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NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
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NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
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Equipe Professor Rômulo Passos | 2015 
 
CURSO COMPLETO DE ENFERMAGEM 
PARA CONCURSO - 2015 
AULA Nº 32– ADMINISTRAÇÃO EM 
ENFERMAGEM 
 
LINDAIANE MELO CASTRO - 033.140.973-95
 NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
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NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
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Prezado aluno, 
Sou a Professora Poly e irei acompanhá-lo nesse momento de estudo a respeito da 
temática: Administração em enfermagem. 
Dividiremos esse tema em 6 tópicos conforme Sumário abaixo: 
Boa aula! 
 
 
 
LINDAIANE MELO CASTRO - 033.140.973-95
 NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
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NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
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SUMÁRIO DA AULA 
 
1. TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO APLICADAS À ENFERMAGEM 
2. FILOSOFIA E ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 
3. METODOLOGIA DE PLANEJAMENTO NA ENFERMAGEM 
4. O PROCESSO DE MUDANÇA 
5. FERRAMENTAS GERENCIAIS DO SERVIÇO DE ENFERMAGEM (NORMAS 
ROTINAS E MANUAIS) - 
6. O ENFERMEIRO COMO LÍDER E AGENTE DE MUDANÇA 
 
LINDAIANE MELO CASTRO - 033.140.973-95
 NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
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NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
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É importante você se assegurar que está preparado para iniciarmos o nosso estudo, 
e que nada venha a te interromper durante seu raciocínio. Portanto, procure um local 
adequado e um ambiente em que você esteja confortável para se concentrar. 
 
O material a seguir foi elaborado com as mais atualizadas referências na área e 
especialmente para a sua aprovação! Tentarei ser sucinta na teoria introdutória bem 
como no comentário das questões, trazendo assim o que de fato é atual e informações 
importantes para sua aprovação. Você verá que eu sempre estarei incluindo imagens, 
tópicos em quadros e algumas palavras sublinhadas, então fique de fato atento a essas 
observações que serão um diferencial no seu estudo. Para os casos em que não há 
questões comentadas a respeito do assunto, eu coloquei uma teoria para direcioná-lo. 
Ok? 
Nesse material você encontrará algumas figuras representativas e na tabela abaixo 
você encontra a legenda: 
 
Assunto comumente cobrado em provas de concursos 
 
 
Citação de artigos científicos atualizados sobre o tema 
Vamos começar? 
 
 
 
 
LINDAIANE MELO CASTRO - 033.140.973-95
 NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
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VERSAM SOBRE CINCO VARIÁVEIS BÁSICAS: 
-TAREFAS 
-PESSOAS 
-ESTRUTURA 
-AMBIENTE 
-TECNOLOGIA 
 
“Administração é o processo de planejar , organizar, dirigir e controlar as ações de 
uma empresa/instituição/serviço afim de alcançar seus objetivos” Importante lembrar 
das palavras: 
PLANEJAR 
ORGANIZAR 
DIRIGIR 
CONTROLAR 
 
Teorias de administração aplicadas à enfermagem 
 
Antes de iniciarmos com a resolução de questões gostaria de passar conceitos nos 
quais iremos trabalhar e que serão descritos nesse material. Para essa temática os 
conceitos principais que abordaremos serão: 
Administração; Liderança; Liderança X Chefia; Grid Gerencial e Supervisão. 
Conceitos muito cobrados em provas de concursos. 
Inicialmente começo com o conceito de Administração e as teorias administradas, logo 
em seguida, no comentário das questões veremos os demais conceitos. Ao longo do 
material você também encontrará outros conceitos muito importantes para a sua prova. 
Vamos lá! 
ADMINISTRAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
“O enfermeiro incorpora, em sua formação profissional, o saber de várias ciências, 
dentre elas, a ciência da administração” 
 
TEORIAS ADMINISTRATIVAS 
 
 
 
 
LINDAIANE MELO CASTRO - 033.140.973-95
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TEORIA 
 
TEORISTA 
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS NA 
ENFERMAGEM 
 
 
TEORIA CIENTÍFICA 
 
 
TAYLOR 
 Aumento da produção pela eficiência 
operacional. 
 Divisão do trabalho 
 Especialização 
 Padronização das tarefas 
 Supervisão funcional–autoridade funcional 
 Elaboração ou adoção 
de POPs 
 Escalas diárias de 
divisão de atividades entre 
os membros da equipe. 
 
 
TEORIA CLÁSSICA 
 
FAYOL
 
 POCCC: prever; organizar; comandar; 
coordenar e controlar. 
 Divisão horizontal do trabalho: 
departamentalização 
 Divisão vertical do trabalho: hierarquia de 
autoridade. 
 
 Organogramas 
institucionais 
 Atividades rotineiras 
com avaliação 
exclusivamente 
quantitativas. 
 
 
 
 
TEORIA DAS RELAÇÕES 
HUMANAS 
 
 
 
 
MAYO 
ENFATIZA A VARIÁVEL PESSOAS EM LUGAR 
DA ESTRUTURA 
 Humanização e democratização na 
administração de pessoal 
 Fator psicológico interfere na produção 
mais que o fisiológico 
 Importância da cooperação, motivação 
humana, liderança, comunicação e 
dinâmica de grupo. 
 
 
 
 
Chefe x Líder 
 
 
 
 
TEORIA BUROCRÁTICA 
 
WEBER 
 
VISA À EFICIÊNCIA ORGANIZACIONAL 
 Caráter racional e sistemática divisão de 
trabalho. 
 Impessoalidade nas relações humanas 
 Determinação de procedimentos e rotinas 
 
 Falta de autonomia da 
Enfermagem –Segue as 
normas da instituição 
 Prática administrativa 
estanque com poucas 
perspectivas de mudanças. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TEORIA 
COMPORTAMENTALISTA 
 
 
 
 
 
 
 
LEWIN 
EVIDENCIA OS ESTILOS COM QUE OS 
ADMINISTRADORES DIRIGEM O PESSOAL: 
Escolha do estilo às convicções que os 
administradores tinham a respeito do comportamento 
humano. 
Lewin – behaviorista ou das ciências do 
comportamento 
“homem adminstrativo” visando a maneira 
satisfatória na realização do trabalho, e não à melhor 
maneira 
Teoria da Motivação de Maslow – NHB 
Uniu a escolha do estilo às convicções que os 
adminstradores tinha a respeito do comportamento 
humano 
Pessoas+ambiente 
Teoria da Motivação de Maslow 
Primárias: fisiológicas e segurança 
Secundárias: sociais, estima e auto-realização 
Teoria de McGregor 
Teoria X: homem preguiçoso, irresponsável e 
resistente à mudanças. 
Teoria Y: homem responsável criativo e independente 
com chefia dinâmica, aberta, inovadora e 
democrática. 
 
 
 
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UMA BREVE REVISÃO DA TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO 
Segundo Chiavenato (2003), a palavra administração originou-se do latim, sendo, 
ad (direção, tendência para) e minister (subordinação ou obediência) e tem como 
significado a realização de uma função sob o comando de outrem, ou seja, a prestação 
de um serviço a outro. 
Já como disciplina, Masiero (2007) entende que Administração pode ser 
compreendida como integração e coerência entre o conhecimento das diferentes áreas 
da atividade humana, aplicadas às organizações, tendo em vista a sua sobrevivência, sua 
eficiência e sua eficácia. E o Raymundo (2006), caracteriza a administração como um 
conjunto de atividades multicientífico e multidisciplinar, ou seja, uma ciência que se 
aplica em todos os departamentos da vida antiga e moderna. 
 
 
 
 
 
 
 
TEORIA DOS SISTEMAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BASEIA-SE NO CONCEITO DE “HOMEM 
FUNCIONAL”, QUE SE CARACTERIZA 
PELO RELACIONAMENTO 
INTERPESSOAL COM OUTRAS 
PESSOAS. 
 Teoria recente e coerente com a 
visão estrutural funcionalista típica 
do sistema capitalista. 
 Existem três premissas básicas: 
 os sistemas existem dentro de 
sistemas; os sistemas são abertos; e 
as funções de um sistema 
dependem de sua estrutura. 
 “homem funcional” -
relacionamento interpessoal com 
outras pessoasessas definições de estrutura, caberá discutir quem irá escrever os 
instrumentos. Terminada a elaboração do manual, ele deve ser aprovado nos níveis 
hierárquicos superiores. 
Implantação: a implantação do manual, quando elaborado por todos, torna-se mais 
fácil, pois as informações nele contidas representam o consenso o grupo que o colocará 
em prática. 
Na fase de implantação, deve-se considerar, também, o local de permanência do 
manual, sendo preferível mantê-lo em lugar acessível aos usuários. Os usuários devem 
ser orientados quanto ao modo adequado de manuseá-lo. 
Avaliação: as informações contidas no manual devem sofrer constantes avaliações 
e reformulações. Um manual desatualizado provavelmente se tornará desacreditado. 
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Verificamos que a determinação dos assuntos é a etapa que contém a análise das 
informações coletadas para definir que instrumentos o manual deve conter e qual o 
conteúdo desses instrumentos pode ser definida como. 
Logo, GABARITO LETRA A. 
 
9. (HUCAM-UFES/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Enfermeiro recém-formado e 
admitido no corrente ano no hospital, de acordo com aprovação em concurso público, 
foi alocado na Clínica Cirúrgica. No seu primeiro dia de trabalho no setor, o médico lhe 
solicitou e prescreveu sondagem nasogástrica para alívio de distensão abdominal em 
paciente pós-operatório; ainda inseguro para realização de procedimentos, realizou a 
sondagem de acordo com o que lembrava ter aprendido na graduação. No entanto, o 
referido enfermeiro, com receio de ter cometido alguma falha, procurou pelo Manual de 
Enfermagem do setor para confirmação do procedimento; e, após 45 minutos de busca 
em todas as gavetas/armários, como nenhum dos funcionários sabia onde este se 
encontrava, decidiu perguntar para a Diretora de Enfermagem, momento em que 
descobriu que o manual que procurava estava guardado na sala da Diretoria de 
Enfermagem e o seu acesso ocorria apenas com permissão da Diretora. Ao consultar o 
manual, cuja data de atualização descrita na capa era Abril/2013, o enfermeiro teve que 
observar página a página onde se localizava o procedimento “sondagem nasogástrica” e, 
ao encontrar tal descrição, verificou incongruência na medida que realizara, já que 
estava escrito que a definição da medida deveria se pautar na distância entre o lóbulo da 
orelha à ponta do nariz até o apêndice xifoide, e ele havia mensurado a distância a partir 
da ponta do nariz ao lóbulo inferior da orelha até o apêndice xifoide. Diante deste caso, 
é correto afirmar que 
a) o manual está em local acessível à equipe de enfermagem do setor 
b) o manual está em local que é de conhecimento de toda equipe de enfermagem do 
setor 
c) é possível perceber zelo e cuidado com o manual já que este estava bem guardado 
d) o manual continha informações desatualizadas 
e) o manual está bem organizado com listagem dos procedimentos em ordem alfabética 
e com sua localização por páginas 
 
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COMENTÁRIOS: 
Após leitura atenta do enunciado da questão, vejamos os itens a seguir: 
 a) O manual NÃO estava em local acessível à equipe de enfermagem do setor, já 
que foi referido na questão o seguinte: “descobriu que o manual que procurava estava 
guardado na sala da Diretoria de Enfermagem e o seu acesso ocorria apenas com 
permissão da Diretora”. 
 b) O manual NÃO estava em local que é de conhecimento de toda equipe de 
enfermagem do setor, pois foi descrito que: “após 45 minutos de busca em todas as 
gavetas/armários, como nenhum dos funcionários sabia onde este se encontrava”. 
 c) Não é possível perceber zelo e cuidado com o manual já que este estava bem 
guardado. O que havia era descuido, pois ninguém da equipe sabia localizar o manual. 
d) O manual continha informações desatualizadas. A pesar da data no manual ser 
de abril de 2013, não abordava a técnica correta para a medição do comprimento 
necessário da sonda nasogástrica para atingir o estômago. Vejamos abaixo uma figura 
que demonstra como deve ser essa medição. 
 Médio do comprimento da sonda nasogstrica para posicionamento dentro do 
estomago. 
e) O manual está MAL organizado SEM listagem dos procedimentos em ordem 
alfabética e SEM sua localização por páginas. Verifique a seguinte passagem do 
enunciado: “o enfermeiro teve que observar página a página onde se localizava o 
procedimento ‘sondagem nasogástrica”. 
Nesses termos, GABARITO LETRA D. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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10. (HU-UFMS/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Correlacione as variáveis 
organizacionais com as suas respectivas características e assinale a alternativa com a 
sequência correta. 
Variável Organizacional 
1. Divisão do trabalho e especialização. 
2. Hierarquia. 
3. Amplitude da supervisão. 
4. Formalização. 
Características 
( ) Há fragmentação de tarefas ou departamentalização em que se pressupõe maior 
eficiência da organização. 
( ) Define, por escrito, normas, rotinas e procedimentos. 
( ) O grau varia com o tamanho da organização; tipo de atividades; tendências políticas 
e econômicas; filosofia; competência dos subordinados e facilidade de informações. 
( ) Estratifica o poder na empresa em níveis em um padrão escalar. 
a) 1 – 2 – 3 – 4. 
b) 1 – 4 – 3 – 2. 
c) 3 – 2 – 1 – 4. 
d) 2 – 1 – 4 – 3. 
e) 3 – 1 – 2 – 4. 
COMENTÁRIO: 
Vamos definir cada variável para chegarmos ao resultado: 
Divisão do trabalho e especialização: Dá-se o nome de divisão do trabalho à 
especialização de funções que permite a cada pessoa criar, usar e acentuar, com máxima 
vantagem, qualquer diferença peculiar em aptidões e recursos. Tem como consequência 
o trabalho cooperativo em tarefas específicas e delimitadas, com o objetivo de aumentar 
a eficiência da produção. → Há fragmentação de tarefas ou departamentalização em que 
se pressupõe maior eficiência da organização. 
Hierarquia: é a ordenada distribuição dos poderes com subordinação 
sucessiva de uns aos outros, é uma série contínua de graus ou escalões, em ordem 
crescente ou decrescente, podendo-se estabelecer tanto uma hierarquia social, uma 
hierarquia urbana, militar, eclesiástica etc. Segundo os itens de classificação a 
hierarquia é a Estratifica o poder na empresa em níveis em um padrão escalar. 
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Amplitude da supervisão: Amplitude de controle também denominada 
amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de 
subordinados que um chefe pode supervisionar pessoalmente, de maneira efetiva e 
adequada. Logo relacionaremos com o item que diz que o grau varia com o tamanho da 
organização; tipo de atividades; tendências políticas e econômicas; filosofia; 
competência dos subordinados e facilidade de informações. 
Formalização: Segundo o dicionário da língua portuguesa formalizar é tornar 
formal, realizar, dar forma, realizar. Logo relacionaremos com o item em que "Define, 
por escrito, normas, rotinas e procedimentos" 
Essa foi fácil. Poderíamos respondê-la também com argumentos conceituais 
dos que sabíamos e depois irmos excluindo os itens. Tente também assim para te 
exercitar com outras questões dessa forma!! Gabarito LETRA B 
 
