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FISIOTERAPIA NA SAÚDE DA
CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Prof. Danilo Bulgo – Fisioterapeuta
Doutor e Mestre em Promoção da Saúde 
Dinâmica virtual: Quem sou eu?
Espaço para os (as) futuros (as) fisioterapeutas se apresentarem.
Aumento físico do corpo humano.
É quantitativo: avaliação do peso e 
altura da criança;
Um dos indicadores de saúde mais 
importantes da criança
CRESCIMENTO
Nos dois primeiros anos de vida tende-se 
a ter um crescimento considerável, 
comparado ao nascimento
11 meninas
13 meninos
= estirão do crescimento 
na adolescência
DESENVOLVIMENTO
Capacidade de uma criança de realizar 
tarefas cada vez mais complexas (novas 
habilidades);
Inclui além do crescimento, a maturação, a aprendizagem e os 
aspectos psíquicos e sociais
Corresponde a aquisição de 
novas habilidades;
Uma transformação complexa, contínua, 
dinâmica e progressiva, 
Capacidade de uma criança de realizar 
tarefas cada vez mais complexas (novas 
habilidades);
O AMBIENTE DEVE SER MULTIDIMENSIONAL
A CRIANÇA DEVE EXPLORAR TODOS ASPECTOS POSSÍVEIS
DESENVOLVIMENTO TÍPICO
Desenvolvimento sem alterações desde a
concepção até as fases do desenvolvimento
humano. Criança sem alterações de saúde,
deficiência e/ou deformidades.
DESENVOLVIMENTO ATÍPICO
É definido como o desenvolvimento de
crianças que apresentam atrasos e/ou
prejuízos em relação às crianças com a
mesma faixa etária. Crianças com
desenvolvimento atípico são aquelas que
têm algum comportamento fora dos
padrões típicos e que podem ter origens
diferenciadas como deficiência intelectual,
motora e transtornos na aprendizagem
Dica importante: a criança não entrará no seu mundo, o 
profissional entrará no mundo mágico chamado infância! 
PAPEL DO FISIOTERAPEUTA >>>> ACOMPANHAR A
EVOLUÇÃO DO BEBÊ DESDE A CONCEPÇÃO DA VIDA
FISIOTERAPIA PEDIÁTRICA
A Fisioterapia Pediátrica é uma especialidade voltada ao tratamento de recém-
nascidos, bebês, crianças, pré-adolescentes e adolescentes
Fundamentar a avaliação motora e reflexa e a intervenção fisioterapêutica nos distúrbios
do desenvolvimento neuropsicomotor da criança, nos diversos estágios de sua evolução,
assim como nos distúrbios respiratórios, cardíacos, endócrinos, neurológicos e
traumatológicos...
Valorizar o trabalho com a família da criança e conhecer os recursos de
tratamento fisioterapêutico adequados a cada patologia.
Fonte: google images
Possibilitar ao aluno elaborar diagnóstico cinesiológico funcional, prescrever, planejar, ordenar, 
analisar, supervisionar e avaliar os projetos fisioterapêuticos, a sua eficácia, a sua 
resolutividade e as condições de alta do paciente pediátrico; 
Aplicar os recursos fisioterapêuticos na criança visando sua melhora positiva;
Estabelecer rotinas para a assistência fisioterapêutica em pediatria e neonatologia, fazendo sempre as
adequações necessárias;
Qualificar o profissional na promoção, prevenção e reabilitação de
pacientes nessa faixa etária;
Fundamentação teórica para a prática clínica em neuropediatria. Noções das principais
patologias neuropediátricas incluindo conhecimentos anatômicos, neurofisiológicos e
semiológicos em fisioterapia. Avaliação, diagnóstico funcional e tratamento
fisioterapêutico em crianças com transtornos no desenvolvimento neuropsicomotor
decorrente de malformações e/ou lesões no sistema nervoso.
Desenvolver habilidades para o
trabalho em equipe; Aprender a
interagir com a família e equipe
interdisciplinar dentro de uma
abordagem humanizada;
* Onde atua?
