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me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Insuficiência Cardíaca: tratamento Prof. Juan Demolinari Ferreira me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Questões de IC Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Insuficiência Cardíaca IC: diagnóstico e fisiopatologia IC: tratamento IC: agudame dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Relembrando a classificação Cardiologia- Prof. Juan Demolinari ICFER ICFEI ICFEP Fração de ejeção do VE 50% me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Relembrando a classificação Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Classificação New York Heart Association (NYHA) para dispneia NYHA I Ausência de sintomas para atividades cotidianas NYHA II Presença de sintomas leves em atividades cotidianas NYHA III Sintomas em atividades menos intensas que o cotidiano ou pequenos esforços NYHA IV Sintomas em repouso ou mínimos esforços me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Relembrando a classificação Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Classificação em estágios pela AHA Estágio A Pacientes com fatores de risco para IC, porém sem alterações estruturais cardíacas (hipertensos, diabéticos, dislipidêmicos, obesos etc.). Estágio B Pacientes com alterações estruturais cardíacas, porém sem sintomas (hipertrofia concêntrica do VE, história de IAM, Orovalvopatias etc.). Estágio C Pacientes com alterações estruturais cardíacas e sintomas atuais ou prévias (dispneia, ortopneia, edema etc.). Estágio D Pacientes com IC refratária ao tratamento clínico.me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 1.0 Tratamento não-farmacológico da insuficiência cardíaca Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Medidas não farmacológicas recomendadas na IC Medida Recomendação Programa multidisciplinar de cuidado Visa melhorar a adesão, o autocuidado e, dessa forma, reduzir morbidade, hospitalizações e mortalidade por IC. Reabilitação ICFER Exercício aeróbico regular para ICFER NYHA II a III para melhorar qualidade de vida e capacidade functional (aumenta o consumo pico de oxigênio (VO2). Vacinação Imunização para influenza anualmente e pneumococo a cada 5 anos para prevenção de fatores agravantes de IC. Reabilitação ICFEP Exercício aeróbico regular para ICFEP NYHA II a III para melhorar capacidade funcional e função diastólica. Ácidos Graxos poli-insaturados n3 (ômega 3) Suplementação alimentar com ácidos graxos poli-insaturados n-3 para redução de mortalidade e internações. Restrição salina Evitar ingesta de sal superior a 7 gramas/dia (equivalente a 2,8 gramas de sódio).me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 1.0 Tratamento não-farmacológico da insuficiência cardíaca Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Medidas não farmacológicas recomendadas na IC Medida Recomendação Programa multidisciplinar de cuidado Visa melhorar a adesão, o autocuidado e, dessa forma, reduzir morbidade, hospitalizações e mortalidade por IC. Reabilitação ICFER Exercício aeróbico regular para ICFER NYHA II a III para melhorar qualidade de vida e capacidade functional (aumenta o consumo pico de oxigênio (VO2). Vacinação Imunização para influenza anualmente e pneumococo a cada 5 anos para prevenção de fatores agravantes de IC. Reabilitação ICFEP Exercício aeróbico regular para ICFEP NYHA II a III para melhorar capacidade funcional e função diastólica. Ácidos Graxos poli-insaturados n3 (ômega 3) Suplementação alimentar com ácidos graxos poli-insaturados n-3 para redução de mortalidade e internações. Restrição salina Evitar ingesta de sal superior a 7 gramas/dia (equivalente a 2,8 gramas de sódio). Programa multidisciplinar de cuidado Visa melhorar a adesão, o autocuidado e, dessa forma, reduzir morbidade, hospitalizações e mortalidade por IC. me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 1.0 Tratamento não-farmacológico da insuficiência cardíaca Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Medidas não farmacológicas recomendadas na IC Medida Recomendação Programa multidisciplinar de cuidado Visa melhorar a adesão, o autocuidado e, dessa forma, reduzir morbidade, hospitalizações e mortalidade por IC. Reabilitação ICFER Exercício aeróbico regular para ICFER NYHA II a III para