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GRUPO SER EDUCACIONAL 
CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
JALISON DIOGO GOMES DE LIMA 
015695765
RELATÓRIO DO ESTÁGIO ACADÊMICO II
JUNHO
11
2024
2
Estágio Acadêmico II – Farmácia – 4º Período - Digital
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO............................ .......................................................................3
2 ATENÇÃO FARMACÊUTICA..........................................................................4
3FITOTERAPIA............................................................................................. ........5
4 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL..................................................................7
5 PESQUISA DE CAMPO....................................................................... ...........	12
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS......................................................................... .....13
REFERÊNCIAS........... .......... .......... .......... .......... .......... .......... .......... .......... ..14
 
1 INTRODUÇÃO
 As plantas medicinais são instrumentos terapêuticos tradicionalmente muito utilizados para a recuperação da saúde e prevenção de agravos em diversas populações no mundo. A prática da
fitoterapia vem sendo sedimentada e estruturada ao longo do tempo, demonstrando que o uso de plantas medicinais é uma necessidade e realidade de várias comunidades e países. A fitoterapia compreende a prática terapêutica que utiliza de plantas, seja elas em in natura ou a partir de suas várias preparações dos derivados vegetais, sem o processo de isolamento de seus constituintes ativos, em que são aplicadas com a finalidade medicinal.
 A Atenção Farmacêutica é uma prática profissional em que o farmacêutico assume a responsabilidade pelas necessidades farmacoterapêuticas do paciente e responde por essa demanda social. O profissional, no trabalho direto com o paciente e em colaboração com outros membros da equipe de saúde, usa um processo sistemático de tomada decisão a fim de garantir que os medicamentos utilizados pelo paciente sejam indicados para tratar seus problemas de saúde, sejam os mais efetivos e seguros possíveis, e que o paciente tenha condição de adquiri-los e utilizá-los da melhor maneira.
 A atuação do farmacêutico na fitoterapia permite esse elo entre o conhecimento popular e
o científico, e a promoção e garantia do uso racional da fitoterapia, visto que esse profissional
pode atuar desde a cadeia produtiva de plantas medicinais e fitoterápicos e no cuidado e assistência a pacientes, garantindo a efetividade e segurança no uso dessa terapêutica (SOARES et al; 2020).
 
2 Atenção FARMACÊUTICA
 
 A atenção farmacêutica se baseia em um acordo entre o paciente, que aceita conceder autoridade ao profissional, e o profissional, que garante ao paciente competência e compromisso. Nesta perspectiva, estabelece-se uma relação de reciprocidade de responsabilidades do profissional e do paciente baseada no diálogo, na confiança, respeito, sinceridade e autenticidade, com a finalidade específica de satisfazer as necessidades de uma assistência sanitária devidamente contextualizada na complexidade social (ANGONESI & SERVALHO, 2010).
 A atenção farmacêutica é o componente da prática profissional onde o farmacêutico interage diretamente com o paciente para atender suas necessidades relacionadas aos medicamentos, é um processo de assistência ao paciente, lógico, sistemático e global, que envolve três etapas: a) análise da situação das necessidades do paciente em relação aos medicamentos; b) elaboração de um plano de seguimento, incluindo os objetivos do tratamento farmacológico e as intervenções apropriadas; e c) a avaliação do seguimento para determinar os resultados reais no paciente (CHAGAS, 2013).
 Portanto a atenção farmacêutica é de suma importância, pois é uma das portas de entrada do sistema de Farmacovigilância, ao identificar e avaliar problemas/riscos relacionados a segurança, efetividade e desvios da qualidade de medicamentos, por meio do acompanhamento/seguimento farmacoterapêutico entre outros componentes. 
 Um dos métodos utilizados pelos profissionais farmacêuticos na atenção farmacêutica é a anamnese farmacêutica, definido pelo Conselho Federal de Farmácia CFF como sendo “o procedimento de coleta de dados sobre o paciente, realizada pelo farmacêutico por meio de entrevista, com a finalidade de conhecer sua história de saúde, elaborar o perfil farmacoterapêutico e identificar suas necessidades relacionadas à saúde”. 