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Os significados da liderança: “A liderança, como um dos processos que concretiza a 
administração de pessoal nas organizações, trata basicamente da condução ou 
coordenação de grupos”. KURCGANT 
 
O Enfermeiro como líder e agente de mudança 
 
A liderança constitui um dos temas administrativos mais pesquisados nas últimas 
décadas. Onde vários autores desenvolveram diversas teorias, sendo que estas foram se 
aperfeiçoando ao longo do tempo de acordo com as especificidades e necessidade que a 
organização apresentava para concretização de suas metas e objetivos (CHIAVENATO, 
1993). 
 
 
 
As Características de um Líder 
Entre as características de um líder segundo Krecer e Crutchfield apud Kurcgant (1996), 
está a de coordenar a atividade do grupo, o planejamento destas atividades, o 
conhecimento técnico e específico, a determinação de recompensas e de punições, o 
papel de elemento exemplo do grupo. O conceito de líder envolve aceitação voluntária 
de sua autoridade pelos demais membros, e sua contribuição para o progresso do grupo. 
Segundo Chiavenato (1993), o líder é aquele que possui alguns traços específicos de 
personalidade que o distinguem das demais pessoas do grupo. Assim o líder apresenta 
características marcantes de personalidade por meio das quais podem influencias o 
comportamento dos membros do grupo. 
 
Abordagens tradicionais da Liderança 
Abordagem de Traços 
Determina as características [traços] pessoais partilhadas pelos grandes 
líderes; Supõe a existência de uma personalidade de liderança, que é inata 
e não adquirida. 
 
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Abordagem Comportamental 
As características pessoais são consideradas menos importantes que o real 
comportamento dos líderes; O líder está voltado para os resultados e para 
a interação do grupo; 
Destaque para três categorias de comportamento, as quais estão relacionadas: 
1. Ao desempenho da tarefa; 
2. À manutenção do grupo; 
3. À participação do grupo nas tomadas de decisão. 

Abordagem Situacional 
Não há traços de personalidade ou comportamentos universalmente 
importantes; Os comportamentos eficazes de liderança variam de uma situação 
para outra, sendo que o líder deve primeiro analisar a situação e depois decidir. 
Nessa abordagem são considerados a atuação de três forças: 
1. Administrador; 
2. Subordinado; 
3. Situação de trabalho. 
Estilos de liderança 
 
 
 
 
 
 
Autocrático: favorece a centralização do poder; enfraquece as iniciativas e 
promove comportamentos dependentes e submissos dos membros da equipe; os 
resultados quantitativos podem ser superiores aos dos grupos com líderes democráticos, 
mas de qualidade inferior. 
Democrático: O líder tem por objetivo a autonomia do grupo, fazendo-o respeitar 
as normas combinadas; Promove a interação e o desenvolvimento das habilidades e 
capacidades do grupo; 
A autonomia do grupo para decidir e implementar estratégias para resolução dos 
problemas, para atingir metas, deixando o caráter do líder intervir apenas quando o 
 
AUTOCRÁTICO 
 
DEMOCRÁTICO 
 
LAISSEZ-FAIRE 
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grupo solicita e necessita de orientações técnicas aconselhamento. A liderança 
democrática apresenta maior qualidade no serviço prestado, mas com menor quantidade 
de serviços (CHIAVENATO, 1993). 
ATENÇÃO À DESVANTAGEM: Segundo Kurcgant (1993), a grande 
desvantagem do estilo democrático e que a descentralização do poder influência a 
independência e o descomprometimento dos membros do grupo com os objetivos e 
metas da organização, ameaçando principalmente os líderes inseguros, cuja 
competência profissional e desqualificada seja vítima das críticas de seus subordinados. 
Diante das dificuldades enfrentadas no trabalho questionam a liderança da enfermagem, 
muitas vezes, quando solicitando o desempenho duplo papel de supervisor ou 
coordenador do cuidar, não realizando nenhuma das funções com qualidade. 
Laissez-faire [Liberal]: O líder evita responsabilidades, são ausentes e não 
tomam decisões; Confere autoridade e poder aos seus subordinados, os quais devem 
determinar os objetivos, resolver problemas e tomar suas próprias decisões. 
 
Estilo de liderança X Clima Organizacional 
IMPACTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vou trazer uma diferença bastante cobrada em questões, e que foi desenvolvida por 
MAYO. Relembre acima a descrição antes de traçarmos as definições: 
 
 
LAISSEZ-FAIRE 
 
DEMOCRÁTICO 
 
AUTOCRÁTICO 
 
 
 
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CHEFE X LÍDER 
A nomenclatura Chefe foi criada há muito tempo, como indica Ettinger: “O norte 
americano Alford, por exemplo, ao estabelecer os princípios da direção fabril, formulou 
o que denominava “leis fabris”. Ele arrolou a organização e a chefia (ação dirigente) 
como as primeiras entre os requisitos essenciais para governar uma fábrica”. Assim, 
chefe caracteriza-se de certa forma como um modelo antigo, pois procura no seu dia-a-
dia buscar os defeitos de sua equipe para poder punir, humilhar e nas mais variadas 
vezes acaba destruindo o desempenho da organização, conforme diz Machado: “o chefe 
busca quase o tempo todo surpreender o funcionário fazendo alguma coisa errada”. O 
chefe não visa o melhor de sua equipe procura apresentar-se irritado para assim 
intimidar sua equipe, não escuta a opinião dos seus colaboradores, ou seja, 
subordinados, sempre está a procura de defeito de um colaborador para assim, 
demonstrar aos outros sua autoridade, consegue apenas ver as falhas, para ele não existe 
profissional que se supere e que tem qualidade. 
 
11. (HUCAM-UFES/EBSERH/ Instituto AOCP/2014) A liderança é uma habilidade 
necessária ao desenvolvimento das atividades do enfermeiro, porque gera e aplica 
energia nas pessoas, proporcionando-lhes uma direção e sincronizando os seus esforços. 
Ao se adotar a Liderança Coaching, o enfermeiro assume-se como líder: 
a) autocrático 
b) educador 
c) democrático 
d) popular 
e) laissez faire 
 
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COMENTÁRIO: 
Os estudos de White e Lippitt mostraram que os estilos de liderança autocrático, 
democrático e laissez-faire são formas diferentes de exercer influência no grupo. 
Liderança autocrática- na liderança autocrática, o líder centraliza 
totalmente a autoridade e as decisões e os subordinados não têm nenhuma liberdade de 
escolha. A liderança autocrática enfatiza somente o líder. 
Liderança liberal - neste modelo de liderança, o líder permite total liberdade 
para a tomada de decisões individuais ou em grupo, participando delas apenas quando 
solicitado. A liderança liberal enfatiza somente o grupo. O comportamento do líder é 
evasivo e sem firmeza. 
Liderança democrática - o líder interage bem com a equipe e com os 
indivíduos; encoraja a participação das pessoas; preocupa-se igualmente com o trabalho 
e com o grupo. 
REPETINDO os Estilos de Liderança --> 
 
A Liderança Coaching[1] é educadora. 
Nesses termos, o GABARITO LETRA B. 
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“... é um processo educativo e contínuo, que consiste fundamentalmente em motivare orientar os supervisionados na execução de atividades com base em normas, a fim 
de manter elevada a qualidade dos serviços prestados” MINISTÉRIO DA SAÚDE 
 
 
Vejamos o conceito de COACHING 
[1] Coaching é uma metodologia que busca atender as seguintes necessidades: 
atingir metas, solucionar problemas e desenvolver novas habilidades. O Coaching é um 
processo de aprendizagem e desenvolvimento de competências comportamentais, 
psicológicas e emocionais direcionado à conquista de objetivos e obtenção de resultados 
planejados que, para ser compreendido, pode ser comparado à aliança de sucesso entre 
um técnico desportivo (coach) e seus atletas (coachees). O técnico não atua no jogo 
diretamente, mas oferece, como um padrinho, sua experiência que concorre para o 
desenvolvimento e desempenho do atleta. Da mesma forma o coach contribui para o 
aprendizado e amadurecimento emocional, tomada de decisão, planejamento de ação, 
definição de tarefas e de estratégias de remoção de obstáculos. Ocasionalmente 
confundido com terapia, o Coaching vai bem além desta na medida em que dá ao cliente 
a autonomia e o mérito pelos resultados obtidos, objetivando o acúmulo de experiências 
auto-motivadoras e a conquista da independência o mais cedo possível. 
Fonte:http://www.ibccoaching.com.br/tudo-sobre-coaching/coaching/o-que-e-coaching/ 
Vamos falar um pouco sobre SUPERVISÃO 
 
 
 
 
 
 
Importância: exerce grande influência em aspectos fundamentais das organizações. Ex: 
nível de absenteísmo e rotatividade de funcionários / qualidade do serviço prestado 
Origem: formação dos primeiros grupos de pessoas, com o intuito de desenvolver 
atividades específicas – necessidade de um elemento que pudesse assegurar o 
cumprimento das ordens, a detecção de falhas e a aplicação de sanções. 
Características da função supervisão: sofrem modificações de acordo com o contexto 
social e político da instituição 
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 Os enfermeiros, enquanto elementos supervisores, desenvolvem atividades de 
complexidades variadas dependendo do cargo que ocupam, sendo mais 
complexas nos níveis hierárquicos mais altos da estrutura organizacional. 
 O enfermeiro precisa ter – como requisito para o desenvolvimento da função 
supervisão – competência profissional, habilidade para relacionar-se com as 
pessoas, motivação para o desenvolvimento do pessoal, crença no potencial do 
ser humano e na importância do envolvimento de todos os funcionários nas 
decisões relativas às rotinas de trabalho, visando a manutenção de uma 
assistência de enfermagem eficaz 
 Desenvolve junto aos funcionários, atividades diversificadas como, por 
exemplo: 
- Caracterização da clientela atendida; 
- Identificação das necessidades de assistência de enfermagem; 
- Avaliação da assistência de enfermagem prestada; 
- Previsão e provimento de recursos humanos, materiais, físicos e orçamentários 
necessários ao desenvolvimento das atividades de enfermagem; 
Orientação e avaliação dos funcionários durante a execução das atividades; 
- Elaboração, implantação e avaliação de normas, procedimentos, rotinas e manual do 
serviço de enfermagem; 
- Prevenção de situações problemáticas; 
- Estabelecimento, utilização e avaliação de métodos de trabalho 
- Atividades específicas às diferentes realidades das instituições e serviço de 
enfermagem. 
“Na enfermagem são poucos os enfermeiros que não desenvolvem a função 
supervisão, pois, desde os que prestam cuidados diretos aos pacientes até os que 
chefiam divisões ou serviços de enfermagem, todos, em maior ou menor 
complexidade, desenvolvem atividades que visam o aprimoramento do pessoal de 
enfermagem e à manutenção de condições necessárias para a prestação de uma 
assistência eficiente e eficaz. Esses são os objetivos principais da função 
supervisão.” KURCGANT 
 
