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APOSTILA 2° SEGMENTO / 1° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
LINGUAGENS E CÓDIGOS
1
SUMÁRIO
1.0 A Língua Portuguesa no Brasil .............................................................................. 2
2.0 Comunicação. ......................................................................................................... 2
3.0 Linguagem Verbal e não verbal ............................................................................. 3
4.0 Produção de Texto. ................................................................................................. 4
5.0 Classes Gramaticais ................................................................................................ 6
6.0 Pontuação. .............................................................................................................. 18
7.0 Ortografia. ............................................................................................................. 20
LINGUA PORTUGUESA
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LINGUAGENS E CÓDIGOS
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LINGUA PORTUGUESA
1.0 – A LÍNGUA PORTUGUESA NO
BRASIL
A língua é um sistema de signos orais
e gráficos que compõem um código que
serve os indivíduos em suas
necessidades decomunicação.
A língua portuguesa chegou ao
Brasil através dos colonizadores
portugueses. Porém, ela foi recebendo
termos de influência indígena,
espanhola, holandesa, africana, etc.
O português começou a ser
usado principalmente pelos padres
jesuítas, que eram enviados ao Brasil.
Posteriormente, os indígenas
começaram a aprender português por
influência desses religiosos.
No decorrer dos séculos Portugal
permaneceu com um português sem
muitas influências externas enquanto o
Brasil foi mais influenciado por outros
dialetos.
2.0 – COMUNICAÇÃO
Comunicação é uma palavra derivada do
termo latino "communicare", que
significa "partilhar, participar algo,
tornar comum".
Desde o princípio dos tempos, a
comunicação foi de importância vital,
sendo uma ferramenta de integração,
instrução, de troca mútua e
desenvolvimento. O processo de
comunicação consiste na transmissão de
informação entre um emissor e um
receptor que descodifica (interpreta) uma
determinada mensagem. A mensagem é
codificada num sistema de sinais definidos
que podem ser gestos, sons, indícios, uma
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língua natural (português, inglês, espanhol,
etc.), ou outros códigos que possuem um
significado (por exemplo, as cores do
semáforo), e transportada até o destinatário
através de um canal de comunicação (o
meio por onde circula a mensagem, seja
por carta, telefone, comunicado na
televisão, etc.). Nesse processo
podem ser identificados os seguintes
elementos: emissor, receptor, código
(sistema de sinais) e canal de comunicação.
Um outro elemento presente no processo
comunicativo é o ruído, caracterizado por
tudo aquilo que afeta o canal, perturbando
a perfeita captação da mensagem (por
exemplo, falta de rede no celular). Quando
a comunicação se realiza por meio de uma
linguagem falada ou escrita, denomina-se
comunicação verbal. É uma forma de
comunicação exclusiva dos seres humanos
e a mais importante nas sociedades
humanas.
As outras formas de comunicação que
recorrem a sistemas de sinais não-
linguísticos, como gestos, expressões
faciais, imagens, etc., são denominadas
comunicação não-verbal. É muito
interessante observar que para manter uma
comunicação não é preciso usar a fala e
sim utilizar uma linguagem, seja, verbal ou
não verbal.A linguagem sofre variação de
acordo com a época, o lugar, o grupo
social e a situação em que a pessoa se
encontra.
3.0 LINGUAGEM VERBAL E NÃO
VERBAL
A linguagem é o uso da língua
como forma de expressão e comunicação
entre as pessoas. Quando nos referimos à
leitura de textos, a princípio temos a ideia
de que o termo recai somente sobre um
conjunto de palavras faladas ou escritas
(diz o senso comum). As ciganas, contudo,
dizem ler a mão humana, e os críticos
afirmam ler um filme, logo, fazemos
leitura de tudo o que nos cerca: os gestos,
as situações, as gravuras, as fotos, os sons,
o toque, o olhar e a vida.
Linguagem não verbal: é outra forma de
comunicação em que o código utilizado é a
simbologia.
Portanto, há utilização de outros
meios comunicativos, como placas,
figuras, gestos, cores, sons, ou seja, através
dos signos visuais e sensoriais.
A imagem abaixo é um exemplo de
linguagem não verbal, pois não utiliza do
código escrito para transmitir o conteúdo.
Figura 1: Linguagem não verbal
Linguagem verbal: é o uso da escrita ou
da fala como meio de comunicação.
Conforme a figura abaixo:
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..Uma boa charge consegue expressar
por meio das linguagens verbal e não
verbal críticas contundentes à
sociedade.
Figura 2: linguagem verbal
A linguagem pode ser ainda
verbal e não verbal simultaneamente,
usando palavras escritas e figuras ao
mesmo tempo, como nos casos das
charges, cartoons e anúncios
publicitários.
Figura 3 - Linguagem verbal e não
verbal
Charges
As charges estão sempre presentes
nos jornais, revistas exigindo dos leitores a
habilidade da interpretação textual.
4.0– PRODUÇÃO DE TEXTO
TEXTO é um conjunto de palavras e
frases encadeadas que permitem
interpretação e transmitem uma mensagem.
Um texto é uma unidade linguística de
extensão superior à frase. Um texto tem
tamanho variável e deve ser escrito com
coesão e coerência. Pode ser literário e não
literário. Assim, é preciso entender que o
texto é a unidade principal de organização
de informações, ideias e conceitos.
TEXTOS LITERÁRIOS apresentam
uma função estética,
geralmente são
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escritos em linguagem expressiva e
poética, com o objetivo de atrair o
interesse e emocionar o leitor. O autor
segue um estilo e usa as palavras de forma
harmoniosa para expressar as suas ideias.