 Geralmente o primeiro contato de um indivíduo que procura ajuda na saúde é um farmacêutico, e para que ocorra esse atendimento clínico é realizado o acolhimento do paciente, acolher significa receber esse paciente desde o momento de sua chegada na farmácia. Significa ser responsável por essa pessoa, praticando a escuta ativa para facilitar o acesso ao serviço. Durante o acolhimento, o farmacêutico deve avaliar ou prever as necessidades do paciente, prestando um atendimento humanizado. 
 No entanto, na maior parte das vezes, o relato do paciente não é suficiente para identificar os seus problemas de saúde. É por este motivo que o farmacêutico deve fazer a anamnese e verificar os parâmetros clínicos como os sinais e sintomas, com o propósito de prover cuidado ao paciente.
 A anamnese e a verificação de parâmetros têm por objetivo a identificação das necessidades de saúde do paciente durante a consulta farmacêutica para que as melhores condutas sejam determinadas. A análise dos sinais e sintomas do paciente envolve a coleta de informações sobre o início, duração, frequência, localização precisa, características, gravidade, em qual momento do dia ou em que circunstâncias surgem ou desaparecem, além de fatores que agravam ou aliviam os sinais e sintomas. São essas as informações que permitem ao farmacêutico fazer a triagem do paciente, distinguindo os problemas autolimitados dos não autolimitados. No caso dos problemas não autolimitados, ou seja, problemas que não são passíveis de prescrição pelo farmacêutico, ele deverá fazer um encaminhamento a outros profissionais de saúde.
 Segundo o CFF, para que os objetivos da anamnese sejam atingidos, ela deve apresentar os seguintes elementos: 
1- A identificação é a primeira etapa da anamnese e, como o próprio nome sugere, identifica o paciente, ou seja, envolve as perguntas relacionadas a idade, sexo, endereço, profissão, etc; 
2- A queixa principal ou demanda diz respeito ao relato que o paciente faz sobre sua saúde, problemas médicos e tratamentos em curso. Para tanto, é necessário perguntar: “Como posso te ajudar?” ou fazer qualquer pergunta semelhante para extrair do paciente o motivo principal pelo qual ele está buscando atendimento;
3- A história da doença atual (HDA) é a parte mais importante da anamnese e tem por objetivo descrever a doença do paciente. Deve ser um relato claro e em ordem cronológica de todos os problemas que levaram esse paciente a procurar auxílio com o farmacêutico. 
4- História médica pregressa nesta etapa, é necessário perguntar ao paciente sobre as doenças que ele já teve no passado e se ele apresenta alguma atualmente, tais como hipertensão, diabetes e hipercolesterolemia. Não se esqueça de perguntar sobre doenças comuns na infância e imunizações. Eventos e reações adversas, além de substâncias de uso contínuo também devem ser investigados. O objetivo da história pregressa é focar em doenças ou medicamentos que podem causar o sintoma atual.
5- História familiar aqui, o farmaceutico deverá perguntar a respeito de doenças que os integrantes da família têm ou tiveram, como hipertensão arterial, diabetes ou câncer. Busque por qualquer dado que possa ajudar o paciente, e não apenas doenças. Avalie todas as situações clínicas que tenham histórico na família. 
6- História pessoal – fisiológica e patológica – e social, na história pessoal e social o farmacêutico avalia quais hábitos podem ser a causa do sintoma que o paciente apresenta: uso de drogas lícitas e ilícitas,padrões alimentares, atividade física e viagens nos últimos meses devem ser investigados. 
7- Revisão por aparelhos ou por sistemas, por fim, na revisão por aparelhos (RA) e sistemas (RS), o farmacêutico faz a avaliação de outros órgãos que podem estar afetados e que sinalizam casos de maior gravidade e complexidade. É necessário avaliar o paciente como um todo.