 
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12. (HU-UFGD/EBSERH/ Instituto AOCP/2014) A Clínica Médica possui uma 
capacidade operacional ativa de 20 leitos de internação, com taxa de ocupação de 
aproximadamente 100%; a maioria dos pacientes demanda cuidados intermediários e a 
equipe ainda não possui rotina e treinamento para atendimento de Código Azul. No 
referido setor, trabalham, em cada turno, um enfermeiro e três técnicos de enfermagem, 
de acordo com o modo de organização do cuidado funcional. No turno da manhã, o 
enfermeiro, durante a visita diária aos pacientes internados no setor, identificou que uma 
de suas pacientes evoluiu com parada cardiorrespiratória. De acordo com os estudos de 
Lewin, Lippitt e White, em que tipo de liderança o enfermeiro deve se basear para que 
seja realizada a reanimação cardiopulmonar? 
a) Autocrática. 
b) Transformacional. 
c) Democrática. 
d) Coaching. 
e) Laissez faire. 
COMENTÁRIO: 
Os estudos de White e Lippitt mostraram que os estilos de liderança autocrático, 
democrático e laissez-faire são formas diferentes de exercer influência no grupo. 
Liderança autocrática - na liderança autocrática, o líder centraliza totalmente a 
autoridade e as decisões e os subordinados não têm nenhuma liberdade de escolha. A 
liderança autocrática enfatiza somente o líder. 
Liderança liberal - neste modelo de liderança, o líder permite total liberdade para 
a tomada de decisões individuais ou em grupo, participando delas apenas quando 
solicitado. A liderança liberal enfatiza somente o grupo. O comportamento do líder é 
evasivo e sem firmeza. 
Liderança democrática - o líder interage bem com a equipe e com os indivíduos; 
encoraja a participação das pessoas; preocupa-se igualmente com o trabalho e com o 
grupo. 
Após repetirmos os conceitos vamos analisar a questão: 
O tipo de liderança que o enfermeiro deve se basear para que seja realizada a 
reanimação cardiopulmonar é o AUTOCRÁTICO. Nessa siatuação, não há margem 
para debate ou liberdade da equipe, mas sim cumprimento do protocolo da AHA de 
Ressucitação Cardiopulmonar (RCP). LOGO, GABARITO LETRA A 
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Vejamos o conceito de DELEGAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
A descrição abaixo é do Conselho Jurisdicional e é considerada uma orientação da 
Ordem dos Enfermeiros sobre esta matéria através do Parecer nº 136 / 2007 
1. Todas as decisões relacionadas com a delegação são baseadas no princípio de 
protecção da saúde, segurança e bem estar do público. 
2. O enfermeiro, membro efetivo da Ordem, tem a responsabilidade e a obrigação 
de prestar contas pela prestação e gestão de cuidados que realiza. É seu dever 
«responsabilizar-se pelas decisões que toma e pelos atos que pratica ou delega», bem 
como «assegurar a qualidade e a continuidade das atividades que delegar» (Código 
Deontológico do Enfermeiro, artigo 79, b, e 88, c). 
3. Entende-se por delegação a transferência, para um indivíduo competente, da 
autoridade para realizar uma determinada tarefa de Enfermagem, escolhida numa 
situação concreta, e por supervisão, a provisão de orientação, avaliação e 
acompanhamento, pelo enfermeiro, do desempenho da tarefa delegada. 
4. «os enfermeiros só podem delegar tarefas em pessoal deles funcionalmente 
dependente quando este tenha a preparação necessária para as executar, conjugando-se 
sempre a natureza das tarefas com o grau de dependência do utente em cuidados de 
Enfermagem.” (art. 10º, Decreto - Lei161/96 de 4 de Setembro). 
5. O enfermeiro, que avalia as necessidades do cliente e planeja os cuidados, 
determina que tarefas podem ser delegadas, sendo responsável pela apropriadadelegação, devendo agir no sentido de proteger o cliente e tomar as medidas adequadas 
para assegurar uma prestação de cuidados segura. 
6. Os clientes têm direito a cuidados de saúde conformes aos padrões de qualidade 
de cuidados. Assim, quando uma tarefa de Enfermagem é delegada, a tarefa deve ser 
desempenhada de acordo com os padrões de qualidade e procedimentos estabelecidos. 
 Delegação – a transferência, para um indivíduo competente, funcionalmente 
dependente do enfermeiro, da autoridade para realizar uma determinada tarefa de 
Enfermagem, escolhida numa situação concreta. O enfermeiro mantém e retém a 
responsabilidade pela delegação. (De acordo com esta definição, exclui-se 
considerar a transferência do cuidado para um cuidador informal, convivente 
significativo, como delegação). 
 
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7. O enfermeiro é responsável pela avaliação individualizada do cliente e das 
circunstâncias situacionais e por ajuizar da competência daquele a quem vai delegar, 
antes de delegar qualquer tarefa. 
8. Considera-se uso apropriado da autoridade para delegar o que cumpre o 
enquadramento regulador e a adequação do processo de tomada de decisão para a 
delegação, sendo que o processo de cuidados (colheita de dados, diagnóstico de 
Enfermagem, planeamento e avaliação) e juízo clínico de Enfermagem não podem 
ser delegados – são delegados componentes dos cuidados, isto é, tarefas. 
9. A delegação de tarefas em outros é realizada sob determinadas condições e 
cumprindo determinados critérios. Assim, de forma sintética, o enfermeiro delega a 
tarefa certa, sob as circunstâncias certas, na pessoa certa, com a comunicação e 
orientação certa e sob supervisão adequada. 
10. Delega-se, de modo apropriado, a prestação de tarefas em pessoal preparado 
para assistir – e não para substituir – o enfermeiro. 
11. O algoritmo de tomada de decisão para delegar considera: 
a. verificação dos critérios para a delegação, relativos a quem delega, ao que é 
delegado (natureza da tarefa e a relação com o grau de dependência em cuidados de 
Enfermagem) e a quem; 
b. avaliação da situação, considerando as necessidades do cliente, o planejamento 
de cuidados, as circunstâncias e os recursos disponíveis; 
c. plano para a tarefa específica a delegar, especificando a natureza da tarefa, a 
preparação para a realizar adequadamente e as implicações (para o cliente, outros 
clientes, conviventes significativos); 
d. quem delega e em quem é delegado aceitam a responsabilidade; 
e. fornecimento de orientações claras para a realização da tarefa, o que implica um 
adequado processo de comunicação; 
f. supervisar, acompanhar e avaliar o desempenho da tarefa: 
g. assegurar apropriada documentação (registo) da tarefa; 
h. avaliar o processo global e prover feedback; 
i. reajustar o plano de cuidados conforme necessário. 
 
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Tarefa certa 
 
Circunstâncias certas 
 
Pessoa certa 
 
Direção/comunicação certa 
 
Supervisão/avaliação certa 
Voltemos ao tópico 9 que é a pergunta da nossa prova: 
Assim, de forma sintética, o enfermeiro delega a tarefa certa, sob as 
circunstâncias certas, na pessoa certa, com a comunicação e orientação certa e sob 
supervisão adequada. 
 
 
 
 
 
 
 
Vamos descrever detalhadamente cada “certo”: 
TAREFA CERTA 
É aquela que a enfermeira delega para um cliente especifico, como as tarefas que 
são repetitivas, que exigem pouca supervisão, que são relativamente não invasivas, que 
tem resultados previsíveis e que tem o mínimo potencial de risco. 
CIRCUNSTÂNCIAS CERTAS 
Considera adequadamente o setor em que está o cliente, os recursos disponíveis e 
outros fatores relevantes. Em setores de cuidados intensivos, as condições do cliente 
muitas vezes mudam rapidamente. Use a boa tomada de decisão clínica para determinar 
o que delegar. 
PESSOA CERTA 
Envolve delegar a tarefa para o profissional certo realizar no cliente certo. 
DIREÇÃO/COMUNIAÇÃO CERTA 
A enfermeira dá uma descrição clara e concisa da tarefa, incluindo seu objetivo, 
restrições e expectativas. A comunicação entre a enfermeira e o técnico de enfermagem 
precisa ser contínua durante o turno de cuidado. 
 
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SUPERVISÃO/AVALIAÇÃO CERTA 
Proporcionar um acompanhamento certo, uma avaliação certa, uma intervenção 
conforme a necessidade e feedback. O técnico de enfermagem precisa se sentir 
confortável para fazer perguntas e procurar ajuda. 
FIQUE TAMBÉM ATENTO A ESSE CONCEITO: 
Vamos ao tema GRID GERENCIAL 
Também denominado grade gerencial ou rede administrativa, é um conceito 
desenvolvido por William Blake e Jane Mouton, relacionado com um método de 
treinamento em liderança que se tornou amplamente difundido nos 
anos 60. A origem foi o desdobramento de concepções contidas nos estudos da Ohio 
State, os quais demonstraram, com bastante clareza, que existem duas dimensões 
fundamentais no comportamento dos líderes nas organizações empresariais. A primeira 
é a consideração com os subordinados, isto é, um comportamento cuja principal 
preocupação está vinculada com os empregados. A segunda está relacionada com a 
estruturação da organização, especialmente no que se refere à realização das tarefas. 
A primeira dimensão procura avaliar o grau em que o líder se preocupa com o 
bem-estar, o conforto e a segurança de seus liderados. A segunda está relacionada com a 
estruturação da organização, especialmente no que se refere à realização das tarefas. 
Está mais voltada para o grau pelo qual o líder define seu próprio papel e sinaliza aos 
subordinados o que se espera que eles façam, isto é, está mais relacionada com a 
realização das tarefas da organização. 
Os autores destacaram, nessa teoria, cinco estilos diferentes de liderança, 
denominados de: 9,1; 1,9; 1,1; 5,5 e 9,9, focalizados por meio de duas dimensões 
básicas: orientação para a produção e orientação para as pessoas. Descrevemos as 
características básicas de cada estilo, segundo alguns pesquisadores desse tema 
Blake e Mouton batizaram com os termos populares os diversos estilos de 
liderança do grid, que podem ser identificados em suas várias posições; 
Grid 1.1 – Gerência Empobrecida: expressa uma situação na qual não existe 
preocupação do líder com os liderados e nem com as tarefas (a produção) a serem 
realizadas. O termo “gerência empobrecida” significa, na realidade, ausência de 
liderança no interior de uma empresa; 
 
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Grid 1.9 – Country-Club: expressa uma situação na qual o líder demonstra 
grande preocupação com as necessidades de seus subordinados e procura, de todos os 
modos, proporcionar um ambiente de trabalho agradável e não estressante, ou seja, um 
ambiente semelhante ao existente num clube. Embora exista elevada preocupação com 
os subordinados, há pouca preocupação com a realização das tarefas (produção) e 
nenhuma, ou muito pouca consideração com os subordinados. 
Grid 5.5 – Meio Termo: ponto intermediário, no qual a preocupação do líder com 
os subordinados se equilibra com a preocupação com a realização das tarefas; 
Grid 9.9 – Equipe: expressa a melhor situação possível. Trata-se de uma gerência 
de êxito, na qual as tarefas são cumpridas eficientemente, com dedicação e 
envolvimento dos subordinados, num ambiente de confiançae respeito. É o grau 
máximo de liderança do grid, no qual a preocupação com os empregados é muito 
elevada, o mesmo acontecendo com o desempenho na realização das tarefas e com o 
nível da produção. 
 
Espero ser parte da sua aprovação! Bons Estudos! 
 
Profª Poly 
 
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LISTA DE QUESTÕES 
1. (FCC/2013/TRT – 5ª Região (BA)/ Analista Judiciário- Enfermagem) A estrutura 
de organização de um serviço de enfermagem segue rigidamente o princípio da 
hierarquia, com aplicação do princípio da unidade de comando e da centralização das 
decisões no topo da hierarquia. A denominação dessa organização, que constitui a forma 
estrutural mais simples, é 
a) matricial. 
b) linha assessoria. 
c) funcional. 
d) linear. 
e) administrativa científica. 
 
2. (IBFC/2013/EBSERH/ Enfermeiro) Considerando a estrutura e organização do 
serviço de enfermagem (SE), leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta. 
I. O SE é um grupo organizado de pessoas, possui um número grande de pessoas, 
apresenta diversidade e complexidade das atividades e necessidade de divisão e 
distribuição do trabalho. 
II O SE possui exclusivamente uma estrutura formal, que é planejada e formalizada 
oficialmente. Não sofrendo influência da estrutura informal na dinâmica da instituição, 
atuação dos integrantes e no alcance dos objetivos propostos. 
III. A divisão do trabalho e especialização pode ser vertical e horizontal. Sendo que a 
divisão vertical aumenta a qualidade da supervisão, acrescentando níveis hierárquicos. 
IV. A Estrutura Linear (baseada em Fayol, na Teoria Clássica) apresenta as seguintes 
características: forma piramidal, rigidez no princípio de hierarquia (órgãos de linha), 
centralização da decisão, limitação e inflexibilidade à inovação e demora na ação. 
a) Apenas as afirmativas I e II estão corretas. 
b) Apenas as afirmativas II e III estão corretas 
c) Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas. 
d) Apenas a afirmativa IV está correta. 
 
