu A e o outro 
com uma argola de engate, conforme Figura abaixo; 
 
Figura 125:Enfiamento da vara guia 
b) Podemos também utilizar uma vara para duto palito equipado com uma argola de engate, 
conforme Figura 97; 
 
Figura 126: Vara para duto palito 
 
Vara para duto palito 
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c) Quando as dimensões da caixa permitirem maior rapidez no serviço, as varas poderão ser 
previamente atarraxadas duas a duas e depois enfiadas. Atarraxar um arpéu B a vara o qual 
evitará que a ponta dela encontre dificuldades em ultrapassar as emendas dos dutos, quando esta 
estiver sendo passada; 
 
Figura 127: Arpéu B para varas de dutos 
d) Enfiamento da corda guia: este processo consiste em passar pelo duto a ser ocupado uma corda 
guia utilizando-se do fio guia previamente instalado durante o processo mencionado deste 
procedimento de limpeza de duto. Esta corda guia é utilizada para puxar para dentro do duto o 
cabo de aço a ser usado no mandrilhamento e puxamento do cabo; 
e) Limpeza dos dutos: este processo consiste em remover todos os detritos que se encontram dentro 
do duto e podem danificar a capa de proteção dos cabos durante a instalação; 
f) Passagem do mandril: este processo consiste passar, em toda a extensão do duto a ser ocupado, 
um mandril que acusa os possíveis desalinhamentos que existirem na superfície interna do 
mesmo; 
g) O mandrildeve passar livremente nos dois sentidos, para verificar a qualidade do assentamento 
e das emendas dos dutos. Deve se repetir este procedimento quantas vezes forem necessárias 
para deixar o duto livre e para que não haja dificuldades no lançamento dos cabos. 
 
Figura 128: Canalizações principais 
 
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16.3 PASSAGEM DO MANDRIL E ENFIAMENTO DO CABO DE AÇO 
Após o enfiamento da corda guia no duto a ser ocupado, deve ser feita a limpeza do mesmo. 
Em nenhuma hipótese deve ser puxado o cabo sem que o duto tenha sido devidamente limpo. 
Para executar a limpeza do duto e a passagem do mandril é necessário: 
a) Amarrar a uma das extremidades da corda guia a uma das extremidades do mandril; 
b) Utilizando-se de um elo, prender a outra extremidade livre do mandril à corda de aço; 
c) Proceder ao enfiamento do mandril conjuntamente com o cabo de aço, puxando pela corda guia 
até que o conjunto mandril/cabo de aço percorre toda a extensão do duto aparecendo na caixa a 
qual a estar puxando. Repetir o processo quantas vezes forem necessárias. 
 
Figura 129: Conjunto mandril/cabo de aço 
Quando não for possível a passagem do mandril ao longo do duto será necessária: 
a) Proceder retirando o mandril do duto e dobrar uma corrente de ferro duas ou três vezes formando 
um conjunto de aproximadamente 1 metro e assim substituir o mandril pelo conjunto de corrente; 
b) O conjunto de corrente deve ser puxado sucessivamente de uma caixa para outra até a retirada 
da lama ou sujeiras existentes no duto; 
c) Após a passagem do conjunto de correntes, passar o mandril. 
 
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16.4 OBSTRUÇÃO DE DUTOS 
Durante o processo de passagem de fio guia ou mandril pode aparecer algum duto obstruído, o que dá 
origem aos procedimentos de limpeza e desobstrução do mesmo. 
O processo descrito a seguir, deve ser aplicado para linhas de dutos construídos em PVC: 
a) Se não for possível à passagem total do fio metálico/fibra, proceder utilizando varas acopláveis 
entre si, ou seja, vara para duto/palito acoplada a um mandril extrator (pá de duto) para iniciar o 
processo de desobstrução; 
b) Forçar a pá de duto contra o obstáculo até que os detritos se soltem e em seguida retirar a pá de 
dutos e os detritos contidos nela; 
c) A pá de duto deve ser introduzida tantas vezes forem necessárias até que seja possível a 
passagem total da vara; 
 
Figura 130:Desobstrução de dutos utilizando vara palito 
d) Caso não obtenha sucesso na desobstrução em um sentido, iniciar na caixa seguinte o enfiamento 
das varas em sentido contrário ao que estava sendo feito o processo. 
e) As varas enfiadas em sentido contrário deverão ser providas de um arpéu A, o qual se engatará 
no arpéu B que se encontra na extremidade oposta; 
 
Figura 131: Desobstrução de dutos utilizando arpéu A e B 
f) Efetuar a limpeza final do duto utilizando-se da escova de aço. 
Quando não houver possibilidade de passar as varas em nenhum dos sentidos, deve ser calculada a 
extensão da obstrução pela diferença entre o comprimento do lance e o comprimento total das varas 
introduzidas nos dois sentidos. 
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O lançamento de cabos ópticos é uma etapa essencial para a segurança e a garantia de longos anos sem 
eventuais problemas para a rede óptica. 
Por isso, antes de proceder ao lançamento dos cabos, alguns cuidados devem ser observados. 
O cabo deve ser puxado pelo elemento de tração, normalmente provido de um anel, ao qual é engatado 
um destorcedor que por sua vez é engatado a outro anel na extremidade do mensageiro. Desta forma, 
as torções do mensageiro não são transmitidas ao cabo, 
Os cabos ópticos devem ser tracionados por meio de cabos-guia, camisas de puxamento com 
monitoração de dinamômetro, evitando o tracionamento excessivo. 
 
Figura 132:Camisa de Puxamento 
Quando desenrolar o cabo, evitar a formação de laços, o que pode provocar um nó ou uma torção. 
 
Figura 133: para lançamento de cabos ópticos 
• Recomenda-se a utilização de um cavalete ou uma mesa giratória para realizar o 
desenrolamento do cabo. O importante neste caso, é que a bobina gire em torno do seu eixo e 
nunca que o cabo gire em torno da bobina. 
• Nunca utilizar produtos químicos como vaselina, sabão, detergentes etc. para facilitar o 
lançamento dos cabos ópticos no interior de dutos, pois esses produtos podem atacar a capa 
de proteção dos cabos ópticos, provocando a redução da vida útil deles. 
• Quando necessário, a tensão de puxamento deve ser monitorada por uma célula de carga e 
um registrador gráfico durante o lançamento para evitar problemas futuros nas fibras ópticas 
• As extremidades dos cabos ópticos devem ser protegidas para que não haja penetração de ar, 
impurezas ou umidade. 
• Em nenhuma hipótese, o cabo poderá ser submetido a torções e estrangulamentos, 
considerando-se sempre que o raio de curvatura mínimo durante a instalação é 40 vezes o 
diâmetro do cabo e 20 vezes na ocasião da acomodação. 
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• Os cabos ópticos não devem ser estrangulados, torcidos e prensados. Deve-se evitar que eles 
sejam “pisados”, com o risco de provocar alterações nas características originais do cabo. 
• Em hipótese alguma se devem apoiar escadas sobre o cabo óptico. 
• Sobras dos cabos ópticos deverão ser acomodadas considerando-se sempre a fixação e o raio 
de curvatura deles. As sobras que ocorrem durante a instalação deverão ser sempre 
acomodadas em figura oito, considerando-se o raio de curvatura mínimo do cabo óptico. 
• Completada toda a instalação, o cabo deve ser arrumado e acomodado nos degraus da CS 
amarrando e colocando as respectivas identificações conforme orientação de cada cliente. 
• Na instalação deve se observar o projeto deixando as sobras técnicas de aproximadamente 
40m nas CS´s indicadas. Nas extremidades do cabo deve deixar uma sobra mínima de 20m 
para testes e emendas de fibras. 
• Os cabos ópticos não devem ser lançados em infraestruturas que apresentem arestas vivas ou 
rebarbas, pois podem provocar danos aos cabos. 
• (Escolher o local com melhor espaço para trabalho) aproximadamente no meio do lance, 
observar a comprimento do lance físico para otimizar as bobinas. 
• Todos os dutos que foram utilizados para o lançamento devem ser tamponados com espumas 
expansiva, inclusive os dutos que estiverem vazios. 
 
Figura 134: Posicionamento de lançamento de cabos ópticos em CS. 
Retirada do Cabo Óptico Subterrâneo com Reaproveitamento 
• Identifica-se o lance a ser retirado e procede-se ao corte das extremidades do trecho de cabo. 
• Liberar as amarrações existentes na CS do trecho a ser retirado e remover o cabo rebobinando-
o, protegendo as pontas com tubo termocontrátil. 
• Identificar a bobina com uma etiqueta com as informações de tipo e capacidade. 
• Deve-se retirar os acessórios de fixação do cabo da CS, que não será mais utilizada. 
 
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A tabela abaixo define os principais critérios a serem observados na Fiscalização de obras de 
implantação de redes ópticassubterrâneas. 
Lançamento de Cabos Subterrâneos Critérios Classificação 
Rede 
Subterrânea 
Lançamento 
Cabo 
Subterrâneos 
Preparação 
 
O duto que será ocupado está sendo identificado 
previamente e conforme o definido em projeto? O 
mandrilhamento e a limpeza do duto estão sendo 
providenciado para garantir a passagem do cabo 
sem causar danos? 
 
Os testes ópticos de bobinas e o levantamento 
prévio de campo, assim como a identificação do 
subduto que será ocupado e o guiamento, está 
sendo efetuados em conformidade com as 
especificações técnicas. 
Impeditivo 
Instalação 
O posicionamento da bobina e do guincho, a figura 
oito, os cuidados com os cabos existentes, o 
sistema de comunicação e o tracionamento, está 
sendo efetuados em conformidade com as 
especificações? 
Impeditivo 
Acabamento 
A acomodação do cabo novo e dos existentes nas 
caixas subterrâneas está sendo executadas em 
conformidade com as especificações? Está sendo 
verificada se houve algum dano nos cabos ou 
equipamentos existentes? 
 
A fixação e a identificação do cabo estão sendo 
feitas em conformidade com as especificações? A 
disposição do cabo na caixa subterrânea está 
ficando em conformidade com as especificações? 
As sobras técnicas estão sendo deixadas nas 
caixas subterrâneas? Os testes ópticos de lance 
estão sendo efetuados? Está sendo verificado se 
houve algum dano nos cabos ou equipamentos 
existentes? 
Impeditivo 
 
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17. CANALIZAÇÃO SUBTERRÂNEA (CLASSE G) 
As linhas poderão ser construídas com dutos ou subdutos. 
Os subdutos podem ser de PVC para uso no interior de dutos ou de PEAD para uso diretamente 
enterrado; 
• Ao longo da linha de duto ou subduto deve ser lançada uma fita de advertência; 
• Após a abertura das valas, deve-se nivelar o fundo para o correto assentamento dos dutos; 
• Nas linhas de dutos  100 devem ser utilizados espaçadores a cada 2 metros, para facilitar a 
compactação e para melhor ordenação dos dutos; 
• Nas linhas de subdutos não é necessária a utilização de espaçadores; 
• Os dutos, de um modo geral, dutos e subdutos serão envolvidos com areia. 
• Em casos especiais, serão ser envelopados em concreto, como solos rochosos; 
• Todos os dutos deverão ser guiados e tamponados ao término de construção 
17.1 ASPECTOS GERAIS 
Licenças: Devem-se tomar com antecedência, todas as providências necessárias junto aos órgãos 
competentes, para a interrupção ou desvio do trânsito de veículos e pedestres, bem como a necessidade 
de dutos disponíveis para o órgão público local. Sendo que a responsabilidade de protocolo e licença será 
da empresa responsável pela elaboração do projeto. 
Vistoria: Antes do início dos serviços, a contratada deve vistoriar a área prevista no projeto, verificando 
se sua faixa está desimpedida de canteiros de obras e outros obstáculos. Para se evitar futuros 
transtornos com relação a recuperação do local deve-se fotografar a área a ser construída e os pontos 
principais e ou problemáticos antes do início das obras. Sendo que o relatório fotográfico deverá entregue 
em anexo a documentação final de obra. 
• Localização das caixas: Primeiro deve-se demarcar as Caixas Subterrâneas (CS) nos pontos 
determinados no projeto para a construção delas, que devem ser pintadas considerando-se as 
suas dimensões externas. 
• Locação da Vala: Primeiramente estica-se uma linha entre as duas CS do lance, observando-se 
as cotas (amarrações) constantes no projeto de canalização subterrânea, fornecido pela 
concessionária. Em seguida, demarca-se duas linhas equidistantes e paralelas, ao eixo da vala, 
cuja distância corresponde à largura da vala. 
• Levantamento Planialtimétrico: Quando solicitado, os desenhos dos perfis, dos trajetos das 
linhas de dutos, devem ser executados em papel milimetrado. A escala apropriada para a 
execução dos perfis é: Horizontal: 1:500 Vertical: 1:50 
 
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Na frente dos perfis devem constar: 
• Levantamento planialtimétrico de 10 em 10 metros; 
• Cotas da escavação; 
• Dimensão vertical da rede de dutos· Dreno (dimensionado) onde aplicável; 
• Rocha (dimensionada) onde aplicável 
• Interferência identificada por simbologia 
• Formação da rede de dutos, com as devidas proteções (concreto, areia ou terra peneirada); 
• Número de furos; 
• Tipo de duto utilizado; 
• Carimbo contendo: 
▪ Nome da empresa; 
▪ Localidade e número do projeto; 
▪ Endereço; 
▪ Lance, medidas do CC e PP; 
▪ Escala; 
▪ Largura da vala; 
▪ Início e término do lance; 
▪ Nome do fiscal 
Simbologia (equipamentos existentes no subsolo): 
• Rede de água limpa A 
• Rede de água pluvial P 
• Rede de Gás G 
• Rede de energia elétrica E 
• Rede Telefônica TE 
• Rede de Esgoto S 
• Sinalização de tráfego T 
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Sondagem: As escavações das valas das canalizações subterrâneas devem ser iniciadas somente após 
a execução de sondagens ao longo do traçado dos lances e nos locais previstos para caixas subterrâneas, 
onde deve-se identificar o tipo de solo. A sondagem a ser realizada na fase inicial da construção, tem por 
finalidade verificar se a canalização pode ser executada conforme o traçado planejado, bem como verificar 
/ certificar o tipo / características do solo. A sondagem geralmente é realizada em áreas urbanizadas, 
onde há possibilidade de serem encontradas estruturas subterrâneas, não apresentadas nos projetos de 
canalização subterrânea. 
Sendo que o modelo ideal para a realização das atividades com baixo risco é realizar a sondagem com o 
cadastro de interferência cedido pelo órgão público local. 
Sondagens eventuais deverão ser realizadas para identificar e localizar interferências ao longo do 
traçado; 
Os principais fatores que podem causar alterações no lance são os seguintes: 
• Interferências com tubulações / canalizações subterrâneas de outra concessionária de serviço 
público (por exemplo: abastecimento de água); 
• Presença de água em excesso que exija sistemas de drenagens especiais ou escavações que 
possam aumentar em muito o custo de construção e/ou manutenção. 
Após a execução das sondagens, sendo encontrados obstáculos imprevistos que tornem aconselhável 
qualquer alteração no lance, informar à Concessionária para que sejam tomadas as devidas providências. 
Realizar a verificação visual da sondagem e a sua compatibilidade com o perfil. 
 
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17.2 REMOÇÃO DA PAVIMENTAÇÃO 
Na remoção da pavimentação de calçada, concreto ou asfalto, deve-se manter o corte uniforme com a 
utilização de serra do tipo diamantada, a fim de se evitar danos na pavimentação além da faixa da vala. 
Quando da abertura da vala, os diversos elementos de pavimentação devem ser conservados e 
separados uns dos outros, inclusive da terra retirada na abertura, para que possam ser reaproveitados 
na recomposição de calçadas e compactação do solo. E devem ser acondicionados ao longo da vala, 
sem prejudicar ou causar transtorno ao trânsito de pedestres, dependendo do cenário deverá ser 
recolhido para local apropriado e provisório até a recomposição ou compactação do solo. 
Em locais com jardim, plantas ornamentais deverão ser reservadas para o replantio, quando do términodos serviços, visto que em alguns momentos estes materiais podem conter um valor simbólico para a 
localidade. 
Para a remoção considerar as seguintes atividades: 
• Sinalização, medidas e locação; 
• Sondagens não perdidas para localização de obstáculos; 
• Execução da escavação, qualquer que seja a dificuldade; 
• Acondicionamento das terras extraídas com uso de container, se necessário; 
• Escoramento; 
• Manipulação, retirada e remanejamento de placas de sinalização, cabos e dutos de qualquer tipo; 
• Escoramento e proteção de elementos próximos (postes, caixas e outras canalizações); 
• Redução e esgotamento de água de qualquer procedência; 
• Nivelamento do fundo da vala. 
17.3 ESCAVAÇÃO DE VALA 
Para a escavação da vala é necessário a definição de projeto, em que parte do solo será realizada a 
escavação (calçada, sarjeta ou leito carroçável). Isto determinará a profundidade da vala e as demais 
características da canalização. 
Ao colocar-se entulho na rua / passeio ao longo da vala, este deve ser limitado por tapumes, 
que devem ficar distanciados no mínimo a 80 cm da vala, ou conforme determinação de órgãos 
competentes. O entulho deve ser acumulado a 40 cm a partir das extremidades laterais das valas, a fim 
de impedir que volte a cair nas mesmas, assim como permitir a passagem para trabalhos ao longo da 
obra. 
Deve-se dar total atenção ao alinhamento e prumagem da vala, durante os trabalhos de escavação (não 
pode conter curvas reversas, horizontais e verticais). 
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Deve-se executar durante a escavação da vala, a verificação visual da mesma, evitando-se 
o descrito acima. 
A figura abaixo apresenta as denominações de solo para cada caso. Outra situação, que deverá ser 
levada em conta, é o tipo de solo: Normal, duro/Pantanoso ou Rochoso, sendo que esta classificação 
deverá ser realizada no processo de sondagem na vistoria de orçamento de obra. 
Devem-se considerar as seguintes capacidades de dutos nos projetos de acesso subterrâneos a sites 
dos anéis ópticos: 
1. Site Principal (Início e fim do Anel Óptico): 04 dutos nos casos de abordagem simples e 2 dutos 
nos casos de abordagem dupla; 
2. Site com abordagem dupla: duas entradas com 02 dutos cada uma (abordagem com um cabo) 
3. Site com abordagem simples: uma entrada com 03 dutos (abordagem com dois cabos). 
 
