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Ações Ação Declaratória de Inexistência de Relação Jurídica Ação Anulatória de lançamento Fiscal Ação Anulatória de Decisão Administrativa Denegatória de Restituição Mandado de Segurança Ação de Repetição do Indébito Ação de Consignação em Pagamento Embargos à Execução Fiscal Exceção de Pré- Executividade Cabimento - Declaração de Inexistência de Relação Jurídico- tributária entre as partes; - Antes do lançamento fiscal - Anulação do Lançamento/Crédito Fiscal; - Após o lançamento; - Cabe também quando houver uma execuçã fiscal, que não foi garantido o juízo, devendo ser distribuida por dependência - Anulação da decisão administrativa que negou a repetição do indébito - contra ato coator de autoridade que feriu direito líquido e certo não abrigado por habeas corpus e habeas data - Prazo decadencial de 120 dias ou é preventivo. - Repetir o Indébito Tributário; - Quando houver pagamento indevido ou maior que o devido - Consignar em juízo o credito tributário; - Quando o sujeito passivo quer pagar e o fisco não quer receber; - Quando o sujeito passivo é exigido por mais de um Sujeito ativo e ele não sabe a quem pagar - Ação autônoma, distribuída por dependência â Ação de Execução Fiscal; - Necessidade de garantia do juízo; - Oposição em 30 dias; - Petição, ajuizada na ação de execução fiscal; - Tratar de matéria conhecidas de oficio pelo juízo; - Não cabe dilação probatória; - Sem prazo para interposição Previsão legal - Art. 19, I, do CPC; - Art. 319, CPC. - Art. 38 da LEF; - Art. 319, CPC - Art. 169, CTN; - Art. 319, CPC - Art. 5º, LXIX, CF/88; - Art. 1º, Lei nº 12.016/2009 - Art. 165, CTN; - Art. 319, CPC - Art. 164, CTN; - Art. 539, CPC - Art. 16, LEF - Art. 5º, XXXIV e XXXV, CF/88; - Art. 786 e 803, I, CPC; - STJ, 393 Partes -Autor e Réu - Autor e Réu - Autor e Réu - Impetrante e Impetrado - Autor e Réu - Autor/Consignante e Réu/Consignado - Embargante e Embargado -Excipiente e Excepto Tutela Provisória / Liminar - Art. 300 ou 311, CPC; - Suspensão da Exigibilidade do Crédito e/ou obrigação de fazer - Art. 300 ou 311, CPC; - Suspensão da Exigibilidade do Crédito e/ou obrigação de fazer ------------------------ - Art. 7º, IIII, Lei nº 12.016/2009 - Suspensão da Exigibilidade do Crédito e/ou obrigação de fazer ------------------ ---------------------------- - Art. 919, § 1º, CPC; - Suspensão da Execução Fiscal - Art. 297, CPC; - Suspensão da Execução Fiscal Pedido - o julgamento procedente do pedido para que se declare a inexistência da relação jurídico-tributária; - cabe dilação probatória; - pedido para realização, ou não de audiência de mediação ou conciliação; - condenação do Réu em HA e sucumbência - o julgamento procedente do pedido para que se anule o crédito fiscal; - cabe dilação probatória; - - pedido para realização, ou não de audiência de mediação ou conciliação; - condenação do Réu em HA e sucumbência - julgamento procedente do pedido para que se anule a decisão administrativa que negou a repetição do indébito; - cabe dilação probatória; - - pedido para realização, ou não de audiência de mediação ou conciliação; - condenação do Réu em HA e sucumbência - Nulidade do ato coator; - Manifestação do MP; - Não tem dilação probatória; -Não tem pedido de condenação em honorários; - pedido para que o Impetrado apresente informações em 10 dias; - Pedido para que a fazenda pública se manifeste. - o julgamento procedente do pedido para que se determine ao Réu a restituição da quantia, com a incidência de correção monetária a partir do pagamento indevido, nos termos da Súmula 162 do E. STJ, e dos juros moratórios a partir do trânsito em julgado da sentença, conforme dispõe a Súmula 188, também do E. STJ; - cabe dilação probatória; - pedido para realização, ou não de audiência de mediação ou conciliação; - condenação do Réu em HA e sucumbência - o deferimento do depósito da quantia de referente ao pagamento do tributo a ser efetivado no prazo de cinco dias; - que seja suspensa a exigibilidade do crédito