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Questionário sobre Políticas Públicas e Mudanças 
Climáticas
Questionário- Disciplina: Química básica- Prof.: Roberto 
Meirelles
Como as regulamentações governamentais 
podem efetivamente controlar as emissões de 
gases de efeito estufa?
Então, tipo assim... na aula da Professora Mariana 
semana passada a gente discutiu isso e é muito mais 
complicado do que parece! Tava conversando com meu 
grupo de estudos depois e a gente ficou meio perdido 
tentando entender como que funciona essa coisa toda de 
controle de emissões. Tipo, tem toda uma burocracia 
entre prefeitura, estado e governo federal que às vezes dá 
um nó na cabeça. A professora explicou que tem três 
níveis principais de regulamentação: as diretrizes 
nacionais, que são tipo as regras gerais que todo mundo 
tem que seguir; as estaduais, que podem ser mais 
rigorosas dependendo da região; e as municipais, que 
cuidam mais do dia a dia mesmo. Fiquei impressionado 
quando ela mostrou que algumas cidades têm regras 
super específicas pra indústrias locais!
Meu, na real que as empresas não conseguem mudar 
tudo de uma vez, né? Até na nossa república a gente 
demora pra mudar alguns hábitos, imagina numa 
empresa gigante! Semana passada eu tava lendo um 
artigo que a professora indicou (ainda não terminei 
porque tá em inglês e tô sofrendo aqui haha), mas pelo 
que entendi eles precisam criar uns sistemas bem 
complexos pra monitorar tudo isso. O texto falava sobre 
como as empresas precisam fazer um inventário 
completo das suas emissões - tipo um censo, sabe? Elas 
têm que mapear TUDO: desde a energia que usam nas 
fábricas até o combustível dos caminhões de entrega. E 
não é só isso! Precisam também pensar em como seus 
produtos vão impactar o ambiente depois que saem da 
fábrica. Tipo, se você faz geladeiras, tem que considerar 
quanto de energia elas vão gastar na casa das pessoas!
Ah, e sabe o que é mais doido? Tem uns países que já tão 
super avançados nisso! Na aula de Economia Ambiental, 
o professor mostrou uns casos da Europa que são muito 
massa. Eles criaram um sistema de créditos de carbono 
que, sinceramente, demorei umas três aulas pra entender 
direito, mas quando a ficha caiu... nossa, faz todo sentido! 
É tipo uma bolsa de valores do carbono, onde as 
empresas que poluem menos podem vender seus 
créditos pra quem polui mais. Na Noruega, por exemplo, 
eles têm um imposto sobre carbono desde os anos 90! E 
o mais legal é que isso fez várias empresas investirem 
em tecnologias mais limpas pra não ter que pagar tanto 
imposto. O professor até brincou que às vezes o bolso dói 
mais que a consciência ambiental!
Tô fazendo um trabalho sobre isso pra disciplina de 
Políticas Ambientais e descobri umas coisas muito 
interessantes sobre como o Brasil tá tentando 
implementar essas regulamentações. A gente tem a 
Política Nacional sobre Mudança do Clima desde 2009, 
que é tipo nossa constituição do clima. Mas confesso que 
fiquei meio bolado quando vi que muitas metas ainda não 
saíram do papel. O professor explicou que isso acontece 
porque falta fiscalização e as multas às vezes são muito 
baixas comparadas com o custo de adaptar toda a 
produção. É aquela coisa, né? Na teoria é tudo lindo, mas 
na prática... Mesmo assim, tem algumas empresas 
brasileiras que tão mandando muito bem! Teve uma 
palestra semana passada de uma galera de uma indústria 
aqui de São Paulo que reduziu as emissões em 40% nos 
últimos cinco anos. Eles explicaram todo o processo e, 
mano, foi muito inspiring (desculpa o inglês, mas não 
achei palavra melhor! {).
Questionário- Disciplina: Química básica- Prof.: Roberto 
Meirelles
Qual o impacto dos incentivos fiscais na adoção 
de tecnologias sustentáveis pelo setor privado?