 Uma vez estabelecidas as necessidades e os problemas de saúde do paciente e determinada a ausência de sinais e/ou sintomas de alerta para encaminhamento, prossegue-se a análise das possíveis condutas, de acordo com as melhores evidências disponíveis (BRASIL, 2013b, 2013c). O plano de cuidado deve ser construído em conjunto com o paciente e incluir uma síntese da situação, os detalhes sobre as intervenções para a resolução das necessidades e dos problemas de saúde do paciente, os objetivos terapêuticos e os parâmetros para avaliação dos resultados (CIPOLLE; STRAND; MORLEY, 2012). O plano pode envolver a seleção das seguintes condutas: terapias farmacológica e não farmacológica, o encaminhamento a outro profissional ou serviço de saúde, e/ou outras intervenções relativas ao cuidado à saúde do paciente.
3 FITOTERAPIA
 Muito se ouve falar sobre a fitoterapia no mundo e sua origem se deu na China. Relatos alegam que antigas civilizações, desde 2300 a.C., como os egípcios, assírios e hebreus, cultivavam diversas ervas e traziam de suas expedições tantas outras. O termo fitoterapia (do grego therapeia = tratamento e phyton = vegetal) foi dado à terapêutica que utiliza os medicamentos cujos constituintes ativos são plantas ou derivados vegetais, e que tem a sua origem no conhecimento e no uso popular. As plantas utilizadas para esse fim são tradicionalmente denominadas medicinais. 
 No Brasil, o uso de plantas medicinais tem origens fortes nas práticas indígenas e seus rituais de cura e adoração, muitas vezes quando o pajé, invocando e se utilizando de diversas ervas, “curava” os doentes. Além disso, a prática teve maior avanço devido ao progresso científico na área da química, que permitiu analisar, identificar e separar ativos de plantas e ervas.
 As plantas medicinais representam fator de grande importância para a manutenção das condições de saúde das pessoas. Além da comprovação da ação terapêutica de várias plantas utilizadas popularmente, a fitoterapia representa parte importante da cultura de um povo, sendo também parte de um saber utilizado e difundido pelas populações ao longo de várias gerações (TOMAZZONI; NEGRELLE; CENTA, 2006). Assim como os benefícios as plantas se não usadas da forma correta pode ser prejudicial as plantas tóxicas possuem substâncias que, por suas propriedades naturais, físicas, químicas ou físico-químicas, alteram o conjunto funcional-orgânico em vista de sua incompatibilidade vital, conduzindo o organismo vivo a reações biológicas diversas. O grau de toxidade depende da dosagem e do indivíduo, embora haja substâncias tóxicas que, em dosagens mínimas, entram na composição de vários remédios a cultura e a desinformação da população, além da quantidade ingerida pelo acidentado são fatores que dificultam o diagnóstico e o tratamento em casos de envenenamento por plantas tóxicas (VASCONCELOS; VIEIRA; VIEIRA, 2009).
 Planta medicinal refere-se à utilização do vegetal ou de partes dele sem qualquer processo de industrialização. O responsável por seu efeito terapêutico chama-se princípio ativo, a utilização mais comum das plantas é para a preparação de chás. Já os fitoterápicos são medicamentos produzidos a partir das partes das plantas medicinais que contêm o princípio ativo responsável pelo alívio dos sintomas. A fórmula pode ser composta por outras substâncias de origem vegetal, como óleos ou extratos.
 O compromisso do farmacêutico com o uso racional de medicamentos estende-se à Fitoterapia. A população brasileira já faz vasto uso das plantas medicinais, que é uma prática de domínio popular, mas muitas vezes desconhece a interação das plantas com os medicamentos sintéticos que consome, a dose correta, o tempo apropriado de uso, o melhor método para preparo caseiro de cada planta, dentre diversas outras questões que podem ser determinantes para o sucesso do tratamento. Por isso, cabe ao farmacêutico ocupar esse espaço e ser para os seus pacientes uma referência em plantas medicinais e fitoterápicos.
