Prévia do material em texto
ARQUEOLOGIA BIBLICA Genesis: Segundo estudiosos a criação acontece a mais ou menos 4b de anos. A Geneonalogia :manter a continuidade de uma família De onde veio esse .A família de seu pai te identificava . Irmaos eram os filhos do.mesmo patriarca [19/2 14:38] David Leonardo: 1 cidade ;Enoque [19/2 14:53] David Leonardo: Genealogia de Caim [19/2 14:53] David Leonardo: genisis 4 17,Mt 18:21;Lc17:3,4;Dn 9:20,24;Isaias53:3-8 [19/2 15:07] David Leonardo: Noé vem de ste.Caim foi o primeiro mau primogenito. c O PLANO DE DEUS :SEU REINO É SEU POVO. Na terra de Canaã Yahweh então profere uma bênção sobre Noé e sua família e ordena-lhes que encham a terra com sua descendência. O decreto de Deus permite comerem carne, mas exige abstinência do sangue, que é a alma, ou vida, da carne, e exige a execução de homicidas. O pacto de Deus de nunca mais trazer um dilúvio sobre a terra é confirmado com o aparecimento do arco-íris no céu. Mais tarde, Cã mostra desrespeito pelo profeta de Yahweh, Noé. Este, ao ficar sabendo disso, amaldiçoa a Canaã, filho de Cã, mas acrescenta uma bênção que mostra que Sem será especialmente favorecido e que Jafé também será abençoado. Noé morre aos 950 anos de idade. Quem eram os filhos dos homens ?É os filhos de Deus? Descendência de Caim e Sem ? Os três filhos de Noé executam a ordem de Deus de multiplicar-se, produzindo 70 famílias, os progenitores da atual raça humana. Ninrode, neto de Cã, não é incluído nesta relação, evidentemente porque torna-se “poderoso caçador em oposição a Yahweh”. (10:9) Ele funda um reino e começa a edificar cidades. Nessa época, toda a terra fala uma só língua. Os homens, em vez de se espalharem sobre a terra, para a povoarem e a cultivarem, decidem construir uma cidade e uma torre com o cume nos céus, para fazerem um nome célebre para si mesmos. No entanto, Yahweh frustra a intenção deles confundindo-lhes a língua e, assim, os espalha. A cidade é chamada de Babel (que significa “Confusão Torre de Babel Os homens começaram a se juntar como se não precisarem de Deus .Talvez com apreensão de Deus mandar mais um dilúvio.Logo já no começo ele queriam criar uma grande potência desobedecendo assim a ordem d Deus de ocupar aterra .Babel é uma transliteração contextual pra se refira a o local que no periodo que foi escrito estaav a Babilonia ?ou Naquele tempo a Babilomia estava la? Até aqui Deus freia a humanidade . SECULO XVII (1601-1700 a.C) Abram.pai de um povo Abraão,pai de um grande povo Ele comprou terras Ele não fez guerras Abraao possivelmente comprou Salem de meuquisedeque e deu dez por cento da grana pra ele que era sacerdote e rei [24/2 15:53] David Leonardo: Abram saiu de ur (cidade sobre império da suméria)quando babilônia emergiu [24/2 16:04] David Leonardo: No tempo de Nabucodonosor foi construída a grande babilônia (já conheciam o ferro) Os personagens do Antigo Testamento, habitualmente denominadas “patriarcas”, eram chefes de grupos familiares seminômades que iam de um lugar a outro em busca de comida e água para os seus rebanhos. Não havendo chegado ainda à fase cultural do sedentarismo e dos trabalhos agrícolas, os seus assentamentos eram, em geral, eventuais: duravam o tempo em que os seus gados demoravam para consumir os pastos. O nome Yahweh, traduzido como Senhor, não é explicado até Êxodo 3.14,15. Mas os leitores de Gênesis devem saber que aquele Deus que falou com Abrão é o mesmo Yahweh que criou todas as coisas (Gn 2.4) e que mais tarde formaria a nação de Israel. Para um mundo que acreditava em muitos deuses, o nome do verdadeiro Deus vivo era bastante significativo. Assim, essa passagem começa com a revelação da palavra de Deus, a graça que irrompe de Yahweh, com a qual Ele soberanamente começa a agir na vida das pessoas necessitadas. Gênesis 1.3 registra Deus pronunciando as seguintes palavras: Haja luz. Gênesis 12.1 mostra Yahweh falando a Abrão com palavras de grande graça (compare com Gn 7.1; 8.15, as palavras de Yahweh para Noé). João 1.1 fala da encarnação do Verbo. Em toda a Bíblia a mensagem é a mesma: é Yahweh, o Senhor, que chega até as pessoas, revela-se e estende a Sua grande graça. Ora o Senhor disse... Deus fala. Ele fez uma promessa a Abrão em Ur (Gn 11.31). Agora, em Gênesis 12.1, quando o pai de Abrão estava morto e enterrado em Harã, Abrão foi chamado por Deus [para sair do meio de sua parentela e ir para o lugar que Ele lhe mostraria]. Abrão obedeceu, agindo em função dessas palavras do Senhor. O nome Abrão [hb. 'Abram] significa pai exaltado. Mais tarde, seu nome seria mudado para Abraão [hb. 'Abraham], cujo significado é pai dAntes que milhões possam seguilo é necessário que um ouça a voz de Deus é tenha fé pra seguila. [19/2 19:25] David Leonardo: que Abrão desobedeceu a Deus no momento em que levou seu sobrinho com ele em sua jornada. Entretanto, esses versículos sugerem que foi Ló quem tomou esta decisão de ir com Abrão. E era Abrão da idade de setenta e cinco anos, quando saiu de Harã. Na Bíblia, raramente é mencionada a idade das pessoas quando algum evento ocorre, mas com Abrão isso ocorre diversas vezes. Como veremos, isso comprova a poderosa obra de Deus na vida desse homem cuja idade já era bastante avançada quando foi chamado pelo Senhor. [22/2 21:49] David Leonardo: A suméria foi o primeiro grupo a se fixar lá [22/2 21:50] David Leonardo: Por volta de 3000 aC [22/2 21:52] David Leonardo: As populações simétricas eram comerciantes que costumavam fazer costumavam fazer ctt com povos distantes [22/2 21:54] David Leonardo: Torre de babel é uma contextualização do termo feita por Moisés. Naquele tempo ,la era da Babilonia mas quando foi construída a torre é mais provável ser dos sumérios [22/2 21:54] David Leonardo: Ou outros povos anteriores [22/2 21:57] David Leonardo: Ur era uma cidade de Caldeus que depois virou dos sumérios? [19/2 19:26] David Leonardo: 12.6 — E passou Abrão por aquela terra. O verbo passar aqui se assemelha à palavra ʻibriy [pessoa de além de], hebreu (Gn 14.13). Aqui, o hebreu Abraão estava passando por aquela terra, atravessando o seu destino. Até ao lugar de Siquém. Essa cidade é antiga; ficava na parte central de Canaã. Mais tarde, sob a liderança de Josué, as pessoas comemorariam ali a aliança com Deus (Js 24.1). Até ao carvalho de Moré. Essa antiga e grande árvore de carvalho serviria como um permanente marco para as futuras gerações (Gn 13.18; 18.1; 23.17). O termo Moré significa professor. Está relacionado à palavra torah, que significa instrução. [19/2 19:31] David Leonardo: 12.8 — Moveu-se [Abrão] dali para a montanha à banda do oriente de Betei e armou a sua tenda, tendo Betei ao ocidente e Ai ao oriente, e edificou ali um altar ao Senhor e invocou o nome do Senhor. Mais tarde, no tempo de Jacó, Betei teria um importante papel na história (Gn 28.10-22). Ai significa ruína. O termo sugere as ruínas de uma antiga cidade. Abrão respondeu à aparição de Deus edificando um altar dedicado ao Senhor e invocando o Seu nome (ver Gn 4.26; 21.33; 26.25). Provavelmente, essa invocação do nome do Senhor não era uma oração pessoal, mas um clamor ou uma proclamação pública. Abrão, de certa forma, estava falando a outros a respeito do Senhor e sendo uma bênção para todas as nações, como Ele lhe cidade “cujo edificador e construtor é Deus” – procurou isso, e porque o procurou, não tomou parte nas cidades corrompidas ao seu redor, mas, habitando em tendas, testemunhou contra eles, e declarou claramente que procurava um país, (Trench, ʻHuls.̓ ) [JFU] [19/2 19:33] David Leonardo: 12.9 — Depois, caminhou Abrão dali, seguindo ainda para a banda do Sul. Abrão caminhou em direção ao Neguebe, em hebraico Neqeb, caverna (Gn 13.1; 24.62). A população de Canaã, que já estava estabelecida no lugar com seus rebanhos, impediu que Abrão achasse um local para pastoreio. Ele continuou em direção ao sul, até que conseguisse encontrar um espaço para seu grupo. [19/2 19:35]derrotas infligidas por David, rei de Israel, cessaram as tentativas de expansão dos filisteus. A partir desse momento, eles já não representavam risco para o reino de Judá, então as menções de Filisteia na Bíblia são reduzidas. No entanto, eles continuaram a ser uma ameaça política (incursões militares, especialmente no momento da colheita) e cultural para esse estado. A federação filisteia perdeu temporariamente sua autonomia no século X a.C. sob hegemonia egípcia e definitivamente após a conquista pelo Império Neoassírio em 722 a.C.. Nabucodonosor II devastou o território filisteu em 604 a.C. e, como o resto do Oriente Médio, caiu nas mãos do império de Alexandre, o Grande no século IV. Naquele tempo, parece que os filisteus já haviam perdido grande parte de sua identidade cultural. No entanto, o termo Peleset e, mais tarde, as versões grega (Παλαιστινή, Palaistinḗ) e latina (Palæstina) continuaram a ser usadas como um termo geográfico, referindo-se a uma área cada vez mais extensa Nas guerras eles se uniam Amaleque era filho do primogênito de Esaú, Elifaz, com sua concubina Timna. (Gên 36:12, 16) Amaleque, neto de Esaú, era um dos xeques de Edom. (Gên 36:15, 16) O nome de Amaleque também designava seus descendentes tribais. — De 25:17; Jz 7:12; 1Sa 15:2. https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Porco https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Circuncis%C3%A3o https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Neobabil%C3%B4nico https://pt.m.wikipedia.org/wiki/David https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Neoass%C3%ADrio https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nabucodonosor_II https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alexandre,_o_Grande A crença de alguns de que os amalequitas tiveram origem muito anterior e não eram descendentes de Amaleque, neto de Esaú, não se alicerça em sólida base fatual. A noção de que os amalequitas antecederam a Amaleque baseia-se no dito proverbial de Balaão: “Amaleque foi a primeira das nações, mas o seu fim posterior será mesmo seu perecimento.” (Núm 24:20) No entanto, Balaão não falava aqui da história em geral, nem da origem das nações, sete ou oito séculos antes. Falava da história apenas com relação aos israelitas, contratado como foi para amaldiçoá-los, quando estavam prestes a entrar na Terra da Promessa. Por isso, depois de alistar Moabe, Edom e Seir como oponentes de Israel, Balaão declara que os amalequitas foram realmente “a primeira das nações” a se levantar em oposição aos israelitas em sua marcha para fora do Egito, em direção à Palestina, e, por este motivo, o fim de Amaleque “será mesmo seu perecimento”. Moisés, por conseguinte, ao relatar os eventos dos dias de Abraão, antes de Amaleque nascer, falou de “todo o campo dos amalequitas”, evidentemente descrevendo a região conforme entendida pelo povo do tempo de Moisés, ao invés de dar a entender que os amalequitas precederam a Amaleque. (Gên 14:7) O centro deste território amalequita achava-se ao N de Cades-Barnéia, no deserto do Negebe, na parte meridional da Palestina, seus acampamentos auxiliares estendendo-se pela península do Sinai e pelo norte da Arábia. (1Sa 15:7) Houve época em que sua influência talvez se estendesse até as colinas de Efraim. — Jz 12:15. Os amalequitas foram “a primeira das nações” a lançar um ataque não provocado contra os israelitas após o Êxodo, em Refidim, perto do monte Sinai. Como consequência, Yehowah decretou que os amalequitas, por fim, seriam extinguidos. (Núm 24:20; Êx 17:8-16; De 25:17-19) Um ano depois, quando os israelitas tentaram entrar na Terra da Promessa, contrário à palavra de Deus, foram repelidos pelos amalequitas. (Núm 14:41-45) Por duas vezes, nos dias dos juízes, estes adversários de Israel participaram em ataques contra Israel. Fizeram-no nos dias de Eglom, rei de Moabe. (Jz 3:12, 13) De novo, junto com os midianitas e os orientais, saquearam a terra de Israel por sete anos, antes de Gideão e seus 300 homens lhes imporem uma esmagadora derrota. — Jz 6:1-3, 33; 7:12; 10:12. Por causa deste ódio persistente, Yehowah, no período dos reis, ‘ajustou contas’ com os amalequitas, ordenando que o Rei Saul os abatesse, o que ele fez, “desde Havilá até Sur, que está defronte do Egito”. No entanto, Saul, infringindo a ordem de Deus, poupou Agague, rei deles. Mas de Deus não se zomba, pois “Samuel foi retalhar Agague perante Yehowah em Gilgal”. (1Sa 15:2-33) Algumas das incursões de Davi incluíam povoados amalequitas, e, quando estes, por sua vez, atacaram Ziclague e levaram as esposas e os bens de Davi, este e 400 homens foram no encalço deles, recuperando tudo o que fora roubado. (1Sa 27:8; 30:1-20) No reinado de Ezequias, alguns da tribo de Simeão aniquilaram o restante dos amalequitas. — 1Cr 4:42, 43. Não se faz mais menção direta dos amalequitas na história bíblica ou secular. No entanto, “Hamã, filho de . . . agagita”, provavelmente descendia deles, pois “Agague” era o título ou nome de certos reis amalequitas. (Est 3:1; Núm 24:7; 1Sa 15:8, 9) Assim, os amalequitas, junto com outros mencionados nominalmente, foram exterminados, a fim de que “as pessoas saibam que tu, a quem pertence o nome de Yehowah, somente tu és o Altíssimo sobre toda a terra”. — Sal 83:6-18. Os amonitas foram um povo que habitava a região da Palestina. Pouco se sabe sobre a origem e os costumes desse povo. De acordo com o relato bíblico, Gênesis 19:37-38, tanto Ben-Ami (Amom) quanto Moabe nasceram de uma relação incestuosa entre Ló e suas duas filhas no resultado da destruição de Sodoma e Gomorra e a Bíblia refere-se aos Amonitas e aos Moabitas como os “filhos de Ló”. Na Bíblia, os amonitas e os israelitas são descritos como antagonistas mútuos. https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Povo https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Palestina_(regi%C3%A3o) https://pt.m.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnesis https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ben-Ami https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Moabe https://pt.m.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3 https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sodoma_e_Gomorra https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Tribos_de_Israel Durante o Êxodo, os israelitas foram proibidos pelos amonitas de passarem por suas terras. No livro de Juízes, os amonitas se uniram com Eglon, rei dos moabitas, contra Israel. Segundo o Livro dos Juízes, os amonitas exerceram domínio sobre os israelitas durante alguns períodos de tempo, sendo seu poderio fora rompido por Eúde, que assassinou à traição o rei amonita Eglom. Mais tarde fortaleceram-se novamente e estavam saqueando Israel quando Jefté obteve uma grande vitória sobre os amonitas e libertou Israel. Ataques feitos pelos amonitas nas comunidades israelitas do leste do Jordão foram o impulso atrás da unificação das tribos sob o comando de Saul. De acordo com I Reis 14:21-31 e 2 Crônicas 12:13, Naamá era uma amonita. Ela foi a primeira esposa do rei Salomão a ser mencionada pelo nome no Tanaque como tendo um filho. Ela foi mãe do sucessor de Salomão, Reoboão. Relação com a Assíria Amom manteve sua independência do império Assírio através de tributo ao rei assírio, em um momento em que os reinos vizinhos estavam sendo invadidos ou conquistados. Inscrições no Monólito de Curque descrevem o exército do rei amonita Baasha bem Ruhubi lutando ao lado de Acabe de Israel e aliados Sírios contra Salmanaser III na Batalha de Carcar em 853 a.C., possivelmente como vassalos de Hadadezer, o rei dos arameus de Damasco https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%8Axodo https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Livro_de_Ju%C3%ADzes https://pt.m.wikipedia.org/wiki/E%C3%BAde https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jeft%C3%A9 https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Saul_(rei) https://pt.m.wikipedia.org/wiki/I_Reis https://pt.m.wikipedia.org/wiki/2_Cr%C3%B4nicas https://pt.m.wikipedia.org/wiki/2_Cr%C3%B4nicas https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Naam%C3%A1 https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Salom%C3%A3o https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Tanaque https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Reobo%C3%A3ohttps://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ass%C3%ADria https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Acabe https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Israel https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADria https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Salmanaser_III https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Carcar https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Arameus https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Damasco Jerusalém torna-se a capital do reino de Davi Até chegar a esse momento, a formação do povo havia sido lenta e difícil, mesclada freqüentemente com a história das mais antigas civilizações que floresceram no Egito, às margens do Nilo e na Mesopotâmia, nas terras regadas pelo Tigre e o Eufrates. As fontes extrabíblicas da história de Israel naquela época são muito limitadas, carentes da base documental necessária para se estabelecerem com precisão as origens do povo hebreu. Nesse aspecto, o livro de Gênesis proporciona alguns dados de valor inestimável, pois o estudo dos relatos patriarcais permite descobrir alguns aspectos fundamentais da origem do povo israelita. Primeiro templo, centro nacional e espiritual do povo judeu, é construído em Jerusalém pelo rei Salomão Israel é destruído pelos assírios; 10 tribos exiladas (Dez Tribos Perdidas) Judá é conquistado pela Babilônia Jerusalém e o Primeiro Templo são destruídos; a maioria dos judeus é exilada. Salmos de DAVI [19/2 13:43] David Leonardo: provavelmente escrito quando ele era pastor .clima seco do deserto as pastagens sao feitas longe do curral em algum Oasis.elas vivem em rebanhos.ela nao aceita pastores estranhos.