Velho, isso é muito interessante! No semestre passado eu 
tava meio perdido nesse assunto, mas depois que fiz 
aquele trabalho em grupo com a galera da Engenharia 
Ambiental (valeu, galera do grupo 4!), comecei a entender 
melhor. É tipo um esquema que o governo faz pra 
convencer as empresas a serem mais sustentáveis... 
Meio que dando um desconto nos impostos pra quem se 
comportar direitinho, sabe? E não é só aqui não! Na aula 
de Economia Verde (matéria nova que abriu esse 
semestre, super recomendo!), a professora mostrou que 
isso já rola em vários lugares do mundo. Na Alemanha, 
por exemplo, as empresas que investem em energia solar 
podem abater até 40% do investimento nos impostos! 
Imagina só que massa se a gente tivesse isso aqui 
também...
Olha, outro dia eu tava no centro acadêmico conversando 
com uns colegas do 4º período, e eles me mostraram uns 
casos super legais de empresas aqui do Brasil mesmo. 
Tipo, tem uma aqui perto de casa (esqueci o nome agora, 
depois procuro no caderno) que mudou toda a produção 
por causa desses incentivos. Meu pai até trabalha numa 
empresa que tá começando a pensar nisso também! Eles 
tão fazendo um estudo de viabilidade pra instalar painéis 
solares e trocar toda a frota por carros elétricos. O mais 
legal é que, segundo as contas que ele me mostrou, o 
investimento se paga em uns 5 anos só com a economia 
de energia e os incentivos fiscais!
Na última aula de Gestão Ambiental, o professor trouxe 
um cara muito maneiro que trabalha numa consultoria 
especializada em projetos sustentáveis. Mano, que aula 
incrível! Ele explicou que tem vários tipos diferentes de 
incentivos: tem a redução de impostos diretos, tipo ICMS 
e IPI; tem linhas de financiamento com juros mais baixos 
pra projetos verdes; e até certificados especiais que as 
empresas podem usar pra melhorar a imagem delas no 
mercado. Fiquei tão interessado que até anotei o contato 
dele pra quem sabe fazer um estágio lá no futuro!
E sabe o que é mais legal? Esses incentivos não ajudam 
só o meio ambiente não! O cara da consultoria mostrou 
dados de como as empresas que investem em 
sustentabilidade costumam ter um desempenho melhor 
na bolsa de valores. Ele chamou isso de "ESG" - 
Environmental, Social and Governance (ainda bem que ele 
explicou a sigla porque eu tava boiando total! {). 
Aparentemente, os investidores tão cada vez mais 
preocupados com isso. Até fiz um comentário na aula 
sobre como minha vó, que nunca ligou muito pra essas 
coisas, agora só quer comprar produto de empresa 
sustentável! O professor brincou que a vó tá mais 
antenada que muito CEO por aí.
Questionário- Disciplina: Química básica- Prof.: Roberto 
Meirelles
De que forma os investimentos em P&D 
contribuem para a mitigação das mudanças 
climáticas?
Mano, nem acredito que caiu isso! Tô fazendo meu 
projeto de iniciação científica justamente sobre isso (tá 
sendo uma correria danada, por sinal). O Professor Carlos 
vive falando que a tecnologia é a chave pra gente resolver 
essa parada do clima. Tô até pensando em fazer meu 
TCC sobre isso, se conseguir aguentar todas essas 
leituras científicas haha! Na real, quanto mais eu 
pesquiso, mais eu percebo que a gente precisa de 
inovação pra resolver essa treta toda do clima. Tipo, não 
dá pra continuar fazendo as coisas do mesmo jeito e 
esperar resultados diferentes, né?
Tipo assim, tem cada pesquisa maneira rolando nos 
laboratórios... Semana passada a gente visitou o 
laboratório de química ambiental e, meu, que negócio 
doido! Os alunos do mestrado tão desenvolvendo uns 
materiais super high-tech pra capturar carbono. Não 
entendi metade das coisas que eles falaram, mas achei 
muito massa! Ah, e adivinha? O Brasil também tá fazendo 
umas pesquisas bem legais nessa área! Tem um grupo 
na USP, por exemplo, que tá desenvolvendo um tipo de 
concreto que absorve CO2 da atmosfera. Imagina só: 
quanto mais prédios a gente construir, mais vai estar 
ajudando a limpar o ar! Isso não é genial?