melhorar qualidade de vida e capacidade functional (aumenta o consumo pico de oxigênio (VO2). Vacinação Imunização para influenza anualmente e pneumococo a cada 5 anos para prevenção de fatores agravantes de IC. Reabilitação ICFEP Exercício aeróbico regular para ICFEP NYHA II a III para melhorar capacidade funcional e função diastólica. Ácidos Graxos poli-insaturados n3 (ômega 3) Suplementação alimentar com ácidos graxos poli-insaturados n-3 para redução de mortalidade e internações. Restrição salina Evitar ingesta de sal superior a 7 gramas/dia (equivalente a 2,8 gramas de sódio). Reabilitação ICFER Exercício aeróbico regular para ICFER NYHA II a III para melhorar qualidade de vida e capacidade funcional (aumenta o consumo pico de oxigênio (VO2). Reabilitação ICFEP Exercício aeróbico regular para ICFEP NYHA II a III para melhorar capacidade funcional e função diastólica. me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 1.0 Tratamento não-farmacológico da insuficiência cardíaca Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Medidas não farmacológicas recomendadas na IC Medida Recomendação Programa multidisciplinar de cuidado Visa melhorar a adesão, o autocuidado e, dessa forma, reduzir morbidade, hospitalizações e mortalidade por IC. Reabilitação ICFER Exercício aeróbico regular para ICFER NYHA II a III para melhorar qualidade de vida e capacidade functional (aumenta o consumo pico de oxigênio (VO2). Vacinação Imunização para influenza anualmente e pneumococo a cada 5 anos para prevenção de fatores agravantes de IC. Reabilitação ICFEP Exercício aeróbico regular para ICFEP NYHA II a III para melhorar capacidade funcional e função diastólica. Ácidos Graxos poli-insaturados n3 (ômega 3) Suplementação alimentar com ácidos graxos poli-insaturados n-3 para redução de mortalidade e internações. Restrição salina Evitar ingesta de sal superior a 7 gramas/dia (equivalente a 2,8 gramas de sódio). Vacinação Imunização para influenza anualmente e pneumococo a cada 5 anos para prevenção de fatores agravantes de IC. me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 1.0 Tratamento não-farmacológico da insuficiência cardíaca Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Medidas não farmacológicas recomendadas na IC Medida Recomendação Programa multidisciplinar de cuidado Visa melhorar a adesão, o autocuidado e, dessa forma, reduzir morbidade, hospitalizações e mortalidade por IC. Reabilitação ICFER Exercício aeróbico regular para ICFER NYHA II a III para melhorar qualidade de vida e capacidade functional (aumenta o consumo pico de oxigênio (VO2). Vacinação Imunização para influenza anualmente e pneumococo a cada 5 anos para prevenção de fatores agravantes de IC. Reabilitação ICFEP Exercício aeróbico regular para ICFEP NYHA II a III para melhorar capacidade funcional e função diastólica. Ácidos Graxos poli-insaturados n3 (ômega 3) Suplementação alimentar com ácidos graxos poli-insaturados n-3 para redução de mortalidade e internações. Restrição salina Evitar ingestade sal superior a 7 gramas/dia (equivalente a 2,8 gramas de sódio). Ácidos Graxos poli- insaturados n3 (ômega 3) Suplementação alimentar com ácidos graxos poli-insaturados n-3 para redução de mortalidade e internações. me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 1.0 Tratamento não-farmacológico da insuficiência cardíaca Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Medidas não farmacológicas recomendadas na IC Medida Recomendação Programa multidisciplinar de cuidado Visa melhorar a adesão, o autocuidado e, dessa forma, reduzir morbidade, hospitalizações e mortalidade por IC. Reabilitação ICFER Exercício aeróbico regular para ICFER NYHA II a III para melhorar qualidade de vida e capacidade functional (aumenta o consumo pico de oxigênio (VO2). Vacinação Imunização para influenza anualmente e pneumococo a cada 5 anos para prevenção de fatores agravantes de IC. Reabilitação ICFEP Exercício aeróbico regular para ICFEP NYHA II a III para melhorar capacidade funcional e função diastólica. Ácidos Graxos poli-insaturados n3 (ômega 3) Suplementação alimentar com ácidos graxos poli-insaturados n-3 para redução de mortalidade e internações. Restrição salina Evitar ingesta de sal superior a 7 gramas/dia (equivalente a 2,8 gramas de sódio). Restrição salina Evitar ingesta de