Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
1
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
PROGRAMA NACIONAL DE FORMAÇÃO 
CONTINUADA EM TECNOLOGIA EDUCACIONAL
PROINFO INTEGRADO
INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO DIGITAL
:: Guia do Formador ::
BRASÍLIA, 2008
Primeira edição
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
2
Ministério da Educação
Secretaria de Educação a Distância
Diretoria de Produção de Conteúdos e Formação em Educação a Distância
Coordenação Geral de Formulação e Conteúdos Educacionais
Coordenação Geral da TV Escola
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
3
Os textos que compõem o presente curso podem ser reproduzidos em partes ou 
na sua totalidade para fins educacionais sem autorização dos editores.
Ministério da Educação / Secretaria de Educação a Distância 
Telefone/fax: (0XX61)2104 8975 E-mail: proinfointegrado@mec.gov.br
Na Internet: www.mec.gov.br
CURSO DE INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO DIGITAL - GUIA DO FORMADOR
Produção Editorial 
Criação de ícones
André Ramos (Döble Produções)
Editoração eletrônica
Döble Produções
Capa
Döble Produções
Fotolitos e Impressão
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
Centro de Informação e Biblioteca em Educação (CIBEC)
Introdução à educação digital : guia do formador. – Brasília : Ministério da 
Educação, 
 Secretaria de Educação à Distância; 2008.
 113 p.
1. Educação a distância. 2. Programa Nacional de Formação Continuada 
em Tecnologia Educacional. I. Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de 
Educação à Distância.
CDU 37.018.43
Ficha Catalográfica
ISBN: 978-85-296-0097-0
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
4
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
5
Apresentação........................................................................................................................................................................
Mensagem aos formadores ..................................................................................................................................................
Parte I. O curso de Introdução à Educação Digital : orientações aos formadores
Introdução ............................................................................................................................................................................
1. Objetivos deste guia ..........................................................................................................................................................
2. Proposta pedagógica do curso ..........................................................................................................................................
2.1. Os cursistas: perfis .....................................................................................................................................................
2.2. Os formadores: funções ..............................................................................................................................................
2.3. Os formadores: autoria e cooperação em rede ............................................................................................................
2.4.Objetivos do curso Introdução à Educação Digital ........................................................................................................
2.5. Organização do curso e Metodologia .........................................................................................................................
2.5.1. Unidades de Estudo e Prática ...........................................................................................................................
2.5.2. Encontros presenciais e atividades a distância .................................................................................................
2.5.3. Materiais didáticos do curso .............................................................................................................................
2.5.4. Referenciais e estratégias de construção do texto das unidades ......................................................................
2.6. Avaliação e Certificação .............................................................................................................................................
Parte II. Comentários para a realização das atividades das unidades de estudo e prática
01. Conhecimento dos materiais do curso .............................................................................................................................
02. Orientações iniciais aos cursistas ...................................................................................................................................
03. Ícones de comunicação e marcadores de estruturas do texto. ........................................................................................
04. O encontro presencial de abertura do curso ...................................................................................................................
05. Comentários sobre atividades da unidade 1: Tecnologias no cotidiano: desafios à inclusão digital e social ......................
06. Comentários sobre atividades da unidade 2. Navegação, pesquisa na Internet e segurança
07. Comentários sobre atividades da unidade 3. Comunicação mediada pelo computador: correio eletrônico ........................
08. Comentários sobre atividades da unidade 4. Debate na rede: bate-papo, lista e fórum de discussão, netiqueta ...............
09. Comentários sobre atividades da unidade 5: Elaboração e edição de textos ....................................................................
10. Comentários sobre atividades da unidade 6: Apresentações para nossas aulas ...............................................................
11. Comentários sobre atividades da unidade 7: Criação de blogs .........................................................................................
12. Comentários sobre atividades da unidade 8: Cooperação e interação em rede ................................................................
13. Comentários sobre atividades da unidade 9: Solução de problemas com planilhas eletrônica ..........................................
Referências bibliográficas .....................................................................................................................................................
SUMÁRIO
_____ 07
_____ 09
_____ 10
_____ 11
_____ 11
_____ 13
_____ 15
_____ 19
_____ 22
_____ 23
_____ 25
_____ 25
_____ 26
_____ 27
_____ 32
_____ 33
_____ 34
_____ 35
_____ 36
_____ 40
_____ 56
_____ 70
_____ 76
_____ 85
_____ 91
____ 100
____ 104
____ 112
____ 125
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
6
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
7
A Secretaria de Educação a Distância, em 2007, no contexto do Plano de Desenvol-
vimento da Educação – PDE, elaborou revisão do Programa Nacional de Informática 
na Educação – Proinfo. 
Essa nova versão do Programa, instituído pelo Decreto nº 6.300, de 12 de dezembro 
de 2007, intitula-se Programa Nacional de Tecnologia Educacional – Proinfo e postula 
a integração e articulação de três componentes: 
a) a instalação de ambientes tecnológicos nas escolas (laboratórios de informáti-
ca com computadores, impressoras e outros equipamentos e acesso à Internet banda 
larga);
b) a formação continuada dos professores e outros agentes educacionais para o 
uso pedagógico das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs); 
c) a disponibilização de conteúdos e recursos educacionais multimídia e digitais, 
soluções e sistemas de informação disponibilizados pela SEED/MEC nos próprios 
computadores, por meio do Portal do Professor, da TV/DVD Escola etc.
Nesse contexto, surge o Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnolo-
gia Educacional – Proinfo Integrado que congrega um conjunto de processos formati-
vos, dentre eles o curso Introdução à Educação Digital (40h) e o curso Tecnologias na 
Educação: Ensinando e Aprendendo com as TICs (100h). 
O objetivoaberto	o	programa	BrOffi	ce.org	Writer,	 iniciaremos	a	digitação	do		
texto de síntese que você elaborou a partir do vídeo, dos textos recomendados, 
das	refl	exões	realizadas	e	do	tipo	de	texto	que	escolheu	digitar.
Já percebeu que as publicações 
impressas podem tornar-se excelentes 
projetos, pois permitem que os alunos 
conduzam a pesquisa e compartilhem 
seus pensamentos?
Que tal planejar uma publicação sobre 
temas de interesse da comunidade 
escolar?
Anime-se!
( S A I B A M A I S )
Variar estratégias de composição do texto e do percurso da aprendizagem
Uma estratégia mais segura dessa forma de organizar atividades de aprendizagem 
é usar perguntas que convidam a pensar (Scardamalia e Bereiter,1987, p. 241). Utilizar 
estratégias variadas que possibilitem mobilizar recursos cognitivos variados por parte 
dos estudantes explorando suas habilidades, conceitos, teorias, princípios, valores, 
comportamentos, a partir de situações concretas de aprendizagem, de problemas 
reais, contextualizados, promovendo a conscientização dos sujeitos aprendizes de seus 
processos mentais, assegurando mais oportunidades de participação ativa a partir de 
estratégias metacognitivas (Fiorentini, 2006, Mídias na Educação, Produção de textos 
didáticos).
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
31
Veja alguns exemplos dessas estruturas e estratégias nos textos: 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
54
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
55
Vamos navegar?
Neste curso vamos utilizar o software Iceweasel para navegar pela Internet. 
Para tanto selecione o ícone na barra de atalhos quando for necessária a utiliza-
ção da Internet. Mas, por enquanto, vamos ver os demais ícones da barra de atalhos.
Observe a tela do seu computador. Como dissemos na unidade anterior, você pode 
notar que há uma imagem de fundo (área de trabalho), e sobre ela estão ícones, que são 
atalhos para vários programas disponíveis.
[ S A I B A M A I S ]
Iceweasel é um navegador para a Internet, exclusivamente destinado às distribuições Li-
nux baseadas no Debian (base do Linux Educacional). Ele traz as mesmas funcionalidades 
do	Internet	Explorer	e	do	Mozilla	Firefox.	O	nome	foi	proposto	por	oposição	ao	signifi	cado	
da	palavra		em	inglês	Firefox	(literalmente,	“raposa	de	fogo”):	“Iceweasel”	signifi	ca	literal-
mente	“doninha	de	gelo”.
Na parte inferior da tela, há a barra 
de atalho com os seguintes ícones:
 INICIAR: Ao clicar sobre este íco-
ne, um grupo de opções se abre. Os 
itens desta lista são categorias de 
programas (softwares aplicativos), 
de arquivos, entre outros. 
Onde:
Navegar na Internet é como andar por uma cidade. Os nomes das ruas e os números 
das residências das cidades são organizados para facilitar a localização dos endereços. 
Cada página (site) também tem seu endereço. Veja um exemplo: http://www.mec.gov.br 
http	–	é	o	protocolo	de	identifi	cação	e	transferência	de	documentos	na	Internet;	
www	–	signifi	ca	que	o	endereço	está	na	World	Wide	Web;
mec – é o domínio (nome registrado) do site;
gov — é o código para sites de instituições governamentais;
br – é o código para sites registrados no Brasil. 
OBS.: Os Estados Unidos organizaram a Internet. Por isso é o único país que não usa 
sigla	identifi	cadora	em	seus	sites	e	endereços	eletrônicos.
Percorrendo com o cursor a lista do menu, podemos abrir submenus.
PASTA DO USUÁRIO: Como vimos na unidade anterior, é o local onde criamos 
nossas pastas pessoais ou acessamos algum arquivo.
WIRELESS:	Rede	sem	fi	o,	que	proporciona	acesso	à	Internet	sem	a	necessidade	
de conexão física.
SOFTWARE ICEWEASEL: Programa para acesso à Internet.
LIXEIRA: Local para preparar os arquivos selecionados para serem deletados (apa-
gados).	O	fato	de	um	arquivo	estar	na	lixeira	não	signifi	ca	que	já	foi	apagado.	O	
arquivo para ser apagado deve ser excluído da lixeira.
DICAS:
Uma habilidade fundamental para 
trabalhar com o computador é a 
de ler a tela com atenção - prestar 
atenção nas mensagens que nela 
aparecem quando se clica alguma 
coisa; estar atento aos menus e 
submenus; verifi car o endereço 
digitado antes de pressionar o botão 
IR ou ATUALIZAR ou a tecla ENTER, 
pois um erro de digitação pode levá-
lo a um site diferente do desejado.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
26
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
27
ATIVIDADE DE EXECUÇÃO 3
Vamos usar o mouse?
Movimente-o para a direita, esquerda, para cima e para baixo. 
Observou que a setinha se moveu de acordo com seus movimentos no mouse?
Fig. 1.3 – O mouse funciona como um apontador sobre a tela do computador e disponibiliza normalmente quatro 
tipos operações: movimento, clique, duplo clique e arrastar e largar.
Au
to
r d
a 
fo
to
: V
an
ge
lis
 T
ho
m
ai
di
s
Existem diversos modelos de mouse com um, dois, três ou mais botões, cuja funcio-
nalidade depende do ambiente de trabalho e do programa que se utiliza. Claramente, o 
botão esquerdo é o mais utilizado. O modelo mais comum tem dois botões.
Veja na tabela os diversos tipos de cliques que você poderá utilizar:
TIPO DE CLIQUE DESCRIÇÃO
Apertar e soltar o botão esquerdo do mouse uma vez.
Clicar
Clicar duas vezes 
(duplo clique)
Apertar e soltar duas vezes, rapidamente, o botão esquerdo do mouse.
Apertar e soltar uma vez o botão direito do mouse.
Clicar com o 
botão direito
Posicionar o ponteiro do mouse em algum objeto da tela, pressionar e manter 
pressionado o botão esquerdo enquanto move-se o mouse, arrastando o objeto 
selecionado até o local desejado.
Arrastar e Largar
DICA:
Quando dizemos “clicar” estamos nos 
referindo à ação de apertar um dos 
botões do mouse. Diferentes tipos de 
cliques nos permitem fazer diferentes 
coisas. 
Exercite o uso do mouse para 
acostumar-se a usá-lo com mais 
facilidade e agilidade.
ATIVIDADE DE EXECUÇÃO 4
Vamos assistir ao vídeo “Do sonho aos ares” (Santos 
Dumont)? 
Agora que já está logado(a), vamos prosseguir nossos 
estudos sobre o tema desta unidade. Você vai utilizar 
alguns arquivos que estão no CD-ROM do curso – basta 
inseri-lo no drive do computador. Ele está programado 
para iniciar automaticamente. Vamos assistir ao vídeo? 
Nesta atividade, conte com a ajuda do formador para 
localizar o arquivo do vídeo sugerido. 
 “Do sonho aos ares” 
(Santos Dumont)
Fonte do ícone: Curso TV 
na escola e os desafi os 
de hoje, v.2, p. 45
No vídeo, conta-se uma história que faz parte da evolução da tecnologia humana, a 
partir do esforço de Santos Dumont em construir um aparelho que permitisse ao homem 
voar, o que mudou a vida de todos nós. 
Depois de assistir ao videoclipe de 3 minutos, que faz parte do acervo virtual do portal 
Domínio Público, procure relacionar os pontos mais importantes que surgiram, a partir 
das questões que se seguem: 
Como a história abordada no vídeo pode relacionar-se com a evolução tecnológica em 
geral e com a informática em particular? Essa evolução afeta nossas vidas?
Como a informática pode modifi car a sua vida profi ssional e pessoal?
Alguma vez você sentiu necessidade de acessar a Internet?
Para qual motivo?
[ G L O S S Á R I O ]
Portal Domínio Público: biblioteca 
virtual à disposição de todos os 
usuários da rede mundial de 
computadores (Internet). Você pode 
acessá-lo em: 
http://www.dominiopublico.gov.br
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
64
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
65
Como achar qualquer informação nessa montanha de dados? 
A Internet permite que qualquer pessoa com um pouco conhecimento técnico publique 
informações na rede. Esta facilidade é muito boa, pois democratiza a divulgação de idéias. 
Porém cabe ao internauta a tarefa de selecionar a informação de qualidade e separar o 
que merece crédito do que é apenas um palpite de amador. 
Nem tudo que está na Internet merece a atenção. O problema é que as informações de 
qualidade aparecem misturadas com as descartáveis.
Se	no	passado	havia	difi	culdade	em	seobter	as	informações,	o	problema	agora	é	se-
lecionar as de qualidade. A quantidade de informações na Internet é tão grande e diversi-
fi	cada	que	é	praticamente	impossível	encontrar	tudo	do	que	se	precisa	sem	o	uso	de	um	
mecanismo de busca.
Existem excelentes ferramentas de busca na Internet, como o Altavista (http://
br.altavista.com), o AlltheWeb (http://www.alltheweb.com), o Yahoo (http://br.cade.yahoo.
com) e o MSN (http://www.msn.com). No entanto, hoje, para muitos, sinônimo de pesqui-
sar na Internet é Google. Nenhum dos outros sites de busca conseguem ter a amplitude 
do Google. 
O serviço Google Search foi criado a partir de um projeto de doutorado, em 1996, dos 
estudantes Larry Page e Sergey Brin da Universidade de Stanford/USA. Este projeto sur-
giu devido à frustração dos seus criadores com os sites de busca da época. A idéia era 
construir um site de busca mais avançado, mais rápido e com maior qualidade de links. 
Brin e Page conseguiram seu objetivo e, além disso, apresentaram um ambiente extrema-
mente simples.
Sempre é possível encontrar no Google o que se deseja, mesmo que o assunto seja 
complexo ou desconhecido. Para tanto basta utilizar as opções de pesquisa disponíveis.
Já usou alguma ferra-
menta de busca na Inter-
net?
É uma ferramenta que 
torna sua pesquisa mais 
fácil e, em geral, utili-
za palavras-chave para 
localizar a informação 
sobre o assunto de inte-
resse.
[ S A I B A M A I S ]
Ao batizarem o novo serviço de busca como Google, seus criadores pretendiam um 
nome que demonstrasse a imensidão da web: google foi escolhido por causa da expres-
são googol (lê-se gugol - sua forma de escrita em Portugal). Googol é o número 10100, ou 
seja, o dígito 1 seguido de cem zeros. 
Dinamizando sua prática
Começando a pesquisar
Veja como é simples pesquisar utilizando uma ferramenta de busca na Internet. Preci-
samos utilizar o programa de navegação e estar conectados para poder acessar a página 
do Google, digitando na linha de endereço www.google.com e clicando no comando IR na 
barra de ferramentas do programa. Você irá visualizar uma página com uma caixa de texto 
no centro da tela, em que irá digitar o que deseja buscar.
ATIVIDADE DE PESQUISA 1
n Escolha um tema relacionado com sua área de atuação. 
n Escolhido o tema, faça uma pesquisa utilizando o buscador Google. 
n A partir dos resultados dessa pesquisa, organize uma lista de endereços 
virtuais que ofereçam recursos educativos para o melhor desenvolvimento do 
tema em sala de aula.
PES SAQUI
DICA:
É muito importante que experimente 
usar as outras ferramentas de busca 
mencionadas nesta unidade, pois podem 
facilitar seu trabalho. Nada como ter 
opções na Internet, pois as ferramentas 
podem ser especializadas. Use os 
endereços fornecidos.
Figura 2.12: Página principal da ferramenta de busca Google.
1°- Digite o termo 
procurado nesta 
caixa.
2° - Escolha a opção 
“página do Brasil”.
3° - Clique no botão 
“Pesquisa Google”.
[ Q U E S T I O n A M E n T O S ]
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
86
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
87
termo	que	você	quer;	depois	clique	no	botão	abaixo	que	diz	Verifi	car	disponibilidade.	Para	
o nosso exemplo, escolhemos o nome João e o sobrenome Silva, sendo que joao.silva é 
o login.
Agora devemos escolher nossa senha pessoal.
Vamos continuar o cadastro?
Observe que, quando digitar a senha, no lugar das letras aparecerá apenas asteriscos 
para preservar sua segurança.
O próximo passo é determinar uma senha, com a qual você poderá acessar suas 
mensagens e outras funções que os usuários do Gmail possuem. Note que a 
senha	deve	ter	no	mínimo	oito	caracteres:	isto	signifi	ca	que	a	sua	senha	deve	ser	
composta de pelo menos oito letras ou oito números, ou ainda oito números e le-
tras misturados.
3
DICA:
n Se quiser escrever seu nome e 
sobrenome, use o símbolo chamado 
underline no lugar do espaço. 
Exemplo: maria_siqueira. 
n O termo que você está escolhendo 
fi cará antes de @gmail.com. Ou seja, 
todos os endereços eletrônicos que 
são criados no Gmail têm a mesma 
terminação. O que muda em cada 
e-mail é o usuário, que fi ca antes do 
símbolo @.
n Lembre-se sempre de verifi car a 
disponibilidade para o login escolhido, 
clicando no botão “verifi que a 
disponibilidade”, como mostrado 
anteriormente.
João
Silva
joao.silva
Após escolher a senha, digitando-a na primeira caixinha, você deverá repeti-la para 
verifi	car	se	está	correta.
Note	que	há	no	canto	direito	um	pequeno	gráfi	co	que	lhe	ajudará	a	“medir”	o	nível	de	
segurança de sua senha .
Escolhida a senha, o sistema oferece ao usuário uma oportunidade de lembrar de seu 
login, por meio de um mecanismo (quase todos os programas de e-mail possuem este 
recurso) que oferece uma série de perguntas para auxiliar o usuário a lembrar-se.
DICA:
Você terá que decidir entre duas 
opções relativas a confi gurações que 
aparecem no formulário: 
n Se você marcar a opção 
“salvar as minhas informações 
neste computador” signifi ca que 
você estará aceitando que suas 
informações (usuário e senha) fi quem 
salvas no computador que estiver 
usando. Se este computador for 
público, nunca marque esta opção, 
para a sua segurança e das suas 
mensagens e informações pessoais. 
Revise informações sobre segurança 
na Internet na Unidade de Estudo e 
Prática 2. 
n Marcar a opção de “ativar o 
histórico” pode ser interessante, pois 
permite que as pesquisas que você 
já fez fi quem salvas. Isso é positivo 
quando queremos reencontrar uma 
informação já procurada, mas que 
não lembramos como foi encontrada.
O nível de segurança de uma senha 
é muito importante, pois no dia-a-dia 
sempre estamos utilizando diversos 
tipos de senha, para bancos, acesso 
a informações confi denciais em 
cadastros, etc.
João
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
32
Além	disso,	há	o	desafio	de	se	proporcionar	condições	para	se	desenvolver	compe-
tência	comunicativa,	autonomia,	criatividade,	contextualização	das	reflexões	e	propostas	
para a prática pedagógica, o que exige disponibilidade, estudo, pesquisa e organização 
pessoal	da	parte	de	formadores	e	cursistas.	Além	do	desafio	da	elaboração	de	textos	di-
versos de forma negociada, compartilhada e cooperativa.
Algumas atividades são de prática pedagógica, buscando adequações ao contexto em 
que os cursistas atuam. Incluímos algumas atividades a distância para o aprofundamento 
no	 estudo	 dos	 assuntos	 e	 desenvolvimento	 de	 habilidades	 específicas;	 elas	 requerem	
mais tempo de execução que a duração de um encontro presencial do curso. 
Outras atividades propostas demandam visitas a portais na Internet, visando o aprofun-
damento de temas e possíveis usos em textos elaborados pelos cursistas. 
Veja alguns exemplos:
2.6. Avaliação e certificação
Serão	consideradas,	para	fins	de	certificação,	a	freqüência	nos	encontros	presenciais	
de formação e atividades produzidas pelo cursista ao longo do curso, segundo as orienta-
ções e critérios fornecidos em cada unidade de estudo e pelos formadores. Cada cursista 
criará sua pasta de usuário no computador onde armazenará os textos produzidos em 
cada unidade, que serão avaliados e comentados pelos formadores. Ajude-os a organizá-
la desde a primeira unidade.
A seguir, na parte II deste guia, comentaremos as atividades do curso presentes no texto 
das unidades de estudo e prática, como subsídio à sua atuação como formador.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
104
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
105
Você já pensou em utilizar o bate-
papo pela Internet nas atividades 
escolares?
Poderia promover um debate sobre 
temas polêmicos, sobre propostas 
de ação, para tirar dúvidas, para 
planejar alguma atividade coletiva, 
para trocar impressões sobre algum 
fato ou notícia recente.
Que tal convidar alguém para deba-
ter um tema com os alunos.
Ou planejar sua publicação com 
a participaçãodos estudantes e 
outros colegas.
O que acha dessas possibilidades?
Gostaria de desenvolver alguma 
delas? Peça ajuda ao formador, 
pois dependendo do número de 
pessoas alguns cuidados extras 
são necessários, além de guardar o 
registro das idéias.
ATIVIDADE DE PRÁTICA 4
Entre no site indicado pelo formador, onde estará disponível o fórum de discus-
são. O tema dessa discussão é o papel do educador e as mudanças ocorridas 
com a inserção da tecnologia na sala de aula.
Veja a pergunta que orientará a discussão de todos:
O	computador	na	sala	de	aula	modifi	ca	a	forma	de	dar	aulas?	Nisso,	provavel-
mente, todos concordam que sim. Mas o que exatamente muda? Vamos pensar 
nas relações entre as pessoas, entre professores e alunos. O que poderíamos 
destacar como mudanças provenientes do uso das tecnologias, principalmente 
do uso do computador e da Internet? O que passa a acontecer de novo, que 
antes não era possível? Como o educador passa a agir e qual é agora o seu 
papel nesta época de uso dos recursos de comunicação e interação?
Vamos discutir sobre isso, buscando compartilhar idéias e experiências?
Registre no fórum a sua opinião sobre este assunto, buscando levar em conta 
todos os pontos importantes, levantando questões para os colegas ou apre-
sentando suas experiências. Você também pode responder ao comentário de 
outros colegas no fórum. O objetivo é que todos possam trocar idéias sobre es-
sas mudanças na escola, já que elas provocam muitas angústias e incertezas.
Caso não tenha acesso à Internet, converse com o formador e participe da di-
nâmica sobre fórum de discussão. Lembre-se de que um fórum assemelha-se a 
uma discussão registrada (em livro de atas, computador, etc). Uma mensagem 
inicial desencadeia uma série de respostas, na qual os envolvidos argumentam 
e	contra	argumentam	sobre	um	episódio	qualquer	até	a	solução	fi	nal.				
Bate-papo (Chat)
O chat é uma ferramenta de comunicação síncrona muito usada, pois possibilita a 
troca de mensagens de forma bastante ágil, rápida e, na maioria das vezes, breve. É uma 
conversa em tempo real, na qual os participantes digitam suas perguntas, respostas ou 
Conversa em tempo real? O que isso 
signifi ca? 
[ G L O S S Á R I O ]
Síncrono: Termo utilizado na 
educação a distância para caracterizar 
o ambiente em que alunos e 
professores estabelecem comunicação 
intermediada por computadores 
de forma simultânea. No ambiente 
síncrono todos estão em contato com 
a rede ao mesmo tempo. Algumas 
ferramentas de cooperação síncrona 
são as vídeoconferências, os editores 
cooperativos e as sessões de chat. 
O ambiente síncrono difere-se do 
ambiente assíncrono, em que não 
há participação simultânea de 
todos os envolvidos no processo de 
ensino aprendizagem na rede de 
computadores.
afi	rmações,	sendo	que	todos	que	participam	desta	conversa	vêem	na	tela	do	computador	
tudo que foi digitado. 
O chat pode ser muito útil para tomada de decisões, resolução de problemas, tempes-
tade de idéias e fortalecimento laços sociais. Além disso, por acontecer em tempo real, os 
participantes têm a certeza de que a presença social existe, que há mesmo outra pessoa 
do outro lado da tela e, como a interação é muito dinâmica, o tempo passa despercebido 
e há muita interação. 
Por outro lado, o chat mostra-se pouco adequado para atividades que exijam tempo 
maior	para	refl	etir	e	elaborar	idéias,	informações	e	conteúdos	mais	complexos	(Mercado,	
2005, p. 53).
Em educação, o chat é muito utilizado para conversar sobre determinados assuntos e 
debater sobre textos. É interessante combinar data e hora do encontro; início e término da 
discussão; tema a ser debatido; aspectos relevantes a focalizar; necessidade de media-
dores e objetivos da conversa.
O chat, bem como outros recursos da Internet, possui algumas regras de uso que de-
vem ser repassadas para os participantes. Tais regras fazem parte da prática do mundo 
virtual e também devem ser seguidas nas aulas via chat. 
Alguns chats ocorrem entre duas pessoas, mas a maioria não possui restrição quanto 
ao número de participantes. Quando esse número é muito grande, existe o risco da con-
versa se tornar tumultuada pelo excesso de frases e conversas, muitas vezes, paralelas. 
Quem se acostuma com o chat consegue acompanhá-lo mesmo com um número grande 
de pessoas.
O que acontece quando alguém 
digita muito devagar num chat?
Será fácil coordenar a leitura da 
tela e digitar ao mesmo tempo?
Será útil gravar a sessão de bate-
papo para leitura e discussão 
posterior?
[ R E f L E X Ã O ]
Você já imaginou como deve ser conversar por escrito com várias pessoas ao mesmo 
tempo, sabendo que o registro e envio das mensagens é feito pela hora da emissão, isto 
é, pela ordem de envio? 
Será possível manter a coerência de turnos conversacionais entre os que perguntam e 
os	que	respondem?	Ou	a	conversação	fi	ca	truncada	porque	as	respostas	não	são	para	as	
perguntas formuladas na mesma ordem. Pode ocorrer de uma pessoa perguntar algo e só 
ter a resposta umas dez mensagens depois e assim por diante. Como manter o interesse 
em obter as respostas aos comentários e a contribuição de todos?
Você tem alguma idéia para organizar e controlar esse processo e fazer com que seja 
[ Q U E S T I O n A M E n T O S ]
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
56
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
57
Cada página tem um endereço na rede. Você pode acessar qualquer homepage digi-
tando o respectivo endereço, no espaço mostrado na Figura 2.2. 
[ S A I B A M A I S ]
Cada endereço na internet tem um único URL.	URLs	começam	com	letras	que	identifi	-
cam	o	tipo	de	endereço,	como	“http”,	“ftp”	etc.	Essas	letras	são	seguidas	por	dois	pontos	
( : ) e duas barras ( // ). Em seguida, o nome do computador é listado, seguido de seguido 
de um diretório e do nome do arquivo.
Agora observe os endereços a seguir. 
n O que têm em comum com o endereço do MEC? 
n Em que eles diferem do endereço do MEC?
www.cade.com.br – Cadê, site comercial (.com) localizado no Brasil (.br).
www.google.com – Google, site comercial (.com) localizado nos Estados Unidos.
www.linux.org – site dedicado ao sistema operacional Linux, de uma organização não-
governamental (.org).
www.ufcg.edu.br – Portal da universidade federal de Campina Grande. O (.edu) designa 
que é uma instituição educacional.
[ G L O S S Á R I O ]
URL: abreviação de Uniform Resource 
Locator. Trata-se de uma forma 
padronizada de especifi car o endereço 
de qualquer recurso, site ou arquivo 
existente em um servidor da WWW. Os 
URLs correspondem a um número que 
identifi ca determinado computador em 
toda a Internet. 
Figura 2.1: navegador – Barra de endereço
Caso você não tenha acesso 
à Internet, 
utilize o CD-ROM para essa 
atividade.
Barra de endereço
Barra de menu
Barra de ferramenta
A tela que se abriu é do WebEduc, o portal de conteúdos educacionais do MEC. Vamos 
conhecê-lo?
ATIVIDADE DE NAVEGAÇÃO 1
Clique no botão INICIAR, existente no rodapé da tela. Em seguida, procure In-
ternet no menu que se abre e clique, um novo menu surgirá, procure o navega-
dor Web Icewealsel. 
n Digite na linha de endereço o seguinte: http://webeduc.mec.gov.br
n No teclado, em seguida, pressione a tecla ENTER. 
N
Fig. 2.2. Linha de endereço
Fig. 2.3: Tecla ENTER
Autor: Musuvathi J Ubendran
Você já está 
acostumado(a) a atuar como formador(a) nas atividades desenvolvidas pelo NTE de que 
faz parte e não pretendemos aqui substituir a riqueza de sua experiência. Ao contrário, 
contamos com ela para que o trabalho se desenvolva com facilidade e qualidade, contex-
tualizado ao ambiente em que você e os cursistas atuam. 
Sinta-se à vontade para realizar os (re)arranjos necessários ao trabalho com sua(s) 
turma(s), utilizando seus conhecimentos e experiências prévias neste trabalho, textos, tu-
toriais e dinâmicas. Leve em consideração sua convivência constante com colegas profes-
sores e gestores e dela extraia elementos importantes para o trabalho que ora se inicia. 
Observações de como eles percebem as tecnologias e as atividades nos laboratórios de 
tecnologia educacional são subsídios de outros cursos com que você conta de início. No 
futuro, contaremos com sua experiência a partir dos registros do seu trabalho, observações e 
sugestões para o aperfeiçoamento cooperativo do curso, em prol da inclusão digital e social. 
1. Conhecimento dos materiais do curso
Observe e analise detidamente o material impresso do curso Introdução à Educação 
Digital, procurando realizar as atividades propostas com antecedência aos encontros pre-
senciais. Esse procedimento lhe dará uma boa noção do tempo que os cursistas precisa-
rão	e	das	dificuldades	que	podem	encontrar	em	conceitos	mais	complexos.	
Lembre-se de que o material foi organizado como referência para o estudo, a aprendi-
zagem e o planejamento das aulas, assegurando a você, formador(a), liberdade de escolha 
do que fazer no tempo previsto para atividades presenciais e a distância, como também 
para preparar roteiros, exemplos e dinâmicas alternativas. 
Utilize as sugestões como 
contribuições dos elaboradores para 
apoiar seu trabalho e dos cursistas no 
percurso da formação continuada.
Conheça e analise os materiais do 
curso e planeje as atividades de 
sua(s) turma(s).
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
34
 2. Orientações iniciais aos cursistas 
Observe que as orientações aos cursistas foram inseridas logo após a apresentação e 
a mensagem da coordenação do curso. Elas buscam responder a possíveis perguntas e 
dúvidas iniciais dos cursistas, com uma apresentação geral da proposta pedagógica e de 
alguns elementos importantes para o desenvolvimento do curso e de sua oferta. 
É importante que você conheça bem as orientações ao cursista, o texto de cada unida-
de de estudo e prática e que realize antecipadamente as atividades propostas. 
Além de realizar encontros presenciais, é importante que você incentive os cursistas 
a reservarem um horário para estudar e realizar as atividades, preferencialmente em um 
diário.	Tal	medida	lhes	assegurará	tempo	suficiente	para	leituras,	reflexão	sobre	os	temas	
propostos, pesquisa e organização pessoal para realizar as atividades que requerem o uso 
do computador e da Internet, se tiverem acesso à conexão. 
Use planilhas de controle criadas com o software Calc para acompanhamento do de-
sempenho dos cursistas (consulte na parte I, no tópico 2.3, as sugestões 3 e 4). Suas 
anotações permitirão um atendimento mais individualizado a partir do que observar. Te-
nha sempre aberto um arquivo de texto para tomar notas rápidas no computador, onde 
também	poderá	anotar	links	consultados,	referências	bibliográficas,	tutoriais,	dinâmicas,	
observações,	reflexões	pessoais,	etc.	Não	se	esqueça	de	registrar	os	acertos	de	todos,	
inclusive os seus.
Estimule e oriente os cursistas para que aprendam a utilizar a seção Ajuda dos softwares, 
sempre que tiverem dúvidas. Isso contribui para criar a lógica necessária ao trato com o 
que está na tela do computador e a realizar as atividades a contento. Lembre-se de que 
estimulamos os cursistas no texto das unidades a considerarem os formadores como 
parceiros que poderão auxiliá-los nas atividades, facilitando e apoiando a aprendizagem. 
3. Ícones de comunicação e marcadores de estruturas do texto
Identifique	os	ícones	e	os	marcadores	de	estruturas	de	trabalho	no	texto	das	unidades,	
para orientar os cursistas na leitura e realização das atividades.
Estimule a formação de hábitos de 
estudo.
DICA:
Fique atento(a) para perceber 
rapidamente sinais de 
constrangimento, de timidez no uso do 
teclado e mouse, dificuldade de leitura 
da tela do computador. Esteja perto e 
oriente os cursistas para que possam 
ter mais destreza. Procure aliviar 
a tensão que aprendizagens novas 
podem provocar. Crie um clima de 
trabalho agradável, leve, descontraído 
e aproveite os pequenos enganos, 
distrações, para brincar com os erros 
e mostrar que se pode aproveitá-los 
para aprender. Se não ocorressem, 
muitas vezes nem perceberíamos 
adequadamente certos fenômenos 
nem confirmaríamos as teorias 
que usamos como referência para 
trabalhar.
Sinais de timidez, dificuldades? Atue de 
imediato. 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
35
LEMBRETE: 
Incluímos em cada unidade do material impresso alguns ícones para facilitar a comuni-
cação com você. Fique atento(a):
N
PES SAQUI
CONSULTE O CD-ROM ACESSE À INTERNET ATIVIDADES PRÁTICAS
ATIVIDADES DE NAVEGAÇÃO ATIVIDADES A DISTâNCIA
ATIVIDADES DE EXECUÇÃOATIVIDADE DE ELABORAÇÃO ATIVIDADES DE PESQUISA
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
36
4. Encontro presencial de abertura do curso
 
É interessante realizar o encontro de abertura do curso antecedendo o início da Unida-
de 1. Esse intervalo de tempo é fundamental para que os cursistas iniciem a leitura pro-
priamente dita e estudem os temas, preparando-se previamente para o encontro presen-
cial no laboratório de tecnologia educacional. Assim fazendo, você assegura um tempo 
mínimo de estudo e resgate de aprendizagens prévias necessário ao desenvolvimento dos 
encontros presenciais em todas as unidades.
Com base na leitura das diretrizes e dos textos das unidades, planeje a atividade de 
abertura do curso, que deverá ser presencial, se possível com duração de 4 horas. Veja, a 
seguir, algumas sugestões para o planejamento: 
S u g e s t ã o 5 : 
Planeje a atividade presencial de abertura do curso, na qual o material didático será 
distribuído aos cursistas. 
n Recomenda-se que essa atividade tenha 4 horas (talvez seja interessante usar outra 
sala e não o laboratório, mas você decide o que é melhor diante das possibilidades da 
escola).
n Planeje a atividade de abertura do curso.
n	Preveja	tempo	suficiente	para	uma	primeira	leitura	das	orientações	aos	cursistas	du-
rante a atividade presencial de abertura do curso.
n Prepare uma apresentação sua do curso e seus materiais, além de um informe para 
as turmas em que atua sobre aspectos mais administrativos, como matrículas, cadas-
tro, horários, locais, dinâmica de funcionamento, normas e procedimentos de uso do 
laboratório, sistemática de controle de freqüência e trabalhos, e outros aspectos que 
considerar importantes.
n Organize um plano de curso contendo o calendário de atividades das unidades de 
estudo e prática. Prepare cópias para os cursistas.
n Programe atividades/dinâmicas de confraternização para que cursistas e formador 
se conheçam.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
37
A seguir, algumas sugestões de dinâmicas e atividades para a realização dessa ativida-
de. Se desejar, utilize outras. 
S u g e s t ã o 6 : 
Atividades e dinâmicas para a atividade presencial de abertura do curso
1. Apresente-se e levante as expectativas dos cursistas em relação ao curso por meio 
de dinâmica inicial para que todos os participantes se conheçam. Se necessário, utilize 
etiquetas	ou	crachás	de	identificação.
2.	Se	dispuser	de	câmera	fotográfica		ou	de	vídeo,	não	deixe	de	fotografar	todos	para	
fazer um mural.
