Prévia do material em texto
3.6 – Aplicação das Derivadas
3.6.1 – Determinação da Recta Tangente e Normal a Curva
Recta tangente
Seja 𝑓(𝑥) é continua em 𝑥0 , então:
1. 𝑦 − 𝑓(𝑥0) = 𝑚. (𝑥 − 𝑥0) – Recta Tangente: 𝒕
𝑚 = 𝑦′(𝑥0) = 𝑙𝑖𝑚
∆𝑥→0
𝑓(𝑥0 + ∆𝑥) − 𝑓(𝑥0)
∆𝑥
Se, 𝑦′(𝑥0) = ∞ ⇒ 𝑥 = 𝑥0 , recta vertical
Recta normal
A recta normal n ao gráfico de 𝑦 = 𝑓(𝑥) no ponto
𝑃(𝑥0, 𝑓(𝑥0)) é a recta perpendicular a recta tangente t.
Duas rectas 𝑡 e n são perpendiculares se: 𝑚𝑛.𝑚𝑡 = −1.
A equação da recta normal é dada por:
𝑦 − 𝑦0 = −
1
𝑚
. (𝑥 − 𝑥0)- Recta Normal: 𝒏
Se 𝑚 = 0 ⇒ 𝑥 = 𝑥0 ⇒ recta vertical
Se 𝑚 = ∞ ⇒ 𝑦 = 𝑦0 recta horizontal 𝑦 = 𝑦0.
Ex1: Encontre as equações das rectas tangente e normal à curva 𝑦 = 𝑥2 no ponto 𝑃(2; 4).
Ex2: Encontre as equações das rectas tangente e normal à hipérbole 𝑦 = 3/𝑥 no ponto 𝑃(3; 1).
3.6.2 – Cálculo De limites. Regra de L’Hospital
Teorema (Regra de L’Hopital): Sejam f e g duas funções reais e deriváveis. Se o limite
tiver a indeterminação
0
0
ou
∞
∞
, podemos escrever:
a) Indeterminação da forma 0.∞
𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑓(𝑥) = 0 ∧ 𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑔(𝑥) = ∞ ⇒
|
|
𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑓(𝑥)
1
𝑔(𝑥)
=
0
0
𝑜𝑢
𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑔(𝑥)
1
𝑓(𝑥)
=
∞
∞
b) Indeterminação da forma ∞−∞
𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑓(𝑥) = ∞ ∧ 𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑔(𝑥) = ∞ ⇒ |
|𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑓(𝑥). (1 −
𝑔(𝑥)
𝑓(𝑥)
) =
{
∞. 0 𝑠𝑒: 𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑔(𝑥)
𝑓(𝑥)
= 1
𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑓(𝑥). 𝐿 𝑠𝑒: 𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑔(𝑥)
𝑓(𝑥)
= 1
DISCIPLINA CÁLCULO I TARDE
CURSO ENGENHARIA CIVIL Duração:
CAPITULO 3 Derivadas Data: 07/12/2020
3.6 – Aplicação das Derivadas
3.6.1 – Determinação da Recta Tangente e Normal a Curva
3.6.2 – Cálculo De limites. Regra de L’Hospital
3.6.3 – Problemas sobre taxa de Variação
3.6.4 – Estudo Completo de funções
3.6.5 – Problemas de Optimização (Máximos e Mínimos)
3.7 – Teoremas sobre Derivadas
𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑓(𝑥)
𝑔(𝑥)
𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑓(𝑥)
𝑔(𝑥)
= 𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑓′(𝑥)
𝑔′(𝑥)
c) Indeterminação da forma 1∞; 0∞; ∞0 𝑒 00
|𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑙𝑛𝑦 = 𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑓(𝑥)𝑙𝑛𝑔(𝑥) = ∞. 0 {Transformamos em indeterminação do tipo:
0
0
𝑜𝑢
∞
∞
NOTA: Se 𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑓′(𝑥)
𝑔′(𝑥)
continuar a ser indeterminado, podemos aplicar a regra, derivando sucessivamente
o numerador e o denominador.
