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RECURSOS MANUAIS EM ESTÉTICA CAPÍTULO 4 - A DRENAGEM LINFÁTICA CORPORAL TEM EFICÁCIA? Adriana Teixeira dos Reis BertollettiIntrodução Neste capítulo, vamos compreender como fazer uma Drenagem Linfática Manual (DLM) corporal completa. Para isso, é claro, precisamos saber exatamente onde se localizam os linfonodos corporais. Além disso, vamos decifrar algumas questões acerca da drenagem: será que a DLM corporal é igual à Drenagem Linfática Mecânica quando pensamos nos resultados? Há uma maneira diferente de se fazer drenagem quando se trata de uma gestante? No pós-operatório, devemos fazer a drenagem linfática manual do mesmo jeito que a tradicional? Como é trabalhar com uma equipe multidisciplinar? A partir dessas reflexões, iremos conceituar as sequências das manobras de drenagem linfática corporal. Mesmo sabendo que há várias técnicas, escolhemos uma técnica que atinge o objetivo de uma boa drenagem linfática. Evidenciamos as técnicas mecânicas e suas ações sobre o sistema linfático, apresentando, para isso, a pressoterapia e a vacuoterapia. Por fim, estudaremos as formas de se fazer uma DLM em uma gestante, ressaltando que não se faz nenhuma técnica estética em uma gestante sem o consentimento do médico. Discutiremos as diferenças das técnicas para uma DLM em pós-operatório. Como há cisão da pele e lesão do trajeto do sistema linfático, as manobras se modificam, já que a anatomia se alterou. Vamos lá? Tenha um excelente estudo! 4.1 Drenagem Linfática Manual corporal e mecânica Vamos iniciar nosso estudo compreendendo a localização dos linfonodos corporais e observando a DLM corporal. Não conseguimos realizar uma drenagem manual se não soubermos exatamente onde se localizam os linfonodos. Vale lembrar que há inúmeras técnicas e cada uma delas tem sua sequência específica, mas todas prometem atingir o mesmo objetivo: melhorar a drenagem linfática do organismo. Vamos também apresentar uma técnica que considera a anatomia e a fisiologia do sistema linfático, mas que não é fiel a nenhum método. Na verdade, a técnica apresentada é eficiente e utiliza de várias manobras de alguns métodos como Leduc, Vodder e Foldi. Acompanhe este tópico com atenção! 4.1.1 Linfonodos corporais Os linfonodos são estruturas esponjosas, localizados em regiões específicas do corpo, para executar a seguinte tarefa: filtrar a linfa. Os linfonodos são constituídos por finos canais onde os leucócitos se fazem presentes para identificarem e destruírem substâncias e corpos estranhos que possam existir na linfa, como vírus e bactérias. Segundo Guyton e Hall (2011, p 175), "os linfonodos tendem a se aglomerar em grupos (axilas, pescoço e virilha). Quando uma parte do corpo fica infeccionada ou inflamada, os linfonodos mais próximos se tornam dilatados e sensíveis". A maioria dos linfonodos se localiza no pescoço (linfonodos cervicais), nas axilas (linfonodos axilares), nas virilhas (linfonodos inguinais), ao longo dos grandes vasos sanguíneos e nas cavidades do corpo. Observe na figura a seguir!Figura 1 - Os linfonodos corporais são encontrados em áreas onde a linfa é direcionada para filtragem. Fonte: BlueRingMedia, Shutterstock, 2019. Portanto, no corpo humano os linfonodos estão localizados nas seguintes regiões, clique sobre a interação para conhecê-las. Axilas Axilares. Cúbito Cubitais. Virilha Inquinais.Região Poplítea Poplíteos. 4.1.2 Manobras de drenagem linfática corporal Para a realização de uma boa DLM corporal, você deve ter a preocupação com o posicionamento do paciente, pois o trajeto do sistema linfático não pode estar obstruído. A drenagem linfática corporal inicia com manobras de evacuação dos linfonodos e depois com a captação da linfa. Nas manobras de captação da linfa, será sempre empregado movimentos de proximal para distal e, em seguida, de distal para proximal sempre encaminhando a linfa para o linfonodo correspondente à drenagem fisiológica do seguimento ao qual está sendo aplicada. As manobras da drenagem linfática corporal são (FOLDI; STROSSENREUTHER 2012; LEDUC; LEDUC, 2007): evacuação dos linfonodos; manobra de demanda; bombeamento; e bracelete. Saiba mais sobre elas a seguir, clicando sobre a interação. Evacuação dos linfonodos A evacuação dos linfonodos será sempre a primeira coisa a ser realizada para dar início à DLM. Essa manobra é realizada com movimentos de com uma ou ambas as mãos em contato com a pele sobre a região onde se encontram os grupos de linfonodos. Manobra realizada em Membros superiores (MMSS) Membros