sal superior a 7 gramas/dia (equivalente a 2,8 gramas de sódio). me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari O treinamento físico, o tratamento do fator etiológico e o uso de IECA, diuréticos e BRA têm benefícios comprovados na insuficiência cardíaca. Quanto ao treinamento físico apenas, podemos CONCORDAR que existem evidências de que pode: a) piorar a capacidade funcional e a qualidade de vida. Demonstrando que o exercício combinado supervisionado por 3 meses melhora o consumo de pico de oxigênio. b) melhorar a capacidade funcional, mas não a qualidade de vida. Demonstrando que o exercício combinado supervisionado por 3 meses melhora o consumo de pico de oxigênio. c) melhorar a capacidade funcional e a qualidade de vida. Demonstrando que o exercício combinado supervisionado por 3 meses piora o consumo de pico de oxigênio. d) melhorar a capacidade funcional e a qualidade de vida. Demonstrando que o exercício combinado supervisionado por 3 meses melhora o consumo de pico de oxigênio. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.0 Tratamento farmacológico da ICFER Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Diuréticos para controle de sintomas apenasme dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Entre as drogas usadas no tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, algumas reduzem a mortalidade, quais sejam: I - Inibidores da enzima conversora. II - Digoxina. III - Antagonistas da aldosterona. IV - Diuréticos de alça. V - Betabloqueadores. Quais estão corretas? a) Apenas I, II e III. b) Apenas I, III e V. c) Apenas II, III e IV. d) Apenas III, IV e V. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Paciente de 42 anos é reinternado na enfermaria com quadro de dispneia aos pequenos esforços, ortopneia, dispneia paroxística noturna e edema de membros inferiores. O eletrocardiograma mostra bloqueio completo do ramo direito, bloqueio da divisão anterossuperior do ramo esquerdo e extrassístoles ventriculares isoladas. O ecocardiograma evidenciou a presença de um aneurisma mamilar da região apical do VE com um pequeno trombo em seu interior, insuficiência mitral de grau moderado e significativa redução da fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FE = 30%) às custas de acinesia da região mediobasal da parede ínfero lateral e hipocinesia difusa das demais paredes. Em relação ao tratamento a ser instituído, qual das seguintes medicações tem impacto na redução da mortalidade? a) Furosemida. b) Espironolactona. c) Digoxina. d) Hidroclorotiazida. e) Amiodarona. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Homem, 62 anos de idade, hipertenso há 15 anos, apresenta queixa de dispneia progressiva aos esforços, há 1 ano. Exame físico: PA = 130 x 80 mmHg, FC = 94 bpm, ictus cardíaco desviado para esquerda e edema bilateral em membros inferiores. Eletrocardiograma com ritmo sinusal e sobrecarga de câmaras esquerdas. Ecocardiograma com hipocinesia difusa e fração de ejeção de 33%. Qual é a combinação terapêutica mais adequada em termos de melhora de sobrevida? a) Losartan, bisoprolol, clonidina. b) Enalapril, digoxina, espironolactona. c) Captopril, nifedipina, espironolactona. d) Enalapril, carvedilol, espironolactona. e) Losartan, diltiazem, espironolactona. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.1 IECA/BRA Cardiologia- Prof. Juan Demolinari me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.1 IECA/BRA Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Contraindicações ao uso de IECA/BRA: Potássio sérico > 5,5 mEq/L Estenose de artéria renal bilateral ou estenose de artéria renal em rim único História de angioedema documentado com uso prévio de IECA (contraindicação a IECA) Hipotensão sintomática Considerar não usar em pacientes com Cr>3 mg/dL Gestação me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Em relação ao emprego de Inibidor da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECA) ou de Bloqueador do Receptor da Angiotensina (BRA) no tratamento farmacológico da insuficiência cardíaca, qual das seguintes afirmações é verdadeira? a) O IECA deve ser administrado a todos os pacientes com insuficiência cardíaca independentemente da existência de sintomas. b) Disfunção renal que surja após a introdução desses medicamentos ou durante o tratamento crônico caracteriza intolerância e obriga a suspensão do seu uso. c) Os BRA devem ser associados ao tratamento de todos os pacientes em uso de IECA para se obter redução adicional da mortalidade. d) Não há superioridade terapêutica no uso de IECA em doses mais altas quando comparado a doses mais baixas deste mesmo medicamento. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari O uso de inibidores da ECA é altamente recomendado em praticamente todos os pacientes com insuficiência cardíaca e fração de ejeção baixa. Em algumas situações, entretanto, tal prescrição deve ser revista. Esse uso deve ser reavaliado criticamente, quando houver: a) Creatinina acima de 2 mg/dL. b) Hipotensão arterial assintomática. c) Potássio > 5,5 mmol/L. d) Disfunção sistólica assintomática. e) Tosse de qualquer natureza. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.2 Betabloqueadores Cardiologia- Prof. Juan Demolinari β-BLOQUEADORES BLOQUEIO β-1 Bradicardia e diminuição de contratilidade cardíaca BLOQUEIO β-2 Vasoconstrição periférica e broncoconstrição me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.2 Betabloqueadores Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Atenção a uma “pegadinha” em provas: o tartarato de metoprolol não modifica a mortalidade na IC. Lembre-se do S, só o succinato de metoprolol modifica a mortalidade, o tartaratonão. BB na IC Carvedilol Bisoprolol Succinato de metoprolol Nebivolol me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Sobre o uso de betabloqueadores no tratamento da insuficiência cardíaca, é CORRETO afirmar que: a) propranolol é uma boa opção terapêutica devido ao baixo custo. b) início precoce de carvedilol após um episódio de edema agudo de pulmão alivia os sintomas congestivos e previne a recorrência dessa complicação. c) Deve ser iniciado em dose baixa, com progressão gradual a cada três a sete dias. d) impacto na redução da mortalidade só é observado a longo prazo, após dois a três anos de uso. e) Está indicado aos pacientes com doença secundária à cardiopatia isquêmica, independente da classe funcional. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Em relação ao tratamento com betabloqueadores, podemos afirmar que: a) quando os betabloqueadores aprovados para uso em IC (metoprolol succinato, carvedilol, bisoprolol e nebivolol) não estiverem disponíveis, pode-se prescrever propranolol ou atenolol, já que o efeito é de classe. b) esquema de titulação tradicional dos betabloqueadores, com aumentos a cada duas semanas, costuma ser lento e trabalhoso. Esquemas alternativos com titulação rápida (em dias) devem ser preferidos. c) durante a fase de titulação, pode haver piora da classe funcional, situação na qual a dose deve ser mantida ou retornada à dose anterior e feitos ajustes de volemia com emprego de diuréticos. d) quando o paciente apresentar episódios de descompensação, requerendo internação domiciliar, o betabloqueador deverá ser suspenso para reintrodução após a alta. e) os efeitos protetores sobre a mortalidade, conferidos pelos betabloqueadores, se manifestam já nas menores doses; portanto, não há obrigatoriedade de se tentar titular para as doses mais altas. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.3 Antagonistas de mineralocorticoides Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Indicação de uso da espironolactona: - Pacientes com ICFER sintomática (NYHA II-IV), em associação aos IECA e BB. Efeito adverso famoso: ginecomastia. Contraindicação: - Cr> 2,5 mg/dl - K+> 5,9 mEq/lme dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Um paciente de setenta e dois anos de idade, com antecedente de hipertensão arterial há vários anos, compareceu ao ambulatório relatando dispneia decorrente de esforços maiores que os habituais, como subir escadas ou andar apressadamente. O paciente relatou, ainda, o uso irregular de um anti-hipertensivo prescrito (clortalidona). No exame físico, o idoso apresentou-se normocorado, com extremidades quentes, frequência cardíaca de 108 bpm, pressão arterial de 154 mmHg x 72 mmHg, turgência jugular a 30°, ausculta pulmonar normal, ictus cordis propulsivo no 6º espaço intercostal esquerdo da linha axilar anterior, ritmo cardíaco em galope (terceira bulha) e sem sopros. Adicionalmente, notou-se refluxo hepatojugular e edema perimaleolar bilateral. Os exames laboratoriais revelaram sódio de 144 mEq/L; potássio de 5,4 mEq/L; creatinina de 3,2 mg/dl; hemoglobina de 10,4 g/dL; e hematócrito de 31%. Os demais exames bioquímicos e a função tireoidiana estavam normais. O ecocardiograma revelou fração de ejeção de 36%. Com referência ao caso clínico acima apresentado, julgue o item que se segue. O captopril e a espironolactona devem ser acrescentados à terapêutica inicial visando melhora da qualidade de vida e aumento na sobrevida desse paciente. A) CERTO. B) ERRADO. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.4 Inibidores da neprisilina e dos receptores da angiotensina II (sacubitril / valsartan) Cardiologia- Prof. Juan Demolinari - Pacientes com ICFER sintomática que não apresentam melhora da classe funcional a despeito do uso de doses otimizadas da terapia tripla (IECA ou BRA, betabloqueadores e antagonistas da aldosterona). INRA causam aumento sustentado de BNP Dosar no NT-pro BNP me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Qual medicamento, utilizado no tratamento da insuficiência cardíaca, aumenta os níveis séricos de BNP? a) Inibidores da ECA. b) Betabloqueadores. c) Diuréticos. d) Sacubitril/Valsartana. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.5 Ivabradina Cardiologia- Prof. Juan Demolinari 1) Pacientes portadores de ICFER com disfunção grave de VE (FE ≤ 35%), que se encontram em ritmo sinusal e que permanecem sintomáticos e com FC ≥ 70 bpm mesmo utilizando as doses máximas toleradas de betabloqueadores 2) Pacientes com contraindicação aos betabloqueadores (como por exemplo doença pulmonar obstrutiva crônica descompensada, hipotensão sintomática etc.). Pacientes devem estar em ritmo sinusal!!! me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Homem, 55 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia, tabagista e antecedente de cirurgia de revascularização do miocárdio, refere quadro de dispneia aos grandes esforços e edema de membros inferiores há 18 meses, com piora progressiva nos últimos meses. Há 2 meses, relata dispneia aos mínimos esforços, ortopneia e dispneia paroxística noturna. Exame físico: PA 100/70 mmHg, FC = 68 bpm. Bom estado geral, perfusão normal, ausculta respiratória com murmúrio vesicular reduzido globalmente, sem sibilos ou estertores pulmonares, ausculta cardíaca com ritmo irregular, bulhas hipofonéticas e com sopro holossistólico 2+/6+ no foco mitral. Ictus cordis de 3 polpas no 7º espaço intercostal, linha axilar média. Abdome: fígado palpável a 5 cm RCD, sem sinais de ascite e presença de refluxo hepatojugular. Membros inferiores: sem edemas. Eletrocardiograma: ritmo de fibrilação atrial e bloqueio de ramo esquerdo avançado. Ecocardiograma: fração de ejeção = 30%. Das medicações que aumentam a sobrevida no tratamento da insuficiência cardíaca, qual está contraindicada na prescrição do caso exposto? a) Betabloqueador. b) IECA. c) Ivabradina. d) Hidralazina e nitrato. e) Espironolactona. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.6 Inibidores da SGLT2 (dapagliflozina e empagliflozina) Cardiologia- Prof. Juan Demolinari 1) Pacientes diabéticos com fatores de risco para IC ou com IC já diagnosticada devem usar gliflozinas em associação com a metformina. 2) Pacientes com IC e FEVE ≤40%, diabéticos ou não, ainda sintomáticos a despeito do uso de terapia tripla. Cuidado com infecções de TGU e cetoacidose euglicêmica. me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Paciente diabético com diagnóstico de insuficiência cardíaca congestiva procura atendimento em nível ambulatorial. Assinale entre as drogas abaixo listadas aquela que NÃO proporciona diminuição na mortalidade cardiovascular do paciente. a) Ramipril b) Amlodipina c) Aldactone d) Hidralazina associada com dinitrato de Isosorbida e) Empaglifozina Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.7. Nitrato e hidralazina Cardiologia- Prof. Juan Demolinari 1) Pacientes com ICFER e contraindicação ao uso de IECA ou BRA 2) Em associação à terapiatripla padrão (IECA ou BRA + betabloqueador + espironolactona) para os pacientes com ICFER que permanecem sintomáticos em classe funcional avançada (NYHA III ou IV), principalmente em afrodescendentes. Nitrato + hidralazina Nitrato Venodilatador Redução da pré-carga Hidralazina Vasodilatador arterial Redução da pós-carga