É comum mandar matar quando o pastor morre.Por isso existe um coopastor.Elas nao tem defesa alguma por isso sao mt medrosas.Inclusive o barulho das aguas por isso tranquilas .Sedentas porem medrosas.As vezes ele precisa levar a agua até a boca da ovelha.Todo dia ers uma rotina.Ele nos guia or camimhos retos e perfeitos(segurança) porem as paisagens e o sol escaldante e os vales perigosos pode ser ruim .O pastor ia cantando no caminho.Cajado :tocar o rebanho.e quando alguma saia do caminho ele a batia e tbm usava um gamcho pra tiralas de buracos e salvalas .Tbm usacvam fundas ou lanças pra proteger.O msm instrumento tinha todas essas funcoes .OASIS DESERTO E CURRAL.No final ele conta as ovelhas [19/2 13:43] David Leonardo: As vezes ele quebrava a sua perna pra ele não fugir mais Pv 2.16-22 — A expressão mulher estranha faz referência a mulher adultera, sedutora, imoral. O adultério é incompatível com o ideal da lei de Deus. A palavra estranha também conotava prostituição, porque a mulher estrangeira dos antigos cultos de fertilidade do Oriente Médio participava de praticas sexuais nos seus ritos de adoração. Isaias : revelação progressiva do conceito de messias (ungido) na vida de várias figuras tratadas como messias, estas meramente humanas – como no caso de Ciro, o Grande, a quem remete a profecia de Isaías 45:1 (“Assim diz o SENHOR ao seu ungido [messias], a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações diante de sua face, e descingir os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão”) – e também por meio de importantes eventos, foi-nos prefigurado no texto sagrado o Grande Messias (divino/humano), a quem o termo Messias passa a referir-se na história de Israel e na profecia bíblica. uem seria capaz de prever acontecimentos tão precisos há 700 anos? São as Sagradas Escrituras que dão testemunho de Jesus, como Ele mesmo disse: “Para que se cumpram as Escrituras até o fim” (Jo 19,28; 15,25). “As Escrituras dão testemunho de mim” (Jo 5,39). E foram os próprios judeus os guardas dos livros proféticos (século XV a.C. a V a.C.). Com os discípulos de Emaús, o Senhor fez questão de enfatizar que as Escrituras falavam Dele, “explicava-lhes o que dele se achava dito em todas as escrituras” (Lc 24,27). Tudo foi predito sobre a vida Dele para que o identificassem quando chegasse. “Não deixarás a minha alma na região dos mortos, nem permitirás que o teu santo conheça a corrupção” (Sl 15,8-11; At 2,27). São impressionantes os detalhes com que as profecias anunciavam como seria a chegada e a vida do Messias. Quem seria capaz de prever acontecimentos tão precisos há 700 anos? Séculos antes da vinda de Jesus Cristo os judeus tinham em suas Escrituras uma série de vaticínios concretos referentes ao Messias – o Filho de Deus. A versão do Antigo Testamento, elaborada pelos Setenta, do hebreu ao grego, terminou aproximadamente dois séculos antes de Jesus Cristo, pois já em 130 antes de Cristo era encontrada no Egito. Nessa versão encontram-se os vaticínios messiânicos íntegros, tal como atualmente os lemos. Cinco séculos antes de sua vinda já tínhamos a descrição dos traços do Messias; possuía-os a Sinagoga e ainda hoje essa mesma Sinagoga os conserva intactos. Como comentou Santo Agostinho: “Não nós, mas os judeus, são os conservadores desses livros que são nossos. Quando queremos demonstrar que Jesus Cristo foi profetizado, apresentamos esses livros aos pagãos. E a fim de que os obstinados em não crer não viessem dizer-nos que tais livros foram por nós compostos e adaptados ao acontecido, agindo, assim, como falsificadores, precisamente por isso podemos convencê-los, com evidência, de que tal não é assim, porque todos esses livros em que Jesus Cristo está profetizado, todos estavam, séculos antes da vinda de Cristo, em poder dos judeus: eles são seus guardiões” (Laburu, p. 30). Leia também: Jesus Cristo nas Escrituras Uma catequese sobre as Escrituras Santas O Jesus Cristo Histórico Cada profeta descreveu um traço ou uma circunstância da Pessoa do Messias. Ele descenderá de Isaac (Gn 26,4), de Jacó (Gn 28,14), da tribo de Judá (Gn 49,8), da família de Davi (Jr 23,5; 33,15), Ele nascerá de uma virgem (Is 7,14). “Não cessará o poder supremo da tribo de Judá enquanto não vier o Messias” (Gn 49,10). É maravilhosa a profecia de Isaías sobre o reino do Messias: “Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebento brotará de suas raízes. Sobre ele repousará o Espírito do Senhor […]” (Is 11,1-9). Daniel profetizou que ao findar setenta semanas de anos se daria a prevaricação do povo judeu, seguindo-se a morte do Messias (Dn 9,24-27). Ageu profetizou que o Messias penetraria no Templo de Jerusalém reconstruído após a volta do exílio da Babilônia. Malaquias confirmou a predição dizendo que o Messias viria para o segundo Templo e, após sua vinda, permaneceria para sempre destruído. Malaquias confirmou a previsão de Ageu (Ml 3,1) e anunciou que o nascimento do Messias seria em Belém (Mq 5,1s). Isaías profetizou que o Messias pregaria especialmente na Galileia. Zacarias predisse que a venda do Messias seria por trinta moedas e que o traidor as lançaria no Templo, e com elas se compraria uma olaria (Zc 11,12). Os Salmos anunciaram que o Messias seria despojado de sua túnica, dividida por sorteio entre os soldados (Sl 21,19); seria morto com mãos e pés transpassados por cravos (Sl 21,17); que no suplício da cruz sofreria sede, a língua colada ao paladar (Sl 21,16); e lhe dariam vinagre para beber (Sl 68,22); e todos zombariam dele na cruz: “Esperou no Senhor: livre-o, salve-o, se é que o ama” (Sl 21,7s). “Zacarias completa anunciando que permaneceriam a olhar o cadáver aqueles mesmos que o haviam atravessado com suas lança” (Zc 12,10). Isaías predisse que o Messias seria apontado como malfeitor e entre eles colocado (53,3.12b); que seria condenado a morte (53,8); que haveriam de esbofeteá-lo, açoitá-lo e nele escarrar (50,6); seria despojado de sua túnica, dividida, por sorteio, entre os soldados. Seria morto, com mãos e pés transpassados por cravos. Na cruz, sofreria ele o tormento da sede, a língua ressecada como uma telha, colada ao paladar. Para aliviá-lo da sede, apresentar-lhe-iam uma esponja embebida em vinagre. Todos quantos o viam cravado na cruz iam escarnecer dele e, meneando a cabeça, diriam: **Esperou no Senhor: livre-o, salve-o agora, se é que o ama**. As citaçõessobre a Paixão de Jesus também são detalhadas: O Messias seria traído por um amigo (Sl 40,10; Sl 55,12-14; cumprimento da profecia: Mt 10,4; Jo 13,21). Seria vendido por 30 moedas de prata (Zc 11,12; cumprimento: Mt 26,15). As 30 moedas seriam lançadas no Templo (Zc 11,13; cumprimento: Mt 27,5-7). Ele seria abandonado por seus discípulos (Zc 13,7; cumprimento: Mt 26,31.56; Mc 14,50). Seria acusado por falsas testemunhas (Sl 34,11; cumprimento: Mt 26,59-61). O Messias ficaria mudo diante dos seus acusadores: “Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a sua boca[…]” (Is 53,7; cumprimento: Mt 27,12-14). Seria açoitado e ferido: (Is 53,5.7; Zc 13,6; cumprimento: Mt 27,26). O Messias seria esbofeteado e cuspido (Is 50,6; cumprimento: Mt 26,67; Lc 22,63). Seria escarnecido (Sl 22,7-8; cumprimento: Mt 27,41-43; Jo 19,2-3). Suas mãos e pés seriam transpassados (Zc 12,10; cumprimento: Lc 23,33; Jo 20,25-28). O Messias seria crucificado entre malfeitores (Is 53,12; cumprimento: Mt 27,38; Mc 15,27-28). Ele intercederia pelos seus algozes (Is 53,12; cumprimento: Lc 23,34). Seus amigos o contemplariam de longe (Sl 37,12; cumprimento: Lc 23,49). Ele entregaria seu espírito a Deus: “Nas tuas mãos entrego meu espírito[…]” (Sl 30,6; cumprimento: Lc 23,46). Seus ossos não seriam quebrados (Sl 33,21; cumprimento: Jo 19,32-33). Seu corpo seria colocado na sepultura por um homem rico (Is 53,9; cumprimento: Mt 27,57-60). Todas essas predições, mais de trinta, se cumpriram rigorosamente para que ficasse bem claro quem era o Messias. Por isso Jesus repetiu muitas vezes **para que se cumpram as Escrituras**, de modo a não ficar dúvida sobre quem Ele era. Quem é capaz de fazer previsões de acontecimentos futuros, durante onze séculos de antecedência, e com tantos detalhes? Quem é capaz de dizer se vai chover em tal dia do próximo ano, por exemplo? Essas profecias são as “credenciais” entregues por Deus a seu Filho; e dissipam toda dúvida e satisfaz a curiosidade mais exigente. Foram predições contra a mentalidade judaica do tempo de Cristo; se houvessem sido fruto da mente dos Profetas, jamais teriam sido cumpridas. Por isso, Jesus disse aos judeus que disputavam com ele, exigindo que cressem em seu Messianismo e o recebessem como enviado de Deus, seu Pai: “Examinais as Escrituras porque julgais ter nelas a vida eterna, e elas são as que dão testemunho de mim” (Jo 5,39).Cumpriu-se aquilo que Filipe disse a Natanael: “Encontramos Aquele de quem Moisés escreveu na Lei e que os Profetas anunciaram: é Jesus de Nazaré, filho de José” (Jo 1,45). Reino dividido: Judá e Israeldespeito de todas as circunstâncias favoráveis que rodearam o reinado de Salomão, foi precisamente aí que a unidade do reino começou a fender-se. Por um e outro lado do país, surgiam vozes de protesto pelos abusos de autoridade, pelos maus tratos infligidos à classe trabalhadora e pelo agravamento dos tributos destinados a cobrir os gastos que originavam as grandes construções. Tudo isso, fomentando atitudes de descontentamento e rebeldia, foi causa do ressurgimento de antigas rivalidades entre as tribos do Norte e do Sul. Os problemas chegaram ao extremo quando, morto Salomão, ocupou o trono o seu filho Roboão (1Rs 12.1-24). Sem a sensatez do seu pai, Roboão provocou, com imprudentes atitudes pessoais, a ruptura do reino: de um lado, a tribo de Judá, que seguiu fiel a Roboão e manteve a capital em Jerusalém; de outro, as tribos do Norte, que proclamaram rei a Jeroboão, antigo funcionário da corte de Salomão. Desde esse momento, a divisão da nação em reino do Norte e reino do Sul se fez inevitável. Judá, sempre governada por um membro da dinastia davídica, subsistiu por mais de trezentos anos, ainda que a sua independência nacional tivesse sofrido importantes oscilações desde que, no final do séc. VIII a.C., a Assíria a submeteu a uma dura vassalagem. Aquele antigo império dominou a Palestina até que medos e caldeus, já próximo do séc. VI a.C., apagaram-na do panorama da história (Na 1—3). Então, em Judá, onde reinava Josias, renasceram as esperanças de recuperar a perdida independência; mas, depois da batalha de Megido (609 a.C.), com a derrota de Judá e a morte de Josias (2Cr 35.20-24), o reino entrou em uma rápida decadência, que terminou com a destruição de Jerusalém em 586 a.C. O Templo e toda a capital foram arrasados, um número grande dos seus habitantes foi levado ao exílio, e a dinastia davídica chegou ao seu fim (2Rs 25.1-21). Ao que parece, a perda da independência de Judá supôs a sua incorporação à província babilônica de Samaria; mas, além disso, o país havia ficado arruinado, primeiro pela devastação que causaram os invasores e em seguida pelos saques a que o submeteram os seus povos vizinhos, Edom (Ob 11), Amom e outros (Ez 25.1-4). O reino do Norte, Israel, nunca chegou a gozar uma situação politicamente estável. A sua capital mudou de lugar em diversas ocasiões, antes de ficar finalmente instalada na cidade de Samaria (1Rs 16.24), e várias tentativas para constituir dinastias duradouras terminaram em fracasso, freqüentemente de modo violento (Os 8.4). A aniquilação do reino do Norte sob a dominação assíria ocorreu gradualmente: primeiro foi a imposição de um grande tributo (2Rs 15.19-20); em seguida, a conquista de algumas povoações e a conseqüente redução das fronteiras do reino e, por último, a destruição de Samaria, o exílio de uma parte da população e a instalação de um governo estrangeiro no país conquistado. O autor de Crônicas escreveu na esperança que Deus reatauraria Isrrael. Houve um período na história do povo de Deus que os reis de Israel pecaram contra o Senhor e edificaram altares para si, mas estes não eram o verdadeiro Altar do Senhor e precisaram ser derrubados (II Reis 23.12) assim como todo altar que não fosse para o Senhor (Deuteronômio 7.15). O Exílio [25/2 14:25] David Leonardo: Antes do cativeiro o povo se corrompeu mt por isso Deus os castigou .Depois veio tempo de silencio .É ninguém conhecia nem servia a Deus verdadeiramente como diz o SL 53 .Por isso veio Jesus . [25/2 14:25] David Leonardo: Na última tentativa de Deus Negócios. Jeremias, que escreveu os dois livros dos Reis, deu detalhes sobre o comércio de cavalos e carros entre o Rei Salomão e os egípcios e hititas. A Bíblia diz que um carro custava “seiscentas moedas de prata e um cavalo . . . cento e cinquenta”, ou seja, 25% do preço de um carro. — 1 Reis 10:29. Segundo o livro Archaeology and the Religion of Israel (Arqueologia e a Religião de Israel), o historiador grego Heródoto e descobertas arqueológicas confirmam que existia um comércio intenso de cavalos e carros durante o reinado de Salomão. De fato, “havia uma taxa de câmbio estabelecida de quatro . . . cavalos para um carro egípcio”, diz o livro, comprovando os valores mencionados na Bíblia. Guerras. Jeremias e Esdras também mencionam a invasão de Judá pelo Faraó Sisaque, dizendo especificamente que isso ocorreu “no quinto ano do Rei Roboão [de Judá]”, ou seja, em 993 AEC. (1 Reis 14:25-28; 2 Crônicas 12:1-12) Por muito tempo, o único registro dessa invasão era o mencionado na Bíblia. Então, foi descoberto um relevo numa parede de um templo egípcio em Karnak (antiga Tebas). O relevo retrata Sisaque, diante do deus Amom, com o braço erguido golpeando prisioneiros de guerra. Nele também está registrado o nome das cidades israelitas conquistadas, muitas das quais correspondem a lugares mencionados na Bíblia. Além disso, o documento cita “O Campo de Abrão” — a referência mais antiga ao patriarca bíblico Abraão em registros egípcios. — Gênesis 25:7-10. Assim, fica claro que os escritores bíblicos registraram fatos, não ficção. Sabendo que prestariam contas a Deus, escreveram a verdade, mesmo quando isso envolvia revelar fatos vergonhosos — como no caso das vitórias de Sisaque em Judá. Essa franqueza é bem diferente das crônicas enfeitadas e exageradas dos escribas do Egito antigo, que serecusavam a registrar qualquer coisa negativa sobre seus governantes ou povo. Profecias confiáveis Somente Jeová Deus, o Autor da Bíblia, pode prever o futuro com precisão. Note, por exemplo, o que ele inspirou Jeremias a predizer sobre duas cidades egípcias: Mênfis e Tebas. Mênfis, ou Nofe, foi no passado um destacado centro comercial, político e religioso. Mesmo assim, Deus disse: “A própria Nofe tornar-se-á mero assombro e será realmente incendiada, de modo a ficar sem habitante.” (Jeremias 46:19) E foi isso mesmo que aconteceu. O livro In the Steps of Moses the Lawgiver (Nos Passos de Moisés — o Legislador) diz que “as ruínas gigantescas de Mênfis” foram saqueadas por conquistadores árabes, que usaram os destroços em suas construções. Ele acrescenta que hoje “dentro do perímetro da cidade antiga não sobressai nenhuma pedra acima do solo escuro”. Tebas, antes chamada Nô-Amom ou apenas Nô, e seus deuses inúteis tiveram um fim similar. Sobre essa cidade, que havia sido capital do Egito e o principal centro de adoração do deus Amom, Jeová disse: “Eis que volto a minha atenção para Amom . . . e para Faraó, e para o Egito, e para os seus deuses . . . E vou entregá-los. . . na mão de Nabucodorosor, rei de Babilônia.” (Jeremias 46:25, 26) Conforme profetizado, esse rei babilônio conquistou o Egito e a importante cidade de Nô-Amom. Em 525 AEC, a cidade sofreu outro ataque, dessa vez às mãos do rei persa Cambises II. Daí em diante, sua decadência foi constante até que por fim foi completamente destruída pelos romanos. Sem dúvida, por causa de suas profecias exatas, a Bíblia é um livro incomparável. Isso nos dá confiança de que suas predições sobre o nosso futuro também se cumprirão. profecias pra o EGIto em 732 a.C os assirios conquistam.o Egito e depois o Egito resurge.Quando Nabucodonosor sedia Isrrael alguns Isrraelences fogem pra o Egito .Jeremias da profecias pra esses .Entao Egito foi conquistada por Babilonia Daniel ERA ENUNCO?palavra “eunuco” na Bíblia geralmente traduz um termo hebraico e outro grego. No Antigo Testamento, eunuco traduz a palavra hebraica saris e basicamente significa “oficial”. Não se sabe exatamente a derivação desse vocábulo hebraico, mas alguns intérpretes consideram