São exemplos de textos literários:
romances, poesias, contos, novelas, textos
sagrados, etc. EXEMPLO:
OS TEXTOS NÃO-LITERÁRIOS são
textos informativos sem preocupação
estética, mas sua função é informar de
forma clara e objetiva ao leitor. São
exemplos de textos não-literários
notícias, reportagens jornalísticas, textos
científicos e didáticos, etc. e EXEMPLO:
– TEXTO NARRATIVO
É um texto que conta uma determinada
história, que é contada por um narrador,
que pode participar diretamente ou não da
história. A narrativa deve seguir o passo a
passo:
O que contar? Escolha o fato
Como foi... narrando um episódio
Mexe e remexe.. tecendo a narrativa
O narrador deve ativar a sua
imaginação lembrando-se de algum fato
presenciado, ouvido ou lido que seja
engraçado ou dramático. Planeje o que vai
contar seguindo o seguinte esquema:
OS ELEMENTOS DO TEXTO
NARRATIVO
Espaço - É o local onde acontecem os
fatos, onde as personagens se
movimentam. Existe o espaço “físico”,
que é aquele que caracteriza o enredo, e
o “psicológico”, que retrata a vivência
subjetiva dos personagens.
Tempo - Caracteriza o desencadear dos
fatos. É constituído pelo cronológico,
que, como o próprio nome diz, é ligado
a horas, meses, anos, ou seja, marcado
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elos ponteiros do relógio e pelo
calendário.
O outro é o psicológico, ligado às
lembranças, aos sentimentos interiores
vividos pelos personagens e
intrinsecamente relacionadoscom a
característica pessoal de cada um.
Personagens - São as peças
fundamentais, pois sem elas não haveria
o próprio enredo.
Há a predominância de personagens que
se destacam pelos atos heroicos,
chamadas de principais, outras que se
relacionam pelo seu caráter de oposição,
as antagonistas, e as secundárias, que
não se destacam tanto quanto as
primárias, funcionando apenas como
suporte da trama em si.
Narrador - É aquele que narra a
história, atuando como um mediador
entre a história narrada e o
leitor/ouvinte. Classifica-se em três
modalidades:
Narrador-personagem - Ele conta e
participa dos fatos ao mesmo tempo.
Neste caso a narrativa é contada em 1ª
pessoa.
Narrador-observador - Apenas limita-
se em descrever os fatos sem se
envolver com os mesmos. Aí
predomina-se o uso da 3ª pessoa.
Narrador Onisciente - Esse sabe tudo
sobre o enredo e os personagens,
revelando os sentimentos e pensamentos
mais íntimos, de uma maneira que vai
além da própria imaginação. Muitas
vezes sua voz se confunde com a dos
personagens, é o que chamamos de
Discurso Indireto Livre.
Todos estes elementos correlacionam
entre si, formando o que denominamos
de enredo,
que é o desencadear dos fatos, a
essência da história, a qual se
constituirá para um desfecho
imprevisível que talvez não
corresponderá às expectativas do leitor.
Este, portanto, poderá ser triste, alegre,
cômico ou trágico, dependo do ponto
de vista do narrador.
Exemplo de texto narrativo:
“E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o
principezinho que se voltou mas não
viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo
da macieira...
- Quem és tu? perguntou o
principezinho.
Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o
príncipe, estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse
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a raposa.
Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa, disse o
principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer cativar ?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que
procuras?
- Procuro amigos, disse. Que quer
dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida, disse a
raposa.
Significa criar laços.”
Trecho do livro: O pequeno príncipe -
Antoine de Saint-Exupéry
MORFOLOGIA
CLASSES GRAMATICAIS
A Morfologia é o estudo a respeito
da estrutura, formação e classificação
Estudar Morfologia significa
estudar, isoladamente, as classes das
palavras.
As classes de palavras ou classes gram
aticais são dez: substantivo, verbo,
adjetivo, pronome, artigo, numeral,
preposição, conjunção, interjeição e
advérbio.
1. SUBSTANTIVO
É uma palavra que expressa uma
qualidade e está sempre acompanhado do
substantivo. Exerce a função sintática
Trabalhando como adjunto adnominal
(nome) ou predicativo (do sujeito/do
objeto).
Exemplos: Ana, Brasil, beleza.
TIPOS DE SUBSTANTIVOS
Os substantivos são classificados
em: comum, próprio, simples,
composto, concreto, abstrato, primitivo,
derivado e coletivo.
✓ Substantivo Comum
Os substantivos comuns são as palavras
que designam os seres da mesma
espécie de forma genérica, por exemplo,
pessoa, gente, país.
✓ Substantivo Próprio
Os substantivo próprios, grafados em
letra maiúscula, são palavras que
particularizam seres, entidades, países,
cidades, estados da mesma espécie, por
exemplo, Brasil, São Paulo, Maria.
✓ Substantivo Simples
Os substantivos simples são formados
por apenas uma palavra, por exemplo,
casa, carro, camiseta.
✓ Substantivo Composto
O substantivo composto é formado por
mais de uma palavra, por exemplo,
guarda-chuva, guarda-roupa.
das palavras.
https://www.todamateria.com.br/substantivo-comum/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-proprio/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-simples/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-composto/
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✓ Substantivo Concreto
O substantivo concreto designa as
palavras reais, concretas, por exemplo,
menina, homem.
✓ Substantivo Abstrato
O substantivo abstrato é aquele que está
relacionado aos sentimentos, estados,
qualidades e ações, por exemplo,
beleza, alegria.
✓ Substantivo Primitivo
Os substantivos primitivos, como o
próprio nome indica, são aqueles que
não derivam de outras palavras, por
exemplo, casa, folha.
✓ Substantivo Derivado
O substantivos derivados são aquelas
palavras que derivam de outras, por
exemplo, casarão (derivado de casa) e
folhagem (derivado de folha).
✓ Substantivo Coletivo
O substantivo coletivo é aquele que se
refere a um conjunto de seres, por
exemplo, flora (conjunto de flores),
álbum (conjunto de fotos).