Figura 135: DENOMINAÇÕES DO SOLO 
17.3.1 MÉTODO DESTRUTIVO (MD) 
17.3.1.1 VALA COMUM 
Na vala comum, realizada no passeio utiliza-se Linha de duto em PEAD de 110 mm. 
As dimensões desta vala, quando aplicado dutos de 110 mm variam de acordo com a quantidade. A 
primeira linha (um duto) com 820 mm de profundidade e a última (24 dutos) com 1670 mm. 
Sendo que as larguras da vala serão de 350 a 450 mm (1 a 8 dutos) e 650 mm (12 a 24 dutos) 
respectivamente. 
A contatada deverá aplicar duas fitas de advertência, sendo uma acima da linha dutos e outra entre a 
recomposição e a compactação da vala. A figura abaixo apresenta uma linha de dois dutos, como 
exemplo, na concepção de vala comum. 
A fundo da vala deverá ser nivelado evitando-se angulação na acomodação dos dutos, e caso seja 
necessário uma profundidade maior deve-se suplementar a diferença a cada 250mm com uma unidade 
de suplemento (ver excesso de escavação). 
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Os dutos deverão ser cintados, quando houver agrupamento e em terrenos que necessitem de maior 
estabilidade poderão ser aplicados espaçadores a cada 500 mm de concreto ou PVC, para acomodação 
destes no fundo da vala. 
Nas chegadas de caixas subterrânea os dutos deverão ser centralizados na embocadura e concretados. 
Na chegada do tubo de subida lateral deverá ser utilizado o segmento de duto, que é composto por uma 
barra de 2 m de duto anelado, internamente levemente corrugado, com 110 mm e uma luva e anel (oring) 
de vedação. 
 
Figura 136: Canalização em Vala Comum 110 mm 
A disposição dos dutos na vala, chamado de PRISMA, terá a sua montagem com empilhamento de base 
1, 2 ou 4. A tabela 1 apresenta o resumo de base de dutos e dimensionais da vala comum. 
 
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Tabela 3 : Base Dimensional de Vala Comum 
Duto PEAD 125mm corrugado 
Quantidade 
de dutos 
Base 
LARGURA 
(mm) 
ALTURA 
(mm) 
PROFUNDIDADE PADRÃO 
DA VALA [mm] EP 
Compactação da vala 
[mm] 
1 1 
450 
220 820 
Calçada 400 
Rua 600 
2 
2 
4 390 990 
6 560 1160 
8 730 1330 
12 
3 650 
560 1160 
16 730 1330 
24 1070 1670 
 
As atividades envolvidas na abertura de vala são: 
• Sondagem; 
• Abertura da vala; 
• Nivelamento da vala; 
• Acomodação dos dutos na formação conforme tabela 1; 
• Instalação das fitas de advertência; 
• Fornecimento e instalação dos suportes separadores, que devem ser de concreto; 
• Encapsulamento e compactação com a própria terra; 
• Tamponamento provisório ou definitivo dos dutos; 
• Fornecimento e instalação de luvas de conexão; 
• Teste de mandril e guiamento dos dutos; 
• Concretagem dos dutos na chegada da CS; 
• Retirada de entulhos do volume escavado (VE) 
• Transporte para local adequado de forma provisório ou descarte definitivo (VT). 
Sendo que a contratada deverá observar a legislação local para deposito em passeio/via ou local 
adequado para descarte. 
Outras formações de prismas de dutos subdutos. 
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Figura 137: 02 dutos de PVC 100 mm à profundidade de 0,70 m, vala de 0,35 m 
 
Figura 138: 04 dutos de 100 mm à profundidade de 0,85 m, vala de 0,35 m 
 
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17.3.1.2 VALA ESTREITA EM CALÇADA 
Para o caso de construção com subduto, o formato deverá seguir conforme a figura abaixo. 
Abertura da vala com 820 mm de profundidade e 250 mm de largura e com as mesmas premissas 
estabelecidas para o duto 110 mm, exceto que deverá ser envelopado com areia limpa, com a aplicação 
de água para a redução de volume, para a correta compactação no processo de empolamento e a 
suplementação de profundida a cada 200 mm de excesso. 
A formação do prisma será base quatro, com o total de 8 subdutos singelos, ranhurados internamente e 
agrupados com cinta de nylon. 
 
Figura 139: CANALIZAÇÃO EM VALA COMUM SUBDUTO 
 
 
Figura 140: Sub-duto quádruplo (4 x 40 mm) a 0,65 m de profundidade, vala de 0,20 m 
Empolamento: é o acréscimo de volume de solo quando este é retirado do seu estado natural. 
17.3.1.3 EXCESSO DE ESCAVAÇÃO 
O excesso de escavação (EE) será o volume escavado na vala real menos o volume padrão da tabela 1, 
referindo-se desta forma à profundidade da vala. A qual servirá para cálculo do suplemento. 
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Será considerado dentro do padrão uma angulação máxima da linha de dutos de 5º em relação ao fundo 
da vala. E a escavação em excesso (suplemento de profundidade) só será aceita mediante justificativa e 
por meio de relatório fotográfico ou topográfico geradono processo sondagem. 
1. Vala comum – solo Pantanoso/Duro – tipo 2 
As características que definem o solo Pantanoso é o excesso de água, que para a abertura e elaboração 
da vala, como mencionado no solo Normal, necessariamente precisará de bomba de esgotamento e de 
100% de escoramento. E nas escavações deste tipo de solo deverá ser considerado 100 mm a mais na 
largura da vala como padrão (50 mm para cada lado). 
Após a abertura da vala será necessária a aplicação de brita no fundo com rebaixamento do lençol 
freático, suplementado com encapsulamento em areia e compactação com terra limpa. Conforme figura 
138. 
 
Figura 141: VALA SOLO PANTONOSO 
Para o caso do solo tipo duro deverá ser suplementado com encapsulamento em areia todo o trecho 
canalizado e a compactação da vala com terra limpa. 
 
Figura 142: VALA SOLO DURO 
Nota! Caso seja necessário o rebaixamento do lençol freático ao longo de todo o trecho canalizado, a 
atividade só poderá ocorrer com a devida licença ambiental. 
Considerar o acréscimo do fator de 0,7 ou adicional de 70% nas metragens envolvidas como 
complemento ao tipo de solo Pantanoso/Duro. Este formato é aplicado a todos os tipos de canalização 
no método destrutivo. Nesta modalidade de solo. 
 
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2. Vala comum – solo Rochoso – Tipo 3 
O solo rochoso é caracterizado pelo uso de explosivos ou de máquinas especificas para a quebra de 
rochas em locais urbanos na abertura da vala. 
E para este modelo ser aplicado em campo, será necessário atender os requisitos técnicos de segurança 
e licenças, incluindo ambiental e militar (no caso de explosivos). 
Sendo suplementado o processo de encapsulamento com areia e compactação com terra limpa. 
Considerar o acréscimo do fator de 2,0 ou adicional de 200% nas metragens envolvidas como 
complemento ao tipo de solo Rochoso. Este formato é aplicado a todos os tipos de canalização no método 
destrutivo. Nesta modalidade de solo. 
3. Vala estreita em sarjeta– solo Normal 
A vala estreita em sarjeta poderá ser utilizada em substituição a vala em calçada e no processo de 
travessias. A dimensões da vala serão: 1250 mm de profundidade e 200 mm de largura com subduto 
PEAD 40x34 e 250 mm com PEAD 125. Todas as premissas anteriores devem ser aplicadas neste 
processo. 
4. Mini Vala em leito carroçável – solo Normal 
A mini vala deverá ser utilizada nos processos de travessia, quando autorizado. A dimensões da vala 
serão: 600 mm de profundidade e 60 mm de largura com subduto PEAD 40x34. 
Todas as premissas anteriores devem ser aplicadas neste processo. Sendo que todo o trecho canalizado 
deverá ser encapsulado por concreto. 
5. Vala rasa em leito carroçável – solo Normal 
A vala rasa deverá ser utilizada nos processos de canalização, quando autorizado pela contratante. A 
dimensões da vala serão: 250 mm de profundidade e 250 mm de largura com subduto PEAD 40x34. 
Todas as premissas anteriores devem ser aplicadas neste processo. Sendo que todo o trecho canalizado 
deverá ser encapsulado por concreto. 
6. Travessias 
No processo de travessias em MD, em ruas sem asfalto ou concreto, em todos os métodos de vala, os 
dutos deverão ser encapsulados com concreto. 
7. Travessias de Pontes e Viadutos 
Dependendo da situação encontrada no local, pode-se ter a instalação dos tubos de forma aparente ou 
embutida no interior da ponte. 
Quando aparente, recomenda-se a utilização de tubos de ferro galvanizado 100 mm. 
Quando embutida poderá ser utilizado tanto o PVC-100 mm ou de ferro galvanizado 100 mm. 
Devem ser construídas caixas subterrâneas nas extremidades das travessias para facilitar a instalação 
dos cabos e da manutenção. 
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Nas saídas das pontes os dutos devem ser envelopados em concreto até a entrada nas caixas 
subterrâneas. 
17.3.2 MÉTODO NÃO DESTRUTIVO (MND) 
Em casos em que não há possibilidade de executar a canalização através do método destrutivo, poderá 
ser executado através do método Não Destrutivo com Perfuratriz Pneumática para travessias de 
ruas/avenidas ou com Perfuratriz Direcional para lances maiores. 
 
Figura 143:MND 
O posicionamento dos equipamentos e acessórios, tipo máquina, reservatório de líquido para perfuração 
e reservatórios de decantação deve ser negociado com a prefeitura ou órgão competente. 
Para utilização das máquinas e caminhões de apoio o local deverá estar sinalizado e autorizado pela 
secretaria de trânsito local. 
Da mesma forma que no método anterior, faz-se necessário a adoção de medidas de sinalização, 
segurança e proteção durante o andamento das obras. 
No processo de sondagem é necessário e imprescindível o cadastro de interferência do local com o 
acompanhamento da companhia de água e esgoto e empresas responsáveis pela distribuição de gás. 
O ângulo de perfuração inicial deverá ser de no máximo 3º. 
O método consiste na execução de um furo piloto e posterior puxamento dos dutos ou 
subdutos de PEAD. 
A profundidade de perfuração será determinada pela CONTRATANTE e em conformidade 
com as regras da prefeitura ou órgão competente. 
Os dutos utilizados deverão ser do tipo liso, PN8 para solo normal e PN10 para solo duro, pantanoso ou 
rochoso e são de fornecimento da contratada. 
Está incluso no serviço de MND o processo de Georadar para mapeamento do solo de forma verificar 
possíveis interferências que é obrigatório para a correta sondagem e execução da atividade. 
Após a conclusão dos serviços deve ser feito teste com mandril em todos os dutos e subdutos. 
Em caso com solo especial, aplicar: 
• Terreno arenoso: Utilizar BETONITA + CELOTROL + GOMA POLIMERO SM 200; 
• Terreno com Argila + arenoso: GOMA POLIMERO SM 200 + SM LUBE (óleo biodegradável); 
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• Terreno Pantanoso: GOMA POLIMERO SM 200. 
18. CAIXA SUBTERRÂNEA (CS) - CONCRETO 
As caixas subterrâneas devem ser posicionadas preferencialmente nas calçadas e próximas 
das esquinas. 
As caixas construídas na via, em frente de centrais/armários e em locais de tráfego pesado devem conter 
chassi e tampão circular, com classe do tipo D. 
As caixas construídas em passeio, parques ou áreas internas, com tráfego de pedestres ou veículos 
leves, devem ser do tipo retangular na classe B125. 
No caso de caixas construídas em solo do tipo 2 deverá ser considerado um fator, acrescido ao volume 
interno da caixa de 0,15 ou 15% e no tipo de solo 3 um fator de 0,40 ou 40% acrescido a este volume. 
Deve ser feita no pescoço da caixa ou próximo ao tampão no caso de caixa retangular em um retângulo 
cimentado, na cor amarela, dimensão de 20x30 cm. As letras e números em baixo relevo, com altura de 
5 cm, comprimento 2 cm e profundidade de 0,5 cm, na cor preta. 
Todos os dutos inseridos dentro da caixa, deverão obrigatoriamente ser guiados e tamponados com 
espuma expansiva. 
Regras a seguir: 
• Calçada – tampão e chassi retangular (ver tabela 6); 
• Via – tampão e chassi circular (ver tabela 6). 
• Berço para fixação de cabos e equipamentos. 
• As caixas de emendas devem ser fixadas em berço no interior da CS composto por: 
• Berço para a caixa de emenda; 
• Degrau modelo DC 1 e DC 2; 
• Barra AC – Suporte de degrau SD 1 em caixas do tipo R2, X2 e R3E e degrau SD 2 em caixas do 
tipo S3 e P1. 
• A utilização do DEGRAU será da seguinte forma: 
o Modelo DC1 para a fixação de cabos; 
o Modelo DC 2 para fixação de caixas deemendas (fixar com fio de espinar). 
Nota: No caso de caixas terminais, fixar na parede da CS com suporte apropriado. 
 
