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APOSTILA 2° SEGMENTO / 1° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 
LINGUAGENS E CÓDIGOS 
1 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
1.0 A Língua Portuguesa no Brasil .............................................................................. 2 
2.0 Comunicação. ......................................................................................................... 2 
3.0 Linguagem Verbal e não verbal ............................................................................. 3 
4.0 Produção de Texto. ................................................................................................. 4 
5.0 Classes Gramaticais ................................................................................................ 6 
6.0 Pontuação. .............................................................................................................. 18 
7.0 Ortografia. ............................................................................................................. 20 
 
 
 
 
 
LINGUA PORTUGUESA 
 
 
 
APOSTILA 2° SEGMENTO / 1° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 
LINGUAGENS E CÓDIGOS 
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LINGUA PORTUGUESA 
 
1.0 – A LÍNGUA PORTUGUESA NO 
BRASIL 
 
A língua é um sistema de signos orais 
e gráficos que compõem um código que 
serve os indivíduos em suas 
necessidades decomunicação. 
A língua portuguesa chegou ao 
Brasil através dos colonizadores 
portugueses. Porém, ela foi recebendo 
termos de influência indígena, 
espanhola, holandesa, africana, etc. 
O português começou a ser 
usado principalmente pelos padres 
 
 
jesuítas, que eram enviados ao Brasil. 
Posteriormente, os indígenas 
começaram a aprender português por 
influência desses religiosos. 
No decorrer dos séculos Portugal 
permaneceu com um português sem 
 
 
muitas influências externas enquanto o 
Brasil foi mais influenciado por outros 
dialetos. 
 
2.0 – COMUNICAÇÃO 
 
Comunicação é uma palavra derivada do 
termo latino "communicare", que 
significa "partilhar, participar algo, 
tornar comum". 
 
 
Desde o princípio dos tempos, a 
 
 
comunicação foi de importância vital, 
sendo uma ferramenta de integração, 
instrução, de troca mútua e 
desenvolvimento. O processo de 
comunicação consiste na transmissão de 
informação entre um emissor e um 
receptor que descodifica (interpreta) uma 
determinada mensagem. A mensagem é 
codificada num sistema de sinais definidos 
que podem ser gestos, sons, indícios, uma 
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LINGUAGENS E CÓDIGOS 
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língua natural (português, inglês, espanhol, 
etc.), ou outros códigos que possuem um 
significado (por exemplo, as cores do 
semáforo), e transportada até o destinatário 
através de um canal de comunicação (o 
meio por onde circula a mensagem, seja 
por carta, telefone, comunicado na 
 
 
 
televisão, etc.). Nesse processo 
podem ser identificados os seguintes 
elementos: emissor, receptor, código 
(sistema de sinais) e canal de comunicação. 
Um outro elemento presente no processo 
comunicativo é o ruído, caracterizado por 
tudo aquilo que afeta o canal, perturbando 
a perfeita captação da mensagem (por 
exemplo, falta de rede no celular). Quando 
a comunicação se realiza por meio de uma 
linguagem falada ou escrita, denomina-se 
comunicação verbal. É uma forma de 
comunicação exclusiva dos seres humanos 
e a mais importante nas sociedades 
humanas. 
 
As outras formas de comunicação que 
recorrem a sistemas de sinais não- 
linguísticos, como gestos, expressões 
faciais, imagens, etc., são denominadas 
comunicação não-verbal. É muito 
interessante observar que para manter uma 
comunicação não é preciso usar a fala e 
sim utilizar uma linguagem, seja, verbal ou 
não verbal.A linguagem sofre variação de 
acordo com a época, o lugar, o grupo 
social e a situação em que a pessoa se 
encontra. 
3.0 LINGUAGEM VERBAL E NÃO 
VERBAL 
A linguagem é o uso da língua 
como forma de expressão e comunicação 
entre as pessoas. Quando nos referimos à 
leitura de textos, a princípio temos a ideia 
de que o termo recai somente sobre um 
conjunto de palavras faladas ou escritas 
 
 
(diz o senso comum). As ciganas, contudo, 
dizem ler a mão humana, e os críticos 
afirmam ler um filme, logo, fazemos 
leitura de tudo o que nos cerca: os gestos, 
as situações, as gravuras, as fotos, os sons, 
o toque, o olhar e a vida. 
Linguagem não verbal: é outra forma de 
comunicação em que o código utilizado é a 
simbologia. 
Portanto, há utilização de outros 
meios comunicativos, como placas, 
figuras, gestos, cores, sons, ou seja, através 
dos signos visuais e sensoriais. 
A imagem abaixo é um exemplo de 
linguagem não verbal, pois não utiliza do 
código escrito para transmitir o conteúdo. 
 
 
Figura 1: Linguagem não verbal 
 
Linguagem verbal: é o uso da escrita ou 
da fala como meio de comunicação. 
Conforme a figura abaixo: 
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..Uma boa charge consegue expressar 
por meio das linguagens verbal e não 
verbal críticas contundentes à 
sociedade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 2: linguagem verbal 
 
A linguagem pode ser ainda 
verbal e não verbal simultaneamente, 
usando palavras escritas e figuras ao 
mesmo tempo, como nos casos das 
charges, cartoons e anúncios 
publicitários. 
 
 
Figura 3 - Linguagem verbal e não 
verbal 
Charges 
As charges estão sempre presentes 
nos jornais, revistas exigindo dos leitores a 
habilidade da interpretação textual. 
 
 
 
 
 
4.0– PRODUÇÃO DE TEXTO 
 
 
TEXTO é um conjunto de palavras e 
frases encadeadas que permitem 
interpretação e transmitem uma mensagem. 
Um texto é uma unidade linguística de 
extensão superior à frase. Um texto tem 
tamanho variável e deve ser escrito com 
coesão e coerência. Pode ser literário e não 
literário. Assim, é preciso entender que o 
texto é a unidade principal de organização 
de informações, ideias e conceitos. 
TEXTOS LITERÁRIOS apresentam 
uma função estética, 
geralmente são 
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escritos em linguagem expressiva e 
poética, com o objetivo de atrair o 
interesse e emocionar o leitor. O autor 
segue um estilo e usa as palavras de forma 
harmoniosa para expressar as suas ideias. 
São exemplos de textos literários: 
romances, poesias, contos, novelas, textos 
sagrados, etc. EXEMPLO: 
 
 
 