GÊNERO DOS SUBSTANTIVOS
De acordo com o gênero
(feminino e masculino) das palavras
substantivas, elas são classificadas em:
• Substantivos Biformes: apresentam
duas formas, ou seja, uma para o
masculino e outra para o feminino, por
exemplo, professor e professora; amigo
e amiga.
• Substantivos Uniformes: somente um
termo especifica os dois gêneros
(masculino e feminino), sendo
classificados em:
o Epicenos: palavra que apresenta
somente um gênero e refere-se aos
animais, por exemplo, foca (macho ou
fêmea).
o Sobrecomum: palavra que apresenta
somente um gênero e refere-se às
pessoas,por exemplo, criança (masculino e
feminino)
o Comum de dois gêneros: termo que se
refere aos dois gêneros (masculino e
feminino), identificado por meio do artigo
que o acompanha, por exemplo, "o artista"
e "a artista".
Fique Atento!
• Quanto ao gênero, os substantivos de
origem grega terminados em "ema" e
"oma" são masculinos, por exemplo,
teorema, poema.
• Há os substantivos chamados de
"gênero duvidoso ou incerto", ou seja,
aqueles utilizados para os dois gêneros
sem alteração do significado, por
exemplo, o personagem e a
personagem.
• Existem alguns substantivos que
variando de gênero, mudam seu
significado, por exemplo, "o cabeça"
•
https://www.todamateria.com.br/substantivo-concreto/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-abstrato/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-primitivo/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-derivado/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-coletivo/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-epiceno/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-sobrecomum/
https://www.todamateria.com.br/substantivo-comum-de-dois-generos/
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• (líder), "a cabeça" (parte do corpo
humano).
NÚMERO DOS SUBSTANTIVOS
De acordo com o número do
substantivo, eles são classificados em:
• Singular: palavra que designa uma
única coisa, pessoa ou um grupo, por
exemplo: bola, mulher.
• Plural: palavra que designa várias
coisas, pessoas ou grupos, por exemplo:
bolas, mulheres.
Complemente sua pesquisa com a
leitura dos artigos: Flexões de Número
dos Substantivos e Plural dos
Substantivos Compostos.
GRAU DOS SUBSTANTIVOS
De acordo com o grau dos
substantivos, eles são classificados
em aumentativo e diminutivo:
Aumentativo
Palavra que indica o aumento do
tamanho de algum ser ou alguma coisa.
Divide-se em:
• Analítico: substantivo acompanhado de
um adjetivo que indica grandeza, por
exemplo, casa grande.
• Sintético: substantivo com acréscimo
de um sufixo indicador de aumento, por
exemplo, casarão.
Diminutivo
Palavra que indica a diminuição do
tamanho de algum ser ou alguma coisa.
Divide-se em:
• Analítico: substantivo acompanhado de
um adjetivo que indica pequenez, por
exemplo, casa pequena• Sintético: substantivo com acréscimo
de um sufixo indicador de diminuição,
por exemplo, casinha.
Veja também o artigo: Flexões de Grau
dos Substantivos.
Relação entre Adjetivos e
Substantivos
Os adjetivos correspondem à classe de
palavras que indicam qualidades e
estados aos substantivos, por exemplo,
casa bonita. Aqui, o termo "bonita"
atribui uma qualidade ao substantivo
"casa".
2. ADJETIVOS
Adjetivo é a classe de palavras
encarregada de atribuir características
aos substantivos, ou seja, ele indica
suas qualidades e estados.
Os adjetivos são termos que variam em
gênero (feminino e masculino), número
(singular e plural) e grau (comparativo e
superlativo), sendo classificados em:
simples, composto, primitivo e
derivado.
TIPOS DE ADJETIVOS
https://www.todamateria.com.br/flexoes-de-numero-do-substantivo/
https://www.todamateria.com.br/flexoes-de-numero-do-substantivo/
https://www.todamateria.com.br/plural-dos-substantivos-compostos/
https://www.todamateria.com.br/plural-dos-substantivos-compostos/
https://www.todamateria.com.br/flexoes-de-grau-do-substantivo/
https://www.todamateria.com.br/flexoes-de-grau-do-substantivo/
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• Adjetivo Simples - apresenta somente
um radical. Exemplos: pobre, magro,
triste.
• Adjetivo Composto - apresenta mais de
um radical. Exemplos: luso-brasileiro,
superinteressante.
• Adjetivo Primitivo - palavra que dá
origem a outros adjetivos. Exemplos:
bom, alegre, puro.
• Adjetivo Derivado - palavras que
derivam de substantivos ou verbos.
Exemplos: escultor (verbo esculpir),
formoso (substantivo formosura).
Ex : escultor (verbo esculpir), formoso
(substantivo formosura).
GENÊRO DO ADJETIVO
Adjetivo Uniforme: uma palavra para dois
gêneros. Ex: feliz
Adjetivo Biforme: uma palavra para cada
gênero. Ex: esperto, esperta.
conjunto. Ex: leite branco
Comparativo: utilizado para comparar
qualidades.
• Superlativo: utilizado para intensificar
qualidades.
GRAU COMPARATIVO
• Comparativo de Igualdade - O
professor de matemática
é tão bom quanto o de geografia.
• Comparativo de Superioridade -
Marta é mais habilidosa do que a
Patrícia.
• Comparativo de Inferioridade - João
é menos feliz que Pablo.
GRAU SUPERLATIVO
• Superlativo Absoluto:
Analítico - A moça
é extremamente organizada.
Sintético - Luiz é inteligentíssimo.
• Superlativo Relativo de:
Superioridade - A menina é a
mais inteligente da turma.
Inferioridade - O garoto é o
menos esperto da classe.
Pátria: designa nacionalidade. Ex: o
brasileiro, japonês.
Os adjetivos podem estar
no singular ou no plural, concordando
com o número do substantivo a que se
referem. Assim, a sua formação se
assemelha à dos substantivos.