 
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Na construção da CS, proceder como segue: 
Escavação: Na escavação deve-se tomar cuidado quanto a prumagem das paredes, verificá-las durante 
o processo de escavação, e dependendo do tipo do solo, deve-se escorá-las. Primeiro deve-se demarcar 
as localizações das Caixas Subterrâneas (CS) nos pontos determinados no projeto de construção, que 
devem ser pintadas considerando-se as suas dimensões externas. 
A vala (escavação) para CS deve ser aberta com a soma das dimensões da CS acrescida de 200 mm em 
cada lado dela. 
O volume da caixa deve ser sempre considerando a área interna da caixa. 
Dreno: Em solos que apresentam água, executar um dreno de pedra britada. Antes da execução do dreno 
e piso, limpar a borda do terreno na escavação da CS, deixando limpo no mínimo 0,40 m no perímetro. 
O fundo da caixa deve ser produzido separadamente das paredes, exceto para as caixas pré-moldadas, 
prevendo ainda um dreno de 300x300 mm no centro da base, para a aplicação de bomba de esgotamento. 
Este dreno deverá ser preenchido com brita número 1. 
Piso: O piso deve ser executado em concreto com espessura de acordo com o projeto. Em caso de 
terreno de baixa consistência devemos utilizar piso estrutural. 
Poço de esgotamento: O poço de esgotamento deve ser moldado durante a concretagem do piso, com 
dimensões indicadas no projeto. A água que penetra nas caixas subterrâneas é prejudicial aos cabos, 
equipamentos e ao trabalho. É necessário que as caixas tenham um poço para facilitar o esgotamento de 
água. Dependendo do local de construção da caixa existem dois tipos de poços de esgotamento (poço 
falso e poço de drenagem) 
• O poço falso consiste em um pequeno poço de 25cm de diâmetro ou retangular com área 
equivalente, por 25 cm de profundidade, construído abaixo do tampão, e serve para a colocação 
do mangote de escoamento. Por ocasião de construção do piso da caixa, deve se ter o cuidado 
de deixá-lo com um ligeiro caimento para o poço, para facilitar o acúmulo da água. O fundo do 
poço deve ser cimentado, a fim de impedir a entrada da água na caixa. 
• O poço de drenagem, com comunicação para o solo; terá as mesmas dimensões do poço falso. 
O fundo deste tipo de poço não deve ser cimentado e sim preparado com uma camada de pedra 
britada para possibilitar o esgotamento de água. Este tipo de poço só pode ser usado em terrenos 
secos especialmente arenosos, em que o lençol d’água fique abaixo do piso da caixa. 
Em caso de “mina d’água” deve ser fechado com concreto (poço falso). 
Instalação da forma: Limpar totalmente o piso antes da instalação da forma, para permitir melhor 
aderência do concreto das paredes. 
Aprumar corretamente a forma, de modo que fiquem corretas as espessuras das paredes (de acordo com 
o projeto da concessionária) e entroncá-la de modo a não permitir o deslocamento vertical e horizontal 
durante a concretagem. 
Instalar na forma, as alças de puxamento de cabos na parede oposta a todas as embocaduras e no 
alinhamento da rede de dutos, sendo a distância entre a parede e a parte interna de 0,08 mm. A alça 
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deve ser chumbada no concreto das paredes junto com dois ferros travados em cruz, tendo cada ferro o 
comprimento especificado no projeto ou indicado pela concessionária local. 
Concretagem da CS: Verificar o concreto especificado e utilizar o vibrador (máximo 0,60 m de altura de 
concreto aplicado). Colocar a ferragem do teto a 0,03 m da parte inferior deste, tendo atenção quanto à 
distribuição dos ferros positivos e negativos e ainda a espessura do teto (de acordo com o projeto). 
Instalação dos Chumbadores e da Barra AC: Deve-se instalar os parafusos M8 x 70 (chumbadores) e 
as barras AC, de acordo com o projeto. 
Construção de Embocaduras: As redes de dutos devem obedecer às medidas indicadas em projeto. 
As embocaduras opostas nas CS´s devem ter um desnível e quando isto não for possível, devido às 
interferências encontradas, verificar a possibilidade de aumento nas dimensões das CS´s. 
As embocaduras próximas devem ter uma defasagem de no mínimo 0,20 m, possibilitando a saída dos 
cabos, abaixo do último cabo instalado, devendo ser previsto quando da definição do perfil. Os tubos 
devem ser emendados no mínimo a 0,50 m das paredes da caixa. 
A embocadura na caixa deve ser centralizada nas suas paredes seguindo a linha de dutos, e com 
chanfros, inclusive ao longo de toda a sua borda para se evitar cantos vivos. 
Sendo que, os dutos devem ser concretados em todas as chegadas. 
Tampão e chassi para caixa subterrânea: São utilizados dois tipos de tampões e chassis para CS: 
• RR 27: utilizados em leito carroçável (o chassi deve ficar 0,02 m acima do nível do pavimento). 
• QC 43: utilizados no passeio, praças e locais onde não há circulação de veículos (o chassi deve 
ficar 0,02 m acima do nível do pavimento). 
Aterro da Caixa Subterrânea: O aterro da CS deve ser executado com material de boa qualidade, sem 
detritos, devendo ser compactado mecanicamente. 
Recomposição da superfície em torno da caixa subterrânea: 
• Asfalto: A recomposição da capa asfáltica deve ter 0,05 m e a sub-base deve ser executada de 
acordo com as especificações previstas em projeto. 
• Paralelepípedos: A recomposição deve ter 0,34 m, sendo 0,14 m do material do paralelepípedo e 
0,20 m da sub-base de concreto de FCK 7,5 Mpa com pedra número 01 e 02. Quando não for 
utilizada sub-base de concreto, o paralelepípedo é assentado em coxim de areia com 0,10 m de 
espessura. 
• Calçada com ripa (c/c/r) ou calçada sem ripa (c/s/r): A recomposição deve ter 0,10 m de concreto 
de FCK 7,5 Mpa com pedra número 01 e 02. 
• Ladrilhos, lajotas, cerâmicas, etc: A recomposição deve ter 0,15 m, sendo 0,05 m do material e 
0,10 m de concreto de FCK 7,5 Mpa com pedra número 01 e 02. 
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• Sarjeta: Deve ser reconstruída conforme a espessura danificada, utilizando-se concreto de FCK 
7,5 Mpa com pedra número 01 e 02. 
As recomposições devem ser executadas conforme acima, porém em casos de normas específicas da 
localidade, onde a obra está sendo executada, estas devem ser seguidas. 
Tamponamento da Rede de Duto de subida lateral e Caixa Subterrânea e: Sempre que os trabalhos 
de construção forem interrompidos, após o assentamento dos dutos e no final da obra, os mesmos devem 
ser vedados com tampões apropriados ou com espuma expansiva, para evitar a entrada de materiais que 
possam obstruir o duto. 
18.1 TIPO DE CAIXAS SUBTERRÂNEAS 
As caixas devem seguir o tipo determinado em projeto. 
Os dimensionais de caixas e tampas seguem conforme tabela 2 e 3. E nas regiões de alta incidência de 
furto, deverá ser aplicado o modelo de tampas com trava. 
São caixas instaladas em canalização secundárias, de pequenas dimensões, são utilizadas para 
passagens de cabos, emendas (tipo cabos ópticos). 
As caixas tipo R devem ser localizadas normalmente nas calçadas. Devem ser construídas com tijolos ou 
em concreto pré-moldado. 
Tabela 4 : DIMENSIONAIS DE TAMPAS E CHASSI 
Tipo 
Dimensões (Max) 
Tampão [mm] Chassi [mm] 
RR-90 730,0+0-0,4 737,7+0,4-0 
R-2 
558,0+0,0–3,0 568,0+3,0 – 0,0 
1108,0+0,0–5,0 1118+3,0 – 0,0 
R-1 
390,0+0,0–2,0 400,0+2,0 – 0,0 
635,0+0,0–2,0 645,0+2,0– 0,0 
 
 
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Tabela 5: DIMENSIONAL DE CAIXAS SUBTERRÂNEAS (CS) 
Tipo 
Dimensões Internas [m] 
Nº de Dutos Volume interno [m³] Largura X Comprimento X 
Altura 
R1 0,35 x 0,6 x 0,5 1 0,11 
R2 0,52 x 1,07 x 0,5 2 a 4 2 
R3 1,2 x 1,2 x 1,3 4 a 6 
R4/X2 1,0 x 1,2 x 1,0 4 1,25 
S3 MOD/R3E 1,20 x 1,2 x 1,0 6 1,44 
S3 1,2 x 1,8 x 1,3 8 3,04 
 
As identificações das caixas deverão ser realizadas internamente, visto que algumas prefeituras não 
autorizam a aplicação externa ou em calçada. Conforme figura abaixo. 
A caixa deve ser fornecida com tampa de ferro pintada com anti-corrosivo, com trava de segurança e 
dobradiças reforçadas que garantam o uso prolongado, com logotipo da American Tower, incluso todo o 
material civil necessário e com as seguintes medidas internas. 
 
Figura 144: Exemplo de caixa subterrânea externa 
Deverá ser registrado com pintura na caixa, CS-TIPO-NÚMERO DA CAIXA, exemplo: CS R2 001, nome 
da American Tower, mês/ano de construção e Nome da construtora responsável pela execução. Poderá 
ser aceito a identificação com placa de acrílico ou alumínio com tratamento UV e resistente a água. 
Dreno
CS R2 001
09/19 TLP
 
Figura 145: Identificação CS 
 
 
 
 
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Os cabos não devem permanecer tencionados, no interior dos dutos e nas caixas de passagem. Nos 
casos em que não houver emendas, devem ser acomodados nas laterais das caixas de passagem e 
fixados com abraçadeiras plásticas. Nas caixas de passagem onde forem executadas emendas, deve-se 
deixar uma folga de 1 ½ volta de cabo de cada extremidade, além das sobras necessárias para a 
execução das emendas. Os cabos e as caixas de emendas devem ser sempre fixados nos suportes 
existentes nas caixas de passagens. 
 
Figura 146: Caixa subterrânea com reserva de cabos 
Rebaixo de Caixa Subterrânea 
Deve-se colocar uma proteção com lonas, envolvendo os cabos, a fim de se evitar choques de 
ferramentas com eles. 
A remoção do material deve ser feita através de balde, pelo tampão da CS, com a utilização de sarilho. 
A instalação da forma deve ser executada, conforme descrito anteriormente, deixando-se na parte 
superior da forma uma aba de 0,10 m, a fim de possibilitar o preenchimento total sob a parede existente. 
Ao retirar a folha deve-se observar o preenchimento total e remover as rebarbas do concreto, executando 
os acabamentos necessários. 
 
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18.1.1 CAIXA SUBTERRÂENA (CS) DE PLÁSTICO 
Os modelos com caixas tipo plástica deverão ser considerados os mesmos dimensionais das caixas de 
concreto. 
Na abertura da vala também deverá ser considerado o mesmo processo apresentado para o modelo 
concreto. 
Neste modelo de caixa, a contratada deverá elaborar a base e teto em concreto, com 150mm de 
espessura, com armação de ferro CA-50 3/8. 
A montagem dos módulos deverá ser realizada no local da vala e de acordo com o manual de instalação 
do fabricante, onde deverá realizar a furação (embocadura) e a instalação do suporte de degrau. 
A contratada deverá instalar a base na vala, em seguida aplicar 50mm de massa de reboco com uso de 
impermeabilizante na mistura, ao longo da borda da base, após deverá descer a caixa sobre a base 
fazendo o acabamento para garantir a vedação entre base e caixa. 
No processo de compactação a contratada deverá realizar o escoramento da caixa com os suportes de 
travamento em quatro pontos, conforme o manual do fabricante. 
Em seguida deverá realizar a instalação do teto, pescoço, tampa e identificação. 
19. DUTO LATERAL 
O duto lateral é a transição entre o lançamento de cabos no subterrâneo e o início do lançamento aéreo. 
a. Na locação do lateral, deverá ser levado em conta o seu posicionamento com relação a fachada 
de imóveis, possibilidade a ocorrência de acidentes de trânsito, possibilidade de enchentes e a 
proximidade da ponta superior do cano lateral de circuitos de alta tensão e transformadores de 
força. 
b. A construção do lateral deverá seguir o padrão para construção de canalização subterrânea 
descrito acima, e o padrão da concessionária de energia para instalação no poste. 
O formato básico é composto por: 
• Duto galvanizado de 100 mm, galvanizado a fogo para as redes FTTH, bipartido ou não para 
acesso aos POPS, no caso de atendimento pontual (Acesso a clientes e edifícios), poderá ser 
utilizado de 75 mm bipartido ou inteiro; 
• O duto galvanizado utilizado para subida lateral deve possuir 3 (três) metros de comprimento. 
Somente poderão ser utilizados dutos com comprimentos acima de 3 (três) metros em locais que 
apresentam locais sujeitos a riscos furtos e queimadas. 
• Amarração/fixação com fita de inox de ¾ ANSI 304 e ajustadores; 
• Quando houver necessidade de redução do duto de transição, utilizar luva de redução em ferro 
fundido de 100 para 75mm, quando aplicável. 
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No caso de utilização de subduto agrupado a contratada deverá levar o conjunto de dutos até a subida 
lateral, revestindo este conjunto com o seguimento de duto para realizar a curvatura de subida até a luva 
de redução, sendo no máximo quatro (4) subdutos na subida e uma única subida, não sendo necessário 
deixar redução reserva. 
No caso de a canalização ser realizada com duto de 110 mm, também deverá ser aplicado o segmento 
de duto para o trecho de curvatura e chegada até a luva de redução, sendo que, em ambos os casos, as 
junções (dutos e luva de redução) deverão ser concretadas na chegada do poste de energia. 
A fixação do duto junto ao poste será com fita de inox e caso o modelo do poste seja duplo T, a primeira 
fita, próximo ao solo, deverá ser substituída por fio de aço galvanizado por motivos de segurança. A figura 
abaixo apresenta o modelo construtivo. 
Todos os dutos laterais instalados, com ocupação ou não, devem ser guiados e tamponados com espuma 
expansiva. 
 
Figura 147: Construção de duto lateral 
Nota: Caso o poste que contempla a subida lateral seja previsto a sua substituição ou a multiplexação da 
rede deverá ser deixada uma sobra técnica de 5m adicional a sobra já prevista para o ajuste posterior da 
rede. 
 
 
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A tabela abaixo define os principais critérios a serem observados na Fiscalização de obras de canalização. 
Construção Galerias Critérios Classificação 
Caixas 
Subterrâneas 
e Dutos 
Pavimento 
Demolição 
Está sendo executada em conformidade com as 
especificações, evitando danos necessários? 
Impeditivo 
Acomodação 
O material resultante da demolição está sendo 
acomodado de modo a não prejudicar ou causar 
transtornos aos transeuntes e ao tráfego de veículos? 
Impeditivo 
Recomposição 
O pavimento está sendo recomposto com materiais de 
boa qualidade e de modo a restaurar as características 
originais? No caso de travessia sob pontes ou viadutos, 
os mesmos estão sendo recompostos de forma a 
restaurar as características originais? 
Impeditivo 
Valas 
Escavação 
A vala está sendo locada, conforme o definido em projeto 
ou pela fiscalização? A escavação estásendo executada, 
respeitando as estruturas alheias, o projeto, as normas e 
as práticas de construção de canalização subterrânea? 
Impeditivo 
Reaterro 
Está sendo executado em camadas, utilizando materiais 
isentos de pedras ou entulhos? 
Impeditivo 
Compactação 
Está sendo feita em conformidade com as especificações 
técnicas? 
Impeditivo 
Dutos 
Assentamento 
Os dutos estão sendo alinhados na horizontal e na 
vertical? As emendas estão sendo executadas em 
conformidade com as especificações técnicas? Os 
separadores utilizados estão em conformidade com as 
especificações? No caso de travessia sob os pontos ou 
viadutos, a instalação está sendo realizada em 
conformidade com as especificações? 
Impeditivo 
Proteção 
O envelopamento está sendo executado em 
conformidade com as especificações técnicas? A 
instalação de lajotas de proteção está em conformidade 
com as especificações técnicas? A fita de aviso está 
sendo instalada de acordo com as normas e práticas? 
Impeditivo 
Mandrila mento 
A qualidade dos dutos está sendo verificada com a 
utilização de mandril especificado e nos dois sentidos? 
Está sendo deixado o fio guia? O Tamponamento dos 
dutos está sendo feito em conformidade com as 
especificações técnicas? 
Impeditivo 
Caixas 
Estrutura 
A caixa moldada no local da obra ou pré-moldada estão 
sendo construídas de acordo com o traço estipulado em 
projetos e normas e com as espessuras e ferragens em 
conformidade com as especificações técnicas? Estão 
sendo tomados os cuidados para assegurar a 
estanqueidade da caixa? 
Impeditivo 
Instalação 
A locação e a instalação estão sendo efetuadas, 
conforme o definido em projeto ou pela fiscalização? As 
dimensões estão obedecendo ao projeto e as normas? 
No caso de ampliação de caixas, estão sendo tomados 
cuidados devidos? 
Impeditivo 
Acabamento 
As paredes estão ficando lisas, planas, sem rebarbas e 
com a pintura em conformidade com as especificações? 
As ferragens (suporte degrau, ganchos, parafusos, 
barras e outros) estão sendo instalados dentro dos 
padrões? Os recessos para válvulas, chegada de dutos e 
pote de pupinizarão, assim como o poço de drenagem 
estão sendo feitos dentro dos padrões? 
Impeditivo 
 
 
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20. POP 
A infraestrutura para acomodar os equipamentos em um Ponto de Presença da ATC pode ser do tipo 
casa ou container. 
 
Figura 148: POPs Telecom 
20.1 OCUPAÇÃO DE POPS E IDENTIFICAÇÃO DE CABOS 
Na chegada dos POPs, os dutos são redundantes o que, deverão ser utilizados nos dutos com 
distanciamento na esteira, para a otimização das esteiras verticais e a não sobreposição nas esteiras 
horizontais; 
 
Figura 149: Entrada de cabos POPs 
Os dutos a serem utilizados, devem ser retamponados após o uso, com espuma expansiva; 
Os cabos devem ser amarrados em todo o trajeto das esteiras com barbante encerado, é proibido a 
instalação com abraçadeira plástica ajustável e deverão ter a identificação nas subidas verticais e nas 
descidas no Rack DGO; 
Os cabos, nas esteiras horizontais, a partir do 4 cabo, deverão ser amarrados em sistema de 
empilhamento 
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Figura 150: Encaminhamento dos cabos com cordão encerados 
O primeiro cabo deve ter sua instalação iniciada ao fundo da Lateral de bastidor do DGO (1) em seu lado 
direito e os cabos seguintes ao lado deste; até totalizar uma camada de 06 cabos. 
Os cabos de 07 a 12 devem ocupar uma segunda camada na sequência dos 06 cabos iniciais. 
 
Figura 151: Sequência de crescimento cabos ópticos terminados DGOs 
Os cabos ópticos e trunk devem ser agrupados em forma de “chicotes”, evitando-se trançamentos, 
estrangulamentos e nós. 
Posteriormente devem ser amarrados com velcros para que possam permanecer fixos sem, contudo, 
apertar excessivamente os mesmos. 
 
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20.2 LAYOUT DGOs e OLTs 
A posição do DGO e OLT pode variar entre lado direito e esquerdo visualizando pela frente, mas sempre 
um estará ao lado do outro. 
 
Figura 152: . Esquemático de interligação dos bastidores DGO e OLT e suas respectivas dimensões 
Os DGOS devem ser montados conforme projetado em layout e, as descidas de cabos ópticos deverão 
ser paralelas ao Rack das OLTs. 
 