 A partir da publicação da CFF 546/2011, ficou explícita a competência do farmacêutico para indicação de plantas medicinais e fitoterápicos. Em 2013 essa atuação se consolidou com a publicação da Resolução CFF 585/2013, que regulamentou as atribuições clínicas do farmacêutico, e a CFF 586/2013, que regulamentou a prescrição farmacêutica. A partir dessas regulamentações, o farmacêutico pode prescrever diversos produtos de venda livre, inclusive plantas medicinais e fitoterápicos, abrangendo um vasto rol de produtos industrializados, preparações magistrais e até mesmo plantas medicinais frescas ou secas.
4 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
FICHA DE ATENDIMENTO FARMACEUTICO
1- ATENDIMENTO
Nome: Data:
Endereço: Telefone:
Gênero: ( ) F ( ) M ( ) Outro Idade:
Problema(s) de saúde: ( ) Diabetes ( ) Hipertensão ( ) Asma ( ) Dislipidemia ( ) Outro(s):
Tem alguém na família com: ( ) Diabetes ( ) Hipertensão ( ) Asma ( ) Outro(s):
Quem?
Você fuma? ( ) Sim ( ) Não 
Fumante passivo? ( ) Sim ( ) Não
Você trouxe? ( ) Medicamentos ( ) Receitas ( ) Laudos de exames
Você faz uso de algum medicamento? ( ) Sim ( ) Não
Caso a resposta seja sim, preencher o quadro abaixo de acordo com o relato do paciente:
	Medicamento
	Concentração
	Posologia
	Como usa
	Indicação
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
O paciente usa: ( ) Injetável ( ) Dispositivos inalatórios ( ) Aparelhos de aplicação nasal ( ) Colírio ( ) Creme vaginal ( ) Outro
Na sua casa,em que lugar os medicamentos são guardados? 
( ) Adequado ( ) Inadequado:
O que é feito com os medicamentos vencidos ou fora de uso?
 ( ) Adequado ( ) Inadequado
2- RASTREAMENTO EM SAÚDE
	Parâmetro
	Resultado
	Critério de encaminhamento para a consulta farmacêutica
	Resultado alterado?
	Pressão arterial
	 mmHg
	> 140/90 mmHg
	( ) Sim ( ) Não
	Frequência cardíaca
	 bpm
	( ) > 101 ou 71 bpm, com insuficiência cardíaca
	( ) Sim ( ) Não
	Colesterol total
	 mg/dL
	> 190 mg/dL
	( ) Sim ( ) Não
	Glicemia capilar
	 mg/dL
	( ) > 100 mg/dL, se jejum > 8 h 
( ) > 140 mg/dL, se jejum de 2 a 8 h
 ( ) > 200 mg/dL, independente de jejum ou alimentação
	( ) Sim ( ) Não
	HbA1c
	 %
	( ) > 5,7%, sem diagnóstico prévio de diabetes 
( ) > 6,5%, com diagnóstico prévio de diabetes
	( ) Sim ( ) Não
	Peak flow
	1. L/min 
2 L/min 
3. L/min 
Resultado final: %
	 8 h ( ) 2 a 8 h ( ) >2 h/casual
Paciente polimedicado (uso de 5 ou mais medicamentos: ( ) Sim ( ) Não
Necessidade de orientação especial sobre forma farmacêutica: ( ) Sim ( ) Não
Necessidade de consulta farmacêutica: ( ) Sim ( ) Não
3- CONSULTA FARMACEUTICA
Avaliação (identificação de problemas)
• Condição clínica que necessita de elucidação diagnóstica por médico:
 ( ) Sim ( ) Não Qual?
• Condição clínica previamente diagnosticada e descontrolada: 
( ) Sim ( ) Não Qual?
• Necessidade de terapia adicional prescrita por médico: 
( ) Sim ( ) Não Qual?
Para o que?
• Medicamento cuja indicação requer reavaliação 
( ) Prescrito Qual?
• Problemas na posologia (dose alta/baixa, horário de administração, etc):
 ( ) Sim ( ) Não Qual?