OS TEXTOS NÃO-LITERÁRIOS são 
textos informativos sem preocupação 
estética, mas sua função é informar de 
forma clara e objetiva ao leitor. São 
exemplos de textos não-literários 
notícias, reportagens jornalísticas, textos 
científicos e didáticos, etc. e EXEMPLO: 
 
 
 
– TEXTO NARRATIVO 
É um texto que conta uma determinada 
história, que é contada por um narrador, 
que pode participar diretamente ou não da 
história. A narrativa deve seguir o passo a 
passo: 
O que contar? Escolha o fato 
Como foi... narrando um episódio 
Mexe e remexe.. tecendo a narrativa 
O narrador deve ativar a sua 
imaginação lembrando-se de algum fato 
presenciado, ouvido ou lido que seja 
engraçado ou dramático. Planeje o que vai 
contar seguindo o seguinte esquema: 
OS ELEMENTOS DO TEXTO 
NARRATIVO 
Espaço - É o local onde acontecem os 
fatos, onde as personagens se 
movimentam. Existe o espaço “físico”, 
que é aquele que caracteriza o enredo, e 
o “psicológico”, que retrata a vivência 
subjetiva dos personagens. 
 
Tempo - Caracteriza o desencadear dos 
fatos. É constituído pelo cronológico, 
que, como o próprio nome diz, é ligado 
a horas, meses, anos, ou seja, marcado 
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elos ponteiros do relógio e pelo 
calendário. 
 
O outro é o psicológico, ligado às 
lembranças, aos sentimentos interiores 
vividos pelos personagens e 
intrinsecamente relacionadoscom a 
característica pessoal de cada um. 
 
Personagens - São as peças 
fundamentais, pois sem elas não haveria 
o próprio enredo. 
 
Há a predominância de personagens que 
se destacam pelos atos heroicos, 
chamadas de principais, outras que se 
relacionam pelo seu caráter de oposição, 
as antagonistas, e as secundárias, que 
não se destacam tanto quanto as 
primárias, funcionando apenas como 
suporte da trama em si. 
 
Narrador - É aquele que narra a 
história, atuando como um mediador 
entre a história narrada e o 
leitor/ouvinte. Classifica-se em três 
modalidades: 
 
Narrador-personagem - Ele conta e 
participa dos fatos ao mesmo tempo. 
Neste caso a narrativa é contada em 1ª 
pessoa. 
 
Narrador-observador - Apenas limita- 
se em descrever os fatos sem se 
envolver com os mesmos. Aí 
predomina-se o uso da 3ª pessoa. 
Narrador Onisciente - Esse sabe tudo 
sobre o enredo e os personagens, 
revelando os sentimentos e pensamentos 
mais íntimos, de uma maneira que vai 
além da própria imaginação. Muitas 
vezes sua voz se confunde com a dos 
personagens, é o que chamamos de 
Discurso Indireto Livre. 
 
Todos estes elementos correlacionam 
entre si, formando o que denominamos 
de enredo, 
que é o desencadear dos fatos, a 
essência da história, a qual se 
constituirá para um desfecho 
imprevisível que talvez não 
corresponderá às expectativas do leitor. 
 
Este, portanto, poderá ser triste, alegre, 
cômico ou trágico, dependo do ponto 
de vista do narrador. 
Exemplo de texto narrativo: 
 
“E foi então que apareceu a raposa: 
- Bom dia, disse a raposa. 
- Bom dia, respondeu polidamente o 
principezinho que se voltou mas não 
viu nada. 
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo 
da macieira... 
- Quem és tu? perguntou o 
principezinho. 
Tu és bem bonita. 
- Sou uma raposa, disse a raposa. 
- Vem brincar comigo, propôs o 
príncipe, estou tão triste... 
- Eu não posso brincar contigo, disse 
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a raposa. 
Não me cativaram ainda. 
- Ah! Desculpa, disse o 
principezinho. 
Após uma reflexão, acrescentou: 
- O que quer dizer cativar ? 
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que 
procuras? 
- Procuro amigos, disse. Que quer 
dizer cativar? 
- É uma coisa muito esquecida, disse a 
raposa. 
Significa criar laços.” 
Trecho do livro: O pequeno príncipe - 
Antoine de Saint-Exupéry 
 
MORFOLOGIA 
CLASSES GRAMATICAIS 
A Morfologia é o estudo a respeito 
da estrutura, formação e classificação 
 
Estudar Morfologia significa 
estudar, isoladamente, as classes das 
palavras. 
As classes de palavras ou classes gram 
aticais são dez: substantivo, verbo, 
adjetivo, pronome, artigo, numeral, 
preposição, conjunção, interjeição e 
advérbio. 
1. SUBSTANTIVO 
É uma palavra que expressa uma 
qualidade e está sempre acompanhado do 
substantivo. Exerce a função sintática 
Trabalhando como adjunto adnominal 
(nome) ou predicativo (do sujeito/do 
objeto). 
Exemplos: Ana, Brasil, beleza. 
 
 
TIPOS DE SUBSTANTIVOS 
 
 
Os substantivos são classificados 
em: comum, próprio, simples, 
composto, concreto, abstrato, primitivo, 
derivado e coletivo. 
 
✓ Substantivo Comum 
Os substantivos comuns são as palavras 
que designam os seres da mesma 
espécie de forma genérica, por exemplo, 
pessoa, gente, país. 
✓ Substantivo Próprio 
Os substantivo próprios, grafados em 
letra maiúscula, são palavras que 
particularizam seres, entidades, países, 
cidades, estados da mesma espécie, por 
exemplo, Brasil, São Paulo, Maria. 
 
✓ Substantivo Simples 
Os substantivos simples são formados 
por apenas uma palavra, por exemplo, 
casa, carro, camiseta. 
 
✓ Substantivo Composto 
O substantivo composto é formado por 
mais de uma palavra, por exemplo, 
guarda-chuva, guarda-roupa. 
das palavras. 
https://www.todamateria.com.br/substantivo-comum/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-proprio/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-simples/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-composto/
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✓ Substantivo Concreto 
O substantivo concreto designa as 
palavras reais, concretas, por exemplo, 
menina, homem. 
 
✓ Substantivo Abstrato 
O substantivo abstrato é aquele que está 
relacionado aos sentimentos, estados, 
qualidades e ações, por exemplo, 
beleza, alegria. 
 
✓ Substantivo Primitivo 
Os substantivos primitivos, como o 
próprio nome indica, são aqueles que 
não derivam de outras palavras, por 
exemplo, casa, folha. 
✓ Substantivo Derivado 
O substantivos derivados são aquelas 
palavras que derivam de outras, por 
exemplo, casarão (derivado de casa) e 
folhagem (derivado de folha). 
 