 
Figura 153: Exemplo Layout Sala Telecom 
 
Figura 154: DGO e OLTs 
 
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20.3 IDENTIFICAÇÃO DE SUB-RACKS 
Os DGOS devem ter suas identificações conforme projetado em frente a cada bandeja designada para 
os cabos 
UF. SIGLA POP. CP_”Nº DO CABO ALIMENTADOR”.PDF-”INICIAL” AO “FINAL” 
CARTÃO “Nº INICIAL” – “Nº FINAL” QUE O CABO FOI TERMINADO 
 
Figura 155: No DGO deverá ser identificados os cabos alimentadores terminados 
Na etiqueta deve ser inserido a numeração que se encontra em projeto, para uma melhor identificação. 
A identificação dos cartões que forem terminados os cabos nos módulos de suma importância para 
 
Figura 156: Sequência de instalação DGOs 
 
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As descidas de cabos nos DGOS devem estar protegidas com tubo corrugado, tipo TIC, com 
identificações individuais por cabos e amarrados de dentro para fora da coluna de cabos. 
 
Figura 157: Instalação de tubo corrugado para proteção 
 
Figura 158: Identificação dos cabos na entrada do rack DGO 
 
Figura 159: Deverão ser usado tubo de transporte para proteger as fibras serão fusionadas no cartão 
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Figura 160: Identificação e organização de cartões DGO 
 
Figura 161: Organização emendas DGO 
Durante a montagem do rack, deve-se considerar os seguintes itens: 
• Guias de Cabos Vertical montadas nas laterais do rack, permitindo guiar e fixar o cabeamento 
horizontal na parte traseira do rack e a fixação dos cabos de manobra na face frontal do guia; 
• Guias de Cabos Horizontal; 
• Guia de Cabos Superior; 
• Guia de Cabos Inferior; 
• Prateleiras; 
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• Painéis de fechamento 
Os acessórios disponíveis para os racks possibilitam um gerenciamento eficiente dos cabos e a 
manutenção dos raios de curvatura preservando as características das fibras ópticas. 
20.4 FIXAÇÃO DO RACKs 
Os racks devem ser fixados em uma das três formas de instalação: 
• Instalação em piso falso (Piso elevado); 
 
• Instalação em piso de concreto; 
 
• Instalação em esteiramento e instalação em parede 
 
 
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21. CONFECÇÃO DE EMENDA ÓPTICAS E CTOP (CLASSE F) 
Cuidados específicos para trabalhos em redes ópticas 
• Não direcionar aos olhos qualquer extremidade de fibraóptica, mesmo que esteja em plug óptico. 
• Fixar mensagens nas proximidades dos conectores ópticos, com a seguinte inscrição. 
PERIGO, RADIAÇÃO LASER! 
• Utilizar instrumental adequado para verificação da presença de sinal óptico. 
• Não inspecionar extremidades de cabos / cordões ópticos danificados com lentes de aumento, 
microscópios ou similares, até que se tenha certeza da desativação do sistema. 
• A fibra óptica é extremamente fina e, assim sendo, deve ser dada atenção especial ao manusear 
as sobras, para evitar danos à mesma; 
• Cuidado especial deve ser tomado ao manusear o cabo de fibra óptica, de maneira que o mesmo 
não venha a sofrer choques mecânicos ou outros danos; 
• O cabo de fibra óptica não deve ser cortado com serra metálica, mas sim com cortador de cabos; 
• Deve-se deixar uma folga de cabo, a partir dos pontos de aplicação do conjunto de ancoragem, 
suficiente para a execução da emenda no solo. 
• O raio de curvatura do cabo de fibra óptica deve ser acima de 200 mm, e para a fibra, acima de 
40 mm; 
• Ferramentas e materiais devem ser checados pela quantidade e em separado; materiais devem 
ser mantidos em recipientes separados das ferramentas; 
• A operação de emenda de fibra óptica deve ser realizada por completo, e a operação não deve 
ser interrompida; 
• Quando o trabalho de emenda tiver que ser interrompido os comprimentos extras das fibras 
deverão ser cuidadosamente alojados e a caixa de emenda deverá ser fechada de maneira a não 
permitir a entrada de umidade; 
• Usar óculos de segurança. 
• Não esfregar os olhos quando estiver clivando fibras. Havendo suspeita de alojamento de pedaço 
de fibra nos olhos, procurar socorro médico imediatamente. 
• Remover todos os restos de fibras ópticas adequadamente para um recipiente. 
• Não soprar ou inalar os resíduos de fibras ópticas. 
• Manter o ambiente de trabalho limpo durante o processo de emenda. 
 
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Nos trabalhos com máquinas de fusão devem ser adotadas as seguintes precauções: 
a) Não tocar nos eletrodos, durante ou após o processo de fusão; 
b) Alertar aos portadores de lentes de contato quanto ao risco de colamento da mesma ao globo ocular, 
em decorrência do arco voltaico. 
Nos trabalhos com Reflectómetro Óptico no Domínio do Tempo (OTDR) devem ser adotadas as 
seguintes precauções: 
a) Não olhar diretamente a radiação do laser; 
b) Verificar a tensão de alimentação do equipamento; 
c) Não usar gás fréon para limpeza do conector da unidade plug-in; 
d) Proteger e evitar impactos; 
e) Não limpar o equipamento com acetona; 
f) Deixar o conector de unidade plug-in (optical out put) sempre vedado. 
Nos trabalhos com clivadores devem ser adotadas as seguintes precauções: 
a) Não tocar a lâmina, para evitar cortes; 
b) Usar óculos de segurança; 
c) Proteger e evitar impactos; 
d) Efetuar limpeza com material apropriado. 
Nos trabalhos com Reflectómetro Óptico no Domínio do Tempo (OTDR) devem ser adotadas as 
seguintes precauções: 
a) Alicate Universal e de Bico; 
b) Alicate de corte 6”; 
c) Arco de serra 12”; 
d) Caneta para marcação; 
e) Chave de Allen; 
f) Chave de Boca fixa e regulável; 
g) Chave Fenda; 
h) Chave Phillips; 
i) Cortador circular e longitudinal de tubo loose; 
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Número: IT- 002 
 
j) Cortador circular e longitudinal da capa de cabo; 
k) Clivador de Precisão; 
l) Estilete, Serra e Tesoura; 
m) Escada; 
n) Lona; 
o) Suporte fixação de trabalho (CEO); 
p) Bomba para esgotamento de água; 
q) Manômetro; 
r) Luminária; 
s) Álcool isopropílico; 
t) Papel absorvente; 
u) Braçadeira plástica; 
v) Vaselina; 
w) Estopa; 
x) Fitas adesivas (crepe, isolante e auto fusão); 
y) Suporte de acomodação da caixa de emenda; 
z) Sabão neutro. 
Equipamentos e Instrumentos (Verificar ETC-09) 
a) Máquina de emendas por fusão; 
b) Refletômetro óptico (OTDR); 
c) Adaptador para fibras nuas; 
d) Aquecedor para protetor de emenda termo contrátil. 
Nota: As máquinas de fusão devem ser homologadas pela American Tower. Sendo que máquinas 
chinesas não são recomendadas devido a deficiência da bateria para suportar a carga no momento da 
fusão. Visto que esta deficiência em alguns momentos não ser perceptível no teste de OTDR. A troca dos 
eletrodos deve ocorrer a cada 3000 (mil) fusões/arcos ou conforme manual do fabricante. 
Já no caso dos Clivadores será a durabilidade do diamante composto nas lâminas de corte e a opção do 
passo de regulagem. Os Clivadores homologados possuem uma média de 48 mil clivagens e os chineses 
ficarão em torno de 5 mil clivagens com intermitência. O clivador deverá ser “roletado” a cada 
2000/3000/4000 clivagens, ou conforme o fabricante. Sendo 24/16/12 giros e 3 passos, ou conforme 
fabricante, de elevação para garantir as 48.000 (mil) clivagens. 
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Número: IT- 002 
 
Os equipamentos e ferramentas de precisão deverão atender os requisitos da especificação técnica 09 
da American Tower e ter passado no processo de homologação. 
Para confecção de Emenda Óptica – Seguir os passos abaixo: 
1. Abertura da Caixa de Emenda e CTO 
2. Preparação e abertura de cabos a serem emendados 
Nesta etapa deve-se verificar o comprimento da sobra técnica do cabo e cortá-lo na medida certa, 
acomodando de tal forma que o cabo fique imune a acidentes externos. 
a) Tirar à medida das sobras de cabo na posição que deverá ficar acomodado a caixa de 
emenda; 
b) Identificar entrada e saída do cabo; 
c) Cabo de derivação se tiver, planejar entrar pelo lado oposto o cabo que será emendado. 
1. Abertura do Cabo Óptico: A preparação do cabo inicia-se com a retirada dos capuzes de 
fechamento, e a abertura da capa do cabo, nas pontas, nas medidas recomendada pelo 
fabricante da caixa a ser utilizada no fechamento da emenda. Efetuar os cortes do tubo de 
fibras e do elemento de sustentação nos comprimentos adequados para que possa fixar 
na caixa de emenda. 
2. Abertura do cabo e fusão: O cabo deverá ser aberto na média de 2,4 m, com os tubos 
distribuídos no compartimento da caixa e as fibras nas bandejas de fusão. Sendo que na 
fusão deverá ser utilizada protetores de emenda no comprimento de 45 x 3,5 mm sem 
contração. 
a) Para emendas de cabos diretas ou derivação, abertura de 180 cm, conforme mostra a Figura 
abaixo; 
 
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Folha: 139/ 157 
Versão: 
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Data de Revisão: 
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Número: IT- 002 
 
 
Figura 162: Preparação Cabo Terminação 
b) Para as emendas de cabos em sangria onde há necessidade de emenda somente algumas fibras, 
remova 240 cm de capa do cabo, conforme mostra a Figura abaixo; 
 
 
Figura 163: Preparação cabo em sangria 
c) Posicione os cabos de modo que fique paralelo, conforme mostra a Figura 117 abaixo; 
 
Figura 164: Exemplo de marcação para abertura cabo em sangria 
d) Marque o cabo no centro da abertura e remova a capa do cabo à esquerda e à direita da marca, 
em uma distância total de 100 cm (um pouco mais como a distância entre dois pontos de inversão 
no cabo) para achar o ponto de inversão, conforme mostra a Figura 45 abaixo; 
 
Figura 165: Identificação modo de reversão SZ 
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INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
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Folha: 140/ 157 
Versão: 
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21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
e)cable for 
the access network 
• G.694.1: Spectral grids for WDM applications: DWDM frequency grid 
• G.697: Optical monitoring for dense wavelength division multiplexing systems 
• G.992.1: Asymmetric digital subscriber line (ADSL) transceivers 
• G.992.3: Asymmetric digital subscriber line transceivers 2 (ADSL2) 
• G.992.4: Splitter less asymmetric digital subscriber line transceivers 2 (splitter less ADSL2) 
• G.992.5: Asymmetric digital subscriber line 2 transceivers (ADSL2)- Extended bandwidth 
ADSL2 (ADSL2plus) 
• G.993.2: Very high-speed digital subscriber line transceivers 2 (VDSL2) 
• G.984.1-7: Redes ópticas passivas compatíveis com Gigabit (GPON) 
• G.987.1-4: Sistemas de rede óptica passiva de 10 Gigabits (XG-PON) 
• G.989.1-3: Redes ópticas passivas de 40 Gigabits (NG-PON2) 
D. AMERICAN TOWER 
• PADRÕES DE ELABORAÇÃO DE PROJETO FTTH, REDE AS – IS E BACKBONE ATC 
• PREPARAÇÃO_FORMATO_ENTREGA_PROJETO_CADASTRO_CONNECT_MASTER 
• INSTRUÇÃO DE TRABALHO 1 - TESTE DE ACEITAÇÃO DE REDE ÓPTICA ATC 
• INSTRUÇÃO DE TRABALHO 2 - ACEITAÇÃO FÍSICA DE REDE ATC 
• INSTRUÇÃO DE TRABALHO 3 - LEVANTAMENTO DE LOTE/MERCADO E CADASTRO 
• INSTRUÇÃO DE TRABALHO 4 – CONFECCÇÃO DE MUB NOVAS CIDADES 
• INSTRUÇÃO DE TRABALHO 5 – ELABORAÇÃO DE PROJETO EXECUTIVO 
• INSTRUÇÃO DE TRABALHO 6 - EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E 
COLETIVA 
• INSTRUÇÃO DE TRABALHO 7 - CONSTRUÇÃO DE CAIXA SUBTERRANEA 
• INSTRUÇÃO DE TRABALHO 8 - INSTALAÇÃO DE DUTO CORRUGADO DE 
POLIETILENO (PEAD) 
• INSTRUÇÃO DE TRABALHO 9 - SINALIZAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS 
• INSTRUÇÃO DE TRABALHO 10 - CONSTRUÇÃO DE CENARIOS PRUMADAS 
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INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
FISCALIZAÇÃO E ACEITAÇÃO FÍSICA DE 
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Folha: 8/ 157 
Versão: 
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Número: IT- 002 
 
• INSTRUÇÃO DE TRABALHO 11 - CATÁLOGO DE MATERIAIS FTTH - 
CARACTERISTICAS 
• ORIENTANÇÕES E DIRETRIZES 
• MANUAIS DE FORNECEDORES DE SOLUÇÕES AMERICAN TOWER. 
Quaisquer novos documentos normativos que venham a ser adotados pela CONTRANTANTE serão 
repassados à CONTRATADA e passarão a ser aplicáveis ao contrato. 
A CONTRATADA deve possuir em seu acervo, e ter conhecimento do teor e aplicabilidade, os 
documentos normativos voltados ao objeto do contrato. 
A não observância ou alegado desconhecimento de qualquer documento normativo aplicável a esta 
especificação poderá ensejar a não aceitação dos serviços executados, bem como a aplicação de 
sanções à CONTRATADA. 
 
4. AMBIENTE E SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO 
Devem ser cumpridos todos os procedimentos relativos às normas ambientais e de segurança e de saúde 
do trabalho em vigor associados à atividade. 
5. MATERIAL UTILIZADO 
Na construção da rede deverão ser aplicados, exclusivamente, os materiais constantes nos catálogos de 
fornecedores homologados pela American Tower Brasil. 
Na eventual necessidade de utilização de materiais não constantes da listagem de itens homologados, a 
área de planejamento de rede da American Tower deverá ser consultada, para validar ou não a utilização. 
Para a homologação de novos materiais deverão ser seguidos procedimentos específicos e não devem 
ser aplicados antes das análises e testes de laboratórios. 
Materiais cuja homologação seja compulsória pela ANATEL, de acordo com a resolução nº 242, de 30 de 
novembro de 2000, e que possuam o respectivo certificado de homologação, só poderão ser aplicados 
mediante a autorização da ATC. 
Todo descarte de material reciclável e não reciclável, deverá ser realizado a rastreabilidade desde a 
origem até o destino, por empresa devidamente certificada e com apresentação de destino. 
A aquisição de materiais de ferragens e miscelâneas de fornecedores não homologados pela American 
Tower e sujeito de penalidade de substituição total dos materiais sem pagamento do serviço, multas e até 
mesmo a rescisão contratual no caso de reincidência. 
 