Dinâmica sugerida:	“A	Rede”	(precisará	de	rolo	de	barbante	ou	novelo	de	lã;	se	dis-
puser de câmera no NTE, registre-a em vídeo ou pelo menos em áudio para retomar 
no	final	do	curso):	
a)	Defina	o	tempo	para	cada	pessoa	usar	a	palavra,	de	1	a	2	minutos,	nomáximo	(21	
pessoas x 2 min = 42 min).
b) A primeira pessoa a falar segura o novelo, faz a apresentação pessoal, fala de suas 
expectativas em relação ao curso. 
c) Ao terminar, passa o novelo para a próxima pessoa que vai falar (importante: utili-
zar seqüência livre de pessoas, para que as linhas da rede se cruzem). 
d) Prosseguir até todos falarem. Você, formador, também participa. 
e)	Ao	final,	comente	com	os	cursistas	a	atividade	em	rede	e	sintetize	as	principais	
expectativas	em	relação	ao	curso	e	o	significado	do	que	foi	construído	em	rede,	cada	
pessoa como um nó sui generis, único.
3. Explore com os cursistas as tecnologias presentes na sala em que se encontram e no 
laboratório que será usado no curso.
Dinâmica sugerida:	"Identificar	e	Explorar	Tecnologia"	(total	=	20	a	30	min	aproxi-
madamente).
Observação importante: esta atividade antecipa trecho do texto da Unidade 1. 
Caso disponha de somente 2 horas na abertura do curso; deixe esta atividade para 
o início da Unidade 1.
•	Atividade	de	tempestade	de	idéias	é	para	que	os	cursistas	identifiquem	a	tec-
nologia presente na sala em que estiverem e sua importância na aprendizagem.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
38
- O ideal é que atuem em duplas: em pé e circulando pela sala, explorem toda 
a tecnologia percebida e comentem livremente, expressando suas idéias. 5 
minutos bastam; reserve uns 15 minutos para sistematizar e concluir.
- Anote no quadro as tecnologias e idéias mencionadas.
-	Ao	final	da	atividade,	sistematize	as	tecnologias	identificadas	e	as	principais	
idéias sobre a importância para a aprendizagem. Oralmente, faça com eles a 
sistematização, eliminando as repetições, ordenando por importância – anotar 
a síntese dessa atividade.
3) O curso Introdução à Educação Digital (preveja de 1h30 a 2 horas para essa ativida-
de) 
•	apresentação	do	curso	pelo(a)	formador(a);
•	distribuição	do	material	didático	e	instrução	de	como	será	a	dinâmica	do	curso	e	
como esse material será usado nas atividades presenciais e a distância:
- leitura das orientações aos cursistas.
- discussão das orientações, solução de dúvidas e encaminhamentos
				•	distribuição	do	plano	do	curso	e	calendário	de	atividades	da	Unidade	1:
- leitura do plano do curso pelos cursistas;
- discussão, solução de dúvidas e encaminhamentos.
4) Resistências às tecnologias da informática:
nota importante: você pode deixar para realizar esta atividade no encontro presencial 
da Unidade 1 caso disponha somente de 2 horas para este primeiro encontro presencial.
Agora que os cursistas já exploraram o material didático, conhecem a proposta peda-
gógica e o plano de curso com o calendário acadêmico, é hora de iniciar o conteúdo do 
curso propriamente dito como aquecimento para a Unidade 1.
Dinâmica sugerida:	“Mitos	e	Resistências	à	Tecnologia	da	Informática”	-	debate	com	
técnica do cochicho. 
a) Sugestão 1: ouvir música ou poesia sobre impactos da tecnologia - todos de pé. 
n	Sugere-se	a	música	Kid	Vinil,	do	cantor	Zeca	Baleiro,	mas	você	pode	conhecer	outra	
música, de outro cantor, ou poesia, literatura de cordel a respeito;
- se tiver acesso ao disco, toque a música; 
- se não, distribua a letra e cante, ou declame, com os cursistas - se alguém conhecer 
a música, pode colaborar.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
39
n Em duplas ou trios: discutir sobre a letra (solicite cópia da letra da música à coorde-
nação do curso se desejar utilizá-la).
b) Sugestão 2 – discutir a partir da questão proposta (distribua questões diferentes 
para cada grupo): 
questões sugeridas (distribuir em tirinhas):
1) “Existe toda uma mitologia construída em torno da tecnologia e de seu potencial para 
melhorar nossas vidas, conduzindo-nos a uma sociedade melhor. Você já pensou sobre 
isso?” (Lacerda, 2001, p. 20)
2) “Você acha que a tecnologia da informática tem o poder necessário para transformar 
a sociedade e a educação brasileiras? Se sim, de que modo? Se não, por quê?” (Lacer-
da, 2001, p. 25)
3) Que resistências você tem com relação à tecnologia? Tais resistências estão relacio-
nadas com um posicionamento crítico ou apenas com a dificuldade de lidar com tal 
aparato?”	(fonte:	Lacerda,	2001,	p.	23)
4) Indique algumas aplicações da informática na educação. Acredita que o computador 
pode contribuir para o redimensionamento da prática pedagógica? De que modo? (La-
cerda, 2001, p. 25)
c) Sugestão 3: discutir a partir de texto sugerido (distribuir em tirinhas)
“Ao dizermos que a integração do computador aos programas de ensino é algo que 
“tem um forte componente cultural”, estamos retomando a idéia de que os professo-
res atualmente em exercício, que têm a missão de preparar o terreno para esta “nova 
cultura”, foram formados em uma cultura precedente, distanciados do manuseio da 
informática na vida cotidiana ou como recurso pedagógico, tecnologia essa que sequer 
existia nos moldes que hoje conhecemos. Conseqüentemente, é bastante comum que 
professores estabeleçam, implícita ou explícitamente, relações conflituosas com a in-
formática, manifestando fobias de toda sorte, preconceitos, receios, insegurança, limi-
tação de visão , etc. (...) Vamos fazer uma análise de sua própria prática de formador de 
crianças, jovens e adultos, de seus receios e dificuldades em lidar com essa tecnologia 
nova em nosso cotidiano escolar. E não deixe de observar o que se passa em sua volta, 
com seus colegas e na escola de seus filhos.” (Lacerda, 2001, p.39-40)
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
40
5. Comentários sobre atividades da Unidade 1 – "Tecnologias no co-
tidiano: desafios à inclusão digital e social" 
Estratégia de trabalho: nesta análise vamos intercalar comentários com cópias de frag-
mentos de texto e de atividades para os cursistas contidas na Unidade 1. Manteremos 
títulos	e	as	atividades	em	boxes	conforme	o	texto	da	unidade	para	facilitar	a	identificação.	
Nossos comentários serão numerados. Faremos comentários e destaques em texto aber-
to para não confundir com os utilizados no texto da unidade.
Procuraremos manter a referência de conteúdo usada no texto da unidade, mas em 
alguns momentos será preciso agrupá-la. Como o texto é explicativo e tem características 
de	tutorial	ou	passo	a	passo,	alguns	trechos	serão	saltados	para	agilizar	a	reflexão.
Com esta unidade iniciamos o curso Introdução à Educação Digital. O começo é um 
momento crucial. A partir dele podemos construir uma série de hábitos de estudo e traba-
lho que repercutirão no curso como um todo. 
As atitudes dos cursistas em relação ao computador, periféricos e programas precisam 
ser	trabalhadas	de	modo	que	sintam	mais	gratificação	pelo	êxito	obtido	nas	atividades	e	
menos inibição diante de eventual falta de destreza visual-motora no manejo do mouse e 
na leitura de tela.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
18
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
19
Apresentação
 
Estamos iniciando o curso Introdução à Educação Digital. Esse curso integra um con-
junto de políticas públicas voltadas à inclusão digital. Esperamos que você participe da 
construção deste processo formativo, aprendendo sobre mídias e tecnologias, no contexto 
do Linux Educacional, e que maneje ferramentas de produção e outros programas de com-
putador. 
É importante que você também refl ita sobre a tecnologia digital e as possibilidades de 
mudanças que elas podem provocar em sua trajetória pessoal e profi ssional.
A chegada das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na escola traz de-
safi os e problemas, cujas soluções vão depender das potencialidades de cada escola, 
do trabalho pedagógico que nela se realiza, de seu corpo docente e discente, de sua co-
munidade interna e externa, dos propósitos educacionais e das estratégias que propiciam 
aprendizagem. 
Precisamos compreender a realidade em que atuamos e planejar a construção de no-
vos cenários, de novos saberes, com as novas tecnologias e aprender a lidar com a diver-
sidade, a abrangência e a rapidez deacesso às informações, com novas possibilidades de 
comunicação e interação, novas formas de aprender, ensinar e produzir conhecimento. 
Não há um só caminho, nem uma só solução. Ao contrário, há uma gama de possibili-
dades por meio das quais poderemos encontrar novas respostas para velhas perguntas. 
TECNOLOGIAS NO COTIDIANO: 
DESAFIOS À INCLUSÃO DIGITAL
1. [ G L O S S Á R I O ]
Educação digital: oportunidade 
para utilizar os meios digitais com 
autonomia e participação, individual e 
cooperativa; promoção do letramento 
digital na prática social, como 
capacidade de ler e intervir no mundo, 
de modo que cada um decida quando, 
como e para que utilizar a tecnologia, 
como produtor, criador, compositor, 
montador, apresentador e difusor de 
seus próprios produtos, o que requer 
domínio de técnicas específi cas de 
interação e formação de saberes, 
promovendo a inclusão social.
Inclusão digital: garantia de acesso 
à informação, domínio das linguagens 
básicas e de programas para, com 
autonomia, criar conhecimentos, 
elaborar conteúdos, comunicar-se 
e expressar idéias; utilizá-los como 
ferramenta de desenvolvimento, 
inovação, participação ativa na 
sociedade e emancipação.
Linux: é um sistema operacional, 
software livre, que nasceu de um 
projeto de Linus Benedict Torvald. 
O nome Linux surgiu da mistura de 
Linus + Unix. Para saber mais sobre a 
história do Linux acesse a Wikipedia 
.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
41
Os primeiros termos técnicos da área da informática começam a ser utilizados. É hora 
de familiarizar os cursistas com essa nomenclatura, orientando-os a sempre utilizar o 
glossário para as palavras negritadas em azul no corpo do texto. Nesta etapa, algumas 
palavras fundamentais foram apresentadas em glossário aberto na margem do texto para 
facilitar a compreensão imediata com a leitura. Entretanto, há muitas outras que podem 
ser consultadas para aprofundamento. 
Consultar o glossário é um importante hábito que deve ser estimulado desde o início.
Por isso, sugerimos que você o utilize sempre nos encontros presenciais e, quando nave-
garem pela Internet, que explorem alguns desses termos. Uma atividade opcional interes-
sante pode ser complementá-lo com texto e imagem, assim que os cursistas estiverem 
com mais prática no uso do programa de navegação, para localizar informações nos sites 
e nos dicionários on-line de tecnologia.
A. Recuperando os objetivos de aprendizagem da Unidade 1
n Conceituar o que são mídias e tecnologias e a evolução desses conceitos.
n	Refletir	sobre	a	utilização	e	a	importância	de	computadores	e	da	Internet	na	sua	vida	
e na educação.
n Conhecer alguns recursos básicos do computador. 
n	Elaborar	um	texto	contendo	suas	reflexões	sobre	sua	visão	da	tecnologia	na	sua	vida	
e na formação de professores e gestores escolares.
Veja-os no contexto do material impresso:
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
20
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
21
Objetivos de aprendizagem desta unidade de estudo e prática:
n Conceituar o que são mídias e tecnologias e a evolução desses conceitos.
n Refl etir sobre a utilização e a importância dos computadores e da Internet na sua vida 
e na educação.
n Conhecer alguns recursos básicos do computador. 
n Elaborar um texto contendo refl exões sobre o papel da tecnologia na sua vida e na 
formação de professores e gestores escolares.
Introdução
O homem vem evoluindo socialmente e utilizando recursos da natureza em benefício pró-
prio, transformando-os em ferramentas. Elas ajudam a criar “conjuntos de conhecimentos, 
formas e técnicas de fazer as coisas, costumes e hábitos sociais, sistemas de comunicação 
e	crenças,	transmitidas	de	geração	em	geração”	(Kenski	apud	Fiorentini	e	Carneiro,	2000,	
p.14).
Olhe a sua volta. Muitos dos objetos presentes em nossa vida cotidiana são ferramentas 
como livros, giz, apagador, papel, canetas, sabonetes, talheres, televisor, telefone, câmara 
fotográfi	ca,	aparelhos	de	som,	vídeos,	computador.
Vivemos em um cenário de constantes e aceleradas mudanças, provocadas pelos avan-
ços	científi	cos	e	tecnológicos	e	por	transformações	sociais	e	econômicas.	Essas	mudanças	
revolucionam nossos modos de comunicação, de relacionamento com as pessoas, com 
os objetos e com o mundo ao nosso redor, encurtando distâncias, expandindo fronteiras, 
num intenso intercâmbio de produtos e práticas socioculturais. Nesse contexto globalizado, 
as novas mídias e tecnologias invadem nosso cotidiano e aceleram e aprofundam essas 
transformações. 
Na sociedade contemporânea, pós-moderna, a tecnologia e, principalmente, a informá-
tica estão presentes em toda parte. Na hora de votar, por exemplo, a urna eletrônica é 
um computador. Para sacar dinheiro, muitas vezes usamos um caixa automático. Nos dois 
casos, apertamos botões, dando instruções que precisam ser cumpridas para que as má-
quinas executem as ações desejadas. Que tal conhecer alguns recursos básicos do com-
putador?
[ G L O S S Á R I O ]
Mídia (do inglês media): designa os meios 
ou o conjunto dos meios de comunicação: 
jornais, revistas, TV, rádio, cinema, etc. 
Tecnologia: termo que envolve o 
conhecimento técnico e científi co e as 
ferramentas, processos e materiais criados 
e/ou utilizados a partir de tal conhecimento. 
Dependendo do contexto, a tecnologia pode 
ser:
n ferramentas e máquinas que ajudam a 
resolver problemas;
n técnicas, conhecimentos, métodos, 
materiais, ferramentas, e processos usados 
para resolver problemas ou ao menos 
facilitar a solução dos mesmos;
n método ou processo de construção 
e trabalho (tal como a tecnologia de 
manufatura, a tecnologia de infra-estrutura 
ou a tecnologia espacial).
Autor da foto: Vaughan Willis 
Fig. 1.1: Na década de 1980, 
apareceram no Brasil os primeiros 
terminais bancários, iniciando assim a 
evolução da automação bancária. 
CPU - comunique-se com todos os 
periféricos instalados. Na placa-mãe 
encontramos também a memória, 
os circuitos de apoio, as placas 
controladoras, etc.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
42
B. Ligar o computador e conhecer o Linux Educacional
1. Como você pode observar no texto, são pontos fundamentais desta unidade a ini-
cialização	do	computador,	do	Linux	Educacional	e	do	editor	de	texto	BrOffice.org	Writer.	
São os primeiros passos. Por isso, trabalhe com cuidado a lógica envolvida no manejo 
do computador, teclado, mouse, tela e programas e explore positivamente a afetividade 
envolvida nos esforços solicitados nesse percurso. Trata-se de superar as primeiras bar-
reiras experimentadas com as tecnologias digitais, que os cursistas costumam enfrentar 
nesse tipo de atividade. 
2. As atividades introdutórias focalizam o cenário de constantes e aceleradas mudan-
ças	provocadas	pelos	avanços	científicos	e	tecnológicos	e	por	transformações	sociais	e	
econômicas	e	exploram	seus	impactos	sobre	a	aprendizagem,	a	vida	cotidiana	e	profis-
sional. Isso nos leva a sugerir uma dinâmica:
Dinâmica sugerida:		Faça	uma	atividade	do	tipo	“tempestade	de	idéias”	para	que	os	
cursistas	identifiquem	a	tecnologia	presente	no	laboratório.	O	ideal	é	que	se	levantem	e	
explorem a sala em que estiverem. Depois, continua-se no laboratório. 
3. Se você realizou atividade similar no encontro de abertura, retome os principais 
pontos	da	reflexão	anterior	e	prossiga	(veja	na	parte	I	deste	guia	as	sugestões	para	esta	
atividade). 
Esta atividade é para um aquecimento em relação ao trecho que vão encontrar na in-
trodução do texto-base da Unidade 1, página 20:
“Olhe à sua volta: muitos dos objetos presentes em nossa vida cotidiana 
são ferramentas: como livros, giz, apagador, papel, canetas, sabonetes, 
talheres, televisor, telefone, câmara fotográfica, aparelhos de som, víde-
os, computador.” 
4. No tópico Computador, que máquina é essa? Vamos usá-la?, aproveite para ex-
plorar o hardware e estimular os hábitos de ligar e desligar o micro. Explore detalhes 
dos computadores do laboratório de tecnologia educacional e permita que os cursistas 
se levantem para facilitar o manuseio do equipamento. Use o glossário para explicar as 
funções dos periféricos. 
a) É oportuno agora explorar o papel do sistema operacional e software livre e os 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
43
benefícios que seu uso pode trazer aos cidadãos e ao país. 
b) Momento de fazer o login e explorar o Linux Educacional, como é orientado no 
texto.
c) Chame a atenção para detalhes da tela do Linux, os ícones dos programas. Deixe-
os explorar os ícones para observarem o conteúdo de cada um. Oriente onde clicar. 
C. Conhecer o mouse e suas funções 
1. Reserve um tempo para exploração do computador, mouse e tela, para que os cur-
sistas percebam detalhes do hardware e dos periféricos. Estimule a percepção visual, fun-
damental para a aprendizagem nesta etapa, seguindo as informações contidas no texto-
base.
a) Faça-os explorar livremente o mouse para perceber as diferenças de cliques. Faz 
parte dessa seção a ATIVIDADE DE EXECUÇÃO 3 e o box DESTAQUE que aparece no 
texto. Assegure um tempo conveniente a esta atividade. Vale a pena porque se constrói 
uma base segura para o futuro. Faça com que os cursistas se revezem nas duplas ao 
realizar essa atividade para familiarizar-se com o equipamento.
b) Explore bastante (oralmente) o que o mouse provoca na tela – rastreie seu desloca-
mento, faça com que percebam alterações no ícone do cursor conforme a operação. 
Estimule a atenção e a concentração visuais, não só a motora. Deixe-os exercitarem 
até alcançarem maior destreza.
ATIVIDADE DE EXECUÇÃO 2
Vamos fazer seu login? Siga a orientação do tipo passo a passo do texto.
Nome	do	usuário:	digite	seu	nome	ou	sua	profissão	ou	algo	que	o	identifique.	
No caso do Linux Educacional o nome do usuário é PROFESSOR, pois identi-
fica	o	perfil	do	usuário.	
Senha: aqui digite sua senha, que deverá obrigatoriamente ser composta por 
caracteres alfa-numéricos, ou seja, apenas letras e números. Não use acentos, 
pontos, vírgulas e nenhum outro tipo de caractere que não seja letra ou núme-
ro.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
44
2.	Dominar	o	mouse	é	um	desafio	para	o	adulto	que	nunca	o	utilizou,	principalmente	
no que concerne coordenação motora e visual-motora, pois exige trabalho de percepção 
visual, tátil e coordenação da mão, dos dedos sobre uma superfície pequena, como o 
mouse, com botões com funções diversas. Faça-os manusear o mouse, ver como está 
construído para entenderem corretamente o que faz o botão direito, o esquerdo e o rola-
mento. Esteja atento: como nem sempre o equipamento funciona bem, pode representar 
uma	dificuldade	a	mais.
3. Promova um clima leve, amigável, agradável e sem pressões nessa exploração inicial 
do	mouse.	Ao	perceber	dificuldades,	 interfira	como	parceiro(a),	coloque-se	no	 lugar	da	
pessoa (empatia), tentando entender suas percepções e reações antes de interferir. 
4.	Brinque	com	as	situações,	faça	as	pessoas	rirem	de	suas	dificuldades,	procure	aliviar	
Dinâmica sugerida com o uso do mouse: interação por meio de imagens (requer 
preparo prévio). Esta atividade precisa ser criada previamente, para que você tenha 
tempo de selecionar e inserir arquivos de imagem nos micros do laboratório.
Objetivos: ajuda a criar um clima de auto-conhecimento e de conhecimento coletivo. 
Favorece o relacionamento interpessoal, principalmente entre os participantes das du-
plas por computador. Todos se surpreederão com o impacto da imagem e seus efeitos 
sobre	as	pessoas.	A	afetividade	aflora	combinada	com	a	cognição	e	a	motricidade.
Como funciona: selecione imagens sugestivas (aves voando, pôr-do-sol, mar, mon-
tanhas,	flores,	árvores,	amizade,	quadros	famosos,	locais	da	cidade;	pode	incluir	ima-
gens	 animadas,	 como	 emoticons,	 cartões	musicais	 e	 assim	 por	 diante	 –	 fica	 a	 seu	
critério).
n Insira-as num arquivo no desktop, como uma galeria de fotos/imagens (pesquise 
na Internet – pode preparar uma seqüência de slides, se preferir; nesse caso terá de 
orientar os cursistas sobre a transição de slides com o mouse).
n Peça aos cursistas que abram o arquivo e as visualizem, clicando com o mouse. 
n Peça que selecionem a imagem que mais lhes chamou a atenção (individualmente 
ou em duplas) e comentem o motivo dessa escolha oralmente. Incentive-os a verbaliza-
rem suas percepções e sentimentos. 
n Se dispuser de aparelho datashow no laboratório, poderá projetar as imagens. 
Será ótimo, porque a atividade torna-se ainda mais coletiva. Nesse caso, os cursistas 
se revezam para clicar na imagem escolhida, ampliá-la e comentar seus motivos. Todos 
trocam idéias depois de cada fala.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
45
o peso que elas possam trazer para quem as vivencia. Essa leveza afetiva nessa ativida-
de	é	fundamental	para	que	a	pessoa	supere	dificuldades,	medos,	timidez	e	barreiras	de	
qualquer tipo. Não se esqueça de valorizar o papel do erro na aprendizagem. Muito do 
que se sabe hoje, originou-se de descobertas espontâneas a partir de erros e/ou enganos 
cometidos. 
5. Lembre-se de que a aprendizagem é situada, depende das condições em que se 
dá, de quem participa dela, da pressão da imagem social da pessoa, do conteúdo da 
atividade	e	fica	 impregnada	da	carga	afetiva	vivenciada	no	momento	em	que	ocorre.	É	
preciso	assegurar	que,	ao	evocar	essa	experiência,	ela,	de	fato,	seja	gratificante	para	os	
cursistas,	principalmente	aqueles	que	manifestarem	mais	dificuldade	ou	inibição	perante	
o equipamento. Aqui o papel do formador é de parceria, coleguismo e o momento é de 
sensibilidade e disponibilidade para com o outro e seus sentimentos.
D. Atividade de reflexão apoiada em vídeo
1. Organizar-se para que os cursistas usem o mouse para assistir ao vídeo, "Do sonho 
aos ares" (Santos Dumont). Esta atividade requer preparo prévio: a) disponibilizar o arqui-
vo do vídeo na telados computadores para facilitar o acesso – também está no CD-ROM; 
b) elaborar sinopse depois de assistir ao vídeo e disponibilizar em arquivo na tela.
ATIVIDADE DE EXECUÇÃO 4
Agora que já está logado, vamos prosseguir nossos estudos sobre o tema des-
ta unidade. Você vai utilizar alguns arquivos que estão no CD-ROM do curso; 
basta inseri-lo no drive do computador; ele está programado para iniciar auto-
maticamente. Vamos assistir ao vídeo? Nesta atividade, conte com a ajuda do 
formador para localizar o arquivo do vídeo sugerido. 
 “Do sonho aos ares” 
(Santos Dumont
Fonte do ícone: curso TV 
na escola e os desafios 
de hoje, v.2, p. 45
2. Explore o conteúdo do vídeo e o próprio vídeo. O motivo dessa escolha foi trabalhar 
a idéia da evolução de tecnologia a partir da atividade humana. Todos os detalhes são 
interessantes, inclusive a tecnologia preto e branco do vídeo e a qualidade da gravação. 
Faça comparações com a situação atual da aviação e da produção de vídeos. 
3. Discuta o esforço de Santos Dumont em construir um aparelho que permitisse ao 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
46
ATIVIDADE DE ELABORAÇÃO 1 (PÁGINA 28)
Você vai explorar e responder essas e outras perguntas escrevendo sobre você, 
sua vida e atividades que desenvolve, buscando resgatar seus momentos de 
relacionamento com algum tipo de tecnologia e com computadores. 
Primeiro	deixe	suas	idéias	fluírem	livremente,	anotando-as	e	procurando	orga-
nizá-las. Em seguida planeje seu texto ou faça um roteiro. Escreva e revise suas 
idéias e o texto elaborado. 
Completando esta atividade, mais adiante nesta unidade, você utilizará um pro-
grama de edição de texto para registrar a sua síntese, que surgiu a partir do 
vídeo,	“Do	sonho	aos	ares”.	
homem voar e que iniciou uma série de transformações em nossas vidas, gerou novos 
materiais, mudou formas de transporte e muitas outras coisas. Contribuiu para a quebra 
de paradigmas da época. Estimule-os a comentar as características e as mudanças ob-
servadas no vídeo e na vida atual. 
4. Como essa atividade serve de base para elaborar um texto que será digitado e edi-
tado	com	o	programa	BrOffice.org	Writer,	reserve	tempo	para	essa	reflexão.	Use	as	ques-
tões propostas no texto da Unidade 1 na página 27 para orientar essa discussão:
“Como a história abordada no vídeo pode relacionar-se com a evolução 
tecnológica em geral e com a informática em particular? Essa evolução 
afeta nossas vidas? Como a informática pode modificar a sua vida pro-
fissional e pessoal? Alguma vez você sentiu necessidade de acessar a 
Internet? Para qual motivo?”
E. Atividade de reflexão apoiada na elaboração de texto síntese a partir do vídeo 
e do debate
1.	Após	a	discussão,	os	cursistas	elaboram	um	texto	(manuscrito)	contendo	as	refle-
xões mais importantes e que será utilizado para edição nesta e em outras unidades. Se 
houver possibilidade, os cursistas podem complementar a redação para o próximo encon-
tro. Veja as orientações para a redação:
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
47
F. Atividade de reflexão apoiada em resgate de conhecimentos prévios sobre a 
escrita e gêneros textuais
1. Este é o momento de resgatar conhecimentos prévios dos cursistas em relação à expe-
riência	deles	com	a	escrita,	que	já	faz	parte	da	vida	deles	pessoal	e	profissional.		
2. Recupere esse texto, na página 28.
"Você já chegou neste curso sabendo ler e escrever, além de utilizar textos escritos e 
orais em sua prática pedagógica. Será que alguma coisa muda porque passamos a 
incorporar o computador em nossas práticas sociais de escrita?"
a) Reserve tempo para que discutam livremente a partir da leitura em pequenos grupos 
para agilizar o pensamento e a troca de idéias. 
b) Destaque o conceito de gêneros textuais. Peça-lhes que consultem o verbete gêneros 
textuais, destacado em negrito no texto da unidade na página 29.
c) Comente com eles os gêneros textuais conhecidos e os que estão mencionados na dica 
ao lado, que está na página 29.
d) Promova a discussão das alterações que podem ocorrer nos gêneros textuais que os 
cursistas mencionarem quando se passa a utilizá-los no computador.
e) Explore características conhecidas dos textos escritos, como se detalha no trecho que 
está na página 29.
"Alguns elementos costumam estar presentes nos textos escritos, como títu-
lo, autoria, parágrafos, letras, sílabas, acentuação, sinais gráficos, elementos de 
destaque, marcas de ritmo, de interlocução, símbolos icônicos, ilustrações, es-
quemas gráficos, tabelas e na organização do texto, como introdução, desenvol-
vimento, considerações finais, referências bibliográficas, glossário, atividades, 
destaques, questionamentos, organizadores prévios e assim por diante." 
f) A importância desta atividade exploratória é o foco na forma de elaboração dos textos, 
a partir da experiência prévia dos cursistas com textos e seus formatos que ajudará a per-
cepção de detalhes importantes no momento da digitação e depois na edição. 
[ G L O S S Á R I O ]
Gênero textual: padrão de comunicação 
criado pela combinação de forças 
individuais, sociais e técnicas implícitas 
numa situação comunicativa. O gênero 
textual estrutura a comunicação ao 
criar expectativas que os participantes 
partilham acerca da forma e do conteúdo 
da interação, atenuando assim a pressão 
da produção e interpretação. (Erickson, 
2000, p.3)
DICA: 
Exemplos de gêneros textuais 
podem ser orais, como o 
telefonema, a cantiga de ninar; 
escritos, como a carta comercial, a 
carta pessoal, o cardápio, a receita 
culinária, a bula de remédio, a 
tirinha de jornal, a aula expositiva, 
as instruções de uso, o romance, o 
índice remissivo, o bilhete, o conto, 
o anúncio classificado, a notícia 
de jornal, o editorial, o artigo 
científico, etc. São familiares, 
não? O que muda quando se usa o 
computador?
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
48
G. Iniciando o uso do editor de texto BrOffice.org Writer
1. Estamos iniciando o tópico. Foi feita apenas uma chamada para que os cursistas 
percebam que vão mudar de atividade passando para a digitação. Mas há atividades pre-
paratórias antes disso ocorrer efetivamente. Veja algumas delas:
G.1. Atividade de digitação com exploração do teclado
A atividade é conhecer o teclado e suas funções especiais na digitação. Trabalhe em 
duplas, deixe os cursistas se movimentarem à vontade para que possam explorar detalha-
damente o teclado. Veja a atividade de execução proposta, que está na página 30.
a) Faça uns exercícios orais de repetição para que memorizem a localização das teclas 
principais (como brincadeira mnemônica – ou seja, associar rimas, palavras, letra de 
música a detalhes que desejamos memorizar);
n Sugestão: dividir o teclado em cinco áreas: os números, o alfabeto, os sinais grá-
ficos,	as	teclas	ENTER,	ShIFT,	CONTROL,	CAPS	LOCK,	DELETE,	BACKSPACE,	ALT. 
Por último, as teclas de funções. Não esqueça de destacar a tecla PRINT-SCREEN, 
pois será útil em outras unidades na edição e inserção de imagens e captura de telas 
e janelas.
b) Explore todas as orientações contidas no texto da unidade sobre o teclado.
c) Se dispõe de conexão à Internet, estimule-os a visitarem o site indicado na página 31 
para aprender a digitar com mais agilidade.
ATIVIDADE DE EXECUÇÃO 5
Vamos usar o teclado? 
Para digitar e introduzir informações no sistema que gerencia o programa editor 
de texto que vamos usar, você precisará utilizar o teclado, que possui teclas 
com letras, números e outras funções especiais. 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
49
ATIVIDADE DE ELABORAÇÃO 2
Vamos por etapas:
n Recupere o texto manuscrito que preparou – servirá como base para a digi-
tação.
n Planeje o tipo de texto que vai usar: pode ser uma carta a alguém que não está 
( S A I B A M A I S )
Que tal aprender a posicionar os dedos no teclado?
Você encontrará a posição dos dedos no teclado para digitar corretamente no link: 
Você tambémpode exercitar o uso do teclado para aumentar a velocidade da digi-
tação e memorizar a posição das letras e teclas mais importantes. 
Visite o site indicado.
Sugestão: se você dispõe do equipamento datashow no laboratório, visite o site e 
mostre detalhes das orientações e possibilidades. Como só vamos tratar da navegação 
na Internet na próxima unidade, é mais adequado que você mesmo demonstre-as a eles. 
Se for possível, salve-as como arquivo e as armazene numa pasta nos computadores do 
laboratório.
G.2. Esta é a chamada que está no texto da Unidade 1, página 31: "Vamos digi-
tar?"
1) É um estímulo inicial à digitação, mas ela ainda está sendo preparada.
2) Para digitar é preciso elaborar um texto, que, neste caso, recupera o texto manuscri-
to elaborado após a discussão apoiada na exibição do vídeo.
3) Nesta fase, o que queremos é que os cursistas reorganizem o texto preliminar esco-
lhendo um formato de texto (gênero textual). Isso visa a facilitar a formatação de acordo 
com essa escolha quando digitarem (está na página 31).
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
50
no laboratório, mensagem de abertura do jornal da escola em que trabalha (mesmo 
que ainda vá criá-lo), folheto de divulgação dos conceitos estudados, resenha, rela-
tório do que aprendeu, ou outro que preferir. A escolha é sua. 
n Reorganize o texto para atender às características do tipo de texto escolhido: 
faça os ajustes que forem necessários, introduzindo elementos que faltam, me-
xendo na estrutura de apresentação das idéias, no modo de concluir e assim por 
diante.
n Essa etapa é fundamental daqui para a frente, pois seu texto começa a ter ca-
ráter de publicação. 
n	Uma	vez	aberto	o	programa	BrOffice.org	Writer,	iniciaremos	a	digitação	do		tex-
to de síntese que você elaborou a partir do vídeo, dos textos recomendados, das 
reflexões	realizadas	e	do	tipo	de	texto	que	escolheu	digitar.
Se considerar complicado demais fazer isso no encontro presencial, sinta-se à von-
tade para permitir que digitem o texto tal como está e que realizem essa atividade a 
distância. Você pode também substituir essa atividade por outra que considere mais 
pertinente.
G.3. Atividade de criação de pasta do usuário
1) Atividade preparatória para salvar o texto digitado como arquivo. Crie a pasta de 
usuário para nela guardar o arquivo (página 33):
ATIVIDADE DE ELABORAÇÃO 3
É possível guardar arquivos em vários locais:
n No Linux Educacional - na sua pasta Home, no disco rígido, em uma unidade 
de rede, em um disquete, em um CD gravável, etc. No Windows - na pasta “Meus 
documentos”.
Crie sua pasta.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
51
ATIVIDADE DE ELABORAÇÃO 4
n Localize o cursor na tela, no ponto de inserção (representado por uma linha 
pequena vertical piscando no canto superior direito de sua página), e comece a 
escrever a partir desse ponto.
a)	Explore	a	relação	de	pastas	no	computador	com	pastas	de	um	fichário	guardadas	
num armário de aço ou madeira – é uma associação com a experiência prévia dos 
cursistas, que possibilita um enlace cognitivo com a atividade que vão executar. 
Peça que explorem as orientações que estão no texto da unidade sobre isso.
b)	Oriente-os	na	escolha	dos	nomes	dos	arquivos	para	facilitar	a	identificação	pos-
terior a partir das orientações que estão no texto da Unidade 1 sobre isso.
G.4. Vamos iniciar o editor de texto BrOffice.org Writer?
1)	A	orientação	para	abrir	o	programa	editor	de	texto	BrOffice.org	Writer	está	no	texto	
da unidade, na página 35.
a) Associar a idéia de página de texto na tela comparando-a a uma página de papel, 
para recuperar imagem que é do conhecimento prévio dos cursistas (veja frase no 
texto-base).
b)	Explorar	a	área	de	trabalho	do	editor	de	texto	BrOffice.org	Writer	:	barra	de	título,	
barra de comandos, barra de ferramentas, barra de formatação. Use as descrições 
que estão no texto da unidade.
2) Estimule os cursistas a clicarem nas barras da área de trabalho para conhecerem o 
conteúdo de cada menu. É importante que não tenham receio nessa exploração. 
a) Fique atento aos mais tímidos. Faça com que os cursistas se revezem para que 
cada um deles possa explorar a janela de documento do editor de texto. 
b) Familiarizar-se com a tela, saber onde está cada comando é o que se pretende.
Reflita	sobre	a	importância	delas	para	a	edição	de	textos.	Estimule-os	a	reconhecerem	
os ícones, fazendo jogos orais de brincadeira de memorização e de localização.
3) Etapa de digitação propriamente dita - siga a orientação do texto. Não é o momento 
de tratar da edição de letras, parágrafos, etc., mas o de digitar o texto elaborado.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
52
n Digite seu texto: proceda como se estivesse escrevendo numa folha de papel:
n Planeje os pontos importantes para o tipo de texto que escolheu redigir (na 
Atividade de Elaboração 2). Antes de começar, adapte o texto aos seus objetivos 
e à forma convencionada.
n	No	alto,	identifique-se	(escreva	seu	nome,	a	data	de	digitação	e	a	unidade	a	que	
se	refere).	Faça	um	cabeçalho	identificador	do	texto.	Comece	por	uma	introdução;	
desenvolva suas idéias e tire conclusões de acordo com o tipo de texto escolhido. 
Observe a letra maiúscula no início de cada frase.
n Neste momento, preocupe-se em digitar o texto, mesmo que tenha dúvidas 
quanto à melhor forma, destaques, etc. Depois terá oportunidade de melhorá-lo 
e complementá-lo nesse sentido, utilizando outros recursos do programa durante 
o curso.
4)	Aparece	a	chamada	“Vamos	guardar	o	texto	digitado?”.	
a) Cada cursista salva o texto digitado como arquivo na sua pasta de usuário anterior-
mente criada, seguindo os passos contidos no texto da unidade.
G.5 Atividade de formatação do texto
1)	A	chamada	“Vamos	editar	o	texto	digitado?”,	página	40,	inicia	a	formatação	do	tex-
to. Os cursistas começam a utilizar alguns dos recursos do programa de edição de texto. 
Veja as chamadas principais que aparecem no texto; peça aos cursistas para seguirem as 
orientações tirando dúvidas, esclarecendo sobre o uso do mouse para ativar os comandos 
desejados.
a)	Como	modificar	a	letra	(fonte)	e	o	alinhamento?	Aprender	a	selecionar	o	texto	a	modificar.
b)	O	que	posso	alterar	no	texto	selecionado?	Modificar	a	letra	(fonte),	palavra,	ou	parágrafo.
c)	Modificar	o	alinhamento	do	texto.
d) Outras possibilidades de formatação.
H. Encerrando os trabalhos com o editor de texto BrOffice.org Writer
1) Exploramos aqui como se faz para sair do editor de texto. Não deixe de comentar 
as teclas especiais que permitem atalho para sair, minimizar, maximizar e fechar a janela e 
rolar a página para cima e para baixo.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
53
2)	A	chamada	“Como	desligar	o	computador?”	inicia	a	orientação	para	se	desligar	o	
computador; aproveite para recuperar o hábito inicial de ligar e desligar computador e 
estabilizador.