✓ Substantivo Coletivo 
O substantivo coletivo é aquele que se 
refere a um conjunto de seres, por 
exemplo, flora (conjunto de flores), 
álbum (conjunto de fotos). 
 
GÊNERO DOS SUBSTANTIVOS 
De acordo com o gênero 
(feminino e masculino) das palavras 
substantivas, elas são classificadas em: 
 
• Substantivos Biformes: apresentam 
duas formas, ou seja, uma para o 
masculino e outra para o feminino, por 
exemplo, professor e professora; amigo 
e amiga. 
• Substantivos Uniformes: somente um 
termo especifica os dois gêneros 
(masculino e feminino), sendo 
classificados em: 
 
 
 
o Epicenos: palavra que apresenta 
somente um gênero e refere-se aos 
animais, por exemplo, foca (macho ou 
fêmea). 
 
o Sobrecomum: palavra que apresenta 
somente um gênero e refere-se às 
pessoas,por exemplo, criança (masculino e 
feminino) 
 
o Comum de dois gêneros: termo que se 
refere aos dois gêneros (masculino e 
feminino), identificado por meio do artigo 
que o acompanha, por exemplo, "o artista" 
e "a artista". 
 
 
Fique Atento! 
• Quanto ao gênero, os substantivos de 
origem grega terminados em "ema" e 
"oma" são masculinos, por exemplo, 
teorema, poema. 
• Há os substantivos chamados de 
"gênero duvidoso ou incerto", ou seja, 
aqueles utilizados para os dois gêneros 
sem alteração do significado, por 
exemplo, o personagem e a 
personagem. 
• Existem alguns substantivos que 
variando de gênero, mudam seu 
significado, por exemplo, "o cabeça" 
• 
https://www.todamateria.com.br/substantivo-concreto/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-abstrato/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-primitivo/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-derivado/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-coletivo/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-epiceno/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-sobrecomum/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-comum-de-dois-generos/
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• (líder), "a cabeça" (parte do corpo 
humano). 
 
 
NÚMERO DOS SUBSTANTIVOS 
 
 
De acordo com o número do 
substantivo, eles são classificados em: 
 
• Singular: palavra que designa uma 
única coisa, pessoa ou um grupo, por 
exemplo: bola, mulher. 
 
• Plural: palavra que designa várias 
coisas, pessoas ou grupos, por exemplo: 
bolas, mulheres. 
Complemente sua pesquisa com a 
leitura dos artigos: Flexões de Número 
dos Substantivos e Plural dos 
Substantivos Compostos. 
 
GRAU DOS SUBSTANTIVOS 
De acordo com o grau dos 
substantivos, eles são classificados 
em aumentativo e diminutivo: 
Aumentativo 
Palavra que indica o aumento do 
tamanho de algum ser ou alguma coisa. 
Divide-se em: 
 
• Analítico: substantivo acompanhado de 
um adjetivo que indica grandeza, por 
exemplo, casa grande. 
 
• Sintético: substantivo com acréscimo 
de um sufixo indicador de aumento, por 
exemplo, casarão. 
Diminutivo 
Palavra que indica a diminuição do 
tamanho de algum ser ou alguma coisa. 
Divide-se em: 
• Analítico: substantivo acompanhado de 
um adjetivo que indica pequenez, por 
exemplo, casa pequena• Sintético: substantivo com acréscimo 
de um sufixo indicador de diminuição, 
por exemplo, casinha. 
Veja também o artigo: Flexões de Grau 
dos Substantivos. 
 
Relação entre Adjetivos e 
Substantivos 
Os adjetivos correspondem à classe de 
palavras que indicam qualidades e 
estados aos substantivos, por exemplo, 
casa bonita. Aqui, o termo "bonita" 
atribui uma qualidade ao substantivo 
"casa". 
 
2. ADJETIVOS 
Adjetivo é a classe de palavras 
encarregada de atribuir características 
aos substantivos, ou seja, ele indica 
suas qualidades e estados. 
Os adjetivos são termos que variam em 
gênero (feminino e masculino), número 
(singular e plural) e grau (comparativo e 
superlativo), sendo classificados em: 
simples, composto, primitivo e 
derivado. 
 
TIPOS DE ADJETIVOS 
https://www.todamateria.com.br/flexoes-de-numero-do-substantivo/
https://www.todamateria.com.br/flexoes-de-numero-do-substantivo/
https://www.todamateria.com.br/plural-dos-substantivos-compostos/
https://www.todamateria.com.br/plural-dos-substantivos-compostos/
https://www.todamateria.com.br/flexoes-de-grau-do-substantivo/
https://www.todamateria.com.br/flexoes-de-grau-do-substantivo/
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• Adjetivo Simples - apresenta somente 
um radical. Exemplos: pobre, magro, 
triste. 
• Adjetivo Composto - apresenta mais de 
um radical. Exemplos: luso-brasileiro, 
superinteressante. 
• Adjetivo Primitivo - palavra que dá 
origem a outros adjetivos. Exemplos: 
bom, alegre, puro. 
• Adjetivo Derivado - palavras que 
derivam de substantivos ou verbos. 
Exemplos: escultor (verbo esculpir), 
formoso (substantivo formosura). 
Ex : escultor (verbo esculpir), formoso 
(substantivo formosura). 
 
 
GENÊRO DO ADJETIVO 
Adjetivo Uniforme: uma palavra para dois 
gêneros. Ex: feliz 
Adjetivo Biforme: uma palavra para cada 
gênero. Ex: esperto, esperta. 
conjunto. Ex: leite branco 
Comparativo: utilizado para comparar 
qualidades. 
• Superlativo: utilizado para intensificar 
qualidades. 
 
GRAU COMPARATIVO 
• Comparativo de Igualdade - O 
professor de matemática 
é tão bom quanto o de geografia. 
• Comparativo de Superioridade - 
Marta é mais habilidosa do que a 
Patrícia. 
• Comparativo de Inferioridade - João 
é menos feliz que Pablo. 
 
GRAU SUPERLATIVO 
• Superlativo Absoluto: 
Analítico - A moça 
é extremamente organizada. 
Sintético - Luiz é inteligentíssimo. 
• Superlativo Relativo de: 
Superioridade - A menina é a 
mais inteligente da turma. 
Inferioridade - O garoto é o 
menos esperto da classe. 
Pátria: designa nacionalidade. Ex: o 
brasileiro, japonês. 
 