me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Mulher de 58 anos de idade, recentemente teve diagnóstico de ICC descompensada classe funcional III que melhorou há 15 dias para classe II, acompanhado de perda de 2 kg. A paciente começou a utilizar furosemida 40 mg por dia, captopril 25 mg 3x ao dia e carvedilol 6,25 mg 2x ao dia. Na consulta ambulatorial, trouxe exames: ureia =135 mg/dL, creatinina= 3,25 mg/dL, K = 5,7mEq/L e Na = 135 mEq/L. Há 2 semanas: ureia = 52 mg/dL, creatinina = 0,8 mg/dL, Na = 125 mEq/L, K= 4,2 mEq/L. No momento: REG, orientada e vigil, anictérica, PA = 120/85 mmHg, FC= 84 bpm em 2t, sem sopros, tem edema = +1/+4 em membros inferiores e mantém estase jugular a 45º, não apresentando mais refluxo hepatojugular e com ausculta pulmonar com estertores finos nas bases. Qual a conduta mais adequada neste momento? a) Trocar o IECA por nitrato e hidralazina; b) Associar digoxina após suspensão do captopril; c) Associar espironolactona para potencializar a furosemida; d) Indicar hemodiálise de urgência; e) NDA. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.8. Digitálicos Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Digitálico Inibe a bomba Na+/K+ ATPase Aumenta o cálcio intracelular Aumenta contratilidade cardíaca +( efeito inotrópico positivo) Reduz tônus simpático e aumenta o parassimpático Diminuem condução no nó AV Diminuem frequência cardíaca (efeito cronotrópico negativome dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.8. Digitálicos Cardiologia- Prof. Juan Demolinari 1) Pacientes com fração de ejeção ≤45% que permanecem sintomáticos apesar de doses otimizadas da terapia tripla (IECA ou BRA, betabloqueador e antagonista mineralocorticóide), 2) Pacientes com FEVE ≤45% e FA permanente que continuam sintomáticos e com dificuldade em controlar a resposta ventricular mesmo estando em uso de doses otimizadas de betabloqueadores. Não mudam a mortalidade!!!!! me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.8.1 Intoxicação digitálica Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Intoxicação Digitálica Alterações ECG Prostração Náuseas e vômitos Xantopsia - visão amarelada me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.8.1 Intoxicação digitálica Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Alterações eletrocardiográficas da intoxicação digitálica: Extrassístoles ventriculares (mais frequente) Prolongamento do intervalo PR Aumento da amplitude da onda U Bigeminismo ventricular Bradicardias, ritmo juncional e bloqueio AV Taquicardia atrial com condução AV variável (muito sugestivo) TV / FV me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Impregnação Digitálica Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Fonte: shutterstockme dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Paciente cardiopata grave em uso de betabloqueador, diurético de alça, digital e IECA é admitido na Unidade de Emergência do Hospital Casa de Portugal, com náuseas, vômitos, diarreia, palpitações, bradicardia e hipotensão arterial. Refere alteração do paladar e na percepção de cores. ECG evidencia BAVT. Qual a hipótese diagnóstica? a) hiperpotassemia b) intoxicação digitálica c) gastroenterite aguda d) hipomagnesemia Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 2.9. Diuréticos de alça e tiazídicos Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Apesar de muito prescritos para alívio sintomático da congestão, NÃO há trabalhos que mostrem redução de mortalidade com o uso dos diuréticos nos pacientes com ICFER crônica ambulatorial. - Usados em qualquer paciente com sintomas de congestão. me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 3.0 Dispositivos cardíacos implantáveis no tratamento da ICFER Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Dispositivos cardíacos na ICFER CDI TRCme dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 3.1. Terapia de ressincronização cardíaca Cardiologia- Prof. Juan Demolinari me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 3.1. Terapia de ressincronização cardíaca Cardiologia- Prof. Juan Demolinari TRC Refratari edade ao tto clínico BRE Largo Ritmo Sinusal FEVE ≤ 35% me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Paciente de 52 anos tem insuficiência cardíaca congestiva, com aumento radiográfico da área cardíaca, fração de ejeção