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PROCESSOS CONSTRUTIVOS Bianca Funk Weimer Catalogação na publicação: Poliana Sanchez de Araujo – CRB 10/2094 P963 Processos construtivos / André Luís Abitante ... [et al.] ; [revisão técnica: Shanna Trichês Lucchesi]. – Porto Alegre : SAGAH, 2017. 271 p. : il. ; 22,5 cm. ISBN 978-85-9502-224-9 1. Engenharia civil. 2. Processos construtivos. CDU 624 Revisão técnica: Shanna Trichês Lucchesi Mestre em Engenharia de Produção Professora do curso de Engenharia Civil Processos construtivos_Impressa.indd 2 06/10/2017 16:28:50 Curva “S” (curvas de agregação de recursos) Objetivos de aprendizagem Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados: Identi� car o conceito das curvas de agregação de recursos no gerenciamento de projetos. Diferenciar as aplicações da curva S como técnica de planejamento/ programação e de controle. Avaliar o uso das curvas de agregação de recursos na gestão de custos. Introdução A construção civil é uma indústria cujos produtos necessitam de tempo elevado para maturação. Além de vulneráveis, esses produtos depen- dem das condições climáticas; sendo produzidos no próprio local em que serão entregues. Dessa forma, modificações consideráveis podem ocorrer no produto final, bem como ao longo do processo de construção. Assim, todas as estimativas e previsões realizadas antes do início da obra, como projetos, orçamentos, suprimentos, contratos e planejamento da produção, têm suas conjecturas sujeitas a riscos. Nesse ambiente caracterizado pela incerteza, variabilidade, interde- pendência e complexidade, o gerenciamento possui o papel de eliminar e reduzir os impactos no resultado final da obra. É clara a necessidade, portanto, de uma ferramenta que permita o controle do progresso do empreendimento, integrando a programação da produção e o custo. Neste capítulo, você vai entender que as curvas de agregação de recursos são uma forma muito eficiente para a organização e o geren- ciamento de projetos na construção civil. Processos construtivos_U4_C17.indd 243 06/10/2017 13:32:48 Curvas de agregação de recursos e o gerenciamento de projetos As curvas de agregação de recursos são uma ferramenta que pode auxiliar no gerenciamento de projetos de empreendimentos na construção civil. A técnica consiste em apresentar, na forma de um gráfi co, a totalização dos recursos utilizados em uma obra em cada período de tempo (dias, semanas, meses ou anos). Tais recursos podem ser: Mão de obra (por exemplo, homens-hora). Materiais (por exemplo, quantidade de materiais). Equipamentos (por exemplo, número de máquinas). Com as curvas de agregação, é possível perceber a evolução da utilização de um ou mais recursos de um projeto em cada período da produção, ao longo do tempo, além de identificar potenciais problemas no que tange ao cumpri- mento de prazos e a desvios orçamentários. As curvas de agregação podem apresentar os valores dos recursos em função do tempo de duas maneiras: Não acumulada (simples). Acumulada (curva “S”). A forma não acumulada possibilita o controle da mobilização de recursos, bem como a intensidade de alocação deles na obra. A curva não apresenta um formato definido, já que ele dependerá do consumo de recursos em cada período analisado, e a área sob a curva fornece o custo total da obra. A forma acumulada da curva é conhecida como curva S, também podendo ser chamada de curva de distribuição ou agregação acumulada. Ela representa o resultado da acumulação das distribuições percentuais parciais, referentes à aplicação de determinado recurso (também chamado de fator de produção) ao longo do tempo. A curva acumulada nada mais é do que a integral da curva não acumulada. O formato em “S” permite verificar o valor acumulado dos recursos desde o início da obra até a sua finalização. A Figura 1 apresenta duas curvas de agregação de recursos: a primeira na sua forma não acumulada e a segunda na forma acumulada. Curva “S” (curvas de agregação de recursos)244 Processos construtivos_U4_C17.indd 244 06/10/2017 13:32:48 Figura 1. Curvas de agregação de recursos não acumulada (simples) e acumulada (curva “S”). Fonte: Kern e Formoso (2004). Representação das curvas de agregação de recursos A forma mais característica da curva para cada fase do projeto vai depender do progresso físico ou o consumo de recursos (mão de obra, equipamentos, etc.) e da defi nição dos parâmetros que vão modelar a curva. Para a fase de construção, têm-se dois exemplos de curvas não acumuladas que representam bem essa etapa: a curva clássica trapezoidal e a curva beta. A Figura 2 mostra esses dois tipos de curva sobrepostas. Figura 2. Curvas de agregação de recursos trapezoidal (preta) e beta (tracejada). Fonte: Silva (2000?). 