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INSTRUÇÃO DE TRABALHO – 
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REDE ÓPTICA – FTTH E REDE AS - IS 
Folha: 9/ 157 
Versão: 
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Data de Revisão: 
21/11/2021 
Número: IT- 002 
 
6. PREMISSA DE PROJETO E CONSTRUÇÃO 
A construção de rede deverá seguir as seguintes premissas: dos projetos executivo, subterrâneo 
(canalização) e aéreo, das concessionárias de energia, das prefeituras e da segurança do trabalho. 
Considerar ainda:Projetos: Todas as alterações devem ser alinhadas com a área responsável e deverão 
ser observados em campo os pontos de riscos como: vandalismo, de rompimento em travessias, rede 
baixa, poste sem condições de uso, mudança de traçado, alteração de caixas terminais, mudando o 
posicionamento de limites entre outros pontos que dificultem a operação; 
• Prefeitura: Todas as construções deverão estar licenciadas e com as devidas liberações de 
trânsito e demais órgãos reguladores. Quaisquer serviços relativos à abertura de valas, devem ser 
iniciados após a obtenção de licenças e cópias devem ser mantidas no local de trabalho, para 
serem apresentadas sempre que solicitadas. Deverão ser respeitados todos os itens descritos de 
recomposição asfáltica e recuperação de passeio, bem como as leis ambientais de cada 
município; 
• Propriedades públicas, ou privadas, tais como ferrovias, rodovias, aeroportos e pontes, 
requerem licenças especiais. Nestes casos, as proprietárias, concessionárias, ou controladoras, 
cobram taxas mensais pelo direito de passagem de cabos e infraestruturas de dutos, postes, ou 
outros equipamentos, por suas faixas de domínio; desta forma, deve antes da construção e ou 
instalação das redes, certificar que há autorização para os serviços. 
• Concessionárias: todas as construções deverão estar licenciadas e necessariamente devem 
atender as normativas vigentes de ocupação de postes, esforços, ponto de fixação, afastamentos 
do solo e rede, reservas e posicionamentos de emendas; 
• Legislação e Normas do Trabalho: Devem ser observadas todas as Normas Regulamentadoras 
da Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego relevantes às atividades de construção 
a serem executadas. Tanto na manutenção, quanto na implantação, os técnicos devem possuir 
treinamento nas normas regulamentadoras NR-10 (Segurança em Instalações e Serviços em 
Eletricidade), NR-33 (Trabalho em espaço confinado) e NR-35 (trabalho em altura); assim como 
ter em mãos todos os equipamentos de proteção individual e coletiva (EPI e EPC), necessários a 
cada atividade e demais normas necessárias; 
• Sinalização: As obras devem ser adequadamente sinalizadas com base na Norma ANATEL 
referência 565-001-800 de Sinalização de Obras e Serviços e legislações específicas de cada 
município, com ou sem a aplicação do painel de mensagens variáveis (PMV). Regulamentos 
públicos referentes a cada tipo de serviço devem ser rigorosamente observados. As propriedades 
públicas e particulares devem ser respeitadas e seu acesso deve ser sempre realizado com a 
prévia obtenção de licenças; 
Captação de energia elétrica: A captação de energia elétrica deve ser realizada exclusivamente através 
de equipamentos adequados e de acordo com as Normas da concessionária de energia elétrica; 
 
 
 
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Medidas de segurança em obras 
• Propriedades Públicas e Particulares: Em todas as obras de construção devem ser tomadas 
precauções a fim de evitar acidentes com os trabalhadores e com o público; assim como prevenir 
danos a propriedades públicas e privadas; 
• Tráfego: Evitar, tanto quanto possível, a interrupção do tráfego. Em caso inevitável fazê-la com 
sinalização adequada, de acordo com a legislação vigente, após a obtenção das respectivas 
licenças; 
• Entulhos: Na construção da rede não deve ocorrer obstrução com entulhos ou comLocalize o ponto de inversão do tubo loose, e decape a 140 cm à esquerda e à direita desse ponto, 
conforme mostra a Figura 119 abaixo; 
 
Figura 166: Abertura cabo em sangria 
f) Para soltar totalmente o tubo loose do cabo sem cruzar com os demais, deve-se verificar a 
mudança de rotação dos tubos (giro “SZ”) mais próximo da parte central do trecho de abertura do 
revestimento. Abrir até localizar até um número ímpar de mudanças (3,5 ou 7) mudanças de 
rotação para poder separar totalmente os tubos loose; 
g) A quantidade de capa aberta pode variar em metros, dependendo do fabricante; 
h) Retirar a capa do cabo utilizando um cortador circular/longitudinal/helicoidal e cordão de 
rasgamento (ripcord), conforme mostra a Figura 120 abaixo; 
 
Figura 167: Abertura do cabo em sangria 
i) Para garantir a integridade do núcleo óptico, utilize uma ferramenta de corte espiral. Remova uns 
10 cm da capa do cabo para ter acesso ao cordão de rasgamento, conforme mostra a Figura 121 
abaixo; 
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Figura 168: Utilizando ferramenta para abertura do cabo 
j) Identificar o cordão de rasgamento e enrolá-lo na capa de cabo óptico extraída, conforme mostra 
a Figura abaixo; 
 
Figura 169: Identificação do rip cord 
k) Puxar este cordão enrolado na capa de cabo óptico no sentido longitudinal até criar uma fissura 
na capa deste cabo. Fazer um “pic” com a tesoura nas bordas da capa para iniciar o rasgamento 
pelo Rip cord ou linha de corte, em seguida, puxá-lo no mesmo sentido até o ponto piloto, conforme 
mostra a Figura 50 abaixo; 
l) Onde passar o cordão de rasgamento não pode haver nenhuma aramida que possa atrapalhar o 
corte da capa do cabo. 
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Figura 170: Preparação do cabo para inserir na CEO 
m) Remova os cordões de amarração, cortando suas pontas em um dos lados. Em seguida, retire os 
cordões, puxando-os para o outro lado. Com uma tesoura, corte os fios, removendo-os totalmente; 
n) Abrir a capa externa do cabo numa extensão de 1,2 metros para ambos os lados, conforme mostra 
a Figura 51 abaixo; 
 
Figura 171: Abertura da capa externa do cabo 
o) O término da abertura da capa do cabo deve coincidir com o centro de inversão de tubos nas 
extremidades A e B mesmo que fique um pouco antes ou depois da marca, conforme mostra a 
Figura abaixo; 
 
Figura 172: Término da abertura do cabo 
 
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3. Abertura das saídas de cabos. 
a) Em seguida, corte o elemento de tração deixando 120 mm a partir de cada extremidade e retire a 
capa negra em 10 mm, conforme mostra a Figura abaixo; 
 
Figura 173: Corte do elemento de sustentação 
b) Identificar e cortar os elementos de enchimento; 
c) Destrançar os tubos de proteção, de modo que os mesmos não dobrem ou danifique-os; 
d) Destrance o máximo possível os tubos loose para separá-los para a sangria, conforme mostra a 
Figura 54 abaixo; 
 
Figura 174: Destrance tubos loose 
e) Limpe os tubos e remova toda a geleia (ser for necessário), em seguida identifique os tubos de 
fibras com etiquetas ou anilhas numeradas; 
f) O cabo deve ser cuidadosamente limpo, assim como as camadas de proteção das fibras, devem 
ser totalmente limpas da geleia que as envolve. 
g) Assim que destrançar todos os tubos, separe o tubo que será utilizado, conforme mostra a Figura 
55 abaixo; 
 
Figura 175: Separação dos tubos de trabalho 
 
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h) As unidades básicas devem ser identificadas através de anilhas numeradas, fixadas de forma que 
fiquem localizadas próximas ao local onde as fibras são decapadas e deixam os tubos (de maneira 
geral, no ponto de entrada da bandeja de emenda), seguindo o código de cores ABNT, conforme 
indicado no quadro abaixo: 
 
Ex: traços espaçados de 10 mm aproximadamente sobre os tubos (ex: | | | | |). ** Marcação de cor branca 
sobre o tubo Preto. 
i) Deixar reserva suficiente de tubo loose para encaminhar e acomodar nas bandejas de emendas, 
caso haja necessidade de uso futuro das fibras na ocorrência de sangria ou manutenção das 
mesmas; 
4. Vedação das saídas dos cabos 
a) Instalar as peças componentes da caixa de emenda nas extremidades dos cabos, observando as 
instruções e a sequência de montagem estabelecida pelo fabricante; 
5. Encaminhamento das fibras para estojos/bandejas de emendas. 
a) Acomodar as sobras de tubos no interior da caixa de emenda, fixando-os à entrada das bandejas 
de acomodação das fibras; 
b) Devem-se retirar os tubos, individualmente e em etapas de no máximo 40 cm, visando evitar 
tracionamento ou quebra das fibras; 
c) Identificar o ponto de corte e cortar as fibras seguindo as orientações do fabricante da CEO; 
d) Cortar os tubos de proteção das unidades básicas utilizando o cortador circular e removê-los até 
atingir o comprimento definido pelo fabricante da CEO, conforme mostra a Figura 173 abaixo; 
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Figura 176: Abertura de tubo loose 
e) Para os casos de sangria deverá ser sangrando os tubos de proteção das unidades básicas 
utilizando o cortador longitudinal de tubo loose e removê-los até atingir o comprimento definido 
pelo fabricante da CEO para fusão nas bandejas, conforme mostra a Figura abaixo; 
f) Utilizando uma ferramenta específica para decapar o tubo Loose, corte o tubo expondo as fibras 
ópticas. 
g) Remova todo o plástico cortado do tubo loose. 
 
Figura 177: Abertura do tubo loose em sangria 
h) Durante o corte, o tubo loose deve ser mantido esticado e preferencialmente deve ser feito um 
único movimento de corte, evitando parar e mudar o sentido de abertura; 
i) Verificar a posição de instalação da ferramenta e a canaleta correta de acomodação do tubo, 
conforme mostra a Figura 58 abaixo; 
ATENÇÃO: É recomendável fazer um teste de corte antes de abrir o tubo do cabo. 
 
 
Figura 178: Exemplo de sangria de tubo loose 
j) O corte deve ser feito entre os dois pontos marcados no tubo loose; 
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k) Retirar as fibras do tubo com cuidado e verificar a quantidade de fibras antes de cortar os tubos 
loose; 
l) Para proteger as fibras na saída do tubo loose, deverá ser aplicado um pedaço de fita de auto 
fusão na extremidade do tubo loose, envolvendo um pedaço sobre as fibras nuas e voltando a 
plicação da fita de auto fusão sobre o tubo loose; 
m) A Fita de auto fusão aplicada na extremidade do tubo loose, protege as fibras de rompimento; 
 
Figura 179: Proteção tubo loose com fita de auto fusão 
n) Efetuar a limpeza das fibras com papel absorvente retirando toda a geleia; 
o) Preparar as fibras na bandeja na posição de emenda; 
p) Acomode as fibras ópticas, devidamente limpas no interior das bandejas de acomodação 
verificando seu correto posicionamento para dar início ao processo de execução da emenda; 
q) Recomenda-se o uso de, no máximo, 12 fibras por compartimento de acomodação, visando 
facilitar o manuseio e identificação.6. Realização das fusões; 
a) Identificação do tipo de óptica que será emendada: informação obtida através do texto gravado na 
parte externa do cabo ótico, que trará a informação SM ou MM; 
b) Em uma das extremidades das fibras a que serão emendadas, colocar os protetores de emendas 
(no caso de emenda por fusão), individualmente, em todas as fibras ópticas da unidade a ser 
emendada; 
c) Para a retirada do revestimento da fibra deve-se tomar o cuidado para não quebrar com frequência 
a ponta da fibra revestida. Usa-se um descascador especial para fibras para retirar o revestimento 
primário (acrilato) ou o secundário (náilon), não permitindo o uso de líquidos solventes para tal 
operação. 
d) Retirar cerca de 3 cm do revestimento da extremidade de cada fibra, utilizando extrator de 
revestimento; 
e) Fazer a limpeza da fibra cuidadosamente, com lenço de papel embebido em álcool isopropílico. 
f) Posicionar corretamente o clivador, evitando ângulos que prejudiquem a emenda, verificar os 
ângulos estipulados pelo fabricante do clivador. 
g) O operador precisa ser rigoroso na clivagem, caso alguma irregularidade seja observada em 
qualquer uma das duas pontas das fibras que estão sendo emendadas, esta deve ser retirada da 
máquina de fusão e o problema sanado. 
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h) Irregularidades na clivagem é normalmente indicada pela própria máquina de emenda, durante o 
processo de fusão. 
i) Sempre utilizar clivador de precisão devidamente aferido para se obter melhor qualidade nas 
emendas de fibras. 
j) Em seguida, efetuar a clivagem, deixando a extremidade da fibra com cerca 1,5 cm sem 
revestimento no caso de emenda por fusão; 
k) Após a preparação da fibra, ela deve ser colocada na máquina de fusão. Durante esse 
procedimento, deve-se tomar cuidado para não bater a ponta da fibra, o que faz com que a fibra 
fique com a ponta danificada. Nesse caso, a máquina pode negar a fusão ou ainda fazê-la com 
má qualidade; 
l) Ao colocar as fibras na máquina de fusão, deve-se tomar cuidado no posicionamento das fibras 
nos v-grooves da máquina de emenda para evitar desalinhamentos, sujeiras, danos ou quebras 
das pontas das fibras ao se fechar as presilhas e não ultrapassem os eletrodos. 
m) Elas devem ficar próximas aos eletrodos, porém sem tocá-los. A aproximação necessária das 
fibras para fazer a fusão é feita através de motores da máquina de fusão; 
n) Efetuar a emenda conforme manual de instrução da máquina de emenda por fusão, conforme 
mostra a Figura 60 abaixo; 
 
Figura 180: Exemplo de emenda com máquina de fusão 
o) Executar teste de tração de emenda; 
p) É necessário que seja feita uma análise e aprovação visual da emenda independente da medida 
de atenuação; 
q) As emendas que apresentarem bolhas, falta de material (depressão), excesso de material (barriga) 
ou desalinhamento do núcleo devem ser rejeitadas e refeitas; 
r) Qualquer destes defeitos podem acarretar rejeição da emenda pelo próprio equipamento. 
s) Uma nova ordem de confecção de emenda é solicitada pela máquina. Nesta etapa o operador de 
máquina deve inspecionar visualmente na tela da máquina a qualidade da emenda e o valor 
estimado. 
t) Centralizar, sobre o ponto de fusão, o protetor de emenda posicionando em seguida na câmara 
de aquecimento; 
u) Proceder à contração de emenda da Câmara; 
v) Retirar o protetor de emenda da câmara de aquecimento e aguardar o resfriamento; 
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7. Acomodação das emendas; 
a) À medida que as emendas forem sendo concluídos, os protetores de emenda, devidamente 
resfriados, devem ser colocados em seus respectivos berços ou alojamentos, devendo tomar cuidado 
para que nesse procedimento não haja entrelaçamento das fibras no interior da bandeja ou a presença 
de curvaturas excessivas que poderiam comprometer o nível de atenuação da emenda; 
b) Acomodar as fibras emendadas cuidadosamente nas bandejas seguindo a sequência de 
numeração das fibras. 
c) Sempre acondicionar os tubetes nos locais destinados a eles. 
d) Ao passar uma fibra de uma bandeja para outra, utilizar os tubos plásticos para que as fibras não 
sejam danificadas. No caso a emenda possuir sistema de gerenciamento próprio não existe 
necessidade. 
e) Trabalhar com instalações e manutenções de caixas de emenda ópticas em ambientes limpos e 
secos. 
f) Deve se tomar cuidado nas curvaturas e nas compressões de fibras dentro das bandejas. 
g) A acomodação das fibras deve ser feita conforme orientação do fabricante do CEO; 
h) Identificando-se as mesmas na sequência conforme os padrões de cores e obedecendo aos raios 
mínimos de curvatura. 
i) verificar se os protetores de emenda estão devidamente fixados nos berços e/ou canaletas das 
bandejas. 
j) Terminado as fusões e as acomodações das fibras, colocar a tampa de proteção da bandeja e 
juntar todas elas com o velcro. 
8. Fechamento da caixa; 
a) Após a execução de todas as emendas a caixa deve ser fechada de acordo com o manual de 
instalação do fabricante. Deve se observar a limpeza dos anéis, fechamento lateral e nas 
entradas dos cabos de tal forma que garanta a estanqueidade da caixa de emenda. 
b) Lembrar-se sempre de vedar adequadamente a caixa para que não haja problemas de 
umidade no interior. 
c) Problemas de vedação podem causar danos à estrutura de rede. Seguem observações para 
cada modelo de fechamento. 
Termo contrátil: 
• Deve-se lembrar de encapar os cabos com adesivo de alumínio para que, no momento 
de esquentá-lo, a capa dos cabos não seja danificada. 
• Para melhor aderência do termo contrátil à caixa, as entradas/saídas que forem utilizadas 
devem ser lixadas. 
• Caso seja utilizada a porta de sangria, o separador deve ser inserido entre os cabos, fazendo 
com que se acomodem melhor e a vedação seja mais eficiente. 
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• No fechamento da caixa de emenda, deve-se verificar se a trava da tampa com a carcaça foi 
fechada corretamente. 
Mecânico: 
• Verificar sempre se as portas que não estão sendo utilizadas estão com as borrachas 
de vedação devidamente apertadas, fazendo com que a vedação da caixa de emenda 
como um todo não seja prejudicada. 
• Quando as portas estão sendo utilizadas, deve-se tomar cuidado para não deixar os cabos 
sem borrachas de vedação ou fitas de auto fusão, pois isso faz com que todo o espaço 
restante das portas de entrada/saída seja ocupado, a fim de evitar a entrada de umidade 
na caixa. 
• Ao fechar a caixa de emenda, deve-se verificar se a trava da tampa com a carcaça 
foi fechada corretamente. 
d) Proceder ao fechamento da caixa de emenda, conforme os cuidados descritos no manual de 
instalação do fornecedor; 
e) Fechar a caixa de emenda utilizando todos os componentes tais como tampa externa e interna, 
borracha e anéis de vedação, porcas e outros, obedecendo a sequência orientada pelo 
fabricante 
f) Verificar a limpeza (pano limpo) e a posição do anel de selamento da (o’ring), para o 
fechamento correto da caixa. Coloque o mesmo de forma a ficar uniformemente encaixado na 
base. 
9. Teste de estanqueidade; 
a) Verificar o Anel de vedação (o”ring), base e cúpula: Realizar a verificação quanto à integridade 
das peças, presença de sujeira, furos, superfícies de vedação danificadas etc. 
b) Fechar caixa de emenda: Realizar o fechamento conforme procedimento do fabricante da 
caixa, tomando o cuidado para eliminar qualquer resíduo ou sujeira entreas superfícies de 
vedação. 
c) Pressurize o sistema - Injetar ar na caixa pela válvula (Bomba de bicicleta), a quantidade 
especificada pelo fabricante da caixa de emenda óptica, geralmente +-9 a 10 lbs (+- 50 ciclos) 
ou pressurizar com 1,2 kgf/cm2, conforme mostra a Figura 132 abaixo; 
 
Figura 181: Exemplo bomba para pressurização 
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d) Medir a pressão interna, conforme mostra a Figura abaixo; 
 
Figura 182: Medidor de pressão 
e) Misture algumas colheres de sopa de detergente (neutro) em um recipiente com água, 
conforme mostra a Figura abaixo; 
 
 
Figura 183: Preparando solução com detergente 
f) Se for constatado vazamentos averiguar as entradas de cabos (tubos termo contráteis), 
junção entre base e cúpula da caixa, corpo da caixa, e vedação da válvula de pressurização 
da caixa. 
g) Procurar identificar todos os possíveis problemas, com uso de espuma, feita com detergente 
líquido, água e esponja. 
h) Além disso monitorar a queda de pressão no manômetro conectado à caixa. Aplicar espuma 
nas regiões de vedação e na interface da base e cúpula. 
 