I. Concluindo com atividade de prática pedagógica na escola
1) Essa parte do texto contém uma síntese do que foi abordado na unidade e onde 
também se anuncia o que será trabalhado na Unidade 2. Estimule os cursistas a reverem 
o texto, a praticarem, se tiverem acesso a um computador.
2) A atividade que se segue é uma atividade complementar, para estimular o uso de 
tecnologias na escola em que os cursistas atuam. Embora voltada para alunos, pode ser 
reorganizada para o trabalhos dos gestores, com vistas à busca de soluções para proble-
mas vivenciados na comunidade escolar.
a) Deixe que escolham o que desejam e podem fazer: tema, tipo de trabalho, com 
quem, para quê. O importante é conversar sobre isso na sala, antes que se retirem.
ATIVIDADE DE PRÁTICA PEDAGÓGICA 1
Vamos usar cada vez mais os recursos do computador e dos programas nas ativida-
des de sua prática pedagógica e na vida cotidiana. Que tal propor-se a organizar uma 
publicação com seus alunos? Que tema escolher?
Você poderia explicar sobre as tecnologias, a contribuição que pode dar à solução de 
problemas da comunidade escolar, como melhorara infra-estrutura tecnológica da 
escola, a participação da família, a violência na escola, a gravidez na adolescência, 
problemas da falta de saneamento básico, a coleta seletiva do lixo, entre outros. O 
tema também poderia ser de uma unidade de conteúdo bimestral da série em que 
atua, por exemplo. 
Elabore sua proposta de acordo com o tema escolhido. Assim, você poderá elaborar 
os textos e utilizar os recursos de edição, nas atividades das próximas unidades de 
estudo e prática.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
54
b) Explore as referências, destacando as que estão na Internet, mesmo que só o 
possam fazer depois. Lembre-se de que haverá alguns textos no CD-ROM. Localize-
os previamente e ensine como encontrá-los.
3) Seria interessante reservar outros horários para que os cursistas possam realizar 
essa prática no próprio laboratório de tecnologia educacional, desde que essa ativida-
de seja viável dentro da rotina da escola e do uso do laboratório pelos demais.
4) Sugerimos concluir o encontro presencial com dinâmica de confraternização, ex-
plorando as emoções e as conquistas dos cursistas, como entraram no curso e como 
estão saindo dessa atividade inicial. 
a) Focalizar os progressos realizados em iniciar o computador, localizar os progra-
mas, o vídeo, as imagens na tela do computador, etc. Restabeleça os laços afetivos 
criados durante as atividades, valorizando essa conquista. Ressalte a relação e a coo-
peração entre as duplas de cursistas por computador e os trabalhos coletivos. 
b) Seria bem oportuno se você pudesse imprimir a produção textual dos cursistas e 
socializá-la	em	mural,	bem	como	algumas	informações	interessantes	do	perfil	pessoal	
e	profissional	dos	cursistas,	talvez	como	destaque	semanal.	Alimentar	o	mural	sema-
nalmente pode ser motivador e garantir o entusiasmo na superação das atividades e 
suas	dificuldades.	
c) Poderia solicitar aos cursistas que tragam elementos interessantes para agregar 
ao mural, principalmente abordando o tema das tecnologias digitais e inclusão digital e 
social.
5) Estimule-os a estudar o texto dessa unidade e a consultá-lo sempre que preci-
sarem. Estimule-os a praticarem a digitação e o uso do mouse se tiverem acesso a 
computador	fora	do	curso.	Leia	o	texto	da	seção	“Concluindo”,	que	faz	um	balanço	da	
Unidade 1 e sinaliza para a Unidade 2.
Lembre-se de solicitar a leitura e o estudo prévio da Unidade 2, como atividade pre-
paratória individual obrigatória. Assim a atividade no laboratório será mais produtiva.
Daqui para a frente, estaremos solicitando cada vez mais processos lógicos de tra-
balho no computador. Estimule a formação de hábitos de inicialização dos trabalhos, 
inserindo mensagens iniciais na tela dos computadores.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
55
Sugerimos que elabore novos mapas conceituais, referentes aos conteúdos abor-
dados em cada unidade. É importante que os salve como arquivo e disponibilize-os no 
desktop	dos	computadores	no	laboratório.	Se	o	fizer,	peça	aos	cursistas	que		usem	o	
mouse para visualizar o arquivo correspondente antes de iniciar a unidade. Também 
pode imprimir e distribuir cópias impressas ou em arquivos, para que a possam con-
sultar enquanto estudam. Estimule-os a elaborar seus próprios mapas, como apoio à 
sistematização e controle do aprendizado.
Desejamos que realize um bom trabalho nessa unidade e nas seguintes.
A Coordenação do curso
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
56
6. Comentários sobre atividades da Unidade 2: "Navegação, pesquisa 
na Internet e segurança"
Estratégia de trabalho: É praticamente a mesma usada para comentar a unidade ante-
rior. Nesta análise vamos intercalar comentários com cópias de fragmentos de texto e de 
atividades para os cursistas contidas na Unidade 2. 
Manteremos títulos e as atividades em boxes conforme o texto da unidade para facilitar 
a	 identificação	e	nossos	comentários	serão	numerados.	Faremos	comentários	e	desta-
ques em texto aberto para não confundir com os utilizados no texto da Unidade 2. Pro-
curaremos manter a referência de conteúdo usada no texto da unidade, mas em alguns 
momentos será preciso agrupá-la. Como o texto é explicativo e tem características de 
tutorial	ou	passo-a-passo,	alguns	trechos	serão	saltados,	para	agilizar	a	reflexão.	
Com esta unidade iniciamos a navegação na Internet. É um momento para construir 
uma série de hábitos de estudo e trabalho que repercutirão sobre as atividades proposta 
no	curso	como	um	todo	e	na	vida	pessoal	e	profissional	dos	cursistas.		
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
48
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
49
Apresentação
 
Nesta unidade vamos navegar pela rede mundial de computadores. A Internet é uma 
rede de comunicação de milhões de computadores conectados, que oferece inúmeros 
serviços. São bilhões de páginas publicadas sobre os mais variados temas, organizadas 
em websites. 
É possível realizar pesquisas na Internet utilizando programas de navegação para lo-
calizar informações e ferramentas de busca, que possibilitam refi nar os resultados en-
contrados sobre um determinado assunto. Se, por um lado, a quantidade de informações 
disponível na Internet representa um enorme avanço na democratização de acesso, por 
outro, ela cria a necessidade de separar o que é de interesse, de qualidade e de confi -
ança. 
Além disso, nesse mar de possibilidades também há muitas armadilhas. Daí os cuida-
dos com a segurança serem primordiais, para não sermos surpreendidos com invasão de 
nossas máquinas por pessoas indesejadas e/ou contaminadas por programas denomina-
dos vírus de computador, que podem provocar toda sorte de problemas ao usuário comum 
e às instituições.
E ainda há o desafi o de aproveitar essas informações na vida cotidiana e na escola 
por professores, alunos e gestores, em várias modalidades de uso da Internet na apren-
dizagem, como teleacesso, publicação virtual, telepresença, teleconsulta, teleparticipação, 
telecolaboração, etc.
NAVEGAÇÃO, PESQUISA NA 
INTERNET E SEGURANÇA NA REDE
2. [ G L O S S Á R I O ]
Website: conjunto de páginas ou 
ambiente na Internet que é ocupado 
com informações (textos, fotos, 
animações gráfi cas, sons e até vídeos) 
de uma empresa, governo, pessoa, etc. 
É o mesmo que site.
Internet: rede em escala mundial de 
milhões de computadores conectados, 
também conhecida como web.
Iceweasel: software livre de 
navegação, que roda em ambiente 
Linux e Linux Educacional.
DICA:
Estimule a formação de hábitos ao 
navegar na Internet. 
Estimule a socialização das 
descobertas.
Abra espaço para atividade de 
socialização de notícias em cada 
encontro presencial.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
57
As atitudes dos cursistas em relação à navegação na Internet precisam ser trabalhadas 
para	que	possam	sentir	mais	gratificação	pelo	êxito	obtido	nas	atividades	e	menos	inibi-
ção diante de eventual falta de familiaridade na leitura de tela, de exploração dos menus 
contextuais dos sites visitados.
Os primeiros termos técnicos relacionados à navegação e à Internet começam a ser 
utilizados. Organize atividades para familiarizar os cursistas com essa nomenclatura, 
orientando-os a sempre utilizar o glossário para as palavras negritadas em azul no corpo 
do texto. 
Nesta etapa, algumas palavras fundamentais foram apresentadas em glossário aberto 
na margem do texto para facilitar a compreensão imediata com a leitura. Entretanto, há 
muitas outras que podem ser consultadas para aprofundamento. 
Incentivar, desde o início, a consulta a glossários impressos, off-line e on-line é colabo-
rar para a formação de hábitos adequados de estudo; por isso sugerimos que você tam-
bém o utilize rotineiramente nos encontros presenciais. Sempre que realizar atividades de 
navegação na Internet, não deixe de visitar e pedir que os cursistas explorem alguns deles. 
Nos sites de construção cooperativa, poderão preparar verbetes e incluí-los no acervo,central desse Programa é a inserção de tecnologias da informação e co-
municação (TICs) nas escolas públicas brasileiras, visando principalmente a:
a) promover a inclusão digital dos professores e gestores escolares das escolas 
de educação básica e comunidade escolar em geral; 
b)	 dinamizar	e	qualificar	os	processos	de	ensino	e	de	aprendizagem	com	vistas	à	
melhoria da qualidade da educação básica. 
Esse	Programa	cumprirá	suas	finalidades	e	objetivos	em	regime	de	cooperação	e	
colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.
APRESENTAÇÃO
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
8
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
9
Caro(a) formador(a),
 
Seja bem-vindo(a) ao Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Edu-
cacional – Proinfo Integrado. 
Esse programa, promovido pela Secretaria de Educação a Distância (Seed/MEC), em 
parceria com o Conselho dos Secretários Estaduais de Educação (Consed) e com a União 
Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), é constituído por um conjunto 
de processos formativos que tem como objetivos promover a inclusão digital dos profes-
sores e gestores das escolas públicas e dinamizar os processos de ensino e de aprendiza-
gem com vistas à melhoria da qualidade da educação básica. 
São duas as principais ações desse programa: o curso Introdução à Educação Digital 
(40h) e o curso Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TICs (140h).
O curso Introdução à Educação Digital tem como objetivo contribuir para a inclusão 
digital de profissionais da educação básica dos sistemas públicos de ensino (professores e 
gestores escolares). Tem também a intenção de promover a reflexão sobre o impacto das 
transformações provocadas pela evolução das mídias e da tecnologia na sociedade e, a 
partir do uso de recursos tecnológicos do computador, dinamizar as práticas pessoais e 
pedagógicas.
Desejamos sucesso na sua prática pedagógica e no atendimento aos cursistas.
A coordenação do curso
MENSAGEM AOS FORMADORES
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
10
Introdução
Os temas, princípios e valores que aqui abordamos permeiam as orientações aos cursis-
tas. Esperamos que compreendê-los contribua para que você possa atuar em consonância 
com o referencial teórico e metodológico que norteou a elaboração dos materiais do curso 
Introdução à Educação Digital.
O primeiro ponto é o reconhecimento das características da sociedade atual, que afe-
tam os ambientes de educação e trabalho. Vivemos em um cenário sociocultural que afeta 
e modifica nossos hábitos, nossos modos de trabalhar e de aprender, além de introduzir 
novas necessidades e desafios relacionados à utilização das tecnologias de informação e 
comunicação - TICs. Os computadores começam a se fazer presentes em todos os lugares 
e, junto às novas possibilidades de comunicação, interação e informação advindas com a 
Internet, provocam transformações cada vez mais visíveis em nossas vidas.
Por isso, é importante saber que a equipe elaboradora dos materiais do curso Introdução 
à Educação Digital buscou familiarizar, motivar e preparar os professores e gestores 
escolares da rede pública de educação básica a utilizar computadores e seus aplicativos, 
bem como os recursos tecnológicos disponíveis na Internet.
Como formador, tenha clareza de que não se trata de um curso que se propõe a re-
duzir o uso do computador a processos meramente operativos, embora reconheçamos 
que dominá-los é etapa necessária para a construção de esquemas mentais que facilitem 
seu uso.
No curso, estimulamos professores e/ou gestores escolares a desenvolver atividades 
significativas com os instrumentos tecnológicos do pacote Linux Educacional. Diversos 
temas foram abordados apoiando-se em reflexão sobre o contexto tecnológico da socie-
dade do conhecimento, suas potencialidades e a necessidade de cada um empreender 
um esforço sistemático de clarificar o porquê e para que utilizar essas atividades na vida 
cotidiana e na escola com base em diálogo, criatividade e competência comunicativa.
Parte I. 
O curso Introdução à Educação Digital1: 
orientações aos formadores
1 Este guia do formador foi adaptado de texto de 
colaboração de Leda Fiorentini (2008) e do guia 
do curso TV na Escola e os Desafios de Hoje, 3ª 
edição, Brasília: SEED & UniRede, 2003.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
11
1. Objetivos deste guia
n Refletir sobre inclusão digital e social e a contribuição do curso Introdução à Educa-
ção Digital nessa direção, como parte de política pública de formação continuada de pro-
fessores e gestores escolares.
n Estimular a superação de representações ingênuas e equivocadas com relação à 
tecnologia e seu papel no contexto da dinâmica social, com seus modismos tecnológicos, 
recursos e materiais didáticos vistosos que seduzem, mas nem sempre têm a adequada 
qualidade pedagógica.
n Oferecer subsídios para a compreensão da proposta pedagógica do curso, como 
referência para o planejamento, oferta, orientação acadêmica e apoio sistemático aos cur-
sistas, em prol da aprendizagem.
n Refletir sobre propostas para dinamizar a prática pedagógica dos formadores e a 
vivência dos cursistas, com o uso de softwares livres utilizados no curso.
n Refletir sobre aspectos e características da aprendizagem a serem levados em conta 
nas atividades e no atendimento aos cursistas.
n Estimular a organização e sistematização de conteúdos em vários tipos de textos, com 
vistas à realização de atividades, experiências comunicativas e cooperativas de aprendiza-
gem, dinâmicas, com e sem conexão à rede mundial de computadores, com cursistas e 
demais formadores. 
n Estimular a busca de soluções aos desafios provocados pelos diferentes perfis dos 
cursistas, múltiplas possibilidades de trajetos de estudo e pesquisa, leitura, navegação, 
elaboração, socialização, produção, publicação de idéias, reflexões.
n Estimular a pesquisa na Internet e a construção de blog do formador e outras formas 
de publicação na rede.
2. Proposta pedagógica do curso 
Sua proposta pedagógica está embasada nos seguintes fundamentos pedagógicos:
Formação	contextualizada	significativa	que	busca	envolver	o	cursista	na	análise	e	•	
solução de problemas/questões que fazem parte de sua vivência.
Promoção da autonomia do sujeito.•	
Interação na aprendizagem e construção do conhecimento.•	
Que transformações provocam os 
meios de comunicação integrados 
aos computadores?
Quais os novos modos de aprender?
Qual o papel do educador ante as 
tecnologias?
Como usar o computador nas 
atividades escolares? E na vida 
cotidiana?
Por que comunicar-se via Internet, 
criar blogs e publicar conteúdos?
Como aprender a fazê-lo? O que 
muda?
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
12
Tecnologias	como	meio	e	não	como	fim.•	
Relação	ação/reflexão/ação	constante.•	
Ênfase na aplicação prática no trabalho docente.•	
Como projeto político-pedagógico, o curso procura garantir aos professores e gestores 
escolares oportunidades de exercício consciente e ativo de seu papel de protagonistas 
e interlocutores. Espera-se que se tornem aprendizes-autores e que socializem suas 
produções de várias maneiras e recebam contribuição dos demais, conectados ou não à 
Internet, contando com a orientação e apoio dos formadores, seus parceiros no curso e na 
prática profissional.
Entre os cursistas encontram-se professores e gestores de várias áreas curriculares, 
provenientes de lugares diferentes com sexo, idade, tipos e tempos de experiências 
profissionais variados. Tal variedade de perfis dos cursistas deve servir de referência ao 
planejamento, oferta, resultados e avaliação do curso. Como formador, sua experiência 
com a informática, a autoria e a docência também é variada e determinante do sucesso 
deste trabalho. 
( D E S T A Q U E )
Consideramos tarefa essencial de todos valorizar a diversidade e a diferença que 
cada	um	dos	cursistas	e	formadores	traz	em	sua	bagagem	pessoal	e	profissionalquando já tiverem aprendido a fazer o upload em unidades mais à frente no curso.
Uma atividade opcional interessante pode ser complementá-lo com texto e imagem, 
assim que os cursistas estiverem com mais prática no uso do programa de navegação, 
para localizar informações nos sites e nos dicionários on-line de tecnologia.
Sugestão: estimular a organização de um arquivo de texto contendo referências obti-
das na Internet. Considere que é preciso ensinar, desde o início, a armazenar informações 
úteis a respeito dos sites visitados: nome, endereço eletrônico, seções de interesse. 
Procedimento similar deve existir quanto a artigos, reportagens, imagens que venham 
a ser de interesse do cursista: título, autor, link de acesso, licença de uso, data de acesso 
e link para baixar os arquivos. Sempre será possível agregar informações do tipo “saiba 
mais”	sobre	os	sites	visitados,	criando	verbetes.	
Esse tipo de anotação pode ser feito em todas as atividades que exijam pesquisa na 
Internet, seja para localizar, seja para baixar o arquivo. Se os cursistas pretendem usar 
essa informação, o cuidado com direitos autorais precisa ser incentivado. Um arquivo de 
referências criado no editor de texto e alimentado durante o curso é nossa proposta. 
Além do que, isso também contribui para superar a noção ingênua de que navegar na 
Internet é apenas digitar endereços eletrônicos e clicar. Há todo um universo de atividades 
socioculturais individuais e coletivas que a rede mundial de computadores proporciona e 
que pretendemos abordar neste curso como base para a inclusão digital e social. 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
58
a) Recuperando os objetivos de aprendizagem da unidade
• Navegar pela Internet com o software livre de navegação, Iceweasel, prevenindo-se 
de riscos.
• Refletir sobre a importância da navegação na Internet na sua vida e na educação.
• Identificar procedimentos de segurança na web.
• Utilizar recursos básicos e simples para realizar pesquisa na Internet.
• Armazenar os sites visitados no recurso FAVORITOS do navegador.
• Exportar textos como arquivo PDF no editor de texto.
• Salvar o documento com outro nome no editor de texto.
Veja-os no contexto do material impresso, na página anterior e nesta:
b) Análise do texto “A Metáfora do Lápis”
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
50
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
51
Objetivos de aprendizagem desta Unidade de Estudo e Prática:
n Navegar pela Internet com o software livre de navegação, Iceweasel, prevenindo-se 
de riscos.
n Refl etir sobre a importância da navegação na Internet na sua vida e na educação.
n Identifi car procedimentos de segurança na web.
n Utilizar recursos básicos e simples para realizar pesquisa na Internet.
n Armazenar os sites visitados no recurso FAVORITOS do navegador.
n Exportar textos como arquivo PDF no editor de texto.
n Salvar o documento com outro nome no editor de texto.
Introdução
Estamos cada vez mais rodeados de artefatos, objetos, bens e símbolos que remetem à 
tecnologia. Os meios de comunicação constantemente divulgam produtos e serviços tecno-
lógicos para facilitar o cotidiano das pessoas, tornando a vida mais confortável, mais rápida, 
mais	efi	ciente,	mais	ágil.	Vivemos	na	era	da	tecnologia	da	informação,	também	conhecida	
como sociedade do conhecimento.
A história da tecnologia tem início quando os seres humanos começaram a criar e usar 
ferramentas de caça e de proteção. Inclui, em sua cronologia, o uso dos recursos naturais, 
porque, para serem criadas, todas as ferramentas necessitaram, antes de qualquer coisa, 
do uso de um recurso natural adequado. Deste ponto de vista, a tecnologia está presente 
tanto numa enxada quanto num computador. 
[ D E S T A Q U E ]
O laboratório de computador: uma má idéia, 
atualmente santifi cada - Gavriel Salomon 
Há 20.000 anos, quando nossos ancestrais habitavam as 
cavernas, as crianças - que não tinham idade para caçar - eram 
diariamente mandadas a uma sala da caverna, para diminuir 
a destruição e o incômodo que causavam. O mais distinguido 
ancião da tribo que tivesse passado da idade de caçar era en- Autor: Evangelos Vlasopoulos
http://www.sxc.hu/photo/908612
carregado delas, e o melhor que podia fazer era ensinar-lhes a tradição, a mitologia, e a boa 
conduta na vida diária da tribo. Decorando, as crianças eram logo capazes de recontar, pa-
lavra por palavra, a história do Grande Orelha, o grande caçador de mamutes, de contar nos 
dedos	dos	pés	e	das	mãos	o	número	de	folhas	de	fi	go	necessárias	para	temperar	uma	sopa	
de	leão	para	doze	pessoas	e	de	recitar	os	17	versos	do	grande	poema	“Fogo	que	Podia”.	
Aprender	não	era	fácil.	Afi	nal,	só	havia	uma	quantidade	determinada	de	coisas	que	pode-
riam ser memorizadas mecanicamente e só cálculos simples poderiam ser feitos nos dedos 
das mãos e dos pés. Ainda assim, esse aprendizado era realizado com prazer por todos. 
Um dia, a palavra chegou com os pássaros migratórios de uma nova tecnologia, uma 
“tecnologia	em	muitos	séculos	de	invenções”:	O	Lápis.	Foi	um	burburinho	é,	sem	hesitação,	
dois anciões foram mandados à Grande Caverna para aprender tudo sobre aquela maravilha. 
Quando voltaram, uma sala especial da caverna foi imediatamente aparelhada para fazerem 
estudos sobre o lápis. Foi acarpetada com as maiores folhas de mamoeiro e mobiliada com 
almofadas especiais, feitas de pêlo de camelo (daí a origem da palavra software). Nenhuma 
criança podia entrar na sala sem lavar as mãos! 
Fascinado com a nova tecnologia, o ancião mais voltado para o futuro foi nomeado para 
começar o planejamento e o ensino dos Estudos sobre a Capacidade do Lápis na sala re-
cém-aparelhada. Aliás, bastante cedo, surgiu um completo e o mais interessante currículo de 
Lapislogia. E como era interessante! O currículo trazia tópicos maravilhosos! Como apontar 
um lápis e como usar a outra ponta para apagar; como equilibrar um lápis na orelha e como 
segurá-lo entre os dedos. A criança estudiosa, que tivesse sido bem sucedida nessas eta-
pas	mais	difíceis,	poderia	começar	a	usar	o	LapisLogo	(para	desenhar	fl	ores),	o	LapisScribe	
(para rabiscar letras) e o LapisSupposer (para traçar a área de folhas de desenho incomum). 
As crianças mais bem sucedidas, a nata da nata, poderiam ainda entrar no LapisBase - para 
enumerar as invenções de armas da tribo, o campo de caça e a família das árvores. 
Um desenvolvimento interessante deu-se bem diante dos olhos dos anciães. As crianças 
começaram a escrever. 
Havia, é claro, alguma preocupação com relação à possibilidade de esse novo empreen-
dimento interferir (ó Deus!) no que tinha sido desenvolvido no ensino de rotina da caverna 
regular. Lá, os professores (naquele momento já havia dois) estavam verdadeiramente preo-
cupados como fato de que a introdução do lápis na sala privilegiada pudesse forçar algumas 
mudanças no aprendizado mecânico, tão bem estabelecido. Na verdade, havia uma mulher 
da tribo, conhecida pelo seu modo provocativo de encarar a vida (ela uma vez sugeriu que as 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
59
1. Após a leitura e busca de palavras no glossário e/ou dicionário, a atividade mais 
importante é responder aos questionamentos inseridos na margem direita do texto da 
introdução da Unidade 2 e na chamada "Que tipo de informação podemos encontrar na 
Internet?", páginas 53.
[ Q U E S T I O n A M E n T O S ] p á g i n a 5 3
Que lhe parece poder ver, ouvir, ler, gravar, voltar atrás, avançar, enviar, receber, editar, 
revisitar,	modificar	os	textos	na	Internet?	Tal	condição	altera	a	relação	entre	quem	escreve	
e quem lê, já que são inúmeros os caminhos, tudo pode ser feito e refeito e cada um pode 
tornar-se autor ou co-autor de textos de outros enquanto navega.
[ Q U E S T I O n A M E n T O S ] p á g i n a 5 2
Que	recursos	você	gostaria	de	buscar	na	Internet	para	melhorar	suas	práticas	profissio-
nais? Sobre que assuntos?
a) Promova uma discussão das respostas doscursistas e sistematize as principais 
idéias trocadas. Retome as conclusões da atividade de abertura do curso e da Unidade 1 
sobre essa temática. 
b) Não deixe de comentar que a discussão é um processo de comunicação oral co-
nhecido e praticado pelos cursistas. Explore como poderia ser na Internet – o que mu-
daria. É um estímulo à percepção de se trata de uma transformação de práticas culturais 
conhecidas, que se reorganizam ao serem colocadas no ambiente virtual e por escrito, 
condicionadas pelos suportes tecnológicos de comunicação que estiverem sendo usa-
dos. 
c) Se dispõe de conexão à Internet no laboratório, use o link do box [Para Saber Mais] 
que remete ao site da Wikipedia e nele explore os verbetes tecnologia e futuro da Inter-
net. 
d) Questões de história da informática.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
60
•	 Que	lhe	parece	aproveitar	esta	unidade	para	que	os	cursistas	conheçam	um	pouco	
mais sobre a tecnologia do período que anteceu o advento das redes de computadores 
como as conhecemos hoje? 
•	 O	que	tínhamos	era	o	acesso	exclusivo	a	programas	desenvolvidos	para	uma	pla-
taforma	específica	de	hardware	e	software	e	programas	orientados	a	um	monousuário.	
Isso impedia que os programas desenvolvidos para uma plataforma rodassem em outra 
[PC,	MacIntosh	e	Unix]	e	os	usuários	ficavam	prejudicados	porque	não	podiam	ter	acesso	
a bons programas desenvolvidos para plataformas diferentes das que usavam. [Fonte: 
Campos et al. 2003. Cooperação e aprendizagem on-line. Ed. DP&A, p. 14]
•	 Outro	ponto	importante	é	o	uso	de	programas	que	só	permitiam	o	acesso	a	um	
usuário de cada vez sem permitir o compartilhamento de informações em tempo real. 
•	 Explore	conseqüências	sociais	do	progresso	 tecnológico	nas	 tecnologias	da	 in-
formática, que possibilitou apresentação, armazenamento e manipulação de informações 
em redes. [Fonte: Campos et al. 2003. Cooperação e aprendizagem on-line. Ed. DP&A, 
p.14-15].
e) Não se esqueça de mencionar o fato de que, para acessar serviços da Internet, 
precisamos estar conectados a um provedor de acesso e que é com esse endereço ele-
trônico que temos acesso aos serviços da rede mundial de computadores. 
f) Informe-se sobre a situação da conexão à Internet no laboratório de tecnologia 
educacional e comente com os cursistas. É interessante que eles conversem com a dire-
ção da escola sobre isso, para conhecer o caminho para se obter uma conexão na escola 
deles. Que tal um passo-a-passo desse tipo de iniciativa, segundo as possibilidades?
g) Outra atividade de pesquisa na Internet recomendada no texto da Unidade 2 é a 
leitura de jornais on-line. Se dispõe de conexão à Internet no laboratório, estimule-os a 
visitar os sites dos jornais indicados e outros que desejarem, inclusive revistas on-line de 
variedades	ou	científicas.	Comente	notícias	veiculadas	no	dia	ou	na	véspera,	inclusive	nos	
jornais da televisão.
C. "Vamos navegar?" Chamada no texto da Unidade 2 (página 54)
1) Explore a tela do programa de navegação Iceweasel e o portal de conteúdo educa-
cional do MEC, o WebEduc. As atividades propostas valorizam a exploração de detalhes 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
61
nas janelas que se abrem, a percepção de comandos de navegação e exploração de tex-
tos acessados por meio dos links que remetem a eles.
2) Como se trata da primeira atividade desse tipo, é preciso tanto explorar a navegação 
quanto	o	conteúdo	a	que	os	links	remetem.	Reserve	tempo	suficiente	para	que	realizem	a	
atividade,	ler	artigos	e	refletir	sobre	a	experiência.	Levante	dificuldades	no	uso	do	navega-
dor e no entendimento dos menus existentes nos sites.
D. "Você sabe o que é um vírus de computador?" Chamada no texto da Unidade 
2 (página 59)
1) Todo cuidado é pouco quando se trata de segurança no uso de computadores, 
conectados ou não à Internet. Os comentários e atividades, imagens usadas no texto da 
Unidade 2 focalizam os riscos e como evitá-los.
2) Aproveite para criar rotinas de varredura de vírus no computador com os cursistas, 
para que possam habituar-se a usá-las no laboratório.
3) Conectados à Internet, os cursistas podem pesquisar sobre antivirus na Internet, so-
bre a história do Cavalo de Tróia. Caso contrário, discuta os textos já incluídos na Unidade 
2.
4) Outra atividade sugerida é o download de programa antivirus. Caso ainda não haja 
antivirus instalado nos computadores do laboratório, poderia ser uma oportunidade para 
baixar o arquivo nos sites indicados e detalhar os procedimentos para a instalação. Cabe 
a	você	verificar	a	oportunidade	de	fazê-lo,	segundo	as	condições	do	local.
E. "Como achar qualquer informação nessa montanha de dados?" Chamada no 
texto da Unidade 2 (página 64)
1) Neste tópico abordam-se ferramentas de busca na Internet, suas funções e possibili-
dades dos provedores desse serviço. Apesar de explicada a escolha pelo serviço de bus-
ca Google, não esqueça de mostrar e utilizar outros programas de busca, se tiver conexão 
à Internet no laboratório. Explore os endereços fornecidos e a variação no tipo de resulta-
dos	de	busca	que	cada	um	oferece	e	as	vantagens	de	contar	com	essa	diversificação.
2) A atividade de pesquisa que se segue foi estruturada a partir da escolha de tema de 
interesse dos cursistas.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
62
PES SAQUI ATIVIDADE DE PESQUISA 1
Nesta atividade vamos iniciar uma busca, utilizando a ferramenta de busca na In-
ternet Google. 
•	Escolha	um	tema	relacionado	com	sua	área	de	atuação.	
•	Escolhido	o	tema,	faça	uma	pesquisa	utilizando	o	buscador	Google.	
•	A	partir	dos	resultados	dessa	pesquisa,	organize	uma	lista	de	endereços	virtuais	
que ofereçam recursos educativos para o melhor desenvolvimento do tema em sala 
de aula.
3)	“Começando	a	pesquisar”	é	a	próxima	chamada	no	texto	e	contém	uma	orientação	
detalhada para ajudar na navegação e entender a janela do programa utilizado. 
a) Estimule a pesquisa sobre outros assuntos e palavras-chave, como oportunidade de 
prática.
F. Vamos elaborar um mapa conceitual sobre tecnologias e inclusão digital? (pá-
gina 6)
1) Estimule os cursistas a elaborarem mapas conceituais seguindo a orientação. É 
importante	aprender	a	utilizar	essa	ferramenta	cognitiva,	de	natureza	gráfica,	para	siste-
matizar conteúdos pesquisados na Internet. Ajuda a organizar os conceitos e suas rela-
ções.
2) O próximo aspecto abordado é de fundamental importância para alertar e conter 
o deslumbramento que pode ocorrer pela atividade espontânea de pesquisa na Internet, 
quando	se	inicia	num	ponto	e	se	descobre	novos	links	de	interesse	e	se	vai	 indefinida-
mente abrindo páginas web e janelas, a ponto de perder de vista o objetivo que motivou a 
navegação.
a)	 Explore	o	texto	de	reflexão	que	consta	do	texto	da	Unidade	2.
b) Esse tema é fundamental para os que trabalham com adolescentes e jovens pela 
dispersão que pode provocar e suas conseqüências para a vida escolar e pessoal . 
c) Aproveite para discutir com os cursistas e construir encaminhamentos para enfren-
tar esse fenômeno na escola.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
63
 ATIVIDADE DE REFLEXÃO
Lembre-se de que existem centenas de milhares de sites na internet e é muito fácil 
você se deixar levar por um link para alguma informação interessante, esquecendo o 
objetivo	original	de	sua	“pesquisa”.	Esse	fenômeno	de	“deixar-se	levar”	no	oceano	da	
Internet é conhecimento como navegação informal ou aprendizagem informal, pois 
nos faz navegar para explorar tópicos, links, imagens nesse oceano de informações, 
que podem não ter relação com o que buscávamos, quando iniciamos a ferramenta 
de busca. Descobre-se tanta coisa e aprende-se muito. Mas é preciso tentar não se 
dispersar muito quando trabalhar na internet. Se lhe interessaram as descobertas in-
formais, aproveite para anotar os endereços das páginas visitadas, para poder voltar 
a elas em outro momento ou armazená-las no recurso Favoritos do navegador. Deixe 
sempre aberta uma página doeditor de texto usado para anotações, copie e cole 
nele os endereços eletrônicos, os títulos dos artigos, dos autores, das imagens, dos 
sites visitados – assim não os perde, não perde tempo na pesquisa atual e não perde 
tempo para recuperá-los em outra ocasião. Lembre-se de usar um nome de arquivo 
que lembre o seu conteúdo. Não é ótimo poder revisitar os conteúdos de interesse 
que são descobertos nas pesquisas na net? Aproveite, mas seja organizado. Estimu-
le seus alunos a se organizarem ao pesquisar.
3) Explore catálogos e diretórios na Internet que facilitam a pesquisa sistematizada 
por área de interesse ou ramo do conhecimento. Siga as orientações contidas no texto da 
Unidade 2.
 Utilize as indicações de sites sobre atividades de pesquisa na Internet.
4) Caso não disponha de conexão à Internet, todas essas atividades podem ser si-
muladas por meio de cópias impressas que pelo menos forneçam uma idéia aproximada 
do	processo	de	pesquisa	pelos	 seus	 resultados,	 se	 sempre	 identificar	 a	 seqüência	do	
processo, capturando as janelas utilizadas até chegar a eles. 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
64
Organize uma atividade de busca off-line utilizando a ferramenta de busca no editor de 
textos, fornecendo um arquivo contendo um texto digitado ou baixado da Internet pre-
viamente. Armazene-o nos computadores do laboratório e oriente a exploração temática 
dos cursistas. É uma simulação que não deixa de ser interessante e útil porque fornece 
busca de campo quando se está editando um texto, reescrevendo. Isso oferece condição 
cotidiana de prática que facilmente será transferida para a Internet.
5) Explore o box DESTAQUE e QUESTIONAMENTO, pois abordam aspectos interes-
santes para os iniciantes: localizar textos em outras línguas, usar um tradutor on-line e 
como atribuir qualidade a resultados de pesquisa. A atividade busca conscientizar os cur-
sistas das possibilidades enriquecedoras e dos riscos de baixa qualidade dos resultados 
obtidos e como se pode pesquisar com mais segurança.
G. Como guardar os endereços que mais me interessaram? (página 70).
1. Trata-se de armazenar endereços eletrônicos na ferramenta Favoritos do navega-
dor.
[DESTAQUE]
 É verdade que, na internet, 
encontramos todo e qualquer 
tipo informação e comunicação, 
algumas desnecessárias e não 
confiáveis. Porém, muitas delas são 
importantes e de valor escolar e 
acadêmico inestimável.
ATIVIDADE DE PRÁTICA 1
Utilizando o menu Favoritos do navegador, abra uma página selecionada. 
Copie o endereço do site que lhe interessou e cole no editor de texto. No •	
editor	de	texto,	selecione	o	endereço	colocado.	Observe	a	figura	2.20.
No menu Inserir / Hiperlink uma janela se abrirá e você deverá preencher •	
como	mostrado	na	figura	2.21.	
Aproveite e experimente as outras opções. Não esqueça de salvar o seu •	
trabalho na sua pasta/portifolio. 
H. Como criar um documento hipertextual? (página 71).
1) A proposta é criar um documento hipertextual utilizando as ferramentas do editor de 
texto, a partir dos dados, informações e imagens coletadas na pesquisa. 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
65
2) Organizamos uma orientação do tipo passo a passo para que os cursistas constru-
am um hipertexto. Veja a atividade proposta:
3) Se considerar pertinente, pode detalhar ainda mais esse processo, criando outras 
atividades de prática, mostrando documentos que foram construídos por meio desse tipo 
de	orientação.	O	importante	é	que	os	cursistas	fiquem	estimulados	a	tentar,	principalmen-
te	porque	percebem	que	é	possível	fazê-lo.	Tal	descoberta	é	gratificante	e	estimuladora.	
Incentive-os.
4) Não deixe de publicar no mural do laboratório cópias impressas do material pro-
duzido e inserir os documentos hipertextuais como arquivos para socialização no desktop 
dos computadores. Assim todos podem conhecer o trabalho de todos.
5) Estimule a análise crítica dos documentos produzidos, para que percebam deta-
lhes a melhorar e estimule-os a reconstruí-los.
 ATIVIDADE DE PUBLICAÇÃO
Já pensou que publicar textos na Internet pode ser uma via de mão dupla: 
os de outros países também poderão ler os textos que produzirmos em língua 
portuguesa? 
O	que	pode	fazer	para	que	seus	alunos	tenham	essa	experiência?	Esse	desafio	
já vem sendo colocado desde a Unidade de Estudo e Prática 1. 
Planeje sua publicação. Preveja objetivos e atividades desse tipo. Escolha o 
tema, faça a pesquisa, elabore o texto, digite e edite o texto. Use o correio eletrôni-
co	para	a	reflexão	entre	você	e	seus	alunos.	Use	a	lista	de	discussão	para	a	redação	
cooperativa	final	do	texto.	Depois	é	só	publicar	no	blog	que	vai	criar	neste	curso.	