Associações, creches e escolas, hospitais, clínicas, domicílio, centros de
reabilitação...
... sejam elas para indivíduos com deficiência ou não!
Lembre-se a atuação vai desde a atenção primária até a atenção terciária 
e nas atenções de baixa, média e alta complexidade.
Não se esqueça: não é correto dizer portador de deficiência!
COMPETÊNCIAS
Desenvolver os conhecimentos da área de Fisioterapia Infantil, para que possa
atuar na promoção da saúde da criança, com ética e profissionalismo. Conhecer e
entender as patologias infantis para saber avaliar e tratar cada paciente
respeitando a individualidade e as particularidades de cada caso.
HABILIDADES
1)Estabelecer domínio teórico-científico das patologias infantis;
2) Executar a avaliação neuropediátrica para elaboração de diagnóstico 
fisioterapêutico;
3) Selecionar e aplicar as técnicas fisioterapêuticas adequadas para cada 
paciente;
4) Propor orientações aos familiares sobre os cuidados domiciliares com o 
paciente
5) Saber avaliar, reavaliar e cuidar;
6) Indicar próteses, órteses, bem como auxiliar os pacientes na adaptação 
ao meio;
7) Trabalhar em prol da educação em saúde: paciente/terapeuta –
familiar/terapeuta;
* Os pacientes podem ser inseridos na fisioterapia por fatores hereditários, adquiridos e 
por desenvolvimento de patologias....
O fisioterapeuta pediátrico está apto a tratar doenças musculoesqueléticas,
respiratórias, neurológicas, cardiológicas... entre muitas outras — exigindo
conhecimentos específicos para cada um desses casos.
Existem muitas condições que podem fazer com que a criança ou o recém-
nascido necessite ser submetido ao tratamento fisioterápico, como doenças
congênitas, lesões adquiridas ou até na recuperação de determinadas
cirurgias.
As sessões de fisioterapia com crianças também necessitam de um espaço 
adequado para a sua realização, com aparelhos e objetos específicos para serem 
usados por crianças, além de um pouco mais de ludicidade e C O R E S.
O fisioterapeuta irá acompanhar a gestação e o desenvolvimento gestacional, bem
como a evolução da criança nos marcos que envolvem seu crescimento.
Um bom fisioterapeuta pediátrico deve:
Atuar em um ambiente mais lúdico e de atividades com um caráter
diferenciado da fisioterapia para adultos, pois é preciso deixar a criança
confortável e confiante, permitindo que o trabalho seja realizado da melhor
maneira possível.
Ser diferenciado, já que as estruturas das crianças são diferentes das dos
adultos e as técnicas usadas podem ser completamente distintas, com objetivos
únicos.
Ser paciente, amoroso, acolhedor, criar vínculo com o paciente e familiar, 
utilizar recursos lúdicos em prol da promoção da saúde infantil (jogos, 
brincadeiras e atividades pedagógicas variadas)
As etapas do desenvolvimento motor evoluem de forma gradativa,
organizada, sendo consequência da etapa anterior, que será necessária para a
aquisição da próxima.
O desenvolvimento infantil é um processo de aprendizado pelo qual
as crianças passam para adquirir e aprimorar diversas capacidades de âmbito
cognitivo, motor, emocional e social.
INDIVÍDUO COMO SUJEITO 
BIOPSICOSSOCIAL E SINGULAR
OLHAR INDIVIDUALIZADO E AMPLIADO 
PARA O INDIVÍDUO
ATIVIDADE
ESTRUTURA E 
FUNÇÃO
PARTICIPAÇÃO
Os marcos do desenvolvimento infantil são as conquistas que podemos observar
a cada dia no desenvolvimento de um bebê, como rolar, engatinhar, ficar em pé,
balbuciar, falar, olhar nos olhos dos adultos, demonstrar afeto e se comunicar de
diversas formas
O que é esperado...