|
𝑆𝑒: 𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑓(𝑥) = 0 ⇒ 𝑓(𝑥) é 𝐼𝑛𝑓𝑖𝑛𝑖𝑡é𝑠𝑖𝑚𝑜 𝑜𝑢 𝐼𝑛𝑓𝑖𝑛𝑖𝑡𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑃𝑒𝑞𝑢𝑒𝑛𝑜
𝑆𝑒: 𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑓(𝑥) = ∞ ⇒ 𝐼𝑛𝑓𝑖𝑛𝑖𝑡𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑃𝑒𝑞𝑢𝑒𝑛𝑜
d) Relações entre Dois Infinitésimos
𝑙𝑖𝑚
𝑥→0
𝑓(𝑥)
𝑔(𝑥)
= 1 ⇒ 𝑓(𝑥)~𝑔(𝑥) quando 𝑥 → 0
|
|
𝑠𝑒𝑛 𝑥 ~𝑥
𝑡𝑎𝑛 𝑥 ~𝑥
1 − 𝑐𝑜𝑠 𝑥 ~
𝑥2
2
𝑎𝑟𝑐 𝑠𝑖𝑛 𝑥 ~𝑥
𝑎𝑟𝑐 𝑡𝑎𝑛 𝑥 ~𝑥
1 − 𝑒𝑥~𝑥
𝑙𝑛(1 + 𝑥)~𝑥
Ex: Calcular os seguintes limites aplicando a regra de L’Hospital.
𝑎) 𝑙𝑖𝑚
𝑥→0
𝑙𝑛 𝑥
𝑐𝑜𝑡𝑔 𝑥
𝑏) 𝑙𝑖𝑚
𝑥→0
(
1
𝑠𝑒𝑛2𝑥
−
1
𝑥2
)
𝑐) 𝑙𝑖𝑚
𝑥→0
𝑥. 𝑙𝑛 𝑥
𝑑) 𝑙𝑖𝑚
𝑥→∞
(𝑥 − 𝑙𝑛 𝑥)
𝑒) 𝑙𝑖𝑚
𝑥→1
(1 − 𝑥)𝑡𝑔 (
𝜋𝑥
2
)
𝑓) 𝑙𝑖𝑚
𝑥→1
[𝑡𝑔 (
𝜋𝑥
4
)]
𝑡𝑔(
𝜋𝑥
2
)
𝑔) lim
𝑥→0
(𝑐𝑜𝑡𝑔 𝑥)
1
ln𝑥
ℎ) 𝑙𝑖𝑚
𝑥→1
𝑙𝑛 𝑥. 𝑙𝑛(𝑥 − 1)
3.6.3 – Problemas sobre taxa de Variação
O quociente ∆𝑦 ∆𝑥⁄ representa a “taxa média de variação” de 𝑦 em relação a 𝑥. A derivada 𝑓′(𝑥), é a
“taxa instantânea de variação” ou simplesmente “taxa de variação” de 𝑦 em relação a 𝑥.
Ex1: Um quadrado de lado 𝑎 (𝑐𝑚) está expandindo segundo a equação 𝑎 = 2 + 𝑡2, onde t representa
o tempo. Determinar a taxa de variação da área desse quadrado no tempo 𝑡 = 2𝑠. R: 48 cm2/s
Ex2: O raio de uma circunferência cresce à razão de 21 cm/s. Qual a taxa de crescimento do
comprimento da circunferência em relação ao tempo? R: 42𝜋R
Ex3: Achar a razão de variação do volume V de um cubo em relação ao comprimento da sua diagonal.
Se a diagonal aumenta a uma taxa de 2m/s, qual a razão de variação do volume quando a diagonal
mede 3𝑚? R: V=D3/(3√3); 6√3
𝑙𝑖𝑚
𝑥→𝑎
𝑓(𝑥)𝑔(𝑥) 𝑠𝑒𝑛𝑑𝑜 𝑦 = 𝑓(𝑥)𝑔(𝑥) ⇒ 𝑙𝑛𝑦 = 𝑓(𝑥)𝑙𝑛𝑔(𝑥)
Δ a
|
|
𝐴 = 𝑎2
𝑑𝐴
𝑑𝑡
=
𝑑
𝑑𝑡
(𝑎2)
𝑑𝐴
𝑑𝑡
= 2𝑎
𝑑𝑎
𝑑𝑡
= 2(2 + 𝑡2). 2𝑡|𝑡=2𝑠 = 2.6.4𝑐𝑚
2/𝑠 = 48𝑐𝑚2/𝑠
quando 𝑥 → 0
|
|
|
𝑠𝑒𝑛ℎ 𝑥 ~𝑥
𝑡𝑎𝑛ℎ 𝑥 ~𝑥
𝑎𝑟𝑐 𝑠𝑖𝑛ℎ 𝑥 ~𝑥
𝑎𝑟𝑐 𝑡𝑎𝑛ℎ 𝑥 ~𝑥
3.6.4 – Estudo Completo de funções
Esquema geral para o esboço de um gráfico
a) Domínio.
b) Periodicidade e simetrias da função.
c) Pontos de intersecção com os eixos.
d) Intervalos de monotonia e Extremos da função.
e) Intervalos de concavidade e convexidade e pontos de inflexão da função.
f) Assimptotas.
g) Esboço do gráfico.
a) Domínio.