Anime-se.
I. Documentos legíveis e imprimíveis para todos, página 73.
1) Neste tópico os cursistas devem aprender a guardar documentos como arquivos 
PDF. Explore as vantagens desse tipo de arquivo que podem ser abertos em qualquer 
máquina sem perder a formatação e a preservação das referências de autoria e tratamento 
textual idêntico ao original.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
66
2) Na atividade que se segue, trabalha-se por etapas a serem cumpridas em outras 
unidades, como se indica. Isso é interessante porque os cursistas vivenciam um processo 
que	vai	se	complexificando	e	ramificando	em	outras	possibilidades	à	medida	que	o	Curso	
se desenvolve. Não se perde um trabalho inicial. Ele é reorganizado, formatado de outro 
modo, salvo e publicado em outro ambiente, virtual ou não. E essa consciência é muito 
rica para a percepção do potencial da tecnologia digital para a vida das pessoas e sua 
atuação	profissional.
O texto a que se refere a unidade é o que acabou de ser formatado como hipertexto e 
salvo como PDF pelos cursistas.
3) Na atividade a distância que se segue, o estímulo é à navegação em busca de textos 
sobre educação inovadora. Explore os outros títulos existentes no site, incentivando os 
cursistas a lerem esses outros artigos.
ATIVIDADE DE PRÁTICA 2
Esta atividade será realizada em 4 etapas. Veja como:
Etapa 1- Unidade 2:
n Abra o texto.
n No menu ARQUIVO,	clique	em	Exportar	como	PDF	(figura	6.9).	
n	Na	caixa	de	gravação	de	arquivo	que	aparece	 (figura	6.10)	e	só	nomear	o	
arquivo e clicar no botão SALVAR.
Etapa 2- na Unidade 3:
n Quando tiver uma conta de correio eletrônico (Unidade 3), envie, como ane-
xo, o arquivo PDF que você criou para seus colegas de turma. 
Etapa 3- na Unidade 8:
n Quando tiver criado o seu blog (Unidade 8), acrescente esse texto lá. Não 
deixe de acessar os blogs dos colegas para comentar os posts. 
Etapa 4 
n Que tal aproveitar para pesquisar e criar outros textos com links sobre outros 
temas que você trabalha com seus alunos? Não deixe de compartilhar com 
seus colegas, postando-os no seu blog. 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
67
ATIVIDADE A DISTÂNCIA 1
Visite o site http://www.eca.usp.br/prof/moran/ 
n	Na	opção	“educação	inovadora”,	escolha	um	texto	para	você	ler.
n Depois da leitura, produza um texto hipertextual sobre o que você leu, com-
plementando o texto que já havia elaborado e digitado na Unidade de Estudo 
e Prática 1.
n Salve o texto em sua pasta/portfólio e publique em seu blog (ver como na 
Unidade 8).
Atenção: no seu texto deve haver um link com o texto lido como referência 
bibliográfica.
Figura 2.25: Site do Prof. José Manuel Moran - especialistas 
brasileiro no uso da Internet em sala de aula.
Figura 2.25: Site do Prof. José Manuel Moran - especialistas brasileiro 
no uso da Internet em sala de aula.
4) Nesta atividade a distância o convite é para visitar:
a) o site do programa Salto para o Futuro em que se abordam inúmeros temas de 
interesse dos professores e gestores escolares.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
68
ATIVIDADE A DISTÂNCIA 2
Fig. 2.26. Livro Integração 
das tecnologias na 
educação
Fig. 2.27. Acesso aos textos do programa Mídias na Educação
A atividade sugerida é a de navegação e leitura. Há muitas possibilidades 
na Internet. 
Selecionamosduas que aprofundam temas que tratamos neste 
curso. 
n Que tal ler sobre a integração de tecnologias na educação? 
Acesse o site do Salto para o Futuro, digitando http://www.tve-
brasil/salto. Procure o livro que aparece na imagem. Posicione 
o cursor no título do livro ou na ilustração da capa. Uma janela 
se abrirá e você terá acesso ao sumário. Basta clicar nos títulos 
e ler os textos. Aproveite as idéias para complementar o texto 
que elaborou e digitou na Atividade à Distância 1.
n Que tal ler sobre material impresso, TV e vídeo, rádio e/ou in-
formática nos textos do Mídias na Educação? Clique na imagem para abrir 
o hipertexto (nível básico ou intermediário) que deseja navegar e ler, como 
exemplificamos	com	as	setas	abaixo.	Você	pode	ler	direto	na	tela.	Aces-
se os textos pelo link: http://www.webeduc.mec.gov.br/midiaseducacao/
index.php 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
69
b) O portal WebEduc, para leitura de textos do Programa Mídias na Educação. Esti-
mule os cursistas a aproveitarem a oportunidade para aprender sobre textos impressos, 
visuais, sonoros (rádio), audiovisuais (vídeos e televisão). Essa é uma forma gratuita de 
aprender com especialistas que produziram esses cursos, oriundos de universidades bra-
sileiras em parceria com a SEED/MEC.
L. Concluindo
Finalizando a unidade, apresentamos uma síntese do que foi abordado na Unidade 2. 
Convide os cursistas a produzir outros hipertextos a partir dos textos lidos.
Encerre os trabalhos do encontro presencial com uma dinâmica de confraternização, 
se	possível	em	 torno	aos	 textos	produzidos	 (afixados	em	mural)	e	a	experiência	de	se	
navegar na Internet.
Explore a riqueza das informações encontradas, sistematize as principais facilidades e 
dificuldades	encontradas	na	navegação,	na	exploração	dos	sites,	no	download	de	arqui-
vos de interesse e na leitura na tela do computador.
Esse último ponto é muito interessante, já que a maioria dos cursistas são oriundos do 
sistema presencial com suas relações face a face e seus textos impressos.
Organize um debate em busca de soluções para a leitura na tela e estimule a pesquisa 
de questões mais ergonômicas. Oriente os cursistas sobre a posição do monitor para que 
não prejudique a visão, a posição do teclado para que não provoque lesões nos tendões 
e assim por diante.
Referências bibliográficas
Explore as referências mencionadas e indique outras.
Conclua a unidade solicitando leitura do texto da Unidade 3 antes do próximo encontro 
presencial, para que se possa tirar o máximo proveito do uso do laboratório de tecnologia 
educacional.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
70
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
78
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
79
Apresentação
 
A comunicação é um componente tão natural e essencial em nossas vidas que muitas 
vezes nem nos damos conta de como ocorrem seus processos. Desde o momento em 
que acordamos até a hora em que vamos dormir, utilizamos os mais variados processos 
de comunicação. Nós nos comunicamos, por exemplo, por meio da fala, de cartas, de 
sinais, do telefone e do computador. Nos últimos anos, o computador e a Internet pro-
pagaram os serviços de comunicação e interação com suas ferramentas para a troca, ou 
intercâmbio de informação e a propagação do conhecimento.
Além do serviço de correio eletrônico, que permite a troca de mensagens entre pessoas 
do mundo todo com incrível rapidez (muitas vezes substituindo os meios de comunicação 
tradicionais, como a carta e o telefone), também estão bastante difundidas as listas de 
discussões, os grupos de notícias e as salas de bate-papo (chats). 
Nesta unidade iremos explorar o e-mail – ferramenta de comunicação e interação que 
depende da Internet – e o utilizaremos para trocarmos informações, arquivos, idéias e para 
realizarmos algumas atividades deste curso.
Objetivos de aprendizagem desta Unidade de Estudo e Prática:
n Criar conta de e-mail num provedor gratuito.
n Enviar mensagens eletrônicas pelo webmail.
n Refl etir sobre as possibilidades de utilização do correio eletrônico nas atividades es-
colares.
n Elaborar texto cooperativo por meio do correio eletrônico.
COMUNICAÇÃO MEDIADA PELO 
COMPUTADOR: CORREIO ELETRÔNICO
3.
7. Comentários sobre atividades da Unidade 3. Comunicação media-
da pelo computador: correio eletrônico
A estratégia de trabalho é praticamente a mesma usada para comentar a unidade ante-
rior. Nesta análise vamos intercalar comentários com cópias de fragmentos de texto e de 
atividades para os cursistas contidas na Unidade 2. 
Manteremos títulos e as atividades em boxes conforme o texto da unidade para facilitar 
a	identificação.	Nossos	comentários	serão	numerados.	Faremos	comentários	e	destaques	
em texto aberto para não confundir com os utilizados no texto da unidade 2. Procurare-
mos manter a referência de conteúdo usada no texto da unidade, mas em alguns momen-
tos será preciso agrupá-la. Como o texto é explicativo e tem características de tutorial ou 
passo	a	passo,	alguns	trechos	serão	saltados	para	agilizar	a	reflexão.	
Com esta unidade iniciamos a comunicação via correio eletrônico. É um momento para 
construir uma série de hábitos de redação, envio e recepção de mensagens que repercu-
tirão	sobre	as	atividades	propostas	no	curso	e	na	vida	pessoal	e	profissional	dos	cursis-
tas. 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
71
A. Recuperando objetivos de aprendizagem desta unidade de estudo e prática:
n Criar conta de e-mail num provedor gratuito.
n Enviar mensagens eletrônicas pelo Webmail.
n	Refletir	sobre	as	possibilidades	de	utilização	do	correio	eletrônico	nas	atividades	
escolares.
n Elaborar texto cooperativo por meio do correio eletrônico.
B. Questões de comunicação e interação
1) A Unidade 3 inicia com “Explorando conceitos de comunicação e interação e sua im-
portância”.	O	fundamental	aqui	é	compreender	o	papel	das	tecnologias	na	interação	pela	
rapidez e facilidade na comunicação entre pessoas, distantes ou não, que se conhecem 
ou que compartilham interesses e necessitam trocar informações.
2) A atividade que se segue propõe o foco no estudo da interação e na pesquisa na In-
ternet de artigos sobre ela. Se você ainda não dispõe de conexão à Internet no laboratório 
de tecnologia educacional, pode selecionar alguns artigos sobre comunicação e interação 
e socializá-los armazenando os arquivos nos computadores para consulta pelos cursistas. 
Não é porque não se dispõe de conexão que não se pode vivenciar e estudar o tema.
ATIVIDADE DE REFLEXÃO
Aproveite	para	iniciar	a	reflexão	sobre	o	uso	das	novas	tecnologias	na	escola	
e o papel do educador diante dessa realidade. Para isso, leve em conta a im-
portância	da	interação,	pensando	como	ela	afeta	e	modifica	as	relações	entre	
alunos e professores. Se desejar, anote suas idéias iniciais para a discussão no 
fórum.
Como sugestão de pesquisa, procure na Internet informações sobre interação 
para conhecer as pesquisas sobre o tema, pois essa é uma questão bastante 
atual, e que pode ser encontrada inclusive nas idéias de autores conhecidos da 
área da educação.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
72
3) Seria interessante explorar alguma dinâmica de interação dos participantes com al-
gum objetivo e depois analisar os modos de comunicação utilizados. 
a) Sugestão: propor papéis que possam ser revertidos, ou seja, quem estiver como 
especialista no início da atividade, atua como iniciante depois e vice-versa. Isso ga-
rante reversibilidade dos papéis e permite explorar competências diferentes. O mais 
importante é explorar a condição de aprendiz e a de ensinante que todos exercemos 
nas	mais	diversas	situações	da	vida	social,	até	como	desafio	e	possibilidade	da	so-
ciedade do conhecimento.
4) Sugestão: recuperar a experiência prévia dos cursistas com comunicação postal 
entre	pessoas	distantes	geograficamente.	Essa	reflexão	será	retomada	para	a	análise	das	
transformações de gênero textual quando se usa o e-mail.
a)	Discutiro	texto	do	box	“Para	saber	mais”,	que	está	na	página	81 da Unidade 3:
b) Essa ponte cognitiva da vivência com gêneros na vida cotidiana e suas transfor-
mações em gêneros digitais emergentes é a base substantiva para construir a com-
preensão	do	universo	do	correio	eletrônico,	seu	significado	e	seu	potencial.	O	texto	
da unidade 3 vai focalizar bastante essa experiência que o adulto traz para o curso.
c) A atividade de prática pedagógica que se segue é uma provocação para estimular 
o uso do e-mail na escola. Embora planejada com alunos, pode ser reorganizada 
para	professores	e	gestores.	Ela	propõe	um	desafio	importante	que	é	o	de	se	comu-
nicar e conversar por correio eletrônico sobre uma temática de interesse, ou seja, 
usá-lo para construir solução para determinados assuntos ou situações-problema.
( S A I B A M A I S )
Cada gênero textual de comunicação tem um formato consolidado, que se aprende no 
trabalho, na escola e na vida cotidiana. O correio eletrônico deve ser considerado como 
um gênero textual que evoluiu de outros gêneros conhecidos, como a carta, o bilhete, o 
memorando, a conversa face a face, a conversa pelo telefone, assincrônicos ou em tempo 
real. De cada um, herda aspectos de formalidade ou informalidade, fórmulas de abertura e 
fechamento.	Dos	orais,	herda	os	turnos	conversacionais	entre	pessoas	que	não	estão	fisi-
camente juntas. De todos, a possibilidade de estabelecer comunicação, tratar conteúdos, 
explicitar sentimentos, valores, atitudes. (Marcuschi & Xavier, 2004, p. 85)
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
73
ATIVIDADE DE PRÁTICA PEDAGÓGICA 1
Se tiver conexão à Internet, organize atividades usando e-mail e estimule a 
troca de mensagens sobre temas de interesse de seus alunos. Formule pergun-
tas	sobre	o	que	apreciaram	mais,	dificuldades,	facilidades,	sugestões	e	inclua	
questões que permitam saber o que pensam quando a resposta vem rápido, 
ou demora, ou não vem, como expressaram os sentimentos, como gostariam 
de ter escrito e assim por diante. Faça uma rodada de conversação pelo cor-
reio eletrônico para a elaboração coletiva de um texto sobre essas reações e 
percepções. Envie a primeira mensagem abordando algum aspecto e solicite 
contribuições. Depois de algumas intervenções dos alunos, avalie o resultado 
e solicite propostas para melhorar o processo de comunicação e cooperação 
na rede.
d) Para os que não dispõem de conexão, é interessante utilizar uma dinâmica de si-
mulação dessa situação que possa suscitar os modos de pensar e agir necessários, 
ou	seja,	enviar	e	responder	mensagens	com	objetivo	específico.	Depois	ficará	mais	
fácil transferir esse conhecimento quando os cursistas puderem utilizar a Internet.
 C. Você já tem o seu endereço de correio eletrônico?
1) Explore os questionamentos inseridos na margem do texto da página 84 sobre a 
situação da pessoa frente ao impacto da comunicação via e-mail.
2)	 A	próxima	reflexão	tem	a	ver	com	a	importância	atual	de	se	ter	um	endereço	de	e-
mail,	já	que	no	texto	afirmamos	que	ter	acesso	ao	correio	eletrônico	é	questão	de	inclusão	
social e o endereço eletrônico (e-mail) é um endereço único no planeta na página 84.
3) A seguir explora-se a composição desse endereço, para que os cursistas possam 
começar	a	compreender	o	que	significam	as	palavras	e	simbologia	nele	contidas	e	a	ne-
cessidade de se ter um provedor de acesso para poder usar o serviço.
Considera possível exprimir 
sentimentos, expressões 
ou gestos nos correios ele-
trônicos? Como?
Como você reagiria se não 
recebesse resposta ou fe-
edback de uma mensagem 
enviada por correio eletrô-
nico? 
Sabia que há pressão por 
feedback? Se ele não ocor-
re, a pessoa pode desani-
mar e desistir da comuni-
cação eletrônica?
[ Q U E S T I O n A M E n T O S ]
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
74
D. Vamos criar um e-mail num provedor gratuito? 
1)	A	seguir,	o	texto	da	unidade	orienta	a	criação	de	uma	conta	de	e-mail	e	justifica	a	es-
colha do Gmail para essa atividade. O texto contém um passo-a-passo para acessar o site 
do Gmail e ensina a preencher um formulário de cadastro necessário para se criar a conta 
de e-mail. Na realidade, como o processo é relativamente longo, foi preciso desmembrá-lo 
em várias atividades menores, cuja aprendizagem pode ser transferida para criar conta de 
e-mail em outros provedores, caso os cursistas assim desejem. As atividades são:
a) Atividade de PráticA 1- Acesse o site e inicie o formulário de cadastro.
b) Atividade de PráticA 2- Escolha um login.
c) Atividade de PráticA 3- Escolha uma senha e a digite no espaço que aparece. 
d) Atividade de PráticA	4–	Salve	ou	não	as	configurações	na	máquina	que	está	uti-
lizando.
e) Atividade de PráticA 5– Pergunta de segurança e resposta.
f) Atividade de PráticA 6– E-mail alternativo para resposta de segurança e/ou recu-
peração de senha.
g) Atividade de PráticA	7–	Verifique	as	palavras.
h) Atividade de PráticA 8– Leia os termos do serviço.
E. Como mandar um e-mail?
1) Será preciso inicializar o software navegador de Internet. Para mandar um e-mail é 
preciso que os cursistas entrem no site do provedor do serviço e efetuem o login.
2) Nesta seqüência de orientações e atividades, os cursistas aprendem procedimentos 
para acessar sua caixa postal, gerenciá-la e usá-la, explorando as ferramentas e coman-
dos do programa que permite o acesso.
a) Novamente é preciso que eles compreendam as funções e aprendam a utilizar os 
menus e comandos da janela do programa de e-mail (Webmail, no caso) .
b) É importante orientar a criação de uma agenda de endereços de e-mail e essa 
atividade pode ser realizada off-line e depois inserida na ferramenta virtual do pro-
grama de e-mail.
c) Propõe-se o acesso à conta de e-mail de cada cursista, o que se pode fazer 
somente on-line no curso. Caso não haja conexão à Internet, pode-se preparar o texto 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
75
das mensagens, repassar os passos a seguir para preencher e enviar mensagens 
de e-mail.
d) A seguir, há uma proposta de atividade a distância para usar o e-mail e comunicar-
se com outras pessoas. 
F - Como aproveitar o e-mail nas atividades pessoais e escolares? 
1) Seria interessante uma técnica de conversação do tipo cochicho, pois assim todos 
têm oportunidade de opinar em curto tempo. 
2)	Um	aspecto	importante	de	reflexão	são	as	possíveis	mudanças	de	relacionamento	
entre os atores escolares em geral, levando sempre em conta as possibilidades que a in-
teração traz para a sala de aula e a gestão da escola.
G- Concluindo
Apresentamos um resumo do que foi abordado na Unidade 3. 
A seguir, propomos uma atividade de navegação para pesquisar sobre ferramentas de 
comunicação e interação existentes na Internet.
Conclua este encontro com uma confraternização e troca de impressões sobre a cria-
ção	de	conta	de	correio	eletrônico	e	seu	significado.	
Sugestão:	afixe	uma	 lista	de	e-mail	dos	cursistas	no	mural	do	 laboratório	e	o	salve	
como arquivo nos computadores para que os cursistas possam recuperar essas informa-
ções sempre que precisarem. Ressalte a importância dessa conquista e convide-os a bus-
car formas de utilizar a caixa postal de e-mail se não dispuserem de conexão à Internet.
Não se esqueça de mencionar as referências e de orientar a leitura da Unidade 4 para 
o próximo encontro presencial. 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
76
8. Comentários sobre atividades da unidade 4. Debate na rede: bate-
papo, lista e fórum de discussão e netiqueta
Com esta unidade damos continuidade à apresentação, demonstração e discussão 
sobre os recursos tecnológicos de comunicação e interação na Internet. Anteriormente 
conhecemos o e-mail e agora serão apresentadas outras ferramentas de comunicação e 
interação: fórum, chat e lista de discussão.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
98
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
99
Apresentação
 
Nesta unidade daremos continuidade à discussão sobre os recursos tecnológicos para 
a comunicaçãoe interação. Anteriormente conhecemos o e-mail e agora vamos apresentar 
outras ferramentas: fórum, chat e lista de discussão. Entre as três há uma diferença funda-
mental: o tempo de resposta. 
O fórum é um espaço de discussão no qual cada participante, em um certo momento, 
escreve a sua opinião, em forma de mensagem. Após serem enviadas, as mensagens fi cam 
armazenadas e organizadas na ordem em que são recebidas no provedor de serviço. 
No chat, as mensagens são apresentadas aos participantes em tempo real, como se 
fosse uma conversa tradicional, mas escrita na tela do computador. 
Na lista de discussão, um grupo de pessoas é cadastrado em um provedor para receber 
as mensagens enviadas para essa lista. 
Para utilizar essas ferramentas é preciso aprender a se comunicar de modo adequado 
e com bom senso, respeitando a chamada netiqueta. Conheceremos essas ferramentas e 
vamos refl etir sobre sua validade no contexto da sala de aula. Desde agora, questione e 
busque formas pedagógicas de utilizar esses recursos com os alunos.
DEBATE NA REDE: BATE-PAPO, LISTA, 
FÓRUM DE DISCUSSÃO E NETIQUETA
4.
Fórum? Chat? Lista de discussão? 
O que é isso? Você já participou de 
algum?
A. Recuperando objetivos de aprendizagem desta Unidade de Estudo e Prática 4:
n Utilizar ferramentas de comunicação.
n Listar e distinguir as ferramentas de comunicação via Internet: bate-papo (chat), 
fórum, lista de discussão.
n Refletir sobre as transformações que essas ferramentas de comunicação provocam 
na sala de aula e na interação professor/aluno.
n Elaborar texto contendo as reflexões sobre as várias ferramentas de comunicação.
n Elaborar proposta de utilização pedagógica das ferramentas aprendidas.
nConhecer procedimentos de segurança e etiqueta para comunicação na Internet.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
77
B. Participar de uma rede de comunicação (com ou sem o computador)
1.	Como	formador,	cabe-lhe	estimular	 reflexão	que	possibilite	ampliar	a	compreensão	
sobre	o	sentido	e	o	significado	das	ferramentas	de	comunicação	abordadas	na	Unidade	4.
2. Consta do texto dos cursistas a informação de que interagir pelo computador é mais 
que uma simples troca de mensagens do tipo pergunta e resposta. Muitas questões são 
propostas comparando a prática atual sem o computador e a que se propõe no curso, de 
usar	o	computador	e	a	rede	para	comunicação,	interação	e	atuação.	Veja	a	reflexão	que	
consta do texto sobre fórum de discussão na Unidade 4, na página 101.
Sugestão de dinâmica: trabalhar em rede presencial 
n Esta dinâmica se propõe a preparar os cursistas para participar de uma rede pela 
Internet;
n Simula instâncias de comunicação, interação, interatividade, compartilhamento, ne-
gociação,	cooperação	e	produção	parcial	e	final	pela	comunidade	participante	da	rede
 a) Fato básico: a rede funciona por meio de turnos conversacionais entre os participan-
tes com base em série de intervenções orais entre eles e uma estrutura de comunicação 
oral apoiada em mural, cavalete com folhas de papel (do inglês, flip chart)	e	afixação	de	
texto escrito em cartolina ou papel pardo nas paredes da sala, no local permitido para isso.
ATIVIDADE DE REFLEXÃO
Quantas vezes nos reunimos presencialmente para trocar idéias a respeito 
de um tema que nos inquieta! Você já está acostumado a participar desse tipo 
de discussão, seja na vida cotidiana, seja na vida escolar.
Pode-se fazer o mesmo através da rede de computadores?
Será que muda alguma coisa nesse processo quando se debate e conversa 
com outras pessoas pelo computador?
DICA:
Essa técnica é também conhecida 
como painel integrado.
O importante é a rapidez na construção 
das idéias de muitos participantes, a 
quem se garantiu voz, oportunidade de 
cooperar na construção do resultado e 
publicação.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
78
n Rodada 1: a idéia é registrar, em frases curtas e letras visíveis, o resultado de uma 
conversa sobre um tema entre duas ou três pessoas;
n Rodada 2: troca-se apenas um ou dois dos parceiros da primeira rodada de conver-
sa, e inicia-se nova rodada de conversação a partir do texto deixado escrito na rodada 
anterior;
n Rodada 3: registra-se o resultado da nova conversa e há nova troca de um ou dois 
dos parceiros e novo registro da conversação;
n Rodada 4: idem. Realize pelo menos quatro rodadas de conversação.
b)	Conclusões	-	ao	final	da	dinâmica,	recupere:
n Os quatro movimentos realizados.
n Comente os resultados escritos.
n Evidencie que alguns registros foram sendo aproveitados e outros descartados até 
o documento da quarta rodada.
n Explore as diferenças nos textos da quarta rodada como resultado de negociações 
parciais, que permitiu acréscimos ou eliminações nos textos produzidos pelas várias 
duplas ou trios.
n	 Texto	final	 resultante:	 redação	de	um	único	 texto	como	 resultado	do	comparti-
lhamento	de	idéias	e	negociações	entre	todos.	O	texto	final	cooperativo	vai	para	o	
mural do laboratório e também será socializado via e-mail, se dispuser de conexão 
para isso.
 4. Claro que, no início, pode acontecer de as pessoas utilizarem o correio eletrônico 
para questões mais pontuais de rápido encaminhamento;
a) À medida em que o uso do e-mail se consolida, muitas atividades cognitivas, afeti-
vas, metacognitivas e sociais realizam-se utilizando as ferramentas de comunicação 
que não podem mais ser reduzidas a simples informação. Na realidade, constroem-
se conhecimentos, instaura-se ambiente propício à discussão mais aprofundada. 
Ocorre	o	querer	aprender	com	outros,	compartilhar,	negociar	significados	de	idéias	
e ações propostas ou em realização. Pode-se assim cooperar efetivamente.
b) Sugestão: se dispõe de conexão à Internet, use a lista de e-mail dos cursistas 
para criar uma lista de discussão. Se possível, convide outros formadores de sua 
região para participar dela na condição de especialistas que podem esclarecer as-
pectos do manejo das ferramentas do fórum, lista de discussão e bate-papo.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
79
ATIVIDADE DE PESQUISA 1
Procure na Internet informações sobre os fóruns de discussão. Você poderá 
encontrar	 o	 significado	 e	 informações	 sobre	 como	 eles	 funcionam,	 além	 de	
encontrar alguns fóruns sobre assuntos bastante interessantes. 
Caso não tenha acesso à Internet localize pessoas que participam de fóruns 
de discussão e procure levantar e registrar questões sobre a experiência delas. 
Grave o seu texto como arquivo e guarde na sua pasta de usuário.
ATIVIDADE DE PRÁTICA 1
Entre no site indicado pelo formador, onde estará disponível o fórum de discus-
são. O tema dessa discussão é o papel do educador e as mudanças ocorridas 
com a inserção da tecnologia na sala de aula. Esse tema já foi apresentado na 
Unidade	3,	em	que	você	recebeu	um	texto	para	ler	e	refletir.	Retomaremos	a	
partir do texto e das suas descobertas até este momento.
PES SAQUI
5. Para aprofundar conhecimentos no texto da Unidade 4, sempre se propõe uma pes-
quisa sobre a ferramenta em estudo (fórum, chat, lista de discussão) para que os cursistas 
pratiquem o uso de ferramentas de busca e a leitura de textos de outros autores sobre o 
tema em pauta. Veja um exemplo:
C- Vamos experimentar uma discussão em um fórum?
1) A atividade que se segue instaura as atividades práticas de comunicar-se por meio 
de mensagens enviadas e recebidas em um fórum de discussão (está na página 106).:
Ela pressupõe preparo prévio e conexão à Internet, divulgação do endereço do ambien-
te em que o fórum de discussão estará hospedado e momento de cadastro dos cursistas 
para participar (use uma plataforma como a e-proinfo ou moodle, o que lhe parecer mais 
oportuno);
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
80
Veja a pergunta que orientará a discussão de todos:
O	computador	na	sala	de	aula	modifica	a	forma	de	dar	aulas?	Nisso,	provavel-
mente, todos concordam que sim. Mas o que exatamente muda? Vamos pensar nas 
relações entre as pessoas, entre professores e alunos.O que poderíamos destacar 
como mudanças provenientes do uso das tecnologias, principalmente do uso do 
computador e da Internet. O que passa a acontecer de novo, que antes não era 
possível? Como o educador passa a agir e qual é agora o seu papel nesta época de 
uso dos recursos de comunicação e interação?
Vamos discutir sobre isso, buscando compartilhar idéias e experiências?
Registre no fórum a sua opinião sobre este assunto, buscando levar em conta todos 
os pontos importantes, levantando questões para os colegas ou apresentando suas 
experiências. Após, você também pode responder ao comentário de outros colegas 
no fórum. O objetivo é que todos possam trocar idéias sobre essas mudanças na 
escola, já que elas trazem muita angústia e incerteza em vários momentos.
Caso não tenha acesso à Internet, converse com o formador e participe da dinâmica 
sobre fórum de discussão. Lembre-se que um fórum assemelha-se a uma discussão 
registrada em livro de atas, computador, etc. Uma mensagem inicial desencadeia 
uma série de respostas em que os envolvidos argumentam e contra-argumentam 
sobre	um	episódio	qualquer	até	a	solução	final.
2)	ao	final	dessa	Atividade	de	Prática	1,	há	orientação	dirigida	aos	cursistas	sem	co-
nexão à Internet para contatar o formador e participar de dinâmica. Na realidade esta é 
uma dinâmica de simulação. Se já realizou a dinâmica sugerida no tópico B-3 acima, é 
suficiente,	pois	ela	se	propõe	a	realizar	essa	oportunidade	mencionada,em	substituição	à	
participação de uma rede virtual. 
Não se esqueça de mostrar as diferenças entre o texto produzido na dinâmica e o texto 
que se troca em mensagens via e-mail, ainda que num ambiente virtual de aprendizagem. 
há	vários	exemplos	no	texto	da	Unidade	4	exemplificando	mensagens	trocadas	no	fórum,	
turnos de conversação e ferramentas de localização, leitura e encadeamento das mensa-
gens originais, de réplica, tréplica.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
81
D. O bate-papo virtual (chat)
Exploramos o conceito, as possibilidades de conversação, o uso pedagógico, vanta-
gens,	desvantagens,	limites	e	dificuldades	reais	na	participação	de	um	bate-papo	virtual	
com	muitas	pessoas.	O	questionamento	ao	lado	orienta	essa	reflexão.
2)	A	reflexão	que	se	segue	trata	dessa	temática	em	detalhes.
O que acontece quando 
alguém digita muito deva-
gar num chat?
Será fácil coordenar a lei-
tura da tela e digitar ao 
mesmo tempo?
Será útil gravar a sessão 
de bate-papo para leitura e 
discussão posterior?
ATIVIDADE DE REFLEXÃO
Você já imaginou como deve ser conversar por escrito com várias pessoas ao 
mesmo tempo, sabendo que o registro e envio das mensagens é feito pela hora 
da emissão, isto é, pela ordem de envio? 
Será possível manter a coerência de turnos conversacionais entre os que per-
guntam	e	os	que	respondem?	Ou	a	conversação	fica	truncada	porque	as	res-
postas não são para as perguntas formuladas, na mesma ordem. Pode ocorrer 
de uma pessoa perguntar algo e só ter a resposta umas dez mensagens depois 
e assim por diante. Como manter o interesse em obter as respostas aos comen-
tários e a contribuição de todos?
Você tem alguma idéia para organizar e controlar esse processo e fazer com 
que seja produtivo para os participantes, tendo em vista o objetivo da conver-
sação? Considera que pode ser usado na educação presencial e a distância?
Participe de bate-papo sobre essa problemática que poderá ser útil a todos, 
procurando fazer encaminhamentos para a prática pedagógica.
Caso não tenha acesso à Internet, converse com o formador e participe da di-
nâmica sobre chat.
3)	Ao	final	da	reflexão,	novamente	 leva-se	os	cursistas	sem	conexão	à	 Internet	para	
uma dinâmica presencial. 
a) Sugestâo de dinâmica: a técnica do cochicho simula bem um bate-papo oral e o 
burburinho	de	todas	as	falas	simultâneas.	Já	é	suficiente	para	mostrar	a	dificuldade	
da participação simultânea de todos num chat. Pode envolver muitas pessoas ao 
[ Q U E S T I O n A M E n T O S ]
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
82
mesmo tempo e ser realizada até num auditório. 
b) Preparo prévio: copiar e guardar em arquivo exemplos de sessões de chat para 
exemplificação	ao	final	da	dinâmica.	
c) Como formador(a), você somente observa o grupo debatendo e interfere bem 
rapidamente para corrigir rumos da discussão, por exemplo.
d)	A	dificuldade	de	conclusão	é	minimizada	pela	estrutura	de	comunicação	e	a	or-
dem	de	trabalho:	ao	final,	as	conclusões	têm	de	chegar	ao	formador,	que	desta	vez	
as recebe e sistematiza.
e) Concluir com a exploração dos recursos de comunicação que utilizamos na con-
versação	oral,	como	tom	de	voz,	gestos,	expressões	fisionômicas,	manifestações	de	
alegria, discordância, etc. 
f) Retomar os recursos virtuais de demonstração da afetividade, emoticons (ou 
smileys) , que aparecem no texto da Unidade 4, na página 108.
g) Estimule os cursistas a participarem de bate-papos virtuais externos ao curso, 
mencionados nas redes de televisão ou em programas ao vivo de rádio.
4) O texto da unidade apresenta, a seguir, o passo a passo para acessar e utilizar o chat 
para comunicação interpessoal.
a) A Atividade de PráticA 1- remete à conversação on-line com os conectados simul-
taneamente num provedor desse serviço, associado ao serviço de e-mail ou não.
E. Lista de discussão
Com	base	nas	reflexões	contidas	no	texto	da	Unidade	4	e	nas	dinâmicas	e	vivências	já	
proporcionadas até este momento aos cursistas, cabe pensar no uso pedagógico dessa 
ferramenta de comunicação e interação. Os questionamentos que aparecem na página 
113 tratam disso:
1) A chamada “Vamos utilizar ferramentas de comunicação em sua prática pedagógi-
ca?”,	no	texto	da	Unidade	4,	aborda	vários	aspectos	da	comunicação	virtual	e	a	necessi-
dade de preparo prévio e acompanhamento e controle na execução. 
a) No texto ressalta-se que há uma proposta pedagógica por trás do uso das fer-
ramentas de comunicação via Internet, que articula os participantes em torno de 
Você já participou de al-
guma lista de discussão?
Como pensa aproveitá-la 
para debater resultados 
de pesquisas sobre temas 
polêmicos, por exemplo? 
E para desenvolver sua 
publicação? 
Poderia utilizá-la para 
acompanhar o desenvol-
vimento dos planos de 
trabalho com sua turma, 
por exemplo?
Que vantagens sua turma 
poderia ter em participar 
de uma lista de discussão 
com estudantes de outras 
escolas, cidades, países? 
E com outros professores 
e gestores? 
[ Q U E S T I O n A M E n T O S ]
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
83
determinadas atividades de interesse comum. Se os cursistas puderem aproveitar 
a cooperação no desenvolvimento de atividades, farão com que os participantes 
possam atuar com autonomia e criatividade.
b) Propomos uma atividade a distância para praticar esse universo temático das 
tecnologias na sociedade e na escola:
F. Regras de etiqueta para a Internet: netiqueta
1) Há muitos esclarecimentos no texto da Unidade 4 que você pode retomar e reforçar 
sobre a participação na Internet usando ferramentas de comunicação e interação.
a) Sugestão: sempre que utilizar uma ferramenta de comunicação pratique a neti-
queta, estabelecendo padrões antes da atividade iniciar e controlando o desempe-
nho dos participantes nesse sentido durante a execução. Isso vale também para 
dinâmicas presenciais. 
b) A formação de hábitos é fundamental para quem inicia. Claro que será bem pior 
ter de interferir e corrigir comportamentos o tempo todo. 
c) É bastante comum conversas entre pessoas que aparecem nos fóruns e listas de 
discussão: estabelecer regras para essa comunicação na mensagem de abertura 
organiza a participação de todos.
d) Se acontecer, não dê broncas públicas. Use o e-mail para o toque particular a 
respeito. É o mesmo que se faz nos ambientes presenciais – a conversa particular, 
ATIVIDADE A DISTÂNCIA
(Atividade optativa para os que têm conexão à Internet na escola)
Escolha	uma	temática,	identifique	situações-problemas	e	proponha	atividades	
que exijam a utilização de ferramentas decomunicação mediada pelo compu-
tador para solucioná-la a contento, de modo cooperativo. O fórum, a lista de 
discussão, o bate-papo podem ser úteis nesse processo para funções diversas. 
Explore o potencial de cada uma em função das características já estudadas, 
de modo que sejam úteis à realização da tarefa proposta no texto e às suas 
descobertas até este momento.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
84
reservada, ao pé do ouvido, como dizemos. 
e) Nos ambientes virtuais de aprendizagem pode haver uma ferramenta de comuni-
cação entre duas pessoas (no moodle pode ser a mensagem, já disponível a todos 
inscritos, e o diálogo (este tem que ser criado pelo formador).
G. Concluindo 
No texto da Unidade 4, há uma síntese rápida do que foi abordado sobre as ferramen-
tas de comunicação e interação tratadas, questões de segurança e netiqueta.
Retome a vivência das dinâmicas presenciais que simularam as virtuais e recupere a 
afetividade presente nelas bem como os resultados da cooperação entre todos. Publique 
os textos produzidos nelas no mural. Se tiver conexão à Internet, organize um boletim ou 
informe e distribua-o via e-mail.
Comente	as	referências	bibliográficas	e	indique	outras	se	desejar.	Estimule	os	que	têm	
acesso à Internet a localizarem os textos virtuais indicados e realizarem a leitura.