tributário em face do depósito integral da quantia; - ao final seja julgado procedente o pedido, reputando-se efetuado o pagamento e a importância consignada seja convertia em renda, sendo declarada a extinção do crédito tributário. - cabe dilação probatória; - pedido para realização, ou não de audiência de mediação ou conciliação; - condenação do Réu em HÁ e sucumbência - julgue procedente o pedido de desconstituição do título executivo, tornando-se insubsistente a penhora realizada, com a consequente extinção da execução; - cabe dilação probatória; - pedido para realização, ou não de audiência de mediação ou conciliação; - condenação do Réu em HA e sucumbência - se julgue procedente o pedido de desconstituição do título executivo, com a consequente extinção da execução e relação ao excipiente; - Não cabe dilação probatória; - condenação do Réu em HA e sucumbência Valor da Causa - Valor do tributo que se pretende declarar indevido - Valor do crédito fiscal que se pretende anular - Valor do crédito que se pretende repetir - Valor do crédito que se pretende nulidar ou daquele que se pretende evitar a constituição - Valor do crédito que se pretende repetir. - Valor da quantia consignada - o valor da quantia impugnada. Se for total, o valor será o do título executado. Se for parcial, o valor será o da parte impugnada - Sem valor da causa Recursos Apelação Agravo de Instrumento Agravo Interno Recurso Especial Recurso Extraordinário Recurso Ordinário Embargos de Divergência Cabimento - Contra sentença; - Prazo de 15 dias. - Contra decisões interlocutórias do juiz de 1º grau, na forma do 1.015, I, II, IV, X, e P. Ú, CPC - Contra decisão monocrática proferida pelo Relator - Contra decisão do TRF/TJ que : a) contrariar tratado ou lei federal, ou negar-lhes vigência; b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal; c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal. Contra decisão do TRF/TJ/STJ que: a) contrariar dispositivo desta CF; b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal; c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição; d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal Contra decisão que denegou Mandado de Segurança de competência originária de Tribunal. contra acórdão de órgão fracionário que: I - em RE ou REsp, divergir do julgamento de qualquer outro órgão do mesmo tribunal; III - em RE ou em REsp, divergir do julgamento de qualquer outro órgão do mesmo tribunal, sendo um acórdão de mérito e outro que não tenha conhecido do recurso, embora tenha apreciado a controvérsia; Previsão legal - Art. 1.009 do CPC; - Art. 1015, CPC - Art. 1.021, CPC; - Art. 16, Lei nº 12.016/2009 - Art. 105, III, CF/88 - Art. 1.029 do CPC - Art. 102, III, CF; - Art. 1.029 do CPC. - art. 1.027 CPC; - Art. 102, II, a, CF/88 - Art. 105, II, b, CF/88 - Art. 1.043 do CPC Requisitos - Art. 1.010, CPC. Folha de rosto (encaminhamento) e folha de razões de recurso - Art. 1.016, 1.017 e 1.018 do CPC. - Folha de rosto (encaminhamento, informando os documentos que formam o instrumento) e folha de razões de recurso A estrutura se assemelha a apelação - Estrutura semelhante a Apelação; - Fazer o prequestionamento - Estrutura semelhante a Apelação; - Fazer o prequestionamento e informar a repercussão geral - Estrutura semelhante a Apelação - Sem folha de rosto. Encaminhado diretamente ao relator que decidirá o recurso Partes Apelante e Apelado Agravante e Agravado Agravante e Agravado - Recorrente e Recorrido Recorrente e Recorrido Recorrente e Recorrido Embargante eEmbargado Competência - Endereçar para o Juiz de Direito ou Juiz Federal, pedindo o encaminhamento para o TJ ou TRF. - Endereçar para o Des. Presidente do TJ ou TRF - Endereçar para o Relator com o pedido de encaminhamento para o órgão colegiado Endereçar para o Desembargador Presidente do TJ, TRF pedindo o encaminhamento para o STJ -Endereçar para o Juiz Presidente das Turmas Recursais, Des. Pres. do TJ ou TRF, Min. Pres. Do STJ , pedindo o encaminhamento para o STF. - Endereçamento ao Presidente