Os adjetivos podem estar 
no singular ou no plural, concordando 
com o número do substantivo a que se 
referem. Assim, a sua formação se 
assemelha à dos substantivos. 
GRAU DOS ADJETIVOS 
Quanto ao grau, os adjetivos são 
classificados em: 
 
Saiba tudo sobre a formação dos 
graus comparativos e superlativo 
em: Grau dos Adjetivos e Grau 
Superlativo. 
 
ADJETIVOS PÁTRIOS 
 
 
Chamados também de "adjetivos 
gentílicos", os adjetivos pátrios indicam 
o local de origem ou nacionalidade da 
https://www.todamateria.com.br/substantivos/
https://www.todamateria.com.br/grau-dos-adjetivos/
https://www.todamateria.com.br/grau-superlativo/
https://www.todamateria.com.br/grau-superlativo/
https://www.todamateria.com.br/adjetivos-patrios/
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pessoa, por exemplo: brasileiro, carioca, 
paulista, europeu, espanhol. 
 
LOCUÇÃO ADJETIVA 
 
 
A locução adjetiva é o conjunto de 
duas ou mais palavras que possuem 
valor de adjetivo. Exemplos: 
Amor de mãe - Amor maternal 
Doença de boca - doença bucal 
Pronome Adjetivo 
Os pronomes adjetivos são aqueles em 
que o pronome exerce a função de 
adjetivo. Surgem acompanhados do 
substantivo, modificando-os. Exemplos: 
Este livro é muito bom. (acompanha o 
substantivo livro) 
Aquela é a empresa onde ele trabalha. 
(acompanha o substantivo empresa). 
 
 
3. VERBO 
 
 
 
 
Verbo é a palavra que indica ação, 
praticada ou sofrida pelo sujeito, fato, de 
que o sujeito participa ativamente, estado 
ou qualidade do sujeito, ou fenômeno 
da natureza. 
FLEXÕES 
Para conjugarmos os verbos temos de 
ter em conta as flexões a seguir. 
• Pessoa: 1.ª (eu, nós); 2.ª (tu, vós) e 3.ª 
(ele, eles). 
• Número: Singular (eu, tu, ele) e Plural 
(nós, vós, eles). 
• Tempo: Presente, Pretérito e Futuro. 
• Modo: Indicativo, Subjuntivo e 
Imperativo. 
• Voz: Voz Ativa, Voz Passiva e Voz 
Reflexiva. 
 
MODOS VERBAIS: 
Indicativo, que expressa atitudes de 
certeza, 
Subjuntivo, que expressa atitudes de 
dúvida, hipótese, desejo, e Imperativo, 
que expressa atitude de ordem, pedido, 
conselho. 
TEMPO DO INDICATIVO 
 
Presente 
Indica fato que ocorre no dia-a-dia, 
corriqueiramente. 
Ex. Todos os dias, caminho no Zerão. 
Estudo no Maxi. 
Pretérito: Indica fatos que já ocorreram. 
Pretérito Perfeito: Indica fato que ocorreu 
no passado em determinado momento, 
observado depois de concluído. 
Ex. Ontem caminhei no Zerão. 
Estudei no Maxi no ano passado. 
 
Pretérito Imperfeito: Indica fato que 
ocorria com frequência no passado, ou fato 
https://www.todamateria.com.br/locucao-adjetiva/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-adjetivos/
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que não havia chegado ao final no nome 
em que estava sendo observado. 
Ex. Naquela época, todos os dias, eu 
caminhava no Zerão. 
 
Pretérito Mais-que-perfeito: Indica fato 
ocorrido antes de outro no Pretérito 
Perfeito do Indicativo. 
Ex. Ontem, quando você foi ao c 
Futuro: Indica fatos que ocorrem depois 
do momento da fala. 
Futuro do Presente: Indica fato que, com 
certeza, ocorrerá. Ex. Amanhã 
caminharei no Zerão pela manhã. 
 
Futuro do Pretérito: Indica fato futuro, 
dependente de outro anterior a ele. 
Ex. Eu caminharia todos os dias, se não 
trabalhasse tanto. 
Estudaria no Maxi, se morasse em 
Londrina. 
TEMPOS DO SUBJUNTIVO 
 
 
Os tempos do subjuntivo são: 
Presente, Pretérito Imperfeito e Futuro. 
Presente 
O presente do subjuntivo exprime uma 
ação na atualidade que é incerta ou 
duvidosa. 
Exemplo: 
Que eles leiam! 
Pretérito Imperfeito 
O pretérito imperfeito exprime um 
verbo no passado dependente de uma 
ação também já passada. 
 
 
 
Exemplo: 
Se eles lessem estariam informados. 
Futuro do Subjuntivo 
O futuro do subjuntivo exprime uma 
ação que irá se realizar dependendo de 
outra ação futura. 
Exemplo: 
Quando eles lerem ficarão informados. 
 
IMPERATIVO 
 
 
O modo imperativo pode ser: 
Afirmativo ou Negativo. 
Afirmativo 
O imperativo afirmativo expressa uma 
ordem na forma positiva. 
Exemplo: 
Eu estou cansada. Leia ele o relatório. 
Negativo 
O imperativo negativo expressa uma 
ordem na forma negativa. 
Exemplo: 
Precisamos de uma apresentação 
natural. Não leia ele o trabalho. 
 
4. PRONOME 
https://www.todamateria.com.br/presente-do-subjuntivo/
https://www.todamateria.com.br/futuro-do-subjuntivo/
https://www.todamateria.com.br/modo-imperativo/
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Os pronomes representam a classe de 
palavras que substituem ou 
acompanham os substantivos. 
De acordo com a função que exercem, 
eles são classificados em: 
• Pronomes Pessoais 
• Pronomes Possessivos 
• Pronomes Demonstrativos 
• Pronomes de Tratamento 
• Pronomes Indefinidos 
• Pronomes Relativos 
• Pronomes Interrogativos 
 
TIPOS DE PRONOMES 
 
 
PRONOMES PESSOAIS 
Os pronomes pessoais são aqueles que 
indicam a pessoa do discurso e são 
classificados em dois tipos: 
• Pronomes Pessoais do Caso Reto: 
 