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3. (FCC/ 2013/ DPE-RS/ Analista Enfermagem) Em relação aos métodos de 
planejamento, é possível fazer uma distinção entre o planejamento normativo e o 
planejamento estratégico situacional. Considera-se planejamento 
a) normativo: é também conhecido como planejamento transversal porque configura em 
sua estrutura o Triângulo de Governo, representado pelo projeto de governo, a 
governabilidade e a capacidade de governo. 
b) estratégico situacional: caracteriza-se por eliminar do planejamento a esfera política e 
social porque é o planejador quem realiza o diagnóstico de situação e a partir dele 
elabora um único plano de ação. 
c) normativo: apesar de atender as diretrizes e princípios do Sistema Único de Saúde 
(SUS), é um modelo assistencial e gerencial não prevalente nos serviços de saúde. 
d) estratégico situacional: é um método que trabalha no processamento de problemas 
atuais, problemas potenciais (ameaças e oportunidades) e dos macroproblemas. 
e) estratégico situacional: é também conhecido como planejamento tradicional porque 
não leva em consideração a historicidade e a dinamicidade dos fenômenos. 
 
4. (FUMARC/2014/AL/Enfermeiro) O Planejamento Estratégico Situacional 
(KURCGANT, 2010) é composto por quatro momentos que se interrelacionam, a saber: 
a) Momento demissional, momento decisório, momento estratégico e momento tático-
operacional. 
b) Momento explicativo, momento normativo, momento estratégico e momento tático-
operacional. 
c) Momento explicativo, momento narrativo, momento dialético e momento tático-
operacional. 
d) Momento decisório, momento narrativo, momento dialético e momento demissional. 
 
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5. (CESGRANRIO/ 2014/ Banco do Brasil/ Enfermeiro do trabalho) A delegação de 
tarefas é uma das principais características de um bom gestor, sendo um exercício de 
treinamento e de conhecimento. A delegação de tarefas por um enfermeiro à sua equipe 
deverá ser realizada sob determinadas condições certas e cumprindo determinados 
critérios. 
De acordo com os 5 “certos” da delegação, o enfermeiro só NÃO levará em conta a(o) 
a) pessoa certa 
b) tarefa certa 
c) circunstância certa 
d) supervisão certa 
e) diagnóstico certo 
 
6. (IADES/ 2014/ EBSERH/ Nível Superior/ Enfermeiro Assistencial) A habilidade 
de gerenciamento do tempo é uma forma eficaz de gerenciar o estresse causado pelas 
inúmeras tarefas a serem desenvolvidas pelo enfermeiro. Acerca dos princípios de 
gerenciamento do tempo, é correto afirmar que o (a) 
a) estabelecimento de metas, tanto para pacientes quanto para a equipe, deve ser feito 
somente pela enfermeira supervisora. 
b) forma como o enfermeiro distribui seu tempo, nas diversas atividades, não é 
relevante. 
c) definição de prioridades auxilia o paciente, e não o enfermeiro, nas atividades de vida 
diária. 
d) controle de interrupções é uma forma de evitar que atividades assistenciais sejam 
interrompidas por motivos alheios ao cliente. 
e) avaliação do tempo gasto em cada atividade não influencia no gerenciamento das 
atividades. 
 
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7. (HU-UFMS/EBSERH/Instituto AOCP/2014) É um conjunto de regras ou 
instruções para fixar procedimentos, métodos, organização, que são utilizados no 
desenvolvimento das atividades. O enunciado refere-se a qual instrumento de 
informação presentes no manual de enfermagem? 
a) Regulamento. 
b) Regimento. 
c) Normas. 
d) Rotinas. 
e) Procedimento. 
 
8. (HU-UFSM/EBSERH/Instituto AOCP/2014) O manual de Enfermagem tem por 
finalidade esclarecer dúvidas e orientar a execução das ações de enfermagem, 
constituindo um instrumento de consulta. Para a elaboração de um manual, é necessário 
seguir algumas etapas. A etapa que contém a análise das informações coletadas para 
definir que instrumentos o manual deve conter e qual o conteúdo desses instrumentos 
pode ser definida com: 
a) determinação dos assuntos. 
b) diagnóstico da situação. 
c) estruturação dos instrumentos. 
d) implantação. 
e) avaliação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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9. (HUCAM-UFES/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Enfermeiro recém-formado e 
admitido no corrente ano no hospital, de acordo com aprovação em concurso público, 
foi alocado na Clínica Cirúrgica. No seu primeiro dia de trabalho no setor, o médico lhe 
solicitou e prescreveu sondagem nasogástrica para alívio de distensão abdominal em 
paciente pós-operatório; ainda inseguro para realização de procedimentos, realizou a 
sondagem de acordo com o que lembrava ter aprendido na graduação. No entanto, o 
referido enfermeiro, com receio de ter cometido alguma falha, procurou pelo Manual de 
Enfermagem do setor para confirmação do procedimento; e, após 45 minutos de busca 
em todas as gavetas/armários, como nenhum dos funcionários sabia onde este se 
encontrava, decidiu perguntar para a Diretora de Enfermagem, momento em que 
descobriu que o manual que procurava estava guardado na sala da Diretoria de 
Enfermagem e o seu acesso ocorria apenas com permissão da Diretora. Ao consultar o 
manual, cuja data de atualização descrita na capa eraAbril/2013, o enfermeiro teve que 
observar página a página onde se localizava o procedimento “sondagem nasogástrica” e, 
ao encontrar tal descrição, verificou incongruência na medida que realizara, já que 
estava escrito que a definição da medida deveria se pautar na distância entre o lóbulo da 
orelha à ponta do nariz até o apêndice xifoide, e ele havia mensurado a distância a partir 
da ponta do nariz ao lóbulo inferior da orelha até o apêndice xifoide. Diante deste caso, 
é correto afirmar que 
a) o manual está em local acessível à equipe de enfermagem do setor 
b) o manual está em local que é de conhecimento de toda equipe de enfermagem do 
setor 
c) é possível perceber zelo e cuidado com o manual já que este estava bem guardado 
d) o manual continha informações desatualizadas 
e) o manual está bem organizado com listagem dos procedimentos em ordem alfabética 
e com sua localização por páginas 
 
 
 
 
 
 
 
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10. (HU-UFMS/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Correlacione as variáveis 
organizacionais com as suas respectivas características e assinale a alternativa com a 
sequência correta. 
Variável Organizacional 
1. Divisão do trabalho e especialização. 
2. Hierarquia. 
3. Amplitude da supervisão. 
4. Formalização. 
Características 
( ) Há fragmentação de tarefas ou departamentalização em que se pressupõe maior 
eficiência da organização. 
( ) Define, por escrito, normas, rotinas e procedimentos. 
( ) O grau varia com o tamanho da organização; tipo de atividades; tendências políticas 
e econômicas; filosofia; competência dos subordinados e facilidade de informações. 
( ) Estratifica o poder na empresa em níveis em um padrão escalar. 
a) 1 – 2 – 3 – 4. 
b) 1 – 4 – 3 – 2. 
c) 3 – 2 – 1 – 4. 
d) 2 – 1 – 4 – 3. 
e) 3 – 1 – 2 – 4. 
 
11. (HUCAM-UFES/EBSERH/ Instituto AOCP/2014) A liderança é uma habilidade 
necessária ao desenvolvimento das atividades do enfermeiro, porque gera e aplica 
energia nas pessoas, proporcionando-lhes uma direção e sincronizando os seus esforços. 
Ao se adotar a Liderança Coaching, o enfermeiro assume-se como líder: 
a) autocrático 
b) educador 
c) democrático 
d) popular 
e) laissez faire 
 
 
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12. (HU-UFGD/EBSERH/ Instituto AOCP/2014) A Clínica Médica possui uma 
capacidade operacional ativa de 20 leitos de internação, com taxa de ocupação de 
aproximadamente 100%; a maioria dos pacientes demanda cuidados intermediários e a 
equipe ainda não possui rotina e treinamento para atendimento de Código Azul. No 
referido setor, trabalham, em cada turno, um enfermeiro e três técnicos de enfermagem, 
de acordo com o modo de organização do cuidado funcional. No turno da manhã, o 
enfermeiro, durante a visita diária aos pacientes internados no setor, identificou que uma 
de suas pacientes evoluiu com parada cardiorrespiratória. De acordo com os estudos de 
Lewin, Lippitt e White, em que tipo de liderança o enfermeiro deve se basear para que 
seja realizada a reanimação cardiopulmonar? 
a) Autocrática. 
b) Transformacional. 
c) Democrática. 
d) Coaching. 
e) Laissez faire. 
 
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GABARITO 
1. D 
2. C 
3. D 
4. B 
5. E 
6. D 
7. C 
8. A 
9. D 
10. B 
11. B 
12. A 
 
LINDAIANE MELO CASTRO - 033.140.973-95= sistema aberto 
 Organizações = sistema de papéis, e 
os indivíduos são atores q 
desempenham esses papéis 
 Retroalimentação 
 
 
As organizações são aceitas 
como subsistemas do 
sistema maior, o qual, no 
caso, é o sistema de saúde. 
 
 
 
TEORIA CONTINGENCIAL 
 U Uma mesma empresa funcionava de 
diferentes formas em diferentes condições 
 Ambiente + tecnologia 
 Eficiência e eficácia dos resultados 
ATENÇÃOEnfatiza que não há nada 
de absoluto nas organizações ou na teoria 
administrativa. Tudo é relativo. Tudo 
depende. A abordagem contingencial explica 
que existe uma relação funcional entre as 
condições do ambiente e as técnicas 
administrativas apropriadas para o alcance 
eficaz dos objetivos da organização. 
As variáveis ambientais são variáveis 
independentes, enquanto as técnicas 
administrativas são variáveis dependentes 
dentro de uma relação funcional. 
 
 
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Procurando trazer uma definição para o ambiente macro das empresas ou 
organizações, Maximiano (2009) define administração como o processo de tomada de 
decisões utilização de recursos para realização de objetivos. Para o autor o processo de 
decisão não é simplesmente tomar decisões sem nenhuma estrutura, mas sim a partir 
dos recursos disponíveis no momento da decisão. 
Raymundo (2006) acrescenta que administrar é o processo que conduz as pessoas 
à realização de determinados trabalhos, pois é necessário que exista no administrador a 
capacidade de influenciar as pessoas a realizarem suas tarefas. 
Ainda para Maximiano (2004), acreditar que administrar é agir, é o processo de 
tomar decisões e realizar ações que compreende cinco processos principais: 
organização, planejamento, execução, liderança, e controle. Estes são os principais 
elementos que caracterizam a definição da administração. 
Com essa breve conceituação da ciência da administração, será apresentada logo a 
seguir as suas principais teorias: 
 
Teoria da Administração Científica 
 
Quando se fala desta primeira corrente da administração como ciência o destaque 
vai para o engenheiro norte-americano Frederick Winslow Taylor. Ele observou ao 
longo de sua carreira a deficiência das produções fabris, tais como: muitos trabalhadores 
não cumpriam seu dever; as decisões dos administradores eram baseadas em intuições e 
palpites; os departamentos das empresas não eram integrados, aos trabalhadores 
eram delegadas funções onde não possuíam habilidade, dentre outras deficiências. 
Tendo em vista os problemas das produções fabris, Taylor achou por bem 
desenvolver o "estudo sistemático e científico do tempo", o que consistia em 
cronometrar o tempo em que os funcionários produziam determinados produtos no 
maior ritmo possível. Este estudo tinha como objetivo analisar o tempo necessário para 
o desenvolvimento de determinadas tarefas e o salário correspondente, (MAXIMIANO, 
2009). 
Ao passar dos anos, Taylor observou que a questão do tempo e salário unicamente 
não solucionaria o problema. Então desenvolveu uma nova pesquisa que visava o 
aprimoramento dos métodos de trabalho. Assim sendo, ele apresenta uma nova 
concepção dos princípios da administração de uma empresa, que são os seguintes: 
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seleção e treinamento de pessoal, salários altos e baixos custos de produção, 
identificação de como executar a tarefas da melhor maneira possível e cooperação entre 
trabalhadores e administração. Ainda outros aspectos foram abordados, entre eles: 
padronização de ferramenta e equipamentos, sequenciamento e programação de 
operações, estudo de movimentos, conveniência de uma área de planejamento, cartões 
de instruções, pagamento de acordo com desempenho e cálculos de custo. Após esses 
estudos, o guru da teoria da administração científica agregou ao seu estudo que o 
incentivo individual ao trabalhador atenderia o desejo do ganho material estimulando 
assim o crescimento pessoal, (MAXIMIANO, 2009). 
 
 
 
Teoria clássica da administração 
 
A teoria de administração clássica foi fundada por Henry Fayol logo após a 
primeira guerra mundial (1914-1917) e tem como ponto de parida o estudo científico da 
administração. Fayol apresentou como novidade em sua época a necessidade de um 
ensino organizado e metódico de administração para formar administradores. A teoria 
clássica tem como estrutura a organização; e ele acreditava que o comportamento 
administrativo deveria ter como modelo a organização militar, ou seja, um sistema de 
hierarquização. Onde haja uma cadeia de comando interligando as posições e 
definindo quem se subordina a quem (CHIAVENATO, 2003). 
TAYLORISMO 
Divisão de trabalho 
Departamentos não integrados 
Padronização das tarefas 
 
Supervisão funcional–autoridade funcional 
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Portanto, pode-se verificar que a teoria clássica aborda a constituição de uma 
organização baseada em uma cadeia de comando, pela qual existe um corpo executivo 
que controla todo um grupo de pessoas que hierarquicamente se subordinam. 
 