do TJ ou TRF para encaminhar para o STJ; ou -Endereçar ao Ministro Presidente do STJ para que encaminhe ao STF - Endereçado ao Ministro Relator do STF ou STJ Efeito - Suspensivo e devolutivo - Pode ser aplicado efeito suspensivo ou concedida antecipação de tutela recursal - Efeito devolutivo Efeito devolutivo, mas se pede a aplicação de efeito suspensivo Efeito devolutivo, mas se pede a aplicação de efeito suspensivo - Efeito devolutivo, mas se pede a aplicação de efeito suspensivo - Efeito devolutivo. Pedido - Retratação do juízo de primeiro grau nos termos; - Pedido para que o recurso seja recebido e conhecido pelo Egrégio Tribunal; - O pedido para o apelado apresentar contrarrazões; - Pedido de juntada do comprovante de recolhimento de custas de preparo além do porte de remessa e retorno dos autos ao Egrégio Tribunal; - Pedido de provimento do recurso, com reforma definitiva da sentença - que o recurso seja conhecido com a antecipação dos efeitos da tutela recursal ou com atribuição de efeito suspensivo a decisão agravada, em sede de liminar; - provimento do recurso, com a reforma da decisão interlocutória e confirmação da tutela concedida; - juntada das peças obrigatórias e facultativas que a parte entender imprescindível; - juntada da procuração dos advogados; - intimação do agravado para o oferecimento de contraminuta do agravo; - juntada das guias relativas às custas de preparo, e também das guias relativas ao retorno dos autos - retratação do Relator; intimação do agravado para o oferecimento de manifestação no prazo de 15 dias; - que o Relator encaminhe o Agravo para o Órgão Colegiado competente; - que o recurso seja conhecido e provido com a reforma da decisão agravada - para que se aplique o efeito suspensivo; - que o Recorrido apresente contrarrazões; - juntada do comprovante de custas de preparo e porte de remessa e retorno; - pedido para que o Recurso seja recebido e conhecido pelo STJ; - pedido que o recurso seja provido com a reforma da decisão recorrida; - pedido de inversão do ônus da sucumbência - para que se aplique o efeito suspensivo; - que o Recorrido apresente contrarrazões; - juntada do comprovante de custas de preparo e porte de remessa e retorno; - pedido para que o Recurso seja recebido e conhecido pelo STF; - pedido que o recurso seja provido com a reforma da decisão recorrida; - pedido de inversão do ônus da sucumbência - para que se aplique o efeito suspensivo; - que o Recorrido apresente contrarrazões; - juntada do comprovante de custas de preparo e porte de remessa e retorno; - pedido para que o Recurso seja recebido e conhecido pelo STJ/STF; - pedido que o recurso seja provido com a reforma da decisão recorrida; - pedido de inversão do ônus da sucumbência. - Requerer que os Embargos sejam conhecidos e providos, alterando-se a decisão recorrida Endereçamento Ação Declaratória / Ação Anulatória/Mandado de Segurança/Ação de Repetição/Ação de Consignação em pagamento/ Embargo à Execução/ Exceção de Pré-executividade - Ao Juízo Comum da Vara da Fazenda Pública da Comarca de ______, Estado ___. - Ao Juízo Federal da Seção Judiciária de _______ Obs.: A questão pode indicar “Vara de Execuções Fiscais” ou “Vara Cível” ou “Vara Única” Apelação De (folha de rosto): - Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da Vara da Fazenda Pública da Comarca de ______ - Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz Federal da Seção Judiciária de _______ Folha de razões: Ao Egrégio Tribunal de Justiça / Tribunal Federal da __ Região Colenda Câmara Ínclitos Julgadores Agravo Folha de rosto: Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Presidente do Tribunal de Justiça do Estado ___ / do Tribunal Regional Federal da ___ Região Folha de razões: Ao Egrégio Tribunal de Justiça / Tribunal Federal da __ Região Colenda Câmara Ínclitos Julgadores Agravo Interno Folha de rosto: Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Relator da __ Câmara do Tribunal de Justiça do Estado _____ / Tribunal Regional Federal da ___ Região. Folha