GRAU DOS ADJETIVOS
Quanto ao grau, os adjetivos são
classificados em:
Saiba tudo sobre a formação dos
graus comparativos e superlativo
em: Grau dos Adjetivos e Grau
Superlativo.
ADJETIVOS PÁTRIOS
Chamados também de "adjetivos
gentílicos", os adjetivos pátrios indicam
o local de origem ou nacionalidade da
https://www.todamateria.com.br/substantivos/
https://www.todamateria.com.br/grau-dos-adjetivos/
https://www.todamateria.com.br/grau-superlativo/
https://www.todamateria.com.br/grau-superlativo/
https://www.todamateria.com.br/adjetivos-patrios/
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pessoa, por exemplo: brasileiro, carioca,
paulista, europeu, espanhol.
LOCUÇÃO ADJETIVA
A locução adjetiva é o conjunto de
duas ou mais palavras que possuem
valor de adjetivo. Exemplos:
Amor de mãe - Amor maternal
Doença de boca - doença bucal
Pronome Adjetivo
Os pronomes adjetivos são aqueles em
que o pronome exerce a função de
adjetivo. Surgem acompanhados do
substantivo, modificando-os. Exemplos:
Este livro é muito bom. (acompanha o
substantivo livro)
Aquela é a empresa onde ele trabalha.
(acompanha o substantivo empresa).
3. VERBO
Verbo é a palavra que indica ação,
praticada ou sofrida pelo sujeito, fato, de
que o sujeito participa ativamente, estado
ou qualidade do sujeito, ou fenômeno
da natureza.
FLEXÕES
Para conjugarmos os verbos temos de
ter em conta as flexões a seguir.
• Pessoa: 1.ª (eu, nós); 2.ª (tu, vós) e 3.ª
(ele, eles).
• Número: Singular (eu, tu, ele) e Plural
(nós, vós, eles).
• Tempo: Presente, Pretérito e Futuro.
• Modo: Indicativo, Subjuntivo e
Imperativo.
• Voz: Voz Ativa, Voz Passiva e Voz
Reflexiva.
MODOS VERBAIS:
Indicativo, que expressa atitudes de
certeza,
Subjuntivo, que expressa atitudes de
dúvida, hipótese, desejo, e Imperativo,
que expressa atitude de ordem, pedido,
conselho.
TEMPO DO INDICATIVO
Presente
Indica fato que ocorre no dia-a-dia,
corriqueiramente.
Ex. Todos os dias, caminho no Zerão.
Estudo no Maxi.
Pretérito: Indica fatos que já ocorreram.
Pretérito Perfeito: Indica fato que ocorreu
no passado em determinado momento,
observado depois de concluído.
Ex. Ontem caminhei no Zerão.
Estudei no Maxi no ano passado.
Pretérito Imperfeito: Indica fato que
ocorria com frequência no passado, ou fato
https://www.todamateria.com.br/locucao-adjetiva/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-adjetivos/
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que não havia chegado ao final no nome
em que estava sendo observado.
Ex. Naquela época, todos os dias, eu
caminhava no Zerão.
Pretérito Mais-que-perfeito: Indica fato
ocorrido antes de outro no Pretérito
Perfeito do Indicativo.
Ex. Ontem, quando você foi ao c
Futuro: Indica fatos que ocorrem depois
do momento da fala.
Futuro do Presente: Indica fato que, com
certeza, ocorrerá. Ex. Amanhã
caminharei no Zerão pela manhã.
Futuro do Pretérito: Indica fato futuro,
dependente de outro anterior a ele.
Ex. Eu caminharia todos os dias, se não
trabalhasse tanto.
Estudaria no Maxi, se morasse em
Londrina.
TEMPOS DO SUBJUNTIVO
Os tempos do subjuntivo são:
Presente, Pretérito Imperfeito e Futuro.
Presente
O presente do subjuntivo exprime uma
ação na atualidade que é incerta ou
duvidosa.
Exemplo:
Que eles leiam!
Pretérito Imperfeito
O pretérito imperfeito exprime um
verbo no passado dependente de uma
ação também já passada.
Exemplo:
Se eles lessem estariam informados.
Futuro do Subjuntivo
O futuro do subjuntivo exprime uma
ação que irá se realizar dependendo de
outra ação futura.
Exemplo:
Quando eles lerem ficarão informados.
IMPERATIVO
O modo imperativo pode ser:
Afirmativo ou Negativo.
Afirmativo
O imperativo afirmativo expressa uma
ordem na forma positiva.
Exemplo:
Eu estou cansada. Leia ele o relatório.
Negativo
O imperativo negativo expressa uma
ordem na forma negativa.
Exemplo:
Precisamos de uma apresentação
natural. Não leia ele o trabalho.
4. PRONOME
https://www.todamateria.com.br/presente-do-subjuntivo/
https://www.todamateria.com.br/futuro-do-subjuntivo/
https://www.todamateria.com.br/modo-imperativo/
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Os pronomes representam a classe de
palavras que substituem ou
acompanham os substantivos.
De acordo com a função que exercem,
eles são classificados em:
• Pronomes Pessoais
• Pronomes Possessivos
• Pronomes Demonstrativos
• Pronomes de Tratamento
• Pronomes Indefinidos
• Pronomes Relativos
• Pronomes Interrogativos
TIPOS DE PRONOMES
PRONOMES PESSOAIS
Os pronomes pessoais são aqueles que
indicam a pessoa do discurso e são
classificados em dois tipos:
• Pronomes Pessoais do Caso Reto:
• Eu, Tu, Você, Ele, Ela, Nós, VósEle,
Elas, Vocês, exercem a função de
sujeito, por exemplo: Eu gosto muito da
Ana.
• Pronomes Pessoais do Caso Oblíquo:
Me, mim, comigo, te, ti , contigo, o, a,
lhe, se, si, consigo, nos conosco, vos ,
convosco, os, as, lhes, se, si, consigo
substituem os substantivos e
complementam os verbos, por exemplo:
Está comigo seu caderno.