Inferiores (MMII). movimento consiste em pressão com uma ou Manobra de demanda ambas as mãos (mão em "C"), em contato com a pele pela borda radial do indicador desenrolando os dedos em direção ao dedo mínimo (combinando os dedos, o polegar e palma da mão). A pressão deve encaminhar a linfa no sentido da drenagem fisiológica. Movimentos realizados com pressão suave deslocando a pele em direção à profundidade, o movimento deve ser prolongado e ritmado. Bombeamento Consiste em uma manobra realizada em todas regiões do corpo, com exceção apenas na drenagem das mãos e dos pés. É um movimento ondulatório realizado com uma ou duas mãos em contato com apele, o movimento inicia a partir do punho e segue para a palma da mão e dedos. Bracelete Manobra onde a região tratada pode ser envolvida por uma ou duas mãos, envolvendo o segmento com pressão de forma intermitente (pressão - descompressão), manobra usada para finalizar a sequência em MMSS e MMII. Para iniciar a DLM, é importante realizar a evacuação dos linfonodos corporais cinco vezes em cada região, observando a sequência a seguir. Supra claviculares. Infra claviculares. Axilares. Cubitais. Respiração Diafragmática/estimular peristaltismo: realizada na região da cisterna do quilo, onde será exercida pressão com as mãos sobre a região, mantendo a pressão em direção à profundidade e orientar o cliente a realizar respiração diafragmática, de três a cinco repetições, após realizar movimentos circulares em volta da cicatriz umbilical, estimulando o peristaltismo (cólon ascendente, transverso e descendente). Inguinais. Poplíteos.VOCÊ SABIA? Há algumas doenças que afetam o sistema linfático. São elas: elefantíase, que é uma infecção dos vasos linfáticos; linfangiossarcoma, que é um tumor maligno dos tecidos moles; linfedema, que é o inchaço causado pelo acúmulo de fluido linfático; filariose, é outro distúrbio do sistema linfático que ocorre a partir de uma infecção parasitária causando insuficiência linfática; linfoma de Hodgkin e não-Hodgkin; mononucleose infecciosa etc. (GUYTON; HALL, 2011) Fique atento e observe os sintomas para poder encaminhar seu paciente ao médico especialista. Para aprender mais sobre a drenagem linfática, assista ao vídeo abaixo. A drenagem dos membros superiores inicia-se com o posicionamento correto, seguido de manobras específicas. Acompanhe a seguir, clicando sobre a interação. Braço Posicionar MS em posição anatômica (palma da mão voltada para cima). Iniciar captação da linfa na face medial e anterior do braço com manobra de demanda partindo da axila até a região cubital (região medial-anterior).Bombeamento da região cubital até a axila (região medial e anterior). Manobra de demanda partindo do ombro (músculo deltoide) até a região cubital (região lateral- posterior). Bombeamento da região cubital até a axila (região lateral-posterior). Antebraço Manobra de demanda partindo da região cubital até a punho (região medial-anterior). Bombeamento do punho até região cubital (região medial-anterior). Manobra de demanda partindo da região cubital até a punho (região lateral-posterior). Bombeamento do punho até região axilar (região lateral-posterior). Mão Drenar com movimentos circulares com o polegar, do punho em direção aos dedos de proximal para distal. Na palma da mão de medial para lateral, ou seja, iniciar com os polegares posicionados no e 5° e depois 2° e metacarpos. No dorso da mão, iniciar no e 5° e depois 2° e 3° metacarpos. Envolver o dedo do cliente com todos os dedos do terapeuta, realizar de distal para proximal. Iniciar no dedo mínimo e finalizar no polegar. A massagem nos membros superiores é finalizada com a manobra de bracelete, que irá da mão até a região axilar.4 4 4 2 2 3 6 7 Figura 2 - Tratamento dos membros superiores em representação esquemática. Fonte: FOLDI; STROSSENREUTHER, 2012, p. 71. Para aprender mais sobre a drenagem nessa área, assista ao vídeo abaixo. Já a drenagem linfática manual na mama deve ser feita da seguinte maneira: 1° - Dividir a mama em 4 quadrantes: 1 4 4 1 2 3 3 2 2° - Iniciar a drenagem com bombeamento, partindo da região axilar nos quadrantes 1, 2 e 3, retornar até a região axilar com manobra de bombeamento nos quadrantes 3, 2 e 1. - Primeiro drenar a mama E quadrantes 1, 2, 3 em seguida drenar mama D quadrantes 1, 2, 3 de acordo com as orientações acima. Para finalizar a drenagem da mama, pode-se fazer ao mesmo tempo os dois lados o quadrante 4. - o quadrante 4 deve ser drenado com manobra de bombeamento com ambas as mãos em direção aos linfonodos infraclaviculares, repetir a manobra de bombeamento paraA drenagem linfática abdominal sugere as sequências a seguir, clique sobre a interação. - Dividir o abdômen em quatro quadrantes, traçando uma linha imaginária vertical ( linha alba) e outra na horizontal na região da cicatriz umbilical. Na região supra umbilical, o profissional deve posicionar-se contralateral à região a S drenada, por exemplo, se for drenar a região supra umbilical esquerda, o profissional de estar do lado direito do paciente. 