Teoria das relações humanas 
 
Na década de 1930 psicólogos e cientistas sociais, afirmavam que o homem só 
trabalha por dinheiro. Acreditavam que as aplicações da administração científica eram 
insuficientes para o êxito profissional. Essas colocações trouxeram resultados 
desagradáveis como a desumanização do trabalho, tendo em vista o modo rígido de 
supervisãopara realização de tarefas. Os estudiosos da época percebiam que a rigidez 
das normas de trabalha dificultava o relacionamento dos trabalhadores em meio ao 
ambiente de trabalho, (MASIERO, 2007). 
Helton Mayo, o mais importante contribuinte para a escola das relações humanas 
realizou um estudo que visava em principio entender a produtividade e luminosidade no 
local do trabalho. Esperava-se que ao aumentar a luminosidade aumentaria o 
desempenho dos trabalhadores, assim como se diminuísse a luminosidade, diminuiria o 
desempenho dos trabalhadores. No entanto, ao trocarem as lâmpadas por outras de uma 
mesma potência notou-se a queda do desempenho dos trabalhadores levando a 
conclusão de que o que realmente poderia levar em consideração era o estado 
psicológico dos trabalhadores. Foi analisado então outros fatores como horário de 
descanso e alimentação. Porém, os resultados foram diferentes do esperado, pois se 
notou novamente a influência de fatores psicológicos. Enfim, foi realizado outro 
experimento pelo qual foi separado um grupo de seis trabalhadores e colocado sob uma 
supervisão mais branda onde foi encontrado um resultado satisfatório, pois os 
 Ensino organizado e metódico 
 Organização Militar 
 Sistema de hierarquização 
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trabalhadores se sentiam mais liberdade e motivação (MASIERO, 2007). Portanto com 
esta escola descobriu-se o "homem social" da organização. 
 
 
 
Teoria de sistema 
 
A abordagem da teoria de sistema foi desenvolvida pelo Bertalanffy, que iniciou 
um movimento intelectual visando uma ciência unificada. Segundo Masiero (2007, p. 
30), sistema seria "um conjunto de elementos que inter-relacionam de forma coesa e 
integrada, buscando atingir determinado objetivo". Mais tarde ela obteve a projeção 
definitiva a partir do trabalho de Katz e Kahn no ano de 1987. 
A abordagem da estrutura de sistemarelaciona a estrutura (organização) com o 
meio que lhe dá suporte e afirma que a maneira de manter a organização é fortalecer os 
seus recursos humanos que é a fonte motivadora da mesma. A palavra sistema está 
intimamente ligada com a palavra ambiente. O sistema necessita de constantes 
informações vindas do ambiente, para ser analisado o desempenho de produção a fim de 
atingir os seus objetivos. (ARAÚJO, 2007). 
O pensamento desses autores leva a crer que a comunicação é a essência de uma 
organização, visto que através da comunicação os diversos departamentos das 
instituições se interligam. 
Humanização e 
democratização na 
administração 
 
Fator psicológico interfere na 
produção mais que o fisiológico 
Importância da cooperação, 
motivação humana, liderança, 
comunicação e dinâmica de 
grupo. 
MAYO= HOMEM SOCIAL 
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Teoria Contingencial 
Uma característica importante da teoria da contingência é que não se consegue 
sucesso na organização partindo de um único ponto, é necessária diversidade de 
alternativas para encaminha estudos, demandas organizacionais e problemas 
(ARAÚJO, 2007). 
Segundo Masiero (2007), contingência significa eventualidade, incerteza, ou seja, 
a teoria da contingência aborda as diferentes formas de administrar, a forma de 
administrar é "relativa", envolvendo uma série de fatores, assim sendo, a maneira que 
uma organização deve ser administrada está condicionada ao ambiente em que ela está 
inserida. 
O fato da teoria de contingência considerar a forma de administrar relativa, 
dependendo do ambiente em que a organização está envolvida limita o processo 
administrativo, pois não estabelece nenhuma técnica padrão, e por outro lado enriquece 
as habilidades do administrador. 
COMUNICAÇÃO 
Os sistemas existem 
dentro de sistemas; os 
sistemas são abertos; e as 
funções de um sistema 
dependem de sua 
estrutura. 
AMBIENTE 
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ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM 
 
Conceito de enfermagem 
A prática de enfermagem é uma das principais atividades profissionais da área de 
saúde, na qual se abrange diversos departamentos de atuação. Em função do 
desenvolvimento técnico-científico e de sua prática profissional, a enfermagem é uma 
profissão que vem evoluindo muito ao longo dos anos, (SOUZA; SOARES, 2006). Para 
esses dois autores a enfermagem é um conjunto de ciências humanas e sociais, uma 
profissão que vem evoluindo consideravelmente ao longo dos anos e vem sendo 
estudada e através disto observa-se uma grande contribuição de sua parte para o 
desenvolvimento de seu pessoal. 
 
 
DIVERSIDADES DE ALTERANTIVAS 
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Rothbarth, Wolff e Peres (2009) entendem que a mais importante responsabilidade 
do enfermeiro é a assistência em saúde e tem como foco a excelência de atendimento 
buscando o bem estar do cliente. A profissão de enfermagem exige de eu profissional 
um perfil que agregue um conjunto de características que o capacite para exercer sua 
profissão da melhor e mais adequada maneira possível, sendo algumas delas: agilidade, 
decisões assertivas, criatividade e agregação de valores à instituição onde trabalha. É 
necessário também que o enfermeiro esteja sempre buscando atualização dos seus 
conhecimentos e técnicas de trabalho, que seja capaz de atuar em diferentes campos de 
ação, oferecendo uma assistência de excelência em todos os setores em que atuar, 
(MARTINS et. al. 2009). 
 
 
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Filosofia e Estrutura organizacional 
 
1. (FCC/2013/TRT – 5ª Região (BA)/ Analista Judiciário- Enfermagem) A estrutura 
de organização de um serviço de enfermagem segue rigidamente o princípio da 
hierarquia, com aplicação do princípio da unidade de comando e da centralização das 
decisões no topo da hierarquia. A denominação dessa organização, que constitui a forma 
estrutural mais simples, é 
a) matricial. 
b) linha assessoria. 
c) funcional. 
d) linear. 
e) administrativa científica. 
COMENTÁRIO: 
Vamos definir todas as estruturas para chegarmos ao gabarito! 
 
 
É o tipo de estrutura organizacional que tem como base a “supervisão funcional”, 
proposta por Taylor (Administração Científica), que aplica o princípio da especialização 
das funções. Tem como característica a autoridade funcional. 
 
 
 
 
Constitui a forma mais simples, e foi concebida por Fayol (Teoria Clássica). É seguido 
rigidamente o principio da hierarquia e autoridade linear ÚNICA e decorrente da 
unidade de comando. Nesse tipo de estrutura a centralização das decisões está no topo 
da hierarquia. Perceba que foi a definição clara da estrutura linear perguntada na 
questão. 
 
Estrutura Funcional 
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Constitui a forma mais simples, e foi concebida por Fayol (Teoria Clássica). É 
seguido rigidamente o principio da hierarquia e autoridade linear ÚNICA e 
decorrente da unidade de comando. Nesse tipo de estrutura a centralização das decisões 
está no topo da hierarquia. Perceba que foi a definição clara da estrutura linear 
perguntada na questão. 
 
 
Para o aconselhamento e recomendações aos órgãos de linha, Fayol propôs órgãos 
staff ou de assessoria, que não obedecem aos princípios de hierarquia e da autoridade 
de comando, dando origem a esse tipo de estrutura, que busca incrementar as vantagens 
das estruturas linear e funcional e reduzir suas desvantagens. 
Verifique didaticamente a diferença entre as 3 estruturas: 
 
 
 
 
 
Estrutura Linear 
Estrutura de organização Linha de assessoria ou Staff 
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Dentre as estruturas inovativas, encontra-se a estrutura matricial, que tem como 
base a departamentalização sobre os mesmos membros de uma organização, sendo que 
um dos tipos normalmente é departamentalização por programas ou por projetos. 
ATENÇÃO Há sobreposição de tipos devido à fusão entre estrutura funcional e 
por projetos. As necessidades de policompetência para resolver problemas complexos, 
flexibilidade e agilidade fizeram as empresas se organizarem de forma matricial. 
ATENÇÃO À DEVANTAGEM  dupla subordinação, gerando um clima de 
ambiguidade de papéis e relações. Outra desvantagem são os conflitos de interesse que 
podem surgir entre os chefes funcionais e os de projetos. 
Veja o exemplo abaixo: 
O gabarito, portanto, é a letra D. 
 
Estrutura Matricial 
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2. (IBFC/2013/EBSERH/ Enfermeiro) Considerando a estrutura e organização do 
serviço de enfermagem (SE), leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta. 
I. O SE é um grupo organizado de pessoas, possui um número grande de pessoas, 
apresenta diversidade e complexidade das atividades e necessidade de divisão e 
distribuição do trabalho. 
O SE possui exclusivamente uma estrutura formal, que é planejadae formalizada 
oficialmente. Não sofrendo influência da estrutura informal na dinâmica da instituição, 
atuação dos integrantes e no alcance dos objetivos propostos. 
III. A divisão do trabalho e especialização pode ser vertical e horizontal. Sendo que a 
divisão vertical aumenta a qualidade da supervisão, acrescentando níveis hierárquicos. 
IV. A Estrutura Linear (baseada em Fayol, na Teoria Clássica) apresenta as seguintes 
características: forma piramidal, rigidez no princípio de hierarquia (órgãos de linha), 
centralização da decisão, limitação e inflexibilidade à inovação e demora na ação. 
a) Apenas as afirmativas I e II estão corretas. 
b) Apenas as afirmativas II e III estão corretas 
c) Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas. 
d) Apenas a afirmativa IV está correta. 
COMENTÁRIO: 
Vejamos cada um dos itens: 
I. De fato o SE abrange as características descritas na pergunta: grupo organizado 
de pessoas, um número grande de pessoas, diversidade e complexidade das atividades e 
necessidade de divisão e distribuição do trabalho. CORRETO 
II. O SE não possui exclusivamente uma estrutura formal como diz na questão. E 
ao contrário do que é descrito sofre influência da estrutura informal na dinâmica 
da instituição, atuação dos integrantes e no alcance dos objetivos propostos. 
INCORRETO 
III. De fato a divisão do trabalho e especialização pode ser vertical e horizontal. 
Sendo que a divisão vertical aumenta a qualidade da supervisão, acrescentando 
níveis hierárquicos. CORRETO. 
 
 
 
 
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Especialização vertical 
A vertical ocorre quando se verifica a necessidade de aumentar a qualidade da 
supervisão ou chefia acrescentando mais níveis hierárquicos na estrutura. A 
horizontal ocorre quando se verifica a necessidade de aumentar a perícia, a 
eficiência e a melhor qualidade do trabalho em si, corresponde a uma 
especialização de atividade e de conhecimentos. 
 
Especialização horizontal 
Se caracteriza sempre pelo crescimento horizontal do organograma, é conhecida 
pelo nome de departamentalização. A especialização vertical é uma divisão do 
trabalho em termos de autoridade e responsabilidade, enquanto a 
departamentalização, é uma divisão do trabalho em termos de diferenciação entre 
os diversos e diferentes tipos de tarefas executados pelos órgãos. 
Departamentalização ocorre quando se cresce o número de unidades de 
gerenciamento sem aumentar o número de níveis hierárquicos. Dessa forma, a 
departamentalização também é chamada especialização horizontal e promove 
uma melhora na eficiência e qualidade do trabalho praticado pelos departamentos. 
 
Vejamos a respeito da Divisão do trabalho e esses tipos de especialização: 
A base fundamental da organização na abordagem clássica é a divisão do trabalho, 
à medida que uma organização cresce, ela tende a se diferenciar e a especializar cada 
vez mais as unidades que compõem a sua estrutura organizacional. 
Os autores clássicos distinguiram duas especializações: a vertical e a horizontal. 
Repetindo essa são definições dos autores clássicos! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
IV A Estrutura Linear (baseada em Fayol, na Teoria Clássica) apresenta as 
seguintes características: forma piramidal, rigidez no princípio de hierarquia (órgãos 
de linha), centralização da decisão, limitação e inflexibilidade à inovação e demora 
na ação. CORRETO. Redigitei o item na íntegra para que você releia e relembre o 
conceito de estrutura linear já mencionada na questão anterior! Definição muito 
cobrada em prova! 
GABARITO LETRA C 
 
 
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Metodologia de planejamento na enfermagem 
 
3. (FCC/2013/DPE-RS/Analista Enfermagem) Em relação aos métodos de 
planejamento, é possível fazer uma distinção entre o planejamento normativo e o 
planejamento estratégico situacional. Considera-se planejamento 
a) normativo: é também conhecido como planejamento transversal porque configura em 
sua estrutura o Triângulo de Governo, representado pelo projeto de governo, a 
governabilidade e a capacidade de governo. 
b) estratégico situacional: caracteriza-se por eliminar do planejamento a esfera política e 
social porque é o planejador quem realiza o diagnóstico de situação e a partir dele 
elabora um único plano de ação. 
c) normativo: apesar de atender as diretrizes e princípios do Sistema Único de Saúde 
(SUS), é um modelo assistencial e gerencial não prevalente nos serviços de saúde. 
d) estratégico situacional: é um método que trabalha no processamento de problemas 
atuais, problemas potenciais (ameaças e oportunidades) e dos macroproblemas. 
e) estratégico situacional: é também conhecido como planejamento tradicional porque 
não leva em consideração a historicidade e a dinamicidade dos fenômenos. 
COMENTÁRIO: 
PLANEJAMENTO TRADICIONAL OU NORMATIVO 
O planejamento tradicional ou normativo trabalha em uma perspectiva em que o 
planejamento é definido como mecanismo por meio do qual se obteria o controle dos 
fatores e das variáveis que interferem no alcance dos objetivos e resultados almejados. 
Nesse sentido, ele assume um caráter determinista em que o objeto do plano, a 
realidade, é tomada de forma estática, passiva, pois, em tese, tende a se submeter às 
mudanças planejadas. 
 