que a palavra tenha alguma ligação com um termo assírio que significa “aquele que é cabeça para o rei”. Seja como for, o sentido primário da palavra saris, traduzida como eunuco, é de “oficial da corte“. Entretanto, também há um sentido secundário em que o termo é aplicado, a saber, um “castrado“. Certamente esse último é o significado mais popular de eunuco. No Novo Testamento, eunuco traduz o termo eunouchos, possivelmente derivado de eunen echo, que significa “conservar o leito“. Da mesma forma como ocorre no hebraico saris, esse termo não necessariamente precisa se referir ao sentido de “castrado”. O que é eunuco? Como pudemos ver na explicação acima, existem sentidos diferentes em que a mesma palavra pode ser aplicada. Na Bíblia às vezes é bem difícil determinar em que sentido a palavra eunuco está sendo utilizada, ou seja, se apenas está se referindo a um oficial da corte, a alguém castrado, ou a ambos. Nas passagens em que podemos claramente fazer essa distinção, o eunuco normalmente era um oficial designado para os alojamentos das mulheres em uma corte real. Nesse caso, geralmente tratava-se de homens castrados que eram empregados pelos governantes como oficiais da casa. O historiador grego Heródoto, em um de seus escritos, nos informa que nos países orientais os eunucos eram dignos de confiança em todos os sentidos. Entretanto, havia também eunucos servindo em outras funções, e ocupando posições de alto escalão, como é o caso de Potifar, onde a palavra saris é aplicada no sentido de “oficial de faraó“. Podemos notar também que, os cativos, frequentemente passavam a ser eunucos. Embora isso não fosse uma regra, possivelmente a maioria dos eunucos que serviam nas cortes de Judá era formada de estrangeiros. Eunucos na Bíblia A Bíblia cita vários eunucos em diversos textos. Em algumas passagens nas traduções em português, a palavra “eunuco” está ausente, pois o termo saris ou o grego eunouchos, foi traduzido por outra palavra, como por exemplo, a palavra “oficial“. Em Gênesis 39:1 o termo saris é aplicado a Potifar, um homem casado e que ocupava um cargo de confiança no governo de Faraó. Obviamente aqui, como já falamos, eunuco está no sentido de “oficial da corte”. Havia também eunucos servindo na corte de Acabe (1Rs 22:9) e na corte do imperador da Pérsia Assuero. No caso de Assuero, os eunucos cuidavam de seu harém (Et 2:3,14), e no livro de Ester vários eunucos são citados pelo fato da história se passar no palácio onde havia muitos eunucos servindo. A Lei mosaica exigia que os eunucos, no sentido de castrados, fossem excluídos da assembléia do Senhor (Dt 23:1). Na corte de Davi também havia eunucos trabalhando (1Cr 28:1), onde saris é traduzido por “oficiais”. Em Isaías 56:3, fica explicito que o sentido da palavra eunuco está sendo aplicado em referência ao castrado. Em algumas cópias da Septuaginta, a frase “eu era copeiro do rei” no livro de Neemias (1:11), aparece com o termo eunouchos, mas provavelmente a palavra correta seria oinochoos, “copeiro”, e trata-se de um erro de copista. Entretanto, alguns estudiosos defendem a possibilidade de Neemias ter sido sim um eunuco, no sentido de castrado, pois ele servia tanto na presença do rei como da rainha, porém não há base textual suficiente para se ter certeza disso. Uma discussão parecida com essa acerca de Neemias ocorre com relação a Daniel e seus amigos na Babilônia, onde alguns sugerem que eles tenham sido eunucos, devido à declaração de que eram “jovens sem nenhum defeito” (Dn 1:4). Flávio Josefo parece ter entendido assim em sua obra Antiguidades, porém não há nenhuma outra fundamentação que exija esse entendimento. No Evangelho de Mateus 19:12, Jesus menciona três classes de eunucos: Os que já nascem eunucos: esse primeiro grupo refere-se aqueles que são eunucos devido a alguma deficiência congênita. Os eunucos feitos por mãos humanas: esses são os que foram fisicamente castrados (2Rs 20:18; Et 2:14). E os eunucos espirituais: nesse terceiro grupo a palavra “eunuco” é utilizada no sentido figurado, e refere-se a todo aquele que, voluntariamente, desistiu da aspiração de se casar e constituir uma família, para poder se dedicar exclusivamente aos interesses do reino do céu. Curiosamente, Orígenes interpretou essa passagem de maneira equivocada, entendendo a expressão “há eunucos que se castraram a si mesmos, por causa do reino dos céus” de forma literal, e se auto-mutilou. No judaísmo, duas classes de eunucos eram conhecidas: os saris ʻadam (eunucos feitos pelo homem) e os saris hamah (eunucos naturais, ou seja, eunucos desde o nascimento). Na Bíblia também são citados dois eunucos etíopes. O primeiro, Ebede-Meleque, é citado no Antigo Testamento, e foi quem pediu que o Profeta Jeremias fosse libertado do calabouço (38:7-13). O outro eunuco etíope é mencionado no livro de Atos dos Apóstolos, e sobre ele falaremos a seguir. O eunuco etíope em Atos dos Apóstolos O eunuco etíope é um personagem mencionado em Atos dos Apóstolos (8:26-40), a qual se converteu sob o ministério de Filipe, o Evangelista. Ele possuía uma posição de influência na corte da Etiópia, ou seja, era um alto oficial (grego dynastes), tesoureiro real da rainha Candace. Embora não haja nenhuma referência textual a sua castração, alguns estudiosos acreditam que ele possa ter sido fisicamente um eunuco, o que o colocaria como um “prosélito de portão”, isto é, ele foi a Jerusalém para adorar, mas pode ter sido impedido de participar ativamente dos ritos judaicos por conta da Lei expressa em Deuteronômio 23:1. O relato bíblico nos informa que, enquanto ele voltava a sua terra, ele lia o livro do Profeta Isaías, no caso, utilizando a Septuaginta (tradução grega do AntigoTestamento) conforme sua citação do capítulo 53. Filipe o encontrou no caminho, pregou o Evangelho a ele e, após sua pronta aceitação, Filipe o batizou em um local próximo ao caminho em que estavam. Após o batismo, Filipe foi tomado pelo Espírito do Senhor e o eunuco não o viu mais, porém continuou o seu caminho com grande alegria. A tradição etíope defende que esse eunuco foi o primeiro evangelista de sua nação, se tornando o fundador do cristianismo na Etiópia, porém não há muitos indícios que comprovem essa afirmação, já que as primeiras evidência de uma igreja etíope ocorrem após o Os babilônios permitiram que os exilados do reino de Judá formassem famílias, construíssem casas, cultivassem pomares (Jr 29.5-7) e chegassem a consultar os seus próprios chefes e anciãos (Ez 20.1-44); e, igualmente, permitiram-lhes viver em comunidade, em um lugar chamado Tel-Abibe, às margens do rio Quebar (Ez 3.15). Assim, pouco a pouco, foram-se habituando à sua situação de exilados na Babilônia. Em semelhantes circunstâncias, a participação comum nas práticas da religião foi, provavelmente, o vínculo mais forte de união entre os membros da comunidade exilada; e a instituição da sinagoga teve um papel relevante como ponto de encontro para a oração, a leitura e o ensinamento da Lei, o canto dos Salmos e o comentário dos escritos dos profetas. Desta maneira, com o exílio, a Babilônia converteu-se num centro de atividade religiosa, onde um grupo de sacerdotes entregou-se com empenho à tarefa de reunir e preservar os textos sagrados que constituíam o patrimônio espiritual de Israel. Entre os componentes desse grupo se contava Ezequiel, que, na sua dupla condição de sacerdote e profeta (Ez 1.1-3; 2.1-5), exerceu uma influência singular. Dadas as condições de tolerância e até de bem-estar em que viviam os exilados na Babilônia, não é de estranhar que muitos deles renunciassem, no seu tempo, regressar ao seu país. Outros, pelo contrário, mantendo vivo o ressentimento contra a nação que os havia arrancado da sua pátria e que era causa dos males que lhes haviam sobrevindo, suspiravam pelo momento do regresso ao seu longínquo país (Sl 137; Is 47.1-3). [22/2 22:45] David Leonardo: Os reis antigos nomeiam estrangeiros como ministros pq eles não representavam perigo pra o seu trono por causa da diferença etica é nacional [22/2 22:46] David Leonardo: Tudo na babilônia induzida a idolatria daqueles deuses [22/2 22:46] David Leonardo: A linha entre calamidade e prosperidade na idade antiga era muito fina ,nao.podia tremer [22/2 22:47] David Leonardo: Os isrraelistas são um dos poucos reis que nao se consideram deuses [22/2 22:48] David Leonardo: Os símbolos das profecias de Daniel ERA propensa pra aquele contexto [22/2 22:49] David Leonardo: Anúncios não podiam assumir o trono Retorno e Restauração A esperança de uma rápida libertação cresceu entre os exilados quando Ciro, rei de Anshan, empreendeu a sua carreira de conquistador e fundador de um novo império. Elevado já ao trono da Pérsia (559-530 a.C.), as suas qualidades de estrategista e de político permitiram-lhe superar rapidamente três etapas decisivas: primeiro, a fundação do reino medo-persa, com a sua capital Ecbatana (553 a.C.); segundo, a conquista de quase toda a Ásia Menor, culminada com a vitória sobre o rei de Lídia (546 a.C.); terceiro, a entrada triunfal na Babilônia (539 a.C.). Desse modo, ficou configurado o império persa, que, durante mais de dois séculos, dominou o panorama político do Oriente Médio. Ciro praticou uma política de bom relacionamento com os povos submetidos. Permitiu que cada um conservasse os seus usos, costumes e tradições e que praticasse a sua própria religião, atitude que redundou em benefício aos judeus residentes na Babilônia, os quais, por decreto real, ficaram com a liberdade de regressar à Palestina. O livro de Esdras contém duas versões do referido decreto (Ed 1.2-4 e 6.3-12), no qual se ampararam os exilados que quiseram voltar à pátria. E é importante assinalar que o imperador persa não somente permitiu aquele regresso, mas também devolveu aos judeus os ricos utensílios do culto que Nabucodonosor lhes havia arrebatado e levado à Babilônia. Para maior abundância, Ciro ordenou também uma contribuição de caráter oficial para apoiar economicamente a reconstrução do templo de Jerusalém. O retorno dos exilados realizou-se de forma paulatina, por grupos, o primeiro dos quais chegou a Jerusalém sob a liderança de Sesbazar (Ed 1.11). Tempos depois iniciaram-se as obras de reconstrução do Templo, que se prolongaram até 515 a.C. Para dirigir o trabalho e animar os operários contribuíram o governador Zorobabel e o sumo sacerdote Josué, apoiados pelos profetas Ageu e Zacarias (Ed 5.1). O passar do tempo deu lugar a muitos problemas de índole muito diversa. As duras dificuldades econômicas às quais tiveram que fazer frente, as divisões no seio da comunidade e, muito particularmente, as atitudes hostis dos samaritanos foram causa da degradação da convivência entre os repatriados em Jerusalém e em todo Judá. Ao conhecer os problemas que afligiam o seu povo, um judeu chamado Neemias, residente na cidade de Susã, copeiro do rei persa Artaxerxes (Ne 2.1), solicitou que, com o título de governador de Judá, tivesse a permissão de ajudar o seu povo (445 a.C.). Neemias revelou-se um grande reformador, que atuou com capacidade e eficácia. A sua presença na Palestina foi decisiva, não somente para que se reconstruíssem os muros de Jerusalém, mas também para que a vida da comunidade judaica experimentasse uma mudança profunda e positiva (cf. Ne 8—10). Artaxerxes investiu, também de poderes extraordinários, ao sacerdote e escriba Esdras, a fim de que este, dotado de plena autoridade, se ocupasse de todas as necessidades do Templo e do culto em Jerusalém e cuidasse de colocar sob a lei de Deus tanto os judeus recém-repatriados como os que nunca haviam saído da Palestina (Ed 7.12-26). Entre eles, promoveu Esdras uma mudança religiosa e moral tão profunda, que, a partir de então, Israel converteu-se no “povo do Livro”. A sua figura ocupa nas tradições judaicas um lugar comparável ao de Moisés. Com relação às referências a Artaxerxes no livro de Esdras (7.7) e no de Neemias (2.1), se correspondem a um só personagem ou a dois, os historiadores não têm chegado a uma conclusão definitiva. O Período Helenístico(538-142aC) 538-515 os judeos voltam O domínio persa no Oriente Médio chegou ao seu fim quando o exército de Dario III sucumbiu em Isso (333 a.C.) ante as forças de Alexandre Magno (356-323 a.C.). Ali começou a hegemonia do helenismo, que se manteve até 63 a.C. e que entre os seus sucessos contou com o estabelecimento de importantes vínculos entre Oriente e Ocidente. Mas as rivalidades surgidas entre os sucessores de Alexandre (os Diádocos) impediram o estabelecimento de uma unidade política eficaz nos territórios que ele havia conquistado. De tais divisões originou-se, com referência à Palestina, a que fora dominada primeiro pelos ptolomeus (ou lágidas) do Egito e depois pelos selêucidas da Síria, duas das dinastias fundadas pelos generais sucessores de Alexandre. Durante a época helenística estendeu-se consideravelmente o uso do grego, e muitos judeus residentes na “diáspora” (ou “dispersão”) habituaram-se a utilizá-lo como língua própria. Chegou um momento em que se fez necessário traduzir a Bíblia Hebraica para atender às necessidades religiosas das colônias judaicas de fala grega. Essa tradução, chamada de Septuaginta ou Versão dos Setenta, foi feita aproximadamente entre os anos 250 e 150 a.C. Durante o reinado do selêucida Antíoco IV Epífanes (175-163 a.C.), produziu-se na Palestina um intento de helenização do povo judeu, que causou entre os seus membros uma grave dissensão. Muitos adotaram abertamente costumes próprios da cultura grega, divergentes das práticas judaicas tradicionais, enquanto que outros se agarraram com tenaz fanatismoà lei mosaica. A tensão entre eles foi crescendo até desembocar na rebelião dos macabeus. Essa rebelião desencadeou-se quando um ancião sacerdote chamado Matatias e os seus cinco filhos organizaram a luta contra o exército sírio. Depois da morte de Matatias, Judas, o seu terceiro filho, ficou à frente da resistência e, chefiando os seus, reconquistou o templo de Jerusalém, que havia sido profanado pelos sírios, e o purificou e o dedicou. A Hannuká ou Festa da Dedicação (Jo 10.22) comemora esse fato. Convertido em herói nacional, Judas foi o primeiro a receber o sobrenome de “macabeu” (provavelmente “martelo”), que depois foi dado também aos seus irmãos. 166-160 Revolta dos Macabeus (Asmoneus) contra as restrições à prática do judaísmo e profanação do Templo 142-129 Autonomia judaica sob a liderança dos Asmoneus 129-63 Independência judaica sob a monarquia dos Asmoneus Depois da morte de Simão, o último dos macabeus, a sucessão recaiu sobre o seu filho João Hircano I (134-104 a.C.), com quem teve início a dinastia hasmonéia. Ainda viveu a Judéia alguns dias de esplendor, mas, em geral, durante o governo dos hasmoneus, a estabilidade política deteriorou-se progressivamente. Mais tarde, entrou em jogo o Império Romano, e, no ano 63 a.C., o general Pompeu conquistou Jerusalém e a anexou, com toda a Palestina, à que já era oficialmente província da Síria. A partir desse momento, a própria vida religiosa judaica ficou hipotecada, dirigida aparentemente pelo sumo sacerdote em exercício, mas submetida, em última instância, à autoridade imperial. EC Domínio romano 63-4 AEC Herodes, rei vassalo romano, governa Isrrael O templo é reformado https://bibliotecabiblica.blogspot.com.br/2009/12/os-cristaos-no-imperio-romano.html 1vinda de CRISTO NOVO TWSTAMENTO Parte inferior do formulário BOAS NOVAS (EC – Era Comum) c. 20 a 33 Ministério de Jesus de Nazaré [23/3 12:32] David Leonardo: O prólogo do terceiro livro do Novo Testamento nos informa das tentativas, talvez numerosas, dos cronistas dos primeiros séculos da era cristã, desejosos de redigir um resumo da vida terrena do Senhor Jesus. Mas para comunicar-nos esse acontecimento de importância primordial, era desígnio de Deus escolher quatro testemunhas: Mateus, ex-cobrador de impostos (Mateus 9:9); Marcos, o discípulo de Pedro (I Pedro 5:13); Lucas, o médico (Colossenses 4:14) e João, o pescador da Galiléia (Marcos 1:19). Esses quatro escritores sagrados apresentam-nos Jesus Cristo sob quatro ângulos diferentes: Mateus - Jesus, o Rei dos judeus Marcos - Jesus, o Servo Lucas - Jesus, o Filho do homem João - Jesus, o Filho de Deus Necessidade dos Evangelhos Durante os primeiros anos da Igreja primitiva, as comunidades cristãs não tinham possibilidade de ler um relato da vida do Senhor Jesus na terra. Tinham que se contentar com a visita ocasional das testemunhas de Sua crucificação e de Sua ressurreição; empenhavam-se em sua marcha na carreira cristã, segundo os ensinos das Epístolas que lhes eram pessoalmente dirigidas. Entretanto, era evidente que os discípulos, que haviam sido os privilegiados companheiros do Mestre durante Seu ministério terreno, só poderiam viver alguns anos mais; só um relato escrito poderia assegurar a transmissão de uma tal mensagem. Necessidade da inspiração O Espírito Santo ia prover a essa lacuna, não somente usando os quatro escritores que Ele mesmo escolhera, como também de acordo com a promessa particular do Senhor, lembrando-lhes o ensino pronunciado pelo Filho de Deus (João 14.26). Toda a tentativa de imitação só pode empalidecer diante da limpidez e autoridade divinas desses textos inspirados. Os quatro evangelistas estiveram sempre a