Na última reunião do meu grupo de pesquisa, a gente 
discutiu um artigo super interessante sobre como os 
investimentos em P&D de energias renováveis têm 
crescido nos últimos anos. Os números são 
impressionantes! Só em 2022, foram mais de 500 bilhões 
de dólares investidos globalmente em pesquisas de 
energialimpa. O professor explicou que isso é mais do 
que todo o orçamento da NASA! E o resultado tá aí: o 
preço dos painéis solares caiu tipo 90% nos últimos dez 
anos, tornando a energia solar mais barata que carvão em 
vários lugares.
E não para por aí! Tem um pessoal do departamento de 
Engenharia que tá trabalhando num projeto super legal de 
biotecnologia. Eles tão usando umas algas modificadas 
geneticamente pra produzir biocombustível. Fui assistir 
uma apresentação deles outro dia e fiquei tipo "??? `". É 
muito futurista! As algas crescem super rápido, não 
precisam de terra agricultável (diferente da soja ou milho) 
e ainda por cima absorvem CO2 enquanto crescem. Triple 
win, como diria minha professora de inglês!
Questionário- Disciplina: Química básica- Prof.: Roberto 
Meirelles
Como a educação ambiental pode transformar 
comportamentos e contribuir para a redução 
das emissões de gases de efeito estufa?
Nossa, essa pergunta me lembrou total a aula do 
Professor André! Ele sempre fala "gente, conhecimento é 
poder, mas só se a gente usar ele!", com aquele jeito 
animado dele. E é muito real isso. Depois que entrei na 
faculdade, comecei a mudar vários hábitos... até convenci 
minha mãe a começar a compostar lá em casa (deu um 
trabalhão explicar, mas consegui!). O mais legal é ver 
como pequenas mudanças podem fazer uma diferença 
enorme quando todo mundo se junta. Tipo, só de explicar 
pra minha família sobre consumo consciente, a gente já 
reduziu a conta de luz em 30%!
Semana passada eu fui fazer uma atividade prática numa 
escola aqui perto, parte do projeto de extensão que 
participo. Mano, cê precisa ver como as crianças são 
espertas! Elas já sabem tudo sobre reciclagem, economia 
de água... tem uma menininha de 8 anos que deu um 
show falando sobre aquecimento global, fiquei até com 
vergonha porque ela sabia mais que eu quando tinha essa 
idade! O mais incrível é que elas levam esse 
conhecimento pra casa e acabam educando os pais 
também. Uma professora me contou que depois de uma 
aula sobre desperdício de água, vários pais ligaram pra 
escola perguntando por que as crianças estavam 
cronometrando o banho deles! x
Na disciplina de Educação Ambiental, a gente aprendeu 
que existem várias formas de abordar esse assunto. Não 
é só ficar falando de catástrofes e fazendo todo mundo 
se sentir culpado (que, convenhamos, não funciona muito 
bem). A professora mostrou umas técnicas super legais 
de educação lúdica - tipo, usar jogos, música e arte pra 
ensinar sobre meio ambiente. Semana passada mesmo a 
gente organizou uma gincana no projeto de extensão 
onde as crianças tinham que montar uma "cidade 
sustentável" usando material reciclado. Foi muito massa 
ver como elas pensaram em todos os detalhes: desde 
transporte público elétrico até telhados verdes!
E sabe o que é mais massa? A gente tá vendo resultado 
na prática! O projeto que participo já existe há 3 anos e 
tem dados mostrando que as famílias das crianças que 
participam reduziram em média 25% seu consumo de 
energia e 40% a produção de lixo. Isso sem contar as 
histórias individuais que a gente ouve toda semana: pai 
que começou a ir de bike pro trabalho, mãe que organizou 
uma horta comunitária no bairro, vó que virou influencer 
de receitas com aproveitamento integral de alimentos 
(essa é minha favorita! c&). Sério mesmo, às vezes 
fico meio desanimado com tanta notícia ruim sobre o 
meio ambiente, mas quando vejo essa galera nova 
crescendo com essa consciência... ah, dá uma esperança 
danada!

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