Não	se	esqueça	de	solicitar	a	leitura	para	a	Unidade	5	e	estimulá-los,	afinal	vão	conti-
nuar	a	editar	textos	usando	o	programa	que	já	conhecem,	o	BrOffice.org		Writer.	O	desafio	
continua, mas evidencie os pequenos êxitos obtidos até agora. Isso é fundamental para 
manter o ânimo para continuar aprendendo a respeito do mundo digital.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
85
9. Comentários sobre atividades da unidade 5: Elaboração e edição 
de textos (parte I e parte II)
Com esta unidade vamos editar textos elaborados pelos cursistas nas unidades anterio-
res,	usando	o	software	editor	de	textos	BrOffice.or	Writer,	com	o	qual	já	estamos	trabalhando	
desde o início do curso. Além disso, prossegue a apropriação de ferramentas disponíveis na 
Internet e serviços que podem contribuir ao dia-a-dia e à prática pedagógica dos cursistas.
No texto da unidade já organizamos essa aprendizagem em duas frentes que recomen-
damos sejam mantidas por vocês, formadores:
1.	Edição	de	textos	com	recursos	do	software	BrOffice.or	Writer,	como	formatar	pará-
grafos, espaçamento, tipo, tamanho e cor da fonte; introdução de marcadores e numera-
ção;	utilização	de	tabelas	e	gráficos,	ilustração	de	idéias	contidas	nos	textos	a	partir	da	
inserção	de	figuras,	fotos,	desenhos,	ícones	e	símbolos,	que	podem	estar	na	Internet	ou	
no computador. 
2. Uso de softwares on-line de processamento de textos, editor de apresentações, edi-
tor de planilha eletrônica, armazenamento desses documentos e arquivos. 
Como formador, cabe a você organizar as atividades presenciais para essa Unidade 5, que 
está	dividida	em	duas	partes	como	apresentamos	acima.	Onde	está	o	desafio?	Em	aproveitar	
as ferramentas no modo off-line (desconectado da Internet) e no modo on-line (conectado à 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
118
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
119
Apresentação
Desde o início do curso, você esteve elaborando textos nas atividades propostas ao 
longo das unidades. Também explorou algumas das funcionalidades que a Internet oferece 
a seus usuários, diretamente na rede (on-line) ou por meio do CD-ROM. Agora, vamos ver 
como se faz a edição desses textos, usando o editor de texto Writer do software BrOffi ce, 
com o qual você já tem alguma familiaridade. 
Nesta unidade, vamos continuar explorando as ferramentas da Internet, bem como seus 
serviços, que nos auxiliam no nosso dia-a-dia e na nossa prática pedagógica. Quando se 
aprende a utilizar o computador, e a Internet, descortina-se um novo horizonte que nos 
permite aproveitar melhor os potenciais da tecnologia na execução de nossos trabalhos. 
Essas ferramentas disponibilizam uma série de funcionalidades, como trabalhos on-line, 
armazenamento em pastas, compartilhamento de documentos, postagem em blogs, 
elaboração colaborativa de textos com outras pessoas, entre outros. 
Então, trabalharemos em duas frentes:
1. Na primeira, você editará seus textos utilizando os vários recursos que o software ofe-
rece, tais como formatar parágrafos, espaçamento, tipo, tamanho e cor da fonte; introduzir 
marcadores e numeração; utilizar tabelas e gráfi cos; ilustrar idéias contidas nos textos a 
partir da inserção de fi guras, fotos, desenhos, ícones, símbolos, que podem estar na Inter-
net ou no computador. 
2. Na segunda, você usará softwares on-line de processador de texto, editor de apre-
sentações, editor de planilha eletrônica, bem como armazenará esses documentos e ar-
quivos. Qual a vantagem disso? Poder acessar seus documentos de qualquer computador 
conectado à Internet, em qualquer lugar e hora, no momento em que desejar. 
Como pode ver, o impacto das tecnologias de informação e comunicação, utilizando a 
ELABORAÇÃO E EDIÇÃO DE TEXTOS
5.
[ R E f L E X Ã O ]
Lembra-se dos suportes CD-ROM, 
pendrive, disquetes? Pois com eles 
você pode transportar alguns de seus 
arquivos, mas se puder tê-los ao seu 
alcance na Internet, poderá acessá-los 
sempre, sem limite de memória.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
86
Internet), sem descontinuidade no trabalho. Vai depender da infra-estrutura tecnológica a que 
se tem acesso no laboratório de tecnologia educacional em que o curso é ministrado.
A. Recuperando os objetivos de aprendizagem desta unidade de estudo e prática 5
n	Utilizar	o	editor	do	BrOffice	Writer	para	editar	textos,	inserir	tabelas	e	gráficos,	criar	
referências das fontes para imagens e citações retiradas de materiais de outros autores, 
salvar documentos e exportar documentos como arquivos htm.
n Conscientizar sobre o cuidado com os direitos autorais, citando sempre as fontes de 
onde foram retirados os materiais (trechos de textos, citações, imagens, tabelas, etc.) que 
utilizamos. 
n Enviar mensagens eletrônicas com anexos.
n Utilizar o Google Documents.
n	Identificar	outros	serviços	de	editoração	disponíveis	na	Internet.
 
B. A edição de textos
1) O texto da unidade está permeado de atividades do tipo passo a passo, com cap-
tura de janelas e detalhes do editor de texto utilizado para facilitar e agilizar a prática dos 
cursistas. 
a) Se achar pertinente incluir mais etapas e outros detalhes, sinta-se à vontade. 
Aproveite sua experiência e materiais disponíveis no NTE para isso e crie outros. 
b) Posteriormente terá oportunidade de socializar sua contribuição para os demais 
formadores no Portal do Professor ou em listas de discussão, por exemplo. 
c) Na elaboração do texto da Unidade 5 optou-se por inserir um texto padrão para 
exemplificar	e	deixar	mais	evidente	o	tratamento	de	formatação.	
d) Mas você pode deixar o cursista livre para trabalhar com os textos elaborados por 
ele desde o início. Consideramos que essa possobilidade é a motivação principal 
dos cursistas e o que desejamos com este curso. 
5) Na Atividade de Prática 1- Abordamos basicamente diversos aspectos: abrir o 
editor de texto, digitá-lo, dar um formato, aprendendo alguns passos: selecionar 
palavras, negritar texto, mudar fontes, tamanhos, cores, etc. 
6) Na Atividade de Prática 2- Abordamos diversos aspectos para criar uma tabela no 
texto e alterar sua aparência.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
87
a) Nas demais atividades propomos que os cursistas copiem a tabela por eles 
criada e outra tabela de interesse, elaborada por outro autor, para o tema estuda-
do, e as insiram nos seus próprios textos que ora editam e formatam. 
7) Na Atividade de Prática 3- Propomos temas para praticar a criação de tabelas, que 
podem ter conteúdos variados do interesse de cada cursista.
8) Reserve momentos para debate coletivo sobre o trabalho de edição que estão 
aprendendo a realizar relacionando-o às questões propostas notexto da Unidade 
5	na	página	142.	Qual	a	importância	de	você	saber	criar	tabelas,	inserir	gráficos	e	
ilustrações em textos? De que forma esses conhecimentos podem ajudá-lo na exe-
cução	de	suas	tarefas	profissionais	no	dia-a-dia?
9)	Sempre	sistematize	com	os	cursistas	o	resultado	dessas	reflexões	e	socialize	o	
texto que as contém no mural do laboratório, em mensagem de e-mail ou ainda em 
pasta criada para notícias nos computadores do laboratório.
10) Na Atividade de Prática 4- Propomos que os cursistas façam a escolha e a in-
serção de imagens no texto que elaboram e editam, usando o navegador de web 
Iceweasel e explorando ferramentas de busca para isso. 
a) Há uma abordagem de orientação pragmática, do tipo passo a passo, para 
esse trabalho de localização, captura e armazenamento de imagens disponíveis 
na Internet e no computador utilizado pelos cursistas.
b) Orientamos como armazenar as imagens capturadas em arquivos na pasta de 
usuário.
c) Orientamos como salvar o arquivo na pasta de usuário e como abri-lo poste-
riormente sempre que precisar.
11) As páginas seguintes da Unidade 5 abordam a questão dos direitos autorais, que 
está submetida à legislação vigente no país. 
12) É fundamental estimular a formação de bons hábitos aos que iniciam o uso da Internet 
e as inúmeras possiblidades de informações e imagens nela disponibilizadas.
C. Como enviar um anexo em mensagens eletrônicas?
O texto da Unidade 5 apresenta as orientações passo a passo para fazê-lo. Orienta 
também como localizar, abrir e salvar arquivos anexados em mensagens recebidas no 
computador dos cursistas, na pasta de usuário.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
88
D. Agora vamos aprender a utilizar um editor on-line, o Google Documents
1)	há	uma	série	de	explicações	e	reflexões	sobre	a	edição	de	textos	on-line	–	verifique		
no texto da unidade 5. Como a leitura prévia foi realizada, levante aspectos interessantes, 
ou dúvidas, assim como a atividade que precede a elaboração de textos on-line. 
2) A chamada no texto: “Vamos	começar	a	escrever	o	texto	que	será	compartilhado?”,	ini-
cia uma série de orientações do tipo passo a passo para que os cursistas possam fazê-lo.
3) Aproveite o que está escrito no texto da Unidade 5 e destaque que, para criar o pri-
meiro documento usando o serviço prestado pelo Google, é preciso efetuar login na conta 
do e-mail do Gmail e depois escolher o tipo de documento que se deseja criar ou enviar 
um arquivo pré-elaborado. 
a) Oriente para o salvamento continuado do texto na Internet para evitar perda no 
caso de queda de conexão e/ou energia.
4) A atividade que se segue propõe a elaboração cooperativa de um texto e retoma 
orientações anteriores da própria Unidade 5, e outras de navegação, para que os cursis-
tas compreendam como realizar a atividade, quais passos a observar e como localizar na 
janela do programa os comandos e ferramentas necessárias à execução do texto.
a) Leve em consideração que escrever textos em grupo é uma experiência conhecida 
por todos, vivenciada com freqüência na escola e presente na memória educativa dos 
cursistas e formadores. 
b) Aproveite-a novamente e organize uma atividade que simula a escrita, edição e for-
matação do texto de modo cooperativo, sobre tema de interesse dos cursistas e rela-
cionado à temática do curso. Use o computador off-line, porque os cursistas dispõem 
deles pelo menos nos encontros presenciais.
c) O que for realizado off-line pode ser uma aprendizagem que se transfere facilmente 
para o ambiente virtual se você a organizar como uma simulação do que se faria na 
Internet, realizando-a presencialmente, com um editor de texto. 
d)	A	simulação	também	significa	publicação:	imprima	os	textos	produzidos	pelas	du-
plas e publique-os no mural do laboratório. Faça circular o texto como arquivo ane-
xado a mensagem de e-mail. Valorize as escolhas, o resultado e o sucesso do que foi 
empreendido até aqui. Elogie o esforço de aprender de todos e a cooperação efetiva.
e) Quando pudermos utilizar o Portal do Professor, esse material poderá ser disponi-
bilizado aperfeiçoando-o conforme as diretrizes lá observadas. Preserve a autoria e as 
referências tais como curso, NTE, turma, cidade, ano.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
89
ATIVIDADE DE PRÁTICA 11
5) A chamada no texto da Unidade 5, “O	que	mais	posso	encontrar	na	Internet?”, re-
mete a outros sites:
a)	o	site	Kartoo	é	descrito	como	ferramenta	de	pesquisa	que	apresenta	os	links	resultan-
tes	de	uma	busca	em	formato	cartográfico,	como	os	mapas	conceituais,	o	que	está	em	
sintonia com o referencial que utilizamos neste curso. 
b) Não há só uma maneira de diagramar um mapa de conceitos, mas há uma estratégia 
cognitiva, uma lógica na base de sua elaboração que é interessante captar e apropriar-se. 
A prática possibilita aperfeiçoar esse processo de elaboração e apropriação estratégica.
E. Concluindo
1)	No	final	do	texto	da	Unidade	5	apresenta-se	uma	síntese	do	que	foi	abordado	nela	
e estimula-se os cursistas a aprofundarem conhecimentos sobre os temas abordados, 
sugere-se textos devidamente comentados, sobre a utilização das tecnologias e da Inter-
net na educação.
2) Mais uma vez é interessante que você conclua o encontro presencial referente a esta 
unidade com um balanço do que foi realizado, evocando práticas realizadas, vivências, di-
ficuldades	e	desafios.	Faça	isso	com	os	cursistas,	e	reserve	algum	tempo	para	a	reflexão.	
Valorize o esforço e a cooperação.
3) Se houve conexão à Internet, todos puderam trabalhar a edição de textos on-line. 
E	essa,	sim,	é	uma	conquista	que	muda	o	perfil	e	o	patamar	desse	grupo	de	cursistas	no	
domínio	das	tecnologias	digitais.	É	anúncio	promissor	e	gratificante	de	realizações	e	con-
quistas ao mesmo tempo. Se algo de interessante ocorreu, tem de ser socializado. Orga-
nize um slide comemorativo dessa conquista, imprima e coloque no mural do laboratório 
(imprima como cartaz e organize como folheto explicativo. Conte como é a atividade dos 
cursistas nesse sentido).
4) Socialize os textos editados pelos cursistas, agora com imagens. 
Agora, vamos escrever um texto colaborativo, utilizando o Google Documents para com-
partilharmos	nossas	reflexões.	Converse	com	o	formador	do	curso	para	que	ele	organize	
vocês, cursistas, em grupos e dê orientações para a realização desta tarefa.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
90
Sugestões: 
n Capture telas e janelas onde eles estiveram logados trabalhando cooperativamente 
on-line	e	inclua	identificação,	cabeçalho,	etc.	Esse	registro	é	fundamental	pois	docu-
menta e preserva a memória do grupo. E, no futuro, estimulará outros a empreenderem 
esse percurso. 
n Organize um boletim ou jornal escolar contando a experiência com fragmentos dos 
textos	elaborados	e	das	situações	vividas	com	fotografias	e	imagens	capturadas,	in-
clua textos de comentários e assim por diante.
n	Uma	vez	definido	o	conteúdo	que	o	Jornal	do	NTE	ou	da	turma	veiculará,	todas	as	
atividades de elaboração, edição, pesquisa, formatação poderão ser direcionadas para 
alimentá-lo. 
n	Reserve	momentos	nos	encontros	presenciais	para	o	planejamento	editorial,	defina	
funções	e	as	distribua	entre	os	cursistas,	 inclua	entrevistas,	 fotografia	 inclusive	dos	
murais e assim por diante. 
n	Se	planejar	desde	o	 início,	haverá	 tempo	suficiente	para	produzir	pelo	menos	um	
exemplar. Depois é só imprimir para socializar nas escolas de origem dos cursistas, no 
NTE e na Secretaria de Educação.
n Remeta-o em forma de jornal eletrônico para a SEED/MEC.
5) Lembre-se de incluí-las nos registros de sua experiência como formador para aperfeiçoarmos 
nosso curso, materiais e atividades, com as devidas referências de autoria e produção.
6) Que tal elaborar um jornal escolar cooperativo entre formador e cursistas? E sociali-
zá-lo como impresso e em versão eletrônica? 
7) Vamos incentivar a inclusão digital e social? Temos que começar por nós mesmos. 
Comece por você. Conte conosco nessa atividade. Não desanime.Não deixe os cursistas 
desanimarem.	Ao	contrário,	sentir-se-ão	gratificados	com	a	consciência	do	que	são	capa-
zes de realizar e o que ainda poderão fazer. Se você os valoriza, outros também o farão. O 
que pensa a respeito dessa proposta?
Também poderá organizar essa experiência como artigo e comunicação e apresentá-la em 
evento da área de tecnologias na educação e educação a distância. São vários durante o ano. 
Pode utilizá-la ainda em processo de pesquisa para curso de pós-graduação e extensão. 
In tempo: Não deixe de solicitar a leitura do texto da unidade 6 aos cursistas.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
91
10. Comentários sobre atividades da Unidade 6: apresentações para 
nossas aulas
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
170
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
171
Apresentação
 
Nesta unidade focalizaremos as apresentações com slides, muito usadas em seminári-
os, palestras, reuniões de trabalho e aulas, utilizando o software livre BrOffi ce Impress. 
Abordaremos alguns elementos básicos das apresentações e alguns efeitos que elas pro-
duzem sobre as pessoas quando projetadas numa tela na sala em que a atividade se re-
aliza ou quando são visualizadas na tela de um computador. 
Os softwares permitem utilizar texto escrito, imagens fi xas e audiovisuais, tabelas e grá-
fi cos, nos slides que compõem uma apresentação sobre um determinado assunto. Tais fer-
ramentas criam um ambiente que pode promover a aprendizagem, a compreensão, como 
também, despertam a afetividade dos participantes e podem produzir efeitos sobre seus 
sentimentos, emoções e reações. 
Qual é o desafi o? Aproveitar as características de expressão da linguagem visual e/
ou audiovisual e estar atentos às questões de forma e de conteúdo ao elaborar slides. É 
fundamental ter clareza dos objetivos ao tomar decisões sobre as letras, a cor do fundo, 
os efeitos visuais, a organização do conteúdo e a forma de apresentação do assunto, a 
quantidade de informações e a quantidade de slides, o tempo, a exposição oral e assim 
por diante.
APRESENTAÇÕES PARA NOSSAS AULAS
6.
Nessa unidade abordamos alguns elementos básicos das apresentações de slides e 
de alguns efeitos que elas produzem sobre as pessoas quando projetadas numa tela de 
auditório ou no computador. É nossa intenção discutir não só as etapas de elaboração e 
edição	de	uma	apresentação,	mas	refletir	sobre	os	seus	efeitos	e	as	transformações	que	
produz. 
Isso porque estamos diante de um processo de comunicação e de interação. Sendo 
assim, é importante aprender a fazer mais do que simplesmente transpor textos escritos e 
impressos para uma tela de projeção.
A. Recuperando os objetivos de aprendizagem desta unidade de estudo e prática
n	Refletir	sobre	os	efeitos	que	uma	apresentação	produz	sobre	os	participantes	e	sobre	
sua aprendizagem.
n	Identificar	características	da	linguagem	visual	que	os	softwares	permitem	aproveitar	
ao preparar apresentações
n Conhecer os recursos do site Slide Share.
n Criar uma apresentação de slides usando um plano de trabalho e depois os recursos 
básicos	do	BrOffice	Impress.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
92
n	Transformar	slides	em	panfletos,	folhetos	explicativos	ou	de	eventos	e	cartazes,	so-
bre um tema de sua escolha voltado para a escola em que atua.
B. As apresentações de slides: efeitos sobre as pessoas e repertório na Internet
No texto da Unidade 6 trabalhamos em duas frentes: 
n Criar suas próprias apresentações, levando em conta as referências e dicas apren-
didas e a experiência adquirida ao participar de atividades com apresentações de outras 
pessoas. 
n Saber que podem acessar pela Internet uma comunidade de usuários que cria e 
disponibiliza suas apresentações para todos os cadastrados e para os visitantes. Para as 
atividades deste curso, selecionamos a comunidade Slide Share. 
C. Vamos conhecer a comunidade Slide Share?
1) Iniciamos o estudo pelo conhecimento de apresentações já disponíveis na Internet. 
Para acessá-las, além da conexão, os cursistas precisam realizar atividades de busca de 
apresentações sobre um dado tema de seu interesse.
2) A orientação dada é do tipo passo a passo e requer, em alguns casos, o uso de tra-
dutor ou troca da língua para o português no site visitado, no caso o Slide Share. 
a) Ressaltamos que para visualizar as apresentações nesse site, os cursistas não 
precisam estar cadastrados no Slide Share, mas para publicar uma apresentação 
sim, portanto devem se cadastrar antes no site. 
b) Caso não disponha de conexão à Internet no laboratório, caberá a você forma-
dorrealizar a pesquisa previamente, documentar os passos com a captura de tela, 
capturar e armazenar em arquivo algumas apresentações nos computadores do la-
boratório.
n Levante temas de interesse dos cursistas;
n Faça as buscas previamente.
3) A Atividade de Pesquisa 1- Focaliza a busca de apresentações na Internet. No texto 
da Unidade 6 colocamos orientações do tipo passo a passo para que os cursistas possam 
localizar e assistir apresentações na Internet.
4) A chamada no texto da Unidade 6, “Vamos	assistir	às	apresentações?”, explora os 
comandos de tela do site Slide Share que permitem a visualização. 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
93
D. Vamos criar apresentações?
1)	A	chamada	no	texto	“Vamos	criar	apresentações?”,	contém	a	orientação	para	realizar	
essa	atividade,	chamando	atenção	inicialmente	ao	design	gráfico,	ou	seja,	combinação	de	
imagens e textos, e até movimento e interatividade tais como animações, sons, interações 
simples, como links para outras páginas mais complexas, como as de jogos digitais. 
Esta é uma tarefa que exige algumas habilidades de comunicação e de digitação. Va-
mos	começar	pelo	design	gráfico,	ou	seja,	combinar	imagens	e	textos,	e	até		movimento	
e interatividade (animações, sons; interações simples, como links para outras páginas e 
mais complexas, como as de jogos digitais)? 
Considere os conceitos de design e educação: 
“(...) O design é educação: a educação por meio do design pode ser equipa-
rada ao processo de auto-educação e de auto-aprendizado.(...) O design é 
uma aproximação à educação: a solução de problemas, o planejamento e a 
implementação de ações para transformar uma situação existente em uma ou-
tra desejada, como dimensão essencial do design, envolve o aprendizado com 
base na atividade – ação – do educando.”
(Fontoura, Antonio M. em: http://www.designbrasil.org.br/portal/artigos/exibir.jhtml?idArtigo=71)
2) Venturelli (2006) destaca os seguintes elementos de um planejamento visual: os ti-
pos (fontes), as cores, o tamanho, a espessura da linha, a forma e o espaço. Segundo ela, 
ao examinar um cartaz ou uma página na Internet, pergunte-se: para onde meus olhos 
se dirigem em primeiro lugar?; qual é o caminho que eles fazem?; onde termina a leitura?; 
após a leitura para onde os meus olhos vão? 
3) Como estamos diante de produtos em que predomina a linguagem visual, apre-
sentamos	alguns	elementos	de	projeto	gráfico,	como	contraste,	repetição,	alinhamento,	
proximidade, explorando algumas de suas principais características. Explore a questão de 
cor e forma nas colunas de um jornal ou revista, por exemplo.
a) Não se esqueça de que a escolha das cores em função do tema que os cursistas 
estiverem	trabalhando	é	determinante	num	trabalho	gráfico.
b) Sugestão: reunir exemplares e explorar esses conceitos na análise de jornais e 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
94
revistas, livros didáticos, folhetos de propaganda, cartazes e assim por diante, pre-
sencialmente, com os cursistas.
c) Sugestão: visitar sites de jornais on-line (visitados em unidade anterior) e ob-
servar as mesmas questões; também pode observá-las em arquivos em PDF com 
matérias de revistas ou livros. 
d) Sugestão: poderia solicitar a colegas da área de artes para que colaborem nesse 
sentido, se possível.
4) O movimento seguinte foi o de aplicar essas características na construção de um 
materiale	as	
características e condições do contexto sociocultural e educacional em que atuam. 
Deve-se estimular o compartilhamento, o diálogo e a cooperação.
O curso contém atividades que partem da vivência dos cursistas e propõem um pro-
cesso	constante	de	ação-reflexão-ação.	As	atividades	serão	propostas	e	acompanhadas	
pelo formador, encarregado de proporcionar aos cursistas orientações pedagógicas que 
lhes	permitam	resolver	os	desafios	provocados	pelo	uso	do	computador,	programas,	fer-
ramentas de edição, navegação, apresentação, comunicação, interação, produção coo-
perativa e publicação na Internet.
O esforço de modernização do processo ensino-aprendizagem em que estão envol-
vidos pessoas e instituições, apresenta algumas características essenciais e vantagens, 
entre as quais citamos a possibilidade de atender a diferenças individuais, favorecendo 
um enfoque construtivo e, no caso brasileiro, a superação das distâncias e das barreiras 
geográficas,	das	dificuldades	de	deslocamento	e	acesso,	por	meio	das		TICs.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
13
ORIENTAÇÃO ACADÊMICA AO LONGO DO CURSO
n planejada, controlada, realizada e 
avaliada pela equipe docente;
n incluída no material escrito - tutorial em 
papel e/ou na tela;
n usando mapas conceituais e mapas 
mentais;
n orientação acadêmica/tutoria mediada:
n presencial;
n a distância;
n por meio de atividades variadas e 
contextualizadas;
p discussões virtuais;
p comunicações virtuais por meio de 
mensagem, e-mail, videoconferência, 
audioconferência, telefone, fax, correio 
postal.
n comentários de atividades no material 
de estudo produzido pela equipe de 
autores: atividades para aprender;
n comentários e orientação pela equipe 
de orientação acadêmica/tutoria: 
atividades para aprender e para 
avaliação de desempenho;
n reordenamento de percursos e 
trajetórias;
n produções e reelaborações individuais, 
coletivas, grupais, cooperativas e 
colaborativas;
n atividades públicas e publicações.
Fonte: Fiorentini, 2007/UnB-DEX- mesa redonda sobre plataforma virtual de aprendizagem 
Considerando que deixar de atribuir a devida importância aos recursos tecnológicos e 
ao seu uso em meios escolares corresponde a situar-se fora da realidade presente e futu-
ra. Inúmeras pesquisas avançam nesta direção, reconhecendo que a tecnologia educativa 
tem potencial para dinamizar os processos de ensino e de aprendizagem à medida que 
valoriza a autonomia e os conhecimentos informais do aprendiz, deslocando-se a ênfa-
se do ensinar para o aprender, para a aprendizagem por livre descoberta, colaborativa, 
cooperativa e construtivista, realimentando e redimensionando a prática de professores, 
alunos e gestores, fazendo com que a escola extrapole seus limites físicos interagindo 
efetivamente com o que se passa dentro e fora dela.
2.1. Os cursistas: perfis
Ao	elaborar	os	materiais	do	curso,	trabalhamos	com	uma	possível	variedade	de	perfis	
de experiência de nossos cursistas em relação às tecnologias em geral e ao mundo digital 
em particular.
De um lado, tomamos por base que a maioria dos futuros cursistas tem, pelo menos, 
contato indireto com as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) nas 
atividades da vida cotidiana, por exemplo: realizar compras e pagamentos em bancos ou 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
14
lotéricas, manter comunicações telefônicas, ouvir músicas, assistir a programas de rádio, 
de televisão, etc. 
Como os prestadores desses serviços utilizam equipamentos informatizados e em rede 
para oferecê-los ou veiculá-los, nossos cursistas, como usuários, utilizam terminais de 
acesso	e	alguns	equipamentos	como	toca-fitas,	rádio,	toca-CDs,	aparelhos	telefônicos,	
telefones celulares, televisores, controles remotos, terminais bancários, caixas registrado-
ras de supermercados, lojas, farmácias, lotéricas, terminais de informação sobre preços 
de produtos, entre outros.
Outros cursistas, em menor número, dispõem de laboratório de informática nas escolas 
em que atuam. Isso, entretanto, não quer dizer, necessariamente, que já os estejam utili-
zando plenamente ou pelo menos em parte. Por outro lado, pelo menos têm acesso aos 
equipamentos caso desejem utilizá-los ou aprender a fazê-lo.
Muitos professores e gestores dispõem de computadores em suas residências e al-
guns já têm conexão à Internet. Infelizmente, segundo estatísticas, muitos ainda utilizam 
a	linha	discada,	quando	o	ideal	seria	a	banda	larga,	o	que	dificulta	e	torna	lento	o	tráfego	
de dados, anexos, imagens, especialmente de vídeos. Isso é particularmente relevante 
quando propomos trabalhar com materiais multimídia no curso e incorporá-los aos textos 
e apresentações de slides.
É comum que a maioria deles esteja no grupo dos imigrantes digitais - pessoas que 
procuram se adaptar a esse novo ambiente tecnológico, incorporando-o cada vez mais a 
sua vida cotidiana.
E há possibilidades concretas de encontrar, nas comunidades escolares em que os pro-
fessores e gestores atuam, os chamados nativos digitais - pessoas jovens, que cresceram 
em ambientes ricos de tecnologia e as usam na vida cotidiana para estudar, relacionar-se, 
comprar, informar-se, divertir-se, trabalhar, compartilhar. A inclusão digital desses gesto-
res e professores torna-se ainda mais necessária para uma convivência enriquecedora e 
cooperativa entre eles (imigrantes digitais) e os estudantes nativos digitais.
Na sociedade do conhecimento e 
da aprendizagem, ninguém sabe 
tudo. De um lado, sempre se pode 
ensinar algo a alguém e, de outro, a 
oportunidade de poder aprender com 
outros, próximos ou distantes de nós 
geograficamente falando.
S u g e s t ã o 1 : Levantamento do perfil dos cursistas
Detalhe	o	perfil	dos	cursistas,	por	 turma/turno,	criando	uma	planilha	de	cadastro	
com o Calc, software livre que integra o Linux Educacional. Para isso precisará 
transformar esta planilha num formulário para os cursistas preencherem, caso ainda 
não o tenham feito na inscrição no curso. 
Nas linhas, insira o nome dos cursistas e nas colunas, os campos de cadastro ou 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
15
vice-versa.
Campos de cadastro sugeridos: 
a) dados pessoais (nome, endereço, telefone, idade, sexo, e-mail, blog, página 
Web); 
b) dados sobre matrícula no curso (turma, horário, formador);
c)	dados	profissionais:	(escola,	endereço,	telefone,	e-mail,	página	Web,	área	de	atu-
ação, carga horária, séries, turnos); 
d) dados de formação inicial e continuada (cursos realizados, instituição, ano); 
e) dados de experiência de produção de textos (título, assunto, destinatário, mídia 
usada (sonoros, visuais, audiovisuais, multimídia; impressos; CD-ROM, rádio, vídeo); 
site de hospedagem);
f) expectativas em relação ao curso; 
g) familiaridade e manejo do computador; 
h)	proficiência	no	uso	de	softwares	(editores	de	texto,	de	apresentações	de	slides,	de	
correio eletrônico, de navegação na Internet); 
i) acesso ao computador fora do NTE e conexão à Internet;
j) interesses que pretende atender a partir do curso; necessidades de material, de 
acesso, etc; 
k)	dificuldades	(vinculadas	às	unidades	do	curso,	atendimentos	realizados,	encami-
nhamentos de orientação acadêmica); 
l) disponibilidade para colaborar no curso (apoio a outros cursistas; outras 
atividades).
2.2. Os formadores: funções
Como você pode perceber, não é uma tarefa fácil organizar um curso com um leque tão 
heterogêneo	de	perfis	dos	prováveis	cursistas.	Mas	essa	é	a	nossa	realidade	e	autores	e	
formadores têm de atuar a partir dela ao propor materiais e atividades.
É com esses contrastes de vivência, manejo e uso de computadores e demais suportes 
tecnológicos que os formadores terão que lidar nas atividades do curso, o que não pode 
ser tido como problema, pois a experiência variada traz consigo muitas possibilidades de 
enriquecimento e trocas entre os participantes. 
Como formador, não se deixe intimidar pelo desconhecimento desse tipo de trabalho, 
nem pela inexperiência, timidezvisual, exemplificando nas estruturas que compõem o projeto gráfico de um jornal 
impresso. Consideramos interessante que seja produzido na escola pelos nossos cursistas 
com seu apoio, o Jornal do NTE, por exemplo. 
E. Vamos planejar sua apresentação?
1) O princípio de organização dessa atividade foi o de partir da construção de repertó-
rio, daí termos proposto a pesquisa inicial no Slide Share e outros sites da Internet. 
2) Cada professor e gestor escolar tem seu estilo, sua experiência, seu saber docente. 
Organize as atividades de modo que possa aproveitar toda essa bagagem nas apresenta-
ções que os cursistas prepararem. 
3) Nas atividades de pesquisa os cursistas encontraram muitas idéias, imagens e mo-
dos de abordar o tema que lhes interessa. 
n Visualize algumas coletivamente com o datashow, se houver no laboratório esse 
equipamento. Explore a percepção e os efeitos sobre os cursistas das apresenta-
ções encontradas, principalmente elementos que agradaram ou não. 
4) Apresentamos na Unidade 6 um roteiro para construir um plano de produção de uma 
apresentação. A intenção foi superar um processo incipiente de ensaio e erro, que pode 
acabar frustrando as pessoas. Melhor investir em decidir o que se colocar numa apre-
sentação e depois passar a coletar elementos e realizá-la. Haverá mais chances de êxito 
nesse tipo de comportamento.
a) Há várias etapas a se percorrer. Afinal, trata-se de um plano de produção. Defina 
as questões conceituais e as mais técnicas, da concepção à realização. No caso da 
apresentação, as relacionadas à utilização em atividade concreta. 
b) Recuperando a proposta que está no texto da unidade 6 na página 183.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
95
PLANO DE PRODUÇÃO DE UMA APRESENTAÇÃO: orientações gerais
1º Momento: de concepção e criação – planejar seu trabalho em duas etapas
a)	defina	o	que,	o	porque	e	elabore	o	conteúdo	(aqui	você	já	começa	com	muita	coisa	organizada	–	é	só	
recuperá-las das unidades anteriores do curso)
n	Defina	seus	objetivos,	escolhendo	os	assuntos	que	podem	ajudar	a	concretizá-los.
n Comece com um texto de conteúdo: resgate todos os textos que estudou e os que já elaborou sobre 
o tema tecnologias e educação, que já vinha explorando sobre desde a unidade 1. Como são muitas 
as idéias abordadas até agora, é preciso organizar o tema.
n Use a estratégia da tempestade cerebral como técnica de exploração das idéias e a do mapa concei-
tual para organizá-las segundo o objetivo do trabalho: para que servirá a apresentação? O que deseja 
comunicar? Para quem?
n Elabore um mapa conceitual do conteúdo: recupere o mapa que já elaborou e aproveite para comple-
mentá-lo com as idéias obtidas nas pesquisas, inclusive as realizadas no Slide Share. 
b) transforme o texto-base para a linguagem visual (depois poderá utilizar a linguagem sonora e audiovisual 
também): é o momento de fazer a passagem do texto escrito para o formato de slide – de criação, onde 
suas	características	pessoais	afloram	e	“marcam”	o	trabalho.		
n Elabore um roteiro1, ou um resumo2	de	no	máximo	6	linhas,	definindo	o	que	deve	aparecer	nos	slides	
(texto, imagem, som , etc.), em sequência. (depois poderá ampliá-lo, inserindo ou retirando slides);
n Opcional: quem tem habilidades de desenho pode desenhar os slides utilizando a técnica do storybo-
ard		ou	“tirinha”.
2º Momento: de realização e criação – plano de produção, realização
a) pré-produção ou preparação: é como um plano de produção, que reune tudo que precisa para preparar 
os	slides	(texto,	imagens	fixas,	sonoras,	audiovisuais,	software);
b)	digitação	–	é	a	hora	de	usar	o	software		BrOffice	Impress	(nem	sempre	os	slides	são	preparados	na	or-
dem	idealizada	devido	às	dificuldades	técnicas	e	imprevistos	–	os	autores	trabalham	na	seqüência	possível	
e depois reordenam);
c)	pós-produção	ou	finalização:	os	slides	são	colocados	em	ordem,	melhora-se	o	som,	define-se	a	cor	de	
fundo	final,	o	layout	do	slide	é	retocado;	verifica-se	a	fonte,	tamanho	e	cor,	os	marcadores,	a	transição	dos	
slides.
d) Gravação em arquivo, no portfólio, na sua pasta de usuário.
1 Carneiro (2003, p. 31), sobre a 
importância do roteiro: “deve ser 
simples, legível, objetivo, descritivo. O 
roteirista escreve o que será mostrado 
na tela”.
2 Reis (2003, p. 61) diz que “toda e 
qualquer boa história pode ser contada 
em apenas seis linhas ou até menos”.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
96
3º Momento: de apresentação – uso em atividade concreta de prática pedagógica
Use	o	material	produzido	como	planejou	e	reflita	sobre	o	que	ocorreu,	as	reações	das	pessoas,	o	que	po-
deria	ter	ficado	melhor,	como	aperfeiçoar	e	assim	por	diante.	Use	o	correio	eletrônico,	o	fórum	e	a	lista	de	
discussão para a troca de idéias a respeito desse trabalho.
F. Começar por onde?
1) Em seguida, passamos para elaboração de uma proposta de apresentação e sua 
construção, utilizando o software BrOffice Impress para criar apresentações. 
ATIVIDADE DE PRÁTICA 12
Plano de produção de apresentação
Elabore um plano de produção de uma apresentação de slides (momento 1 e 
momento	2.a),	usando	o	software	BrOffice	Writer,	que	você	já	conhece.	Utilize	
as referências das pesquisas nas unidades anteriores e nesta. Discuta o plano 
com o formador antes de iniciar sua produção propriamente dita. Guarde-o 
como arquivo no seu portfólio na sua pasta de usuário.
2)	Na	seção	“Destaque”	esclarecemos	que	o	BrOffice.	org	Impress	é	o	software	para	
criação	de	apresentações	com	slides	do	BrOffice.	Ele	permite	que	você	crie	e	formate	os	
slides, textos, imagens e outros detalhes (como efeitos de transição e som).
a) Se dispõe de conexão à Internet e os cursistas não, procure visitar os sites indi-
cados para maiores esclarecimentos sobre dicas de construção de apresentações, 
capture os textos, guarde como arquivos e disponibilize nos computadores do labo-
ratório. Como dissemos, é uma boa maneira de saber o que há na Internet embora 
sem conexão direta a ela. 
b) A partir dessa parte do texto da Unidade 6, organizamos um passo a passo para a 
utilização do software de apresentações como um assistente para essa construção, 
para os cursistas. Inclui as etapas de criar uma apresentação e construir cada slide, 
editar, formatar, salvar e assim por diante.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
97
c)	A	próxima	etapa	é	“Vamos	inserir	imagens	nos	slides?”,	em	que	se	disponibilizou	
um passo a passo para realizar esse procedimento a partir da escolha de imagens 
pelos cursistas.
d) Continuando, passamos a orientar sobre:
n exibir a apresentação, 
n programar efeitos especiais de transição de slides, 
n cronometrar as trocas de slides,
n gravar a apresentação no portfólio, na pasta de usuário.