Leia: Pronome oblíquo átono.
Vale lembrar que os pronomes
oblíquos “o, a, os, as, lo, la, los, las,
no, na, nos, nas” funcionam somente
como objeto direto.
PRONOMES POSSESSIVOS
Os pronomes possessivos são
aqueles que transmitem a ideia de
posse: meu, minha, meus, minhas, teu,
tua, teus , tuas, seu, sua, seus, suas,
nosso, nossa, nossos, vosso, vossas.
Exemplo: Essa caneta é sua?
PRONOMES DEMONSTRATIVOS
Os pronomes demonstrativos são
utilizados para indicar algo. Reúnem
palavras variáveis (esse, este, aquele,
essa, esta, aquela) e invariáveis (isso,
isto, aquilo). Exemplos:
Essa camisa é muito linda.
Aquelas bicicletas são boas.
Importante notar que os pronomes
demonstrativos são utilizados
dependendo da posição da pessoa em
relação à algum elemento seja no
discurso, no tempo ou no espaço. Para
compreender melhor, veja o quadro
abaixo:
PRONOMES DE TRATAMENTO
Os pronomes de tratamento são
termos respeitosos empregados
normalmente em situações formais:
Você (V./VV) Único usado em
situações informais.
Senhor - Sr. /Senhora – Srª ( formal
para pessoas mais velhas)
Vossa Excelência – V. Exª (usado p/
pessoas com alta autoridade)
Vossa Senhoria – V. Sª ( empregado nas
correspondência e textos escritos)
Vossa Majestade - VM (reis e rainha)
https://www.todamateria.com.br/pronomes-pessoais/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-pessoais-do-caso-reto/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-obliquos/
https://www.todamateria.com.br/pronome-obliquo-atono/
https://www.todamateria.com.br/objeto-direto/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-possessivos/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-demonstrativos/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-de-tratamento/
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Vossa Alteza – príncipes, princesa e
duque)
Vossa Santidade – V.S. (Papa)
Vossa Eminência – V. Em.ªs ( cardeais)
Vossa Reverendíssima – V. Ver.mª
(religiosos em geral)
Pronomes Indefinidos
Empregados na 3ª pessoa do discurso, o
próprio nome já indica que os pronomes
indefinidos substituem ou acompanham
o substantivo de maneira vaga ou
imprecisa. Veja abaixo a tabela e alguns
exemplos:
Pronomes Relativos
Os pronomes relativos se referem a um
substantivo já dito anteriormente na
oração. Podem ser palavras variáveis e
invariáveis.
Pronomes Interrogativos
Os pronomes interrogativos são
palavras variáveis e invariáveis
empregadas para formular perguntas
diretas e indiretas.
5. PREPOSIÇÃO
Preposição é a palavra que estabelece
uma relação entre dois ou mais termos da
oração. Essa relação é do
tipo subordinativa, ou seja, entre os
elementos ligados pela preposição não há
sentido dissociado, separado,
individualizado; ao contrário, o sentido da
expressão é dependente da união de todos
os elementos que a preposição vincula.
Exemplos:
Os amigos de João estranharam o
seu modo de vestir.
Amigos de João / modo de vestir:
elementos ligados por preposição de:
preposição
Ela esperou com entusiasmo aquele breve
passeio.
Esperou com entusiasmo: elementos
ligados por preposição com: preposição.
CLASSIFICAÇÃO DAS
PREPOSIÇÕES
As preposições podem ser
divididas em dois grupos:
1. Preposições Essenciais – são as
palavras que só funcionam como
preposição, a saber: a, ante, após, até,
com, contra, de, desde, em, entre, para,
per, perante, por, sem, sob, sobre, trás.
2. Preposições Acidentais – são as
palavras de outras classes gramaticais
que, em certas frases funcionam como
preposição, a saber: afora, como,
conforme, consoante, durante, exceto,
mediante, menos, salvo, segundo, visto
etc.
LOCUÇÕES PREPOSITIVAS
A locução prepositiva é formada
por duas ou mais palavras com o
valor de preposição, sempre
terminando por uma preposição, por
exemplo:
•
https://www.todamateria.com.br/pronomes-indefinidos/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-relativos/
https://www.todamateria.com.br/pronomes-interrogativos/
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• abaixo de, acima de, a fim de, além de,
antes de, até a, depois de, ao invés de,
ao lado de, em que pese a, à custa de,
em via de, à volta com, defronte de, a
par de, perto de, por causa de, através
de, etc.
COMBINAÇÃO, CONTRAÇÃO E
CRASE
Importante notar que, algumas
preposições podem aparecer
combinadas com outras palavras.
Assim, quando na junção dos termos
não houver perda de elementos
fonéticos, teremos uma combinação,
por exemplo:
• ao (a + o)
• aos (a + os)
• aonde (a + onde
Por conseguinte, quando da junção
da preposição com outra palavra houver
perda fonética, teremos a
chamada contração, por exemplo:
• do (de + o)
• dum (de + um)
• desta (de + esta)
• no (em + o)
• neste (em + este)
• nisso (em + isso)
Por fim, toda fusão de vogais idênticas
forma uma crase:
• à = contração da preposição a + o artigo
a
• àquilo = contração da preposição a + a
primeira vogal do pronome aquilo.
Na língua cotidiana, falada ou escrita,
aparecem as reduções pra (para a)
e pro (para o). Essas
palavras não pedem acento, já que se
trata de palavras átonas. por exemplo:
• Este é um país que vai pra frente.
• Vá pra casa, e não pro botequim!