• Eu, Tu, Você, Ele, Ela, Nós, VósEle, 
Elas, Vocês, exercem a função de 
sujeito, por exemplo: Eu gosto muito da 
Ana. 
• Pronomes Pessoais do Caso Oblíquo: 
Me, mim, comigo, te, ti , contigo, o, a, 
lhe, se, si, consigo, nos conosco, vos , 
convosco, os, as, lhes, se, si, consigo 
substituem os substantivos e 
complementam os verbos, por exemplo: 
Está comigo seu caderno. 
Leia: Pronome oblíquo átono. 
Vale lembrar que os pronomes 
oblíquos “o, a, os, as, lo, la, los, las, 
no, na, nos, nas” funcionam somente 
como objeto direto. 
PRONOMES POSSESSIVOS 
Os pronomes possessivos são 
aqueles que transmitem a ideia de 
posse: meu, minha, meus, minhas, teu, 
tua, teus , tuas, seu, sua, seus, suas, 
nosso, nossa, nossos, vosso, vossas. 
Exemplo: Essa caneta é sua? 
PRONOMES DEMONSTRATIVOS 
Os pronomes demonstrativos são 
utilizados para indicar algo. Reúnem 
palavras variáveis (esse, este, aquele, 
essa, esta, aquela) e invariáveis (isso, 
isto, aquilo). Exemplos: 
Essa camisa é muito linda. 
Aquelas bicicletas são boas. 
Importante notar que os pronomes 
demonstrativos são utilizados 
dependendo da posição da pessoa em 
relação à algum elemento seja no 
discurso, no tempo ou no espaço. Para 
compreender melhor, veja o quadro 
abaixo: 
PRONOMES DE TRATAMENTO 
Os pronomes de tratamento são 
termos respeitosos empregados 
normalmente em situações formais: 
Você (V./VV) Único usado em 
situações informais. 
Senhor - Sr. /Senhora – Srª ( formal 
para pessoas mais velhas) 
Vossa Excelência – V. Exª (usado p/ 
pessoas com alta autoridade) 
Vossa Senhoria – V. Sª ( empregado nas 
correspondência e textos escritos) 
Vossa Majestade - VM (reis e rainha) 
https://www.todamateria.com.br/pronomes-pessoais/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-pessoais-do-caso-reto/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-obliquos/
https://www.todamateria.com.br/pronome-obliquo-atono/
https://www.todamateria.com.br/objeto-direto/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-possessivos/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-demonstrativos/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-de-tratamento/
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13 
 
 
 
Vossa Alteza – príncipes, princesa e 
duque) 
Vossa Santidade – V.S. (Papa) 
 
Vossa Eminência – V. Em.ªs ( cardeais) 
Vossa Reverendíssima – V. Ver.mª 
(religiosos em geral) 
Pronomes Indefinidos 
Empregados na 3ª pessoa do discurso, o 
próprio nome já indica que os pronomes 
indefinidos substituem ou acompanham 
o substantivo de maneira vaga ou 
imprecisa. Veja abaixo a tabela e alguns 
exemplos: 
Pronomes Relativos 
Os pronomes relativos se referem a um 
substantivo já dito anteriormente na 
oração. Podem ser palavras variáveis e 
invariáveis. 
Pronomes Interrogativos 
Os pronomes interrogativos são 
palavras variáveis e invariáveis 
empregadas para formular perguntas 
diretas e indiretas. 
 
5. PREPOSIÇÃO 
 
Preposição é a palavra que estabelece 
uma relação entre dois ou mais termos da 
oração. Essa relação é do 
tipo subordinativa, ou seja, entre os 
elementos ligados pela preposição não há 
sentido dissociado, separado, 
individualizado; ao contrário, o sentido da 
expressão é dependente da união de todos 
os elementos que a preposição vincula. 
 
Exemplos: 
Os amigos de João estranharam o 
seu modo de vestir. 
 
Amigos de João / modo de vestir: 
elementos ligados por preposição de: 
preposição 
 
Ela esperou com entusiasmo aquele breve 
passeio. 
 
Esperou com entusiasmo: elementos 
ligados por preposição com: preposição. 
 
CLASSIFICAÇÃO DAS 
PREPOSIÇÕES 
As preposições podem ser 
divididas em dois grupos: 
1. Preposições Essenciais – são as 
palavras que só funcionam como 
preposição, a saber: a, ante, após, até, 
com, contra, de, desde, em, entre, para, 
per, perante, por, sem, sob, sobre, trás. 
2. Preposições Acidentais – são as 
palavras de outras classes gramaticais 
que, em certas frases funcionam como 
preposição, a saber: afora, como, 
conforme, consoante, durante, exceto, 
mediante, menos, salvo, segundo, visto 
etc. 
LOCUÇÕES PREPOSITIVAS 
A locução prepositiva é formada 
por duas ou mais palavras com o 
valor de preposição, sempre 
terminando por uma preposição, por 
exemplo: 
• 
https://www.todamateria.com.br/pronomes-indefinidos/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-relativos/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-interrogativos/
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• abaixo de, acima de, a fim de, além de, 
antes de, até a, depois de, ao invés de, 
ao lado de, em que pese a, à custa de, 
em via de, à volta com, defronte de, a 
par de, perto de, por causa de, através 
de, etc. 
COMBINAÇÃO, CONTRAÇÃO E 
CRASE 
Importante notar que, algumas 
preposições podem aparecer 
combinadas com outras palavras. 
Assim, quando na junção dos termos 
não houver perda de elementos 
fonéticos, teremos uma combinação, 
por exemplo: 
• ao (a + o) 
• aos (a + os) 
• aonde (a + onde 
Por conseguinte, quando da junção 
da preposição com outra palavra houver 
perda fonética, teremos a 
chamada contração, por exemplo: 
• do (de + o) 
• dum (de + um) 
• desta (de + esta) 
• no (em + o) 
• neste (em + este) 
• nisso (em + isso) 
Por fim, toda fusão de vogais idênticas 
forma uma crase: 
• à = contração da preposição a + o artigo 
a 
• àquilo = contração da preposição a + a 
primeira vogal do pronome aquilo. 
Na língua cotidiana, falada ou escrita, 
aparecem as reduções pra (para a) 
e pro (para o). Essas 
palavras não pedem acento, já que se 
trata de palavras átonas. por exemplo: 
• Este é um país que vai pra frente. 
• Vá pra casa, e não pro botequim! 
 