3) Na atividade que se segue, Atividade de Prática 2, orienta-se a elaboração de cartaz, 
folheto explicativo e álbum de recortes sobre tecnologia a partir de slides criados pelos 
cursistas.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
98
4) Na Atividade de Prática 13, prosseguimos com a proposta, agora para viabilizar o 
uso da apresentação em atividade concreta na escola.
G. Concluindo
Como	sempre,	ao	final.	há	uma	síntese	do	que	foi	abordado	na	Unidade	6.
1) Como se trata de processo de criação básica, não deixe de explorar os sentimentos 
dos cursistas na elaboração da proposta, produção e uso das apresentações criadas pe-
los cursistas. 
2) Organize dinâmica coletiva com a projeção das apresentações, se possível em da-
tashow, senão, intercambiando arquivos nos computadores no laboratório. O importante 
é valorizar o esforço e o resultado, mostrando os caminhos para aperfeiçoar esse tipo de 
trabalho.
3) Conserve cópias dessas produções para seu banco de dados sobre o desenvolvi-
mento do curso em suas turmas. Futuramente poderemos disponibilizá-las, atendendo às 
diretrizes, no Portal do Professor. Esteja atento.
4) Não esqueça de divulgar em folhetos as apresentações, copiar algumas telas, no 
modo de miniaturas, pelo menos, e expô-las no muraldo laboratório.
ATIVIDADE DE PRÁTICA 13
Crie	 uma	 apresentação	 de	 slides,	 usando	 o	BrOffice	 Impress,	 em	 seminário	
para os seus alunos. Nesta etapa você vai precisar revisar o seu plano de pro-
dução	à	luz	das	funcionalidades	do	BrOffice	Impress.	Utilize	como	referência	
as orientações e dicas apresentadas para que a apresentação seja um recurso 
útil, de apoio à explanação de um tema, e não apenas um meio de evitar ter que 
escrever no quadro. Utilize os recursos que você selecionou para montar sua 
apresentação no Impress. Guarde o seu trabalho como arquivo no seu portfólio, 
na sua pasta de usuário. Siga as orientações que se seguem.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
99
5) E como andam suas próprias apresentações? Algo a melhorar? Um som a incluir? 
Uma	nova	imagem	ou	fotografia	do	grupo	de	cursistas?
6) Essa também é uma oportunidade de melhorar seu próprio trabalho. Na realidade, 
um	desafio	para	todos	que	usam	as	tecnologias	digitais	e	aproveitam	suas	funcionalida-
des	no	seu	trabalho	pessoal	e	profissional.
7) Prepare uma apresentação de slides sobre o processo de planejamento e produção 
das	apresentações	em	sua	turma,	fotografando	e	filmando,	isso	se	dispuser	de	câmera	
fotográfica	ou	de	vídeo.	Poderá	demonstrá-la	em	eventos	do	curso	ou	em	outros	eventos.	
O	que	lhe	parece?	O	desafio	está	posto.
8) A palavra de ordem é não perder a memória do trabalho que todos realizamos, espe-
cialmente	o	que	gratifica	os	participantes.
9)	Comente	as	 referências	bibliográficas,	não	deixe	de	 imprimir	artigos	com	dicas	e	
tutoriais sobre o Impress que possam ajudar os cursistas em sua tarefa. 
In tempo: não deixe de alertar para a leitura da Unidade 7 aos cursistas.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
100
11. Comentários sobre atividades da unidade 7: criação de blogs
Com esta unidade abordamos a criação de blogs, ferramenta popular por não deman-
dar conhecimentos de especialista em informática para sua elaboração e utilização, e por 
ser gratuito tanto o uso quanto a hospedagem no site que oferece o serviço. De uma forma 
geral	e	mais	simplificada	podemos	considerar	o	blog	como	um	diário	eletrônico	que	as	
pessoas criam na Internet.
E os educadores, utilizam blogs? Como formador, você já criou seu blog ou visitou 
blogs de outras pessoas? 
Nesta unidade os cursistas criarão blogs e nele poderão disponibilizar toda a sua pro-
dução no curso, dando a conhecer suas idéias na rede Internet. Permeia a unidade a ideia 
de que blogs e fotologs permitem a qualquer pessoa tornar-se um autor e publicar na 
Internet.
A. Recuperando os Objetivos de aprendizagem desta unidade de estudo e prática
n Conhecer características dos blogs.
n Criar um blog.
n Visitar blogs de colegas e outras pessoas como repertório de possibilidades de es-
crita digital.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
206
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
207
Apresentação
Nesta unidade vamos trabalhar com blogs. Esta ferramenta se tornou muito popular por 
não demandar conhecimentos de especialista em informática para sua criação e utilização, 
e porque seu uso e hospedagem são oferecidos gratuitamente em alguns sites. Ela permite 
que se publiquem textos on-line, com funcionalidades de edição, atualização e manuten-
ção dos textos disponibilizados na rede, recursos que, para muitos, são responsáveis pelo 
seu sucesso e popularidade. Blogs têm sido amplamente empregados na condição de 
diários digitais, na publicação de notícias e de outros gêneros textuais. Dessa forma, os 
blogs e fotologs (diários de fotos na web) permitem a qualquer pessoa que se prontifi que a 
mergulhar nos recursos oferecidos pela Internet tornar-se um(a) autor(a).
E os educadores utilizam blogs? Como professor ou gestor de escolas você já criou seu 
blog ou visitou blogs de outras pessoas? Se já os criou, parabéns! Se não, nesta unidade 
você terá a oportunidade de criar seu blog e nele disponibilizar toda a sua produção, feita 
no decorrer deste curso, tornando conhecidas suas idéias na Internet.
Objetivos de aprendizagem desta Unidade de Estudo e Prática:
n Conhecer características dos blogs.
n Criar um blog.
n Visitar blogs de colegas e outras pessoas como repertório de possibilidades de escrita 
digital.
n Refl etir sobre o impacto dos blogs sobre a aprendizagem e a comunicação.
n Utilizar blogs em atividades de prática pedagógica.
CRIAÇÃO DE BLOGS
7.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
101
n	Refletir	sobre	o	impacto	dos	blogs	sobre	a	aprendizagem	e	a	comunicação.
n Utilizar blogs em atividades de prática pedagógica.
B. Vamos conhecer algumas características dos blogs?
1) No texto da unidade aprofundamos a temática dos blogs estimulando a atenção ao 
uso do tempo, espaço e interatividade, pois são características que marcam os blogs. 
2) Além dessas, ainda há questões de estética (design ou layout), ou seja, formatos 
disponíveis no próprio site que oferece o serviço e a hospedagem, o que facilita ao leigo a 
apresentação das idéias em seu blog utilizando os templates (modelos prontos para serem 
usados). 
3) Na Atividade de Prática 1, investimos em formação de repertório e aplicação de 
parâmetros para analisar detalhes do uso do tempo, espaço, interatividade e estética nos 
blogs disponíveis na Internet.
4) Caso não disponha de conexão à Internet no laboratório de tecnologia educacional, 
explore os exemplos de blogs inseridos no CD-ROM do curso.
5) No texto da Unidade 7 discutimos sobre características da interatividade tal como 
se manifesta nos blogs. O trecho a seguir evidencia aspectos teóricos da constituição dos 
blogs e está na página:
“A interatividade característica do suporte é evidenciada nessa produção de 
escritos sobre si, veiculados de maneira pública pela Internet. Não se trata dos 
segredos do indivíduo, velados pelas práticas diaristas tradicionais. Os blogs 
são redigidos para que as histórias pessoais sejam compartilhadas abertamen-
te.” (Komesu,	2004,	p.	117).
6) O uso de links também é característico dos blogs, pois quando os autores não po-
dem disponibilizar o audiovisual ou o texto do artigo completo, fazem um comentário e 
divulgam o endereço eletrônico onde se pode acessá-los. 
7) É possível inserir textos escritos, fotos, desenhos escaneados, mapas, etc. nos 
blogs.	Por	isso	é	importante	que,	como	formador,	você	verifique	se	existe	câmera	digital	
e/ou câmera de vídeo e escaner no laboratório de tecnologia educacional, que oriente os 
cursistas no manejo desses equipamentos.
8)	há	uma	indicação	de	pesquisa	que	vale	a	pena	explorar	previamente:	verifique	se	é	
possível	baixar	o	arquivo	do	curso	básico	de	fotografia	nele	disponibilizado.	Assim	poderia	
ter mais esse incentivo aos cursistas no laboratório. 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
102
 C. Vamos criar seu blog?
1) Nessa parte do texto da Unidade 7 organizamos uma orientação do tipo passo a passo 
para criar blogs. 
2)	No	texto	há	a	chamada	“Vamos	postar	algo	em	seu	blog?”.	Em	que	se	orienta	a	posta-
gem de conteúdos no blog. A Atividade de Prática 2 trata da inserção de textos no blog. 
3)	A	Atividade	de	Prática	3	destina-se	ao	registro	das	reflexões	sobre	a	questão	“Como	o	
computador contribui para a transformação da escola, da aprendizagem e da prática peda-
gógica?”,	cuja	produção	de	texto	vem	sendo	elaborada,	digitada	e	editada	nas	unidades	de	
estudo e prática anteriores. 
4) A atividade que se segue pode ser desenvolvida na Internet ou off-line.
5)A Atividade a Distância propõe aos cursistas a consulta a glossários, a complementá-los 
e a elaborar um manual do blogueiro. Na realidade funciona como uma proposta de pesquisa 
ATIVIDADE DE PRÁTICA 4
na Internet e uso de chat como ambiente para planejar e acompanhar a construção de blogs 
dos cursistas.
6)	Esta	unidade	oferece	aos	cursistas	a	orientação	necessária	para	que	se	sintam	confian-
tes em publicar seus textos na Internet. 
7) É importante que esteja apoiada em atividades de exploração de outrosblogs, para que 
cada	cursista	possa	examinar	possibilidades	até	encontrar	algo	com	que	tenha	afinidade	e	se	
disponha a construir.
n Se dispõe de conexão à Internet na escola em que atua, organize uma atividade para 
que seus alunos possam criar seu próprio blog. 
n Depois, organize um debate sobre essa experiência de criação dos blogs, utilizando 
o correio eletrônico, a lista e o fórum de discussão, o bate-papo e os próprios blogs 
por	eles	criados	para	comentar	a	experiência,	seu	significado	e	como	prosseguir.
n Caso não tenha acesso à Internet na escola, poderá registrar no editor de texto as 
reflexões	dos	alunos	sobre	blogs,	a	partir	dos	exemplos	que	estão	no	CD-ROM	do	
curso. 
n Salve os textos produzidos em arquivos na sua pasta de usuário e entre em contato 
com o formador para outras atividades a respeito de blogs.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
103
8)	Como	a	terminologia	nesta	unidade	é	mais	específica,	não	deixe	de	utilizar	o	glossário	e	
nele incluir palavras que faltam.
9) Este momento é o de investir na disponibilidade dos cursistas nessa criação. Se não 
houver	conexão	à	Internet,	embora	o	trabalho	fique	prejudicado		por	não	ser	disponibilizado	
ao público, pode haver dinâmicas que contribuam para uma simulação do trabalho. O mais 
próximo disso é o uso do editor de texto para produzir um boletim eletrônico, por exemplo.
10) Aquela atividade de visita a jornais on-line pode ser muito útil agora, ainda mais se tiver 
sido possível armazenar artigos, imagens e modelos. Se há esse banco de informações, é só 
organizar uma atividade que os resgate e permita explorar as características oralmente, tais 
como: formatos, estruturas, estética.
11) Debata com os cursistas as impressões que tiveram nessa exploração de blogs, seja 
on-line ou off-line e sintetize princípios que podem funcionar como diretrizes para a constru-
ção de blogs.
12) Você sempre pode capturar telas ou enviar páginas por e-mail, para preservar a estrutura 
(projeto	gráfico	ou	template)		e	pode	armazená-la	nos	computadores	do	laboratório.	
13) Se dispuser de um datashow pode examinar os blogs e as imagens que deles captou 
(analisar a forma e o conteúdo é fundamental para que os cursistas tenham mais agilidade 
nessa tarefa).
14) Não deixe de preparar folheto informativo, socializando nomes e endereços eletrônicos 
e conteúdo abordado, com pequeno resumo do conteúdo que existe nos blogs criados pelos 
cursistas, a autoria, além de capturar a imagem da página inicial. 
15) Esse folheto pode ser impresso, exposto em mural no laboratório e na escola, além de 
ser armazenado em arquivo nos computadores do laboratório para que todos tenham acesso 
a eles.
16) Organize atividade coletiva em que possam visitar os blogs criados pelos colegas, ex-
plorando suas características (tempo, interatividade, etc). 
17) Sugestão: quem sabe algumas das imagens da turma, postadas em blogs, mas pro-
duzidas pelos cursistas, não podem ser utilizadas como protetores de tela na abertura do 
BrOffice,	personalizando	os	computadores	do	laboratório?
18) Sintetize o que foi aprendido nesta unidade e valorize o que foi produzido pelos cursis-
tas, estimulando-os a progredir nesse empreendimento.
19)	Comente	as	referências	bibliográficas	da	unidade	e	acrescente	outras	se	necessário.
20) Remeta à leitura da Unidade 8, como base para o próximo encontro presencial.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
104
12. Comentários sobre atividades da unidade 8: cooperação e intera-
ção em rede
Com esta unidade abordamos duas temáticas que se interpenetram: as relações de 
cooperação e interatividade que tal procedimento pode estimular e novos aspectos da 
publicação de documentos textuais na rede mundial de computadores. 
A. Recuperando os objetivos de aprendizagem desta unidade de estudo e prática
n	Refletir	sobre	a	relação	entre	tecnologias	e	imaginação	e	seus	reflexos	sobre	a	apren-
dizagem.
n	 Refletir	 sobre	 as	 possibilidades	 de	 interação	 e	 interatividade	 na	 rede	mundial	 de	
computadores, cooperando na produção de documentos textuais.
n Incorporar vídeos do Youtube e/ou outros sites que prestam serviços de armazena-
mento em documentos e apresentações de slides.
n	Utilizar	ferramentas	do	software	BrOffice	Impress	para	publicar	seus	textos	em	sites	
e em blogs. 
n Guardar documentos e apresentações no formato html.
B. Possibilidades de interação e interatividade na rede mundial de computadores, 
cooperando na produção de documentos textuais
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
224
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
225
Apresentação
Nesta unidade, vamos retomar um pouco as unidades 6 e 7, discorrendo mais sobre a 
importância da colaboração e interação na Web, incluindo o uso de blogs. Você irá apren-
der a inserir vídeos em suas apresentações de slide, com o objetivo de enriquecer seu 
trabalho. E, por fi m, irá aprender algo totalmente novo, mas muito importante para publicar 
textos e outras produções na Internet: a transformação de seus trabalhos em página Web. 
Você vai continuar a elaborar seus próprios textos e apresentações, mas agora no formato 
html (linguagem utilizada para desenvolver páginas na web) e, assim, criar um site para 
apoiar sua ação como professor. 
Objetivos de aprendizagem desta unidade de estudo e prática:
n Refl etir sobre a relação entre tecnologias e seus refl exos sobre a aprendizagem.
n Refl etir sobre as possibilidades de interação e interatividade na rede mundial de com-
putadores, colaborando na produção de documentos textuais.
n Incorporar em documentos e apresentações de slides, vídeos de sites que prestam 
serviços de armazenamento.
n Utilizar ferramentas do software BrOffi ce Impress para criar e publicar textos no for-
mato html para Web.
COOPERAÇÃO E INTERAÇÃO EM REDE
8.
[ R E f L E X Ã O ]
Você já pensou que acessar a Internet 
é mais do que ter contato com as 
tecnologias? Acessar a rede é ter a 
oportunidade de navegar por um mundo 
de possibilidades, onde podemos nos 
divertir, aprender, conhecer pessoas e 
culturas variadas, trocar informações, 
saber o que acontece no mundo todo, 
além de trabalhar colaborativamente, 
dando e recebendo opiniões e 
contribuições. Como usufruir bem dessa 
nova realidade?
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
105
1)	Iniciamos	pelos	questionamentos,	reflexões	que	visam	aguçar	o	pensamento	crítico	
em relação às transformações que as tecnologias aceleradamente provocam na socieda-
de, nas soluções para necessidades, comportamentos e possibilidades de aproveitamen-
to	delas	na	vida	cotidiana	e	profissional.
2) Neste curso, nesta unidade em particular, investimos na mudança de olhar sobre a 
tecnologia, pois é preciso superar a perspectiva de ingenuidade ou a tecnicista, como já 
abordamos	em	unidades	anteriores.	Mas	não	só	a	constatação	e	a	reflexão.		
3) Precisamos que vocês, formadores, de fato, criem atividades que iniciem o movi-
mento	da	transformação:	de	curiosidade	para	proficiência,	de	consumidor	para	autor,	de	
atuação individual para atuação cooperativa, de ações off-line para ações on-line. E que 
atuem	contextualizadamente,	ou	seja,	partindo	das	condições	locais	e	do	perfil	dos	cur-
sistas e de suas turmas, a partir de situações-problema concretas, de interesse da comu-
nidade escolar onde atuam esses professores e gestores.
4) Consideramos que é preciso instaurar a disponibilidade para com a tecnologia, a 
disposição para aprender a aprender a lidar com ela e a utilizá-la para participar de comu-
nidades	on-line	e	a	refletir	simultaneamente	sobre	os	efeitos	e	mudanças	que	provocam.	
5) Claro que esses objetivos e essas propostas não se consolidam imediatamente e 
dependem, evidentemente, da infra-estrutura tecnológica disponível nos laboratórios de 
tecnologia educacional onde se ministra este curso. Sem conexão à Internet, como reali-
zar	tal	proposta?	É	um	grande	desafio	para	o	país	investir	nessa	direção.
6)		De	um	lado,	precisamos	modificar	como	pensamosdiscussões	virtuais	e	o	trabalho	
cooperativo de elaboração e desenvolvimento de projetos em ambiente de rede de com-
putadores.	Precisamos	aprofundar	o	significado	das	interações	e	relações	que	se	esta-
belecem em projetos de grupo, na solução de problemas concretos, listas de discussão, 
fóruns, bate-papos, espaços colaborativos no ambiente on-line. 
7) De outro, assumir a importância que vocês, formadores, têm num programa como o 
deste curso, de concretizar atividades on-line e de buscar experiências de simulação off-
line e presenciais, quando a conexão à Internet não existe no laboratório. 
8) Esperamos que instaurem a percepção de como funciona a rede, como atuar nela, 
como usar os programas na publicação, como utilizar os comandos e ferramentas de co-
municação e interação, de elaboração, formatação e realização e o que advém desse uso 
para as pessoas e instituições escolares que desse movimento participem. 
9) Pelo menos, nos laboratório do NTE há alguns computadores com alguns periféricos. 
É pouco? Sim, mas é um começo a preservar e disseminar. Precisamos conquistar mais 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
106
que isso a partir de agora, em todas as escolas. Promover aprendizagem de tecnologias 
digitais está em estreita relação com os meios na situação de ensino e aprendizagem, pois 
o modo como ele é utilizado determina a efetividade, mas não o meio em si mesmo, pois 
não basta, precisamos mais que equipamentos.
( S A I B A M A I S )
Ao abordar esse fenômeno em suas vertentes socioculturais, econômicas, históricas, 
educacionais e tecnológicas, Ramal nos alerta sobre elementos inusitados no contexto 
contemporâneo, provocados pela velocidade das transformações e da circulação de 
informações. Assim,
“conhecimentos anteriores se modificam, fundem-se com outros ou simplesmente 
tornam-se ultrapassados (...) A conexão simultânea dos atores da comunicação a uma 
mesma rede traz uma relação totalmente nova com os conceitos de contexto, espaço 
e temporalidade. Passamos a uma percepção do tempo, mais do que como algo linear 
(marcado por anterioridades e posteridades), como pontos ou segmentos da imensa 
rede pela qual nos movimentamos.” (Ramal, 2003: 183-4)
C. Questões e possibilidades de autoria e co-autoria na rede mundial de compu-
tadores
1) No texto da Unidade 8 destacamos a força pedagógica inovadora que existe na inte-
ratividade, no movimento de cooperação e diálogo na rede, pois quem visita um blog nem 
sempre é apenas um leitor: muitos deles lêem, comentam, criam e compartilham. 
2) Isso faz com que atuem como consumidores de mensagens, notícias, reportagens 
que se originam de determinada fonte, mas também como atores e co-autores, já que 
interferem e provocam novas idéias, maneiras de produzir as informações e conteúdos 
abordados. 
3) É importante que você destaque a idéia de que os blogs não devem ser reduzidos 
apenas a locais de publicação restritos a relações professor/alunos.
4) Os blogs precisam ser entendidos como espaços de conversação na blogosfera e 
como ambiente de comunicação.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
107
5) Aproveite para debater as idéias de Barato (2008), que estão no texto da Unidade 
8, na página 234, quando comenta sua experiência com blogs com seus alunos e conclui 
que os blogs são espaços de comunicação e interação, verdadeiros pontos de encontro 
no ciberespaço, até mesmo com interlocutores de outros países. 
6) Explore nessa discussão, os questionamento postos na margem da página.
D. Vamos pesquisar vídeos na rede e incorporá-los em suas apresentações de 
slides?
1) A partir deste ponto, no texto da Unidade 8, passamos a abordar a inserção de ima-
gens em textos produzidos pelos cursistas.
2) A proposta nesta unidade é a de incrementar as apresentações de slides, como 
pretexto para domínio dos procedimentos, comandos, ferramentas e recursos avançados 
do	software	livre	BrOffice	Impress	e		da	pesquisa	em	sites	que	socializam	imagens	audio-
visuais na Internet. 
3) Há, inclusive, orientação para que os cursistas recuperem dicas e orientações de 
unidades de estudo e prática anteriores sobre como realizar pesquisas na Internet, para 
refiná-la	e	não	perder	um	tempo	precioso,	como	se	não	soubessem	nada	a	respeito.	No-
vamente, é recuperar conhecimentos prévios, desta vez promovidos neste curso, e atua-
lizá-los com novos enfoques e possibilidades técnicas.
4)	 Isso	fica	evidente	na	atividade	prática	 inicial	que	 foi	proposta	para	essa	parte	da	
Unidade 8:
Já pensou que criar um 
blog é mais que um am-
biente de armazenamen-
to virtual de seus textos e 
opiniões?
Que poderá receber opini-
ões e contribuições sobre 
aspectos que nem tinha 
pensado?
Que suas opiniões e tex-
tos podem fazer diferença 
numa comunidade virtual 
interessada no tema que 
você aborda e na sua ex-
periência sobre ele?
ATIVIDADE A DISTÂNCIA 1
Acesse o site do YouTube e explore seu conteúdo. Na página inicial do site, 
procure	o	espaço	 	de	busca:	digite	o	 tema,	ou	 termo	específico	na	caixa	de	
pesquisa
Relembre e utilize os procedimentos já aprendidos nas Unidades de Estudo e 
Prática	6	e	7	utilizando	os	recursos	do	software	BrOffice	Impress	para	capturar	
vídeos e inseri-los em sua apresentação. 
Guarde sua apresentação como arquivo em seu portfólio, na sua pasta de usuário.
[ Q U E S T I O n A M E n T O S ]
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
108
5) A novidade está na chamada do texto da Unidade 8: “Vamos transformar sua apre-
sentação	em	página	web?”,	em	que	se	propõe	aos	cursistas	exportar	as	apresentações	
criadas	com	BrOffice.org	Impress	para	formato	html.
6) São apresentadas orientações do tipo passo a passo para essa exportação em 
html.
7)	O	próximo	movimento	é:	“Vamos	ver	como	ficaram	as	páginas	html	que	você	acabou	
de	exportar?”.
8) Na seqüência, a orientação passo a passo é para que o vídeo escolhido e inserido 
no texto funcione.
9) Neste momento, os cursistas iniciam a aprendizagem sobre linguagem html. Aqui 
sua colaboração como especialista de informática é fundamental, já que pode facilitar o 
processo com dicas de especialista e caminhos que facilitem a compreensão e o saber 
fazer que queremos construir.
10) É interessante que, previamente, visite os sites indicados para obter introdução à 
linguagem html e que capture telas e janelas que possam facilitar o trabalhos dos cursis-
tas, principalmente os que não dispõem de conexão à Internet. Com isso poderá organizar 
arquivos de orientação ou aprofundamento e inserí-los nos computadores do laboratório, 
para que possam ser consultados pelos cursistas.
E. Concluindo
1) Como de costume, há uma síntese das principais idéias abordadas no texto da 
Unidade 8 que se refere à idéia de que escolas e universidades constituem componentes 
essenciais à inclusão digital, uma vez que diversos protagonistas (professores, alunos, es-
pecialistas membros da comunidade) atuam em conjunto para o processo de construção 
de conhecimento.
2) Tenha em mente que, uma vez superada a barreira inicial, os cursistas aprendem a utilizar 
mais que um programa editor de textos, que sempre acaba sendo o mais conhecido e utilizado 
por todos no início. Assim, começam a vislumbrar caminhos futuros, a pensar na necessidade 
de investir em caminhos mediados pelas tecnologias em outros espaços de atuação.
3) Temos observado em vários estudos a preocupação com a percepção social da necessi-
dade da tecnologia, para superarmos visões ingênuas de que podemos descartá-la de nossas 
vidas. Elas estão aí e permeiam a vida social, a produção e o consumo cada vez mais. 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
109
(REFLEXÃO) Uma metáfora que podemos usar é a de que uma pedra jogada no 
centro das águas mansas de um lago provoca ondas que reverberam até alcançar a 
margem. O fato de que não percebamos as ondas da mesma maneira que no início não 
quer	dizer	que	desapareceram	ou	deixaram	de	influenciar	as	águas	e,	por	conseguinte,	
a vida nelas existente. 
4) Ainda que as soluçõestecnológicas não tenham chegado a todos nem a todos os 
cantos, por meio delas, as idéias e possibilidades se disseminam e difundem o novo, já 
não mais só no meio urbano. É muito mais grave e avassalador que isso, o movimento de 
transformação acelerado, quase vertiginoso que as transformações econômicas e sociocul-
turais vêm sofrendo com a introdução de mudanças tecnológicas quase diárias. Muitos im-
pactos delas sobre a vida humana sequer têm sido captados ou estudados devidamente. 
5) Um exemplo desse movimento é o que ocorre com a miniaturização e as tecnologias 
integradas que vêm sendo acopladas aos celulares e aos televisores. Eles já funcionam 
em	muitas	regiões	como	base	para	a	educação	profissional	e	pessoal	nos	locais	onde	a	
tecnologia e a infra-estrutura avançam mais rapidamente em conjunto. É o caso da apren-
dizagem mediada pelo telefone celular (do inglês, m-learning ou mobil learning), para citar 
um exemplo mais próximo a nós.
6) Diante de tal panorama, como professores e gestores podem atuar nessa dinâmica 
sociocultural	 e	científico-tecnológica	sem	o	manejo	de	computadores,	periféricos,	pro-
gramas e redes de comunicação? Como se as mudanças que tal panorama produz nas 
( S A I B A M A I S )
Salmon	(2002)	propõe-nos	passar	a	denominar	os	aprendizes	de	“e-participantes”	e	os	pro-
fessores,	treinadores,	facilitadores	de	“e-moderadores”	(do	inglês	e-learners e e-moderators), 
dadas as circunstâncias e o avanço das tecnologias da informação e da comunicação, já que 
o mover-se em ambiente virtual não obstaculiza participação socialmente ativa nas oportuni-
dades	de	aprendizagem.	Pelo	contrário,	os	aprendizes	podem	falar	dos	temas,	dos	desafios,	
das mudanças, dos projetos, contando com o apoio dos moderadores, à medida em que se 
colocam em contato com as idéias e o trabalho de outros colegas, o que, sem dúvida, pode 
vir até mesmo a ser divertido e promover companheirismo e aprendizagem cooperativa. Por 
outro lado, ressalta que, em se tratando de inovações, antecipar aspectos relacionados à 
participação, às emoções e ao fator espaço-temporal, desde o início, contribui para reduzir a 
ocorrência de erros e distorções, além de ampliar as chances de qualidade na aprendizagem 
on-line. (Fiorentini, Pesquisando ambientes de aprendizagem a distância, 2006)
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
110
atividades humanas e educacionais não estivessem ocorrendo, como se as soluções que 
os homens encontram e aproveitam no cotidiano a partir das novas possibilidades tecno-
lógicas não existissem ou não estivessem sendo divulgadas...
7) Retomando o conceito de “e-moderadores”,	mencionado	no	início	destes	comen-
tários à Unidade 8, queremos destacar que aqui estamos trabalhando com o quarto ce-
nário tecnológico-social-educacional proposto por Salmon (2002): o das comunidades 
de aprendizagem e sua interação, buscando ampliar horizontes de acesso, a despeito de 
limites de tempo e espaço, com o uso efetivo da rede mundial de computadores. 
8) Busque promover o engajamento dos participantes e abordar as tecnologias como 
ambientes	de	aprendizagem	mais	que	como	instrumentos	para	esse	fim.	Tente	viabilizar	
processos mais democráticos de relacionamento e de construção cooperativa de conhe-
cimento entre os aprendizes. 
9) Na condição de mediador atento, você, formador pode aproveitar as condições de 
origem dos cursistas, desanuviar tensões e promover clima ameno de interação produti-
va, intercâmbio de informações (com humor e postura lúdica), alternar sua condição de 
orientador acadêmico/formador, para a de colega, que colabora organizando, estruturan-
do, estabelecendo pontes cognitivas e apóia a interatividade dos participantes de sua(s) 
turma(s).
10) Mais uma vez consideramos que a divulgação impressa dos textos produzidos, 
como notícia em mural do laboratório é um estímulo importante que, ao valorizar a produ-
ção	e	o	resultado	alcançado,	gratifica	os	cursistas	e	seu	esforço	de	aprender	e	produzir.		
11)Uma atividade coletiva de balanço do aprendido, de visualização dos textos dos 
colegas,	de	reflexão	sobre	as	conquistas	até	aqui	é	fundamental.	Sempre	conclua	os	en-
contros	presenciais	com	essa	reflexão.	
12)	Não	são	fáceis	os	desafios	da	aprendizagem	da	linguagem	html,	que	apenas	foi	ini-
ciada	nesta	unidade,	pelo	sistema	lógico	e	a	codificação	que	utiliza.	Valorize	publicamente	
as realizações e conquistas de todos os cursistas. 
13)	Comente	as	referências	bibliográficas	mencionadas	no	texto	da	Unidade	8	e	socia-
lize outras que considerar pertinentes.
14)	Lembre-se	de	que	o	registro	das	vivências	dos	cursistas,	suas	percepções	e	dificul-
dades, formas de superação na realização das atividades desta unidade são fundamentais 
para o processo cooperativo de aperfeiçoamento do curso, seus materiais e atividades. 
Contamos com sua participação diuturna nesse processo.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
111
15) No futuro, os textos e apresentações de slides dos cursistas poderão ser divulga-
dos, adaptando-se à diretrizes, no Portal do Professor e em outros.
16)	 Fica	o	desafio	de	que,	 como	 formador,	 você	crie	 novas	 iniciativas	no	NTE	para	
prosseguir a formação continuada dos cursistas de suas turmas na linguagem html, por 
exemplo, para consolidar o aprendido nesta unidade. Que lhe parece?
17) Que tal organizar um curso de introdução à linguagem html?
18) Consideramos que isso pode ser excelente investimento na direção do domínio das 
ferramentas e na aprendizagem da informática e altera o patamar de inclusão digital dos 
cursistas, no futuro próximo. Vamos investir nessa direção?
19) As escolas constituem componentes essenciais à inclusão digital, uma vez que di-
versos protagonistas (professores, alunos, especialistas, membros da comunidade) atuam 
em conjunto para o processo de construção de conhecimento.
20) Na próxima unidade estaremos focalizando as planilhas eletrônicas e sua contribui-
ção para planejar e atuar na solução de problemas da comunidade escolar. 
21) Não esqueça do lembrete para a leitura da Unidade 9, como preparo para o próximo 
encontro presencial.
Referências bibliográficas
FIORENTINI, L.M.R. Pesquisando ambientes de aprendizagem a distância. In: Silva, Marco 
(org.) Avaliação da Educação Online. SP: Loyola, 2006, p.123-140.
OWSTON, R. The World Wide Web: a technology to enhance teaching and learning? Edu-
cational Researcher, 1997, 26(2), 27-33.
RAMAL, A.C. Educação com tecnologias digitais: uma revolução epistemológica em mãos 
do desenho instrucional. In: Silva, Marco (org.) Educação Online – teorias, práticas, 
legislação e formação corporativa. SP: Loyola, 2003, p. 183-198.
SALMON,	Gilly	K.	Hearts, minds and screens: taming the future, United States Distance 
Learning	Association	Journal,	Keynote	Speech	-	EduCAT	ummit,Innovation	in	e-Edu-
cation,	3rd-5th	April	2002,	hamilton	New	Zealand.	Disponível	em:	, v. 16, n.5
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
112
Nesta	Unidade	abordamos	o	software	livre	BrOffice.org	Calc,	com	a	intenção	de	que	os	
cursistas possam utilizá-lo na solução de problemas e efetuar as mais diversas tarefas de 
acompanhamento e controle de dados de suas atividades escolares e pessoais. 
A. Recuperando os objetivos de aprendizagem desta Unidade de Estudo e Prática
n Introduzir a criação de planilhas eletrônicas.
n	Refletir	sobre	o	potencial	das	ferramentas	do	software	na	sistematização	de	dados	
para encaminhar a solução de problemas concretos.
B. Possibilidades de uso da planilha eletrônica
1)	Iniciamos	a	Unidade	9	com	reflexões	sobre	as	características	da	planilha	eletrônica,	
de modo a explorar o potencial de trabalho que oferecem aos cursistas.
2) Assim, explicamos que práticas de planejamento, de gastos, de controle de recur-
sos, de objetos, de notas, de mantimentos, de atividades são bastante comuns na vida 
escolar e na vida cotidiana e os relatórios, que até agora vinham sendo feitos em papel, 
poderiampassar a ser realizados em planilhas eletrônicas. 
3)	Então	o	desafio	está	em	realizar	as	mesmas	coisas,	mas	agora	aproveitar	toda	essa	
13. Comentários sobre atividades da Unidade 9: Solução de proble-
mas com planilhas eletrônica
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
244
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
245
Apresentação
Nesta unidade, trabalharemos com um aplicativo, o software livre Calc, que faz parte do 
pacote BrOffi ce e visa a solução de problemas do usuário, de modo que ele possa efetuar 
as mais diversas tarefas que envolvam números, conforme suas necessidades. 
São inúmeras as situações que podem ser pensadas com base em uma planilha: ho-
rários de aulas, registros de notas, orçamentos, controle de estoque, inventário da sala de 
aula, criação de banco de dados, controle de empréstimo de livros e vídeos de biblioteca, 
controle de trabalhos de alunos, estatística, sistematização de dados de pesquisa, geração 
de tabelas e gráfi cos, entre outros. 
Como você pode ver, o potencial dessa ferramenta para representar situações e realizar 
simulações é enorme. E pode ajudar muito a projetar cenários diferentes, a partir dos quais 
você poderá tomar decisões diferenciadas para cada momento. 
Não são poucas as funcionalidades úteis do Calc na gestão ou na organização de um 
trabalho, já que possibilita trabalhar com o controle das mais variadas ações. Uma de suas 
vantagens está em executar operações matemáticas e estatísticas, geradas automatica-
mente pelo sistema. Além disso, as ações podem ser realizadas com segurança, pois, caso 
haja erro, você poderá retomar e fazer as alterações, sem ter de recomeçar tudo.
Objetivos de aprendizagem desta Unidade de Estudo e Prática:
n Criar planilhas eletrônicas.
n Refl etir sobre o potencial das ferramentas do software Calc na sistematização de 
dados para solucionar problemas concretos.
SOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM PLANILHAS 
ELETRÔNICAS
9.
[ R E f L E X Ã O ]
Planejamentos de gastos, controle 
de recursos, de objetos, de notas, de 
mantimentos, de atividades são bastante 
comuns na vida escolar e cotidiana.
Que tal aproveitar todas as 
funcionalidades e facilidades de uma 
planilha eletrônica para realizar essas 
tarefas de forma mais organizada e 
prática?
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
113
experiência e transformá-la em meio digital, usando planilhas eletrônicas.
4) Qual seria a vantagem de aprender a manejar o programa que permite criar planilhas 
eletrônicas? 
5) É preciso que os cursistas percebam claramente que uma delas é que o programa 
modifica	os	resultados	automaticamente,	desde	que	dados	utilizados	nos	cálculos	sejam	
alterados. 
6) Ou seja, podem-se construir modelos de organização dos dados e aproveitá-los de 
outras maneiras e em outros momentos. Essa é realmente uma grande vantagem para 
quem tem pouco tempo para analisar problemas e buscar soluções, por estar assoberba-
do de atividades de docência e gestão. 
7) Fazer e refazer procedimentos que podem ser equacionados com aplicativos digita-
lizados de uma vez e serem reaproveitados em outros momentos pode colaborar e agilizar 
o trabalho dos cursistas e das escolas, permitindo que a energia dispendida em controles 
exclusivamente manuais passem a ser feitos com o apoio do computador. 
8)	Então,	mais	que	aprender	a	usar	comandos	e	criar	tabelas,	que,	enfim,	é	o	que	uma	
planilha	pode,	a	grosso	modo,	fazer,	estamos	diante	de	uma	possibilidade	de	modificar	
comportamentos sem perder sua destinação social e melhorar o uso que se pode fazer 
deles.
9) Mas também não podemos perder de vista que é preciso continuar essa formação e 
investir	no	manejo	de	ferramentas	mais	sofisticadas	que	as	planilhas	oferecem,	pelo	me-
nos no futuro, já que neste curso vocês apenas iniciam essa aprendizagem.