DESENVOLVIMENTO
INFANTIL
FATORES QUE INFLUENCIAM 
O DESENVOLVIMENTO
Há fatores que interferem desenvolvimento
infantil e que iniciam mesmo antes do
nascimento e continuam durante toda a vida
dos indivíduos.
1. Aspectos biológicos e psicológicos da 
própria criança
• Tendências hereditárias (ex.: propensão a
determinada doença);
• Constituição física, sexo (menino ou
menina);
• Tipo de personalidade
(ex.: introvertida/extrovertida).
2. Família:
• Nível socioeconômico
• Religião e cultura
• Casamento/Divórcio
• Forma de comunicação entre pais e filhos
3. Escola:
• Professores
• Colegas
• Proposta pedagógica e metodologia de ensino
• Avaliação da aprendizagem e do 
comportamento
FATORES QUE INFLUENCIAM 
O DESENVOLVIMENTO
Nosso cérebro é plástico: a aprendizagem será contínua
Devem favorecer o crescimento físico e aperfeiçoar as atividades motoras.
Exemplos: saltar, correr,escalar, ginástica, natação, etc.
Brinquedos construtivos e criativos
Atividades tranquilas
Desenvolvimento do motor fino
Auto expressão
Exemplos: quebra-cabeças, argila, pintura, livros ilustrados, etc.
Pré-escolar: brincadeiras imitativas e dramatização
BRINCADEIRAS E A MOTRICIDADE
Os reflexos são a primeira forma de movimento 
humano e fornecem informações interessantes sobre o 
desenvolvimento motor.
Chamamos de reflexos primitivos as respostas
automáticas a estímulos específicos.
Os reflexos posturais, que surgem durante os primeiros
meses de vida de uma pessoa, tendem a afastar tais
situações. Quando isso não acontece, podemos estar diante
de uma disfunção de caráter neurológico.
Fatores observados na 
prática clínica em pediatria
Assimetria e Simetria
Habilidade
Velocidade do 
movimento
Amplitude de 
movimento
Alinhamento 
biomecânico
Alcance funcional
Alteração sensorial
Estabilidade
Instabilidade
Paciente pediátrico chega para ser atendido 
por você e agora doutor(a)?
FUNCIONALIDADEFOCO NA
A anamnese e avaliação fisioterapêutica tem como objetivo definir corretamente
os problemas dos pacientes, sendo impossível sem esta desenvolver um
tratamento apropriado. Deve ser realizada constantemente para identificar
alterações e se os objetivos estabelecidos estão sendo atingidos.
UM EXCELENTE FISIOTERAPEUTA: 
AVALIA E TRAÇA DIAGNÓSTICOS 
FISIOTERAPÊUTICOS COM 
EXCELÊNICA
Avaliação Físico-Funcional
Funcional: Análise do impacto da doença 
na funcionalidade do indivíduo. 
O QUE REALMENTE DEVO 
OLHAR EM UMA AVALIAÇÃO?
SISTEMA 
SENSORIAL
Sistema 
muscular
SISTEMA 
EMOCIONAL
SISTEMA 
COGNITIVO
SISTEMA 
PERCEPTUAL 
SISTEMA 
NEURO
MUSCULAR
SISTEMA
ESQUELÉTICO
MOVIMENTO 
FUNCIONAL
O QUE REALMENTE DEVO OLHAR EM UMA AVALIAÇÃO?
Quais sistemas 
corporais estão 
envolvidos?
Nenhuma ação é puramente motora
Envolve a combinação dos aspectos perceptivos 
e motores
É necessário explorar o ambiente sem enfatizar 
exclusivamente na estrutura e sim na função
O foco contemporâneo da fisioterapia é enfatizar 
a funcionalidade humana
A nossa lupa tende a 
estar só na execução 
clássica da fisioterapia
Contração, 
força, 
tônus...
Execução: sistema 
musculoesquelético
Todos os outros 
sistemas
Nós somos ferramentas sensoriais: 
é a maneira como conseguimos 
entrar no SN
Perguntar para o paciente:
Quais situações do seu dia a dia estão restritas?