6. ADVÉRBIO
É invariável e modifica ou
acompanha o verbo, um adjetivo ou a si
mesmo. Pode ser:
De Tempo: ontem, já, agora, afinal, tarde,
breve, nisto, então
De Lugar: aqui, lá, fora, acima,longe,
onde, detrás, além
De Modo:bem, mal, depressa, assim,
melhor, como, aliás
De Intensidade: muito, pouco,tão,menos,
demasiado, tanto, meio
De Dúvida: talvez, acaso, provavelmente,
certo, decerto, quiça
De Afirmação: sim, certamente,
realmente, efetivamente , deveras.
De Negação: não, tampouco
7. ARTIGO DEFINIDO E
INDEFINIDO
O artigo definido e indefinido são
tipos de artigos. Lembre-se que os
artigos representam a classe de palavras
que precedem o substantivo de forma
que determinam seu número (singular
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15
ou plural) e seu gênero (feminino ou
masculino).
Dessa maneira, os artigos
representam elementos essenciais na
construção das frases, visto que mantêm
a coesão no texto e ainda, destacam
algumas de suas particularidades.
TIPOS DE ARTIGOS
Os artigos são classificados em:
1. Artigos Definidos (o, a, os, as):
palavras determinam o substantivo
de forma precisa.
2. Artigos Indefinidos (um, uma, uns,
umas): termos que determinam o
substantivo de forma imprecisa.
ARTIGO DEFINIDO
Os artigos definidos, como o próprio
nome indica, definem ou individualizam
os substantivos, seja uma pessoa, objeto
ou lugar. São eles:
O – artigo definido masculino- singular
A – artigo definido feminino - singular
Os – artigo definido masculino – plural
As – artigo definido feminino – plural
Exemplos
O garoto foi jantar na casa dos pais
Ganhamos a bicicleta que esperávamos.
Luísa aproveitou para rever os amigos.
As meninas foram viajar.
Em todos os exemplos, podemos
notar a precisão de tais pessoas ou
objetos pelo emprego correto do artigo
definido. Isso porque ele determina de
maneira exata o substantivo em questão:
o garoto, a bicicleta, os amigos e as
meninas.
Assim, fica claro que o artigo
definido indica de modo particular o
substantivojá conhecido. Note que estes
estão presentes no texto ou no
pensamento do locutor (emissor, autor)
ou do interlocutor (receptor, ouvinte).
ARTIGO INDEFINIDO
.
Os artigos indefinidos determinam
de maneira vaga, indeterminada ou
imprecisa, uma pessoa, objeto ou lugar
ao qual não se fez menção anterior no
texto. São eles:
Um – artigo indefinido – masculino
singular
Uma – artigo indefinido – feminino
singular
Uns – artigo ind. – masculino plural
Umas – artigo ind. – feminino plural
Exemplos
Um dia iremos nos encontrar.
Uma certa tarde saímos para caminhar
Joana convidou para a festa uns amigos
estrangeiros.
Comprei umas camisas para seu
aniversário.
Note que em todos os exemplos
acima, não está definido qual objeto,
pessoa ou lugar. Nos dois primeiros
exemplos, não está identificado “qual o
dia” ou “qual a tarde” em que o evento
ocorre.
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Da mesma maneira, Joana não
especifica “quais amigos!” ela
convidará para a festa. Por fim, “umas
camisas” corresponde à uma ideia vaga
de “quais camisas” são essas.
Cuidado para não confundir o artigo
indefinido “um” com o numeral “um”,
pois o numeral é uma palavra utilizada
para indicar quantidade.
8. NUMERAL
Numeral é a classe de palavra
variável (flexionadas em número e
gênero) encarregada de determinar a
quantidade de pessoas, objetos, coisas
ou o lugar ocupado numa dada
sequência.
Em outros termos, o numeral é a palavra
que indica, em termos numéricos, um
número exato ou a posição que tal coisa
ocupa numa série.
CLASSIFICAÇÃO DOS
NUMERAIS
Os numerais são classificados em cinco
tipos, a saber:
Cardinais
Forma básica dos números (1, 2,
3,4,5…), as quais adjetivam uma
quantidade, sendo que alguns deles
variam em gênero, por exemplo: um-
uma, dois-duas, alguns no grupo das
centenas (duzentos, duzentas, trezentos,
trezentas, etc.).
Além disso, alguns números
cardinais variam em número, como é o
caso: milhão-milhões, bilhão-bilhões,
trilhão-trilhões, e assim por diante.
Ordinais
Indica ordem de uma sequência, ou
seja, representa a ordem de sucessão e
uma série, seja de seres, coisas ou
objetos (primeiro, segundo, terceiro,
quarto, quinto…).
Importante destacar que alguns
numerais ordinais possuem o valor de
adjetivo. São palavras que variam em
gênero (masculino-feminino) e número
(singular e plural), por exemplo:
primeiro-primeira, primeiros-primeiras;
terceiro-terceira, terceiros-terceiras, etc.
Fracionários
São os números fracionários que
indicam a diminuição das proporções
numéricas, ou seja, representam uma
parte de um todo, por exemplo, ¼ (lê-se
um quarto, um sobre quatro), ½ (lê-se
meio ou metade, um sobre dois), ¾ (lê-
se três quartos ou três sobre quatro).
Para saber mais sobre os números
fracionários, acesse o link: Frações
Coletivos
Número exato que faz referência a
um conjunto de seres, por exemplo,
dúzia (conjunto de 12), dezena
(conjunto de 10), centena (conjunto de
100), semestre (conjunto de 6), bimestre
(conjunto de 2).
Os números coletivos sofrem a flexão
de número (singular e plural): dúzia-
dúzias, dezena-dezenas, centenas-
centenas.
https://www.todamateria.com.br/numeros-cardinais/
https://www.todamateria.com.br/numeros-ordinais/
https://www.todamateria.com.br/fracoes/
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Multiplicativos
Relaciona um conjunto de seres,
objetos ou coisas, dando-lhes uma
característica, de forma que determina o
aumento da quantidade por meio de
múltiplos, por exemplo, dobro, triplo,
quádruplo, quíntuplo, etc.