mercê do poder do Espírito que impregnou em suas mentes o pensamento divino e afastou de sua redação todo o defeito humano ou elemento estranho (confira João 21.25). O autor Mateus, o publicano, filho de Alfeu, também chamado Levi (Marcos 2.14) estava assentado na coletoria quando o Senhor o chamou (Mateus 9.9). Ele atendeu sem hesitar, deixando seu trabalho para seguir a Jesus. Exemplo frisante de um ato de obediência e consagração na base de uma vocação Mateus foi colocado no número dos doze apóstolos (Mateus 10:3). A tradição afirma que Mateus partiu em seguida para pregar o Evangelho na Mesopotâmia; ainda hoje, certas comunidades nestorianas da Ásia ocidental reivindicam o ministério de Mateus. As circunstâncias da redação Como publicano, Mateus recolhia impostos em proveito das autoridades romanas, coisa que devia torná-lo impopular entre os israelitas, naturalmente hostis ao ocupante estrangeiro. Mas se o Senhor Jesus tinha escolhido Mateus, era antes de tudo para mostrar aos judeus que Ele não tinha vindo chamar justos, e, sim, pecadores ao arrependimento (Lucas 5:32). Na própria casa de Mateus, Jesus afirmou: "Os sãos não precisam de médico, e, sim, os doentes" (Mateus 9:12). Mateus era, pois, o instrumento apropriado para comunicar a seus compatriotas a mais trágica mensagem da história: a rejeição do Messias que Israel deveria ter reconhecido e recebido (confira João 1:11). Ao contrário de outros textos do Novo Testamento, todos escritos em grego, é possível que este Evangelho tenha sido redigido primitivamente em aramaico, provavelmente entre os anos 60 e 70 A.D. A finalidade do Evangelho O Evangelho segundo Mateus une o Velho Testamento, que narra sobretudo a história de Israel, ao Novo Testamento, que anuncia a graça divina a todo o mundo. Do ponto de vista cronológico, Mateus não foi o primeiro livro do Novo Testamento. Entretanto, colocado à frente dos 27 livros da segunda parte da Bíblia, preenche uma função bem determinada: apresenta aos judeus as primícias de uma mensagem destinada a todas as raças. Isso fazia parte do plano de Deus expresso em diversas passagens: Atos 3:26; 13:46; Romanos 1:16; 2:10, etc. O tema característico Uma das frases dominantes deste Evangelho, que nele se encontra 18 vezes, é esta: "Para que se cumprisse o que fora dito”. A vinda de Jesus Cristo foi prevista pela totalidade dos profetas; todos os escritos sagrados da antiga aliança fazem alusão a esse fato. No primeiro, todos os judeus esperavam esse Messias, anunciado pelo Velho Testamento; e a maior parte dos israelitas do século XX ainda O espera. Era preciso, pois, que Mateus demonstrasse aos compatriotas que Jesus era exatamente Aquele que haveria de vir: o Filho de Davi (logo, Rei), o filho de Abraão (logo, judeu). O primeiro versículo do Evangelho coloca-nos subitamente diante dessa perspectiva. [23/3 12:34] David Leonardo: Divisões do livro (segundo o tema do primeiro versículo do Evangelho) 1 - Mateus 1:1-16:20 - Jesus Cristo, Filho de Davi. O Rei dá aos judeus as provas de que era o Messias. O Senhor havia prometido a Davi um Filho que ocuparia o trono de Israel (2 Samuel 7:12-16). A nação de Israel, porém, não quis aceitar a realeza desse Filho, nem mesmo reconhecê-lo. 2 - Mateus 16.21 - 28.20 - Jesus Cristo, Filho de Abraão. O Rei rejeitado e crucificado por Israel e pelo mundo. O Senhor havia outrora pedido a Abraão que oferecesse seu filho em sacrifício (Gênesis 22:1-14). Abraão recobrou seu filho em uma prefiguração da ressurreição (Hebreus 11:19), recebendo então promessas de bênção para todas as nações, (Gênesis 22:15-19). Do mesmo modo, o sacrifício do Filho de Deus, obediente até a Cruz (Filipenses 2:7-8), foi o prelúdio de Sua ressurreição, fonte de bênção derramando-se sobre todas as nações (cp. Mateus 28:19). Glossário 1:16 Cristo - Significa Ungido, em hebraico Messias (confira Daniel 9:25). 1:21 Jesus - Deriva de uma palavra hebraica "Jehoshua" (Números 13:16) que significa Jeová salva. 2:1 Herodes - Tendo recebido do senado o título de "rei dos judeus", Herodes, o Grande governava a Palestina, então submetida aos romanos; ele estava, pois, sob a autoridade de César. Magos- Sacerdotes entre os medos, os persas ou os caldeus que praticavam muitas vezes a astrologia e a adivinhação (confira Daniel 2:2). 2:4 Escribas - Copistas dos textos sagrados e mestres encarregados de ensinar a lei ao povo. 2:22 Arquelau - Filho de Herodes, o Grande. Ele tinha recebido a Judéia, Samaria e Iduméia como parte da sucessão das províncias governadas por seu pai. A Galiléia foi atribuída a Herodes Antipas (confira 14:1), outro filho de Herodes o Grande. 3 reino sobre pessoas que o aceitam dominio sobre elas .Joao fala Reino dos Ceus porque os judeus nao cosrumavam falar "Deus"pq tinham medo de blasfemar.Sera que o Reino nao veio ainda? Jesus nao reina sobre a igreja.Os judeos estavam preocupados em ser santos pra vindajeus pobre de espirito.como todo reino ele ja veio mas ele vai prosseguindo assim como um imperio até derrotar o maior inimigo 4:15 Galiléia dos gentios - Galiléia dos pagãos; distrito limítrofe da Palestina, habitado em grande parte por estrangeiros. 4:25 Decápolis - Distrito de "dez cidades" ao sul e a leste do Mar da Galiléia. O Sermão do Monte Reino dos céus. Os judeus imaginavam que o reino dos déus se baseava na força que obrigaria as nações da terra a se submeterem a Israel. Mas o reino que Cristo veio estabelecer começa no coração do ser humano, permeia a vida e transborda para o coração de outras pessoas O reino não é algo merecido por serviços prestados. É mais uma dádiva que uma recompensa. [23/3 13:50] David Leonardo: multidões. Ao que tudo indica, essas multidões eram as “numerosas multidões” de Mateus 4:25 que seguiam Jesus depois de Sua primeira viagem missionária pelas cidades e vilas da Galileia. O Sermão do Monte foi feito provavelmente no fim do verão (MDC, 2, 45) do ano 29 d.C., por volta da metade de Seus três anos e meio de ministério. … o Sermão do Monte é a o mesmo tempo o discurso inaugural de Cristo como Rei do reino da graça e também a constituição do reino. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 333. monte. Mateus continua a traçar paralelos entre Cristo e Moisés. Andrews Study Bible. O monte no qual Cristo proferiu o Sermão do Monte é chamado de “Sinai do Novo Testamento”, visto que ele é para a igreja cristã o que o monte Sinai foi para a nação judaica. CBASD, vol. 5, p. 333. O conteúdo deste sermão é semelhante ao sermão da planície, registrado em Lc 6. Bíblia de Genebra. [23/3 13:51] David Leonardo: discípulos. Lit., “alunos”. … pode ter sido empregado aqui em sentido mais amplo, não se referindo somente aos doze. Bíblia de Estudo NVI Vida. 3-12 bem-aventurados. gr. makarios. Bíblia Shedd. A palavra significa mais que “feliz”, porque a felicidade é um sentimento que muitas vezes depende das circunstâncias externas. Bíblia de Estudo NVI Vida. As Bem aventuranças SI 1.1). Era, na verdade, uma forma de saudar alguém, de desejar-lhe bênçãosPobres de espiritual espírito é o elemento imortal no homem; e sobretudo a parte moral da alma humana com a qual o homem é religioso e recebe e comunga com o Espírito Divino. Aquele cujo espírito o Evangelho encontra suprido e falsamente rico com algo mais do que o Evangelho, não pode receber o Evangelho. Se o espírito estiver cheio e satisfeito com alguma falsa religião, ou orgulho, ou bem terreno, ou moralismo, não tem espaço ou receptividade para o Evangelho, e nenhuma bênção de Cristo. Assim, o completo e auto-consciente pecador, moralmente pobre de fato e de espírito, tem muitas vezes mais probabilidade de receber o Evangelho do que aquele que tem algo que não é religião no lugar da religião. Bem-aventurado, portanto, aquele que tem um vazio receptivo, uma pobreza, real e sentida, para o Evangelho. [ mansos. A mansidão aqui referida é de natureza espiritual, uma atitude de humildade e submissão a Deus. Nosso modelo de mansidão é Deus. Limpos de corçao limpos de coração (“puro de coração”, Sl 24:4). A pureza é uma virtude própria do cristianismo. Ela não encontra lugar nem no ensino de Sócrates, nem no sistema de Aristóteles. verão a Deus. A educação cristã é uma revelação gradual de Deus, todos têm vislumbres Dele, ao puro Ele se mostra muito claramente. Compare com 1 João 3:2-3. Em outro sentido, a visão não revelada de Deus é reservada para a vida eterna. [Cambridge, 1893] o homen nao tem o coraçqo puro em si mas sim corrupto.Nada das bem aventuranças esta em nos.Nqo é puro em algo especifico mas quem é puro em algo é puro em tudo pq é o coraçao que é puro nao é de interesse esta no corçao.PV 4 :23.Diferente da pureza esterna purificação cerimonal .Dentro santifica forT 23:25.JR 17:9o problema nao é a sociedade.Nao desejar e sentir NOjO Amos 5:21 por causa da justiça…(11) por minha causa. Observe estas limitações. A causa pela qual um homem sofre é tudo. Muitos zelotes galileus que haviam sido perseguidos, insultados, difamados, quando se levantaram contra Herodes ou contra o poder romano não tinham qualquer participação nessa bem-aventurança. [Cambridge, 5:46 Publicanos - Eram desprezados pelos judeus porque o governo romano os encarregava de receber os impostos e os direitos de alfândega. 6:27 Côvado - Mais ou menos 48 cm. 8:5 Centurião - Oficial romano que comandava 100 homens. 8:12; 13:42 Ranger do dentes - Expressão que descreve a ira (ver explicação sob 24:51). 9:6 Filho do homem - Título de rejeição do Senhor Jesus, que aparece 78 vezes nos Evangelhos (empregado 91 vezes no livro de Ezequiel, profeta rejeitado por Israel). 9:14 Fariseus - Membros de uma seita religiosa presa a tradição judaica, mas que vivia na hipocrisia (confira 15 19; Atos 26:5). 9:23 Tocadores de flauta - Vinham adiante dos enterros para afugentar o espírito da morte. Quarta vigília - Segundo as vigílias romanas, 3 horas da manhã. 16:1 Saduceus - Membros de um partido religioso oposto aos fariseus. Pessoas moralistas, que negavam tudo o que é sobrenatural (Atos 23:8). 16:18 Esta pedra - Jesus Cristo (Isaías 28:16; 1 Pedro 2:6,7). 17:15 Lunático - Doente mental ou epilético; supunham nessa época que as crises desse gênero produziam-se sob influência das fases da lua. 17:20 Grão de mostarda - Uma das menores sementes (confira 13:31). 17:24 As duas dracmas - Meio siclo, o montante do imposto. A dracma, moeda grega, valia mais ou menos US$ 0,25. 17:27 Um estáter - Moeda de prata do valor de 4 dracmas. 18:24 Talento - Peso de prata ou de ouro, de valor variável segundo o pais e a época. No tempo de Jesus Cristo o talento podia valer cerca de US$ 2.000,00. 18:28 Denário - Moeda romana cujo valor, corresponde à dracma grega. 19:24 O fundo de uma agulha - Pequena abertura bastante baixa situada muitas vezes ao lado da porta principal nas cidades antigas. Depois de fechada a porta, ao cair do sol, podia-se ainda entrar na cidade pela "agulha". Nenhum animal arreado podia passar por ali, e o camelo tinha que se ajoelhar para nela se introduzir. 21:9 Hosana – Derivado de uma expressão hebraica que significa “salvação, graça"; a multidão exclamou pois: Salvação" ou "Graça ao Filho de Davi". 21:33 Uma torre - Torre de vigia, de onde era feita a vigilância da vinha por meio de um guarda. 23:23 O dízimo da hortelã - Os fariseus cultivavam diante de suas casas pequenas hervas das quais tiravam o dízimo à vista do público, para mostrar como aplicavam a lei (confira Malaquias 3:10) até nas coisas mais insignificantes. 23:24 ...Que coais o mosquito - Que filtrais vossa bebida com medo de engolir um mosquito. 24:2 Pedra sobre pedra - Profecia do Senhor Jesus cumprida no ano 70, quando os exércitos romanos invadiram Jerusalém, sob Tito, ocasião em que o templo foi consumido por um terrível incêndio produzido pelos judeus que ficaram entrincheirados em seu interior. el da desolação - O Anticristo, adversário de Deus que se introduzirá no templo de Deus (2 Tessalonicenses2:4); esse será o pior momento da história do povo eleito; é o que Daniel anuncia (9:27; 11:31; 12:11). 24:17 O eirado - Telhado construído como um terraço de onde se podia descer sem penetrar no interior da casa. 24:28 O cadáver... e abutres - Imagem tirada do Velho Testamento (Habacuque 1:8). Ela descreve o julgamento sobre o reino do Anticristo, já então ferido de morte. 24:51 Choro e ranger de dentes - Expressão que aparece diversas vezes no Evangelho, demonstrando a terrível surpresa do julgamento que sobrevirá antes do reino de Cristo na terra; ranger de dentes lembra ira (Salmo 112:10; Atos 7:54). 25:1 Dez virgens - Esta parábola deve ser compreendida à luz dos costumes orientais da época: o esposo devia se dirigir à casa da esposa (confira Juízes 14:10), acompanhado por seus amigos; depois ele saía, levando a esposa à sua nova morada. As moças de viam esperar esse momento para se juntarem ao cortejo nupcial e acompanhar o esposo até a sala do festim nupcial. Essa cena se passava sempre à noite. 25:30 Para fora, nas trevas - De novo (cap. 24:51) é a terrível surpresa daqueles que se vêem excluídos, seja do céu, seja do reino de Jesus Cristo na terra. 10:25 66 Revolta judaica contra os romanos 70 Destruição de Jerusalém e do Segundo Templo 73 Última fortaleza de judeus em Massada 132 a 135 Revolta de Bar Kochba contra Roma c. 210 Codificação da Lei Oral judaica (Misná) concluída PERIODO DE SEGUNDO TEMPLO 538-142 Períodos persa e helenístico 538-515 Muitos judeus retornam da Babilônia; Templo é reconstruído 332 A Terra é conquistada por Alexandre, o Grande; domínio helenístico Israel é destruído pelos assírios; 10 tribos exiladas (Dez Tribos Perdidas) Judá é conquistado pela Babilônia Jerusalém e o Primeiro Templo são destruídos; a maioria dos judeus é exilada. 142-129 Autonomia judaica sob a liderança dos Asmoneus 129-63 Independência judaica sob a monarquia dos Asmoneus 63 Jerusalém capturada pelo general romano Pompeu 63 AEC a 313 EC Domínio romano 63-4 AEC Herodes, rei vassalo romano, governa a Terra de Israel Templo de Jerusalém é reformado (EC – Era Comum) c. 20 a 33 Ministério de Jesus de Nazaré 66 Revolta judaica contra os romanos 70 Destruição de Jerusalém e do Segundo Templo 73 Última fortaleza de judeus em Massada 132 a 135 Revolta de Bar Kochba contra Roma c. 210 Codificação da Lei Oral judaica (Misná) concluída DOMINIO ESTRANGEIRO 313 a 636 Domínio bizantino c. 390 Explicações da Misná (Talmude de Jerusalém) concluídas 614 Invasão persa 636 a 1099 Domínio árabe 691 No local do Primeiro e do Segundo Templo de Jerusalém, o Domo da Rocha é construído pelo califa Abd el-Malik 1099 a 1291 Dominação dos cruzados (Reino Latino de Jerusalém) 1291 a 1516 Domínio mameluco 1517 a 1917 Domínio otomano 1564 Código da lei judaica (Shulchan Aruch) é publicado. 