245Curva “S” (curvas de agregação de recursos) Processos construtivos_U4_C17.indd 245 06/10/2017 13:32:49 O gráfico trapezoidal típico é tido como a forma ideal para o desenvolvi- mento de um projeto, pois a ideia é que seja apresentado um modelo estável, principalmente na região do patamar do trapézio, não promovendo picos de gastos. Em uma curva de agregação de recursos clássica do trapézio, o consumo de recursos é constante durante a metade do tempo total de obra, que é quando se atinge o patamar. Para que o patamar seja atingido, leva-se o equivalente a 1/3 (33,3%) do prazo total da obra. Para sair do patamar nivelado e finalizar a obra, leva-se o equivalente a 1/6 (16,7%) do prazo total da obra. A Figura 3 apresenta dois formatos de curvas de situações que devem ser evitadas. No caso A, o projeto está com o consumo de recursos reduzido no início da obra, causado, possivelmente, por dificuldades na mobilização de recursos. Próximo do tempo final de obra, o cronograma se encontra saturado, pois há um intenso consumo de recursos nessa etapa. No caso B, tem-se a situação inversa, na qual há uma mobilização grande de recursos no início, com o aparecimento de uma inércia no final. Tanto a situação A quanto a situação B podem ter como consequência custos desnecessários. Figura 3. Casos de curvas de agregação de recursos que devem ser evitadas. Fonte: Silva (2000?). Aplicação das curvas de agregação de recursos como técnica de planejamento e de controle As curvas de agregação de recursos são uma ferramenta que possibilita in- tegrar a programação da produção e o custo de empreendimentos. O uso das curvas de agregação de recursos permite, portanto, monitorar o progresso do empreendimento, com a visualização de previsão de seus custos e receitas (fl uxo de caixa), tanto de forma não cumulativa quanto cumulativa. Curva “S” (curvas de agregação de recursos)246 Processos construtivos_U4_C17.indd 246 06/10/2017 13:32:50 Essas curvas são úteis tanto para o cliente quanto para o construtor do empreendimento. O cliente tem a noção do desenvolvimento do custo, e o construtor, do desenvolvimento do trabalho e da receita. De maneira sucinta, as curvas de agregação de recursos podem ser empregadas como: Técnica de planejamento e programação. Técnica de controle. A curva “S” como ferramenta de planejamento e programação A curva “S” é utilizada como ferramenta de planejamento no gerenciamento de projetos, pois ela permite modelar a utilização de recursos (mão de obra, materiais, equipamentos) e a destinação de verbas para um fi m em relação ao tempo. Assim, torna-se possível traçar um comportamento planejado para o projeto em questão. As curvas de agregação de recursos são ferramentas capazes de assimilar o orçamento com uma técnica operacional de planejamento. Gráficos de redes de precedência, de linhas de balanço ou de Gantt são exemplos de técnicas operacionais de planejamento e têm por objetivo expressar o desenvolvimento do consumo de recursos para cada período da obra. A Figura 4 apresenta a curva “S” (curva de recursos) comotécnica de planejamento e programação, que pode ser obtida por meio de gráficos usados para técnicas operacionais de planejamento (rede, nivelamento e Gantt). Figura 4. Curva “S” e gráficos de técnicas operacionais de planejamento. Fonte: Silva (2000?). Gráficos como o de Gantt ou de redes PERT não fornecem a duração da obra e o nível máximo de recursos utilizados. Portanto, deve-se delinear um 247Curva “S” (curvas de agregação de recursos) Processos construtivos_U4_C17.indd 247 06/10/2017 13:32:50 plano de obras executável dentro da duração e dos níveis máximos de recursos preestabelecidos para o empreendimento, por meio de