de Razões: Ao Egrégio Tribunal de Justiça / Tribunal Federal da __ Região Colenda Câmara Ínclitos Julgadores Recurso Ordinário Constitucional Folha de rosto (TJ/TRF para STJ): Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Presidente do Tribunal de Justiça do Estado ____ / Tribunal Regional Federal da __ Região. Folha de rosto (STJ para o STF): Excelentíssimo Senhor Doutor Ministro Presidente do Superior Tribunal de Justiça Folha de Razões: Ao Egrégio Superior Tribunal de Justiça/Supremo Tribunal Federal Colenda Turma Ínclitos Ministros Recurso Especial Folha de rosto: (TJ/TRF para STJ): Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Presidente do Tribunal de Justiça do Estado ____ / Tribunal Regional Federal da __ Região. Folha de Razões: Ao Egrégio Superior Tribunal de Justiça Colenda Turma Ínclitos Ministros Recurso Extraordinário Folha de rosto: (TJ/TRF para STJ): Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Presidente do Tribunal de Justiça do Estado ____ / Tribunal Regional Federal da __ Região. Folha de Razões: Ao Egrégio Supremo Tribunal Federal Colenda Turma Ínclitos Ministros Embargo de Divergência Excelentíssimo Senhor Doutor Ministro Relator da ___ Turma do Egrégio Superior Tribunal de Justiça / Supremo Tribunal Federal Conceito de tributo Prestação pecuniária Não há tributo em natureza, pago em serviço ou em bens diversos de dinheiro. O tributo deve ser pago em pecúnia, dinheiro, e não de outra forma, salvo a exceção da dação em pagamento de bem imóvel (art. 156, XI, CTN) Compulsória Tributo é obrigatório, tem que pagar, independe da vontade Em moeda ou cujo valo nela se possa exprimir Não se admite a instituição de tributo em natureza – expresso em unidade de bens diverso de dinheiro ou em unidade de serviços Instituída em lei Somente se pode exigir ou aumentar tributo através de lei - Primado da legalidade (exceções serão vista no princípio da legalidade) Que não constitua sanção a ato ilícito Tributo não se confunde com multa. Multa é penalidade, é uma sanção a ato ilícito. A hipótese de incidência do tributo é sempre algo lícito Cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada Sabendo da existência do acontecimento do fato gerador, e que o mesmo se enquadra na hipótese legal, deverá ser cobrado o tributo TRIBUTOS Imposto Taxa Contribuição de Melhoria Contribuição Especial Empréstimo Compulsório - Independe (não vinculado) de qualquer contraprestação do Estado; - Não há vinculação da sua receita no orçamento; - Competência para a instituição definida na CF/88: a) União: II, IE, IR, IPI, IOF, ITR, IGF, b) Estados: ITCMD, IPVA, ICMS; c) Municípios: IPTU, ITBI e ISS; - A competência para instituição do Imposto Residual é da União, por Lei Complementar; - O DF cumula competência dos impostos estaduais e municipais; - Nos territórios não divididos em município, compete a União os impostos Estaduais e Municipais; Nos Territórios divididos em Municípios, os impostos municipais competem aos municípios e os estaduais e União. - Tributo vinculado a uma contraprestação estatal; - têm como fato gerador: a) o exercício regular do poder de polícia, ou b) a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestadoao contribuinte ou posto à sua disposição; - Não pode ter o mesmo fato gerador e base de cálculo própria de Impostos -A competência para instituir é comum a União, Estados, DF e Municípios. - Tributo vinculado a arrecadar receita para custear obra já realizada que implicou em valorização imobiliária; - tem como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado; -A competência para instituir é comum a União, Estados, DF e Municípios, dependendo de quem fez a obra. - Tributo criado com destinação específica, sendo a sua receita vinculada a determinado fim; - Subdivide-se em Contribuição Social, de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) e de interesse de categoria profissional; - Competência exclusiva da União, contudo Estados, DF e Municípios podem instituir Contribuição Social junto aos seus servidores