Os multiplicativos são numerais,
flexionados em gênero e número
quando atuam em função adjetiva, e, do
contrário, são invariáveis (função
substantiva).
Dessa forma, de acordo com sua
função, os numerais podem apresentar
valor de substantivo ou adjetivo, sendo
classificados em:
• Numerais substantivos: caracterizados
pelos numerais multiplicativos, esses
numerais podem substituir outros
substantivos. Exemplo: Fizeram
o dobro do esforço e conseguiram
o triplo da produção.
• Numerais adjetivos: são os numerais
cardinais, ordinais, coletivos e
fracionários, os quais modificam o
substantivo, indicando valor adjetivo.
Exemplo: Essa carne é
de segunda (indica a qualidade da
carne).
9. CONJUNÇÃO
Conjunção é um termo que liga
duas orações ou duas palavras de
mesmo valor gramatical, estabelecendo
uma relação entre eles.
Exemplos:
Ele joga futebol e basquete. (dois
termos semelhantes)
Eu iria ao jogo, mas estou sem
companhia. (duas orações)
CLASSIFICAÇÃO DAS
CONJUNÇÕES
As conjunções são classificas em dois
grupos: coordenativas e
subordinativas.
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
As conjunções coordenativas são
aquelas que ligam duas orações
independentes. São divididas em
cinco tipos:
Aditivas (e, nem, não só...mas
também, não só...como
também)
Exprimem soma, adição de
pensamentos, por exemplo: Ana
não fala nem ouve.
Adversativas (mas, porém,
contudo, entretanto, no entanto,
todavia)
Exprimem oposição, contraste,
compensação de pensamentos, por
exemplo: Não fomos
campeões, todavia exibimos o
melhor futebol.
Alternativas (ou...ou, já...já,
ora...ora, quer...quer,
seja...seja)
Exprimem escolha de pensamentos,
por exemplo: Ou você vem
conosco ou você não vai.
https://www.todamateria.com.br/conjuncoes-coordenativas/
https://www.todamateria.com.br/conjuncoes-adversativas/
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Conclusivas (logo, por isso, pois
(quando vem depois do verbo),
portanto, por conseguinte,
assim)
Exprimem conclusão de
pensamento, por exemplo: Chove
bastante, portanto a colheita está
garantida.
Explicativas (que, porque, assim,
pois (quando vem antes do verbo),
porquanto, por conseguinte)
Exprimem razão, motivo, por
exemplo: Não choveu, porque nada
está molhado.
Leia também:
CONJUNÇÕES
SUBORDINATIVAS
As conjunções
subordinativas servem para ligar
orações dependentes uma da
outra e são divididas em dez tipos:
Integrantes (que, se)
Introduzem orações subordinadas
com função substantiva. Exemplo:
Quero que você volte já. Não
sei se devo voltar lá.
Causais (que, porque, como, pois,
visto que, já que, uma vez que)
Introduzem orações subordinadas
que dão ideia de causa. Exemplo:
Não fui à
aula porque choveu. Como fiquei
doente não pude ir à aula.
Comparativas (que, do que,
como)
Introduzem orações subordinadas
que dão ideia de comparação.
Exemplo: Meu professor é mais
inteligente do que o seu.
Concessivas (embora, ainda
que, mesmo que, se bem que,
posto que, apesar de que, por
mais que, por melhor que)
Iniciam orações subordinadas que
exprimem um fato contrário ao da
oração principal. Exemplo: Vou à
praia, embora esteja chovendo.
Condicionais (caso, contanto que,
salvo se, desde que, a não ser que)
Iniciam orações subordinadas que
exprimem hipótese ou condição para
que o fato da oração principal se realize
ou não. Exemplo: Se não chover, irei à
praia.
Conformativas (segundo, como,
conforme)
Iniciam orações subordinadas que
exprimem acordo, concordância de
um fato com outro. Exemplo: Cada
um colhe conforme semeia.
Consecutivas (que, de forma que, de
modo que, de maneira que)
Iniciam orações subordinadas que
exprimem a consequência ou o
efeito do que se declara na oração
principal. Exemplo: Foi tamanho o
susto que ela desmaiou.
Temporais (logo que, antes que,
quando, assim que, sempre que)
Iniciam orações subordinadas que dão
ideia de tempo. Exemplo: Quando as
férias chegarem, viajaremos.
Finais (a fim de que, para que)
Iniciam oraçõessubordinadas que
exprimem uma finalidade. Exemplo:
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Estamos aqui para que ele fique
tranquilo.
Proporcionais (à medida que, à
proporção que, ao passo que,
quanto mais, quanto menos,
quanto menor, quanto melhor)
Iniciam orações subordinadas que
exprimem concomitância,
simultaneidade. Exemplo: Quanto
mais trabalho, menos recebo.
10. INTERJEIÇÃO
Palavra ou expressão que exterioriza
emoção ou sentimento. Ex: Cuidado!
Você vai cair.
4.8.0 - Classificação das interjeições
Comumente, as interjeições expressam
sentido de:
Advertência: Cuidado!, Devagar!,
Calma!, Sentido!, Atenção!, Olha!, Alerta!
Afugentamento: Fora!, Passa!, Rua!, Xô!
Alegria ou Satisfação: Oh!, Ah!,Eh!,
Oba!, Viva!
Alívio: Arre!, Uf!, Ufa! Ah!
Animação ou Estímulo: Vamos!, Força!,
Coragem!, Eia!, Ânimo!, Adiante!, Firme!,
Toca!
Aplauso ou Aprovação: Bravo!, Bis!,
Apoiado!, Viva!, Boa!
Concordância: Claro!, Sim!, Pois não!,
Tá!, Hã-hã!
Repulsa ou Desaprovação: Credo!, Irra!,
Ih!, Livra!, Safa!, Fora!, Abaixo!,
Francamente!, Xi!, Chega!, Basta!, Ora!
