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Decreto nº 96.607/1988 Farmácias e drogarias devem manter exemplares atualizados da Farmacopeia Brasileira. Segurança do consumidor como principal objetivo. CONCEITOS FARMACOTÉCNICOS E FARMACOPEICOS Farmacopeia Histórico da Farmacopeia Brasileira Formas farmacêuticas Conceitos Principais Embalagens e Recipientes Definição: Tratado sobre a preparação de medicamentos. Formulário oficial com fórmulas, nomes, requisitos analíticos. Objetivos: Qualidade e segurança de medicamentos e insumos. Apoio à regulação sanitária e ao desenvolvimento científico. Pureza: grau de ausência de contaminantes em fármacos e matérias-primas. Registro e Rotulagem Registro: Formalização de um medicamento no Ministério da Saúde. Rótulo: Identificação do produto, com informações obrigatórias e permanentes. Padrão de Referência Farmacopeico: Substância química de referência usada para comparações em ensaios específicos. Sala Limpa: Ambiente controlado para minimizar partículas no ar e garantir segurança em fabricação. Outros Tipos de Forma Farmacêutica: Goma de mascar: Libera ativos ao mastigar. Tablete: Massa moldada com ativo e excipientes. Vias de Administração: Locais específicos no organismo para aplicação dos medicamentos. 1794: Farmacopeia Geral para o Reino e Domínios de Portugal. 1882: Uso da Farmacopeia Francesa no Brasil. 1929: 1ª edição da Farmacopeia Brasileira. 2010: 5ª edição revogou todas anteriores. 2019: RDC nº 298 aprovou a 6ª edição. Cápsulas: Invólucros solúveis contendo dose única. Tipos: Dura, mole, liberação prolongada, liberação retardada. Comprimidos: Sólidos compactados com dose única. Tipos: Efervescente, mastigável, orodispersível, revestido, entre outros. Granulados: Partículas sólidas para solução ou suspensão, podendo ser efervescentes. Drágeas: Comprimidos revestidos com camadas protetoras (ex.: resinas, açúcares). Pastilhas: Formas sólidas para dissolução lenta na boca. Óvulos: Sólidos, para uso vaginal, que se dissolvem na temperatura corporal. Supositórios: Adaptados para introdução retal, vaginal ou uretral. Glóbulos: Esferas pequenas de sacarose ou lactose impregnadas com ativos. Pós: Sólidos de partículas finas, com ou sem excipientes. Biodisponibilidade: Velocidade e extensão da absorção do princípio ativo. Bioequivalência: Comprovação de equivalência farmacêutica entre produtos. Formas Farmacêuticas: --> Sólidas: Cápsulas, comprimidos, pós, drágeas. --> Líquidas: Soluções, suspensões. --> Semissólidas: Cremes, géis, pomadas. Materiais Complementares: Corantes, embalagens, recipientes (opacos, translúcidos, transparentes). Prazo de Validade: Período durante o qual o produto pode ser utilizado, com garantia de eficácia e segurança. Primárias: Contato direto com o conteúdo. Secundárias: Protegem as primárias. Recipientes podem ser: --> Bem fechados, herméticos ou perfeitamente fechados. --> Opacos, translúcidos ou transparentes. Materiais e produtos Matérias-primas: Ativas ou inativas usadas na fabricação. Medicamento: Produto final contendo fármacos e excipientes para fins profiláticos, curativos ou diagnósticos. Produto semi-elaborado: Misturas ainda em processo de fabricação. Fármaco: Substância ativa com propriedades medicinais. DCB (Denominação Comum Brasileira): Nome oficial aprovado pela vigilância sanitária. DCI (Denominação Comum Internacional): Nome recomendado pela OMS.