para custear o regime próprio de previdência; - Os Municípios e o DF podem instituir a Contribuição de Iluminação Pública; - A contribuição social e a CIDE não incidem em receita decorrentes de exportação; - Podem ter fato gerador e base de cálculo própria de imposto. - A receita é vinculada a atender: a) a despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra externa ou sua iminência; b) no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional, observado o disposto no art. 150, III, "b"; - Competência da União; - Instituído mediante Lei Complementar; - A lei que institui deve prever a forma de devolução. Taxas Preço Público/Tarifa Regime jurídico de Direito Público Regime jurídico de Direito Privado O vínculo obrigacional é de natureza tributária, não admitindo rescisão O vinculo obrigacional é de natureza contratual, admitindo rescisão O sujeito ativo é uma pessoa jurídica de direito público O sujeito ativo pode ser uma pessoa jurídica de direito público ou privado O vínculo nasce independe te manifestação de vontade - compulsório Há necessidade de válida manifestação de vontade para o surgimento do vínculo (é facultativo) Pode ser cobrada pela utilização efetiva ou potencial do serviço público Somente pode ser cobrada pela utilização efetiva do serviço público A receita arrecadada é derivada A receita arrecadada é originária Sujeita-se aos princípios tributários Não se sujeitam a princípios tributários Princípios Definições Legalidade - Só pode instituir ou extinguir, majorar ou reduzir tributo em virtude de lei Anterioridade - O tributo só pode ser cobrado no exercício posterior aquele em que foi instituído ou majorado, cumulando-se ainda com o interstício de 90 dias Irretroatividade - O lei que instituir ou majorar tributo só produz efeitos para o futuro. Isonomia - Não se pode tratar contribuintes que se encontrem em situação equivalente, proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida, independentemente da denominação jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos Capacidade Contributiva - Sempre que possível, os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte, facultado à administração tributária, especialmente para conferir efetividade a esses objetivos, identificar, respeitados os direitos individuais e nos termos da lei, o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte Cláusula Non Olet - A hipótese de incidência deve ser interpretada objetivamente; Não Confisco - Não se pode utilizar tributo com efeito de confisco; Não limitação ao trafego de bens e de pessoas - Não se pode estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens, por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais, ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público Proteção ao Pacto Federativo - Vedações específicas a União É vedado à União: I - instituir tributo que não seja uniforme em todo o território nacional ou que implique distinção ou preferência em relação a Estado, ao Distrito Federal ou a Município, em detrimento de outro, admitida a concessão de incentivos fiscais destinados a promover o equilíbrio do desenvolvimento sócio-econômico entre as diferentes regiões do País; II - tributar a renda das obrigações da dívida pública dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como a remuneração e os proventos dos respectivos agentes públicos, em níveis superiores aos que fixar para suas obrigações e para seus agentes; III - instituir isenções de tributos da competência dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios. Não discriminação baseada na procedência ou destino - É vedado aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino. Lei específica para benefícios fiscais Qualquer subsídio ou isenção, redução de base de cálculo, concessão de crédito presumido, anistia ou remissão, relativos a impostos, taxas ou contribuições, só poderá ser concedido mediante lei específica, federal, estadual ou municipal, que regule exclusivamente as matérias acima enumeradas ou o correspondente tributo ou contribuição, sem prejuízo do disposto no art. 155, § 2.