 
 
 
 
 
 
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PLANEJAMENTO NORMATIVO 
 Há uma ênfase nos procedimentos, nos modelos já estruturados, na estrutura 
organizacional da instituição, no preenchimento de fichas e formulários, o 
que reduz o processo de planejamento a um mero formalismo. 
 O planejador é visto como o principal agente de mudança, desconsiderando-
se os fatores sociais, políticos, culturais que engendram a ação, o que se 
traduz numa visão messiânica daquele que planeja. Essa visão do planejador 
geralmente conduz a certo voluntarismo utópico. 
 Ao mesmo tempo em que, por um lado, há uma secundarização das 
dimensões social, política, cultural da realidade, por outro lado, prevalece a 
tendência de se explicar essa realidade e as mudanças que nela acontecem 
como resultantes, basicamente, da dimensão econômica que a permeia. 
Ao lado dessas características, outros elementos marcam o planejamento 
normativo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 
O planejamento estratégico, por sua vez, se desenvolveu dentro de uma concepção 
de administração estratégica que se articula aos modelos e padrões de organização da 
produção, construídos no contexto das mudanças do mundo do trabalho e da 
acumulação flexível, a partir da segunda metade do século XX. Essa concepção de 
administração e de planejamento procura definir a direção a ser seguida por determinada 
organização, especialmente no que se refere ao âmbito de atuação, às macropolíticas e 
às políticas funcionais, à filosofia de atuação, aos macroobjetivos e aos objetivos 
funcionais, sempre com vistas a um maior grau de interação dessa organização com o 
ambiente. 
Em síntese, o planejamento estratégico concebe e realiza o planejamento dentro 
um modelo de decisão unificado e homogeneizador, que pressupõe os seguintes 
elementos básicos. 
 
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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 
 determinação do propósito organizacional em termos de valores, missão, 
objetivos, estratégias, metase ações, com foco em priorizar a alocação de 
recursos 
 análise sistemática dos pontos fortes e fracos da organização, inclusive com a 
descrição das condições internas de resposta ao ambiente externo e à forma 
de modificá-las, com vistas ao fortalecimento dessa organização 
 delimitação dos campos de atuação da organização 
 engajamento de todos os níveis da organização para a consecução dos fins 
maiores. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Na nossa área de saúde, fala-se, e inclusive nas suas provas de concurso, em 
planejamento estratégico situacional. Veja o seu conceito: 
 
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SITUACIONAL (PES) 
O chileno Carlos Matus, Ministro da Economia do Governo Allende em 1973, 
desenvolveu a proposta denominada Planejamento Estratégico Situacional, a partir de 
sua experiência como administrador público e de consultor do Instituto Latino 
Americano de Planejamento Econômico e Social (ILPES / CEPAL) 
Segundo Huertas é “um método e uma teoria de Planejamento Estratégico Público 
[...] Foi concebido para servir aos dirigentes políticos, no governo ou na oposição. 
 
PORQUE O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SITUACIONAL PARA A 
SÁUDE? 
O Planejamento Estratégico Situacional (PES) constitui uma oportunidade de 
aprofundamento da discussão da importância e do significado do planejamento para a 
administração pública. O PES é uma metodologia recente e exclusiva ao setor público, e 
não uma adaptação. 
Seus temas são os problemas públicos. É também aplicável a qualquer órgão cujo 
centro do jogo não seja exclusivamente o mercado, mas o jogo político, econômico e 
social, OU SEJA, PARA A SAÚDE”. 
 
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Enquanto o planejamento normativo/tradicional acredita poder controlar a 
realidade, o Planejamento Estratégico Situacional pretende (por acreditar ser 
possível) apenas influir na realidade. 
TRIANGULO DE GOVERNO 
 
ESTRATÉGIA 
 
SITUAÇÃO 
 
ATOR SOCIAL 
 
PROBLEMA 
 
O Planejamento Estratégico Situacional confere a possibilidade de governar com 
objetivos claros que devem ser acompanhados por meio de um sistema que permita 
visualizar o detalhamento do plano em programas, projetos e ações coordenadas entre si 
e coerentemente articulados com os diversos atores. 
 
 
 
 
 
Dentre os conceitos básicos do PES os cinco fundamentais são detalhados a seguir: 
 
 
 
 
 
 
 
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Projeto de Governo, Governabilidade e Capacidade de Governo 
Vamos a cada uma delas: 
 
 
Matus utilizou-se da figura do triangulo para explicar importantes fundamentos do PES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estes três pontos devem ser vistos numa interrelação dinâmica e a análise do 
equilíbrio entre os três vértices do triângulo permite avaliar as fragilidades da gestão 
orientando os ajustes necessários, ou seja, se é preciso trabalhar melhor o plano, se é 
preciso aumentar a governabilidade ou a capacidade de governo. 
Portanto, fique atento falou em Triângulo de governo falou em PES 
 
Matus propõe um modelo de planejamento que funcione na realidade e a realidade 
é conflitiva. Na realidade ou na situação existem diversos atores sociais com diferentes 
Triângulo de Governo 
Estratégia 
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visões de mundo, interesses e compromissos. São essas diferenças que provocam 
conflitos. Existindo conflitos, é necessário pensar estrategicamente para enfrentar os 
oponentes e alcançar os objetivos propostos. Lembre-se que na visão do PES todas as 
forças sociais planejam e governam. 
 
 
Como já comentamos situação é um espaço socialmente produzido onde se 
inserem diversos atores sociais que interpretam e explicam a realidade e sendo assim a 
situação é um espaço de conflito. Existem diversas explicações sobre a situação, a nossa 
explicação é apenas uma delas, por isso é fundamental que no planejamento também 
sejam consideradas as interpretações da realidade de outros atores sociais. 
 
 
Para Matus, um ator social pode ser uma pessoa ou um coletivo de pessoas que 
atuando em uma determinada situação é capaz de transformá-la. ` 
Esquema de atuação do ator social 
 
Você já deve ter percebido que para o PES, o planejamento é um processo 
participativo. O PES possibilita a participação de diferentes setores sociais, diferentes 
atores sociais poderão explicitar suas demandas, propostas e estratégias de solução. 
A participação de diversos atores sociais e uso da negociação enriquecem o 
processo de planejamento criando co-responsabilidades dando mais legitimidade e 
viabilidade política ao plano. 
Situação 
Ator social 
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Veja bem, todo esse processo participativo exige coordenação. A equipe de saúde 
da família (ESF) possui potencial para exercer esse papel. A Equipe de Saúde da 
Família, no caso do planejamento estratégico em saúde, é um dos atores sociais 
competentes para exercer essa ação central, não centralizadora, mas aglutinadora, capaz 
de garantir unidade as diversas ações parciais dos diferentes atores sociais. 
Portanto, fique atento  falou em Ator social ou participação social falou em PES. 
 
Matus diz que problema é uma situação insatisfatória acumulada, ou seja, é a 
discrepância entre uma situação real e a situação ideal ou desejada. Uma situação só se 
torna problemática se um ator social assim a considerar, ou melhor, se a considerar 
inaceitável e capaz de ser transformada na direção desejada. 
 
 
 
Ou seja, um problema é problema para alguém, para um determinado ator social. 
O que é problema para um pode não ser para outro, mais ainda pode ser oportunidade. É 
o caso desse exemplo: um modelo de atenção à saúde centrado no uso de 
medicamentos, para nós, profissionais de saúde, pode ser um problema. No entanto, 
para a indústria farmacêutica pode ser uma oportunidade. Os problemas não são todos 
do mesmo tipo. Existem problemas mais ou menos complexos e problemas de difícil ou 
fácil adaptação. A categorização de Matus propõe que os problemas sejam considerados 
como: problemas estruturados, problemas quase-estruturados, problemas intermediários 
e problemas finais (ou terminais). Considerando que o planejamento envolve um gasto 
razoável de energia, devemos priorizar os problemas finalísticos e mais complexos. 
Depois de tudo o que lemos, vamos voltar à questão? 
a) normativo: é também conhecido como planejamento transversal porque 
configura em sua estrutura o Triângulo de Governo, representado pelo projeto de 
Problema 
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governo, a governabilidade e a capacidade de governo. INCORRETO fique atento 
falou em Triângulo de governo falou em PES 
b) estratégico situacional: caracteriza-se por eliminar do planejamento a esfera 
política e social porque é o planejador quem realiza o diagnóstico de situação e a partir 
dele elabora um único plano de ação. INCORRETO. fique atento falou em Ator 
social ou participação social falou em PES. Não se elimina no PES a esfera política. 
c) normativo: apesar de atender as diretrizes e princípios do Sistema Único de 
Saúde (SUS), é um modelo assistencial e gerencial não prevalente nos serviços de 
saúde. INCORRETO. O planejamentonormativo não atende aos princípios e diretrizes 
do SUS! 
d) estratégico situacional: é um método que trabalha no processamento de 
problemas atuais, problemas potenciais (ameaças e oportunidades) e dos 
macroproblemas. CORRETO. Conforme falamos, esse método atinge também as 
ameaças e abrange macroproblemas. fique atento falou em Macroproblemas falou 
em PES 
e) estratégico situacional: é também conhecido como planejamento tradicional 
porque não leva em consideração a historicidade e a dinamicidade dos fenômenos. 
INCORRETO. O planejamento tradicional é o chamado Normativo. 
O gabarito é a letra D. 
Aposto que você não errará mais uma questão sobre esse tema! 
 
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Na próxima pergunta, seguiremos com os Momentos do Planejamento estratégico 
situacional. FIQUE ATENTO na sequência. 
 
 
 
4. (FUMARC/2014/AL/Enfermeiro) O Planejamento Estratégico Situacional 
(KURCGANT, 2010) é composto por quatro momentos que se interrelacionam, a saber: 
a) Momento demissional, momento decisório, momento estratégico e momento tático-
operacional. 
b) Momento explicativo, momento normativo, momento estratégico e momento tático-
operacional. 
c) Momento explicativo, momento narrativo, momento dialético e momento tático-
operacional. 
d) Momento decisório, momento narrativo, momento dialético e momento demissional. 
COMENTÁRIO: 
Agora vamos aproveitar para estudar o Planejamento Estratégico Situacional 
(PES) 
 
O PES é composto por quatro momentos interrelacionados: 
 
Momento explicativo (como explicar a realidade?) 
Momento normativo (como conceber o plano?) 
Momento estratégico (como tornar viável o plano?) 
Momento tático-operacional (como agir no cotidiano de forma planejada?) 
 
 
 
 
 
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Momento explicativo 
 
Momento Normativo 
 
Momento estratégico 
 
Momento tático-operacional 
 
Seleção dos problemas. NÓS CRÍTICOS 
Identificação de soluções 
Gerenciamento de conflitos para viabilidade das ações 
Implementação das ações 
 
 
 
 
A realidade é explicada a partir da seleção dos problemas mais relevantes e as 
principais causas do problema, buscando compreender porque ocorrem e identificando 
seus “nós críticos”. Fique ligado na palavra chave “NÓS CRÍTICOS” 
 
 
Inclui a identificação de soluções para os problemas encontrados e dos recursos 
disponíveis. 
 
Trata da construção de viabilidade para desenvolvimento das ações, através do 
gerenciamento de conflitos e negociações. Esse momento deve permear todas as etapas 
de elaboração do plano. 
 
Consiste na implementação das ações propostas. O plano, nesse momento, deve 
adequar-se à realidade, considerando diferentes situações que podem ocorrer. A 
avaliação contínua permite redesenhar o plano sempre que necessário. 
Vou repetir abaixo com as palavras chaves para você não esquecer e entender que 
faz parte de um fluxo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Momento explicativo 
Momento normativo 
Momento estratégico 
Momento Tático operacional 
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“Ao se analisar o PES, pode-se descrevê-lo como um método de permanente exercício 
de diálogo e reflexão sobre os problemas que incidem em uma dada realidade, visando 
prever situações e alternativas, antecipar possibilidades de decisão e preparar estratégias 
para a obtenção de governabilidade sobre as mesmas” (CIAMPONE e MELLEIRO, 
2010; p. 49). 
GABARITO LETRA B 
 
Veja também para complementar os Níveis de autoridade relacionados os momentos de 
planejamento: 
 
NÍVEIS ESTRATÉGICO, TÁTICO E OPERACIONAL 
Na estrutura de uma organização existe certo escalonamento na distribuição da 
autoridade. Na figura abaixo vê-se no topo das tomadas de decisões o chamado nível 
estratégico responsável pelas decisões mais sensíveis. 
 