3° Dividir a cada região supra umbilical em três porções ("faixas") a partir da região axilar lateral em direção à linha alba, iniciar a drenagem com manobra de bombeamento com a m direita do profissional, no abdômen superior E do paciente, e vice-versa, partindo da regi axilar nas porções 1, 2 e 3, retornar até a região axilar com manobra de bombeamento com duas mãos nas porções 1, 2 e 2, 3 da linha alba em direção à região axilar. Realizar da forma nos lados direito e esquerdo. Na região infra umbilical, o profissional deve posicionar-se do mesmo lado da região ser drenada, por exemplo, se for drenar a região infra umbilical esquerda, o profissional de se posicionar do lado esquerdo do paciente. 5° Na região infra umbilical, encaminhar a linfa para a região inguinal, realizar a drenage com manobra de bombeamento com as duas mãos, do centro (linha alba) para a later retornar da lateral para o centro com manobra "bombeamento". Realizar da mesma forma n lados direito e esquerdo. Perceba que cada região corporal tem movimentos que são peculiares. A drenagem linfática dos membros inferiores se dá, primeiro, pela região anterior: 1° - Manobra de demanda partindo da região inguinal até o pé - No pé, envolver o dedo do cliente com todos os dedos do terapeuta, realizar pressão-descompressão de distal para proximal. Iniciar no dedo mínimo e finalizar no hálux. - Bombeamento com as duas mãos do pé até os linfonodos inguinais. - Bracelete do pé até a região inguinal.Realizar nos MMII direito e esquerdo da mesma forma. Em casos de muito edema, a drenagem do membro inferior pode ser realizada por seguimento, fazendo as manobras de demanda na região de coxa até o joelho, e, em seguida, o bombeamento até região inguinal, depois da região do joelho até os pés e o bombeamento dos pés até região inguinal. Posicionar o paciente em decúbito ventral e realizar a drenagem dos membros inferiores da região posterior. A drenagem da região posterior inicia nos glúteos. Como você pode acompanhar, clicando sobre a interação. - Dividir a região glútea em três porções: em dois terços laterais e um terço medial. Na porção dos dois terços laterais, encaminhar a linfa em direção lateral e na porção do terço medial a linfa deverá ser levada em direção à parte interna da coxa, ambos para a região inguinal. 2° - Posicionar-se contralateral ao seguimento a ser drenado. Manobra de bombeamento, com ambas as mãos, partindo da região lateral em direção à região medial (dois terços), retornar até a lateral com manobra "bombeamento". 3° - Posicionar-se ao lado do seguimento a ser drenado. Manobra de bombeamento, com uma ou ambas as mãos, na região medial (um terço) em direção à parte interna da coxa. Retornar com manobra "bombeamento". As manobras devem ser realizadas da mesma forma no glúteo direito e esquerdo.Figura 3 - Sentido da drenagem nos glúteos. Fonte: FOLDI; STROSSENREUTHER, 2012, p. 83. Região posterior da coxa: 1° - Manobra de demanda, com ambas as mãos, de proximal-distal até região posterior do joelho (região do músculo bíceps femoral). - Retornar com bombeamento em direção à região inguinal. Região posterior da perna: 1° - Manobra de demanda, com ambas as mãos, na perna, do poplíteo até o tornozelo. - Retornar com bombeamento em direção à região poplítea. Finalizar com bracelete do tornozelo até a coxa em direção à região inguinal (finalizar na linha glútea).VOCÊ o CONHECE? A Lorice Issa Miguel, fisioterapeuta e esteticista, organiza, desde 2002, o curso internacional de Leduc Method. Vários módulos já foram realizados nas cidades de Bruxelas, São Paulo, Fortaleza e Salvador. Dr. Albert Leduc, Belga, doutor em linfologia, DLM e reabilitação de câncer de mama, é o presidente fundador do método que leva seu nome, Drenagem Linfática Leduc Method, além de presidente de honra da Sociedade Europeia de Linfologia. A região dorsal é drenada com as seguintes manobras: - Dividir as costas em quatro quadrantes, traçando uma linha imaginária vertical (na coluna vertebral) e outra na horizontal na altura da cicatriz umbilical.4 2 3 Figura 4 - Direção da linfa na região Fonte: FOLDI; STROSSENREUTHER. 