uma curva de agregação de recursos. Assim, as curvas de agregação podem ser usadas para determinar a programação de obras que será realizada. Para isso, é necessário que as estratégias previstas para o andamento da obra, como a escolha de um ritmo maior ou menor de trabalho em dado período, a redução da fase de construção ou ainda a determinação da duração total do empreendimento, sejam definidas. Com tais dados, somados a outros que contenham as restrições e os ní- veis máximos de custos e recursos, por exemplo, é possível traçar curvas de agregação simples e acumuladas de um projeto. Todas essas informações e detalhes devem estar contidos em um plano mestre referente ao empreendi- mento. Finalmente, o planejamento estratégico e a programação do projeto podem ser realizados de forma detalhada e precisa por meio das delimitações fornecidas pelo plano mestre, juntamente com as curvas “S”. Estimada a duração prevista para a obra e os seus custos, juntamente com as estratégias traçadas, deve-se adequar as curvas de agregação de re- cursos ao porte, tipo e objetivos do projeto em questão. As curvas podem ser representadas tanto com valores percentuais (relativos) quanto com valores absolutos (reais, metros, etc.). Os valores percentuais são mais comumente aplicados para curvas de progresso, e os valores absolutos, para curvas de recursos e de custos. De acordo com Heineck (1990), a curva de agregação de recursos é uma ferramenta composta pela integração do orçamento com uma técnica operacional de planejamento. A curva “S” como técnica de controle Com os resultados obtidos após o processo de planejamento e programação do projeto, chega-se à curva “S”, que servirá como parâmetro de desempenho entre o que foi planejado e o que está sendo executado. Será possível, portanto, na etapa de execução, verifi car o andamento físico das atividades, o consumo de materiais e de mão de obra por hora, assim como avaliar os desvios que ocorrerem em relação ao que estava sendo esperado. A Figura 5 exemplifi ca as Curva “S” (curvas de agregação de recursos)248 Processos construtivos_U4_C17.indd 248 06/10/2017 13:32:50 curvas “S” (acumuladas) e as curvas simples de agregação de recursos como técnica de controle de projetos, em que é possível visualizar os desvios entre o planejamento e a execução. Figura 5. Curvas “S” (acumuladas) e curvas simples (não acumuladas) empregadas como técnica de controle de projetos. Fonte: Silva (2000?). Como proposta de controle de empreendimentos, o uso das curvas “S” vai permitir aos gestores: Concepção de respostas ágeis com relação ao sistema de gestão utilizado, tornando as informações passíveis de análise e de embasamento para a tomada de decisões. Disponibilização de relatórios e diagnósticos coerentes para apontar as mudanças nas estimativas. Integração de outros departamentos da empresa com o controle de custos, permitindo a avaliação do progresso do empreendimento e a tomada de decisões acerca das estimativas iniciais. Para saber mais sobre curvas de agregação de recursos como ferramenta de planeja- mento e controle, veja o trabalho de Heineck (1989). 249Curva “S” (curvas de agregação de recursos) Processos construtivos_U4_C17.indd 249 06/10/2017 13:32:50 As curvas de agregação de recursos na gestão de custos Um sistema de gestão de custos deve, além de estimar os custos com precisão, fornecer informações relevantes para a possível tomada de decisões ao longo da duração do empreendimento. Em obras de engenharia civil, um documento básico para o controle de custos — o orçamento — é realizado logo no início do empreendimento; contudo, a informação gerada nos orçamentos tradicionais se torna pouco compatível ao custo efetivo da obra. Isso ocorre porque os custos são baseados em quantitativos de projetos, mas mudanças na hora da execução podem fazer o orçamento divergir substancialmente dos valores previstos. A ênfase de planejamento e controle da produção está no tempo (prazo da obra), sendo o custo decorrente, muitas vezes, do tempo de produção. Entre- tanto, só é possível avaliar o impacto do tempo de duração da obra no custo final do empreendimento por meio de um controle envolvendo a produção e os custos. A importância desse