1860 Primeiro bairro construído fora dos muros da Cidade Velha de Jerusalém 1882 a 1903 Primeira Aliá (imigração em grande escala), principalmente da Rússia 1897 Primeiro Congresso Sionista, reunido por Theodor Herzl na Basileia, Suíça; fundação da Organização Sionista 1904 a 14 Segunda Aliá, principalmente da Rússia e Polônia 1909 Primeiro kibutz, Degania, e a primeira cidade moderna completamente judia, Tel Aviv, são fundados 1917 Fim de 400 anos de domínio otomano com a conquista britânica Ministro de Relações Exteriores britânico, Balfour, declara o apoio ao estabelecimento de um "lar nacional judeu na Palestina" 1918-48 Domínio britânico 1919 a 23 Terceira Aliá, principalmente da Rússia 1920 Histadrut (Federação Geral do Trabalho) e Haganah (Organização de Defesa Judaica) fundadas Vaad Leumi (Conselho Nacional) instituído pela comunidade judaica (Yishuv) para administrar seus assuntos internos 1921 Primeiro moshav (aldeia cooperativa), Nahalal, fundada 1922 Mandato sobre a Palestina (Terra de Israel) é concedido à Grã-Bretanha pela Liga das Nações. Transjordânia determinada em três quartos da região, deixando um quarto para o lar nacional judaico Agência judaica, representante da comunidade judaica diante das autoridades do Mandato, é criada 1924 Technion, o primeiro instituto de tecnologia, fundado em Haifa 1924 a 32 Quarta Aliá, principalmente da Polônia 1925 Universidade Hebraica de Jerusalém inaugurada no Monte Scopus 1929 Judeus de Hebron massacrados por terroristas árabes 1931 Etzel, organização clandestina judaica, é fundada 1933 a 39 Quinta Aliá, principalmente da Alemanha 1936 a 39 Revoltas antissemitas instigadas por terroristas árabes 1939 Imigração judaica é severamente limitada pelo Livro Branco britânico 1939 a 45 2ª Guerra Mundial: Holocausto na Europa 1941 Movimento clandestino Lehi é formado; Palmach, força de ataque da Haganá, é criada 1944 Brigada Judaica é formada como parte das forças britânicas 1947 A ONU propõe criação de Estados árabes e judeus na Terra ESTADO DE ISRAEL 1948 Fim do Mandato Britânico (14 de maio) Estado de Israel proclamado (14 de maio) Israel invadido por cinco países árabes (15 de maio) Forças de Defesa de Israel (FDI) criadas Guerra da Independência (maio de 1948 a julho de 1949) 1949 Acordos de armistício com Egito, Jordânia, Síria, Líbano Jerusalém dividida entre Israel e Jordânia Primeiro Knesset (parlamento) eleito Israel aceito na Organização das Nações Unidas como 59º membro 1948 a 52 Imigração em massa da Europa e países árabes 1956 Campanha do Sinai 1962 Adolf Eichmann julgado e executado em Israel por sua participação no Holocausto 1964 Transportadora Nacional de Águas concluída, trazendo água do Lago Kineret, no norte, até o sul, cujo clima é seco 1967 Guerra dos Seis Dias; Jerusalém reunificada 1968 a 70 "Guerra de desgaste" entre Egito e Israel 1973 Guerra de Iom Kipur 1975 Israel torna-se membro associado do Mercado Comum Europeu 1977 Likud forma o governo após as eleições Knesset; fim de 30 anos de governo trabalhista Visita do presidente egípcio Anwar Sadat a Jerusalém 1978 Acordos de Camp David incluem a estrutura para uma paz abrangente no Oriente Médio e proposta de autogoverno palestino 1979 Tratado de paz entre Israel e Egito é assinado O primeiro-ministro Menachem Begin e o presidente Anwar Sadat recebem o Prêmio Nobel da Paz 1981 Força Aérea de Israel destrói o reator atômico do Iraque pouco antes do início de seu funcionamento 1982 Retirada de Israel da Península do Sinai é concluída em três etapas Operação Paz para a Galileia remove terroristas da Organização de Libertação da Palestina (OLP) do Líbano 1984 Unidade de governo nacional (Likud e Trabalhista) é formada após as eleições Operação Moisés: imigração de judeus da Etiópia 1985 Acordo de Livre Comércio assinado com os Estados Unidos 1987 Distúrbios violentos e generalizados (intifada) começam em regiões administradas por Israel 1988 O governo Likud vence as eleições 1989 Iniciativa de paz de quatro abordagens é proposta por Israel Início da imigração em massa de judeus da antiga União Soviética 1991 Israel é atacado por mísseis Scud iraquianos durante a Guerra do Golfo Conferência de paz no Oriente Médio convocada em Madri Operação Salomão: transporte aéreo de judeus da Etiópia 1992 Estabelecimento de relações diplomáticas com a China e Índia Novo governo liderado por Yitzhak Rabin do Partido Trabalhista 1993 Declaração de princípios sobre autogoverno provisório para os palestinos assinado por Israel e OLP, como representante do povo palestino (Acordos de Oslo) 1994 Implementação do autogoverno palestino na Faixa de Gaza e na região de Jericó Relações diplomáticas plenas com a Santa Sé Escritórios diplomáticos de Marrocos e da Tunísia são estabelecidos Tratado de paz entre Israel e Jordânia é assinado Rabin, Peres e Arafat recebem o Prêmio Nobel da Paz 1995 Ampliação do autogoverno palestino implementado na Cisjordânia e na Faixa de Gaza; eleição do conselho palestino O primeiro-ministroYitzhak Rabin é assassinado em um comício de paz Shimon Peres torna-se primeiro-ministro 1996 Aumento do terrorismo fundamentalista árabe contra Israel Operação Vinhas da Ira, em retaliação aos ataques terroristas da Hizbullah ao norte de Israel Escritórios de representação comercial estabelecidos em Omã e Qatar Binyamin Netanyahu é eleito primeiro-ministro; forma governo de coalizão liderado por Likud Escritório de representação comercial de Omã é inaugurado em Tel Aviv 1997 Protocolo de Hebron assinado por Israel e pela AP 1998 Israel comemora seu 50º aniversário Israel e a OLP assinam o Memorando de Wye River para incentivar a implementação do Acordo Provisório 1999 Ehud Barak (do partido de esquerda One Israel) é eleito primeiro-ministro; forma governo de coalizão Israel e a OLP assinam o Memorando Sharm-e-Sheikh 2000 Visita do Papa João Paulo II. IIsrael se retira da zona de segurança no sul do Líbano Israel entra no grupo Europa Ocidental e Outros, da ONU Mais violência (Segunda Intifada) 2001 Primeiro-ministro Barak renuncia Ariel Sharon (Likud) eleito primeiro-ministro; forma amplo governo de união Relatório de averiguação do comitê do Sharm-e-Sheikh (Relatório Mitchell) emitido Plano de trabalho palestino-israelense de implementação de segurança (plano Tenet de cessar-fogo), é proposto Rechavam Ze'evy, ministro do turismo, é assassinado por terroristas palestinos 2002 Israel lança a Operação Escudo Defensivo em resposta a enormes ataques terroristas palestinos Israel começa a construir o muro antiterrorista para impedir que terroristas da Cisjordânia matem cidadãos israelenses O primeiro-ministro Sharon desmancha o Knesset, solicitando novas eleições a serem realizadas em 28 de janeiro de 2003 2003 O governo de coalizão direito direitista é formado pelo primeiro-ministro Ariel Sharon Israel aceita o roteiro 2005 Israel realiza o Plano de Desligamento, acabando com a presença de Israel na Faixa de Gaza 2006 Após o primeiro-ministro Sharon sofrer um derrame, Ehud Olmert se torna primeiro-ministro As eleições que se seguiram, em 28 de março, o primeiro-ministro Ehud Olmert forma novo governo liderado pelo Partido Kadima Israel realiza operações militares contra os terroristas palestinos em Gaza após sequestro de soldado israelense A 2ª Guerra no Líbano, durante a qual Israel realiza operações militares contra o terrorismo do Hezbollah no sul do Líbano, após ataques de mísseis e o sequestro de dois soldados israelenses 2007 Shimon Peres é eleito Presidente do Knesset Israel declara Gaza "território hostil" após a violenta tomada da Faixa de Gaza por Hamas 2008 Israel celebra seu 60º aniversário; Israel lança sua Operação em Gaza (Operação Chumbo Fundido) em resposta ao bombardeio de mais de 10.000 mísseis e morteiros disparados da Faixa de Gaza 2009 Benjamin Netanyahu é eleito primeiro-ministro em eleições nacionais, realizadas em fevereiro de 2009, e forma um governo de coalizão de base ampla A cidade de Tel Aviv comemora seu 100º aniversário 2010 Israel se junta à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômicos (OCDE) Relação com a AssíriaDavid Leonardo: aconteceu que, chegando ele para entrar no Egito, disse a Sarai, sua mulher: Ora, bem sei que és mulher formosa à vista. Raramente na Bíblia vemos menção da aparência física de uma pessoa. Só por motivos especiais, como no caso da descrição de José, em Gênesis 39.6, e a de Davi, em 1 Samuel 16.12. A referência à beleza de Sarai pode ser comparada à descrição da aparência física de Rebeca (Gn 24.16) e de Raquel (Gn 29.17). A beleza física de Sarai era notável dada sua idade avançada (cerca de 65 anos). Sarai era aproximadamente dez anos mais nova que Abrão (Gn 12.4; 17.17). 12.12 — O ponto principal aqui é que Abrão e seu séquito não poderiam entrar no Egito secretamente. Eles eram muitos, carregando posses e rebanhos. Os egípcios provavelmente os notariam, e Abrão sabia que a beleza de Sarai também não passaria despercebida. 12.13,14 — Dize, peço-te, que és minha irmã. Sarai, de fato, era a meia-irmã de Abrão, filha do mesmo pai, mas não da mesma mãe (Gn 20.12). .Abram viu todas maravilhas do Egito e voltou .Isaias 60.1o plano do swngor erq Canaa .Ur dos Caldeus tbm era uma area bem embelezada.12°dinastia foi a que Abraao foi pro Egito .Nessa epoca o Egito peoduzia bronze(eles explorqvam minas em Canaa(Dt 8 ).Repare :Abraao nunca mais voltou pro egito [19/2 19:36] David Leonardo: Ter camelos naquele período era como possuir caras limusines hoje em dia [12/4 20:36] David Leonardo: Naqueles tempos, mesmo nas nações pagãs, eles tinham tanta consideração pelas leis do casamento, que preferiram ser culpados de homicídio do que de adultério, ainda que fosse um povo cobiçoso; e, portanto, desejariam, como temia Abrão, tirar-lhe a vida, para que fosse livre e lícito para eles se casarem com Sarai. [Gill] [12/4 20:36] David Leonardo: foi levada a mulher a casa de Faraó. Os reis orientais, durante séculos, reivindicaram o privilégio de levar ao seu harém uma mulher solteira de quem gostassem. O pai ou irmão poderiam lamentar a remoção como uma calamidade, mas o direito real nunca era resistido nem questionada. [JFB] [12/4 20:40] David Leonardo: Então Faraó deu ordem a seus homens acerca de Abrão; e lhe acompanharam. Provavelmente com a intenção de que ninguém prejudicasse a ele, e nem aos seus bens. [Genebra] [12/4 20:43] David Leonardo: E a terra não os podia sustentar para que habitassem juntos. Tendo a terra sido empobrecida pela recente grande fome, e estando já ocupada por outros habitantes, como diz o versículo seguinte, eles estavam limitados para pastorearem seus imensos rebanhos e manadas. [Whedon] [12/4 20:53] David Leonardo: Não está toda a terra…A oferta de Abrão é feita com a abundância e cortesia característica de uma negociação oriental: compare com Gn 23:11-16; 2Sm 24:21-24. [Cambridge] [12/4 20:54] David Leonardo: Então Ló escolheu para si toda a planície do Jordão. Isto foi feito pela providência de Deus, para que somente Abrão e sua semente pudessem habitar na terra de Canaã. [Genebra] Gênesis oferece uma visão particular do começo da história de Israel, que é mais propriamente a história de uma família. Procedentes da cidade mesopotâmica de Ur dos caldeus, situada junto ao Eufrates, Abraão e a sua esposa chegaram ao país de Canaã. Deus havia prometido a Abraão que faria dele uma grande nação (Gn 12.1-3; cf. 15.1-21; 17.1-4); e, conforme essa promessa, nasceu o seu filho Isaque, que, por sua vez, foi o pai de Jacó. Durante a sua longa viagem, primeiro na direção norte e depois na direção sul, Abraão deteve-se em diversos lugares mencionados na Bíblia: Harã, Siquém, Ai e Betel (Gn 11.31—12.9); atravessou a região desértica do Neguebe e chegou até o Egito, de onde, mais tarde, regressou para, finalmente, estabelecer-se em um lugar conhecido como “os carvalhais de Manre”, junto a Hebrom (Gn 13.1-3,18). hara éra a terra que pai de abrao morreu isaqhe foi buscar sua esposa la.Ismaelitas.primogenito :quem substitui o pai ,Ele ganha 50%.Abmelequevem do msm lugqr de mequisedeque?a palavra para eles era sagrada e confiavammuito por isso fazim alianças.Edomitas Deus protege a Sara de ser contaminada por Abimeleque, dos filisteus(Deus unha um plano com ela tbm) [19/2 15:53] David Leonardo: elao subjulhou sodoma ele nao pagou os impostos .Dai ele foi e vemceu todos os povos la em baixo antes de chegar em sodoma .Quando chegou,levou tbm Ló.Os Amorreus com Abraao eram justos mas deus queria deixar só isrrael na quela terra por isso ele manda eles irem pro egito ,pra quando voltarem poderem ser mortos justamnete .Dam é o limite de Isrrael.Elao vai da Babilonia-isrrael e acaba na Siria [9/4 16:32] David Leonardo: Abel no tou por Sodoma e Melquisedeque deu os despojos para babão fazer guerra por isso Abraão deu o dízimo como Sodoma venceu a guerra ela obteve riquezas e Abraão não [9/4 16:42] David Leonardo: No tempo de abrao os maorreus ainda nao mereciam ser dizimados pq ainda haviam justoa que eram os amigos de abrao [9/4 16:45] David Leonardo: Despojo saqueamneto do inimigo Deus fez isso quando livrou isrrael da escravidao [9/4 16:48] David Leonardo: Foi a promessa que Deus fez a Abraao [9/4 16:48] David Leonardo: Sl105:37 [12/4 21:14] David Leonardo: E deu-lhe o dízimo de tudo. Embora não apareça muito claramente na narrativa qual deles pagou o dízimo ao outro, o apóstolo declarou expressamente que foi Abrão quem pagou o dízimo a Melquisedeque (Hb 7:8-9), e nesse fato a identidade em princípio entre o patriarcado e a dispensação subsequente é claramente vista. [JFU] [12/4 21:19] David Leonardo: Não temas, Abrão. Quando a excitação da perseguição acabou, Abrão tornou-se presa fácil do desânimo e do terror, diante da provável vingança que poderia ser planejada contra ele. Para dissipar o seu medo, ele foi abençoado com essa palavra gracioso. Tendo tal promessa, quão bem ela lhe serviu (e a todas as pessoas de Deus que têm a mesma promessa) para afastar os temores e lançar todas os fardos sobre o Senhor (Sl 27:3). [JFB] [12/4 21:35] David Leonardo: ntres a minha serva. Não se deve esquecer que as escravas faziam parte do patrimônio ou bens de uma esposa, e que ela tinha o direito, segundo os costumes daqueles tempos, de dispor deles como quisesse, e o marido não tinha autoridade sobre isso. talvez terei filhos dela. A escrava era propriedade absoluta da senhora, não só ela, mas também os frutos de seu trabalho, bem como todos os seus filhos. Portanto, os filhos que nasciam da escrava, eram considerados filhos da senhora. Foi sobre este fundamento que Sarai deu a sua escrava a Abrão [19/2 15:54] David Leonardo: O maior abençoa o menor Ao morrer Abraão (Gn 25.7-11; cf. 23.2,17-20), Isaque converte-se no protagonista do relato bíblico, que o apresenta como habitante de Gerar e Berseba (Gn 26.6,23), lugares do Neguebe (Gn 24.62), na região meridional da Palestina. Isaque, herdeiro das promessas de Deus a Abraão, aparece no meio de um quadro descritivo da vida seminômade do segundo milênio a.C.: busca de campos de pastoreio, assentamentos provisórios, ocasionais trabalhos agrícolas nos limites de povoados fronteiriços e discussões por causa dos poços de água onde se dava de beber ao gado (Gn 26). Depois de Isaque, a atenção do relato concentra-se nos conflitos pessoais surgidos entre Jacó e o seu irmão Esaú, que são como que uma visão antecipada dos graves problemas que, posteriormente, haveriam de acontecer entre os israelitas, descendentes de Jacó, e os edomitas, descendentes de Esaúdireito de primogenitura a Jacó por um mero bocado de cozido. Além disso, casa-se com duas mulheres hititas (e mais tarde com uma ismaelita. A história de Jacó é mais longa e complicada que as anteriores. Consta de uma série de relatos entrelaçados: a fuga do patriarca para a região mesopotâmica de Padã-Arã; a inteligência e a riqueza de Jacó; o regresso a Canaã; o episódio de Peniel, onde Deus mudou o nome de Jacó O dom de se multiplicar e encher a terra (Gênesis 1:28) é algo que Deus desejoupara todos os Seus filhos humanos. O privilégio de abençoar o mundo através de filhos que são gerados e criados para servirem a Deus não pode se igualar a nenhum outro tesouro nessa Terra. “Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão” (Salmo 127:3). O dom de se multiplicar e encher a terra (Gênesis 1:28) é algo que Deus desejou para todos os Seus filhos humanos. O privilégio de abençoar o mundo através de filhos que são gerados e criados para servirem a Deus não pode se igualar a nenhum outro tesouro nessa Terra. Porém, há pessoas que possuem algum impedimento de se reproduzirem. A esterilidade abrange homens e mulheres. Vários mitos já caíram sobre a esterilidade natural, porém, o assunto continua um tabu doloroso tanto para as mulheres quanto para os homens, que, mais comumente, escondem a sua dor. Como Deus pode ajudar quem enfrenta essa realidade? Infelizmente, vivemos num mundo caído em pecado, cujas consequências são devastadoras. O pecado não afetou somente nossos atos, palavras e intensões, mas afetou nossa mente e nosso corpo, assim como o nosso DNA. Dentre os muitos efeitos da carga de pecado que carregamos, há pessoas que carregam o fator da infertilidade. Para essas pessoas também existe graça. A Bíblia cita alguns casos de mulheres estéreis. Foi o caso de Sara, esposa de Abraão (Gênesis 18;1-15; 21:1-7), de Ana, mulher de Elcana (1 Samuel 1:9-2:10), a mulher de Suném, que não tinha um filho, possivelmente por causa da esterilidade dela ou do seu marido, que já era de idade avançada (2 Reis 4:8-17), e Isabel esposa do sacerdote Zacarias, prima de Maria (Lucas 1:5-25). Deus olhou com carinho para essas mulheres e seus esposos, concedendo-lhes filhos que fizeram a diferença em suas vidas e na vida do povo de Deus. Há duas realidades importantes que são exemplificadas pela Bíblia: A primeira é que Deus se importa com os conflitos e desalentos dos Seus filhos. Embora uma pessoa estéril enfrentasse vergonha diante do seu povo, Deus olhava para essa pessoa com amor. Da mesma forma, mesmo que para a sociedade secular a infertilidade seja um motivo de vergonha, para Deus um estéril é tão digno de receber amor quanto uma pessoa fértil. Isso quebra o paradigma de que Deus castigou essa pessoa por algum pecado cometido no passado. A segunda é que milagres são possíveis. Deus pode realizar um milagre ao reverter a infertilidade em alguém estéril. Milagres atuais existem, mas com um propósito específico. Uma pessoa que recebe esse milagre deve entender que sua vida, bem como a do seu filho deve ser dedicada a Deus, em reconhecimento a essa demonstração de amor. Não estamos falando de uma vida monástica aqui. O que queremos dizer é que gratidão deve ser traduzida em entrega e submissão à vontade de Deus. Porém, milagres dependem da vontade de Deus. Deus pode realizá-los ou não, de acordo com Sua vontade. O que uma pessoa que sofre de infertilidade deve fazer é se entregar à graça de Deus que pode realizar mais do que ela imagina, “pois, o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Coríntios 12:9). Então, se o milagre não ocorrer, glorie-se em Deus, para que em você habite o Seu poder. Além disso, entendemos que parte dos milagres de Deus se traduzem no enorme conhecimento e tecnologia que temos hoje na área da medicina. Uma pessoa estéril pode buscar exames e tratamentos para a infertilidade. Se você sofre desse distúrbio, procure um especialista (ginecologista para mulheres e urologista para os homens), e converse com ele sobre exames e tratamentos. Existem diferentes causas para a esterilidade, que vão das mais simples como obstruções nos tubos das trompas ou do canal seminal até fatores mais graves como os endócrinos (produção de espermas e óvulos com capacidade reprodutora) ou distúrbios uterinos. Também podem ser