2012, p. - - Na profissional região deve posicionar-se contralateral à região - Dividir lombar, manobra de bombeamento da lateral a para ser drenada, a coluna, retornar até a lateral de - Manobra a região de bombeamento supra umbilical na em três porções a partir da região axilar e lateral com manobra 6° região Manobra axilar com manobra de bombeamento região torácica nas partindo da região axilar, nas porções em 1, direção 2 3, à coluna. até manobra - - Manobra de de bombeamento na região escapular porções partindo 1, 2 e da 2, região 3. axilar, retornar até a região e retornar axilar a de Para clavicular aprender Retornar mais bombeamento sobre até a região o tema, supra na assista região clavicular ao do músculo com manobra trapézio de e músculo romboide, partindo da região supra com A seguir, você aprenderá sobre Drenagem Linfática vídeo Vamos lá?4.1.3 Drenagem Linfática Mecânica A drenagem linfática pode ser feita também com alguns equipamentos. Uma das maneiras de se fazer é utilizando a pressoterapia, que é suave e realizada com auxílio de várias câmaras infladas a partir da extremidade distal até a extremidade proximal do membro. As câmaras são sobrepostas de modo a permitir um gradiente de pressão que vai da região distal à proximal (LEDUC; LEDUC, 2007) A pressoterapia é um tratamento linfodrenante, indicado no tratamento de edema. instrumento de pressoterapia conta com um compressor que se utiliza de ar comprimido em uma série de mangas em diferentes formatos, sendo que a pressão pode ser regulada no aparelho podendo adequar a terapia para cada paciente. Gera uma massagem peristáltica, utilizando-se de pressões variáveis, com uma ou várias câmaras pneumáticas, que são ativadas em sequência, podendo, assim, reduzir o edema (TABOAS, 2013). Para auxiliar na redução do edema, essa técnica deve ser empregada sempre em conjunto com meias compressivas ou bandagens. Existem dois tipos de bomba de compressão (PRENTICE, 2014), clique sobre a interação para conhecê-las. Estática ou não segmentar Utiliza pressão contínua. Nessa técnica, o membro é totalmente envolvido com uma câmara única, realizando uma pressão única em todo o membro de uma só vez. Fique atento: essa técnica não é mais utilizada, pelo fato de prejudicar o sistema venoso. Dinâmica ou sequencial A pressão é de distal para proximal. Existem vários compartimentos que envolvem a região, que vão enchendo de ar de forma separada. As contraindicações são as mesmas aplicadas à DLM.VOCÊ QUER LER? Em um estudo realizado por Ferreira, Oliveira e Moreira (2017), comparou-se as técnicas de drenagem linfática de membros inferiores de um paciente que se submeteu à DLM em um membro e à vacuoterapia em outro, por 30 Os resultados se mostraram mais satisfatórios para o membro que foi submetido à drenagem linfática com a vacuoterapia. Saiba o porquê lendo o artigo "Estudo comparativo entre drenagem linfática manual e endermoterapia no edema de membros inferiores". Outra maneira de se fazer a drenagem linfática é utilizando a vacuoterapia ou endermoterapia, com o uso de um aparelho. Essa técnica é chamada de drenagem mecânica, ou eletrônica. Mas como ela funciona? Bem, ela gera um vácuo, que apresenta pressão positiva e negativa de forma, o que contribui para que a circulação seja facilitada, favorecendo a oxigenação e renovação celular e reduzindo edemas. Isso ajuda a melhorar o aspecto da pele afetada por disfunções como a Fibro Edema Geloide (BACELAR; VIEIRA, 2006). Sabemos que, para realizar o processo de drenagem linfática, é preciso atingir os vasos linfáticos, que são estruturas localizadas na camada mais superficial da pele. Nesse processo, a pressão exercida pelo aparelho de endermoterapia, apesar de ser baixa e com pressão negativa, apresenta condições de estimular o sistema linfático, melhorando a circulação linfática e sanguínea. Esse tipo de aplicação favorece a vasodilatação, eliminação de toxinas, estimulação nos fibroblastos, restauração da circulação e aumento da nutrição do tecido. Por isso, é indicada também em processos de queimadura, Fibro Edema Gelóide, gordura localizada, cicatriz, tonificação e relaxamento (BORGES, 2006). Robertson (2011), comenta que o tratamento com endermoterapia atua sobre a circulação, atuando na melhora de muitas patologias e alterações que afetam o sistema linfático. método de aplicação da vacuoterapia tem uma sequência. É necessário, primeiramente, realizar o bombeamento nos linfonodos com pressão de 30 mmHg no modo pulsado com 25 pulsos. Depois, deve-se fazer os deslizamentos longitudinais com a ventosa rolete no modo contínuo a 60 mmHg, no sentido do trajeto da linfa, com ajuda de creme e óleo de massagem. Para finalizar, realizar mais um bombeamento dos linfonodos (FERREIRA; OLIVEIRA; MOREIRA, 2017). 