Ex: eu não posso jogar bola, 
eu não posso organizar minha casa
Tenho dificuldade de descer escadas
Desfecho: declínio funcional 
O segredo não está na patologia. O segredo está 
nas atividades a serem tratadas. 
A terapia é centrada no paciente e não na 
patologia 
Tarefa:
significado
contexto
funcional
relevante
Vamos ver a 
funcionalidade 
na prática?
O movimento 
precisa ser 
perfeito para 
ser funcional?
AQUISIÇÕES POSTURAIS
Primeiras indagações: Qual foi a lesão?
Local?
Comprometimentos?
Sinais clínicos?
Isso é FUNÇÃO E ESTRUTURA DO CORPO
Segundo questionamento: Quais são as ações e 
tarefas executadas?
Andar, levantar, correr, comer, trocar de roupa?
Isso é ATIVIDADE
Terceiro questionamentos: Qual o seu 
envolvimento em situações da vida diária? Na 
vida real?
Lazer, Escola, Família, Social...
Isso é 
PARTICIPAÇÃO
O que interfere em tudo isso?
Fatores ambientais (barreira ou facilitador)
Equipamentos (cadeira de rodas, órtese, 
bengala, moradia, família, equipe de saúde...)
Fatores pessoais 
Idade
Gênero
Ocupação
Hábitos
Motivação
ISSO SÃO FATORES AMBIENTAIS E PESSOAIS 
Cores/formas/obstáculos 
TAREFA INDIVÍDUO
AMBIENTE
MOBILIDADE ESTABILIDADE
MANIPULAÇÃO
PERCEPÇÃOCOGNIÇÃO
AÇÃO
REGULADORES
NÃO 
REGULADORES
A função motora emerge da interação entre a tarefa, o indivíduo e o 
ambiente. 
Em relação ao tratamento 
fisioterapêutico, é necessário 
trabalhar com crianças e 
adolescentes em ambientes 
reguladores e não reguladores, 
ademais, é fundamental que o 
profissional realize a repetição
e a variabilidade dos 
movimentos, pois a repetição 
é a base do aprendizado
INDIVÍDUO
Tarefa que tenha significado
dentro de um contexto
funcional relevante.
Fatores anatômicos e mecânicos
TAREFA
Graus de liberdade 
Qual a exigência de desempenho
AMBIENTE
Qual é o contexto 
do ambiente?
FOCO NA ESTRUTURA X FOCO NA FUNÇÃO???
O movimento é uma “brincadeira” que o ser humano desenvolve desde que nasce e 
pelo qual adquire experiências a partir de trocas com o ambiente que vive. Dessa 
forma, a brincadeira mostra-se como um instrumento de desenvolvimento sensorial, 
motor, perceptual, cognitivo e cultural...
USE E ABUSE DA CINESIOTERAPIA
TODA AÇÃO LÚDICA PRECISA TER SENTIDO, CONTEXTUALIZAÇÃO E SER REAL A 
NECESSIDADE DO PACIENTE
CONHEÇA SEU PACIENTE > TRAGA ESSA EXPERIÊNCIA PARA SUA SESSÃO
ESTIMULAÇÃO 
SENSORIAL 
FORTALECIMENTO 
MUSCULAR
DISTAL PARA PROXIMAL
Venus
AVALIAÇÃO 
PROPOSTA DE TRATAMENTO
MOBILIZAÇÃO
ALONGAMENTO 
PROXIMAL PARA 
DISTAL 
GLOBAL = MMSS e MMII
bastão, theraband, 
halter...
PACIENTE COM DIFICULDADE DE DEAMBULAR / 
LIMITAÇÃO DE MARCHA
NÃO TEM SENTIDO FAZER TUDO DE MMSS E DEPOIS NO FINAL 
DA SESSÃO FAZER O PACIENTE ANDAR... PQ NÃO PREPAROU A 
MUSCULATURA!!!!