de 30% e movimento paradoxal da parede septal. Após o tratamento otimizado com furosemida, espironolactona, betabloqueador, captopril e digoxina, permanece sintomático e tem sua qualidade de vida muito prejudicada. A equipe médica opta por tentar terapia de ressincronização cardíaca, com marca-passo biventricular. As condições que devem estar presentes para que essa terapia proposta seja realmente bem indicada e tenha as melhores chances de ser benéfica são, respectivamente: a) Aumento biatrial e fibrilação atrial. b) QRS de duração > 120 ms e ritmo sinusal. c) Pressão sistólica da artéria pulmonar normal e função renal normal. d) Hipertrofia do ventrículo esquerdo e bloqueio atrioventricular de segundo grau. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 3.2. Cardiodesfibrilador implantável (CDI) Cardiologia- Prof. Juan Demolinari me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 3.2. Cardiodesfibrilador implantável (CDI) Cardiologia- Prof. Juan Demolinari CDI Morte súbita abortada em TV/FV Síncope por TV/FV IC FEVE ≤35% e sintomas IC + TV me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari O cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) está indicado para prevenção de morte súbita cardíaca em qual situação? a) pacientes com função sistólica do VE normal e extrassístoles ventriculares isoladas b) em todos os pacientes com cardiomiopatia hipertrófica assimétrica c) nos pacientes portadores de cardiomiopatia isquêmica e disfunção de VE grave (FECó pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Homem de 52 anos apresenta dispneia aos esforços há dois anos, progressiva, com melhora ao repouso. Há dois meses, iniciou inchaço nas pernas. AP: HAS não controlada há 15 anos. Exame físico: estase jugular 2+/4+, crepitações pulmonares em bases bilaterais e edema de membros inferiores. Rx de tórax: sinais de congestão pulmonar. Ecocardiograma: câmaras cardíacas com dimensões normais, aumento da espessura da parede do ventrículo esquerdo, fração de ejeção de 51%. Com o objetivo de aumentar a sobrevida e melhorar os sintomas, a melhor conduta é: A) inibidor da enzima conversora da angiotensina e betabloqueador. B) controle da pressão arterial e introduzir diurético. C) betabloqueador e ivabradina. D) antagonistas dos canais de cálcio e associação sacubitril-valsartana. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Na insuficiência cardíaca diastólica, qual classe de fármaco não será útil? a) Inibidores de enzima conversora de angiotensina. b) Digital. c) Diuréticos. d) Bloqueador do receptor da angiotensina. e) Betabloqueadores. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 5.0 Tratamento da ICFEI? Cardiologia- Prof. Juan Demolinari E no meio termo???? me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiodepressoras Aumentam retenção hidrossalina Causam arritmias malignas 6.0 Drogas contraindicadas na IC Cardiologia- Prof. Juan Demolinari me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ 6.0 Drogas contraindicadas na IC Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Drogas contraindicadas na IC AINES Corticoides Glitazonas BCC não diidropiridínicos Propafenona Antidepressivos tricíclicos Quimioterápicos cardiotóxicos Cilostazol Sotalol Quinidina me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari Qual das seguintes drogas pode ser utilizada com segurança por um homem de 65 anos, portador de Insuficiência Cardíaca sintomática com fração de ejeção de 30% de etiologia isquêmica? A) Diclofenaco. B) Empagliflozina. C) Pioglitazona. D) Cilostazol. E) Ciclofosfamida. Cai em prova ... me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥OBRIGADO Prof. Juan Demolinari Ferreira @drjuandemolinari me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Cardiologia- Prof. Juan Demolinari me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ med.estrategiaeducacional.com.br Estude com a empresa que mais aprova em concursos públicos no Brasil ESTRATÉGIA MED me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ med.estrategiaeducacional.com.br Atualização em Insuficiência Cardíaca Prof. Juan Demolinari Ferreira CRMMG: 61.775 RQE: 46013/46014 me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ me dv id eo s. co m Có pi a nã o é ro ub o ♥ Introdução Prof. Juan Demolinari •≥50% ICFEP •40-49% ICFELR •