4.2 Drenagem Linfática Manual em pós-operatório e gestantesNo tratamento de gestantes, devemos levar em conta as mudanças físicas que vão ocorrendo no corpo da mulher durante a gestação, que dura de 38 a 40 semanas (BARROS, 2001). Essas mudanças provocam alterações orgânicas, que vão auxiliá-la a suportar toda a sobrecarga que o corpo recebe ao gerar um novo organismo. Saiba mais sobre a DLM em gestantes e no pós-operatório ao longo das próximas páginas! 4.2.1 DLM na gestação Como você já deve saber, a gestação é uma fase de adaptações, pois o metabolismo proteico, lipídico e glicídico estarão alterados. Vai ocorrer aumento do débito cardíaco, da volemia, hemodiluição e alterações na pressão arterial e também aumento do fluxo glomerular e alterações na dinâmica respiratória. Outras observações importantes são relativas ao apetite, náuseas, vômitos, refluxo constipação e respostas imunológicas diferentes (ROCHA, 2014). CASO Ao analisar a evolução de uma gestante de 33 anos que se encontrava no sétimo mês de gestação, apresentando edema de membros inferiores após nove massagens de DLM, com atendimentos três vezes por semana, pôde-se observar uma melhora significativa na perimetria dos membros. Portanto, constatou-se que houve uma redução de edema com aplicação da técnica DLM, sendo indicada no tratamento do edema gestacional. É fundamental ressaltar que os métodos de drenagem linfática manual são inúmeros, mas se a drenagem respeitar seus preceitos leve, ritmada e respeitando o trajeto do sistema linfático veremos os resultados de redução de edema na gestante. Outro aspecto importante é a permissão do médico para a realização da DLM. Sem a autorização médica, o profissional não pode realizar massagem na gestante. Na gestação, também podem ocorrer edemas nos membros inferiores, pois há um acúmulo de líquidos nos tecidos. A partir do terceiro trimestre, já no final da gestação, há maior retenção de água e isso pode gerar edemas de tornozelo e, consequentemente, limitação de movimentos. Também pode ocorrer pressão dos nervos, devido ao edema nos braços e mãos, que causa pressão nos nervos, como na síndrome de túnel carpal, que provoca parestesia e fraqueza muscular, afetando as porções terminais das distribuições nervosas, mediana e ulnar (BARROS, 2001).Essa retenção hídrica fica em torno de 6,5 litros, devido ao aumento do líquido amniótico e do volume sanguíneo (ROCHA, 2014). Cerca de um terço das gestantes apresenta edemas generalizados a partir da semana de gestação. A drenagem linfática manual contribui para a redução do edema, com a aplicação de uma massagem suave e lenta, para reduzir a retenção de líquidos e os inchaços que comprometem o bem-estar da gestante (FONSECA et al., 2009). Na gestação, as alterações hormonais são as principais causas das transformações no corpo da mulher. Dentre as mudanças, há também o aumento do volume sanguíneo, o que aumenta o fluxo de sangue para o útero e para os rins, e o útero vai se deslocar, para abrigar o bebê que está se desenvolvendo. Devemos também considerar que o peso corporal vai aumentar e que isso, aliado ao fato de a maior parte desse peso vai se concentrar no ventre, vai provocar adaptações na postura e no centro de gravidade. Além das mudanças físicas, ou em decorrência delas, a futura mãe pode enfrentar problemas de ordem psicológica, como ansiedade, depressão, medos, traumas e baixa estima (FONSECA et al., 2009). Figura 5 - A drenagem linfática em gestantes pode aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida durante a gravidez. Fonte: Goncharov_Artem Shutterstock, 2019. Para auxiliar no tratamento desses sintomas, principalmente o edema, alguns métodos são recomendados, como a DLM, que mobiliza a linfa, deslocando, por meio de movimentos manuais, a acumulação de líquido de um determinado segmento corporal (SCHWUCHOW, 2008). Esse método trabalha o corpo de forma a auxiliar a redução do inchaço, aumentando a diurese e eliminação de toxinas, o que estimula a regeneração e defesa dos tecidos, alivia dores, tem ação descongestionante e proporciona um relaxamento físico e mental, fortalecendo a imunidade. edema gestacional não é patológico. De acordo com Rocha (2014), é