Desejo ou Intenção: Oh!,Pudera!,
Tomara!, Oxalá!
Desculpa: Perdão!
Dor ou Tristeza: Ai!, Ui!, Ai de mim!,
Que pena!, Ah!, Oh!, Eh!
Dúvida ou Incredulidade: Qual!, Qual o
quê!, Hum!, Epa!, Ora!
Espanto ou Admiração: Oh!, Ah!, Uai!,
Puxa!, Céus!, Quê!, Caramba!, Opa!,
Virgem!, Vixe!, Nossa!, Hem?!, Hein?,
Cruz!, Putz!
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Impaciência ou Contrariedade: Hum!,
Hem!, Irra!, Raios!, Diabo!, Puxa!, Pô!,
Ora!
- PONTUAÇÃO
Os sinais de pontuação são recursos da
linguagem que indicam ao leitor como ler
o texto, marcando pausas, entonações.
- Quando surgiram os sinais de
pontuação?
A maioria dos sinais de pontuação
apareceu na Europa entre os séculos
XIV e XVII. Eles nasceram para
facilitar a leitura e a compreensão dos
textos. O período em que as primeiras
vírgulas, pontos de interrogação e dois-
pontos surgiram coincide com o
momento em que o hábito de ler,
praticamente restrito aos monges na
Idade Média, crescia com o surgimento
da impressão tipográfica.
O grande ancestral da pontuação,
porém, apareceu bem antes. O ponto já
era usado no antigo Egito em textos
poéticos e no ensino de crianças na
escrita hierática - espécie de letra de
forma que simplificava os complexos
hieróglifos. À medida que os jovens
ficavam mais fluentes na leitura, os
pontos eram retirados.
Os usos e funções dos sinais de
pontuação também variaram muito ao
longo dos séculos. "O ponto, por
exemplo, nem sempre marcou a
conclusão de uma ‘ideia completa’. Na
Idade Média, ele era inserido antes do
nome dos heróis ou de personagens
importantes da narrativa, por questões
de respeito ou apenas enfatização.
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CANÇÃO DA PONTUAÇÃO
Sempre que um homem fala
Ou que pensa em escrever,
Vírgula, é uma pausa,
Vírgula, que é uma pausa,
Não, não se deve esquecer.
É figura pequenina,
Mais não levem a mal,
Quando aparece, termina,
Quando aparece termina,
É o fim ponto... final.
Se o tagarela pergunta,
Bem no meio da lição:
Que vamos fazer agora?
Que vamos fazer agora?
É o ponto de interrogação.
Quando a gente se admira
E quer mostrar emoção,
Deve pôr no fim da frase
Deve pôr no fim da frase
Um ponto de exclamação!
E quando se quer dizer
Uma pessoa a falar,
Devemos logo escrever,
Devemos logo escrever
Dois pontinhos bem no ar.
Antes da continuação
Um tracinho, o travessão,
Quando surgiu?
Ponto final (.)
3000 a.C.
Interrogação (?) / Exclamação (!)
Século XIV
Vírgula (,) / Ponto e vírgula (;)
Século XV
Dois-pontos (:)
Século XVI
Aspas ("")
Século XVII
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LINGUAGENS E CÓDIGOS
22
Bem juntinhos olaré,
Bem juntinhos olaré,
Os dois pontos, travessão.
Se queremos salientar,
Uma Palavra ou expressão,
As “aspas” devemos pôr,
As “aspas” devemos pôr,
Não é a tua opinião?
Mas se escreve e não dizes,
Tudo aquilo que tu pensa,
Nunca deves esquecer,
Nunca deves esquecer,
Três pontinhos, reticências…
Uma família pequena,
Esta da pontuação:
Vírgula, ponto final.
7.0 - ORTOGRAFIA
COM QUE LETRA EU ESCREVO? X
E CH
Emprega-se o X:
1) Após um ditongo.
Exemplos: caixa, frouxo, peixe
Exceção: recauchutar e seus derivados
2) Após a sílaba inicial "en".
Exemplos: enxame, enxada, enxaqueca
Exceção: palavras iniciadas por "ch"
que recebem o prefixo "en-"
Exemplos: encharcar (de charco),
enchiqueirar (de chiqueiro), encher e
seus derivados (enchente, enchimento,
preencher...)
3) Após a sílaba inicial "me-".
Exemplos: mexer, mexerica, mexicano,
mexilhão
Exceção: mecha
4) Em vocábulos de origem indígena ou
africana e nas palavras inglesas
aportuguesadas.
Exemplos: abacaxi, xavante,
orixá, xará, xerife, xampu
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LINGUAGENS E CÓDIGOS
23
5) Nas seguintes palavras:
bexiga, bruxa, coaxar, faxina, graxa,
lagartixa, lixa, lixo, puxar, rixa, oxalá,
praxe, roxo,
vexame, xadrez,xarope, xaxim, xícara, xale
, xingar, etc.
Emprega-se o dígrafo Ch:
BOM ESTUDO!
1) Nos seguintes vocábulos:
bochecha, bucha,
cachimbo, chalé, charque, chimarrão, c
huchu, chute, cochilo, debochar,
fachada, fantoche, ficha, flecha,
mochila, pechincha, salsicha, tchau,
etc.
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http://www.infoescola.com
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http://www.soportugues.com.br/secoes/curiosidades/pontuac
ao.php
Educação de Jovens e Adultos: segundo segmento do
Ensino Fundamental, vol 1 – 1ª Ed. – S. Paulo; Global :
Ação Educativa, 2009, ... Coleção Viver , Aprender. Vários
Autores.
http://www.okconcursos.com.br/
http://www.saers.caedufjf.net/
http://www.infoescola.com/
http://www.simplesmenteportugues.com.br/
http://www.soportugues.com.br/
http://www.saladeatividades.com.br/
http://www.soportugues.com.br/secoes/curiosidades/pontuac