Figura 184: Inspeção de ponto de vazamento 
i) Verificar a ocorrência de vazamentos observando se há formação de bolhas; 
j) Havendo ocorrência de bolhas, deve-se sanar o problema através das seguintes opções: 
1) Reapertar os componentes da caixa de emenda; 
2) Abrir a caixa e reposicionar os componentes; 
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3) Substituir os componentes quando as ações anteriores não surtirem efeito. 
k) Eliminar o ar injetado. 
10. Fixação da Caixa na CS, mensageiro ou poste. 
A caixa de emenda deve ser posicionada de acordo com as recomendações da ATC observando a sua 
fixação, acomodação dos cabos e a identificação. 
a) Fixa a caixa no suporte usando abraçadeiras de aço inox-fornecidas com a caixa e fixe no mensageiro, 
conforme mostra a Figura 63. 
 
Figura 185: Fixação de abraçadeira em CEO aplicação em cordoalha 
Nota: As abraçadeiras e suportes devem ser posicionados de tal forma que não haja interferência 
ou impedimento de montagem do suporte. 
b) Para a confecção da emenda no solo, a caixa de emenda óptica deve ser fixada em dispositivo 
apropriado (ex. cavalete), conforme: 
 
Figura 186: Usar suporte para fixação de emenda 
c) A caixa de emenda óptica, preferencialmente, será fixada na cordoalha instalada entre os postes onde 
ela foi alocada pelo projeto. 
d) Por se tratar de uma rede mista, a caixa de emenda também poderá ser instalada em caixa subterrânea 
construída próxima a este poste. 
e) A caixa de emenda da fibra óptica e a reserva técnica de cabo óptico de telecomunicação não poderá 
ser fixada no poste, devendo ser instalada no vão, presa na cordoalha juntamente com a folga do cabo, 
a uma distância mínima de 2000 mm do poste. 
f) Depois de realizadas as emendas das fibras ópticas e concluído o fechamento da caixa de emenda, a 
reserva técnica (folgas dos cabos) deverá ser acomodada em uma raquete presa na cordoalha. 
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Figura 187: Acomodação de Emenda em com reserva 
 
Figura 188: CEO com reserva tipo escolta 
g) As fitas de amarração de aço ¾´´ x 10´´ ou Helemman devem ser espaçadas de 0,3 em 0,3 metro. 
h) Para lançamento com até 500 m linear, só haverá reserva técnica de cabo em caso de travessia muito 
baixa que não pode ser levantada. A reserva será instalada um lance antes da travessia e terá o 
tamanho do lance de +/- 20 m. 
i) A reserva técnica deverá ser presa por fiberloop ou CSR, onde deve ser distribuída no espaçamento, 
conforme a quantidade de reserva de cabos no vão variável de até 7 m no vão. 
j) No caso de se adotar a alternativa de abrigar a caixa de emenda óptica no interior de uma caixa 
subterrânea, a mesma deve ser localizada junto ao poste. 
k) A folga mínima de cada cabo deve ser de 2 voltas completas nas raquetes mais o comprimento para 
chegar no chão e preparar a emenda. 
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l) Nas descidas até o solo, os 02(dois) cabos ópticos devem ser protegidos duto de aço galvanizado 
conforme mostrado na Figura abaixo. 
m) O acabamento na chegada do duto da caixa subterrânea será rente à parede, devendo ser lixado a 
extremidade do duto de forma que a extremidade não possa danificar o cabo. 
n) As Caixas subterrâneas serão providas de tampas com logotipo da American Tower com respectivas 
travas. 
 
Figura 189: Descida Lateral 
o) A caixa de emenda óptica deve ser instalada numa das paredes de lado maior da caixa subterrânea 
na posição horizontal. 
p) Durante a instalação ou retirada da CEO deve-se deixar as instalações livres de todas as classes de 
elementos sem finalidade, devendo, para tanto, retirarem-se cordoalhas, fios externos, ferragens, 
abraçadeiras, anéis guia ou qualquer outro produto que não será mais utilizado. 
q) Nesses casos, utilizam-se ferragens especiais em aço galvanizado, tanto para a fixação da caixa de 
emenda na parede da CS como para acomodação dos cabos ópticos no fundo da CS. Os cabos ópticos 
devem ser acomodados e presos aos suportes metálicos utilizando-se abraçadeira plástica 
(“Hellerman”), ou fio de espinar. 
Fita de Aço e
Fecho de Aço
Dentado
Duto de aço
galvanizado a fogo -
100 mm.
Massa de
calafetar
>
3
0 
cm
OBS1: NÃO é permitido emenda
do duto galvanizado
luva
curva 90º suave de
ferro galvanizado
POSTE TUBO
Ajustador
p/ poste-
tubo
Detalhe da Montagem do ajustador no poste e tubo
Fita de
aço
Amarração com
arame
5
0
 ±
 5
 c
m
15
0 
± 
5 
cm
4
0
 ±
 5
 c
m
Seal Tube Preto
Conjunto de
Ancoragem
3
0
 ±
 5
 c
m
10
 c
m
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Figura 190: Caixa de Emenda em CS 
Recomendações sobre a máquina de fusão, respeitar os passos conforme a seguir: 
a) A máquina não deve ser manuseada em ambientes com alta umidade; 
b) Optar sempre por utilizar a máquina em ambiente coberto, carro, van, tendas, etc. Caso não seja 
possível, é necessário proteger a parte interna do equipamento quanto à entrada de poeira e 
luminosidade externa excessiva; 
c) Realizar a limpeza do conjunto de posicionamento e fixação de fibras da máquina de emenda, 
conforme as orientações do fabricante; 
d) Manter a máquina sempre limpa, tanto externamente, quanto internamente. 
 
e) Evitar assoprar a parte interna da máquina para retirar alguma impureza. Para isso, deve ser 
utilizado um soprador; 
f) Recomenda-se a cada duas ou três emendas seja feita limpeza nas canaletas (V-Grooves) da 
máquina, principalmente se as emendas estiverem sendo feitas em ambientes poluídos; 
g) A deposição de sujeira nos v-grooves da máquina de emenda provoca um baixo desempenho dela, 
uma vez que se perde o alinhamento prévio proporcionado pelos v-grooves. 
h) Antes de iniciar o serviço de emenda deve-se executar o teste de arco voltaico da máquina de 
emenda por fusão, para verificar se seus parâmetros estão ajustados para as características 
intrínsecas e extrínsecas da fibra; 
i) Erro de Bolha: Refazer Sempre, sempre mesmo que a perca estejaacima pode ser má clivagem ou constantemente 
acima pode ser clivador com lâmina gasta ou com problema; 
k) Erro de queima de sujeira, caso a perca estejaoutros 
materiais de obras as vias públicas e de passagem de pedestres; assim como, sarjetas, bueiros, 
ralos de esgoto, tampões de outras concessionárias. No caso destes serviços prejudicarem o 
escoamento de águas pluviais, deve-se providenciar meios para que esse escoamento seja 
facilitado. 
• Acesso: Manter livre o acesso de hidrantes, caixas de alarme, telefones públicos, veículos e 
pedestres; 
• Passarelas e Passadiços: Providenciar passarelas para passagem de pedestres e chapa de aço 
ou passadiços de pranchas para sustentar o tráfego de veículos. As chapas de aço devem ter uma 
espessura mínima de 12,5mm. A superfície de apoio das chapas de aço em cada lado da vala 
deve ser maior ou igual a 60 % da largura da vala. A fixação das chapas deve ser executada por 
encaixe no solo, ou através de grampo ou outra estrutura que garanta a sua imobilidade. As tábuas 
de passarelas ou passadiços devem ser igualmente travadas a fim de impedir que se soltem; 
• Sinalização: Os tapumes devem ser montados em conformidade com norma ANATEL, 565-001-
800 - Sinalização de Obras e Serviços, os procedimentos ATC, Normas específicas de Prefeituras 
ou Órgãos regulamentadores de cada localidade das referidas obras. A retirada do tapume deverá 
ocorrer somente após a limpeza total do trecho; 
• Sanções: No caso do não cumprimento das normas e regulamentos de segurança, a contratada 
sofrerá as sanções previstas em contrato. 
 
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7. SUPERVISÃO / ENCARREGADO CONSTRUTORA E FISCAL DA OBRA 
Para a garantia da qualidade na construção de rede óptica FTTH é importante que a contratada tenha em 
campo seus supervisores e encarregados de obras. Da mesma forma, a ATC irá manter em campo sua 
fiscalização própria, de forma assegurar a correta execução dos serviços, o acompanhamento da 
produção das equipes técnicas, além de ser um ponto focal para orientação, certificação e aceitação física 
da construção da rede óptica, de forma a garantir que os serviços estão obedecendo aos padrões de 
qualidade e construtivo da ATC. 
Ação de fiscalização: atividade de acesso, obtenção e averiguação de dados e informações por meio de 
procedimentos e técnicas aplicados por Agente de Fiscalização, com a finalidade de reunir evidências 
para a apuração do cumprimento de obrigações e conformidades por parte da fiscalizada e verificar a 
forma de execução dos serviços de telecomunicações; 
As pessoas envolvidas nas atividades de fiscalização e supervisão de obras, deverá conhecer a 
documentação relacionada com a execução da obra, os padrões, os materiais, as ferramentas e planilhas 
de medição. 
A fiscalização deverá acompanhar a execução da obra, coordenando ações oportunas, atuando com 
sinergia em atividades ou áreas com maior incidência de problemas, propondo ou avaliando necessidades 
de alterações de projeto propostas pela subcontratada ou pelo cliente, acompanhando e avaliando os 
registros de testes e controles de produção diária da subcontratada, dando apoio e orientação às equipes, 
estabelecendo ações complementares, apoiando os supervisores e fazendo com que as não-
conformidades tenham tratamento adequado. 
 
Sempre que solicitado e sem comprometer suas atividades, a fiscalização poderá executar inspeções nos 
almoxarifados, verificando principalmente se estão sendo seguidos os procedimentos referentes ao 
armazenamento dos materiais. 
 
As inspeções e testes constantes nas Instruções de Trabalhos (IT´s) deverão, sempre que possível, ser 
feitas em conjunto (American Tower / Contratada), evitando-se assim que ocorram acúmulos nas 
aceitações finais e retrabalhos com novas mobilizações de equipes. 
 
A fiscalização poderá ainda atuar diretamente nas questões que envolvam segurança do trabalho, 
fazendo cumprir todas as exigências, cobrando o cumprimento de padrões e normas específicas, inclusive 
paralisando obras em caso de não observância delas. 
 
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Responsabilidades do responsável pela fiscalização da contratada por parte de ATC: 
1. Supervisionar atividades executadas por empresa contratada para execução das obras; 
2. Manter a CONTRATANTE permanentemente informada de todas e quaisquer alterações ou 
aperfeiçoamentos realizados em seu Sistema de Qualidade, que possam influenciar na qualidade 
dos equipamentos / materiais fornecidos pelos FORNECEDORES; 
3. Exigir das contratadas que os serviços de construção de rede sejam executados dentro dos 
padrões de qualidade estabelecidos pela ATC, conforme práticas Telebrás (consultar site da 
ANATEL) ou procedimentos internos da ATC; 
4. Análise do projeto lógico e da rede física, com relação aos padrões construtivos da ATC. 
5. Inspecionar obras de Construção e Manutenção de rede óptica da ATC; 
6. O acompanhamento das construções de rede deverá ser baseado nas Práticas de Fiscalização 
da Telebrás (consultar site da ANATEL), Práticas e Procedimentos ATC; garantir o cumprimento 
do cronograma de execução de serviços; 
7. Levantamento técnico em campo e elaboração de relatório de inspeção relacionado aos projetos 
a serem desenvolvidos; 
8. Acompanhar e fiscalizar atividades de aceitação de infraestrutura, para assegurar a conformidade 
com os projetos, identificando em relatórios específicos às pendências de montagem, instalação 
e de funcionamento encontradas; 
9. Auditoria e fiscalização das atividades de campo, para assegurar que as normas de segurança e 
ambientais exigidas pela CONTRATANTE ou a concessionária de energia local em suas 
instalações e as normas de segurança do trabalho estão sendo rigorosamente cumpridas pela 
CONTRATADA e / ou seus SUBCONTRATADOS; 
10. Acompanhar e fiscalizar obras de implantação de redes óptica, verificando a conformidade com o 
projeto, quanto ao alinhamento dos cabos, a instalação de espaçadores, a uniformidade da 
espinagem, as distâncias recomendadas, identificação, travessias, localização e estética das 
caixas de emenda e caixas de passagem; 
11. Acompanhar e fiscalizar os serviços de instalação de caixas de emendas e construção de caixas 
de passagem, identificando em relatório a conformidade com os projetos, às especificações 
técnicas e normas pertinentes; 
12. Acompanhar e fiscalizar os serviços de emendas em cabos de fibras ópticas em ambientes 
externos e internos em conformidade com as normas e recomendações pertinentes; 
13. Agir de forma direta para o cumprimento das normas de segurança e qualidade exigidas pela 
CONTRATANTE tanto para os Serviços de Fiscalização quanto das CONTRATADAS. 
Acompanhar e fiscalizar os materiais, acessórios de instalação, ferramentas, instrumentos de 
testes, EPI’s e EPCs, utilizados pela CONTRATADA necessários à completa e integral execução 
dos serviços, inclusive condições de veículos; 
14. Controlar os Serviços realizados pelos fiscais de campo, com emissão de relatório de 
acompanhamento diário. 
15. Verificar e avaliar se o material fornecido para a execução é condizente com o projeto de rede, se 
existem inconsistências associadas à elaboração do projeto de rede, se existe necessidade de 
licenciamento junto a órgãos privados ou públicos municipais, estaduais e federais para execução 
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do projeto de rede, se os pontos de terminação de rede especificados em projeto possuem toda a 
infraestrutura para execução das mesmas, inconsistências encontradas em campo que possam 
impossibilitar a execução do especificadoem projeto de rede; 
16. Zelar pela imagem da ATC perante os órgãos governamentais e públicos em geral, durante a 
realização; 
17. Conhecer o contrato e tomar as providências de responsabilidade da Empresa ATC para viabilizar 
seu cumprimento; 
18. Garantir a observância das normas de segurança na execução das obras pela CONTRATADA; 
19. Verificar e tomar as providências para que as condições estabelecidas nas “Condições Gerais dos 
contratos com as CONTRATADAS e seus anexos”, sejam cumpridas; 
20. Possuir e ter conhecimento dos “Documentos Aplicáveis” citados em contrato; 
21. Verificar se existem e se estão sendo utilizados convenientemente o ferramental e equipamentos, 
necessários para a execução de cada atividade de construção; 
22. Garantir a atualização da ferramenta de gestão de projetos utilizada pela ATC, de forma a garantir 
a confiabilidade dos relatórios utilizados pela ATC. 
23. Na identificação de qualquer não conformidade e/ou irregularidade, obrigatoriamente deverá ser 
registrado em “RNC – REGISTRO DE NÃO CONFORMIDADE” ou sistema equivalente adotado 
pela ATC, que por sua vez deverá ser digitalizada e encaminhada à gestão ATC juntamente com 
o checklist e um relatório fotográfico apontando tais não conformidades e/ou irregularidades; 
24. Anotar, diariamente nos projetos, os serviços executados e as eventuais modificações havidas, 
durante a execução dos trabalhos, de forma clara e legível, que facilite a atualização dos registros 
da rede executada, 
25. Sanar todas as dúvidas e solicitar quando necessárias alterações de projeto aos órgãos 
responsáveis pela sua elaboração; 
26. Conferir e registrar em “Folha de Ocorrência” quaisquer comentários ou ressalvas aos registros 
feitos pela empreiteira, irregularidades constatadas, ocorrências julgadas necessárias, 
esclarecimentos de dados e quaisquer alterações que porventura tenham sido autorizadas; 
27. Buscar soluções para problemas surgidos com outras concessionárias de serviços públicos (luz, 
água, gás etc.) ou com terceiros, por ocasião da realização dos serviços; 
28. Verificar o local onde devem ficar os materiais fornecidos a empreiteira, devendo ele oferecer total 
segurança e proteção; 
29. Cuidar para que as soluções dos problemas sejam dadas dentro do menor prazo de tempo 
possível; 
30. Conferir, após a conclusão dos serviços, as medições verificando o comprimento dos lances, 
amarrações, tipos de caixas etc., comprovando a sua execução; 
31. Acompanhar os testes da linha de dutos; acompanhar os testes elétricos e de aterramento 
(PROTEL), exigindo da CONTRATADA a emissão dos respectivos laudos; 
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32. Acompanhar os testes de pressurização; emitir requisições complementares de material, 
motivadas por alterações de projetos; 
33. Conferir e atestar as etapas concluídas do cronograma; 
34. Verificar se a mão-de-obra utilizada pela CONTRATADA é própria. Em caso negativo, verificar se 
existe a autorização prévia da CONTRATANTE; 
35. Aprovar As-Built das CONTRATADAS para posterior fechamento, dentro do prazo estabelecido; 
36. Manter As-Built próprio da fiscalização de acompanhamento de obras, atualizados conforme 
andamento da obra em periodicidade das premissas de visitas; 
37. Validar relatórios descritivos e fotográficos de todos os conjuntos de emenda, distribuição e 
terminação de fibras ópticas (PDF, CEO, CTOP, CDOP e CTOI / A) indicando seu endereço de 
instalação e coordenadas geográficas (latitude e longitude), transcrevendo-as para o “as-built” do 
projeto; 
38. Este relatório fotográfico deve mostrar aspectos internos (acomodação, distribuição, identificação, 
armazenagem das folgas e fixação das fibras, splitters e cabos) além dos aspectos externos 
(acomodação, fixação e identificação dos conjuntos nas redes aéreas, subterrâneas e internas), 
39. Emissão de relatório de desempenho de qualidade da rede (indicadores), verificar as amarrações 
e fixações dos cabos e emendas; 
40. Solicitar o acompanhamento de uma equipe de manutenção de Fibra Óptica quando for 
necessária intervenção em uma rede viva; 
41. Elaboração e entrega de laudos e As-Built para cadastramento nos sistema de inventários utilizado 
pela ATC (imediatamente após a conclusão das atividades). 
42. Gerar e fornecer laudo técnico de teste e / ou Termos de Aceitação (TAP, TAF, TAS) para cada 
elemento de rede e/ou projeto; 
43. A aceitação física da obra deve acontecer em no máximo 7 dias, após o pedido formal de 
“Aceitação Física” da obra pela CONTRATADA, que antes de realizar o pedido, deverá realizar 
uma pré-aceitação e emissão de um “Book” com amostragem de 30% por cabo e PDF no caso de 
rede FTTH e 100 % na Rede AS – IS e Backbone, que deverá ser validada pelo coordenador / 
supervisor responsável, de forma a evitar excesso de pendencias básicas (Ex.: falta de plaqueta, 
rede solta, trançada, posicionamento irregular de caixas etc). Caso sejam observadas “NÃO 
CONFORMIDADES BÁSICAS”, a vistoria será paralisada para que a Contratada faça uma vistoria 
geral na rede (nova pré-aceitação) corrigindo problemas oriundos de descumprimento da norma, 
serviços incompletos, inacabados etc; para só depois ser novamente agendado uma nova data 
para a aceitação. Na Rede FTTH o “ Book” de amostragem dos 30% devem incluir no mínimo: 
Fotos de todas as Caixas PDFs e CEO e reservas técnicas, 30% de total das caixas terminais de 
cada PDF, 30% de todas as travessias aéreas das vias, POP (Racks e terminação ópticas dos 
cabos, encaminhamento e amarração dos cabos na esteira, caixas subterrâneas, percurso da 
canalização e dutos laterais). Na Rede AS – IS e Backbone deverá o “Book” deve conter fotos de 
todas as reservas técnicas, CEO, caixas subterrâneas, dutos laterais, racks e terminações ópticas 
dos cabos e encaminhamento e amarração dos cabos na esteira. 
44. As não conformidade encontradas pela fiscalização ATC serão relacionadas em sua totalidade, 
em “Folha de Ocorrência” ou sistema equivalente adotado pela ATC, e informadas imediatamente 
a contratada, que deverá retirá-las antes de solicitar uma nova vistoria; 
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45. A obra somente será considerada apta para a aceitação da ATC, após a certificação e registro em 
folha de ocorrência da inexistência de “NÃO CONFORMIDADES”, a entrega de todos os relatórios 
e laudos de testes de aceitação, todos com a aprovação do gestor ATC; 
46. Garantir o fornecimento do checklist de Handover Lógico e/ou Físico validado pelas áreas de O&M 
e/ou fornecedor. Garantir que o handover (passagem de implantação para operação) ocorra sem 
pendências impeditivas. 
47. Deverá ser sempre formalizado ao gestor da área de Operações, além do gestor de Implantação. 
48. O CONTRATADO deverá ter equipamento e ferramental para testes ópticos e validação quando 
solicitado pela Contratante, para amostragem da rede óptica (Caneta óptica, Power Metter, OTDR, 
Microscópio óptico e kit limpeza); 
8. CRITÉRIOS PARA ACEITAÇÃO DE OBRAS 
No acompanhamento das obras de rede externa, deverá ser verificado a qualidade da construção de 
infraestrutura e instalação de cabos, terminações em DGO, instalação de caixas terminais ópticas e 
de emendas e padronização das instalações segundo essa instrução de trabalho. 
No caso de o fiscal observar que a contratada não está cumprindo os procedimentos e padrões 
adotados pela ATC, será emitido um “Registro de Não Conformidade – RNC” para a contratada. 
Situações em que o RNC poderá ser aplicado: 
• Quando da ocorrência de riscos à vida ou de danos ao patrimônio da CONTRATANTE ou de 
terceiros, por negligência ou imperíciada CONTRATADA, atuando em não conformidade às 
normas de segurança e Instruções de Trabalho. 
• Quando, por culpa exclusiva da contratada, caracterizado por falha da mão de obra, ocorrer à 
paralisação do serviço ou prejuízos materiais. 
• Quando não estiver construída de acordo com o padrão construtivo da ATC. 
• Quando ocorrer abandono de obras injustificadas pela Contratada. 
• Quando a CONTRATADA não estiver fazendo descarte ideal de material não reciclável. 
 