relatado por 30%-40% das gestantes nos pés e tornozelos, e em 5% por todo o corpo, de forma geral. A ocorrência de edema, portanto, é natural na gestante. Os bebês de mulheres com edema costumam nascer com peso ligeiramente mais elevado, menor incidência de prematuridade, e menor índice de mortalidade perinatal. Ou seja, o edema faz parte da gestação e não pode ser visto como patológico, quando é desacompanhado de hipertensão e A DLM também tem aplicação para outros problemas que podem ocorrer com as mudanças hormonais, como o cansaço, a insônia, enxaqueca e constipação intestinal.VOCÊ QUER VER? vídeo do programa Renata França (2017) aborda a drenagem linfática manual no pós-operatório, destacando as diferenças da drenagem tradicional para a drenagem após um procedimento cirúrgico. Ela orienta, também, que antes de iniciar o procedimento há necessidade da liberação do médico. A drenagem, além de ajudar na eliminação do excesso de líquido, pode ajudar na fibrose ocasionada pelo pós-cirúrgico. Acompanhe: A DLM pode ser realizada em até duas sessões por semana. No entanto, em alguns casos, o obstetra pode indicar até três vezes semanais (EMRICH, 2013). Existem algumas contraindicações para a realização das sessões, como hipertensão arterial não controlada, insuficiência renal, trombose, infecções de pele, lesões cutâneas, entre outras. A DLM também auxilia no pós-parto, já que ajuda na diminuição do líquido retido durante a gestação e estimulação do metabolismo Para se fazer a DLM em uma gestante, lembre-se, é imprescindível a autorização do médico por escrito. 4.2.2 DLM em pós-operatório Em processos de pós-operatório, a DLM é feita de maneira diferente. Em cirurgias plásticas, ocorrem traumas mecânicos e devemos considerar que pode haver alteração estrutural ou funcional dos vasos linfáticos, causados por laceração ou compressão (hematoma, fibrose). Isso vai provocar uma mudança no equilíbrio das tensões e, consequentemente, um edema (ANTÔNIO, 2010). Para reduzir o excesso de edema, a DLM pode ser utilizada, mas ele só vai sumir quando a secreção de cortisol diminuir. Ela é liberada no processo inflamatório, que ocorre até a conclusão do tecido cicatricial, em torno de 20 a 42 dias (BORGES, 2006). tratamento deve começar já na fase aguda, para aliviar as consequências das alterações vasculares características da fase inicial (edema). Por isso, há um cuidado maior na aplicação, pois essa é a fase em que a cicatrização está apenas começando e a aplicação deve ser suave, para evitar que algum deslizamento ou tração ocorra e lesione o tecido em recuperação (GUIRRO; GUIRRO, 2004).Figura 6 - Lipoescultura em região dorsal. Fonte: Harvey Combariza, Shutterstock, 2019. A DLM pode contribuir em situações de pós-operatório. Listamos a seguir, algumas vantagens, de acordo com Coutinho (2006), clique sobre a interação para conhecê-las. Reduzir o inchaço, que provoca desconforto na área que sofreu cirurgia. Elimina a retenção de líquido, melhorando a drenagem das linfas. Contribui para facilitar o processo de recuperação do corpo, tornando-o mais rápido aumentando os níveis de oxigênio e nutrientes para as células. Ajuda a eliminar toxinas (células danificadas, produtos químicos, anestesia e outros agent farmacêuticos) do corpo (sangue e circulação da linfa). Minimiza a equimose no local da contusão. Auxilia o processo de cicatrização e reduz marcas cicatrizes, contribuindo para a elasticida da pele.Dá suporte para melhorar o sistema imunitário do corpo, ajudando a prevenir ou combat infecções. Quando iniciada de forma precoce, a DLM diminui o acúmulo de líquidos, especialmente em cirurgias de lipoaspiração e abdominoplastia, contribuindo para a recuperação mais rápida dos pacientes (ANTÔNIO, 2010). Destacamos que quando se aplica DLM após cirurgias com cicatrizes, se utiliza sua versão reversa, que direciona a linfa para o linfonodo mais próximo da lesão, de forma independente do trajeto do sistema linfático. VOCÊ QUER LER? o artigo "Função linfática do membro superior no pré-operatório de câncer de mama" (REZENDE et al., 2011) traz um estudo interessante feito com 37 pacientes que realizaram a linfocintilografia do membro superior no pré-operatório de câncer de mama. No estudo, são relatadas alterações que demonstram a preexistência de diferenças funcionais do sistema linfático. Acesse:4.3.1 o profissional de estética A regulamentação da profissão de esteticista e cosmetólogo com curso superior foi dada pelo Projeto de Lei 2332, em 7 de março 2018 (CÂMARA DOS DEPUTADOS, 