relacionados ao próprio coito, envolvendo a posição, relaxamento da mulher, etc. De qualquer forma, diferente dos tempos bíblicos, hoje temos muita técnica, conhecimento e tecnologia disponível para se tratar grande parte dos casos de infertilidade. O que se deve fazer é buscar um especialista e clarificar tudo sobre o assunto. Porém, para os problemas sem solução, o crente deve se submeter a Deus, pedir o Seu conforto e entender que Deus pode possuir um grande plano que vai além dessas condiçõespara Israel (Gn 32.28); a revelação de Deus e a renovação das suas promessas (Gn 35.1-15); a história de José e a morte de Jacó no Egito (Gn 37.1—50.14). SECULO XIII (1201-1300 a.C) Provavelmente Jacó tinha Poligamia pq seus filhos brigavam . A roupa de José rinha varias cores que representavam dominaçao ente todas outras cores que seus irmaos usavam .o comprimento da roupa tbm representava poder. Vaca simbolizavam mulheres gravidas. e Jacó, os patriarcas do povo judeu, se estabelecem na Terra de Israel. A fome força os israelitas a emigrar para egito [26/3 10:42] David Leonardo: Dividi-los-ei em Jacó, e os espalharei em Israel (v. 7b). Não teriam território que pudessem chamar de seu, mas seriam dispersos entre as outras tribos. Em Canaã esta maldição foi cumprida: os simeonitas foram engolidos pela tribo de Judá; e os levitas não receberam nenhum território, pois serviram como ministros do santuário e mestres de Israel [26/3 10:47] David Leonardo: A frase, até que venha Siló, foi pronunciada por Jacó no meio do quadro profético referente ao lugar de Judá no plano de Deus. Para nós, o fulgor incomum de sua predição está grandemente realçado pelo fato de que desde os tempos antigos tem sido considerada como mensagem messiânica. O hebraico poderia ser traduzido, até que venha Siló, ou até que venha aquele a quem ele pertence. Em ambas as traduções a referência deve ser, primeiramente, a Judá, mas em última análise o Messias é Aquele que deve vir. Em outras palavras, a soberania jamais se apartará de Judá, até que venha Aquele que tem o direito de reinar. A predição, até que venha aquele de quem é o direito, foi repetido em Ez. 21:27. Se esta interpretação está correta, então as palavras de Jacó aqui constituem uma das mais antigas profecias messiânicas. O que Jacó podia ver era um quadro claro da herança de Judá. Mas a realização completa dos propósitos divinos não seriam desfrutados até que o governante ideal, o Messias, demonstrasse soberania perfeita. Felizmente, o V.T. apresenta uma linha distinta de profecias – começando com Gn. 3:15 e continuando através dos Salmos e Profetas referentes à vinda do Messias para reinar como Rei dos reis. Jacó viu Judá como o pai da tribo real que exerceria poder e liderança sobre todas as outras. Através de catástrofes e tempos difíceis, Deus providenciaria que o cetro continuasse na tribo de Judá até que viesse o governador ideal, o Messias. [26/3 10:49] David Leonardo: Zebulom, o sexto filho de Jacó com Lia, seria colocado em um lugar onde seriam possíveis a atividade comercial e a prosperidade. Isto pode significar que a tribo de Zebulom receberia um território ao longo da costa. Ou, pode significar que a prosperidade seria a herança dos descendentes de Zebulom, por causa de sua proximidade com os fenícios que tinham acesso ilimitado às rotas do comércio. Jacó menciona Sidom como fazendo parte deles. É possível também que a predição de Jacó não fosse inteiramente realizada quando da divisão final da terra. No cântico de Débora (Jz. 5) o povo de Zebulom foi sinceramente elogiado por sua valorosa atitude contra Sísera e seu exército. [26/3 10:49] David Leonardo: Jacó estava predizendo que a Tribo de Issacar se submeteria à invasão dos cananitas que lhe colocaria um jugo. Em vez de lutar, os homens desta tribo submissamente se tornariam escravos dos povos da terra. Prefeririam a vergonha e a escravidão em lugar da ação corajosa [26/3 10:50] David Leonardo: tribo seria pequena, mas seria grandemente temida pelos vizinhos que tentariam espezinhá-la. Jacó chamou Dã de serpente junto ao caminho, que causaria terror e infligida ferimentosrápidos e fatais. O hebraico neiheish significa mais do que uma serpente no gramado, um réptil venenoso com presas fatais. Isto é, Dã seria sobremaneira perigoso aos seus inimigos. Mais tarde, membros da tribo de Dã cumpriram estas palavras com exatidão notável. Depois de algum tempo em seu território original, os danitas mudaram-se para o norte e ocuparam o extremo norte de Israel. Este povo nunca se distinguiu por seus predicados espirituais. Em 931 A.C. Jeroboão levantou um bezerro de ouro em Dã, para que a adoração pagã fosse fomentada. [26/3 10:51] David Leonardo: Jacó predisse que Gade precisaria de toda sua astúcia, coragem e persistência na luta, pois seria continuamente molestado por ataques das tribos do deserto. Bandos de saqueadores fariam pressão contra ele. Jacó fez uso de um jogo de palavras Gade que significa tropa – para indicar a ferocidade e a crueldade dos atacantes do deserto. Ele profetizou que Gade seria vitorioso e seria capaz de expulsar o inimigo. Depois da conquista da Palestina, a tribo de Gade ficou localizada a leste do Jordão. 20. Aser, o segundo filho de Zilpa, tem um nome que significa feliz. Jacó o descreveu em um campo fértil, onde o trigo, o vinho e o azeite seriam produzidos em quantidades abundantes. Seria próspero e rico. As guloseimas que produziria seriam próprias da mesa de um rei. (Até os reis de Tiro e Sidom haveriam de querê-las.) A tribo de Aser testemunhou o cumprimento desta profecia patriarcal. [26/3 10:55] David Leonardo: Muitos anos mais tarde, na terra de Canaã, as tribos de Efraim e Manassés encontrariam oposição e perseguição. Teriam de conservar uma fé operante no Jeová dos exércitos, que comprovou-se um Deus Todo-suficiente. José O conhecia e descansava nEle em cada emergência. Dão amargura, atiram contra ele e o aborrecem traduzem três palavras hebraicas. Meirar, na forma piel, significa “provocar”, “amargurar”, “molestar”. O uso desta forma piel, mais a palavra reibab acrescenta intensidade à ação e fala de sua ocorrência repetida. A terceira palavra, seitam, dá a idéia de ódio profundamente enraizad [26/3 10:56] David Leonardo: elvagem. Os lobos do início da noite podem ser tão selvagens e destruidores como aqueles da madrugada. Em qualquer momento estão prontos para os ferozes negócios do comportamento desumano. Eúde, Saul e Jônatas estão entre os descendentes de Benjamim, os quais evidenciaram seus poderes guerreiros. Os homens desta tribo tornaram-se famosos pelos seus arqueiros e seus lanceiros (cons. Jz. 5:14; 20:16 Exodo.Os Hebreus no Egito e no deserto. A filha de farao assimilou moises aparecer no Nilo [13/4 19:41] David Leonardo: em meio de uma sarça – a acácia selvagem ou espinho, com o qual aquele deserto abunda, e que é geralmente seco e quebradiço, tanto que, em certas estações, uma faísca pode acender um distrito longe e amplamente em um incêndio. Um incêndio, portanto, estar no meio de um arbusto tão deserto era uma “grande visão”. É geralmente suposto ter sido emblemático da condição dos israelitas no Egito – oprimido por uma servidão esmagadora e uma sangrenta perseguição, e ainda, apesar da cruel política que estava empenhada em aniquilá-los, eles continuaram tão numerosos e prósperos como sempre. A razão era “Deus estava no meio deles”. O símbolo também pode representar o estado atual dos judeus, assim como da Igreja em geral no mundo [14/4 10:25] David Leonardo: Após uma separação de quarenta anos, o encontro deles seria feliz mutuamente. Semelhantes são as saudações dos amigos árabes quando eles ainda se encontram no deserto; conspícuo é o beijo de cada lado da cabeça. [14/4 10:29] David Leonardo: E Faraó respondeu: Quem é o SENHOR – O Senhor era um nome comum aplicado a objetos de adoração; mas Jeová era um nome do qual ele nunca tinha ouvido falar. Faraó estimou o caráter e poder deste Deus pela condição miserável e abjeta dos adoradores e concluiu que Ele mantinha uma posição baixa entre os deuses como o Seu povo na nação. Para demonstrar a supremacia do verdadeiro Deus sobre todos os deuses do Egito, foi o desenho das pragas [14/4 10:37] David Leonardo: governadores – Hebreus colocaram sobre seus irmãos, sob os feitores, precisamente análogos aos oficiais árabes colocados sobre os Fellahs Árabes, os trabalhadores pobres no Egito moderno. moises era pastor por isso eel se apresentou com cajado para farqo ,como pastor de Isrrael.Eles nao comiam com pastores um esemplo é que os filhos de Jacó nao comiam com Fwraó .DT 11:11fazia de canaa um lugar paradiziaaco .talvez isso fez Jacó ficar no Egito uqando jaco estava no egito ,a capital era no baixo egito setentrional na terra de Gonzem e a capital era Menfis(isaias 19.13)profecias Fabricação de tijolos. Durante o período de escravidão no Egito, os israelitas faziam tijolos de barro misturado com palha, que servia para dar liga. (Êxodo 1:14; 5:6-18) * Alguns anos atrás, o livro Ancient Egyptian Materials and Industries (Materiais e Indústrias do Egito Antigo) dizia: “Poucos países têm fabricado mais tijolos do que o Egito, onde tijolos secos ao sol continuam sendo, como sempre foram, o material de construção típico do país.” O livro também menciona “a prática egípcia de usar palha para fazer tijolos”, confirmando assim esse detalhe adicional registrado na Bíblia. [13/4 16:05] David Leonardo: Os hebreus se miscigenarqm no Egito? [13/4 16:21] David Leonardo: os filhos de Israel cresceram e multiplicaram – Eles viviam em uma terra onde, segundo o testemunho de um autor antigo, as mães produziam três e quatro, às vezes, em um parto; e um escritor moderno declara “as fêmeas no Egito, tanto entre os humanos quanto entre os animais, superam todas as outras na fertilidade”. A essa circunstância natural deve ser acrescentado o cumprimento da promessa feita a Abraão Aparência pessoal. Os homens hebreus da antiguidade usavam barba. Mas a Bíblia diz que José se barbeou antes de comparecer perante Faraó. (Gênesis 41:14) Por que ele fez isso? Em respeito à etiqueta e aos costumes egípcios, que consideravam pelos no rosto um sinal de impureza. “[Os egípcios] se orgulhavam de não ter barba”, comenta o livro Everyday Life in Ancient Egypt (O Cotidiano no Egito Antigo). De fato, estojos com lâminas, pinças e espelhos foram encontrados em túmulos. Fica claro que Moisés era um cronista meticuloso. O mesmo pode ser dito de outros escritores bíblicos que documentaram eventos relacionados ao Egito antigo. [14/4 10:39] David Leonardo: Como os campos mais próximos estavam nus e as pessoas tinham que ir mais longe para o restolho, era impossível para eles atender à demanda do conto usual de tijolos. “O espancamento dos oficiais é exatamente o que se poderia esperar de um tirano oriental, especialmente no vale do Nilo, como aparece nos monumentos, que o antigo Egito, como a China moderna, era governado principalmente pelo bastão” [Taylor ]. “O modo de espancamento era quando o agressor estava deitado no chão e geralmente segurado pelas mãos e pés enquanto o castigo era administrado” [Wilkinson]. (Dt 25:2). Uma figura representando os hebreus em um campo de tijolos, exatamente como descrito neste capítulo, foi encontrada em um túmulo egípcio em Tebas. [14/4 13:11] David Leonardo: Seu objetivo ao chamá-los era averiguar se esse feito de Arão era realmente uma obra de poder divino ou meramente um feito de arte mágica. Os magos do Egito nos tempos modernos têm sido adeptos há muito celebrados de serpentes encantadoras, e particularmente pressionando a nuca, eles os lançam em uma espécie de catalepsia, que os torna rígidos e imóveis – parecendo, portanto, transformá-los em uma haste. . Eles escondem a serpente sobre suas pessoas, e por atos de legerdemain a produzem de suas vestes, rígidas e retas como uma vara. Apenas o mesmo truque foi executado por seus antecessores antigos, o mais famoso dos quais, Jannes e Jambres (2Tm 3:8), foram chamados nesta ocasião. Eles tiveram tempo após a convocaçãopara fazer preparativos adequados – e assim parece que conseguiram seus “encantamentos” ao praticar uma ilusão nos sentidos. O faraó nao acreditava em seus próprios Deuses? Assim como Nabudonosor [14/4 13:17] David Leonardo: Os ribeiros significam as ramificações naturais do Nilo no Baixo Egito. A palavra rios deveria ser “canais”; eles eram em grande parte paralelos ao Nilo e se comunicavam com ele por comportas, que se abriam na elevação e se fechavam com a redução da inundação. Tanques refere-se a fontes naturais, ou mais provavelmente a cisternas ou tanques encontrados em todas as cidades e aldeias. Os depósitos de águas, eram os reservatórios, sempre grandes e de enorme extensão, contendo água suficiente para irrigar o país na estação seca. [18/4 11:00] David Leonardo: A vara de Arão, sob a direção de Moisés, que foi comandada por Deus, foi novamente levantada, e a terra estava cheia de mosquitos, mosquitos – esse é o significado próprio do termo original . Em circunstâncias comuns, eles amargam a vida nos países orientais e, portanto, a natureza terrível dessa imposição ao Egito pode ser imaginada quando nenhuma precaução poderia ser preservada de sua dolorosa picada. A pequenez e insignificância desses insetos ferozes fez deles um terrível flagelo. Os mágicos nunca tentaram qualquer imitação, e o que nem o sangue do rio nem o incômodo dos sapos tinham feito, a visitação deste minúsculo inimigo os obrigou a reconhecer “este é o dedo de Deus” – propriamente “deuses”, pois eles falou como pagãos [18/4 11:01] David Leonardo: sapo, que agora era usado como um instrumento de aflição, seja por reverência ou aversão, era um objeto de superstição nacional com os egípcios, sendo o deus Ptha representado com um cabeça de sapo. Mas o vasto número, junto com seu fedor, fez deles um incômodo intolerável, [18/4 11:03] David Leonardo: alcançou o país na forma do que não era “moscas”, como estamos acostumados, mas vários tipos de moscas (Sl 78:45), a mosca mosqueta, barata, o besouro egípcio, pois todos estes são mencionados por diferentes escritores. Eles são muito destrutivos, alguns deles infligindo mordidas severas em animais, outros destruindo roupas, livros, plantas, tudo. O culto das moscas, particularmente do besouro, era uma parte proeminente da religião dos antigos egípcios. O emprego dessas divindades aladas para castigá-las deve ter sido doloroso e humilhante para os egípcios, ao mesmo tempo em que deve ter fortalecido a fé dos israelitas no Deus de seus pais como o único objeto de adoração Moisés lidera os israelitas na saída do Egito, seguido por 40 anos de peregrinação no deserto; a Torá, incluindo os dez mandamentos, é recebida no Monte Sinai .A 15 e 16 doi a dinastia de hicsos a 18 foi a de moises os hicsos trouxerqm a fabricacao de armas de bronze e guerras por carruagems Guerras EM EXODDO SIQUENISTAS situação política e social das tribos israelitas, do Egito e dos países do Oriente Médio, no período que vai da morte de José à época de Moisés, sofreu mudanças consideráveis. O Egito viveu um tempo de prosperidade depois de expulsar do país os invasores hicsos. Este povo oriundo da Mesopotâmia, depois de passar por Canaã, havia se apropriado, no início do séc. XVIII a.C., da fértil região egípcia do delta do Nilo. Os hicsos dominaram no Egito cerca de um século e meio, e, provavelmente, foi nesse tempo que Jacó se instalou ali com toda a sua família. Esta poderia ser a explicação da acolhida favorável que foi dispensada ao patriarca, e de que alguns dos seus descendentes, como aconteceu com José (Gn 41.37-43), chegaram a ocupar postos importantes no governo do país. A situação mudou quando os hicsos foram finalmente expulsos do Egito. Os estrangeiros residentes, entre os quais encontravam-se os israelitas, foram submetidos a uma dura opressão. Essa mudança na situação política está registrada em Êx 1.8, que diz que subiu ao trono do Egito um novo rei “que não conhecera a José.” Durante o mandato daquele faraó, os israelitas foram obrigados a trabalhar em condições subumanas na edificação das cidades egípcias de Pitom e Ramessés (Êx 1.11). Porém, em tais circunstâncias, teve lugar um acontecimento que haveria de permanecer gravado, para sempre, nos anais de Israel: Deus levantou um homem, Moisés, para constituí-lo libertador do seu povo. Moisés, apesar de hebreu por nascimento, recebeu uma educação esmerada na própria corte do faraó. Certo dia, Moisés viu-se obrigado a fugir para o deserto, e ali Javé (nome explicado em Êx 3.14 como “EU SOU O QUE SOU”) revelou-se a ele e lhe deu a missão de libertar os israelitas da escravidão a que estavam submetidos no Egito (Êx 3.1—4.17). Regressou Moisés ao Egito e, depois de vencer com palavras e ações maravilhosas a resistência do faraó, conseguiu que a multidão dos israelitas se colocasse em marcha em direção ao deserto do Sinai. Esse capítulo da história de Israel, a libertação do jugo egípcio, marcou indelevelmente a vida e a religião do povo. A data precisa desse acontecimento não pode ser determinada. Têm-se sugerido duas possibilidades: até meados do séc. XV e até meados do séc. XIII. (Neste último caso seria durante o reinado de Ramsés II ou do seu filho Meneptá.). Durante os anos