É o conjunto de valores de 𝑥 para os quais o valor da função 𝑦 é determinada
𝐷𝑓 = {∀(𝑥 ∈ 𝑅): 𝑦 = 𝑓(𝑥)}
b) Periodicidade e simetrias da função.
𝑓(−𝑥) = 𝑓(𝑥) ⇒ 𝑓(𝑥) 𝐹𝑢𝑛çã𝑜 é 𝑃á𝑟, 𝑙𝑜𝑔𝑜 é 𝑠𝑖𝑚é𝑡𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑒𝑚 𝑟𝑒𝑙𝑎çã𝑜 𝑎𝑜 𝑒𝑖𝑥𝑜 𝑦𝑦
𝑓(−𝑥) = −𝑓(𝑥) ⇒ 𝑓(𝑥) 𝐹𝑢𝑛çã𝑜 é Í𝑚𝑝𝑎𝑟, 𝑙𝑜𝑔𝑜 é 𝑠𝑖𝑚é𝑡𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑒𝑚 𝑟𝑒𝑙𝑎çã𝑜 𝑎 𝑂𝑟𝑖𝑔𝑒𝑚
c) Pontos de intersecção com os eixos.
𝑥 = 0 ⇒ 𝑦 = 𝑓(0): 𝑂𝑠 𝑣𝑎𝑙𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑑𝑒 𝑦 𝑑𝑒𝑡𝑒𝑟𝑚𝑖𝑛𝑎𝑚 𝑜𝑠 𝑝𝑜𝑛𝑡𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝐼𝑛𝑡𝑒𝑟𝑠𝑒𝑐çã𝑜 𝑐𝑜𝑚 𝑜 𝑒𝑖𝑥𝑜 𝑦𝑦
𝑦 = 0 ⇒ 𝑓(𝑥) = 0: 𝑂𝑠 𝑣𝑎𝑙𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑑𝑒 𝑥 𝑑𝑒𝑡𝑒𝑟𝑚𝑖𝑛𝑎𝑚 𝑜𝑠 𝑝𝑜𝑛𝑡𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝐼𝑛𝑡𝑒𝑟𝑠𝑒𝑐çã𝑜 𝑐𝑜𝑚 𝑜 𝑒𝑖𝑥𝑜 𝑥𝑥
d) Intervalos de monotonia e Extremos da função.
Definição: Seja f uma função real de variável real definida num intervalo I, e 𝑥0 ∈ 𝐷𝑓.
1. A função f tem um “mínimo local” 𝑓(𝑥0) em 𝑥0, se e só se 𝑓’(𝑥0) = 0, 𝑓(𝑥) ≥ 𝑓(𝑥0), ∀ 𝑥 ∈ 𝐼
2. A função f tem um “máximo local” 𝑓(𝑥0) em 𝑥0, se e só se 𝑓’(𝑥0) = 0, 𝑓(𝑥) ≤ 𝑓(𝑥0), ∀ 𝑥 ∈ 𝐼;
Se f tem um máximo ou um mínimo local em 𝑥0 ∈ 𝐷𝑓, então diz-se que f tem um extremo
local em 𝑥0.
𝑥1 𝑀á𝑥𝑖𝑚𝑜 𝑙𝑜𝑐𝑎𝑙 (𝑟𝑒𝑙𝑎𝑡𝑖𝑣𝑜)
𝑥2 𝑀í𝑛𝑖𝑚𝑜 𝑙𝑜𝑐𝑎𝑙
𝑥3𝑀á𝑥𝑖𝑚𝑜 𝑙𝑜𝑐𝑎𝑙 (𝑎𝑏𝑠𝑜𝑙𝑢𝑡𝑜)
𝑥1 𝑀í𝑛𝑖𝑚𝑜 (𝑟𝑒𝑙𝑎𝑡𝑖𝑣𝑜)
𝑥2 𝑀á𝑥𝑖𝑚𝑜 (𝑟𝑒𝑙𝑎𝑡𝑖𝑣𝑜)
𝑂𝑠 𝑣𝑎𝑙𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑚á𝑥𝑖𝑚𝑜 𝑒 𝑚í𝑛𝑖𝑚𝑜 𝑑𝑒 𝑢𝑚𝑎 𝑓𝑢𝑛çã𝑜 𝑑𝑎𝑑𝑎
𝑓 𝑠ã𝑜 𝑐ℎ𝑎𝑚𝑎𝑑𝑜𝑠 “𝑒𝑥𝑡𝑟𝑒𝑚𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝑓”.