2015). Com isso, a atuação desse profissional, que era apenas limpeza de pele, foi crescendo ao longo dos anos e ampliando suas responsabilidades. Hoje, o profissional de estética precisa ter uma comunicação efetiva para facilitar do trabalho compartilhado, já que o paciente, geralmente, está cercado de profissionais da saúde (ginecologista, cardiologista, cirurgião plástico, dermatologista, entre tantos outros). esteticista precisa ter disponibilidade para o acolhimento das demandas dos membros da equipe e entender o conceito de colaboração interprofissional. VOCÊ SABIA? Em fevereiro de 2017, a ABHIPEC realizou uma pesquisa nas cidades de São Paulo, Porto Alegre e Salvador com consumidores, jornalistas, economistas, autoridades e parlamentares, para entender a percepção do consumidor sobre o setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos. A pesquisa constatou que as pessoas têm consciência sobre a importância dos cuidados pessoais para a prevenção de doenças, e identificou uma relação clara entre a sensação de estar limpo e autoestima. Ou seja, não é à toa que o Brasil é o consumidor de cosméticos do mundo. Confira: Percebe-se que os esforços para ampliar o nível de interação entre os profissionais e reduzir a fragmentação do cuidado favorece a recuperação do paciente. Badlwin (2012), lembra que as relações interpessoais estão pautadas na construção da confiança, do respeito e da abertura da comunicação com o outro. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2010, p. 7) ressalta que "a prática colaborativa acontece quando vários profissionais da saúde de diferentes experiências profissionais trabalham com pacientes, famílias cuidadores e comunidades para prestar assistência da mais alta qualidade". Para o profissional esteticista que realiza tratamentos manuais, como a DLM, é importante que tenha contato com o médico, enfermeiro, nutricionista, educador físico e em alguns casos, psicólogos. Conhecer os profissionais de saúde que o paciente escolheu para tratar e manter contato com eles é salutar para um atendimento integral. 4.4 Massagem Modeladora X DLMAs massagens manuais existem desde a História Antiga, em que se relata o uso de massagem curativa na China a cerca de 2.600 a.C. Desde então, diversas técnicas de massagens e outras terapias manuais vêm sendo usadas no tratamento de condições inestéticas. Algumas técnicas, nos dias atuais, são ofertadas ao público com forte apelo de serem "redutoras", "modeladoras" e que prometem a redução de peso (TACANI; TACANI, 2008). Trata-se de técnicas de massagem modeladora e de DLM oferecidas como opções para chegar aos resultados pretendidos pelos clientes. Às vezes, elas são vendidas de forma combinada ou complementar, e até como o mesmo tipo de massagem. Mas será que massagem modeladora e DLM são técnicas parecidas? Vamos conhecer 4.4.1 Diferença entre drenagem linfática e massagem modeladora A massagem modeladora é uma massagem derivada da massagem clássica, porém as manobras são executadas com movimentos com maior velocidade, rítmicos, vigorosos e com maior pressão do que outras técnicas (ARANTES, 2013). Já na DLM, são empregados movimentos leves, lentos e monótonos, que devem sempre seguir no sentindo do trajeto do fluxo linfático em direção aos linfonodos correspondentes àquele seguimento massageado. A DLM tem por objetivo principal o auxílio na redução de edemas e linfedemas, que podem ser adquiridos por conta de má circulação sanguínea, linfática, no pós-operatório, ou outras causas, visando sempre a melhora dos tecidos atingidos (TACANI; CERVERA, 2004). A indicação e utilização da drenagem linfática manual (DLM) têm-se ampliado bastante nos últimos anos, com o principal objetivo de redução do edema. Ela apresenta alguns efeitos fisiológicos de grande importância como: auxiliar na filtração e na reabsorção dos capilares sanguíneos na drenagem linfática; auxiliar o fluxo de linfa para dentro dos capilares linfáticos; facilitar o transporte da linfa; e, auxiliar no bombeamento e na quantidade de linfa processada nos linfonodos (PICCINI et.al., 2009, p.11). objetivo principal na aplicação da massagem modeladora é a modelagem do corpo, melhorando o contorno corporal com a utilização dos movimentos na mobilização dos tecidos profundos. As técnicas de massagem modeladora, executadas com maior pressão, podem promover aumento da circulação sanguínea e linfática, aumento da nutrição do tecido, remoção de catabólicos, estímulo das funções viscerais, podendo também auxiliar na penetração de ativos, como, por