 
6. ADVÉRBIO 
É invariável e modifica ou 
acompanha o verbo, um adjetivo ou a si 
mesmo. Pode ser: 
De Tempo: ontem, já, agora, afinal, tarde, 
breve, nisto, então 
De Lugar: aqui, lá, fora, acima,longe, 
onde, detrás, além 
De Modo:bem, mal, depressa, assim, 
melhor, como, aliás 
De Intensidade: muito, pouco,tão,menos, 
demasiado, tanto, meio 
De Dúvida: talvez, acaso, provavelmente, 
certo, decerto, quiça 
De Afirmação: sim, certamente, 
realmente, efetivamente , deveras. 
De Negação: não, tampouco 
 
7. ARTIGO DEFINIDO E 
INDEFINIDO 
 
O artigo definido e indefinido são 
tipos de artigos. Lembre-se que os 
artigos representam a classe de palavras 
que precedem o substantivo de forma 
que determinam seu número (singular 
https://www.todamateria.com.br/crase/
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15 
 
 
 
ou plural) e seu gênero (feminino ou 
masculino). 
Dessa maneira, os artigos 
representam elementos essenciais na 
construção das frases, visto que mantêm 
a coesão no texto e ainda, destacam 
algumas de suas particularidades. 
 
TIPOS DE ARTIGOS 
Os artigos são classificados em: 
1. Artigos Definidos (o, a, os, as): 
palavras determinam o substantivo 
de forma precisa. 
2. Artigos Indefinidos (um, uma, uns, 
umas): termos que determinam o 
substantivo de forma imprecisa. 
 
ARTIGO DEFINIDO 
Os artigos definidos, como o próprio 
nome indica, definem ou individualizam 
os substantivos, seja uma pessoa, objeto 
ou lugar. São eles: 
O – artigo definido masculino- singular 
A – artigo definido feminino - singular 
Os – artigo definido masculino – plural 
As – artigo definido feminino – plural 
 
Exemplos 
O garoto foi jantar na casa dos pais 
Ganhamos a bicicleta que esperávamos. 
Luísa aproveitou para rever os amigos. 
As meninas foram viajar. 
Em todos os exemplos, podemos 
notar a precisão de tais pessoas ou 
objetos pelo emprego correto do artigo 
definido. Isso porque ele determina de 
maneira exata o substantivo em questão: 
o garoto, a bicicleta, os amigos e as 
meninas. 
Assim, fica claro que o artigo 
definido indica de modo particular o 
substantivojá conhecido. Note que estes 
estão presentes no texto ou no 
pensamento do locutor (emissor, autor) 
ou do interlocutor (receptor, ouvinte). 
 
ARTIGO INDEFINIDO 
. 
Os artigos indefinidos determinam 
de maneira vaga, indeterminada ou 
imprecisa, uma pessoa, objeto ou lugar 
ao qual não se fez menção anterior no 
texto. São eles: 
Um – artigo indefinido – masculino 
singular 
Uma – artigo indefinido – feminino 
singular 
Uns – artigo ind. – masculino plural 
Umas – artigo ind. – feminino plural 
 
Exemplos 
Um dia iremos nos encontrar. 
Uma certa tarde saímos para caminhar 
Joana convidou para a festa uns amigos 
estrangeiros. 
Comprei umas camisas para seu 
aniversário. 
 
Note que em todos os exemplos 
acima, não está definido qual objeto, 
pessoa ou lugar. Nos dois primeiros 
exemplos, não está identificado “qual o 
dia” ou “qual a tarde” em que o evento 
ocorre. 
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16 
 
 
 
Da mesma maneira, Joana não 
especifica “quais amigos!” ela 
convidará para a festa. Por fim, “umas 
camisas” corresponde à uma ideia vaga 
de “quais camisas” são essas. 
Cuidado para não confundir o artigo 
indefinido “um” com o numeral “um”, 
pois o numeral é uma palavra utilizada 
para indicar quantidade. 
 
8. NUMERAL 
 
Numeral é a classe de palavra 
variável (flexionadas em número e 
gênero) encarregada de determinar a 
quantidade de pessoas, objetos, coisas 
ou o lugar ocupado numa dada 
sequência. 
Em outros termos, o numeral é a palavra 
que indica, em termos numéricos, um 
número exato ou a posição que tal coisa 
ocupa numa série. 
 
CLASSIFICAÇÃO DOS 
NUMERAIS 
Os numerais são classificados em cinco 
tipos, a saber: 
 
Cardinais 
Forma básica dos números (1, 2, 
3,4,5…), as quais adjetivam uma 
quantidade, sendo que alguns deles 
variam em gênero, por exemplo: um- 
uma, dois-duas, alguns no grupo das 
centenas (duzentos, duzentas, trezentos, 
trezentas, etc.). 
Além disso, alguns números 
cardinais variam em número, como é o 
caso: milhão-milhões, bilhão-bilhões, 
trilhão-trilhões, e assim por diante. 
Ordinais 
Indica ordem de uma sequência, ou 
seja, representa a ordem de sucessão e 
uma série, seja de seres, coisas ou 
objetos (primeiro, segundo, terceiro, 
quarto, quinto…). 
Importante destacar que alguns 
numerais ordinais possuem o valor de 
adjetivo. São palavras que variam em 
gênero (masculino-feminino) e número 
(singular e plural), por exemplo: 
primeiro-primeira, primeiros-primeiras; 
terceiro-terceira, terceiros-terceiras, etc. 
Fracionários 
São os números fracionários que 
indicam a diminuição das proporções 
numéricas, ou seja, representam uma 
parte de um todo, por exemplo, ¼ (lê-se 
um quarto, um sobre quatro), ½ (lê-se 
meio ou metade, um sobre dois), ¾ (lê- 
se três quartos ou três sobre quatro). 
Para saber mais sobre os números 
fracionários, acesse o link: Frações 
Coletivos 
Número exato que faz referência a 
um conjunto de seres, por exemplo, 
dúzia (conjunto de 12), dezena 
(conjunto de 10), centena (conjunto de 
100), semestre (conjunto de 6), bimestre 
(conjunto de 2). 
Os números coletivos sofrem a flexão 
de número (singular e plural): dúzia- 
dúzias, dezena-dezenas, centenas- 
centenas. 
https://www.todamateria.com.br/numeros-cardinais/
https://www.todamateria.com.br/numeros-ordinais/
https://www.todamateria.com.br/fracoes/
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Multiplicativos 
Relaciona um conjunto de seres, 
objetos ou coisas, dando-lhes uma 
característica, de forma que determina o 
aumento da quantidade por meio de 
múltiplos, por exemplo, dobro, triplo, 
quádruplo, quíntuplo, etc. 
Os multiplicativos são numerais, 
flexionados em gênero e número 
quando atuam em função adjetiva, e, do 
contrário, são invariáveis (função 
substantiva). 
Dessa forma, de acordo com sua 
função, os numerais podem apresentar 
valor de substantivo ou adjetivo, sendo 
classificados em: 
• Numerais substantivos: caracterizados 
pelos numerais multiplicativos, esses 
numerais podem substituir outros 
substantivos. Exemplo: Fizeram 
o dobro do esforço e conseguiram 
o triplo da produção. 
• Numerais adjetivos: são os numerais 
cardinais, ordinais, coletivos e 
fracionários, os quais modificam o 
substantivo, indicando valor adjetivo. 
Exemplo: Essa carne é 
de segunda (indica a qualidade da 
carne). 
 