de permanência no deserto do Sinai, enquanto os israelitas dirigiam-se para Canaã, produziu-se um acontecimento de importância capital: Deus instituiu a sua Aliança com o seu povo escolhido (Êx 19). Essa Aliança significou o estabelecimento de um relacionamento singular entre Javé e Israel, com estipulações fundamentais que ficaram fixadas na lei mosaica, cuja síntese é o Decálogo (Êx 20.1-17). Sinai ate cadesbarneia que esta aos pes da terra prometida(eles se acampam aqui e mqndam espioes)depois eles fogem e peregrinam no deserto até irem pro outro lado do Jordão em Moabe e dqi atravessar e enfim começa os juizes Egipicios adoravam um touro e os isrrelences adoraram um Bezerro com a queda nos nao tinhamos intimidade com deus dai ele faz rodos esses contexto de tabernaculo.era necessatio muita santidade .Mas os sacrificios ja existiam até quando deus nos fez um sacrificio Festas Era algo a mais do que a rotina de sacrifícios de um judeu comum Embora houvessem outras ordenanças a serem guardadas, estes três eram os grandes festivais durante os quais todos os homens de Israel deviam apresentar-se diante do Senhor. Neles se comemorava não só a sua redenção, mas também as contínuas bênçãos e provisão de Deus. Tem-se enfatizado que não eram só obrigações, mas também direitos. “pois comemorar uma festa do Senhor e comparecer diante dEle eram privilégios concedidos por Jeová ao povo da Sua aliança” (KD). Os olocaustos (ofertas, sacrifícios, pacificos ou nao) eram a parte das festas (feita pelo sumo sacerdote )e eram feitos pelos sacerdotes do lado de fora do tabernáculo ou seja ,no autarEssa oferta era de animal ou comida. Pessoas pobres iam pelo menos umas vez ao ano no tempo No dia da espiaçao e aproveitavam pra fazer ofertas [2/4 19:01] David Leonardo: Nm 29 ofertas nas festas altar de bronze é o sacrifício de animais o altar dentro do tabernáculo é altar pra incenso.Atrio - santo lugar- sanyo fos santos(no dia da espiaçao [7/4 21:01] David Leonardo: Se a pessoa nao pecava ,n precisava ir na festa de espiaçao mas crtz ela ia em uma ao menos [7/4 21:16] David Leonardo: Eexodo 23:11 no caminho os isrraelences passavam perigos de outros povos Deus prometeu os protegelos Festas que aconteciam em certo : Festas ao ano que aconteciam e certo mes Origem da pascoa Ex 12 Pascoa lev 23:4-8,Ex 23:15,,Nm28:19 A festa de Lev 23:16 e Lev 23:19 tem a mesma lei e é quase semelhante Repare que a festa de pentecostes era um sacrifício passifico Pascoa era um sacrifício pra se lembrar e agradecwr E aespiaçao era uma festa de perdão Bases da espiaçao do pecado (nao anual) Lev6:24-30 [2/4 18:49] David Leonardo: Consagração de AraoLev 8 Sumo sacersote . Exemplo da funcao Lev 9 [2/4 18:52] David Leonardo: Dia da espiaçao Lev 16 [2/4 18:53] David Leonardo: Lev 17 Purifucacao dos levitas nm 8:5-26 Recomendações aos levitas Det 18 As coisas santas eos sacerdotes Lev 22Ofertas pra os proprios sacerdotes Lev 6:19-23 Mais sobre ofertas pros sacerdotes Lev 7:28 HOLOCAUSTOS:ACONTECIA NO ALTAR * David Leonardo: Sacrificios continuo Lev 28 Lev 1 Holocaustos Mais sobre o holausto lev 6:8-13 Lev2 ofertas de manjares Mais sobre ofertas de alimentos Lev 6:14-18 Lev 3 ofertas pacíficas(eram as mais comuns .Culto depois da oferta Recomendações aos levitas Det 18 Pacífico: este sacrifício também era conhecido como oferta de comunhão. Era um sacrifício que primeiro era oferecido ao Senhor e depois era distribuído ao ofertante e sua família. O sacrifício pacífico servia como um um tipo de “alimento da aliança”, pois simbolizava a união entre Deus e o seu povo. Era utilizado qualquer animal do gado sem defeito e pães. Lev 4 sacrifícios por diferentes pecadores e lev 30 ofertas de oficiais *** Sacrifícios pela paz Lev7:11 Resumo do Ritual: o sacerdote se lavava depois de sacrificar .Quanto mais o sacerdote ia se aproximando de Deus.O sacerdote agradecia pra o Castiçal Que Deus revelou a oportunidade de misericórdia ora o pecador ,depous ele ou a no altar de incenso e dazua uma oraçao VOTOS Votos Lev 27 ****O altar veio antes do tabernaculo o Altar é um lugar de sacrifício (Levítico 4.24) e de perdão (Levítico 4.35). No Antigo Testamento havia diversos tipos de altar: -de terra (Êxodo 20.24) para um sacrifício momentâneo visto que eram nômades; -de pedras (Êxodo 20.25) para consagrar um local para sempre ao Senhor; -de madeira (Êxodo 27.1) para ser carregado por onde forem pelo deserto; -de bronze banhado (Êxodo 38.1-2) para suportar o fogo e perdurar; -de ouro (Êxodo 39.38) para ministrar as orações permanentemente diante do Senhor. O Altar é um LUGAR Malaquias 1.17 “Ofereceis sobre o meu altar pão imundo e ainda perguntais: Em que te havemos profanado? Nisto, que pensais: A mesa do SENHOR é desprezível” altar de bronze é o sacrifício de animais o altar dentro do tabernáculo é altar pra incenso.Atrio - santo lugar- sanyo fos santos(no dia da espiaçao) Exodo 35 até o final é a construçao e como deveria ser feito o tabernáculo. ALTAR -- TABERNACULO (É pra Deus falar com o povo) ANTES ERA só o altar ,agora tem um altar na parte de fora do tabernaculo DESDE EXODO 25 ATÉ O FINAL Arca da Aliança - O Que é? Qual é seu significado? AArca da Aliança era uma caixa que representava a aliança e a presença de Deus no meio do Seu povo. Através desse objeto Deus se revelava ao povo. A Arca era onde se guardavam os Dez Mandamentos e era um símbolo muito importante para os judeus. Hoje em dia não precisamos mais da Arca da Aliança para estar na presença de Deus. História da Arca da Aliança A primeira menção da Arca da Aliança aparece no livro de Êxodo. Moisés é quem dá as instruções para a sua construção, pois recebeu orientações do próprio Senhor. Mas quem constrói mesmo é Bazalel, no Monte Sinai. A descrição detalhada está no livro de Êxodo, no capítulo 25. Haviam outros nomes para a Arca tais como: Arca do Concerto, Arca do Testemunho (Êxodo 25:22); Arca do Senhor (1 Samuel 4:6); Arca de Deus (1 Samuel 4:18) Arca da Aliança (Josué 3:6). A Arca simbolizava o trono e majestade de Deus e a Sua infinita bondade. A sua significação fala-nos da relação (aliança) entre Deus e o Seu povo, remetendo a figuras do passado e do futuro. A Arca da Aliança era a principal representação da presença de Deus no meio de seu povo no Antigo Testamento. A Arca da Aliança também é comumente chamada de Arca do Testemunho ou Arca do Concerto. Tal designação se refere especialmente ao fato de que a Arca da Aliança guardava os principais símbolos da aliança entre Deus e o povo de Israel no Sinai. A figura da Arca da Aliança é amplamente conhecida entre os cristãos. Porém, muita gente possui dúvida sobre o que era a Arca da Aliança realmente. Também é verdade que muita gente interpreta equivocadamente o significado da Arca da Aliança nas Escrituras. O que era a Arca da Aliança? A Arca da Aliança era um baú retangular feito de madeira de cipreste revestido de ouro por dentro e por fora. A Arca da Aliança media cerca de 1,20 m x 90 cm x 90 cm (2,5 x 1,5 x 1,5 côvados). Em cada uma de suas extremidades inferiores, havia uma argola de ouro. Nessas argolas eram inseridas varas que serviam de instrumento para transportar a Arca. A tampa da Arca da Aliança era chamada de “propiciatório” (Êxodo 25:17). Essa tampa era feita de ouro puro e nela ficavam as figuras de dois querubins, também de ouro batido. Esses querubins haviam sido colocados um de frente para o outro, com suas asas estendidas. Era em cima dessa tampa que o sacerdote derramava o sangue dos animais para propiciar a ira de Deus sobre o povo. Daí a designação “propiciatório”. Como já foi dito, a Arca da Aliança também era designada por outros nomes. Ela é chamada de: Arca do Concerto, ou mais literalmente, Arca do Testemunho (Êxodo 25:22), Arca do Senhor (1 Samuel 4:6), Arca de Deus (1 Samuel 4:18), e claro, Arca da Aliança (Josué 3:6). A Arca da Aliança foi construída por Bazalel no Sinai, segundo modelo dado por Deus a Moisés (Êxodo 25:8; 31:2-7; 37:1-9). A descrição completa da Arca da Aliança pode ser encontrada no capítulo 25 do livro do Êxodo. Qual o significado e função da Arca da Aliança? No Antigo Testamento a Arca é citada cerca de duzentas vezes com pelo menos vinte e duas designações diferentes. Diante disso, a Arca da Aliança perece ter servido a várias funções ao longo do tempo. Sem dúvida, dentre todas as funções, duas se destacam como sendo as principais e fundamentais para todas as outras. A Arca da Aliança era o símbolo da presença de Deus no meio do seu povo. A Arca da Aliança servia como local de armazenagem para as duas tábuas da Lei, que eram os mandamentos prescritos na aliança do Sinai. Daí o vem o nome “Arca do Testemunho” (Êxodo 25:16; Números 4:5; Josué 4:16). A Arca da Aliança também guardava o vaso de maná e a vara de Arão. Partindo desses dois conceitos básicos, podemos ver a Arca sendo considerada como representando o trono de Deus (1 Samuel 4:4; 2 Samuel 6:2); servindo como um guia para o povo de Israel no deserto (Números 10:33-36); como um tipo de paládio de guerra, tendo muita ênfase na história da conquista de Jericó (Josué 6), além de ter desempenhado um papel muito importante na travessia do Jordão (Josué 3:4). A captura da Arca da Aliança No tempo dos Juízes, a Arca foi levada para Silo, tendo já passado por Gilgal e Betel (Juízes 2:1; 20:27; 1 Samuel 1:3; 3:3). Ela permaneceu em Silo até ser capturada pelos filisteus. Em 1 Samuel 4:11, temos a descrição dessa captura no campo de batalha em Ebenézer. Naquela ocasião um terrível pesar abateu os israelitas, conforme fica claro na triste expressão “foi-se a glória de Israel”. Por causa do pecado e desobediência, o povo de Israel foi culpado da derrota para os filisteus e da consequente captura da Arca da Aliança. Entretanto, a captura da Arca causou grandes problemas aos filisteus (1 Samuel 5). Após sete meses de pragas, os filisteus devolveram a Arca da Aliança para Quiriate-Jearim, onde ela ficou por aproximadamente vinte anos (2 Samuel 5; 7:2). A Arca da Aliança em Jerusalém Quando Davi subiu ao trono, ele estabeleceu que Jerusalém seria a capital política e religiosa da nação de Israel, levando a Arca da Aliança para lá. A Arca ficou instalada numa tenda em Jerusalém (2 Samuel 6). Posteriormente, quando o rei Salomão construiu o Templo, a Arca ficou abrigada nele (1 Reis 6:19; 8:1-9). A Bíblia informa que a Arca da Aliança foi recolocada no santuário durante as reformas do rei Josias (2 Crônicas 35:3). O profeta Jeremias também profetizou sobre um tempo em que a Arca da Aliança não seria mais utilizada, poisJerusalém deveria ser chamada de trono de Deus (Jeremias 3:16). Após essas referências, os livros históricos do Antigo Testamento raramente se referem à Arca. Mas é provável que ela tenha continuado a ser usada nas grandes festas religiosas de Jerusalém. Alguns Salmos falam de cerimônias em que que a Arca da Aliança pode ter sito utilizada (Salmos 24, 68, 118, 132). Nessas cerimônias, muito provavelmente a Arca foi carregada na frente do povo, pelos sacerdotes. A imprudência diante da Arca da Aliança no episódio envolvendo Uzá, foi algo bastante significativo (2 Samuel 6:7). Esse evento causos temor no próprio rei Davi, que enviou a Arca para a casa de Obede-Edom. Ela acabou ficando ali por três meses (2 Samuel 6:9-11). Onde está a Arca da Aliança? Existe muita especulação sobre onde estaria a Arca da Aliança atualmente. Apesar de muitas teorias, a grande verdade é que o paradeiro final da Arca é um mistério. Muitos estudiosos defendem uma hipótese plausível de que a Arca da Aliança foi perdida durante a destruição de Jerusalém pelo exército de Nabucodonosor em cerca de 587 a.C. Então a Arca pode ter sido capturada e levada para a Babilônia como um tipo de despojo de guerra. Dessa forma, ela pode ter sido mantida como troféu ou mesmo ter sido destruída pelos babilônios para extrair seu ouro. Caso os babilônios tenham mantido a Arca da Aliança preservada, essa condição pode ter mudado quando a própria Babilônia caiu diante da coalizão Medo-Persa. De qualquer forma, essa sugestão da perda da Arca no período de exílio explora principalmente a referência já citada do capítulo 3 do livro de Jeremias, onde o profeta fala sobre a ausência da Arca da Aliança. Existem referências nos livros apócrifos que afirmam que Jeremias teria escondido a Arca da Aliança. Supostamente ele teria colocado a Arca em uma caverna no Monte Nebo, juntamente com a tenda e o altar de incenso, antes da destruição de Jerusalém. Porém, os estudiosos ressaltam a grande improbabilidade de isto ter ocorrido, além de não haver qualquer evidência histórica disto. Particularmente, penso que a melhor definição de onde está a Arca da Aliança, depende da nossa compreensão sobre o papel importante e específico que ela desempenhou no início da História de Israel. Ela serviu, especialmente, como símbolo visível da presença de Deus habitando com seu povo. Passado essa finalidade, o próprio Deus permitiu que ela fosse tomada e destruída, evitando que ela se tornasse o maior alvo de idolatria já visto. A Arca da Aliança nas igrejas atuais Esse tópico está diretamente ligado ao assunto anterior no que diz respeito à finalidade já cumprida da Arca da Aliança. Falando em idolatria, não faltam réplicas da Arca da Aliança nas igrejas evangélicas atuais. De chaveiro a decoração de púlpito, a figura da Arca é empregada em grande escala. Tudo isto revela a falta de compreensão do verdadeiro papel e significado da Arca da Aliança ao longo da História. Talvez muitos líderes evangélicos até entendem que a figura da Arca da Aliança tem sido completamente mal interpretada na atualidade. Porém, sua aplicação como importante elemento nas estratégias de marketing dessas denominações, faz com que tais líderes acabem engolindo mais essa heresia. Aliás, infelizmente uma heresia a mais ou uma heresia a menos parece não fazer muita diferença no famoso mundo gospel. ).A Arca Da Aliança E O Passado Esse mobiliário fazia lembrar a Lei, a santidade e soberania de Deus no meio do povo. Anteriormente, quando Israel estava em êxodo do Egito para a terra prometida, a presença do Senhor no meio deles era representada pela coluna de nuvem, de dia, e a coluna de fogo, durante a noite. Essa nuvem e fogo simbolizavam que Deus os direcionava, protegia e cuidava pelo caminho. A presença milagrosa de Deus era perceptível por todos, era um sinal da bondade de Deus e da Sua habitação (Shekiná, no hebraico) no meio de Seus filhos. Depois, com a fixação do lugar de adoração no Tabernáculo e, posteriormente, no Templo, a Arca da Aliança passou a ser a referência da presença divina, tal como a nuvem e coluna de fogo que acompanhava o povo na sua jornada. A Arca continha no seu interior "lembretes" importantes. O povo escolhido por Deus tem a necessidade de voltar-se para Deus plenamente, em amor, confiança e santificação. A Arca Da Aliança E Sua Prefiguração Futura Essa caixa de madeira pormenorizada por Deus, tem significados que podem ultrapassar a nossa compreensão atual sobre sua representação futura (Hebreus 8:5). No entanto, toda a plenitude do seu sentido apontava para a pessoa e obra de Jesus Cristo. Como sombra e figura de coisas vindouras, a Arca representava: a manifestação da glória de Deus/ Cristo foi manifestado em carne (1 Timóteo 3:16) o encontro (comunhão) de Deus com o Seu povo a santidade de Deus a presença (habitação) do Senhor junto do Seu povo / Cristo habitou entre nós (João 1:14) a proteção de Deus a purificação e perdão dos pecados do povo / O Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo (João 1:29) a necessidade de resgate e restauração do povo para caminhar com o Senhor a glória do Reino de Deus / Cristo em nós é a esperança da Glória (Colossenses 1:27) Como era a Arca da Aliança? A Arca da Aliança foi construída de acordo com as medidas e os detalhes que Deus concedeu a Moisés e era parte central do Tabernáculo (Êxodo 25). A Arca da Aliança era um baú retangular feito de madeira de acácia e revestido por dentro e por fora de ouro puro. Tinha 1 metro e 10 centímetros (2,5 côvados) de comprimento e 70 centímetros (1,5 côvados) de largura e altura. Seus lados tinham uma moldura de ouro puro à volta (Êxodo 25:10-11). A tampa da Arca era de ouro e tinha dois querubins virados um para o outro, cujas asas cobriam a tampa (Êxodo 25:17-20). Veja aqui: o que são querubins? O Que Tinha Dentro Da Arca Da Aliança as duas tábuas com a inscrição dos Dez Mandamentos, representando a Lei de Deus; um vaso com maná, representando a provisão de Deus; a vara de Arão que floresceu, como aviso contra a rebeldia. Como Era Transportada A Arca Da Aliança? Quem Podia Tocar Na Arca? A prática comum dos filisteus era transportar numa carruagem, mas a arca não poderia e deveria ser transportada assim (1 Crônicas 13:9-10). Ela foi transportada sobre os ombros dos homens (levitas) da família de Coate (Êxodo 25:12-14; Números 4:15; Números 7:9). Além de ser levita, tinha que ser levita desta família, pois apenas eles poderiam transportar a Arca da Aliança e foi Davi quem designou os sacerdotes que iram transportar a Arca do Senhor (1 Crônicas 15:11-14). Um homem chamado Uzá foi ferido e morreu por ter tocado na Arca (1 Crônicas 13:10). Nos quatro pés da Arca havia quatro argolas para segurar duas varas