controle pode ser explicada em dois exemplos: no primeiro, os custos do empreendimento se encontram adequados quando comparados aos custos estimados no orçamento; contudo, o andamento da produção corre o risco de ultrapassar o prazo final previsto, e isso impactará consideravelmente no custo final. No segundo exemplo, ocorre a situação contrária: o andamento da produção pode estar dentro do prazo previsto; no entanto, os custos ultrapassaram os valores esperados no orçamento. Nesse contexto, as curvas de agregação de recursos simples (não cumulativas) e as curvas “S” (acumulativas) podem ser muito úteis como ferramenta de gestão de custos, já que incorporam a programação da produção ao custo do empreendimento. Logo, é possível verificar, de antemão, a tendência do desenvolvimento dos custos e dos prazos. Como ferramentas de gestão no controle de custos de empreendimentos, diversos usos podem ser encontrados para as curvas de agregação de recursos cumulativas e não cumulativas: Estudos de viabilidade. Avaliação de propostas. Análises econômicas e financeiras. Gestão da produção e avanços físicos. Controle dos custos. Fluxo de caixa. Curva “S” (curvas de agregação de recursos)250 Processos construtivos_U4_C17.indd 250 06/10/2017 13:32:51 Curvas de agregação de recursos no estudo de viabilidade e avaliação de propostas Como ferramenta para o estudo de viabilidade de empreendimentos, as curvas de agregação de recursos podem auxiliar na decisão sobre os investimentos durante a fase de projeto, com o intuito de avaliar o comportamento do em- preendimento diante dos variados cenários que poderão ocorrer ao longo do seu desenvolvimento — ou seja, defi nem se ele é viável ou não. Por meio da comparação entre duas curvas de agregação de recursos diferentes (uma relativa ao custo e outra relativa às despesas), torna-se possível visualizar em que momento o empreendimento passa a dar lucro. Mediante a existência de duas propostas ou dois cenários distintos para um empreendimento, essas curvas também podem servir de auxílio na análise das situações. Além do interesse pelos preços ofertados, é levado em consideração também o cronograma físico-financeiro de cada proposta. A Figura 6 ilustra as situações A e B, para um mesmo empreendimento. A situação A vai exigir um investimento maior por parte do cliente, que responsável por fornecer parte da receita necessária à empresa responsável pela realização da obra. A situação B, pelo contrário, vai exigir um investimento maior por parte da empresa que executa o empreendimento, gerando maiores despesas iniciais para ela; apesar disso, apresentará um cenário mais vantajoso no final, com lucros maiores. Figura 6. Curvas “S” usadas para analisar as situações A e B de um mesmo empreendimento. Fonte: Kern et al. (2004). Do ponto de vista econômico, a situação B é claramente mais vantajosa, já que gera maior lucro. Porém, por exigir um alto investimento inicial da empresa, pode-se tornar inviável, caso ela não possua o montante necessário. 251Curva“S” (curvas de agregação de recursos) Processos construtivos_U4_C17.indd 251 06/10/2017 13:32:51 A situação A, portanto, pode ser mais viável que a B para a empresa, mas apresenta um lucro menor. Curvas de agregação de recursos como controle dos custos e fluxo de caixa A visualização do fl uxo de caixa de um empreendimento em execução facilita o controle sobre os custos, bem como o reconhecimento dos períodos em que há fl uxo positivo e negativo para a tomada de decisões acerca das aplicações fi nanceiras. Como há uma enorme interação entre prazo e custo, o controle de custos precisa estar ligado à produção por meio da projeção do fl uxo de caixa (entradas e saídas de recursos em cada período). Salienta-se a importância de um planejamento bem feito no fl uxo de caixa, pois uma empresa consegue se sustentar se deixar de apresentar lucro por certo tempo; no entanto, ela pode falir se faltar dinheiro em caixa, mesmo se a projeção fi nal seja lucrativa. As curvas de agregação de recursos também podem ser úteis se plotadas de modo a permitir a comparação entre o custo original e o custo atual dos recursos ao longo da evolução do empreendimento. A Figura 7 apresenta a curva “S” resultante do