 
9. CONJUNÇÃO 
 
Conjunção é um termo que liga 
duas orações ou duas palavras de 
mesmo valor gramatical, estabelecendo 
uma relação entre eles. 
Exemplos: 
Ele joga futebol e basquete. (dois 
termos semelhantes) 
Eu iria ao jogo, mas estou sem 
companhia. (duas orações) 
 
CLASSIFICAÇÃO DAS 
CONJUNÇÕES 
As conjunções são classificas em dois 
grupos: coordenativas e 
subordinativas. 
 
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS 
As conjunções coordenativas são 
aquelas que ligam duas orações 
independentes. São divididas em 
cinco tipos: 
Aditivas (e, nem, não só...mas 
também, não só...como 
também) 
Exprimem soma, adição de 
pensamentos, por exemplo: Ana 
não fala nem ouve. 
Adversativas (mas, porém, 
contudo, entretanto, no entanto, 
todavia) 
Exprimem oposição, contraste, 
compensação de pensamentos, por 
exemplo: Não fomos 
campeões, todavia exibimos o 
melhor futebol. 
Alternativas (ou...ou, já...já, 
ora...ora, quer...quer, 
seja...seja) 
Exprimem escolha de pensamentos, 
por exemplo: Ou você vem 
conosco ou você não vai. 
https://www.todamateria.com.br/conjuncoes-coordenativas/
https://www.todamateria.com.br/conjuncoes-adversativas/
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18 
 
 
 
Conclusivas (logo, por isso, pois 
(quando vem depois do verbo), 
portanto, por conseguinte, 
assim) 
Exprimem conclusão de 
pensamento, por exemplo: Chove 
bastante, portanto a colheita está 
garantida. 
Explicativas (que, porque, assim, 
pois (quando vem antes do verbo), 
porquanto, por conseguinte) 
Exprimem razão, motivo, por 
exemplo: Não choveu, porque nada 
está molhado. 
Leia também: 
CONJUNÇÕES 
SUBORDINATIVAS 
As conjunções 
subordinativas servem para ligar 
orações dependentes uma da 
outra e são divididas em dez tipos: 
Integrantes (que, se) 
Introduzem orações subordinadas 
com função substantiva. Exemplo: 
Quero que você volte já. Não 
sei se devo voltar lá. 
Causais (que, porque, como, pois, 
visto que, já que, uma vez que) 
Introduzem orações subordinadas 
que dão ideia de causa. Exemplo: 
Não fui à 
aula porque choveu. Como fiquei 
doente não pude ir à aula. 
Comparativas (que, do que, 
como) 
Introduzem orações subordinadas 
que dão ideia de comparação. 
Exemplo: Meu professor é mais 
inteligente do que o seu. 
Concessivas (embora, ainda 
que, mesmo que, se bem que, 
posto que, apesar de que, por 
mais que, por melhor que) 
Iniciam orações subordinadas que 
exprimem um fato contrário ao da 
oração principal. Exemplo: Vou à 
praia, embora esteja chovendo. 
Condicionais (caso, contanto que, 
salvo se, desde que, a não ser que) 
Iniciam orações subordinadas que 
exprimem hipótese ou condição para 
que o fato da oração principal se realize 
ou não. Exemplo: Se não chover, irei à 
praia. 
Conformativas (segundo, como, 
conforme) 
Iniciam orações subordinadas que 
exprimem acordo, concordância de 
um fato com outro. Exemplo: Cada 
um colhe conforme semeia. 
Consecutivas (que, de forma que, de 
modo que, de maneira que) 
Iniciam orações subordinadas que 
exprimem a consequência ou o 
efeito do que se declara na oração 
principal. Exemplo: Foi tamanho o 
susto que ela desmaiou. 
Temporais (logo que, antes que, 
quando, assim que, sempre que) 
Iniciam orações subordinadas que dão 
ideia de tempo. Exemplo: Quando as 
férias chegarem, viajaremos. 
Finais (a fim de que, para que) 
Iniciam oraçõessubordinadas que 
exprimem uma finalidade. Exemplo: 
https://www.todamateria.com.br/conjuncoes-subordinativas/
https://www.todamateria.com.br/conjuncoes-subordinativas/
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Estamos aqui para que ele fique 
tranquilo. 
Proporcionais (à medida que, à 
proporção que, ao passo que, 
quanto mais, quanto menos, 
quanto menor, quanto melhor) 
Iniciam orações subordinadas que 
exprimem concomitância, 
simultaneidade. Exemplo: Quanto 
mais trabalho, menos recebo. 
 
10. INTERJEIÇÃO 
 
Palavra ou expressão que exterioriza 
emoção ou sentimento. Ex: Cuidado! 
Você vai cair. 
 
4.8.0 - Classificação das interjeições 
 
Comumente, as interjeições expressam 
sentido de: 
 
Advertência: Cuidado!, Devagar!, 
Calma!, Sentido!, Atenção!, Olha!, Alerta! 
 
Afugentamento: Fora!, Passa!, Rua!, Xô! 
 
Alegria ou Satisfação: Oh!, Ah!,Eh!, 
Oba!, Viva! 
 
Alívio: Arre!, Uf!, Ufa! Ah! 
 
Animação ou Estímulo: Vamos!, Força!, 
Coragem!, Eia!, Ânimo!, Adiante!, Firme!, 
Toca! 
 
Aplauso ou Aprovação: Bravo!, Bis!, 
Apoiado!, Viva!, Boa! 
 
Concordância: Claro!, Sim!, Pois não!, 
Tá!, Hã-hã! 
 
Repulsa ou Desaprovação: Credo!, Irra!, 
Ih!, Livra!, Safa!, Fora!, Abaixo!, 
Francamente!, Xi!, Chega!, Basta!, Ora! 
 
Desejo ou Intenção: Oh!,Pudera!, 
Tomara!, Oxalá! 
 
Desculpa: Perdão! 
 
Dor ou Tristeza: Ai!, Ui!, Ai de mim!, 
Que pena!, Ah!, Oh!, Eh! 
 