• Necessidade de manejo de problema de saúde autolimitado: 
( ) Sim ( ) Não Qual?
• Automedicação indevida qual?
• Não adesão ao tratamento:( ) Intencional ( ) Não intencional 
Descrever motivo da não adesão e qual o medicamento envolvido
• Reação adversa a Medicamento: 
( ) Sim ( ) Não Qual?
• Baixo conhecimento do paciente: 
( ) Doença ( ) Tratamento Descrever
• Outros problemas: 
( ) Sim ( ) Não Quais?
• Observações adicionais
3.2 Plano de Cuidado (Intervenções realizadas):
( ) Aconselhamento sobre doenças
( ) Aconselhamento sobre hábitos de vida saudável
( ) Aconselhamento sobre o tratamento
( ) Aconselhamento sobre o uso de alguma forma farmacêutica
( ) Entrega de calendário posológico
( ) Entrega de seletor de locais para aplicação de insulina e outros materiais para pessoas insulinizadas
( ) Prescrição de medidas não farmacológicas
( ) Prescrição de medicamentos isentos de prescrição médica
( ) Encaminhamento:
( ) Encaminhamento para serviço de urgência/emergência
( ) Outra? Qual
	Nome botânico
	Nome popular
	Parte (s) utilizada (s)
	Forma de utilização
	Posologia e modo de usar
	Via
	Contraindicações
	Efeitos adversos
	Mecanismo de ação
	Eucalyptus globulus L.
	 Eucalipto
	Folha
	Chá
	Numa panela, ferver a água. Após apagar o fogo, adicionar as folhas picadas de eucalipto, tampar e deixar repousar por 5 minutos. Em seguida, coar e beber 1 xícara do chá 2 a 3 vezes por dia.
	Oral
	Alergia, gravidez, problemas de vesícula e doenças no fígado.
	náuseas, vômitos, diarreia, dificuldade para respirar, tontura, sensação de sufocamento, taquicardia, sonolência ou hiperatividade.
	quando acompanhado de uma alimentação saudável controlada em carboidratos, poderia ajuda a regular os níveis de glicose no sangue em pessoas com diabetes
	Portulaca
oleracea
	Beldoegra
	Folha
	Chá
	100g de beldroega em um 1l de água; três
a quatro xícaras por dia
	Oral
	Não se deve usado na gravidez e em pessoas com problemas digestivos e de pressão alto.
	Não a relatos.
	controlar os níveis de açúcar no sangue, já que consegue modular o metabolismo da glicose, além de aumentar a sensibilidade à insulina.
	Phyllanthus niruri
	Quebra Pedra
	Toda a planta
	Chá
	 Ferva a quantidade de água indicada e acrescente as folhas;
Coe o líquido para remover resquícios de galhos ou das próprias folhas;
Deixe o líquido repousando por, no mínimo, 10 minutos, e estará pronto para o consumo.
uma xícara de chá desse preparo 2 a 3 vezes ao dia
	Oral
	Não se deve ser usado por crianças, gestantes e lactentes.
	Dor abdnominal, dor ao urina ou náuseas.
	seus compostos bioativos com atividade antidiabética, ajudando a melhorar a tolerância à glicose, a melhorar o tecido do pâncreas e o seu funcionamento, sendo recomendado para prevenir ou tratar a diabetes do tipo 2.
	Bauhinia forficata
	Pata de Vaca
	Folhas secas
	Chá
	Infusão: 1 colher (sopa) de folhas picadas para 150 ml de água. Tomar 2-3/xícaras por dia.
	Oral
	Mulheres grávidas ou lactantes
	Reações alérgicas, como coceira e erupções cutâneas, em pessoas sensíveis à planta, conjunto com medicamentos hipoglicemiantes pode potencializar a ação desses medicamentos, resultando em hipoglicemia.
	Função a ação hipoglicemiante
	Equisetum hiemale L.