custo originalmente orçado e previsto para o projeto e a curva “S” do custo que vem sendo praticado até o momento. Figura 7. Curvas “S” (acumulada) empregadas como comparação entre custo orçado e custo atual. Fonte: Balarine (2001). Curva “S” (curvas de agregação de recursos)252 Processos construtivos_U4_C17.indd 252 06/10/2017 13:32:51 1. As curvas de agregação de recursos são uma ferramenta útil para o gerenciamento de projetos. Elas consistem na representação de um gráfico: a) Custo x recursos b) Recursos x tempo c) Tempo x mão de obra d) Produção x mão de obra e) Recursos x produção 2. As curvas de agregação de recursos são utilizadas de duas formas: NÃO CUMULATIVA, ou dita _______, e CUMULATIVA, também conhecida como _______. As palavras que preenchem corretamente as lacunas são, respectivamente: a) trapezoidal; curva “S” b) curva “S”; simples c) simples; trapezoidal d) clássica; simples e) simples; curva “S” 3. Basicamente, as curvas de agregação de recursos podem ser utilizadas, na construção civil, como técnicas de: a) Planejamento/ programação e controle b) Progresso do empreendimento e viabilidade c) Gerenciamento e orçamento d) Operação e planejamento e) Fluxo de caixa e controle 4. Com relação às suas aplicações, pode-se afirmar que as curvas de agregação de recursos consistem em uma ferramenta para: a) Cálculo do orçamento previsto para a obra. b) Definição do prazo total do empreendimento. c) Integração do orçamento com uma técnica operacional de planejamento. d) Escolha da mão de obra, materiais e equipamentos para o projeto. e) Conciliação entre interesses do cliente e da empresa. 5. Como ferramenta de gestão de custos de empreendimentos, as curvas de agregação de recursos cumulativas e não cumulativas podem ter muitas aplicações. Entre elas, aquela que não se enquadra como verdadeira é: a) Avaliação de propostas b) Mobilização de recursos materiais c) Controle de custos d) Fluxo de caixa e) Estudos de viabilidade 253Curva “S” (curvas de agregação de recursos) Processos construtivos_U4_C17.indd 253 06/10/2017 13:32:52 BALARINE, O. F. O. O controle de projetos através dos conceitos de desempenho real (Earned Value). Produção, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 31-40, maio 2001. Disponível em: . Acesso em: 19 ago. 2017. HEINECK, L. F. M. Curvas de agregação de recursos no planejamento e controle da edifi- cação: aplicação a obras e a programas de construção. Caderno de Engenharia, Porto Alegre, n. 31, 1989. KERN, A. P. et al. O uso de curvas de agregação de recursos como ferramenta na gestão de custos. In: ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 10.,2004, São Paulo. Anais... São Paulo: [s.n.], 2004. Disponível em: . Acesso em: 19 ago. 2017. KERN, A. P.; FORMOSO, C. T. Integração dos setores de produção e orçamento na gestão de custos de empreendimentos de construção civil. Revista Tecnologia, Fortaleza, v. 25, n. 1, p. 11-17, jun. 2004. Disponível em: . Acesso em: 19 ago. 2017. SILVA, I. M. Aplicações da curva “S” no gerenciamento de projetos. [S.l.: s.n., 2000?]. Dis- ponível em: http://www.paineldetrabalho.com.br/informativosbc/SBC/CURVAS_ Ivaldo_SBC.pdf>. Acesso em: 19 ago. 2017. Leituras recomendadas BRESSIANI, L. et al. Curvas de agregação de recursos: uma análise de situações reais em obras residenciais. In: ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 13., 2010, Canela. Anais... Canela: [s.n.], 2010. Disponível em: . Acesso em: 19 ago. 2017. KERN, A. P. Proposta de um modelo de planejamento e controle de custos de empreendi- mentos de construção. 2005. 234 f. Tese (Doutorado em Engenharia Civil) – Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2005. Curva “S” (curvas de agregação de recursos)254 Processos construtivos_U4_C17.indd 254 06/10/2017 13:32:52 http://www.scielo.br/pdf/prod/v10n2/v10n2a03 http://eng.ufjf.br/Public/AnaisEventosCientificos/ENTAC_2004/trabalhos/PAP0955d.pdf http://periodicos.unifor.br/tec/article/ http://www.paineldetrabalho.com.br/informativosbc/SBC/CURVAS_ http://www.infohab.org.br/entac2014/2010/arquivos/760.pdf Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual da Instituição, você encontra a obra na íntegra. Conteúdo: Processos construtivos_U4_C17