exemplo, lipolíticos, encontrado em cosméticos, além de hiperemia cutânea local (BORGES, 2006). aumento da circulação sanguínea se dá por conta dos movimentos empregados, que podem produzir calor local, dando maior mobilidade ao tecido adiposo (MONZONI; PINHEIRO, 2011). Um de seus efeitos fisiológicos é auxiliar no aumento da circulação linfática, mas ela não tem a função de tratar edemas ou de ser aplicada após procedimentos cirúrgicos, uma vez que este não é seu objetivo e seus movimentos vigorosos não permitem que seja aplicada em pacientes nessas condições. As manobras exercidas podem desencadear outros efeitos fisiológicos, alguns deles são: aumento da oxigenação e nutrição tecidual local; diminuição de aderências; melhora da extensibilidade e aumento da maleabilidade tecidual; estímulo da produção de secreção sebácea. Vale lembrar que além de efeitos fisiológicos, a massagem modeladora pode provocar efeitos psicológicos benéficos. Trata-se de uma técnica de massagem e o toque traz sensações de bem-estar e auxilia no relaxamento corporal e mental (ARANTES, 2013). As contraindicações são praticamente as mesmas de outras técnicas de massagem: neoplasias; dermatites e dermatoses; varizes; flebites; tromboses e outras patologias circulatórias; processos inflamatórios e lesões no local etc. Listamos, a seguir, as manobras utilizadas na massagem modeladora segundo Monzoni e Pinheiro (2011). Acompanhe clicando sobre a interação.Manobra de deslizamento superficial Toda a palma da mão e dedos deslizam por toda a musculatura com movimentos leves. Essa manobra é utilizada no início e fim de todas as manobras no intuito de melhorar a sensibilidade e preparar o tecido para receber as demais manobras. Manobra de deslizamento profundo Segue da mesma forma que o deslizamento superficial, porém com uma pressão maior, mas apenas o suficiente para que haja o efeito de vasodilatação, no sentido da musculatura, respeitando o retorno venoso e linfático. Manobra de fricção Movimentos que buscam a mobilização entre o sistema tegumentar superficial e o sistema muscular profundo, com pressão moderada. Manobra de percussão Realização de golpes leves e rítmicos com as mãos espalmadas e dedos relaxados, a fim de causar vasodilatação. Manobra rolamento Pregas cutâneas ou musculares com auxilio dos dedos polegares e indicadores, causam vasodilatação, mobilização dos tecidos profundos e diminuição de aderências.Figura 7 - Manobras de massagem modeladora. Fonte: Master1305, Shutterstock, 2019. Podemos observar que o objetivo da maior parte das manobras está em causar a vasodilatação e mobilização dos tecidos profundos, diferente das manobras de DLM, que sempre empregam pressão suave, sem causar qualquer tipo de hiperemia local, além de ser feita superficialmente ao tecido tegumentar, onde se encontram a maior parte dos capilares linfáticos (TACANI; CERVERA, 2004). Pode-se fazer uma analogia com a drenagem linfática manual, onde as manobras são suaves e superficiais, sem necessidade de comprimir os músculos, mobilizando apenas uma corrente de líquido que está nos tecidos mais superficiais e nos vasos linfáticos localizados entre a pele e a aponeurose (camada que recobre os músculos). Portanto, massagem e drenagem são duas coisas distintas (GODOY; BELCZACK; GODOY, 2005). Com isso, devemos considerar e respeitar a fisiologia humana, realizar uma boa avaliação do paciente, e apenas empregar a técnica que condiz exatamente com o objetivo ao qual queremos chegar. É importante lembrar que, mesmo sendo uma massagem de pressão maior, de mobilização de tecidos, a massagem modeladora não deve ser empregada com pressão muito forte ao ponto de causar hematomas ou qualquer outro tipo de desconforto a quem recebe. Síntese Chegamos ao final deste capítulo, que buscou ressaltar a importância da DLM corporal. Sendo assim, você já conhece a localização dos linfonodos e como se realiza uma DLM, técnica vastamente utilizada pelo profissional de estética. Neste capítulo, você teve a oportunidade de:acompanhar a localização exata dos grupos de linfonodos corporais; aprender as manobras para a realização de DLM corporal eficiente; entender que há outras maneiras de se fazer drenagem linfática sem ter quer ser totalmente manual; identificar a diferença de drenagem linfática na gestante e após um procedimento operatório; conhecer a atuação do esteticista em uma equipe multidisciplinar. Clique para baixar o conteúdo deste tema. PDF Bibliografia ALVES, G. 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