de madeira revestidas de ouro. Essas varas serviam para transportar a Arca sem tocar nela. Antes de ser transportada, os sacerdotes cobriam a Arca com couro e com um pano azul (Números 4:5). Apenas os levitas do clã de Coate podiam carregar a Arca. JOSUE Uma esperança confiável A primeira profecia registrada na Bíblia foi escrita por Moisés na época em que o Egito era a potência mundial. * Ela está em Gênesis 3:15 e declara que Deus produziria um “descendente” que esmagaria Satanás e seu “descendente”, isto é, todos os que seguem os modos perversos do Diabo. (João 8:44; 1 João 3:8) Com o tempo, ficou provado que a parte principal do “descendente” de Deus era o Messias, Jesus Cristo. — Lucas 2:9-14. O reinado de Cristo abrangerá a Terra inteira, e ele removerá dela toda a maldade e os opressivos governos humanos. Nunca mais ‘homem dominará homem para seu prejuízo’. (Eclesiastes 8:9) Além disso, igual a Josué, que liderou Israel até a Terra Prometida, Jesus conduzirá em segurança “uma grande multidão” de humanos fiéis a uma “Terra Prometida” sem comparação — uma Terra purificada que será transformada num paraíso global. — Revelação (Apocalipse) 7:9, 10, 14, 17; Lucas 23:43.Essa esperança maravilhosa nos lembra de outra profecia registrada na época do Egito antigo. Ela está em Jó 33:24, 25 e diz que Deus libertará os humanos até mesmo da “cova”, ou sepultura, por meio da ressurreição. Assim, além dos que serão poupados da futura destruição dos perversos, muitos milhões que já morreram voltarão a viver com a perspectiva de vida eterna no Paraíso na Terra. (Atos 24:15) “A tenda de Deus está com a humanidade”, diz Revelação 21:3, 4. “[Ele] enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor.” SECULO XIII-XVII Os israelitas se estabelecem na Terra de Israel Conquista de Canaã e o Período dos Juízes Profecias e história confiáveis — esse assunto continuará sendo analisado no próximo artigo desta série, que se concentrará na Assíria antiga, a potência mundial que sucedeu o Egito. A ESTELA DE MERNEPTÁ Em 1896, arqueólogos encontraram num templo funerário egípcio uma coluna de granito preto que ficou conhecida como Estela de Merneptá. Ela narra com arrogância as realizações do rei egípcio Merneptá, que acredita-se ter governado no fim do século 13 AEC. Essa estela contém um hino que diz, em parte: “Israel está desabitado, sua descendência desapareceu.” Essa é a única referência conhecida a Israel em antigos textos egípcios e a mais antiga fora da Bíblia. A estela foi feita durante o período bíblico dos juízes israelitas, período esse que ficou registrado no livro bíblico dos Juízes. No entanto, ao contrário das crônicas dos faraós, o livro dos Juízes revela não só os grandes feitos, mas também os fracassos de seu povo. A respeito dos fracassos, Juízes 2:11, 12 diz: “Os filhos de Israel puseram-se a fazer o que era mau aos olhos de Jeová e a servir aos Baalins [deuses cananeus]. Deste modo abandonaram a Jeová, . . . que os havia trazido para fora da terra do Egito.” Essa franqueza está presente na Bíblia inteira Depois da morte de Moisés (Dt 34), a direção do povo foi colocada nas mãos de Josué, a quem coube guiá-lo ao país de Canaã, a Terra Prometida. A entrada naqueles territórios iniciou-se com a passagem do Jordão, fato de grande significação histórica, porque com ela inaugurava-se um período decisivo para a constituição da futura nação israelita (Js 1—3). Conquistar e assentar-se em Canaã não se tornou empresa fácil. Foi um longo e duro processo (cf. Jz 1), às vezes, de avanço pacífico, mas, às vezes, de inflamados choques com os hostis povos cananeus (cf. Jz 4—5), formados por populações diferentes entre si, ainda que todas pertencentes ao comum tronco semítico; muitas delas terminaram absorvidas por Israel (cf. Js 9). Naquele tempo da chegada e conquista de Canaã, os grandes impérios do Egito e da Mesopotâmia já haviam iniciado a sua decadência. Destes eram vassalos os pequenos Estados cananeus, de economia agrícola e cuja administração política limitava-se, geralmente, a uma cidade de relativa importância nos limites das suas terras. Em relação à religião, caracterizava-se sobretudo pelos ritos em honra a Baal, Aserá e Astarote, e a deuses secundários, geralmente divindades da fecundidade. A etapa conhecida como “período dos juízes de Israel” sucedeu à morte de Josué (Js 24.29-32). Desenvolveu-se entre os anos 1200 e 1050 a.C., e a sua característica mais evidente foi, talvez, a distribuição dos israelitas em grupos tribais, mais ou menos independentes e sem um governo central que lhes desse um mínimo sentido de organização política. Naquelas circunstâncias surgiram alguns personagens que assumiram a direção de Israel e que, ocasionalmente, atuaram como estrategistas e o guiaram nas suas ações de guerra (ver, p. ex., em Jz 5, o Cântico de Débora, que celebra o triunfo de grupos israelitas aliados contra as forças cananéias). Entre todos os povos vizinhos, foram, provavelmente, os filisteus que representaram para Israel a mais grave ameaça. Procedentes de Creta e de outras ilhas do Mediterrâneo oriental, os filisteus, conhecidos também como “os povos do mar”, que primeiramente haviam intentado sem êxito penetrar no Egito, apoderaram-se depois (por volta de 1175 a.C.) das planícies costeiras da Palestina meridional. Ali estabeleceram-se e constituíram a “Pentápolis”, o grupo das cinco cidades filistéias: Asdode, Gaza, Asquelom, Gate e Ecrom (1Sm 6.17), cujo poder reforçou-se com a sua aliança e também com o monopólio da manufatura do ferro, utilizado tanto nos seus trabalhos agrícolas quanto nas suas ações militares (1Sm 13.19-22). -GUERRAS EM JUIZES silo em cisjordânia .louvar sacrificar fora de silo siguinificava pra pedir perdao . sítio da antiga Siló, uma cidade no monte de Efraim e a capital religiosa de Israel no tempo dos Juízes, está situado ao norte de BeteIl, ao leste da autoestrada de Betel-Siquém e ao sul de Lebona no monte de Efraim (Jz. 21:19). SAMUEL Comećam a morar em casas em vez de Tendas ELCANA ERA DA TRIBO DEZ LEVI MAS MORAVA EM EFRAIM . [7/4 21:39] David Leonardo: esse homem subia de sua cidade a Siló para adorar e sacrificar – Naquele lugar estava o “santuário da terra”, e lá ele reparou nas três festas solenes, acompanhado por sua família em uma delas – provavelmente a Páscoa. Embora um levita, ele não poderia oferecer pessoalmente um sacrifício – que era exclusivamente o ofício dos sacerdotes; e sua piedade em manter um comparecimento regular às ordenanças divinas é mais digna de nota porque o caráter dos dois sacerdotes que as administravam era notoriamente ruim. Mas, sem dúvida, ele acreditava e agia com base na crença de que as ordenanças eram “meios efetivos de salvação, não de qualquer virtude neles, ou naqueles que as administravam, mas da graça de Deus sendo comunicada através deles”. [7/4 21:40] David Leonardo: O ofertante recebeu de volta a maior parte das ofertas pacíficas, que ele e sua família ou amigos estavam acostumados a comer em uma festa social diante do Senhor. (Veja em Lv 3:3; veja em Dt 12:12). Foi dessas ofertas consagradas que Elcana deu porções a todos os membros de sua família; mas “a Ana deu uma porção digna”; isto é, uma escolha maior, de acordo com a moda oriental de mostrar respeito a convidados queridos ou distintos. (Veja em 1Sm 9:24; ver também em Gn 43:34). ANO 1020a.C (XII) A maior tribo queria um rei?Deus escolheu Saul da menor tribo. Fingir é diferente de proclamar rei. A monarquia judaica é estabelecida; Saul é o primeiro reifigura política dos “juízes”, apta para resolver assuntos de caráter tribal, mostrou-se ineficaz ante os problemas que, mais tarde, haveriam de ameaçar a sobrevivência do conjunto de Israel no mundo palestino. Assim, pouco a pouco, veio a implantação da monarquia(eles não tinham estrutura :Palácio,exército,realeza ), com ela, uma forma de governo unificado, dotado da autoridade necessária para manter uma administração nacional estável. Saul confiava MT em seu exército Ele se mostra confuso quando Jonatas a taça os filsisteu de surpresa .Ele não sabe se leva a arca ou não como era de costume .Nm27 Ainda que a monarquia tenha enfrentado, no início, fortes resistências internas (1Sm 8), paulatinamente chegou a impor-se e consolidar-se. Samuel, o último dos juízes de Israel, foi sucedido por Saul, que em 1040 a.C. iniciou o período da monarquia, que se prolongou até 586 a.C., quando, durante o reinado de Zedequias, os babilônios sitiaram e destruíram Jerusalém, tendo Nabucodonosor à frente. Saul, que começou a reinar depois de ter obtido uma vitória militar (1Sm 11) e de ter triunfado em outras ocasiões, todavia, nunca conseguiu acabar com os filisteus, e foi lutando contra eles no monte Gilboa que morreram os seus três filhos e ele próprio (1Sm 31.1-6). [10/11/2020 11:45] David FGL: [28/10 11:48] David LGF: descendente de Calebe – claro, da mesma tribo com o próprio Davi; mas muitas versões consideram Caleb (“cachorro”) não como um nome próprio, mas comum, e o processam, “ele era rabugento como um cão”. [28/1011:59] David LGF: Davi e os seus homens espreitavam nestes desertos, associando-se aos pastores e pastores de Nabal e outros e fazendo-lhes bons ofícios, provavelmente em troca de informações e suprimentos obtidos por eles. Assim, quando Nabal realizou seu corte anual de ovelhas no Carmelo, Davi teve o direito de participar do festival e enviou uma mensagem, contando seus próprios serviços e pedindo um presente. “Em todos esses detalhes, ficamos profundamente impressionados com a verdade e a força da descrição bíblica de costumes e costumes, quase idêntica à que existem hoje. Em uma ocasião tão festiva, perto de uma cidade ou vila, mesmo em nosso tempo, um xeque árabe do deserto vizinho dificilmente deixaria de colocar uma palavra pessoalmente ou por mensagem; e sua mensagem, tanto em forma quanto em substância, seria apenas uma transcrição da de David ”[Robinson]. [28/10 12:06] David LGF: resposta de Nabal parece indicar que o país estava [28/10 12:06] David LGF: retribuição ingrata são exatamente o que seria feito nos dias de hoje pelos chefes árabes, que protegem o gado dos grandes e ricos donos de ovelhas dos ataques das tribos saqueadoras ou feras. Sua proteção cria uma reivindicação por algum tipo de tributo, na forma de suprimentos de alimentos e bens necessários, que geralmente é dado com grande boa vontade e gratidão; mas quando retido, é aplicado como um direito. A recusa de Nabal, portanto, era uma violação dos usos estabelecidos do lugar [28/10 12:09] David LGF: As pessoas do Oriente tentam sempre produzir um efeito pelos seus presentes, carregando em várias feras o que pode ser facilmente transportado por uma, e trazendo-as adiante, artigo a artigo, em sucessão. Abigail não apenas enviou seus servos desta maneira, mas resolveu ir pessoalmente, seguindo seu presente, como é comumente feito, para observar a impressão que sua munificência produziria. [20/11/2020 08:41] David FGL: dá-me um lugar numa das cidades desta terra onde eu possa viver – foi um arranjo prudente da parte de Davi; porque isso o impediria de ser objeto de suspeita ciumenta ou de conspirações travessas entre os filisteus. Colocaria seus seguidores mais além do risco de contaminação pelas idolatrias da corte e do capital; e lhe daria a oportunidade de fazer represálias sobre as tribos livres que infestavam a fronteira comum entre Israel e os filisteus. [20/11/2020 09:06] David FGL: O engano praticado sobre seu exército real e a matança indiscriminada cometida, para que ninguém escapasse para contar a história, exibisse uma visão desfavorável desta parte da história de Davi. [20/11/2020 10:08] David FGL: A obsseao de sul lê-lo poder Ele amava o poder e olha o que no começo, ele estáva apreensivo. Parecia que Davi sempre estava a sua frente [20/11/2020 10:08] David FGL: Tipo tom e jery mesmo [20/11/2020 10:21] David FGL: Ele nao queria ser substituído mas foi. Para não virar prisioneiro, Saul se suicidou – e entrou para a história dos judeus como um de seus mais valorosos guerreiro. “O advento da monarquia teve motivação militar”, afirma o teólogo e pesquisador Carlos Arthur Dreher, autor de A Constituição dos Exércitos no Reino de Israel. Com a instituição de um monarca, diz Dreher, instituiu-se também um exército permanente composto sobretudo de mercenários, em sua maioria estrangeiros. “Essa tropa regular deu ao rei um poderio enorme, já que os soldados eram pagos diretamente por ele com a arrecadação de tributos feita nas aldeias.” [20/11/2020 10:22] David FGL: "Saul entrou prs história de grandes Reis " Saul foi sucedido por Davi, proclamado rei pelos homens de Judá na cidade de Hebrom (2Sm 2.4-5). O seu reinado iniciou-se, pois, na região meridional da Palestina, mas depois estendeu-se em direção ao norte. Reconhecido como rei por todas as tribos israelitas, conseguiu unificá-las sob o seu governo. Durante o tempo em que Davi viveu, produziram-se acontecimentos de grande importância: a anexação à nova entidade nacional de algumas cidades cananéias antes independentes, a submissão de povos vizinhos e a conquista de Jerusalém, convertida desde então na capital do reino e centro religioso por excelência. Próximo já da sua morte, Davi designou por sucessor o seu filho Salomão, sob cujo governo alcançou o reino as mais altas cotas de esplendor. Salomão soube estabelecer importantes relacionamentos políticos e comerciais, geradores de grandes benefícios para Israel. As riquezas acumuladas sob o seu governo permitiram realizar em Jerusalém construções de enorme envergadura, como o Templo e o palácio real. O prestígio de Salomão fez-se proverbial, e a fama da sua prudência e sabedoria nunca tiveram paralelo na história dos reis de Israel (1Rs 5—10). GUERRAS : AMONITAS FELISTEUS AMALEQUITAS Deus os manda destruir Costumes étnicos não são fáceis de mudar .Deus não é um ditador .Abraao já havia conquistado as terras Queriam matar Isrrael. CANANEUS Segundo a Bíblia, os filisteus teriam se originado de Casluim, o qual teria sido um dos filhos de Mizraim, patriarca dos egípcios, e neto de Cam. No entanto, a teoria mais aceita cientificamente baseia-se na hipótese de que se tratava de um grupo indo-europeu que conviveu durante séculos com os povos semitas da região conhecida como Palestina[carece de fontes]. Em 2016, descobriu-se um grande cemitério filisteu, contendo mais de 150 mortos enterrados em túmulos ovais, indicando uma origem do mar Egeu, que ainda não foi confirmada por testes genéticos. A primeira notícia que se tem sobre os filisteus surge de relatos egípcios sobre os "Povos do Mar", isto é, levas de migrantes que vieram por mar para o atual Egito. As crônicas egípcias registram que, entre estes povos, encontravam-se os filisteus (peleset), mas havia ainda outros. Esses "povos do mar", após várias batalhas marítimas, foram derrotados pelos egípcios sob o comando de Ramessés III. Por fim, foram obrigados a buscar terras mais a leste na região costeira onde era Canaã. Lá, fundaram cinco cidades: Asdode, Ascalão, Ecrom, Gaza e, a maior delas, Gate. Durante o período em que viveram nesta região, conhecida como a pentápole filisteia, quase sempre estiveram em guerra com seus inimigos hebreus; dos quais, aliás, são oriundas a maioria das informações sobre aquele povo. https://pt.m.wikipedia.org/wiki/B%C3%ADblia https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Casluim https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mizraim https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cam https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Indo-europeus https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Semitas https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Palestina_(regi%C3%A3o) https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Antigo_Egito https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Povos_do_Mar https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ramess%C3%A9s_III https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Asdode https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ascal%C3%A3o https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ecrom https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gaza https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gate_(cidade) https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Hebreus Pesquisas atuais revelam o elevado grau de sofisticação na produção de artefatos de metal e de outros materiais deste povo. Graças a seu avançado estágio de trabalho em metalurgia, (monopolizavam )quase sempre quando os Filisteus iam a guerra contra os Hebreus, seus exércitos eram vitoriosos. Esse povo, sendo de origem indo-europeia, possuía uma cultura e costumes bem diversos dos demais povos da região. Os hebreus, em particular, os achavam "bárbaros incivilizados". O costume filisteu de comer porcos e de não realizar a circuncisão, por exemplo, em muito deve ter contribuído para as opiniões negativas. Ambos os povos foram eclipsados em período posterior pelo expansionismo guerreiro do Império Neobabilônico. Embora o assentamento dos filisteus na costa tenha seguido uma expansão através do sul de Canaã, as guerras com os israelitas e outros povos acabaram confinando-os na pentápole. Após várias