ALONGAR
MOBILIZAR
ESTÍMULO 
SENSORIAL
FORTALECIMENTO
ÊNFASE SERÁ O MMII
>>>PENSAR SEMPRE NA FUNÇÃO E NA PREPARAÇÃO 
MUSCULAR QUE REALIZAMOS > HABILIDADE MOTORA COM OUTRA HABILIDADE (COGNITIVA POR EXEMPLO)
>> A DUPLA TAREFA ACONTECE O TEMPO TODO >>> ASSOCIAÇÃO DE ATIVIDADES
>> PACIENTES LENTIFICAM VÁRIOS PROCESSOS, PORQUE NÃO CONSEGUEM 
PLANEJAR SITUAÇÕES JUNTAS >>> INSERIR SEMPRE QUE POSSIVEL A DUPLA TAREFA
Andar e falar nome de uma cor
Alongar e falar uma fruta com a letra A
Fazer determinado movimento e contar um momento da vida
Motor + Motor
Motor + Cognitivo
Dupla tarefa 
PRINCÍPIOS FISIOTERAPÊUTICOS EM 
NEUROLOGIA 
REPETIÇÃO
VARIABILIDADE
FAVORECE A 
NEUROPLASTICIDADE 
POSITIVA
QUEIXA DO 
PACIENTE?
FUNCIONALIDADE, QUALIDADE 
DE VIDA, AUTONOMIA E 
INDEPENDÊNCIA
VARIABILIDADE E REPETIÇÃO HUMANIZAÇÃO
MODELO BIOPSICOSSOCIAL
Aplicabilidade clinica nas diferentes áreas de atuação da 
fisioterapia para a promoção da saúde funcional.
Órteses Próteses
Tecnologia 
assistiva
Órteses
São dispositivos aplicados externamente ao segmento corpóreo,
com finalidade de proporcionar melhora funcional,
proporcionando o melhor alinhamento possível, devido a algum
tipo de disfunção ou necessidade de suporte.
São peças ou aparelhos de substituição dos membros ou órgãos
do corpo. Compreende qualquer material permanente ou
transitório que substitua total ou parcialmente um membro,
órgão ou tecido.
Próteses
Tecnologia Assistiva (TA) é um termo guarda-chuva que abrange os sistemas e 
serviços relacionados à entrega de produtos e serviços assistivos. 
Produtos assistivos são aqueles centrados nos indivíduos e que mantêm ou 
melhoram a funcionalidade e a independência de um individuo, promovendo 
participação. 
Aparelhos auditivos, cadeiras de rodas, dispositivos auxiliares de 
comunicação, óculos, próteses, organizadores de comprimidos e dispositivos 
auxiliares de memória são todos exemplos de produtos assistivos. 
Tecnologia Assistiva
CAPACIDADE FUNCIONAL
INCAPACIDADE FUNCIONAL
Fujisawa e Manzini (2006) afirmam que as atividades lúdicas podem estar
presentes tanto na avaliação quanto no tratamento fisioterapêutico, mas que
devem ser aplicadas de maneira intencional e planejada. Nesse sentido, o
lúdico deve ser caracterizado como uma atividade/meio para facilitar e/ou
conduzir aos objetivos pretendidos.
PRINCIPALMENTE COM NOSSOS PEQUENOS EM PROCESSO DE TRATAMENTO 
FISIOTERAPÊUTICO!!!
BENEFÍCIOS DOS RECURSOS LÚDICOS NA PRÁTICA FISIOTERAPÊUTICA
apropria da realidade, criando um espaço de aprendizagem em que
possam expressar, de modo simbólico, suas fantasias, desejos, medos,
sentimentos;
estabelecer e entenderregras constituídas por si e/ ou pelo grupo;
elabora e resolve conflitos e hipóteses;
capacidade de entender pontos de vista diferentes do seu ou de fazer-se
entender e de coordenar o seu ponto de vista com o do outro;
desenvolve a solidariedade e cooperação;
aprende regras sociais;
aprende a lidar com sentimentos como negação, individualidade,
coletividade e frustração
• potencializa a tomada de pequenas decisões;
• ajuda os pequenos a lidarem com as diferenças;
• estimula-os na resolução de pequenos conflitos;
• favorece o controle de seus sentimentos;
• promove a autonomia dos pequenos e a autoconfiança.