	Cavalinha
	Partes aéreas
	Cha
	Utilize 1 ou 2 colheres de sopa de cavalinha para cada litro de água fervente. Deixe abafado em infusão por 5 a 10 minutos. Após coar consumir em 2 a 3 vezes por dia, preferencialmente após as refeições.
	Oral
	Contraindicado para gestantes, lactantes e pessoas com doenças cardíacas e renais.
	Em grandes quantidades, a bebida pode provocar lesões no sistema urinário, dores de cabeça e fadiga. O uso prolongado também pode levar ao descontrole da pressão arterial.
	Apresenta ação reguladora e adstringente do trato genitouri- nário, atuando como diurético e auxiliando no tratamento das infecções moderadas do trato urinário baixo. Atua como diurético, sendo também um auxiliar no tratamento de infecções moderadas do trato urinário baixo, como cistite e uretrite.
5 PESQUISA DE CAMPO
No posto de minha localidade não tem nenhuma apresentação de formas de fitoterapia disposta para a população. Porem no momento da minha visita abordei algumas pessoas que se dizem fazer o uso de algumas plantas medicinais por conta própria devido ao seu conhecimento passado de geração em geração. Como por exemplo o boldo utilizado para problemas intestinais, capim santo e camomila pra acalmar os nervos, a babosa usado para cicatrização de feridas além de ser um excelente hidratante, a casca da laranja imunidade e desconforto abdominal, hortelã utilizado para dores de garganta.
6 cONSIDERAÇÕES FINAIS
 Com à realização desse trabalho pôde-se perceber que a área da fitoterapia é bastante ampla e que ainda precisa ser bem explorada, para que se consiga bons benefícios por parte de todos os princípios ativos da qual as plantas tem a oferecer.
 Dada à sua natureza de cadeia produtiva, a fitoterapia é uma prática multidisciplinar, que depende da atuação de diversos profissionais em sua esfera de competência. Dentre todos os envolvidos, o Farmacêutico é o que constitui o elo mais importante. Ele é o profissional que entende dos metabólitos das plantas e como os mesmos atuam no organismo. Entende ainda do processamento e da utilização das plantas medicinais. No entanto, o Farmacêutico muitas vezes não ocupa devidamente seu lugar como referência nesse setor.
 Para diversos problemas de saúde, especialmente aqueles de menor gravidade, muitos fitoterápicos têm eficácia comprovada, e poderiam facilmente ser empregados como primeira escolha, inclusive por apresentar menor possibilidade de reações adversas e efeitos colaterais.
 A prática da fitoterapia no estabelecimento farmacêutico é um grande diferencial profissional. Ela propicia o estreitamento dos laços com pacientes, famílias ou comunidades e o desenvolvimento de ações que permitem a inovação no cuidado em saúde, além de contribuir para a qualificação do conhecimento popular/tradicional. Com a fitoterapia muitas vezes obtêm-se melhor adesão ao tratamento, assim como maior envolvimento do usuário em seu tratamento, estimulando sua corresponsabilização.
REFERÊNCIAS 
ANVISA. Farmacopeia Brasileira 2016. Disponível https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/farmacopeia-brasileira 
ANGONESI. D; SERVALHO.G. Atenção Farmacêutica: fundamentação conceitual e crítica para um modelo brasileiro. Ciênc. saúde coletiva 15 (suppl 3) • Nov 2010 • https://doi.org/10.1590/S1413-81232010000900035> 
BADKE, M. R.; SOMAVILLA, C. A.; HEISLER, E. V.; ANDRADE, A.; BUDÓ, M. L. D.;
GARLE, T. M. B. Saber popular: uso de plantas medicinais como forma terapêutica no
cuidado à saúde. Revista de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, v. 6,
n. 2, p.225-234, 2016.
BRASIL. Conselho Federal de Farmácia. Resolução nº 586, de 29 de agosto de 2013. Regula a prescrição farmacêutica e dá outras providências. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 26 set. 2013c. Seção 1, p. 136-8.