º, XII, g Modificação de alíquotas através de ato do Poder Executivo A CF/88, em seu art. 153, § 1º, estabelece que "é facultado ao Poder Executivo, atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei, alterar as alíquotas dos impostos enumerados nos incisos I, II, IV e V". Sendo assim, podem ter alíquotas alteradas (majoradas e minimizadas) o II, IE, IPI e IOF. Ademais, não esqueça que o ICMS Monofásico sobre Combustível e a CIDE Combustível também podem ter alíquotas fixadas por ato do Poder Executivo. Exceções ao princípio da anterioridade Tributo Constitui exceção a Anterioridade Anual? Constitui exceção a Anterioridade Nonagesimal? Situação do tributo II Sim, paga no mesmo exercício Sim, paga antes de decorrido 90 dias Sim + Sim = Pode ser cobrado no dia seguinte ao da publicação IE Sim, paga no mesmo exercício Sim, paga antes de decorrido 90 dias Sim + Sim = Pode ser cobrado no dia seguinte ao da publicação IPI Sim, paga no mesmo exercício Não, tem que aguardar 90 dias Sim + Não = Pode ser cobrado no mesmo exercício, mas tem que aguardar 90 dias da publicação IR Não, aguarda o próximo exercício Sim, paga antes de decorrido 90 dias Não + Sim = É cobrado no exercício seguinte, mas não aguarda 90 dias da publicação IOF Sim, paga no mesmo exercício Sim, paga antes de decorrido 90 dias Sim + Sim = Pode ser cobrado no dia seguinte ao da publicação Imp. Extraordinário de Guerra Sim, paga no mesmo exercício Sim, paga antes de decorrido 90 dias Sim + Sim = Pode ser cobrado no dia seguinte ao da publicação Emp. Comulsório Guerra e Calamidade Sim, paga no mesmo exercício Sim, paga antes de decorrido 90 dias Sim + Sim = Pode ser cobrado no dia seguinte ao da publicação Contribuição Social Sim, paga no mesmo exercício Não, tem que aguardar 90 dias Sim + Não = Pode ser cobrado no mesmo exercício, mas tem que aguardar 90 dias da publicação ICMS monofásico sobre combustíveis Sim, paga no mesmo exercício Não, tem que aguardar 90 dias Sim + Não = Pode ser cobrado no mesmo exercício, mas tem que aguardar 90 dias da publicação CIDE-combustível Sim, paga no mesmo exercício Não, tem que aguardar 90 dias Sim + Não = Pode ser cobrado no mesmo exercício, mas tem que aguardar 90 dias da publicação Base de Cálculo do IPVA Não, aguarda o próximo exercício Sim, paga antes de decorrido 90 dias Não + Sim = É cobrado no exercício seguinte, mas não aguarda 90 dias da publicação Base de Cálculo do IPTU Não, aguarda o próximo exercício Sim, paga antes de decorrido 90 dias Não + Sim = É cobrado no exercício seguinte, mas não aguarda 90 dias da publicação Obrigaçãoprincipal - surge com a ocorrência do fato gerador, tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária; - Decorre da lei (com as exceções à legalidade já estudadas). Obrigação acessória - tem por objeto as prestações, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos; - decorre da legislação (tratado internacional, decretos ou normas complementares; - pelo simples fato da sua inobservância, converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária. Espécie de Lançamento Participação do FISCO Participação do SUJEITO PASSIVO Exemplo De Ofício (art. 149, CTN) 90% - Cabe ao Fisco realizar os atos de verificação da existência da exação e notificação do Sujeito Passivo 10% - Ao Sujeito Passivo somente cabe pagar - IPTU - IPVA Por Declaração (art. 147, CTN) 50% - O Fisco precisa das declarações do Sujeito Passivo para lançar 50% - O Sujeito Passivo declara ao Fisco para o mesmo ter ciência do fato gerador e poder realizar o lançamento - ITIV/ITBI Por Homologação ou autolançamento (art. 150, CTN) 10% - Cabe ao Fisco homologar ou não o pagamento 90% - Cabe ao Sujeito Passivo declara a existência do fato gerador, subsumir ele a hipótese, calcular o montante do tributo e antecipar o pagamento - IR - Contribuições Sociais - ICMS - ISS - ITR - II; - IE; - IPI A suspenção a exigibilidade do crédito Hipóteses Efeitos: a) Suspende a prescrição; b) Não cessa a