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9. VALIDAÇÃO DE DESCARTE DE RESÍDUOS DE MATERIAIS RECICLÁVEIS E NÃO 
RECICLÁVEIS 
Ao término dos serviços todo o material excedente (lixo e/ou sobras) deverá ser recolhido e descartado 
adotando os procedimentos vigentes no local onde os serviços foram executados. 
No decorrer das obras, a fiscalização poderá solicitar, a qualquer momento, o destino, com evidências 
palpáveis, de todo material decorrente de sobras das atividades em campo, não é permitido fazer a 
dispensa dos materiais em vias públicas. Por cumprimento da sustentabilidade, 100% dos resíduos 
devem ser devolvidos para o almoxarifado e esse efetuar o descarte ideal para cada tipo de material. No 
almoxarifado, deverá ter o registro de entradas e saídas de todo material e seus destinos, por retiradas 
de empresas homologadas para tais fins. 
As fibras ópticas ganham destinação correta após um processo de reciclagem que transforma o material 
em diversos subprodutos, como polietileno, aramida e fibra de vidro, que podem ser reaproveitados na 
indústria e na produção de outros materiais. Este ciclo atende também os princípios da Economia Circular, 
e os subprodutos podem ser utilizados, por exemplo, na indústria automotiva, indústria plástica, na 
confecção de equipamentos de proteção individual, entre outros. 
 
Figura 1: Organização em descarte de materiais 
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10. PRINCIPAIS PONTOS COMPARTILHAMENTO REDE AÉREA (POSTES) 
Os dispositivos constantes na norma buscam, de modo geral, garantir que o compartilhamento de postes 
não deve comprometer a segurança das pessoas e instalações, os níveis de qualidade e a continuidade 
dos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica. A fim de evitar a ocupação desordenada 
dos postes, houve necessidade de estabelecer critérios objetivos para resolução de conflitos. 
Uso e ocupação dos pontos de fixação nos postes de energia elétrica, e sua adequação e regularização; 
Os principais pontos que são discutidos na norma e sobre: 
• Espaços nos Postes; 
• Afastamento em Relação ao Solo; 
• Instalação de Caixas e Armários; 
• Identificação da Rede; 
Somente podem ser instalados fios, cabos de telecomunicações ou cordoalha em poste de 
Concessionária de Energia ou de terceiros, após o projeto das instalações do OCUPANTE ser submetido 
à análise prévia e ser aprovado pela Concessionária de Energia e/ou terceiros. 
10.1 DEFINIÇÕES 
Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições: 
 
DETENTORA: Concessionária ou permissionária de energia elétrica que detém, administra ou controla, 
direta ou indiretamente, uma infraestrutura de rede de distribuição de energia elétrica. 
OCUPANTE: Pessoa jurídica possuidora de concessão, autorização ou permissão para explorar serviços 
de telecomunicações e outros serviços públicos ou de interesse coletivo, prestados pela administração 
pública ou por empresas particulares que ocupam a infraestrutura disponibilizada pela detentora. 
PONTO DE FIXAÇÃO: Ponto de instalação do suporte de sustentação mecânica do cabo, fio ou 
cordoalha da rede de telecomunicações do ocupante dentro da faixa de ocupação destinada ao 
compartilhamento, no poste da detentora. 
FAIXA DE OCUPAÇÃO: Espaço na infraestrutura da rede de distribuição de energia elétrica, onde são 
definidos pela detentora os pontos de fixação e os dutos subterrâneos destinados exclusivamente ao 
compartilhamento com agentes do setor de telecomunicações. 
INFRAESTRUTURA: Postes, dutos e subdutos de propriedade da detentora. 
EQUIPAMENTO: Dispositivo de propriedade da detentora ou do ocupante, com função de transformação, 
regulação, manobra, medição, alimentação, distribuição, emenda e acomodação da reserva técnica, 
necessário à prestação de serviços. 
 
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10.2 ESPAÇOS NOS POSTES 
1. Os cabos e cordoalha das redes de telecomunicações devem ser instalados na faixa de ocupação 
de 500 mm reservada a essas ocupações, respeitando-se a quantidade e posições dos pontos de 
fixação disponibilizados. 
2. Normalmente são disponibilizados de 4 a 5 pontos por postes, com espaçamento de 100 mm para 
ancoragem e suspensão de cabos. 
3. A altura da rede é a diretriz inicial para elaboração e implantação da rede, deve ficar 10 cm, abaixo 
da base da luminária. 
 
Figura 2: Pontos de fixação 
4. Casos em que não se consiga atender essas condições, deve-se informar área de fiscalização da 
ATC para definição de uma solução, ou tentar inserir num outro ponto de fixação, disponível dentre 
os demais instalados no poste. 
5. Em trechos onde tiver rede existentes (abordagem, básica ou RMS – Rede Multi-serviços) da ATC, 
o cabo em instalação deverá ser sobre espinados a rede existente. 
6. Caso tenha algum obstáculo na área para a passagem do cabo deve executar a adequação da 
rede. 
7. No caso de adequação ou de instalação de cabo, é obrigatório o uso de equipamentos de 
segurança tipo EPI, EPC e aterramento de luminárias ao neutro com o bastão de aterramento. 
 
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8. O espaço de compartilhamento tem início a 1400 mm do neutro ou do ponto de fixação do suporte 
da rede multiplexada (isolada); ou entre 5,20 m e 5,70 m em relação ao solo. 
 
 
Figura 3: Pontos de Fixação para Compartilhamento Postes 
9. O compartilhamento da faixa de ocupação deve ser feito de forma ordenada e uniforme, de modo 
que a instalação de um ocupante não utilize pontos de fixação e nem invada a área destinada a 
outros, bem como o espaço de uso exclusivo das redes de energia elétrica e de iluminação pública, 
salvo em casos especiais e sob autorização. 
10. As prestadoras não podem ocupar mais de 1 ponto de fixação em cada poste, exceto em casos 
de inviabilidade técnica, para equacionar a demanda existente por pontos de fixação e incentivar 
a competição. 
11. Não devem ser instalados no mesmo vão mais de 4 pontos de fixação com cabos ou cordoalhas 
de aço pelas empresas ocupantes, observando que o esforço resultante vertical máximo 
considerado em postes tangentes à rede urbana será de 20 daN por cabo, para vão máximo de 
40 m. Todo o valor superior a este limite máximo deve ser indicado no projeto e estar condicionado 
à aprovação da Concessionária. 
12. Não devem ultrapassar os limites do ponto de fixação destinados a outros prestadores, mesmo 
que a área adjacente esteja desocupada. 
13. As redes dos OCUPANTES não poderão sair da faixa de ocupação e invadir áreas destinadas a 
outras funções, tais como: rede secundária, iluminação pública, condutor neutro, etc., mesmo que 
aquelas áreas estejam desocupadas. Neste caso, a ocupação é equivalente a um ponto suporte 
de fixação. 
14. Os fios, cabos de telecomunicações e cordoalha dos prestadores devem serinstalados no poste, 
no mesmo lado da rede de distribuição secundária de energia elétrica da Concessionária existente 
ou prevista, inclusive nos postes com transformador, utilizando-se braçadeira ou cinta própria para 
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a sua sustentação. No caso de não existir a rede secundária, a rede de telecomunicações deve 
ser instalada na face voltada para a rua. 
15. Não poderá ser instalado duto para descida lateral em postes com estruturas equipadas com 
chaves tripolares com manúbrio. O duto de descida, quando não puder ser evitado em estruturas 
com transformador, deverá ser instalado na face das gavetas do poste. 
16. Onde existir mais de um condutor principal por ocupante, no mesmo poste, quando da expansão 
do sistema da ocupante, esta deverá se adequar a somente um condutor principal, reavaliando 
suas previsões de crescimento de mercado. 
17. O diâmetro do conjunto cordoalha/cabos espinados da rede de telecomunicações, por ponto de 
fixação, não pode ser superior a 65 mm. 
18. Os fios de telecomunicações “FE” (fio Drop), fibra óptica ou cabos coaxiais de derivação instalados 
na posteação para atender a consumidores ou assinantes do prestador, não devem exceder a 
quantidade de 10 (dez) por ponto de fixação e por vão, bem como a distância entre a caixa de 
terminal e o assinante não deverá ser superior a 300 (trezentos) metros. Os fios de 
telecomunicações “Drop óptico” devem ser tensionados ao longo do vão, formando um único feixe 
de cabos, junto com os cabos da rede de telecomunicações, não podendo ser instalados fora da 
cordoalha 
19. Quando as estruturas da rede de distribuição da detentora se encontrarem congestionadas pelas 
ocupantes e não houver espaço disponível na área comercializável para empresas de utilidade 
pública, deve ser efetuado estudo de viabilidade técnica específico, envolvendo outras tecnologias 
conhecidas e disponíveis, objetivando o espaço necessário aos órgãos públicos estaduais e 
municipais. 
20. Na sua instalação, os fios “FE´s” e Drop óptico devem ser tensionados e agrupados (não 
necessariamente amarrados entre si), de modo a garantir uma mesma catenária, mantendo a 
uniformidade ao longo do vão. 
21. A ocupante tem que utilizar-se de meios adequados para que a montagem da cordoalha ou cabo 
da rede de telecomunicação seja executada de acordo com as flechas e trações estabelecidas no 
projeto de ocupação aprovado, de modo a garantir a estabilidade da infraestrutura e os 
afastamentos mínimos especificados. 
22. Quando aplicável, as redes de telecomunicações devem possuir aterramentos, de modo que não 
transfiram tensões para as instalações de terceiros. 
 
 
 
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10.3 AFASTAMENTO EM RELAÇÃO AO SOLO 
Para atender à distância de segurança dos cabos da rede de telecomunicações em relação ao solo em 
travessia, e em relação a rede elétrica, observando os procedimentos da detentora, pode-se admitir as 
seguintes alternativas: 
1. Nos pontos de transição e ao longo da travessia, devem ser obedecidas as distâncias mínimas de 
segurança dos cabos da rede de telecomunicações e os condutores da rede elétrica. 
2. A instalação deve obedecer aos padrões de afastamento mínimo dos cabos energia elétrica e a 
Rede de Telecomunicações, que pode variar de acordo com a concessionária de cada estado ou 
região, que em geral segue conforme a tabela abaixo da Norma ABNT NBR15.688. 
 
Figura 4: Afastamento Cabos ópticos 
3. Também deverá ser observado a altura mínima em relação ao solo, que também varia de acordo 
com cada concessionaria de energia, que em geral segue conforme a tabela aba da NBR15.214. 
 
Figura 5: Altura em relação ao solo 
4. Elevação da rede de telecomunicações, observando os afastamentos mínimos estabelecidos. 
Neste caso, é admitida a utilização de dois pontos de fixações no poste. 
5. Excepcionalmente, nas estruturas em que haja a necessidade de afastamento da rede de 
telecomunicações em relação á edificações e/ou equipamentos, pode ser utilizada uma ferragem 
ou dispositivo afastador, de uso exclusivo de cada ocupante, desde que não obstrua o espaço 
reservado a outros ocupantes. 
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6. Nos casos em que a altura do ponto de fixação destinada à prestadora não atender às suas 
necessidades, por exemplo, para travessias de ruas e avenidas, o prestador deverá optar por uma 
alternativa de instalação, por exemplo, instalando rede subterrânea. 
7. Nas travessias quando o percurso projetado para o circuito exigir travessia sobre rua ou avenida, 
deve-se providenciar, apenas no poste da travessia, a elevação/fixação do condutor, a fim de 
garantir a distância mínima de 5.000 mm (medida tem de ser realizada com bastão / vara de 
medição) entre o condutor e o solo, no meio do vão o levante americano. 
 