C. Vamos iniciar o Calc?
1) Nesta parte do texto da Unidade 9, iniciamos a orientação do tipo passo-a-passo para 
que os cursistas aprendam a construir planilhas, compreendendo como é o funcionamento 
delas. 
2) Mais que em quantidade, estamos investindo em compreensão.
3) Uma das formas de fazê-lo é relacionar as funcionalidades aprendidas nas unidades 
anteriores, no trabalho com outros softwares usados neste curso. Entre elas, há várias 
semelhanças, como por exemplo: salvar arquivo, inserir linhas, editar texto, formatar texto, 
verificar	ortografia,	copiar,	mover	dados,	inserir	imagem	e	assim	por	diante.
4) Torna-se, portanto, muito importante que você focalize nas atividades de exploração 
livre e sistemática, o trabalho a partir dos ícones na barra de ferramentas, que são atalhos 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
114
que facilitam e agilizam a elaboração.
5) Invista na percepção lógica do que as atividades propõem aos cursistas. Se neces-
sário, recorra aos conceitos de coordenadas x e y, para recuperar fundamentos desse 
trabalho.
6) Sugestão: explorar exemplos de uso das coordenadas, como em mapas de ruas da 
cidade,	que	estão	nas	listas	telefônicas,	por	exemplo.	Ou	mapas	geográficos,	a	partir	de	
um problema de localização e navegação aérea ou no mar. O jogo de batalha naval tam-
bém pode ser um bom exemplo. Até mesmo o jogo da velha pode servir para recuperar 
vivências prévias com coordenadas, linhas, colunas e posicionamento no espaço. 
7) Todos esses exemplos precisam dos conceitos de linhas e colunas. Depois de explo-
rar	essa	percepção	e	a	devida	localização	ser	treinada	de	modo	livre,	fica	mais	fácil	lidar	
com a abstração do simbolismo que são usados nas planilhas, seja no endereçamento 
das células seja nos atalhos a dados, fórmulas ou funções por meio de ícones.
D. Vamos entender o endereço ou referência das células?
1) Nesta etapa, iniciamos pelos conceitos de selecionar célula e endereçamento. Ter 
realizado alguma dinâmica mais livre sobre esses conceitos facilitará, em muito, as novas 
etapas a seguir.
2) A próxima tarefa surge com a chamada no texto da Unidade 9: "Como inserir os da-
dos nas células?" E prossegue com o preenchimento e digitação nas células da planilha: 
caracteres, números, títulos.
3) Lembre-se de uma substituição de conceito importante: de fonte para caractere e 
de caractere para valor, na verdade determinante, se pensarmos no lado mais operacional 
das planilhas. O destaque a seguir é um exemplo dos detalhes operacionais implicados:
[ D E S T A Q U E ]
Pela Barra de Fórmulas, você pode ver o conteúdo da célula onde está posicionado 
o cursor. Para corrigir um texto ou valor digitado em uma célula, clique na tecla F2 ou 
dê um duplo clique na célula. Em seguida, o texto ou valor preenchido será reeditado 
na Barra de Fórmulas. Para corrigir utilize as teclas de BACKSPACE ou DELETE. Após a 
correção, clique em ENTER	para	confirmar;	ou	em	ESC para cancelar a correção. Caso 
queira excluir o conteúdo de uma célula, clique no botão DELETE, do teclado, sobre a 
célula.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
115
4) A orientação prossegue com a chamada "Como criar um documento novo?" Aqui, 
mais uma vez, a recuperação de nomear e guardar um texto como arquivo numa pasta 
será fundamental.
5) Em seguida, passamos para as operações propriamente ditas, com a chamada no 
texto da Unidade 9: "Vamos entender como realizar operações na planilha?"m
6) Embora haja outros operadores matemáticos, concentramo-nos nas quatro opera-
ções fundamentais, nos conceitos de resultado das operações e média.
7) O passo-a-passo vai introduzindo os cursistas na compreensão dos movimentos 
necessários para realizar operações simples e operações com seqüência de números. 
O exemplo com que se trabalha usa poucos elementos nas planilhas, para estimular a 
aprendizagem das rotinas de digitação e cálculo, com o uso do mouse.
8) A Atividade de Prática 1 procura recuperar o aprendido até aqui, sobre linhas, colu-
nas, células, operações e funções:
ATIVIDADE DE PRÁTICA 19
Agora você vai praticar o que aprendeu criando uma planilha. Assim, poderá en-
tender melhor como inserir e trabalhar com os dados,familiarizar-se com os co-
mandos e os efeitos produzidos quando movimenta o mouse, utiliza o teclado e os 
menus. 
Crie uma planilha com as seguintes características:
a)	Coloque	o	 título	“Registro	de	Notas	em	história	no	2º	Bimestre	de	2008”	na	
linha 1. 
b) Deixe a linha 2 em branco. 
c) Na linha 3 coloque os títulos das colunas: nome do aluno na célula A3; trabalho 
1 na B3; trabalho 2 na C3; trabalho 3 na D3; trabalho 4 na E3; trabalho 5 na F3. Na 
célula	G3	escreva	“Nota	total”;	na	célula	h3	escreva	“Média”.
d) Deixe a coluna G em branco. 
e) Nas linhas (A 4 a A9) insira os nomes de 5 alunos (use ordem alfabética).
f) Na célula H 4 insira a função Soma, para calcular a nota do primeiro aluno; faça 
o mesmo nas células H 5, H 6, H 7, H 8 e H 9 para poder calcular a nota dos demais 
alunos;
g) Na célula I 4 insira a função Média, para calcular a nota média do primeiro aluno; 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
116
9) Um conceito importante que passa a ser usado é a prioridade entre operações: para 
efetuar qualquer combinação de cálculos sempre é necessário lembrar que o Calc obede-
ce à prioridade entre as operações. Assim sendo, multiplicação e/ou divisão têm priorida-
de em relação à soma e/ou subtração. Vale ressaltar esse conceito aos cursistas. 
E. Como colocar uma fórmula na planilha?
1) Novamente usamos a orientação tutorial, que destaca a necessidade de localizar as 
informações usadas no cálculo, para se poder criar uma fórmula. 
2) Lembre-se de que nos estudos anteriores de matemática, os cursistas aplicaram 
muitas fórmulas. Recupere esses conceitos e explique como eles se constroem nas plani-
lhas, lembrando que na maioria das vezes usavam as fórmulas para solucionar equações 
ou problemas, mas não numa tabela necessariamente. É preciso, portanto, avançar nessa 
visualização.
3) Examine com cuidado o exemplo 1, que aparece nesta parte do texto da Unidade 9, 
para	facilitar	a	compreensão	dos	cursistas	para	o	significado	dos	movimentos.	Esclareça	
que as fórmulas não aparecem na planilha, mas somente o seu resultado.
4) Sugestão: realizar várias atividades de substituição simples (trocar quantidades e 
valores), para prática e condicionamento da percepção do que está na tela do monitor. 
5) Se tiver um datashow, faça demonstrações e depois peça que os cursistas preen-
cham as planilhas com outros dados. Reserve um tempo adequado a essa prática, que 
embora simples, assegurará menos dúvidas e erros mais à frente.
6) Use um ponteiro para que, de fato, focalizem os pontos em que precisam prestar 
atenção. Um condicionamento do olhar é o que precisamos, para perceber detalhes do 
que permanece e do que se altera. 
faça o mesmo nas células I 5, I 6, I 7, I 8 e I 9, para poder calcular a média dos demais 
alunos;
h) Os valores são de sua livre escolha. Revise o exemplo que está no texto nas 
figuras	10.13	e	10.14	enquanto	constrói	sua	planilha.
i) Salve sua planilha no seu Portfólio, na Pasta de Usuário.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
117
7) É preciso que percebam detalhes nos caracteres e símbolos utilizados e, por exem-
plo, a relação entre argumentos e resultados. 
8)	Os	parênteses	definem	onde	os	argumentos	começam	e	terminam.	Note	que	os	ar-
gumentos podem ser números, constantes, texto, valores lógicos ou outras fórmulas. 
F. Como usar funções nas planilhas?
1) No destaque, mais um passo-a-passo: "aprender a digitar e usar as funções."
2) Antes de prosseguir, recupere os conceitos de soma e média. Faça exercícios rápi-
dos no quadro branco, para saber o que será digitado e onde aparecerá o argumento, o 
resultado e a fórmula.
3) É hora de novos exercícios de substituição de dados.
[ D E S T A Q U E ]
Como digitar
Se as células são adjacentes: =SOMA (C2:C8) - Essa função soma o conteúdo de 
células adjacentes (seqüência C2 até C8)
Se as células não são adjacentes: =SOMA(B2;C3;D1)
Um atalho: a função somatória
 A função soma, que dá a soma dos elementos digitados consecutivamente em 
uma linha ou em uma coluna, é tão freqüentemente utilizada que tem um atalho pró-
prio.
Como usar o atalho somatória:
- Digitar os dados amostrais em uma coluna (ou linha). Selecioná-los. 
- Clicar em uma célula onde deseja que o resultado apareça. 
- Clicar no atalho .
Observar que aparece na barra de fórmulas a função =SOMA(__:__) 
- Clicar em . Notar que o resultado aparece na célula clicada anteriormente.
Como inserir uma função
Pode-se digitar a fórmula correta na barra de fórmulas. Por exemplo, para se obter 
uma média basta digitar: =MÉDIA (B12:B16)
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
118
Várias	 funções	 já	estão	codificadas	e	disponíveis	no	Calc.	A	média	é	uma	delas.	
Assim, existe o comando Inserir função (ou CTRL ) que já possui várias fórmulas 
codificadas,	e	pré-divididas	em	várias	categorias.
Pressionar Será selecionado
Seta para cima Uma célula para cima
Seta para baixo ou Enter Uma célula para baixo
Seta para direita ou Tab Uma célula para direita
Seta para esquerda Uma célula para esquerda
Enter Uma célula para baixo
Home início da linha atual
CTRL Home Célula A1
CTRL A Toda a planilha
Page Down Uma tela para baixo
Page Up Uma tela para cima
CTRL Seta para direita Primeira coluna da linha atual
CTRL Seta para cima Primeira linha da coluna atual
Tabela 3. Usando o teclado para formatar célula
4) A seguir, entramos no território mais concreto da digitação: conhecer os símbolos, 
os	procedimentos	e	seu	significado.	Por	exemplo:	ao	selecionar	uma	célula,	o	que	se	deve	
fazer? 
n selecionar uma célula, utilizando o mouse: clicar com o botão esquerdo do mouse 
sobre ela. 
n utilizando o teclado: veja na tabela 3 os comandos de teclado.
Organize a atividade de prática mais livre, simulando e vendo os resultados. Não es-
queça de mostrar o que se altera a cada novo movimento.
G. Podemos formatar textos e células de planilhas?
1) O próximo movimento tem a ver com o uso de atalhos da Barra de Ferramentas 
“Formatação”	–	aqui	fica	mais	fácil	porque	a	associação	é	automática	e	os	cursistas	já	
conhecem a maioria dos elementos e ícones que estão na Barra de Ferramentas. Recu-
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
119
pere esses conhecimentos prévios em brincadeiras orais para que os cursistas o façam de 
maneira mais leve, com menos tensão.
2)	 	Em	outra	unidade,	em	que	fizeram	a	edição	de	texto,	os	cursistas	aprenderam	a	
usar tabelas. Agora é hora de alterar a aparência delas. Recupere o modo que se traba-
lhava	no	BROffice.org	Writer.	
3)	 	Exemplifique	várias	vezes	o	caminho	do	mouse	na	seleção	dos	comandos	das	
abas e evidencie as alterações na tela, em questões de cor, forma, espaçamento, uso de 
efeitos de fontes (caracteres), tamanho, posição dos dados nas tabelas, nas linhas e colu-
nas. 
4) Relembre o que se pode fazer em termos de edição no Calc: como copiar, colar, 
excluir conteúdos de uma célula e assim por diante.
5) Explore bastante o conteúdo do box em que se menciona o uso de assistentes 
do Calc para determinados trabalhos, como modelos de textos ou estruturas inseridas em 
textos. 
6)	 	Escolha	alguns	e	demonstre-os.	Converse	sobre	as	facilidades,	dificuldades,	van-
tagens do uso do assistente.
[ S A I B A M A I S ]
Assistente do Calc
Carta... Inicia o assistente para um modelo de carta.
Fax... Abre o Assistente de Fax. O Assistente ajudará você a criar modelos para do-
cumentos de fax. Você poderá então enviar os documentos diretamente por modem 
(se disponível).
Agenda...Inicia o Assistente para ajudá-lo a criar um modelo de agenda.
Apresentação...Use o Assistente para criar interativamente uma apresentação. Com o 
Assistente,	você	pode	modificar	os	exemplos	de	modelos	conforme	a	necessidade.
Página da Web... O Assistente Página da Web ajuda você a manter um site da Web 
em um servidor da Internet,convertendo em um formato para Web os arquivos exis-
tentes em uma pasta local e carrega-os no servidor. O Assistente também utiliza um 
dos modelos fornecidospara criar uma página de índice que contenha hyperlinks aos 
arquivos carregados.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
120
Conversor de Documentos... Copia e converte documentos para o formato XML do 
OpenDocument	usado	pelo	BrOffice.org.
Conversor de Euros...Converte em euros os valores monetários encontrados em do-
cumentos	do	BrOffice.org	Calc	e	em	campos	e	tabelas	de	documentos	do	BrOffice.
org Writer.
Fontes de dados de endereço... Esse Assistente registra um catálogo de endereços 
existente	como	uma	fonte	de	dados	no	BrOffice.org.
H. Como criar gráficos a partir de planilhas?
1)	Depois	de	explorar	bastante	o	passo-a-passo	sobre	gráficos,	passe	à	prática.		De-
monstre você mesmo como fazer, para que percebam o esquema mental presente no uso 
dos comandos e das ferramentas do programa de computador.
2) A atividade de prática 2 retoma a prática 1, só que de modo mais livre, como uma 
instância de prática de segundo nível, incluindo recursos de edição e formação de textos, 
números, dados, linhas e colunas.
ATIVIDADE DE PRÁTICA 20
Agora você pode criar planilhas com mais dados e usar outras funcionalidades, 
para praticar mais.
n	Para	esta	atividade	você	criará	uma	planilha	com	características	definida	por	
você: você escolhe o tema e planeja o trabalho. 
n Utilize recursos de edição e formatação dos textos, números, cores dos da-
dos das linhas e colunas, usando o Menu Formatar Célula.
n Reconstrua a planilha usando formato padrão, usando Menu de Autoforma-
tação. 
n	Elabore	um	gráfico	com	os	resultados	encontrados,	escolhendo	o	formato	no	
Menu.	Inserir	gráfico.
n Depois de construir a planilha, não esqueça de guardá-la como arquivo no 
seu Portfólio, na sua Pasta de Usuário. 
n Se tiver dúvidas, entre em contato com o formador.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
121
3) Como formador, sinta-se à vontade para criar outras atividades de prática menores, 
a partir de sua própria experiência. Assim fazendo, contribui para evitar desânimo pela 
superação	das	dificuldades.	O	êxito	num	procedimento	correto	sempre	gratifica.	É	 isso	
que temos de conseguir neste momento.
4) Sugestão: usar dados trazidos pelos próprios cursistas, montar juntos, coletivamen-
te planilhas demonstrativas e depois estimulá-los a confeccionar a deles usando o Calc. 
5) Aproveite essa atividadade para que experimentem vários conteúdos ao elaborar 
planilhas. Alguns modelos de planilhas que podem usar:
n Orçamento de um projeto.
n Horário de aulas.
n Cronograma de Atividades.
n Resultados dos alunos.
n Controle de livros e empréstimos da biblioteca escolar. 
n Controle de atividades de projetos. 
n Mala direta para convites de eventos na escola.
n Plano de uso de laboratório de informática educativa.
6)	Como	afirmamos	que	se	pode	conservar	o	modelo	e	atualizar	dados	e/ou	reagrupá-
los, é importante que você prepare algumas planilhas com maior riqueza de dados do 
que as que usamos no texto da Unidade 9 e demonstre essas possíveis variações: o que 
permanece e o que se altera.
7) Organize uma atividade oral de discussão sobre essa vivência, focalize detalhes im-
portantes. Incentive-os a investir nessa construção.
E. Concluindo...
8) Nesse tópico, além da sistematização usual da Unidade, muitas sugestões foram 
apresentadas sobre o que se pode fazer usando planilhas. Recuperando-as:
n Na vida pessoal, há muitas coisas que pode organizar com planilhas, como compras, 
gastos com reformas, com manutenção, inventário de móveis e equipamentos, controle 
mensal de gastos, comparação de preços de supermercados, agenda de telefone, ende-
reço, aniversários e muitos outros.
n Procure organizar as informações coletadas nas buscas realizadas na Internet em pla-
nilhas indicando título, autor, link, site, palavras-chave, por exemplo. Pode fazer uma plani-
lha apenas para relacionar os vídeos de interesse que localizou, agrupando-os por assunto. 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
122
S u g e s t ã o 3 : 
Pode fazer uma planilha para os artigos, os sites, os blogs visitados e assim por diante.
n Se atua como gestor na escola, é uma ajuda poderosa usar planilhas para organizar 
e registrar o desenvolvimento de todas as etapas do trabalho, incluindo previsão de locais, 
gastos, responsáveis, resultados, alterações a fazer, etc. 
n Pode organizar um controle do desenvolvimento do currículo em termos de elemen-
tos do projeto político-pedagógico da escola, por exemplo, para cada área do conheci-
mento, por série, por turno, por turma, e assim por diante. 
n Pode programar atividades periódicas com alunos, com pais, a participação de es-
pecialistas,	do	início	ao	final	do	ano.	Pode	fazer	uma	projeção	de	recursos	necessários	
para essas atividades, em termos de infra-estrutura, mobiliário, equipamentos, pessoal, 
custos, entradas e saídas de recursos, etc.
9)	A	atividade	final	desta	Unidade	também	encerra	o	curso.
10) Sugestão: criarem uma planilha de controle do que eles realizaram neste neste cur-
so em todas as Unidades: textos elaborados, pesquisas realizadas, conceitos aprendidos 
em cada unidade e assim por diante.
11) Se reservar tempo para criarem essa planilha, poderão usá-la para uma grande sín-
tese	final,	da	mesma	maneira	que	poderíamos	realizar	com	um	mapa	conceitual,	só	que	
em uma planilha.
12) Como a atividade seria igual para todos, poderiam trabalhar em pequenos grupos, 
dividindo	os	aspectos	e	reunindo	todos	numa	mesma	planilha	ao	final.
13) Você, formador, teria um balanço objetivo das realizações que poderia utilizar nos 
relatórios e em outros momentos de trabalho dos NTEs. 
14) Que tal utilizar os temas (ou alguns dos temas) sugeridos de planilhas no tópico 
2.3 da Parte I, deste Guia, que focaliza os formadores, a autoria e a cooperação em rede, 
participando como co-autor dessas planilhas, como por exemplo:
Registros de acompanhamento e controle do desenvolvimento das Unidade de Estu-
do e Prática 1, 2, 3,..., 9 e o desenvolvimento do Curso (uma planilha por Unidade)
Analise o texto das Unidades, organize os campos referentes às atividades propostas e 
crie planilhas eletrônicas com o software CALC.
•	Nas	linhas,	insira	o	nome	dos	cursistas,	para	controle	individualizado;	se	houver	grupos	
(duplas) trabalhando em um mesmo texto e/ou material .
•	Nas	colunas,	insira	o	nome/nº	de	cada	atividade	prevista,	textos	elaborados	pelo	for-
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
123
mador: atividades extras, materiais alternativos, dinâmicas usadas, orientações, tutoriais, 
(mencionando título, assunto, objetivo, mídia usada, site de hospedagem); sugestões para 
aperfeiçoamento (idéias, materiais, atividades, dinâmicas, revisões, tutoriais); observações 
sobre desempenho dos cursistas (participação em atividades e dinâmicas, dados de de-
sempenho,	facilidades	observadas,	dificuldades	observadas,	encaminhamentos	de	orien-
tação acadêmica);
S u g e s t ã o 4 : 
Visão geral das estratégias e materiais utilizados no desenvolvimetno do Curso
Reorganize dados dos materiais usados das planilhas referente ao desenvolvimento de 
cada Unidade de Estudo e Prática das Unidades 1 a 9 e construa novas planilhas de 
registro e controle. 
Campos sugeridos: título, assunto, mídia, hospedagem, destinatários, observações de 
qualidade, observações quanto ao uso, necessidades, sugestões. 
Temas sugeridos:
•	Atividades	utilizadas	no	curso.
•	Materiais	utilizados	no	curso.
Dinâmicas utilizadas no curso. 
•	Tempo	utilizado	no	desenvolvimento	do	curso	(tempo	utilizado	em	de	cada	ativida-
de). 
•	Textos	elaborados	pelos	cursistas	(título,	assunto,	mídia,	hospedagem,	destinatários,	
etapas de edição e produção em que se encontra).
•	Atividades	de	prática	pedagógica	com	tecnologias	(título,	assunto,	materiais	e	mídias	
usadas, site de hospedagem, destinatários, informações sobre utilização na escola, 
efeitos desencadeados resultados observados).
•	Atividades	de	orientação	acadêmica:	presenciais	e	a	distância.
•	Atividades	de	elaboração	cooperativa:	presencial	e	virtual.
•	Relatórios	diversos.•	Registros	da	experiência	realizados	pelos	formadores:	em	diversas	mídias.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
124
Seja	qual	for	a	sua	decisão,	não	deixe	de	imprimir	as	planilhas	finais	sugeridas	cons-
truídas de modo cooperativo com os cursistas e socialize-as no mural do laboratório, da 
escola, publique-as em jornal impresso e eletrônico do NTE, além de salvar como arquivo 
de modo que todos possam consultá-las. 
16) É um bom documento de produtividade para os gestores escolares, por exemplo. 
O que pensa a respeito? Tem outra idéia? Sabemos que dá trabalho, mas se a coleta dos 
dados for realmente sendo feita ao longo da oferta do curso, o que se fará nesse momento 
será a sistematização, só que compartilhada entre os cursistas e você, formador.
17) Sabemos que o que aqui propomos nesta Unidade e neste curso, só poderá se 
viabilizar com um trabalho sistemático, a se consolidar no futuro. Como só iniciamos o 
estudo das planilhas neste curso, será importante que outras oportunidades de formação 
continuda sobre elas sejam organizadas. E como formador, você pode participar desse 
trabalho	em	novos	cursos.	Fica	o	desafio.
18) Sem a formação continuada, o uso das planilhas permanerá incipiente, da mesma 
maneira que uma pessoa alfabetizada que não tem mais oportunidade de ler e escrever 
acaba por tornar-se um analfabeto funcional. Isso não é o que queremos. Portanto, preci-
saremos encontrar formas de investir nessa continuidade da formação sobre as planilhas 
eletrônicas. Por meio delas, se continuará o investimento em inclusão digital, mas sobre-
tudo social. E o mesmo poderá ocorrer com o programa de edição de texto, de construção 
de apresentações, de construção de blogs e assim por diante. A chama do mundo digital 
foi acesa com o curso, precisa de cuidados para não se esvair rapidamente. 
19) Quanto ao que fazer, todos podemos pensar em novas idéias e soluções, mas cer-
tamente as suas são fundamentais, porque organiza e gestiona todo o processo. Também 
não acreditamos em cooperação sem substância que subsidie as atividades em que se 
colabora. O que você propõe para o seu trabalho, o NTE de que faz parte, as escolas em 
que atua e o curso Introdução à Educação Digital?
20) O que poderá oferecer aos cursistas daqui pra frente, agora que os vínculos se 
formaram	e	a	confiança	mútua	se	estabelece	entre	vocês?	Como	se	apoiar	mutuamente?	
Como trabalhar juntos na solução de problemas? 
21) Agora não temos o que pedir aos cursistas que leiam, apenas que continuem a ler 
os textos das Unidades, do CD-ROM e que usem os programas aprendidos e atuem na 
rede mundial dos computadores de alguma forma. Que impregnem sua prática pedagó-
gica e pessoal do aprendido, iniciando uma nova trajetória de formação continuada auto-
iniciada e também com apoio dos NTEs.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
125
Consideramos uma excelente oportunidade 
trabalharmos juntos e cooperativamente, entre 
coordenadores, formadores, técnicos, elaboradores 
do material do curso. Temos certeza de 
termos iniciado coletivamente um trabalho de 
importância para o país na direção da inclusão 
social pela via digital.
E de modo cooperativo com os cursistas de 
todo o país. Contamos sinceramente com sua 
participação, apoio, contribuições e sugestões nos 
desafios da oferta e do aperfeiçoamento 
do curso num futuro próximo.
Votos sinceros de muito sucesso no 
desenvolvimento do curso a partir deste momento.
Receba nosso abraço fraterno e cordial.
Coordenação do curso.
Elaboradores do material
Equipes de apoio técnico e administrativo
[ R E f E R ê n C I A S B I B L I O G R Á f I C A S ]
ARAUJO, José Paulo.[2002] O Que os aprendizes esperam dos professores na Educação a Distân-
cia On-line? Em: Portal da ABED, seção Textos, publicado em 10/09/2002 às 19:00. Disponí-
vel em: http://www.abed.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=135&sid=116
COSCARELLI, Carla Viana e Ribeiro, Ana Elisa (orgs.). [2005] Letramento digital. Aspectos sociais e 
possibilidades pedagógicas. Belo Horizonte: Ceale & Editora Autêntica.
CUNHA, Ana Lygia. [2006] A interação na educação a distância: cuidados com o uso da linguagem 
em cursos on line. Em: Anais do 4º Seminário ABED de Educação a Distância - 9 a 11 de 
abril de 2006, páginas 4-6, TCF5011. Belém: Universidade Federal do Pará. Disponível em: 
http://sead.ufpa.br/v2/home/index.php?pag=pubListar 
FIORENTINI, Leda Maria Rangearo. A perspectiva dialógica nos textos didáticos escritos. Em: Fio-
rentini, L.M.R & Moraes, R.A. (orgs.) Linguagens e interatividade na educação a distância. Rio 
de Janeiro: Editora DP&A, 2003. 
FIORENTINI, Leda Maria Rangearo. Produção de textos didáticos. Em Programa Mídias na Educa-
ção - Mídia Impressa. Maceió: UFAL / FUNDEPES, 2006.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
126
GIRALDO, M.E. et al. [2003]. Propuesta pedagógica y metodológica para el diseño de cursos vir-
tuales. Em: Memorias Primer Foro Iberoamericano de Virtualización del aprendizaje y la en-
señanza. San José de Costa Rica. ITCER, septiembre. Disponível em: http://creativecom-
mons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/co/deed.es
hERNáNDEZ,	Jorge	Duque.	Conflicto	cognitivo.	Universidad	Pontificia	Bolivariana.	Disponível	em:	
http://eav.upb.edu.co/banco/files/CONFLICTOCOGNITIVO.ppt#256,1,Slide	 1	 e/ou	 http://
eav.upb.edu.co/banco/files/CONFLICTOCOGNITIVO.ppt
GARCIA, Felipe; PORTILLO, Javier; ROMO, Jesús & BENITO, Manuel. [ 2007 ]. Nativos digitales y 
modelos de aprendizaje . Anais do IV Simposio Pluridisciplinar sobre Diseño, Evaluación y 
Descripción de Contenidos Educativos Reutilizables (SPDECE 2007). Acessível em: http://
spdece07.ehu.es/actas/Garcia.pdf e http://spdece07.ehu.es/ppt/Garcia.ppt
LACERDA, Gilberto. A informática como meio para a educação a distância. Em: Módulo Integrado 
III. Meios e materiais para educação a distância.Brasília: SESI/DN, 2001.
MARCUSCHI, Luiz Antônio e XAVIER, Antônio Carlos (orgs.) [2004]. Hipertexto e gêneros digitais. 
Novas formasde construção de sentido. Rio de Janeiro: Editora Lucerna. 
MATTA, Alfredo.[2003] Projetos pedagógicos de Autoria Hipermídia e suas aplicações em EAD1. 
Em: ALVES, Lynn e NOVA, Cristiane (org). Educação à distância: uma nova concepção de 
aprendizado e interatividade. São Paulo: Futura, 2003, p. 89-125. Disponível em: http://www.
sead.ufpa.br/v2/arquivos/20071023174017.PDF
MORAES, Raquel de Almeida, Dias, Ângela Correia e Fiorentini, Leda Maria Rangearo. As Tecnolo-
gias da Informação e Comunicação na Educação: as perspectivas de Freire e Bakhtin. Anais 
do VIII Congreso Latinoamericano de Ciencias de la Comunicación - ALAIC & UNISINOS, 
2006. Em: UNIrevista - Vol. 1, n° 3 : (julho 2006) - acessível em http://www.alaic.net/ponen-
cias/UNIrev_Moraes_e_outros.pdf 
PAUL, Richard & ELDER, Linda. Algunas ideas valiosas para desarrollar el pensamiento. Em Paul, 
Richard & Elder, Linda. Guía del Pensador. Fundación para el Pensamiento Crítico. Disponível 
em: http://www.criticalthinking.org/resources/spanish.shtml e/ou http://www.eduteka.org/
modulos.php?catx=6&idSubX=134&ida=756&art=1&ademas=1013. 
Portal Eduteka: www.eduteka.org Para mais informação, vide diretório em http://www.eduteka.org/
directorio/index.php?cat=483&t=sub_pages 
Portal EducaRede: www.educarede.org.br
Portal Domínio Público: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp
Rede Interativa Virtual de Educação ( Rived): http://rived.proinfo.mec.gov.br/ [para pesquisar ob-
jetos: http://www.rived.mec.gov.br/site_objeto_lis.php ]
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
127
[ A n o t a ç õ e s ]
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
128
[ A n o t a ç õ e s ]e medo de errar de muitos cursistas. Ao contrário, essa é 
uma ótima chance de aproveitar e valorizar a experiência de cada um e de todos, de pro-
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
16
mover um ambiente rico para estudar, praticar, buscar apoio e aprender a aprender mais e 
melhor, assim como de compartilhar, negociar, colaborar e cooperar.
O papel ativo de protagonistas e interlocutores dos formadores é referência básica 
da coordenação do curso, que reconhece como fundamental e decisivo a função que 
exercem nesse processo de trabalho, seja para viabilizar a proposta pedagógica em seus 
locais de atuação, seja para assegurar a qualidade da aprendizagem, em conformidade 
com	políticas	públicas	de	formação	de	quadros	de	profissionais	da	educação	e	de	inclu-
são digital e social.
Tendo esse princípio como diretriz de seu trabalho como formador, cabe-lhe organizar 
grades horárias e planos de aulas aproveitando sua própria experiência na área, selecio-
nando e elaborando (autoria e co-autoria) atividades em função das condições de infra-
estrutura,	do	perfil	dos	cursistas	sob	sua	responsabilidade	e	da	viabilidade	de	realizá-las	
no tempo inicialmente previsto. 
REFLEXÃO
Uma	das	maiores	dificuldades	das	propostas	pedagógicas	é	colocá-las	em	prá-
tica entre todos os participantes: autores, formadores, cursistas e coordenado-
res e assegurar qualidade e construção colaborativa da concepção ao término 
do processo.
( D E S T A Q U E )
1. O lócus da formação será a escola e a formação será feita pelo NTE, em todas 
as escolas que têm o Proinfo 5.
2. Pode ser feita em escolas com ou sem conexão à Internet.
3. Nos laboratórios das escolas que não tenham o Linux Educacional instalado, a 
escola pode optar por: dual boot no micro; usar CD de boot do Linux Educacional ou 
CD de instalação do Linux Educacional.
4. As turmas serão compostas por professores e gestores, com um máximo de 20 
cursistas, sendo 2 por microcomputador (prevendo-se uma margem de reserva de mais 
10%).
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
17
Caso seja necessário e viável, cabe-lhe ainda tomar decisões quanto à eventual am-
pliação de carga horária, além de atuar de modo seletivo em relação ao material e ativi-
dades e propositivo ao compor as experiências das turmas em que atuar como formador, 
até mesmo para agregar novos materiais e atividades ao curso sempre que considerar 
que podem contribuir para a aprendizagem. É o reconhecimento do valor da docência 
exercida pelos formadores.
5. Para a formação de turmas, o número mínimo de cursistas deve ser de 15 profes-
sores (75%).
6. Os horários das turmas serão organizados de forma a atender às demandas dos 
professores e gestores das escolas.
Utilize o Calc para organizar 
planilhas de caracterização de 
perfís da equipe, dos cursistas, 
das condições dos laboratórios, do 
acervo de material com que poderá 
contar no desenvolvimento do 
curso, além de outros aspectos de 
controle e acompanhamento das 
atividades. 
Qual a vantagem?
Dispor de informações objetivas 
e atualizáveis que possam 
apoiar decisões pedagógicas de 
planejamento, acompanhamento, 
controle e avaliação.
S u g e s t ã o 2 : Plano de trabalho - roteiro para caracterizar condições de atuação
Elabore, em conjunto com seus colegas de NTE, um plano de trabalho para a oferta 
do curso Introdução à Educação Digital nas escolas/turmas sob sua responsabili-
dade, com base em diversos levantamentos propostos a seguir:
A: Diretrizes, equipes, locais de atuação, turmas
1) Diretrizes: conheça as diretrizes nacionais e o esboço inicial da oferta em cada 
NTE realizada nos encontros regionais de formadores, em que se detalhou o núme-
ro de NTE por estado, o número de multiplicadores por NTE, a demanda de cur-
sistas por NTE; as escolas com e sem conexão à Internet; o número de turmas por 
horários e turnos que serão possíveis e em que locais.
2)	Equipe:	detalhe	o	perfil	da	equipe	de	 formadores	do	NTE,	criando	planilha	de	
cadastro com o Calc, software livre que integra o Linux Educacional.
Campos	sugeridos:		similares	aos	sugeridos	para	o	perfil	dos	cursistas	(sugestão	1)
3) Locais de atuação: detalhe as necessidades da equipe para viabilizar o deslo-
camento para outras escolas que participem da oferta do curso e a realização das 
atividades naqueles locais. 
4) Turmas: faça um quadro de turmas por turno, número de cursistas, formador e labo-
ratório/escola (detalhe o horário de trabalho individual e o conjunto da equipe de forma-
dores do NTE tendo em vista a composição de turmas do NTE, horários e turnos).
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
18
 B: Levantamento das condições dos laboratórios
Elabore levantamento detalhado das condições de funcionamento do NTE em que 
atua e crie planilhas eletrônicas com o software Calc:
1)	Especificações	e	condições	de	funcionamento	dos	equipamentos	que	fazem	parte	
dos laboratórios a serem utilizados na oferta do curso.
2) Sistema operacional: no caso de ainda não ter o Linux Educacional instalado, qual 
a melhor opção para a escola: dual boot no micro; usar CD de Boot do Linux Educa-
cional ou CD de instalação do Linux Educacional.
3) Material permanente (câmera, scanner, impressora) e mobiliário (quadro branco, 
cavalete	ou	flipschart,	mural	ou	local	para	afixar	pôsteres	e	trabalhos	dos	cursistas);
4) Materiais de consumo (papel, disquetes, cartolinas, canetas de quadro branco ou 
flipchart,	fitas	adesivas,	pastas).
5)	Verifique	questões	de	acessibilidade	e	atendimento	aos	portadores	de	necessida-
des especiais.
6) Deixe um campo para observações, onde registrará as atualizações e aquisições 
realizadas.
C: Levantamento do acervo disponível
Faça o levantamento dos materiais disponíveis no acervo do NTE, escola e biblioteca 
escolar que possa ser utilizado no curso e crie planilhas eletrônicas com o software 
Calc para o registro dessas informações: 
1) Conjuntos de materiais didáticos (impressos, CD-ROMs, DVDs, vídeos) que eventual-
mente tenham sido preparados pelo NTE e que possam vir a integrar o acervo do curso.
2) Conjuntos de atividades e dinâmicas que a equipe do NTE costuma utilizar e que 
possam ser utilizadas nas aulas presenciais do curso.
3)	Alternativas	de	atuação	em	caso	de	necessidades	e	dificuldades	específicas	dos	
cursistas,	conforme	seu	perfil	(atendimento	especial	e/ou	horários	extras	para	ativida-
des, tutoria online ou por correio eletrônico).
4) Exemplares de materiais que os cursistas possam trazer ao NTE.
5)	Bibliografia	da	área	de	tecnologias	e	educação	(livros,	revistas,	artigos,	jornais).	
6) Tutoriais e/ou passo a passo dos softwares que integram o Linux Educacional.
7) Exemplares de cadernos de práticas de uso de programas de computador.
8) Exemplos de textos formatados com imagens e vídeos inseridos, apresentações de 
slides e textos publicados em blogs que possam servir de referência aos cursistas.
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
19
( S A I B A M A I S )
2.3. Os formadores: autoria e cooperação em rede
Um	importante	desafio	aos	formadores	nesse	curso	é	registrar	sua	experiência	(plano	
de	trabalho,	planos	de	curso	e	de	aulas,	proposições,	modificações,	novas	atividades	e/
ou materiais) e avaliar sua contribuição à aprendizagem, como parte substantiva do pro-
cesso, se quisermos aperfeiçoá-lo e atuar de modo cooperativo, da mesma maneira que 
está sendo proposto aos cursistas.
Isso requer que, como formador, você exercite também a função de autor, consolidan-
do e socializando seus textos, propostas, materiais, atividades e dinâmicas, participando 
de atividades cooperativas de elaboração com os colegas, construindo comunidade de 
trabalho/aprendizagem em rede com os núcleos de tecnologia educacional do país.
Este curso se propõe a fazer com que cada um de nós mude a própria postura e 
o modo como utiliza o computador, seja como ambiente tecnológico, como ferramenta 
mental, como ambiente social na hora de estudar, produzir, comunicar-se, interagir e tra-
balhar com os colegas e com os alunosna escola, de forma individual, em grupos e entre 
grupos.