 
Na estrutura intermediária está o nível tático, responsável pelo delineamento das 
necessidades administrativas que possibilitam, de um lado, as buscas para o atingimento 
das estratégias, de outro lado, disponibilizam os recursos necessários para o nível 
operacional funcionar. 
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5. (CESGRANRIO/ 2014/ Banco do Brasil/ Enfermeiro do trabalho) A delegação de 
tarefas é uma das principais características de um bom gestor, sendo um exercício de 
treinamento e de conhecimento. A delegação de tarefas por um enfermeiro à sua equipe 
deverá ser realizada sob determinadas condições certas e cumprindo determinados 
critérios. 
De acordo com os 5 “certos” da delegação, o enfermeiro só NÃO levará em conta a(o) 
a) pessoa certa 
b) tarefa certa 
c) circunstância certa 
d) supervisão certa 
e) diagnóstico certo 
COMENTÁRIO: 
Inicialmente vou trazer um conceito de delegação proposto em documento 
jurídico sobre o tema. 
Vejamos o conceito de DELEGAÇÃO 
Delegação – a transferência, para um indivíduo competente, funcionalmente dependente do 
enfermeiro, da autoridade para realizar uma determinada tarefa de Enfermagem, escolhida 
numa situação concreta. O enfermeiro mantém e retém a responsabilidade pela delegação. 
(de acordo com esta definição, exclui-se considerar a transferência do cuidado para um 
cuidador informal, convivente significativo, como delegação). 
A descrição abaixo é do Conselho Jurisdicional e é considerada uma orientação da 
Ordem dos Enfermeiros sobre esta matéria através do Parecer nº 136 / 2007 
 
1. Todas as decisões relacionadas com a delegação são baseadas no princípio de 
protecção da saúde, segurança e bem estar do público. 
2. O enfermeiro, membro efetivo da Ordem, tem a responsabilidade e a obrigação 
de prestar contas pela prestação e gestão de cuidados que realiza. É seu dever 
«responsabilizar-se pelas decisões que toma e pelos atos que pratica ou delega», bem 
como «assegurar a qualidade e a continuidade das atividades que delegar» (Código 
Deontológico do Enfermeiro, artigo 79, b, e 88, c). 
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3. Entende-se por delegação a transferência, para um indivíduo competente, da 
autoridade para realizar uma determinada tarefa de Enfermagem, escolhida numa 
situação concreta, e por supervisão, a provisão de orientação, avaliação e 
acompanhamento, pelo enfermeiro, do desempenho da tarefa delegada. 
4. «os enfermeiros só podem delegar tarefas em pessoal deles funcionalmente 
dependente quando este tenha a preparação necessária para as executar, conjugando-se 
sempre a natureza das tarefas com o grau de dependência do utente em cuidados de 
Enfermagem.” (art. 10º, Decreto - Lei161/96 de 4 de Setembro). 
5. O enfermeiro, que avalia as necessidades do cliente e planeja os cuidados, 
determina que tarefas podem ser delegadas, sendo responsável pela apropriada 
delegação, devendo agir no sentido de proteger o cliente e tomar as medidas adequadas 
para assegurar uma prestação de cuidados segura. 
6. Os clientes têm direito a cuidados de saúde conformes aos padrões de qualidade 
de cuidados. Assim, quando uma tarefa de Enfermagem é delegada, a tarefa deve ser 
desempenhada de acordo com os padrões de qualidade e procedimentos estabelecidos. 
7. O enfermeiro é responsável pela avaliação individualizada do cliente e dascircunstâncias situacionais e por ajuizar da competência daquele a quem vai delegar, 
antes de delegar qualquer tarefa. 
8. Considera-se uso apropriado da autoridade para delegar o que cumpre o 
enquadramento regulador e a adequação do processo de tomada de decisão para a 
delegação, sendo que o processo de cuidados (colheita de dados, diagnóstico de 
Enfermagem, planeamento e avaliação) e juízo clínico de Enfermagem não podem 
ser delegados – são delegados componentes dos cuidados, isto é, tarefas. 
9. A delegação de tarefas em outros é realizada sob determinadas condições e 
cumprindo determinados critérios. Assim, de forma sintética, o enfermeiro delega a 
tarefa certa, sob as circunstâncias certas, na pessoa certa, com a comunicação e 
orientação certa e sob supervisão adequada. 
10. Delega-se, de modo apropriado, a prestação de tarefas em pessoal preparado 
para assistir – e não para substituir – o enfermeiro. 
11. O algoritmo de tomada de decisão para delegar considera: 
a. verificação dos critérios para a delegação, relativos a quem delega, ao que é 
delegado (natureza da tarefa e a relação com o grau de dependência em cuidados de 
Enfermagem) e a quem; 
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Tarefa certa 
 
Circunstâncias certas 
 
Pessoa certa 
 
Direção/comunicação certa 
 
Supervisão/avaliação certa 
b. avaliação da situação, considerando as necessidades do cliente, o planejamento 
de cuidados, as circunstâncias e os recursos disponíveis; 
c. plano para a tarefa específica a delegar, especificando a natureza da tarefa, a 
preparação para a realizar adequadamente e as implicações (para o cliente, outros 
clientes, conviventes significativos); 
d. quem delega e em quem é delegado aceitam a responsabilidade; 
e. fornecimento de orientações claras para a realização da tarefa, o que implica um 
adequado processo de comunicação; 
f. supervisar, acompanhar e avaliar o desempenho da tarefa: 
g. assegurar apropriada documentação (registo) da tarefa; 
h. avaliar o processo global e prover feedback; 
i. reajustar o plano de cuidados conforme necessário. 
Voltemos ao tópico 9 que é a pergunta da nossa prova: 
Assim, de forma sintética, o enfermeiro delega a tarefa certa, sob as 
circunstâncias certas, na pessoa certa, com a comunicação e orientação certa e sob 
supervisão adequada. 
 
 
 
 
 
 
 
Vamos descrever detalhadamente cada “certo”: 
 
 
 
Tarefa certa 
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É aquela que a enfermeira delega para um cliente especifico, como as tarefas que 
são repetitivas, que exigem pouca supervisão, que são relativamente não invasivas, que 
tem resultados previsíveis e que tem o mínimo potencial de risco. 
 
 
Considera adequadamente o setor em que está o cliente, os recursos disponíveis e 
outros fatores relevantes. Em setores de cuidados intensivos, as condições do cliente 
muitas vezes mudam rapidamente. Use a boa tomada de decisão clínica para determinar 
o que delegar. 
 
Envolve delegar a tarefa para o profissional certo realizar no cliente certo. 
 
 
A enfermeira dá uma descrição clara e concisa da tarefa, incluindo seu objetivo, 
restrições e expectativas. A comunicação entre a enfermeira e o técnico de enfermagem 
precisa ser contínua durante o turno de cuidado. 
 
 
Proporcionar um acompanhamento certo, uma avaliação certa, uma intervenção 
conforme a necessidade e feedback. O técnico de enfermagem precisa se sentir 
confortável para fazer perguntas e procurar ajuda. 
Portanto GABARITO LETRA E 
 
Circunstâncias certas 
Pessoa certa 
Direção/comunicação certa 
Supervisão/avaliação certa 
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6. (IADES/ 2014/ EBSERH/ Nível Superior/ Enfermeiro Asssistencial) A habilidade 
de gerenciamento do tempo é uma forma eficaz de gerenciar o estresse causado pelas 
inúmeras tarefas a serem desenvolvidas pelo enfermeiro. Acerca dos princípios de 
gerenciamento do tempo, é correto afirmar que o (a) 
a) estabelecimento de metas, tanto para pacientes quanto para a equipe, deve ser feito 
somente pela enfermeira supervisora. 
b) forma como o enfermeiro distribui seu tempo, nas diversas atividades, não é 
relevante. 
c) definição de prioridades auxilia o paciente, e não o enfermeiro, nas atividades de vida 
diária. 
d) controle de interrupções é uma forma de evitar que atividades assistenciais sejam 
interrompidas por motivos alheios ao cliente. 
e) avaliação do tempo gasto em cada atividade não influencia no gerenciamento das 
atividades. 
COMENTÁRIO: 
Está questão está bastante fácil. Vamos comentar cada item para confirmar o 
gabarito: 
a) estabelecimento de metas deve ser feito tanto pela enfermeira supervisora 
quanto pela equipe que presta o cuidado ao paciente. Todos os autores envolvidos no 
cuidado devem traçar metas individuais e em conjunto metas da equipe. 
b) a forma como o enfermeiro distribui seu tempo, nas diversas atividades é muito 
relevante no cuidado final prestado ao paciente. 
c) a definição de prioridades auxilia o paciente, o enfermeiro, e a equipe nas 
atividades de vida diária. 
d) controle de interrupções é uma forma de evitar que atividades assistenciais 
sejam interrompidas por motivos alheios ao cliente. 
 
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Vamos descrever o GERENCIAMENTO DE TEMPO 
São os processos necessários para assegurar que o projeto termine dentro do prazo 
previsto. Ele é composto pela definição das atividades, seqüenciamento das atividades, 
estimativa da duração das atividades, desenvolvimento do cronograma e controle do 
cronograma. O seqüenciamento das atividades está relacionado ao controle de 
interrupções mencionado na questão. 
e) ao contrário do descrito na questão a avaliação do tempo gasto em cada atividade 
influencia diretamente no gerenciamento das atividades. 
GABARITO LETRA D 
 
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O Processo de mudança 
 
A gestão da mudança é um processo eficaz de alocação de recursos, de forma a 
transformar a organização, com o objetivo de melhorar a sua eficácia. Existem diversas 
condicionantes que influenciam o processo de mudança de uma organização, como o 
nível de recursos que a empresa dispõe, o setor onde se insere, a maior ou menor 
necessidade de mudança, qualidade da gestão e a atual envolvente política, econômica, 
social, tecnológica, ambiental e legal. 
De forma a validar e enquadrar a deficiente “performance individual” da empresa 
ou organização, será de capital importância, a realização de um trabalho de benchmark 
com as empresas concorrentes. Lembra do conceito de benchmarking? 
LEMBRE-SE TAMBÉM DESSE CONCEITO: 
PARADIGMA 
Os paradigmas da organização são uma série de questionamentos sobre 
mudanças organizacionais. As reflexões estão no sentido de provocar uma visão do 
paradigma da transformação, onde ruptura de valores referente aos aspectos do 
ambiente organizacional, das pessoas, das atividades e do uso de novas tecnologias se 
interagem provocando um contínuo aprender do ser humano. 
Vamos aos tipos de mudanças: 
TIPO DE MUDANÇAS 
 Mudanças Estruturais: Envolvem toda a hierarquia da empresa ou organização, 
as metas, as características estruturais, os procedimentosadministrativos e os sistemas 
administrativos. Uma mudança estrutural bem-sucedida é realizada por uma abordagem 
de cima para baixo porque a habilidade para a melhoria administrativa tem a sua origem 
nos níveis médio e alto da organização. O processo de cima para baixo não significa que 
a coerção seja a melhor táctica de implementação. As táticas de implementação incluem 
instrução, participação e negociação com todos os empregados. 
 Mudanças Culturais: Referem-se a uma mudança nos valores, normas, atitudes, 
crenças e comportamento dos empregados. Relacionam-se com a maneira como os 
colaboradores da organização pensam. 
 
