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Pós- Graduação Robótica Colaborativa Pós- Graduação O conceito de robôs colaborativos Bloco 1 Victoria A. Herrera • Contextualização. • Conceito de robô colaborativo. • Considerações para o projeto de robôs colaborativos: • A importância da segurança. • A importância da interação humano-robô. • Colaboração humano-robô. • Tipos de robôs colaborativos. Introdução • Uso dos computadores exclusivamente por cientistas. • Aos poucos, o computador foi usado na indústria. • Atualmente, comumente utilizados nas resisdências. • Semelhante ao computador, está acontecendo com os robôs. Contextualização Segundo Maratić (2014), um robô é um sistema autônomo que existe no mundo físico, pode sentir o seu ambiente e pode agir sobre ele para alcançar alguns objetivos. Contextualização Fonte: . Acesso em: 16 jul. 2019. • Um circuito eletrônico analógico,, com dois tubos de vácuo que servem de cérebro e conectam os dois sensores às rodas. • Três motores para cada roda. • Uma célula fotoelétrica. • Um sensor de colisão. • Uma bateria recarregável. Figura 1 – Machina Speculatrix Contextualização - Tartarugas de Grey Walter: Machina Speculatrix e Docilis Machina %3chttp:/web.csulb.edu/~wmartinz/rssc/content/w-grey-walter-and-his-turtle-robots.html%3e. • Tartarugas de Grey Walter: Docilis Machina: • Procurar a luz. • Ir em direção à luz. • Afastar-se da luz. • Desviar para evitar obstáculos. • Recarregar a bateria. Contextualização • Avanços e variações nas aplicações dos robôs. • Na área industrial: robôs protegidos, apenas alguns poucos funcionários tinham acesso, cores brilhantes usadas para alertar sua presença. • Variedade de tarefas realizadas até atingir a colaboração com humanos. Contextualização • Robô colaborativo: robô projetado especificamente para interagir com seres humanos, em um definido espaço de trabalho colaborativo. • São construídos com recursos de segurança: • Sensores integrados. • Detecção de sobrecorrente. • Adaptabilidade. Conceito de robô colaborativo • Adaptabilidade: é uma característica necessária nos robôs. colaborativos. • Um robô adaptável (compliant) pode: • Realizar diversas trajetórias. • Adotar posições exercendo forças diferentes. • Um robô não adaptável (non-compliant): trajetórias e posições fixas. • A adaptabilidade tem dois objetivos: • A melhora do processo (active compliance). • A segurança do ser humano (passive compliance). Conceito de robô colaborativo • Quatro pilares: I. Segurança. II. Melhora do HRI por meio do uso de sinais sociais. III. Fortalecer a operação colaborativa. IV. As plataformas de software e hardware devem facilitar as melhores formas de HRI. Considerações para o projeto de robôs colaborativos • De acordo com as normas relacionadas à segurança dos robôs, os projetistas e desenvolvedores precisam considerar três áreas para permitir que os robôs tenham contato com os humanos, sendo elas: • Consciência. • Tolerância a falhas. • Comunicação explícita. Considerações para o projeto de robôs colaborativos - Segurança • Três áreas de projeto que devem ser consideradas para melhorar as habilidades sociais do robô: • Aparência física. • Reconhecimento de pessoas. • Comportamento e linguagem corporal. Considerações para o projeto de robôs colaborativos - Interação humano-robô Fonte: ABB 2018, p. 27 Figura 2 – Exemplo de aparência física e reconhecimento de pessoas Considerações para o projeto de robôs colaborativos - Interação humano-robô Fonte: Faneuff (2016, p. 13). Figura 3 – Exemplo de linguagem corporal/ comportamento social Considerações para o projeto de robôs colaborativos - Interação humano-robô Pós- Graduação O conceito de robôs colaborativos Bloco 2 Victoria A. Herrera • A segurança e a Interação Humano Robô (HRI) são importantes porque permitem os diferentes graus de Colaboração Humano Robô (HRC). • Possíveis níveis de colaboração entre humano e robô. • Espaços de trabalho estão definidos com três cores: • Azul: observa-se o espaço de trabalho do humano. • Verde: o espaço de trabalho do robô. • Laranja: o espaço de trabalho colaborativo. Colaboração humano-robô Fonte: adaptado de Mike Beaupre (2014), robôs KUKA. • Com guarda fixa. • Nesse caso, o contato entre humano e robô simplesmente não é possível. Figura 4 – HRC 1 Componentes de um robô Fonte: adaptado de Mike Beaupre (2014), robôs KUKA. • Sem guarda fixa, barreira de segurança virtual. • Nesse caso, o contato entre humano e robô não é desejado. Figura 5 – HRC 2 Componentes de um robô Fonte: adaptado de Mike Beaupre (2014), robôs KUKA. • Espaço de trabalho compartilhado, mas depende do movimento. • O contato entre humano-robô é possível, mas recomendado só quando o robô estiver estacionário. Figura 6 – HRC 3 Componentes de um robô Fonte: adaptado de Mike Beaupre (2014), robôs KUKA. • Espaço de trabalho compartilhado. • Nesse caso, o contato não é desejado, porém, é possível de acontecer.Figura 7 – HRC 4 Componentes de um robô Fonte: adaptado de Mike Beaupre (2014), robôs KUKA. • Espaço de trabalho compartilhado. • Nesse caso, o contato é desejável e pode acontecer até durante movimento. Figura 8– HRC 5 Componentes de um robô • Existem quatro tipos de robôs colaborativos, de acordo com: • As normas de segurança. • As suas características programáveis. • A forma em que evitam possíveis perigos. • Cada tipo de robô colaborativo tem métodos e tecnologias únicos para manter a segurança no espaço de trabalho. Tipos de robô colaborativo • Robôs com parada monitorada por segurança: interação mínima entre o robô e os trabalhadores humanos. • Robôs com velocidade e separação: interrompe a operação completamente quando um trabalhador está muito próximo do robô. • Robôs de potência e limitação de força: cantos arredondados e uma série de sensores de colisão inteligentes detectar rapidamente o contato com um ser humano e interromper a operação. • Robôs com guia de mão (hand-guided): operador controla diretamente o movimento do robô. Tipos de robô colaborativo Pós- Graduação Teoria em Prática Bloco 3 Victoria A. Herrera Solução da proposta • Agora que você conhece os níveis de colaboração entre humano e robô (HRC), imagine que você está trabalhando numa indústria de montagem (carros, celulares, entre outros). Você foi escolhido para procurar um robô colaborativo que aprimore o processo de produção. Descreva o cenário no qual você está trabalhando e procure, na Internet, um robô colaborativo que, atualmente, seja comercializado para processos de montagem. Defina qual é o nível de HRC. Questão proposta Solução da proposta • Agora que você conhece os níveis de colaboração entre humano e robô (HRC), imagine que você está trabalhando numa indústria de montagem (carros, celulares, entre outros). Você foi escolhido para procurar um robô colaborativo que aprimore o processo de produção. • Escolha de um cenário montadora de carros. Solução Solução da proposta • Descreva o cenário no qual você está trabalhando e procure, na Internet, um robô colaborativo que, atualmente, seja comercializado para processos de montagem. • Empresa montadora de carros: um operador precisava levantar e instalar sozinho o conjunto diferencial do eixo de tração dianteira do carro. • Uso de cobot para o processo de montagem. • Evitar que o operador realize tarefas monótonas e fisicamente exigentes. Solução Fonte: adaptado de Mike Beaupre (2014), robôs KUKA. • Definir o nível de HRC para a aplicação: • Espaço de trabalho compartilhado. • Nesse caso, o contato é desejável e pode acontecer até perante movimento. • Exemplo: robô para montagem da tração da BMW. Figura 9 – HRC 5 Solução Pós- Graduação Dica da Professora Bloco 4 VictoriaA. Herrera • Diversos blogs sobre robótica colaborativa: academia e indústria. • Exemplo 1: Rethink Robotics. • Robô Baxter do MIT. • Estudos sobre HRI. • Exemplo 2: IEEE Spectrum. • Robô montagem. Importância da aparência e linguagem corporal ABB ROBOTICS YUMI – IRB 14000: OVERVIEW. ABB, 2018. Disponível em: . Acesso em: 06 ago. 2019. BOUTHILLIER, Arthur. W. Grey Walter and his Turtle Robots. 2010. Robotics Society of Southern California, quatorze de julho de dois mil e dez. Disponível em: . Acesso em: 08 ago. 2019. CLEARY, Kevin et al. Interventional robotic systems: applications and technology state of the art. Minimally Invasive Therapy & Allied Technologies. [s. L.]. 2010. Referências Bibliográficas https://bit.ly/2JML4lU http://web.csulb.edu/~wmartinz/rssc/content/w-grey-walter-and-his-turtle-robots.html FANEUFF, Jeff. Designing for collaborative robotics. In: FOLLETT, Jonathan. Designing for emerging technologies. Sebastopol: O'reilly Media, Inc, 2016. Cap. 6. MARATIĆ, Maja J. Introdução à robótica. São Paulo: Editora Unesp/ blucher, 2014. Tradução de Humberto Fresoli Filho José Reinaldo Silva Silas Franco dos Reis Alves. BEAUPRE, Mike. Collaborative Robot Technology and Applications. Kuka Robotics Corporation, 2014. Suported by RIA. Disponível em: . Acesso em: 06 ago. 2019. Referências Bibliográficas https://www.robotics.org/userAssets/riaUploads/file/4-KUKA_Beaupre.pdf Pós- Graduação Bons estudos!