Dúvida ou Incredulidade: Qual!, Qual o 
quê!, Hum!, Epa!, Ora! 
 
Espanto ou Admiração: Oh!, Ah!, Uai!, 
Puxa!, Céus!, Quê!, Caramba!, Opa!, 
Virgem!, Vixe!, Nossa!, Hem?!, Hein?, 
Cruz!, Putz! 
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Impaciência ou Contrariedade: Hum!, 
Hem!, Irra!, Raios!, Diabo!, Puxa!, Pô!, 
Ora! 
 
- PONTUAÇÃO 
 
Os sinais de pontuação são recursos da 
linguagem que indicam ao leitor como ler 
o texto, marcando pausas, entonações. 
 
- Quando surgiram os sinais de 
pontuação? 
 
A maioria dos sinais de pontuação 
apareceu na Europa entre os séculos 
XIV e XVII. Eles nasceram para 
facilitar a leitura e a compreensão dos 
textos. O período em que as primeiras 
vírgulas, pontos de interrogação e dois- 
pontos surgiram coincide com o 
momento em que o hábito de ler, 
praticamente restrito aos monges na 
Idade Média, crescia com o surgimento 
da impressão tipográfica. 
O grande ancestral da pontuação, 
porém, apareceu bem antes. O ponto já 
era usado no antigo Egito em textos 
poéticos e no ensino de crianças na 
escrita hierática - espécie de letra de 
 
 
 
forma que simplificava os complexos 
hieróglifos. À medida que os jovens 
ficavam mais fluentes na leitura, os 
pontos eram retirados. 
 
Os usos e funções dos sinais de 
pontuação também variaram muito ao 
longo dos séculos. "O ponto, por 
exemplo, nem sempre marcou a 
conclusão de uma ‘ideia completa’. Na 
Idade Média, ele era inserido antes do 
nome dos heróis ou de personagens 
importantes da narrativa, por questões 
de respeito ou apenas enfatização. 
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CANÇÃO DA PONTUAÇÃO 
 
Sempre que um homem fala 
Ou que pensa em escrever, 
Vírgula, é uma pausa, 
Vírgula, que é uma pausa, 
Não, não se deve esquecer. 
É figura pequenina, 
Mais não levem a mal, 
Quando aparece, termina, 
Quando aparece termina, 
É o fim ponto... final. 
 
 
Se o tagarela pergunta, 
Bem no meio da lição: 
Que vamos fazer agora? 
Que vamos fazer agora? 
É o ponto de interrogação. 
 
 
 
Quando a gente se admira 
E quer mostrar emoção, 
Deve pôr no fim da frase 
Deve pôr no fim da frase 
Um ponto de exclamação! 
 
 
E quando se quer dizer 
Uma pessoa a falar, 
Devemos logo escrever, 
Devemos logo escrever 
Dois pontinhos bem no ar. 
 
 
 
Antes da continuação 
Um tracinho, o travessão, 
Quando surgiu? 
Ponto final (.) 
3000 a.C. 
Interrogação (?) / Exclamação (!) 
 
Século XIV 
Vírgula (,) / Ponto e vírgula (;) 
 
Século XV 
Dois-pontos (:) 
Século XVI 
Aspas ("") 
Século XVII 
APOSTILA 2° SEGMENTO / 1° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 
LINGUAGENS E CÓDIGOS 
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Bem juntinhos olaré, 
Bem juntinhos olaré, 
Os dois pontos, travessão. 
 
 
 
Se queremos salientar, 
Uma Palavra ou expressão, 
As “aspas” devemos pôr, 
As “aspas” devemos pôr, 
Não é a tua opinião? 
 
 
Mas se escreve e não dizes, 
Tudo aquilo que tu pensa, 
Nunca deves esquecer, 
Nunca deves esquecer, 
Três pontinhos, reticências… 
 
 
Uma família pequena, 
Esta da pontuação: 
Vírgula, ponto final. 
 
 
7.0 - ORTOGRAFIA 
 
COM QUE LETRA EU ESCREVO? X 
E CH 
 
Emprega-se o X: 
 
1) Após um ditongo. 
 
Exemplos: caixa, frouxo, peixe 
 
Exceção: recauchutar e seus derivados 
 
2) Após a sílaba inicial "en". 
 
Exemplos: enxame, enxada, enxaqueca 
 
Exceção: palavras iniciadas por "ch" 
que recebem o prefixo "en-" 
 
Exemplos: encharcar (de charco), 
enchiqueirar (de chiqueiro), encher e 
seus derivados (enchente, enchimento, 
preencher...) 
 
3) Após a sílaba inicial "me-". 
 
Exemplos: mexer, mexerica, mexicano, 
mexilhão 
 
Exceção: mecha 
 
4) Em vocábulos de origem indígena ou 
africana e nas palavras inglesas 
aportuguesadas. 
 
Exemplos: abacaxi, xavante, 
orixá, xará, xerife, xampu 
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LINGUAGENS E CÓDIGOS 
23 
 
 
 
 
 
5) Nas seguintes palavras: 
 
bexiga, bruxa, coaxar, faxina, graxa, 
lagartixa, lixa, lixo, puxar, rixa, oxalá, 
praxe, roxo, 
vexame, xadrez,xarope, xaxim, xícara, xale 
, xingar, etc. 
 
Emprega-se o dígrafo Ch: 
 
 
BOM ESTUDO! 
 
1) Nos seguintes vocábulos: 
 
bochecha, bucha, 
cachimbo, chalé, charque, chimarrão, c 
huchu, chute, cochilo, debochar, 
fachada, fantoche, ficha, flecha, 
mochila, pechincha, salsicha, tchau, 
etc. 
 
WWW.okconcursos.com.br 
http:// WWW.saers.caedufjf.net 
http://www.infoescola.com 
 
WWW.simplesmenteportugues.com.br 
 
WWW.soportugues.com.br 
 
WWW.saladeatividades.com.br 
 
http://www.soportugues.com.br/secoes/curiosidades/pontuac 
ao.php 
 
Educação de Jovens e Adultos: segundo segmento do 
Ensino Fundamental, vol 1 – 1ª Ed. – S. Paulo; Global : 
Ação Educativa, 2009, ... Coleção Viver , Aprender. Vários 
Autores. 
http://www.okconcursos.com.br/
http://www.saers.caedufjf.net/
http://www.infoescola.com/
http://www.simplesmenteportugues.com.br/
http://www.soportugues.com.br/
http://www.saladeatividades.com.br/
http://www.soportugues.com.br/secoes/curiosidades/pontuac

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