• aprendem o senso de partilha;
• respeito aos coleguinhas;
• Aprendizados levados para vida
BENEFÍCIOS DOS BRINQUEDOS, JOGOS E BRINCADEIRAS EM FISIOTERAPIA
A ludicidade deve ser pensada na prática fisioterapêutica, não apenas como uma 
visão de diversão, distração, passatempo, jogos e brincadeiras...
Inclusão,
autonomia,
criatividade
Promoção da 
saúde
Visualizar o indivíduo como 
sujeito BIOPSICOSSOCIALPossibilidades 
terapêuticas
Funcionalidade
Correção postural
Facilitadores
terapêuticos
Processamento integral do 
desenvolvimento infantilExploração dos 
estímulos 
corporais
Elevação de 
ganhos e 
conquistas 
funcionais diárias
Desenvolver a capacidade autônoma 
do paciente
Estimula a criatividade
Incentivar o pensamento crítico
Ganhos nas AVDs
momentos de diversão, prazer e distração
Emoções e conquistas
autoestimaImaginação e fantasia;
auxiliar na melhora da função 
motora, cognitiva, sensorial... 
TENHA OLHAR 
AMPLIADO PARA 
SAÚDE DA CRIANÇA!
O BRINCAR TERAPÊUTICO PODE SER SIMPLES...
M.M.S.A. sexo feminino, nasceu a termo após gestação
normal, sendo a terceira criança de um casal jovem, normal
e não-consanguíneo. Seus irmãos (uma menina e um
menino) eram normais. Ela apresentava braquicefalia
(Índice cefálico de 85,7), face plana, fissuras palpebrais
longas e oblíquas, olhos em declive, cílios longos, epicanto,
orelhas pequenas, filtro nasolabial liso, palato ogival,
língua protrusa, pescoço curto com excesso de pele
dorsalmente, hipotonia muscular generalizada, hiper
flexibilidade articular, mãos pequenas com braquidactilia e
amplo espaçamento entre hálux e segundos artelhos.
✓ Qual a fisiopatologia? Explique e cite os diferentes tipos.
Explique sua etiologia.
✓ Como é feito o diagnóstico pré e pós-natal? Cite 6
exemplos do pós-natal
✓ Relacionado a seu quadro clínico, quais são as
alterações orgânicas e sistêmicas que essas crianças
apresentam?
✓ Como é feita a avaliação fisioterapêutica?
✓ Cite e explique 6 exemplos de condutas
fisioterapêuticas
*Síndrome de Down
Cores/formas/obstáculos 
Esse é o papel do 
fisioterapeuta.
ENVOLVIMENTO SOCIAL
P A R T I C I P A Ç Ã O
Realizar consultas, avaliações e reavaliações do paciente, coletar dados, solicitando, executando e 
interpretando exames propedêuticos e complementares que permitam elaborar um diagnóstico cinético-
funcional, para eleger e quantificar as intervenções e condutas fisioterapêuticas apropriadas, objetivando 
tratar as disfunções no campo da Fisioterapia, em toda sua extensão e complexidade, estabelecendo 
prognóstico, reavaliando condutas e decidindo pela alta fisioterapêutica;
O fisioterapeuta deverá:
nenhum outro profissional poderá atuar como fisioterapeuta, e/ou delegar o 
que deverá ser feito no que tange a fisioterapia.
Avaliação Fisioterapêutica, Anamnese Fisioterapêutica, Tratamento fisioterapêutico, 
Reavaliação Fisioterapêutica, Diagnóstico Cinético funcional e Alta Fisioterapêutica
É COMPETÊNCIA DO FISIOTERAPEUTA
Obrigado!
Espero que a fisioterapia esteja cada vez mais presente 
na sua vida!
@danilobulgo
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