Método de intervalo fechado Para Determinação de Extremos
Se f é uma função contínua no intervalo I e derivável lateralmente num ponto inerior 𝑥0 ∈ 𝐼, então:
1.𝑆𝑒 𝑓’(𝑥0
−) 0 então f tem um “mínimo local” em 𝑥0.
2. 𝑆𝑒 𝑓’(𝑥0
−) > 0 𝑒 𝑓’(𝑥0
+) 0, ∀𝑥 ∈]𝑎; 𝑏[, então f é “crescente” em ]𝑎; 𝑏[.
2.Se 𝑓’(𝑥) 0, ∀𝑥 ∈]𝑎; 𝑏[, então f tem a concavidade voltada para cima em ]𝑎; 𝑏[;
2. 𝑆𝑒 𝑓”(𝑥)𝐷𝑓, diz-se “ponto de inflexão” se o gráfico de 𝑓 muda o
sentido da concavidade nesse ponto.
Um ponto de abcissa 𝑥0, 𝑥0 ∈ 𝐷𝑓, diz-se “ponto crítico de segunda espécie” (ou ponto estacionário
de segunda espécie) de 𝑓(𝑥) 𝑠𝑒 𝑓”(𝑥0) = 0 ou 𝑓”(𝑥0) não existe.
Nota: Os pontos críticos de segunda espécie são pontos onde a função poderá ou não mudar o sentido
de concavidade.
f) Assimptotas.
Definição: Uma recta chama-se assimptota de uma curva se a distância de um ponto qualquer da
curva a essa recta se aproxima cada vez mais de zero à medida que o ponto percorre a curva.
Assimptotas verticais:
Diz-se que a recta de equação 𝑥 = 𝑎 é uma assimptota vertical da curva de 𝑓 se:
lim
𝑥→𝑎+
𝑓(𝑥) = ±∞ ou lim
𝑥→𝑎−
𝑓(𝑥) = ±∞ ou lim
𝑥→𝑎
𝑓(𝑥) = ±∞
Assimptotas oblíquas: Diz-se que a recta de equação 𝑦 = 𝑘𝑥 + 𝑏 é uma assimptota oblíqua
da curva de f se existem e são finitos os limites:
𝑘 = lim
𝑥→±∞
𝑓(𝑥)
𝑥
𝑒 𝑏 = lim
𝑥→±∞
[𝑓(𝑥) − 𝑘𝑥]
Nota 1: Só se calcula 𝑏, se 𝑘 for uma constante real.
Nota 2: Se 𝑘 = 0 tem-se 𝑦 = 𝑏 que é a equação de uma assimptota horizontal.
Ex. Faça o estudo completo das seguintes funções:
𝑎) 𝑓(𝑥) = 𝑥3 − 3𝑥2
𝑏) 𝑓(𝑥) =
𝑒𝑥
𝑥
𝑐) 𝑓(𝑥) =
𝑙𝑛(𝑥 + 1)
𝑥 + 1
𝑑) 𝑓(𝑥) =
𝑒−(𝑥+2)
𝑥 + 2
𝑒) 𝑓(𝑥) = 𝑥2−𝑥(𝑥+1)
𝑓) 𝑓(𝑥) = 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 𝑥 − 𝑥
𝑔) 𝑓(𝑥) =
𝑥
√𝑥2 − 1
3
ℎ) 𝑓(𝑥) =
𝑥2
√𝑥2 − 1
i) 𝑓(𝑥) = 𝑥4 − 3𝑥3 + 2𝑥2
g) Esboço do gráfico.
Conjunto dos pares ordenados (𝑥, 𝑦) que permite a representação visual de 𝑦 = 𝑓(𝑥)
𝐺𝑟á𝑓𝑖𝑐𝑜 = {(𝑥, 𝑦) ∈ 𝑅2|𝑦 = 𝑓(𝑥)}
3.6.5 – Problemas de Optimização (Máximos e Mínimos)
Usando a aplicação das derivadas em determinados problemas, deve-se conhecer a função a
maximizar (ou minimizar). Esta será a função a derivar, e deverá ser igualada a zero.
Etapas Para Resolução de problemas de optimização:
1º Passo: Compreender o problema
2º Passo: Faça diagramas
3º Passo: Use as Informações dadas Para encontrar as Relações entre as variáveis 𝑦 = 𝑓(𝑥)
4º Passo: Encontrar os valores máximos e mínimos absolutos de 𝑓(𝑥) pelo método de
intervalo fechado.
Ex. Dentre todos os rectângulos de perímetro igual a 80𝑐𝑚, quais as dimensões do rectângulo de área
máxima?