decadência; c) Não impede que o fisco realize o lançamento; d) impede o ajuizamento da execução fiscal; e) impede a inscrição no CADIN; f) impede a inscrição em dívida ativa; g) deve ser interpretada literalmente h) não dispensa as obrigações acessórias. a) Moratória b) Depósito do Montante Integral d) Recursos e Reclamações Fiscais c) Liminar em Mandado de Segurança d) Liminar ou Tutela Antecipada em ações de rito ordinário e)Parcelamento CRÉDITO TRIBUTÁRIO - HIPÓTESES DE: Suspensão da Exigibilidade do Crédito (art. 151, CTN) Extinção do Crédito Tributário (art. 156, CTN) Exclusão do Crédito Tributário (art. 175, CTN) - Moratório; - Depósito do Montante Integral; - Reclamação (impugnação) e Recursos Administrativos; - Concessão de medida liminar em Mandado de Segurança; - Concessão de Tutela de Provisória em Ação Ordinária; - Parcelamento - Pagamento; - Compensação; - Transação; - Remissão; - Prescrição e Decadência; - Conversão do Depósito em Renda; - Pagamento antecipado e homologação do lançamento; - Consignação em pagamento julgada procedente; - Decisão administrativa irreformável; - Decisão judicial transitada em julgado; - Dação em pagamento. - Isenção (tributo); - Anistia (infração). SÚMULAS VINCULANTES 08 São inconstitucionais o parágrafo único do artigo 5º do Decreto-Lei nº 1.569/1977 e os artigos 45 e 46 da Lei nº 8.212/1991, que tratam de prescrição e decadência de crédito tributário. 13 A cobrança de taxa de matrícula nas universidades públicas viola o disposto no art. 206, IV, da CF/88. 19 A taxa cobrada exclusivamente em razão dos serviços públicos de coleta, remoção e tratamento ou destinação de lixo ou resíduos provenientes de imóveis, não viola o artigo 145, II, da Constituição Federal. 21 É inconstitucional a exigência de depósito ou arrolamento prévios de dinheiro ou bens para admissibilidade de recurso administrativo. 28 É inconstitucional a exigência de depósito prévio como requisito de admissibilidade de ação judicial na qual se pretenda discutir a exigibilidade de crédito tributário. 29 É constitucional a adoção, no cálculo do valor de taxa, de um ou mais elementos da base de cálculo própria de determinado imposto, desde que não haja integral identidade entre uma base e outra. 31 É inconstitucional a incidência do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS sobre operações de locação de bens móveis. 32 O ICMS não incide sobre alienação de salvados de sinistro pelas seguradoras. 40 A contribuição confederativa de que trata o art. 8º, IV, da Constituição Federal, só é exigível dos filiados ao sindicato respectivo 41 O serviço de iluminação pública não pode ser remunerado mediante taxa. 48 Na entrada de mercadoria importada do exterior, é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro. 50 Norma legal que altera o prazo de recolhimento de obrigação tributária não se sujeita ao princípio da anterioridade. 52 Ainda quando alugado a terceiros, permanece imune ao IPTU o imóvel pertencente a qualquer das entidades referidas pelo art. 150, VI, “c”, da Constituição Federal, desde que o valor dos aluguéis seja aplicado nas atividades para as quais tais entidades foram constituídas. 53 A competência da Justiça do Trabalho prevista no art. 114, VIII, da Constituição Federal alcança a execução de ofício das contribuições previdenciárias relativas ao objeto da condenação constante das sentenças que proferir e acordos por ela homologados. 57 A imunidade tributária constante do CF/88, art. 150, VI, «d» aplica-se à importação e comercialização, no mercado interno, do livro eletrônico (e-book) e dos suportes exclusivamente utilizados para fixá-los, como leitores de livros eletrônicos (e-readers), ainda que possuam funcionalidades acessórias. 58 Inexiste direito a crédito presumido de IPI relativamente à entrada de insumos isentos, sujeitos à alíquota zero ou não tributáveis, o que não contraria o princípio da não cumulatividade. https://www.legjur.com/legislacao/art/cf8800000001988 https://www.legjur.com/legislacao/art/cf8800000001988-150