Você	 tem	nas	mãos	o	desafio	de	descobrir	 novos	caminhos	e	modos	de	atuar	que	
favoreçam um diálogo com a tecnologia ao promover a inclusão digital. O ideal é que, 
na comunicação e interação no curso, predomine uma via de mão dupla entre cursistas, 
cursistas e formadores, cursistas e seus alunos, gestores e professores, ampliando 
O conceito de comunidade de trabalho e aprendizagem em rede (CTAR) foi cunha-
do por professores da área de tecnologias e educação da Faculdade de Educação da 
UnB.	Assim,	reflete-se	no	modo	de	conceituar	a	educação	tecnológica	na	formação	do	
educador, voltada para a democratização das oportunidades educativas e para a evo-
lução continuada dos métodos de ensino em compasso com o desenvolvimento das 
tecnologias comunicativas, concebidas como fenômeno social e cultural que transcen-
de os aparatos e as limitações tecnicistas de seu uso educativo. “Isso implica, como 
premissa,	em	não	colocar	os	meios	acima	dos	fins.”	(fonte:	SOUZA,	Amaralina	M.	et	al.	
Outra educação a distância é possível: comunidade de trabalho/aprendizagem em rede 
(CTAR). Virtual Educa, Espanha, 2005). 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
20
as possibilidades de interatividade, trocas de saberes, negociação compartilhada e 
cooperação. O resultado enriquecerá a experiência, a produção e a atuação de todos nós, 
conectados à Internet ou não.
Ao iniciarmos o curso Introdução à Educação Digital iniciamos, ao mesmo tempo, a 
segunda etapa de elaboração do material didático. É importante esclarecer, de início, que 
a versão atual, que você utiliza a partir de agora, é por nós considerada um material piloto 
em cuja elaboração pudemos contar com a contribuição de colegas da equipe de elabo-
ração oriundos de NTE do Rio de Janeiro e especialistas do Rio Grande do Sul, do Rio de 
Janeiro e de Brasília. 
Por	uma	série	de	razões	que	dificultaram	a	produção	dos	textos	e	o	início	iminente	das	
atividades previstas no cronograma de oferta dos cursos em âmbito nacional, manteve-se 
a edição do material na versão que você está recebendo agora. Tendo em vista os obje-
tivos da inclusão digital e social que permeiam toda a proposta pedagógica do curso e 
conscientes de lacunas e aspectos que ainda podemos aperfeiçoar, estendemos a ótica 
de produção cooperativa aos formadores de todas as regiões do país. 
Pretendemos elaborar uma nova versão do curso, a partir da revisão do material, para 
nele incorporar sugestões de atividades, dinâmicas, tutoriais, textos de aprofundamento, 
a partir de participação ampliada e de processos de elaboração cooperativa, com forma-
dores de todo o país. Como viabilizar essa segunda etapa? Viabilizando a atual oferta. 
Contamos com sua leitura atenta e anotações durante a execução das atividades, 
fundamentais para o aperfeiçoamento do curso, procedimentos e materiais didáticos. 
Como já havíamos mencionado, os registros da experiência ora iniciada são muito re-
levantes para aperfeiçoarmos este curso, que integra programa de políticas públicas 
de inclusão digital. 
Com essa diretriz em mente, sugerimos que leia os textos das orientações aos cursistas 
das Unidades de Estudo e Prática e o Guia do Formador, fazendo anotações de aspectos 
que requerem revisão da escrita, de procedimentos e sugestões de atividades e materiais 
que, certamente, já utiliza em sua prática pedagógica no NTE em que atua.
Utilize uma cópia do texto-base das unidades e faça anotações à margem dos pará-
grafos a que se referem, para contextualizar a indicação que está fazendo; anexe cópias 
digitais de artigos e referências e, se necessário, inclua cópias impressas de dinâmicas. 
Esperamos realizar atividades em ambiente virtual de trabalho e aprendizagem em 
rede e até em parceria com instituições de ensino superior nesse processo. Com sua 
efetiva colaboração, esperamos construir um banco de experiências com contribuições 
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
21
de formadores, coordenadores e elaboradores e socializá-las em portais, como o Portal 
do Professor, a que brevemente teremos acesso. 
As sugestões a seguir visam auxiliar no registro do desenvolvimento e de suas obser-
vações, mas você pode buscar outras formas, incluindo registros em áudio e em vídeo, 
por exemplo.
S u g e s t ã o 3 : 
S u g e s t ã o 4 : 
Registros de acompanhamento e controle do desenvolvimento das Unidades 
de Estudo e Prática de 1 a 9 e o desenvolvimento do curso (uma planilha por 
unidade)
Analise o texto das unidades, organize os campos referentes às atividades propostas e 
crie planilhas eletrônicas com o software Calc.
n Nas linhas, insira o nome dos cursistas, para controle individualizado; se houver gru-
pos (duplas) trabalhando em um mesmo texto e/ou material.
n Nas colunas, insira o nome/nº de cada atividade prevista, textos elaborados pelo 
formador: atividades extras, materiais alternativos, dinâmicas usadas, orientações, tu-
toriais, mencionando título, assunto, objetivo, mídia usada, site de hospedagem; su-
gestões para aperfeiçoamento (idéias, materiais, atividades, dinâmicas, revisões, tu-
toriais); observações sobre desempenho dos cursistas (participação em atividades e 
dinâmicas,	dados	de	desempenho,	facilidades	observadas,	dificuldades	observadas,	
encaminhamentos de orientação acadêmica).
Visão geral das estratégias e materiais utilizados no desenvolvimento do curso
Reorganize dados dos materiais usados das planilhas referentes ao desenvolvimento 
de cada unidade de estudo e prática das unidades 1 a 9 e construa novas planilhas de 
registro e controle.
Campos sugeridos: título, assunto, mídia, hospedagem, destinatários, observações de 
qualidade, observações quanto ao uso, necessidades, sugestões. 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
22
Temas sugeridos:
- Atividades utilizadas no curso.
- Materiais utilizados no curso.
- Dinâmicas utilizadas no curso. 
- Tempo utilizado no desenvolvimento do curso (tempo utilizado em de cada atividade). 
- Textos elaborados pelos cursistas (título, assunto, mídia, hospedagem, destinatários, 
etapas de edição e produção em que se encontrar).
- Atividades de prática pedagógica com tecnologias (título, assunto, materiais e mídias 
usadas, site de hospedagem, destinatários, informações sobre utilização na escola, 
efeitos desencadeados resultados observados).
- Atividades de orientação acadêmica: presenciais e a distância.
- Atividades de elaboração cooperativa: presencial e virtual.
- Relatórios diversos.
- Registros da experiência realizados pelos formadores em diversas mídias.
2.4.Objetivos do curso Introdução à Educação Digital
Este	curso	visa	a	contribuir	para	a	inclusão	digital	de	profissionais	da	educação,	bus-
cando	familiarizá-los,	motivá-los	e	prepará-los	para	a	utilização	significativa	de	recursos	
de computadores (sistema operacional Linux Educacional e softwares livres) e recursos da 
Internet,	refletindo	sobre	o	impacto	dessas	tecnologias	nos	diversos	aspectos	da	vida,	da	
sociedade e de sua prática pedagógica.
Objetivos específicos
n	Refletir	sobre	o	impacto	da	tecnologia	e	suas	contribuições	na	vida	cotidiana	e	na	
atuação	profissional.
n Conhecer e utilizar o sistema operacional Linux Educacional e outros softwares livres, 
distribuídos em conjuntos com os computadores do Proinfo, que possam contribuir para 
a solução de necessidades, problemas e propostas pedagógicas mediadas por tecnolo-
gias.
n Desenvolver habilidades necessárias ao manejo do computador e de programas que 
possibilitam a elaboração e edição de textos e de apresentações multimídia, a comunica-
ção interpessoal, interatividade, navegação e pesquisa de informações, produção, coope-
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
23
ração e publicação de textos na Internet.
n Organizar e sistematizar conteúdos em vários tipos de textos, com apoio do compu-
tador e, se possível, de pesquisas na Internet.
n	Refletir	sobre	propostas	para	dinamizar	sua	prática	pedagógica	e	a	vivência	de	seusalunos, com o uso de softwares livres utilizados no curso. 
n Participar de atividades, de experiências comunicativas e cooperativas de aprendiza-
gem, de dinâmicas, com ou sem conexão à rede mundial de computadores. 
n	Buscar	soluções	aos	desafios	provocados	pelas	múltiplas	possibilidades	de	trajetos	
de estudo e pesquisa, leitura, navegação, elaboração, socialização, produção, publicação 
de	idéias,	reflexões.
2.5. Organização do curso e metodologia 
Para organização deste curso elaboramos um mapa conceitual sobre a temática pro-
posta, com a intenção de obter uma visão global deste processo formativo. Por ser uma 
ferramenta	cognitiva	de	natureza	gráfica,	é	útil	para	sistematizar	conceitos,	suas	relações	
e interfaces, além de possibilitar uma visão sintética e ao mesmo tempo global do conte-
údo e suas várias facetas de tratamento.
O que é um mapa conceitual? 
E para que serve? 
Qual a vantagem em utilizá-lo?
( D E S T A Q U E )
Os mapas conceituais são diagramas que ajudam a ver como as palavras-chave 
se relacionam entre si. Sua construção parte de uma tempestade de idéias sobre uma 
temática que, numa segunda fase, são estruturadas em torno a palavras-chave, suas 
ramificações	e	relações	entre	elas.
Ter uma visão global de início contribui positivamente para a aprendizagem ao funcio-
nar como referência para o desenvolvimento das atividades e para a compreensão, para 
acompanhamento e avaliação do desempenho, pois permite evocar, organizar e represen-
tar	graficamente	o	que	se	vai	aprendendo.
Utilizamos este mapa como um organizador prévio das idéias principais, secundárias 
e alguns aspectos complementares das relações entre elas, que serão abordadas neste 
curso. 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
24
por meio de
entre
Apoiadas em procedimentos, posturas e valores que permitem:
elaborar, redigir, editar, formatar, armazenar, imprimir, publicar, distribuir, discutir, animar, inserir, elaborar,
animar, usar linguagens visual, sonora, multimidiática, criar em txt, html, pdf, flash, ppt, wav, mp3, jpg, gif.
com a finalidade de realizar
e suas
manifestações
na
Sociedade
tecnologias
TICs,
Computadores,
Redes:
Intranet - Internet
Geradora de 
processos de:
informação,
comunicação, 
interação, atividade, 
interatividade, 
educação, 
educação digital.
Hardwares:
monitor, teclado, 
drives, memórias, 
placas, estabilizador, 
impressora, escaner, 
câmara.
Softwares:
Navegador, correio 
eletrônico, editor de 
texto escrito, wiki, 
editor de imagem 
fixa, sonora e 
audiovisual, editor 
de apresentações, 
editor de páginas 
web, planilhas, blog.
portais, sites, 
blogs pessoais, 
institucionais, 
cooperativos, 
temáticos, de 
enciclopédias e 
dicionários, de 
jornalismo, 
científicos, de 
busca.
homem e 
máquina, 
indivíduos e 
grupos, 
comunidades, 
comunidades 
de discurso 
países, 
governos e 
instituições.
cultura, 
vida cotidiana, 
profissões, 
comunicação, 
linguagem, 
interação social, 
academia, 
ciência, ...
. ações e reflexões 
entre indivíduos, 
grupos, instituições
. discussões e proposições
. definição de políticas
. produções formais e 
informais, públicas e 
privadas
. desenvolvimento
. inovações
. investimentos 
econômicos, sociais, 
tecnológicos, 
educacionais, 
comunicacionais.
busca, aprendizagem,
formação, produção,
pesquisa, ciência,
construção,
divulgação,
armazenamento,
socialização,
competência 
comunicativa, gênero 
mediacional, solução 
de problemas.
10
Esperamos que você, como formador, consulte-o ao longo das Unidades de Estudo e 
Prática e organize outros mapas conceituais relativos ao que for estudado em cada uma 
delas, como estratégia de aprendizagem e de ensino.
Mapa conceitual sobre tecnologias no cotidiano e desafios da inclusão digital e social
Autora: Leda Fiorentini – UnB, 2008
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
25
2.5.1. Unidades de Estudo e Prática
Com essa sistematização, foi possível distribuir a temática do curso Introdução à edu-
cação digital em nove Unidades de Estudo e Prática, quais sejam: 
Unidade	1:		Tecnologias	no	cotidiano:	desafios	à	inclusão	digital•	
Unidade 2: Navegação, pesquisa na Internet e segurança na rede•	
Unidade 3: Comunicação mediada pelo computador: correio eletrônico•	
Unidade 4: Debate na rede: bate-papo, lista e fórum de discussão, netiqueta•	
Unidade 5: Elaboração e edição de textos •	
Unidade 6: Apresentações para nossas aulas•	
Unidade 7: Criação de blogs•	
Unidade 8: Cooperação e interação em rede•	
Unidade 9: Solução de problemas com planilhas eletrônicas•	
2.5.2. Encontros presenciais e atividades a distância
Cada unidade prevê atividades de aprendizagem, envolvendo conceitos, procedimen-
tos,	reflexões	e	práticas	para	4	horas	semanais.	Foram	previstas	4	horas	semanais	para	
cada unidade de estudo e prática, num total de 40 horas, que podem ser totalmente pre-
senciais ou ser distribuídas em:
n encontros presenciais semanais de, no mínimo, 2h; e 
n estudo a distância, guiado pelas Unidades de Estudo e Prática de, no máximo, 2h 
por semana.
unidades
1 2 3 4 5 6 7 8 9
Carga horária 
da unidade 4h 4h 4h 4h 8h 4h 4h 4h 4h
Or
ga
ni
za
çã
o Opção 1: 
4h presenciais
Opção 2: 
2h presenciais e 2h a distância
Total de horas do curso Introdução à educação digital: 40 horas
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
26
Cabe aos formadores dos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) planejar e re-
alizar os encontros de formação com os professores e gestores nas escolas, utilizando 
os	laboratórios	de	informática,	de	acordo	com	as	condições	específicas	de	cada	escola,	
disponibilidade de seu(s) laboratório(s), demandas dos cursistas, etc. Além disso, realizar 
as	adaptações	necessárias	ao	plano	de	trabalho	específico	a	cada	turma,	promover	dinâ-
micas e práticas, elaborar formas de acompanhamento e orientação acadêmica.
Embora	a	duração	máxima	do	curso	seja	de	dez	semanas,	poderá	ser	flexibilizada	e	
ampliada,	caso	a	equipe	do	NTE	considere	mais	adequado	ao	perfil	dos	cursistas	das	tur-
mas que atendem. Dependendo da disponibilidade dos cursistas e dos laboratórios nas 
escolas, é possível realizar-se mais de um encontro semanal, diminuindo, assim, o tempo 
de duração do curso e vice-versa.
2.5.3. Materiais didáticos do curso
Os materiais do curso visam a ampliar sua aprendizagem sobre mídias e tecnologias, 
manejo do computador e de alguns programas no ambiente Linux Educacional e ainda a 
busca de possibilidades de aproveitá-la no cotidiano e na prática pedagógica. Apresen-
tam-se em dois suportes que se complementam: 
n dois volumes de material impresso, de fácil consulta e manuseio em qualquer ho-
rário e local em que o cursista esteja. O material impresso é constituído pelo texto-base, 
intitulado Introdução à Educação Digital, organizado em nove unidades de estudo e 
prática, contendo objetivos e diretrizes de cada uma delas, textos, atividades, orientações 
de trabalho, práticas, tutoriais, referências bibliográficas e pelo Guia do Formador, que 
oferece uma visão geral do curso, a concepção norteadora, objetivos e unidades de estudo 
e prática, dinâmica da formação, orientações de estudo, acompanhamento e avaliação de 
desempenho e do curso;
n um volume de material digital apresentado em CD-ROM, (um cuidado especial para 
os que ainda não dispõem de conexão à Internet) constituído por textos em outros meios 
(sons, imagens, vídeos) e estruturas (hipertextos), como base para experimentar navega-
ção e interações com os temas tratados nas unidades de estudo e prática. É fundamental 
que você conheça os materiais do curso e se familiarize com a proposta de trabalho or-
ganizada pelos autores. Elabore sínteses e resumos para organizar a informação estudada 
e elabore mapas conceituais para auxiliar na visualização dos conceitos aprendidos. 
Tenha em mente que o material didático do curso foi organizado como um material 
orientador para os formadores e de referência para os cursistas, que, a partir dele, pode-
INTRODUÇÃO À 
EDUCAÇÃO DIGITALIntrodução à Educação Digital
GUIA DO 
FORMADOR
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l -
 G
UI
A 
D
O
 F
O
RM
AD
O
R
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
27
rão realizar as atividades propostas e consultá-las, sempre que o desejarem, nos locais e 
horários que lhes forem convenientes.
2.5.4. Referenciais e estratégias de construção do texto das unidades 
Trabalhamos com a intenção de criar oportunidades de aprendizagem de edição, nave-
gação,	pesquisa,	comunicação	e	produção	que	pudessem	ser	gratificantes	aos	cursistas,	
articulando-as à experiência prévia, oriunda da trajetória social, tecnológica e educacio-
nal de cada um, como base para o conhecimento, incorporação e uso consistente das 
tecnologias	digitais	na	vida	cotidiana	e	profissional.		
É muito importante compreender que materiais educativos não	são	suficientes	para	
esse desenvolvimento autônomo e criativo dos cursistas. Não basta criar materiais multi-
mídia,	disponibilizá-los	e	achar	que	são	suficientes	para	aprender.
Como formador, é preciso que se organize para orientar, monitorar, participar e contribuir 
para o progresso dos cursistas enquanto eles utilizam o material indicado nas atividades 
propostas. É preciso também que recepcione os cursistas, promova o desenvolvimento 
das atividades propostas, a contextualização, a orientação acadêmica, o acompanhamen-
to, controle, registro e avaliação da experiência, além de cooperar no aperfeiçoamento da 
proposta pedagógica, dos materiais e procedimentos utilizados no curso.
Da parte dos cursistas, é preciso que se organizem para estudar, que reconheçam suas 
próprias	necessidades	e	dificuldades	de	aprendizagem	e	realizem	ações	adequadas	para	
solucioná-las de modo efetivo, exercendo controle e imprimindo ritmo que lhes assegure 
aprender o que foi proposto no tempo acordado. 
Escrita e gêneros textuais digitais emergentes. Na elaboração dos textos das unida-
des de estudo e prática também assumimos a experiência da escrita que o adulto apren-
diz já tem ao entrar em contato com as tecnologias. Ela é potencializadora do letramento 
digital, já que a escrita está amplamente presente nos ambientes virtuais, o que amplia 
o	leque	de	possibilidades	para	escrever,	ler,	reconfigurar	conceitos	e	práticas,	nas	novas	
formas de interação, novos formatos de comunicação interpessoal, produzindo novos 
gêneros textuais (Coscarelli & Ribeiro, 2005). 
Procuramos recuperar padrões de comunicação interpessoal e de escrita como base 
para a introdução da escrita eletrônica e gêneros digitais emergentes (Marcuschi & Antô-
nio Carlos, 2004) ao utilizar programas de edição de texto, comunicação via e-mail, nave-
gação, produção de apresentações, construção de blogs e planilhas eletrônicas. 
Gênero textual mediacional. Aproveitamos a contribuição de Sousa (2001 e 2006) 
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
28
sobre gênero textual mediacional, ao estudar textos para ensino a distância ou mediado 
por tecnologias, ao decidir por uma forma dialogada no desenvolvimento dos temas e 
reflexões	para	realizar	a	mediação	pedagógica	entre	temas	e	manejo	do	computador,	pe-
riféricos, programas, ambientes virtuais.
Estruturas de tratamento do tema. Nos textos das unidades, propomos situações de 
estudo permeadas por atividades práticas e de passo a passo na utilização do computa-
dor, periféricos, aplicativos, ao mesmo tempo em que buscamos aguçar a atenção dos 
cursistas para detalhes, procedimentos, efeitos, implicações nas vida cotidiana e nas pro-
postas	de	atuação	profissional.	Procure	identificar	as	estruturas	correspondentes	no	texto	
e	os	marcadores	que	as	acompanham,	assim	ficará	mais	fácil	diferenciá-las,	a	saber:	
n Objetivos de aprendizagem – norteadores do trabalho e da atividade dos participan-
tes. 
n Introdução – texto curto introduzindo a unidade de estudo e sua importância; 
n Destaque – informação ressaltada. 
n	 Questionamento,	 reflexão,	 discussão	 –	 aspectos	 destacados	 para	 levantar	 efeitos,	
( S A I B A M A I S ) G ê n e r o t e x t u a l m e d i a c i o n a l
Para um texto apresentar características interativas e envolventes como gênero 
mediacional, os autores utilizam algumas estratégias lingüísticas e conceituais 
para simbolizar um contexto de interação, como uma sala de aula virtual. Usam 
estratégias lingüísticas como vocativo, o termo você, contextualização, paráfrase, 
estilo sintático (frases que formam seqüências veiculadoras de sentidos), expressões 
que	marcam	o	fluxo	de	informação,	expressões	destacadas,	discurso	direto,	repetição,	
intertextualidade. Entre as estratégias contextuais, uso de notas de rodapé, atividades 
teóricas e práticas. 
(Sousa, 2001 e 2006, Gênero textual “mediacional”: um texto narrativo e envolvente na perspectiva de um contexto específico. 
(Dissertação de mestrado e tese de doutorado). Brasília: Universidade de Brasília/ Instituto de Letras, 2001).
G
ui
a 
do
 f
or
m
ad
or
29
manifestações, necessidades do que se estuda e do contexto de atuação dos 
cursistas.
n Leituras propostas – textos selecionados para aprofundamento como base para ati-
vidades das unidades.
n	Vídeo	–	selecionados	para	variar	a	abordagem	da	temática	para	estimular	a	reflexão.
n Para saber mais – trazer mais informações ou experiência consideradas interessan-
tes para os cursistas. 
n Indicações de sites, blogs, links – para aprofundar a experiência e facilitar a pesquisa. 
n Atividades de elaboração, redação de texto, de plano, de proposta, de pesquisa, de 
navegação, de execução, de produção. 
n Atividades de prática pedagógica – estimular o desenvolvimento de atividades na 
escola em que os cursistas atuam. 
n Atividades a distância – relacionadas ao contexto dos cursistas, demandam tempo 
para sua elaboração e realização; buscam aplicaçação e transferência de idéias, ha-
bilidades, produção contextualizada na escola.
n	Concluindo	–	sistematização	final	e	indicações	para	as	próximas	unidades.	
n	Referências	bibliográficas	da	unidade.	
n	Glossário	-	ao	lado	do	texto	em	que	a	palavra	aparece	(na	margem)	e	ao	final	do	texto	
impresso.
Projeto gráfico.	As	estruturas	se	expressam	no	projeto	gráfico	quanto	ao	tratamento	
das relações entre forma e conteúdo dos textos das unidades. Utilizamos recomendações 
da área de educação a distância, de modo que o texto foi organizado em uma coluna prin-
cipal com uso da margem para informação complementar, posicionamento de ícones para 
indicar atividades solicitadas no texto, questionamentos, glossário, comentários. Veja 
alguns exemplos:
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
18
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
19
Apresentação
 
Estamos iniciando o curso Introdução à Educação Digital. Esse curso integra um con-
junto de políticas públicas voltadas à inclusão digital. Esperamos que você participe da 
construção deste processo formativo, aprendendo sobre mídias e tecnologias, no contexto 
do Linux Educacional, e que maneje ferramentas de produção e outros programas de com-
putador. 
É importante que você também refl ita sobre a tecnologia digital e as possibilidades de 
mudanças que elas podem provocar em sua trajetória pessoal e profi ssional.
A chegada das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na escola traz de-
safi os e problemas, cujas soluções vão depender das potencialidades de cada escola, 
do trabalho pedagógico que nela se realiza, de seu corpo docente e discente, de sua co-
munidade interna e externa, dos propósitos educacionais e das estratégias que propiciam 
aprendizagem. 
Precisamos compreender a realidade em que atuamos e planejar a construção de no-
vos cenários, de novos saberes, com as novas tecnologias e aprender a lidar com a diver-
sidade, a abrangência e a rapidez de acesso às informações, com novas possibilidades de 
comunicação e interação, novas formas de aprender, ensinar e produzir conhecimento. 
Não há um só caminho, nem uma só solução. Ao contrário, há uma gama de possibili-
dades por meiodas quais poderemos encontrar novas respostas para velhas perguntas. 
TECNOLOGIAS NO COTIDIANO: 
DESAFIOS À INCLUSÃO DIGITAL
1. [ G L O S S Á R I O ]
Educação digital: oportunidade 
para utilizar os meios digitais com 
autonomia e participação, individual e 
cooperativa; promoção do letramento 
digital na prática social, como 
capacidade de ler e intervir no mundo, 
de modo que cada um decida quando, 
como e para que utilizar a tecnologia, 
como produtor, criador, compositor, 
montador, apresentador e difusor de 
seus próprios produtos, o que requer 
domínio de técnicas específi cas de 
interação e formação de saberes, 
promovendo a inclusão social.
Inclusão digital: garantia de acesso 
à informação, domínio das linguagens 
básicas e de programas para, com 
autonomia, criar conhecimentos, 
elaborar conteúdos, comunicar-se 
e expressar idéias; utilizá-los como 
ferramenta de desenvolvimento, 
inovação, participação ativa na 
sociedade e emancipação.
Linux: é um sistema operacional, 
software livre, que nasceu de um 
projeto de Linus Benedict Torvald. 
O nome Linux surgiu da mistura de 
Linus + Unix. Para saber mais sobre a 
história do Linux acesse a Wikipedia 
.
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
20
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
21
Objetivos de aprendizagem desta unidade de estudo e prática:
n Conceituar o que são mídias e tecnologias e a evolução desses conceitos.
n Refl etir sobre a utilização e a importância dos computadores e da Internet na sua vida 
e na educação.
n Conhecer alguns recursos básicos do computador. 
n Elaborar um texto contendo refl exões sobre o papel da tecnologia na sua vida e na 
formação de professores e gestores escolares.
Introdução
O homem vem evoluindo socialmente e utilizando recursos da natureza em benefício pró-
prio, transformando-os em ferramentas. Elas ajudam a criar “conjuntos de conhecimentos, 
formas e técnicas de fazer as coisas, costumes e hábitos sociais, sistemas de comunicação 
e	crenças,	transmitidas	de	geração	em	geração”	(Kenski	apud	Fiorentini	e	Carneiro,	2000,	
p.14).
Olhe a sua volta. Muitos dos objetos presentes em nossa vida cotidiana são ferramentas 
como livros, giz, apagador, papel, canetas, sabonetes, talheres, televisor, telefone, câmara 
fotográfi	ca,	aparelhos	de	som,	vídeos,	computador.
Vivemos em um cenário de constantes e aceleradas mudanças, provocadas pelos avan-
ços	científi	cos	e	tecnológicos	e	por	transformações	sociais	e	econômicas.	Essas	mudanças	
revolucionam nossos modos de comunicação, de relacionamento com as pessoas, com 
os objetos e com o mundo ao nosso redor, encurtando distâncias, expandindo fronteiras, 
num intenso intercâmbio de produtos e práticas socioculturais. Nesse contexto globalizado, 
as novas mídias e tecnologias invadem nosso cotidiano e aceleram e aprofundam essas 
transformações. 
Na sociedade contemporânea, pós-moderna, a tecnologia e, principalmente, a informá-
tica estão presentes em toda parte. Na hora de votar, por exemplo, a urna eletrônica é 
um computador. Para sacar dinheiro, muitas vezes usamos um caixa automático. Nos dois 
casos, apertamos botões, dando instruções que precisam ser cumpridas para que as má-
quinas executem as ações desejadas. Que tal conhecer alguns recursos básicos do com-
putador?
[ G L O S S Á R I O ]
Mídia (do inglês media): designa os meios 
ou o conjunto dos meios de comunicação: 
jornais, revistas, TV, rádio, cinema, etc. 
Tecnologia: termo que envolve o 
conhecimento técnico e científi co e as 
ferramentas, processos e materiais criados 
e/ou utilizados a partir de tal conhecimento. 
Dependendo do contexto, a tecnologia pode 
ser:
n ferramentas e máquinas que ajudam a 
resolver problemas;
n técnicas, conhecimentos, métodos, 
materiais, ferramentas, e processos usados 
para resolver problemas ou ao menos 
facilitar a solução dos mesmos;
n método ou processo de construção 
e trabalho (tal como a tecnologia de 
manufatura, a tecnologia de infra-estrutura 
ou a tecnologia espacial).
Autor da foto: Vaughan Willis 
Fig. 1.1: Na década de 1980, 
apareceram no Brasil os primeiros 
terminais bancários, iniciando assim a 
evolução da automação bancária. 
 Figura 1.5: As teclas ENTER e SHIFT
Teclas SHIFT, ENTER e CTRL. No teclado, ao digitar, essas teclas se destacam 
pelas funções que executam: a tecla SHIFT por inserir a letra maiúscula e outros sinais 
gráfi	cos	e	a	tecla	ENTER	por	enviar	a	informação	ao	sistema	que	controla	o	programa,	
respectivamente, e ainda temos a tecla CTRL que acionado em conjunto com outras 
teclas pode ter uma função especial. Por exemplo, no editor de texto a tecla 
+ a tecla , ativa a função negrito, ou seja, tudo digitado após este comando sairá 
em negrito (para desabilitar esta funçãopressione novamente +).
Alguns teclados mais recentes trazem uma seta para cima ou a palavra CAPS 
LOCK,	ao	invés	da	palavra	ShIFT.	E	a	tecla	ENTER	aparece	em	duas	posições	no	te-
clado, para facilitar a digitação de letras e de números. Localize-os.
Essas teclas são muito usadas na digitação de textos. Veja o porquê nas dicas ao lado. 
Antes de começar, experimente livremente as dicas para digitar um texto.
DICAS:
1. Enquanto estiver escrevendo, você 
não precisa se preocupar em mudar de 
linha, porque o editor de texto faz isso 
automaticamente. 
2. Quando terminar de digitar um 
parágrafo ou título, você pode apertar 
a tecla ENTER (que indica fi m de 
parágrafo), ou ainda se preferir mudar 
de linha ou para dar um espaço a mais 
entre as linhas, pressione + 
. 
3. Se você quiser escrever uma letra 
maiúscula, mantenha apertada a tecla 
SHIFT e aperte a tecla da letra escolhida.
4. Para escrever uma palavra ou frase 
toda em letra maiúscula, aperte a 
tecla CAPS LOCK ou FIXA (em alguns 
teclados) e depois digite normalmente. 
Para voltar a escrever com letras 
minúsculas, basta apertar CAPS LOCK 
ou FIXA de novo. 
5. Não se usa separar sílabas das 
palavras, o computador faz isso para 
você nos editores de texto. 
6. Para digitar um caractere localizado 
na parte de cima da tecla (!, $, %, ?, @ , 
&, ^ etc.), é só apertar ao mesmo tempo 
SHIFT e a tecla do símbolo que você 
quer escrever (estes caracteres são 
chamados de caracteres especiais). 
7. Se você quiser acentuar uma letra, 
basta digitar primeiro o acento e depois 
a letra. Ele irá aparecer depois que a 
letra for digitada, o mesmo vale para 
o Ç, em alguns computadores existe a 
tecla Ç, mas caso o seu computador não 
tenha esta tecla, basta digitar o acento 
 + e terá um Ç.
[ D E S T A Q U E ]
[ S A I B A M A I S ]
Que tal aprender a posicionar os dedos no teclado?
Você encontrará a posição dos dedos no teclado, para digitar corretamente, no link: 
Você também pode exercitar o uso do teclado para aumentar a velocidade da digita-
ção e memorizar a posição das letras e teclas mais importantes. 
Visite o site indicado.
Vamos digitar? Figura 1.5: A tecla CAPS LOCK, 
quando ativa, transforma todas 
as letras em maiúsculas. 
Autor da foto: Stephanie Bretherton. 
Disponível em 
ATIVIDADE DE ELABORAÇÃO 2
Vamos por etapas:
n Recupere o texto manuscrito que preparou – servirá como base para a digi-
tação.
n Planeje o tipo de texto que vai usar: pode ser uma carta a alguém que não 
está no laboratório, mensagem de abertura do jornal da escola em que trabalha 
(mesmo que ainda vá criá-lo), folheto de divulgação dos conceitos estudados, 
resenha, relatório do que aprendeu, ou outro que preferir. A escolha é sua. 
n Reorganize o texto para atender às características do tipo de texto escolhi-
do: faça os ajustes que forem necessários, introduzindo elementos que faltam, 
mexendo na estrutura de apresentação das idéias, no modo de concluir e assim 
por diante.
n Essa etapa é fundamental daqui para a frente, pois seu texto começa a ter 
caráter de publicação. 
n	Uma	vez	aberto	o	programa	BrOffi	ce.org	Writer,	 iniciaremos	a	digitação	do		
texto de síntese que você elaborou a partir do vídeo, dos textos recomendados, 
das	refl	exões	realizadas	e	do	tipo	de	texto	que	escolheu	digitar.
Já percebeu que as publicações 
impressas podem tornar-se excelentes 
projetos, pois permitem que os alunos 
conduzam a pesquisa e compartilhem 
seus pensamentos?
Que tal planejar uma publicação sobre 
temas de interesse da comunidade 
escolar?
Anime-se!
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
30
In
tr
od
uç
ão
 à
 E
du
ca
çã
o 
D
ig
ita
l
31
ATIVIDADE DE EXECUÇÃO 5
Vamos usar o teclado?
Para digitar e introduzir informações no sistema que gerencia o programa editor 
de texto que vamos usar, você precisará utilizar o teclado, que possui teclas 
com letras, números e outras funções especiais. 
Figura 1.4: Teclado alfanumérico
Autor da foto: Petr Kovar. 
Acessível em Figura 1.5: As teclas ENTER e SHIFT
Teclas SHIFT, ENTER e CTRL. No teclado, ao digitar, essas teclas se destacam 
pelas funções que executam: a tecla SHIFT por inserir a letra maiúscula e outros sinais 
gráfi	cos	e	a	tecla	ENTER	por	enviar	a	informação	ao	sistema	que	controla	o	programa,	
respectivamente, e ainda temos a tecla CTRL que acionado em conjunto com outras 
teclas pode ter uma função especial. Por exemplo, no editor de texto a tecla 
+ a tecla , ativa a função negrito, ou seja, tudo digitado após este comando sairá 
em negrito (para desabilitar esta função pressione novamente +).
Alguns teclados mais recentes trazem uma seta para cima ou a palavra CAPS 
LOCK,	ao	invés	da	palavra	ShIFT.	E	a	tecla	ENTER	aparece	em	duas	posições	no	te-
clado, para facilitar a digitação de letras e de números. Localize-os.
Essas teclas são muito usadas na digitação de textos. Veja o porquê nas dicas ao lado. 
Antes de começar, experimente livremente as dicas para digitar um texto.
DICAS:
1. Enquanto estiver escrevendo, você 
não precisa se preocupar em mudar de 
linha, porque o editor de texto faz isso 
automaticamente. 
2. Quando terminar de digitar um 
parágrafo ou título, você pode apertar 
a tecla ENTER (que indica fi m de 
parágrafo), ou ainda se preferir mudar 
de linha ou para dar um espaço a mais 
entre as linhas, pressione + 
. 
3. Se você quiser escrever uma letra 
maiúscula, mantenha apertada a tecla 
SHIFT e aperte a tecla da letra escolhida.
4. Para escrever uma palavra ou frase 
toda em letra maiúscula, aperte a 
tecla CAPS LOCK ou FIXA (em alguns 
teclados) e depois digite normalmente. 
Para voltar a escrever com letras 
minúsculas, basta apertar CAPS LOCK 
ou FIXA de novo. 
5. Não se usa separar sílabas das 
palavras, o computador faz isso para 
você nos editores de texto. 
6. Para digitar um caractere localizado 
na parte de cima da tecla (!, $, %, ?, @ , 
&, ^ etc.), é só apertar ao mesmo tempo 
SHIFT e a tecla do símbolo que você 
quer escrever (estes caracteres são 
chamados de caracteres especiais). 
7. Se você quiser acentuar uma letra, 
basta digitar primeiro o acento e depois 
a letra. Ele irá aparecer depois que a 
letra for digitada, o mesmo vale para 
o Ç, em alguns computadores existe a 
tecla Ç, mas caso o seu computador não 
tenha esta tecla, basta digitar o acento 
 + e terá um Ç.
[ D E S T A Q U E ]
[ S A I B A M A I S ]
Que tal aprender a posicionar os dedos no teclado?
Você encontrará a posição dos dedos no teclado, para digitar corretamente, no link: 
Você também pode exercitar o uso do teclado para aumentar a velocidade da digita-
ção e memorizar a posição das letras e teclas mais importantes. 
Visite o site indicado.
Vamos digitar? Figura 1.5: A tecla CAPS LOCK, 
quando ativa, transforma todas 
as letras em maiúsculas. 
Autor da foto: Stephanie Bretherton. 
Disponível em 
ATIVIDADE DE ELABORAÇÃO 2
Vamos por etapas:
n Recupere o texto manuscrito que preparou – servirá como base para a digi-
tação.
n Planeje o tipo de texto que vai usar: pode ser uma carta a alguém que não 
está no laboratório, mensagem de abertura do jornal da escola em que trabalha 
(mesmo que ainda vá criá-lo), folheto de divulgação dos conceitos estudados, 
resenha, relatório do que aprendeu, ou outro que preferir. A escolha é sua. 
n Reorganize o texto para atender às características do tipo de texto escolhi-
do: faça os ajustes que forem necessários, introduzindo elementos que faltam, 
mexendo na estrutura de apresentação das idéias, no modo de concluir e assim 
por diante.
n Essa etapa é fundamental daqui para a frente, pois seu texto começa a ter 
caráter de publicação. 
n	Uma	vez

Mais conteúdos dessa disciplina