COSELHO FEDERAL DE FARMACIA. Resolução Nº 585, de 29 de agosto de 2013. Disponível em: https://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/585.pdf.> 
COSELHO FEDERAL DE FARMACIA. Resolução nº 546 de 21 de julho de 2011. Disponível https://www.cff.org.br/userfiles/21%20-%20BRASIL_%20CONSELHO%20FEDERAL%20DE%20FARM%C3%81CIA_%202011%20Resolucao_546_2011_CFF.pdf 
COSELHO FEDERAL DE FARMACIA. Resolução nº 585 de 29 de agosto de 2013. Disponível https://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/585.pdf 
COSELHO FEDERAL DE FARMACIA. Resolução Nº 586, de 29 de agosto de 2013. Disponível https://www.cff.org.br/userfiles/file/noticias/Resolu%C3%A7%C3%A3o586_13.pdf 
CORRER, C. J.; OTUKI, M. F. A prática farmacêutica na farmácia comunitária. 1. Ed. Porto
Alegre: Artmed, 2013.
CIPOLLE, R.; STRAND, L.; MORLEY, P. Pharmaceutical Care Practice: The patient centered approach to medication management. 3rd. ed. New York: McGraw-Hill, 2012.
DIMASTER. Você sabe a diferença entre plantas in natura e medicamentos fitoterápicos? Disponível https://www.dimaster.com.br/noticia/Voce-sabe-a-diferenca-entre-plantas-in-natura-e-medicamentos-fitoterapicos?idnot=77SOARES. J.A.A; et al. Potencialidades da prática da atenção farmacêutica no uso de fitoterápicos e plantas medicinais. JAPHAC (7): 10-21. Disponível em:https://www.researchgate.net/profile/Djenane-Oliveira-2/publication/348975474_POTENCIALIDADES_DA_PRATICA_DA_ATENCAO_FARMACEUTICA_NO_USO_DE_FITOTERAPICOS_E_PLANTAS_MEDICINAIS/links/6019966d92851c4ed545c0af/POTENCIALIDADES-DA-PRATICA-DA-ATENCAO-FARMACEUTICA-NO-USO-DE-FITOTERAPICOS-E-PLANTAS-MEDICINAIS.pdf 
ENCICLOPEDIA DE PLANTAS. Disponível: https://ciorganicos.com.br/wp-content/uploads/2017/10/A-ENCICLOPEDIA-DAS-PLANTAS-MEDICINAIS.pdf 
PRATIENSINO. O que fitoterapia. Disponível: https://pratiensino.com.br/o-que-e-a-fitoterapia-uma-ciencia-milenar/ 
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES! 
REDAÇÃO E LINGUAGEM 
A linguagem utilizada deve ser clara, coerente, concisa e impessoal, ou seja, verbos na terceira pessoa (Por exemplo: Trata-se, Percebia-se, Necessita-se...), empregando os termos técnicos e científicos, inerentes a área de saúde. 
O termo “etc” não deve ser usado ao fim de uma enumeração, pois nada acrescenta ao texto. As abreviaturas, quando citadas pela primeira vez, devem ser citadas por extenso, seguida de sua abreviatura. 
ORIENTAÇÕES GERAIS 
· Deve-se utilizar espaçamento simples; 
· Letra Times New Roman; 
· Tamanho 12. 
· Os títulos dos capítulos devem apresentar-se totalmente em letras maiúsculas, negrito e enumerado, o que facilita sua localização no texto. 
· As páginas devem ser enumeradas a partir da introdução, porém contadas a partir da CAPA (canto superior direito). 
· Se utilizar figuras deve constar além da numeração, a legenda, ou título, precedida da palavra FIGURA e do número correspondente. 
AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL 
· Os relatórios que não obedecerem aos critérios acima serão recusados, tendo nota mínima ou ZERO atribuída; 
· A entrega do relatório deverá ocorrer próximo ao cumprimento das horas de estágio exigidas pela disciplina, em data pré-estabelecida pelo calendário. 
· Textos que apresentarem plágio terão nota mínima (0,5) ou ZERO atribuído após a correção pelo professor orientador da IES.

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