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ESTRATÉGIAS DE MUDANÇA 
- Comunicação e educação: São utilizadas quando é necessária consistência sobre 
a mudança, sobre os usuários que podem resistir à implementação. A educação é 
especialmente importante quando a mudança envolve conhecimento técnico e que as 
pessoas não estão familiarizadas com a ideia. 
- Participação: Envolve as pessoas resistentes à mudança. Isto consome tempo, 
mas vale a pena porque as pessoas compreendem e comprometem-se com a mudança. A 
participação também auxilia os gerentes a determinar problemas potenciais e perceber a 
recepção dos empregados quanto à mudança. 
- Negociação: É o meio mais formal de atingir a cooperação. A negociação usa a 
conversação para conquistar a aceitação e aprovação de uma mudança desejada. Na 
negociação e acordo podem ser oferecidos incentivos como incrementos salariais, 
oportunidades de carreira aos ativos e presumíveis resistentes, esta pode ser a melhor 
forma de remover a resistência, no entanto, também pode ser muito dispendioso para a 
empresa. 
- Coerção: Significa que os gestores usam o seu poder formal para forçar os 
empregados a mudar. Aos resistentes é dito para aceitar a mudança ou perderão os 
benefícios a até mesmos os seus empregos. Ela é necessária em situações de crise 
quando uma resposta rápida é exigida. Ou seja a Coerção pode ser implícita ou explicita 
quando as pessoas são forçadas a mudar sob ameaças (despedimento, por exemplo) ou 
perda de oportunidades, este método poderá ocorrer quando a mudança tem de ser 
rápida e quem a pretende implementar tem forte poder. Esta estratégia é rápida e capaz 
de ultrapassar vários tipos de resistência no entanto, através dela podem ser 
desenvolvidos sentimentos negativos indesejáveis. 
- Apoio da alta administração: O apoio visível da alta administração também ajuda 
a superar a resistência à mudança. O seu apoio simboliza para todos os empregados que 
a mudança é importante para a organização. Ela é importante quando a mudança 
envolve vários departamentos ou quando os recursos estão a ser relocados noutros 
departamentos. Sem o seu apoio, estas mudanças podem ficar condenadas a discussões 
entre os departamentos 
 
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Ferramentas Gerenciais do Serviço de Enfermagem 
MANUAIS DE ENFERMAGEM 
É a ferramenta que reúne de forma sistematizada normas, rotinas, procedimentos e 
outros imprescindíveis para execução das atividades de Enfermagem, ou seja, 
instrumento orientador dos profissionais de enfermagem no desempenho de suas 
funções 
ELABORAÇÃO DOS MANUAIS DE ENFERMAGEM: 
Os manuais de enfermagem habitualmente ensinam como realizar um trabalho, a 
necessidade de manualizar o serviço independe da realização de estudos específicos, 
basta para isso o gestor em enfermagem usar instrumentos que a análise dispõe, tais 
como; questionários, entrevistas e observação pessoal. 
ESTRATÉGIAS PARA A MANUALIZAÇÃO: 
 Itemizar os modelos manualizados: antes da aplicação de modelos, é fundamental 
para que sejam identificados os vários tipos de manuais que a organização demanda. 
 Qualificar a manualização: serão selecionados os modelos de acordo com a 
demanda. 
 Elaborar o manual: é a colocação em prática dos estudos realizados anteriormente. 
 Distribuir o manual: o manual deve ser distribuído pelo gestor 
 
TIPOS E TÉCNICAS DE MANUALIZAÇÃO: 
MANUAL DA ORGANIZAÇÃO, MANUAL DE ESTRUTURA: Tem como 
finalidade a própria organização; 
MANUAL DE INSTRUÇÕES DE NORMAS E PROCEDIMENTOS, MANUAL 
DE PROCESSOS, MANUAL DE PROCEDIMENTOS, MANUAL DE 
SERVIÇOS: Definem normas, diretrizes e o detalhamento de como realizar o trabalho; 
MANUAL DE FORMULÁRIOS: define a finalidade, o preenchimento, 
distribuição e utilização dos formulários em uso pela organização. 
MANUAL DE SEQUÊNCIA ADMINISTRATIVA: (Ou de métodos 
operacionais): descreve as fases e operações de todo o processo. 
MANUAL DE NORMAS: Semelhante a qualquer regulamento interno ou 
regimento, o manual é constituído de informações cuja origem é qualquer documento 
considerado legal 
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CARACTERÍSTICA DOS MANUAIS: Deve ser instrumento de consulta 
frequente e de fácil acesso. 
 Deve ser analisado com frequência; 
 Deve refletir diretrizes do serviço. 
INDICADORES PARA O USO DE MANUAIS: Os indicadores para o uso de 
manuais estão ligados a: 
 Divulgação: isso quer dizer que os serviços internos, mantêm relação com o 
público; 
 Coordenação: indicador de pós-estudo técnico de análise de processos; 
 Análise: indicador típico do pós-estudo técnico de racionalização de trabalho 
 Treinamento: talvez este seja o indicador dos indicadores do uso de manuais 
pelas organizações. 
Objetivo: aceitar a reunião de conhecimentos de forma organizada e criteriosa. 
ETAPAS PARA ELABORAÇÃO 
 Diagnóstico da situação; 
 Determinação dos assuntos; 
 Estruturação e confecção dos instrumentos; 
 Implantação; 
 Avaliação; 
DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO 
É imprescindível admitir a estrutura organizacional do SE, a filosofia norteadora 
das ações, os objetivos a serem alcançados de acordo com a necessidade da clientela, as 
ações de enfermagem que devem ser realizadas, os recursos humanos e materiais 
disponíveis. 
Para o diagnóstico da situação deve-se contar com a participação de todos por 
meio de questionário ou discussão em grupo. 
DETERMINAÇÃO DOS ASSUNTOS: 
Devem aparecer as informações arrecadadas no diagnóstico. Além da decisão 
sobre a melhor maneira de escrever, se trata de norma ou rotina de acordo com o caso. 
 
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ESTRUTURAÇÃO E CONFECÇÃO: 
A maneira que o manual vai ser organizado (livro, brochura etc.). Quem irá 
confeccionar o manual, cuidar da elaboração, escolher pessoa com conhecimento e 
relação com o assunto. A estrutura e a confecção devem ser aprovadas por todos da 
organização do manual 
ETAPAS PARA ELABORAÇÃO 
 Diagnóstico da situação; 
 Determinação dos assuntos; 
 Estruturação e confecção dos instrumentos; 
 Implantação; 
 Avaliação; 
 
CONTEÚDO DO MANUAL: em geral contém: 
 Regulamento do hospital; Regimento do serviço de enfermagem; 
 Filosofia do Serviço de Enfermagem; 
 Composição administrativa e organizacional do SE; 
Descrição das funções de cada componente: 
 Descrição de cuidado de enfermagem de acordo com a clientela assistida. 
 Normas, rotinas e procedimentos relacionados ao pessoal a assistência e ao 
material. Orientação sobre direitos e deveres da equipe de enfermagem. 
 
NORMAS DE ENFERMAGEM 
São normas técnicas fundamentadas num processo de simplificação, pois 
abreviam a crescente variedade de procedimentos e produtos, desta forma eliminam o 
desperdício,o retrabalho e promovem a troca de informações entre fornecedor e 
consumidor ou entre clientes internos. A finalidade importante de uma norma técnica é a 
proteção ao consumidor, especificando critérios e requisitos que medem o desempenho 
do produto/serviço, resguardando assim a vida e a saúde. NORMAS 
Conjunto de regras e instruções para definir procedimentos, métodos e 
organização. São leis que deliberam as ações de enfermagem quanto a o QUÊ E COMO 
FAZÊ-LAS 
 
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CRITÉRIOS PARA ELABORAÇÃO DE NORMAS 
Deve ser colocada por autoridade reconhecida. Fundamenta- se nos princípios: 
Ético, disciplinar, assepsia. A elaboração deve ser feita de maneira ampla e expressa, 
clara e concisa, flexível, consentindo o raciocínio e a iniciativa 
EXEMPLO DE NORMAS 
Os colaboradores de enfermagem deverão estar no local de trabalho, devidamente 
uniformizados até as 7 h. Os materiais para exames laboratoriais de rotina deverão ser 
direcionados ao laboratório até as 9 h. A passagem de plantão deverá ser feita na 
cabeceira do leito dando informações sobre: Estado do paciente, procedimentos 
realizados ou a realizar, aceitação da dieta e intercorrencias importantes. 
ROTINAS DE ENFERMAGEM 
São conjuntos de instruções técnicas concatenadas que servem para execução uma 
tarefa específica de assistência em enfermagem. 
 REGULAMENTO 
É o ato normativo de caráter constante determinado pela administração superior e 
contém as diretrizes básicas da organização de saúde. Regula e amplia o estatuto, 
caracterizando a Organização 
REGIMENTO 
É o ato normativo acatado pela administração superior, de caráter flexível que 
contém as diretrizes básicas para o funcionamento do Serviço de Enfermagem. 
Componentes: filosofia, organograma, atividades a serem desenvolvida, competência de 
cada membro, quadro de pessoal. O Regimento do Serviço de Enfermagem expressa à 
missão institucional, as características dos clientes a serem assistidos, bem como a 
disponibilidade e organização dos recursos humanos e materiais para desenvolver e 
praticar essa assistência. 
PROCEDIMENTOS (PROTOCOLO) 
É a descrição detalhada e sequencial de como a atividade deve ser feita. É a 
definição de técnica, é uniforme para toda a organização, fundamentada em princípios 
científicos e não pode ser mudado. 
DOCUMENTOS DE CONTROLE PARA O FUNCIONAMENTO DA 
GERÊNCIA EM ENFERMAGEM: 
LINDAIANE MELO CASTRO - 033.140.973-95
 NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
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AVALIAÇÃO: Necessária por haver modificações constantes nas dinâmicas dos 
serviços. A avaliação deve ser constante, e ter como finalidade a qualidade da 
assistência, deve ter sempre revisão de maneira planejada e ajustada as necessidades da 
clientela. 
SUPERVISÃO: Processo educativo e contínuo que consiste basicamente em 
motivar, orientar e instruir os supervisionados na execução de suas atividades embasada 
em normas estabelecidas. Tem por objetivos: o alcance de níveis e excelência nos 
serviços prestados tem caráter administrativo, é desta maneira não deve considerara 
somente o serviço, mas também aqueles que o executam. 
EDUCAÇÃO PERMANENTE: Processo capacitador, orientador e reciclador do 
conhecimento técnico dos profissionais de uma instituição, deve-se levar em 
consideração as necessidades de cada unidade de serviço e deve-se também fazê-lo de 
maneira periódica. Os profissionais devem ser estimulados a participarem da educação 
permanente e não obrigados. 
DEFINIÇÃO: È a apreciação de diversos processos averiguando com exatidão e 
a fidelidade dos procedimentos e relatórios, de acordo com o principio das leis 
institucionais. A auditoria é realizada pela verificação dos registros em prontuários ou as 
condições do cliente. 
Identificar deficiências; Coletar dados; Programar mudanças. Pode ser feita pela equipe 
externa ou interna á instituição. 
 
7. (HU-UFMS/EBSERH/Instituto AOCP/2014) É um conjunto de regras ou 
instruções para fixar procedimentos, métodos, organização, que são utilizados no 
desenvolvimento das atividades. O enunciado refere-se a qual instrumento de 
informação presentes no manual de enfermagem? 
a) Regulamento. 
b) Regimento. 
c) Normas. 
d) Rotinas. 
e) Procedimento. 
 
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COMENTÁRIO: 
Normas são um conjunto de regras ou instruções para fixar procedimentos, 
métodos, organização, que são utilizados no desenvolvimento das atividades. 
Logo, GABARITO LETRA C. 
 
8. (HU-UFSM/EBSERH/Instituto AOCP/2014) O manual de Enfermagem tem por 
finalidade esclarecer dúvidas e orientar a execução das ações de enfermagem, 
constituindo um instrumento de consulta. Para a elaboração de um manual, é necessário 
seguir algumas etapas. A etapa que contém a análise das informações coletadas para 
definir que instrumentos o manual deve conter e qual o conteúdo desses instrumentos 
pode ser definida com: 
a) determinação dos assuntos. 
b) diagnóstico da situação. 
c) estruturação dos instrumentos. 
d) implantação. 
e) avaliação. 
COMENTÁRIO: 
O Manual de Enfermagem reúne, de forma sistematizada, normas, rotinas, 
procedimentos e outras informações necessárias para execução das atividades de 
enfermagem. Tem a finalidade de esclarecer dúvidas e orientar a execução das ações de 
enfermagem, constituindo um instrumento de consulta. 
Segundo Andrade (1975), os manuais podem ser elaborados a partir de duas situações: 
quando na fase de organização e programação das atividades de um serviço e quando 
este já está em funcionamento e requer a atualização de normas e procedimentos. As 
etapas para elaboração podem ser sintetizadas em: 
 Diagnóstico de situação; 
 Determinação de assuntos; 
 Estruturação e confecção dos instrumentos; 
 Implantação; 
 Avaliação. 
 
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Vamos detalhar cada uma delas: 
Diagnóstico da situação - é feito com base no levantamento e na análise de 
informações do serviço de enfermagem. 
O levantamento é precedido da definição sobre que informações serão coletadas e 
sobre como serão como será feito esse levantamento. Algumas informações são básicas 
para ele, como: a estrutura organizacional em que o serviço esta inserido; os objetivos 
que devem ser alcançados em função das necessidades de saúde da sua clientela; as 
ações de enfermagem que devem ser desenvolvidas e por quem; os recursos humanos e 
materiais disponíveis, o sistema de informação existente e os problemas enfrentados na 
prestação da assistência de enfermagem. 
Essas informações podem ser levantadas pela utilização de algumas técnicas, 
como entrevista, questionário, observação e discussão em grupo. 
Determinação dos assuntos - nessa etapa, é feita a análise das informações 
coletadas para definir que instrumentos o manual deve conter e qual o conteúdo desses 
instrumentos. O grupo decidirá, por exemplo, se para um determinado assunto será 
melhor a elaboração de um procedimento ou de uma rotina, de acordo com a situação 
analisada. 
Estruturação e confecção dos instrumentos: segundo Andrade (1975), envolve a 
ordenação (sequência lógica, agrupamentos) e apresentação dos assuntos (numeração, 
linguagem, disposição na folha). A estruturação física do manual envolve a definição do 
arquivamento de folhas (folhas individuais ou reunidas em um colecionador), do tipo de 
papel que será utilizado, localização do assunto etc. 
Após