Figura 6: Elevação de Rede Travessia 
 
Figura 7: Elevação de Rede (Americana) 
No caso de esquinas com mudança de direção a contratada deverá seguir o modelo da figura 6. 
 
 
Figura 8: Mudança de direção em esquina 
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8. Em algumas concessionárias de energia esta prática não é permitida e não atingindo a altura 
mínima (validada através de medição com bastão / vara de medição específica para tal finalidade), 
a travessia deverá ser canalizada. Consultar a Norma vigente de cada concessionária. 
9. Identificar pontos de riscos em relação à altura dos cabos de telecom em relação ao solo e 
afastamentos da rede de energia, os quais deverão seguir (preferencialmente) os parâmetros 
estabelecidos nas normas vigentes de compartilhamento de redes. 
10. É obrigatório a medição de altura em todas as travessias executadas, gerando relatório fotográfico 
e envio para setor de fiscalização para validação 
 
Figura 9: Medição de Altura com vara telescópica 
 
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11. INSTALAÇÃO CAIXAS TERMINAIS E CAIXAS DE EMENDAS ÓPTICAS 
11.1 A INSTALAÇÃO DA CAIXA NÃO PODE OCORRER NOS SEGUINTES CASOS 
 
1. Em postes que já tenham equipamentos da companhia de energia elétrica, tais como: 
transformadores, religadores, seccionalizadores, banco de capacitores, para-raios, caixas para 
medidores, postes de ferro, poste com mal estado de conservação, chaves de manobra, descidas 
laterais de energia ou que tenham equipamentos de outro ocupante (excepcionalmente poderá 
haver autorização em alguns casos específicos, desde que haja a solicitação formal para estudo 
de viabilidade e riscos envolvidos); 
2. Postes com subidas/descidas laterais com cabos de média/alta tensão (acima de 1.000V); 
3. Postes com alto grau de inclinação ou danificados; 
4. Postes em esquinas, considerando intersecção de ruas. 
5. Locais que representem risco para a integridade física do instalador ou equipe da manutenção. 
6. Abaixo ou acima de caixas de outros provedores; 
7. A CTOP ou CDOP não devem ser instaladas do lado do PDF, e sempre que possível evitar a 
instalação destas numa mesma cordoalha. 
 
Figura 10: CTOP não deve ser instalada no mesmo sentido do PDF 
8. No poste com a face voltada paraa rua. 
9. Não pode instalar caixas em vãos de travessias; 
 
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11.2. A INSTALAÇÃO DA CAIXA TERMINAL 
1. As CTOP´s / CDOP´s são instaladas durante a construção da rede óptica para alimentação e 
distribuição, deixando este local pronto para acessar os clientes ao seu redor ou novas caixas 
terminais ópticas para expansão através do 2º nível de splitter. 
2. As caixas de atendimento instaladas em postes (CTOP) deverão ocupar a faixa máxima do poste 
para equipamentos de telecomunicações, não deve exceder ao tamanho máximo de 60 (A) x 60 
(L) x 45 (P) cm. É permitido instalar 1 (uma) caixa por poste para cada provedor dos serviços de 
telecomunicações. 
3. A faixa de telecomunicações para equipamentos de telecomunicações, está compreendida entre 
200 mm e 1800 mm abaixo do limite inferior da faixa de ocupação, de forma a evitar situações de 
risco ou comprometimento da segurança da infraestrutura e de terceiros. A detentora deverá 
previamente aprovar a instalação da caixa em poste, verificar as regras da concessionária local. 
4. A faixa útil para equipamentos de telecomunicações de 1,2 m para todos os prestadores de serviço 
de telecomunicações, considerado entre 10 e 20 cm abaixo do limite inferior da faixa de ocupação 
para telecomunicações. 
 
Figura 11: Faixa de Instalação de Ocupação Equipamentos Telecom 
5. A altura ideal para fixação da cinta BAP no suporte metálico da CTOP em poste poderá variar de 
4,50 a 5,00 metros em relação ao solo. Quando não for possível, deve-se respeitar a altura mínima 
de 4,0 e máxima de 5,0 metros em relação ao solo. 
6. A instalação da caixa terminal em poste do tipo Duplo - T segue na figura 9. Sendo que o formato 
da subida do coto, nas figuras em questão, também é válido para o modelo de poste circular. 
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Figura 12: Instalação em poste duplo T visão frontal 
Quando instalada em poste, a CTOP deve ser colocada preferencialmente na face do poste voltada 
para a POP FTTH (ADF / PDF alimentador), na impossibilidade, instalar no lado oposto ao POP. Em 
casos particulares, na condição do poste trabalhado ser do tipo duplo T, o projeto poderá estabelecer a 
instalação da caixa na face do poste voltada para o passeio. 
 
Figura 13: Sentido de instalação da CTOP 
7. Caso a posição do poste voltada para o POP estiver ocupada com outros provedores de serviços 
ou outro material, a nova caixa terminal CTOP poderá ser instalada na face oposta do poste, em 
relação ao POP FTTH. 
8. Se não existir outra opção, pode-se instalar a CTOP voltada para a calçada, desde que seja 
possível posicionar a escada para os serviços de instalação, de forma que não impeça a 
passagem dos transeuntes pelo local. 
9. As caixas CTOP devem ser isolados do poste. Em cada poste deve ser instalada apenas uma 
caixa de derivação. 
10. A CTOP não deve ser instalada no poste com sua face voltada para a rua, devendo ser analisada 
a possibilidade de alteração do poste de instalação ou mudança de projeto. 
11. Durante a instalação ou retirada de qualquer caixa de atendimento, deve-se deixar as instalações 
livres de todas as classes de elementos sem finalidade, devendo, para tanto, retirarem-se 
cordoalhas, fios externos, ferragens, abraçadeiras, anéis guia ou qualquer outro produto que não 
será mais utilizado. 
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12. A derivação para usuário da ocupante deve ser feita diretamente da caixa de terminal. 
13. A CTOP deverá seguir a recomendação do projeto para instalação em Poste, Fachada, Cordoalha 
ou subterrâneo, conforme definido no projeto. 
14. Qualquer mudança do local de instalação deverá ser consultada a fiscalização, que deverá entrar 
em contato com o projeto para análise de impacto e autorização. 
15. A recomendação é que todas as caixas de 8 terminações, devem ser instaladas em postes e 
somente as caixas com 16 terminações e CDOP´s (Caixa de Distribuição Óptica Precon para 
Edifícios), instaladas em cordoalha e sempre que possível, evitando a instalação em frente a 
entradas e saída de veículos e pessoas, onde o fluxo seja alto. 
16. Há regiões com alta competição, onde já existem caixas de atendimento (operadoras) e 
atendimento de provedores locais, ocupando desordenadamente a faixa, havendo pouco espaço 
para novas instalações de forma a criar potenciais pontos de defeito. Nos casos que tiverem pelo 
menos três caixas de atendimento ou ocupação congestionadas (por placas de sinalização) que 
não permita a instalação de uma nova CTOP, a mesma poderá ser instalada no lance de cordoalha 
entre postes a uma distância entre 0,50m e 0,80m do poste (circulares, duplo T). 
17. Na inviabilidade de instalar a CTOP na face oposta, a CTOP poderá ser deslocada de um lance 
de poste a frente ou para trás ou mesmo ser instalada em cordoalha entre 0,50m e 0,80m do 
poste, verificando sempre que a caixa de 8 terminais quando instalada em cordoalha, deverá 
preferencialmente ser instalada no lado direito do poste (lado esquerdo do visualizador) onde 
ficará com suas saídas de conectores voltados para o poste e não para o vão e sua tampa voltada 
para rua, de forma que a identificação possa ser vista com facilidade e que não entre na célula de 
atendimento da caixa seguinte, na impossibilidade de que os conectores fiquem voltados para o 
poste, deverá ser instalado kit drop para acabamento de direcionamento do drop sentido ao poste. 
 
Instalação correta Instalação incorreta 
Figura 14: CTOP/CDOP de 8 em cordoalha 
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Figura 15: CDOP e CTOP-8 Cordoalha 
POSTE LADO 
ESQUERDO RUA
Sentido de 
lançamento de Cabo
Saídas de 
caixa voltada 
para Poste
Rua
Saídas de 
caixa voltada 
para Poste
PO
STE LA
D
O
 
D
IR
EITO
POSTE LADO 
DIREITO
PO
ST
E 
LA
D
O
 
ES
Q
U
ER
D
O
Saídas de 
caixa voltada 
para Poste
Rua
R
ua
Saídas de 
caixa voltada 
para Poste
 
Figura 16: Instalação de CTOP/CDOP em cordoalha, lado do poste 
18. Considerar a instalação de uma CTOP na área de ação de outra apenas em último caso, a caixa 
não poderá estar sobreposta de forma a impossibilitar sua identificação, abertura e o acesso aos 
conectores para instalação do drop e deverá ter a aprovação do setor de projetos juntamente com 
a fiscalização. 
19. Durante o lançamento do cabo, deverá ser deixado o loop de cabo com as DUAS plaquetas de 
identificação (Identificação da entrada e saída do cabo), para a instalação da caixa CTOP/CDOP 
em cordoalha. Para o caso de caixas com 8 saídas de conectores, observar o lado correto do 
poste que a reserva será deixada, de modo que as saídas de conectores da caixa fiquem 
posicionadas para o lado e tampa com a identificação voltada para Rua. 
 
Cabo 
Óptico
CALÇADA CALÇADA
PTR
4,5 m
Muro
2,8 m
Drop 
FTTH
Rua
Mínimo 5 m
11 Voltas
Cabo 
Óptico
Cabo 
Óptico
CDOP/CTOP-8
Rua
CALÇADA
50 cm
Sentido 
Cliente
Sentido 
Cliente
Saida das portas 
para poste 
Guia Drop 
Cordoalha
LADO ESQUERDO
Cabo 
Óptico
Mínimo 5 m
11 Voltas
Cabo 
Óptico
Cabo 
Óptico
CDOP/CTOP-8
Rua
50 cm
LADO DIREITO
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Figura 17: Exemplo 
 
Figura 18: CTOP de 16 em cordoalha 
 
Figura 19: CDOP e CTOP de 8 em cordoalha 
20. Não instalar CTOP sem a amarração dos cabos no poste, com folga do cabo ou “loop” ou 
curvaturas acentuadas. Realizar amarrações com fita plástica de 12 mm auto-travante. 
21. Para instalação de CTOP/CDOP não será deixado reserva técnica de cabo, apenas folga de cabo 
para a realização da sangria, sem a necessidade de a emenda chegar ao solo. 
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22. Deverá ser deixado folga apenas para realização da sangria nas CTOP´s. No caso da caixa estar 
em cordoalha, será deixado 3 m de cabo em “loop” para acomodação e emenda em sangria dentro 
da CTOP/CDOP, caso esteja em poste, deixar aproximadamente 5 +/- 1 m para descida do cabo 
até o ponto de fixação da caixa acomodação e emenda em sangria dentro da CTOP. 
23. Em todas as atividades, devem ser tirados as marcações numéricas e de lote do cabo que está 
sendo sangrado ou inserido na caixa, de ambos os lados, de forma que essas informações possam 
ser lançadas em planilha que irá acompanhar as medições para faturamento. 
Cabo Terminal ou Derivação em linha
 Cabo principal Passagem em linha Deixar +-3 m, sendo para instalação da caixa 
necessário 2,4 m por CDOP ou CTOP em cordoalha
Ca bo 
Óptico
11 Voltas
1 Cabo 
Principal
Ca bo 
Óptico
CTOP ou CDOP
Ca bo 
Óptico
11 Voltas
1 Cabo 
Principal
CTO
2 Cabo 
Derivado
Deixar 2 m, sendo para instalação da caixa 
necessário 1,5 m por CDOP ou CTOP em cordoalha
 
Figura 20: CTOP instalada em Cordoalha 
 
Figura 21: CTOP instalada em Poste Sangria com Espiral tubo 
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Figura 22: Instalação CTOP em Poste Terminal 
24. Para fixação da CTOP em postes com fita de aço inox e/ou cinta BAP se faz necessário girar o 
dispositivo de fixação da caixa, utilizando os 4 (quatro) parafusos para fazer a fixação. 
A Fita de Aço fita de aço inoxidável polido, com 19,1 mm de largura e 0,80mm de espessura, 
utilizada para fixação de ferragens em postes. 
 
Figura 23: Fita Metálica 
25. O cabo óptico deverá descer no poste pelo lado da rua e fixado com fita plástica com cabeça auto-
travante. 
 
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26. Para a instalação com os elementos de fixação instalados na CTOP, deve-se centralizar a caixa 
na altura determinada, passar as fitas de aço inox ao redor do poste utilizando dois pontos de 
fixação em postes circular, e apertá-las com a ferramenta de aperto, lembrando-se de iniciar 
sempre o aperto pela fita de aço inferior. 
 
 
Figura 24: Exemplo de instalação de CTOP em poste 
A Caixa deverá ser sempre posicionada conforme a seguir: 
1º opção: no sentido do lateral alimentador (PDF, POP); 
2º opção: no sentido oposto ao lateral alimentador; 
3º opção: voltada para o passeio (última opção). 
 
Figura 25: Exemplo de instalação de CTOP em poste 
 
 
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27. Para os casos de postes “Duplo – T”, cuja Instalação da CTOP ocorra em postes “Duplo - T” 
em posição DTU. A instalação deverá ser feita com duas abraçadeiras BAP e travados com 
abraçadeira metálica de aço inox ou fio de espinar. 
1. Passagem da BAP. 
 
Figura 26: Instalação CTOP em Postes Duplo T 
2. Trava suporte caixa e BAP. 
 
Figura 27: Trava com Fio de espinar 
 
Figura 28: Trava com abraçadeira metálica de aço inox 
 
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3. Exemplo de Aplicação CTOP em postes Duplo T 
 
Figura 29: Exemplo de Instalação Postes Duplo T 
28. Não deverá ser instalado cabo no poste com folga ou “loop” ou curvaturas acentuadas 
 
Figura 30: Folga/curvatura indevida 
29. Não instalar CTOP sem a amarração dos cabos no poste, não deverá haver folga, somente a 
curvatura necessária para não acarretar atenuação. Fixar o cabo com fita plástica auto-
travante, o cabo deverá ser fixado também próximo da base da CTOP, com fita plástica 19 
mm e cabeça auto-travante. 
30. O cabo da rede óptico deverá ser acomodado no poste e fixado utilizando fita plástica com 
cabeça auto-travante em vãos que não ultrapassem 70 centímetros. 
31. Quando houver a necessidade de instalar CTOP/CTOP em paredes ou fachadas, esta deverá 
ser feita utilizando 2 buchas plásticas, do tipo Fischer ou similar e dois parafusos de cabeça 
redonda com fenda rosca soberba. 
32. A instalação de caixas CDOP´s / CTOP´s de 16 saídas ou com a 9ª porta, em caixas 
subterrâneas só poderá ser feita se a mesma tiver espaço para que os drops instalados de 
ambos os lados não sofram atenuação, a caixa estar centralizada na parede e sua 
identificação deverá ser voltada para cima, dando uma melhor visualização para o operador. 
 
Figura 31: CTOP Instalada em caixa de Passagem R1 e R2 
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33. As caixas vêm de fábrica montada com duas configurações possíveis, sendo a primeira com 
splitters com saídas conectorizados SC/APC (CTOP´s), instalados e testados. A segunda 
como pigtails nos adaptadores internos e acomodados na bandeja para fusão (CDOP´s). 
34. Quando da instalação dos drops ópticos para assinantes, os mesmos devem ser tensionados 
e agrupados (não necessariamente amarrados entre si) de modo a garantir uma mesma 
catenária, mantendo a uniformidade ao longo do vão. 
35. Para a instalação em fachada, os drops devem ter acabamentos de forma a não ficarem 
esteticamente desorganizados. 
 
Figura 32: CTOP instalada em Fachada 
 
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11.3 RELATÓRIO FOTOGRÁFICO APÓS INSTALAÇÃO 
Após a instalação das caixas e seus devidos testes, deve-se ser elaborado relatório fotográfico 
contendo: 
1. Foto interna apresentando os tubos looses acomodados internamente; 
2. Foto das bandejas de acomodação das fibras e suas respectivas emendas; 
3. Foto com a tampa da caixa fechada, apresentando a identificação da caixa, o valor do teste 
realizado e sua respectiva porta; 
4. Foto panorâmica, apresentando a posição em que a caixa se encontra no poste ou cordoalha 
(essa foto deverá apresentar por completo o poste e a posição em que a caixa se encontra). 
 
Figura 33: Exemplo de acomodação dos looses 
 
Figura 34: Exemplo de foto acomodação e organização de fusões em bandeja 
 
Figura 35: Exemplo de Medição de Potência CTOP/CDOP 
 
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Figura 36: Exemplo de foto panorâmica CTOP/CDOP instalada 
11.4 ANÉIS GUIA PARA ENCAMINHAMENTO DE DROP 
1. Para caixa CTOP de 8 portas instaladas em postes, cujos conectores estão voltados para 
baixo, os cabos alimentadores serão

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