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11 ProfaProfa. . MsMs. . Rita AndradeRita Andrade Baseado no Cap. 2 do livro Teoria do Estado: cidadania e poder Baseado no Cap. 2 do livro Teoria do Estado: cidadania e poder político na modernidade, de Rogério Gesta Leal político na modernidade, de Rogério Gesta Leal ESTÁCIO ESTÁCIO –– FALFAL Curso de DireitoCurso de Direito Ciência PolíticaCiência Política Constituição e legitimidade do Estado Constituição e legitimidade do Estado Moderno: causas e condiçõesModerno: causas e condições Constituição e legitimidade do Estado Constituição e legitimidade do Estado Moderno: causas e condiçõesModerno: causas e condições A Europa nos séculos XIV e XVA Europa nos séculos XIV e XVA Europa nos séculos XIV e XVA Europa nos séculos XIV e XV SÉCULOS XI e XII SÉCULOS XI e XII –– EUROPA EUROPA FEUDAL FEUDAL -- Aumento da Aumento da produtividadeprodutividade econômica econômica dos feudosdos feudos Expansão de vilas e Expansão de vilas e cidades cidades –– urbanização.urbanização. Dinamização da vidaDinamização da vidasocial e econômicasocial e econômica Surge Surge nova categoria nova categoria socialsocial –– comércio e comércio e circulação de mercadorias circulação de mercadorias –– BURGUESIABURGUESIA Intercâmbio com o Intercâmbio com o Oriente Oriente –– ColonialismoColonialismo O Contexto histórico, político e econômicoO Contexto histórico, político e econômico 22 A Europa nos séculos XIV e XVA Europa nos séculos XIV e XVA Europa nos séculos XIV e XVA Europa nos séculos XIV e XV SÉCULOS XI e XII SÉCULOS XI e XII –– EUROPA EUROPA FEUDAL FEUDAL CruzadasCruzadas Surgimento e proeminências das Surgimento e proeminências das UniversidadesUniversidades: Oxford, Cambridge, : Oxford, Cambridge, Bolonha, paris Salermo, Coimbra.Bolonha, paris Salermo, Coimbra. Transição política Transição política –– fortalecimento fortalecimento dos dos estados monárquicosestados monárquicos.. Direito canônicoDireito canônico regulando as regulando as condutas e comportamentos condutas e comportamentos ––hiararquias e tribunais.hiararquias e tribunais. Rigorosa Rigorosa censura aos costumescensura aos costumes(divindade) (divindade) –– origem formal das origem formal das concepções do Direito e das leis concepções do Direito e das leis dominantes no Ocidente.dominantes no Ocidente. O Contexto histórico, político e econômicoO Contexto histórico, político e econômico A Europa nos séculos XIV e XVA Europa nos séculos XIV e XVA Europa nos séculos XIV e XVA Europa nos séculos XIV e XV O Contexto histórico, político e econômicoO Contexto histórico, político e econômico 33 Centro da ordem cristã Centro da ordem cristã -- autoridade espiritual.autoridade espiritual. Nos ReinosNos Reinos –– prática jurídica e administrativa prática jurídica e administrativa –– princípiosprincípios profanosprofanos: : PODER REAL. PODER REAL. Parlamento Parlamento -- InglaterraInglaterra –– Idéia de instrumentos de Idéia de instrumentos de mediaçãomediação –– enfrentamento poder absoluto do rei e da Igreja.enfrentamento poder absoluto do rei e da Igreja. França França –– Séc. XIIISéc. XIII –– Legisladores Legisladores –– empenho em empenho em destruirdestruir núcleos núcleos feudais feudais –– ideário conservadorideário conservador. . França França –– Séc. XIIISéc. XIII –– reconhecimento pela Igreja da reconhecimento pela Igreja da soberania dos soberania dos Estados nacionaisEstados nacionais –– sociedade dos homens (não mais criatura).sociedade dos homens (não mais criatura). Inglaterra Inglaterra –– Séc. XIIISéc. XIII –– Tradição Legislativa Tradição Legislativa -- costumeira, superior à costumeira, superior à vontade particular do rei.vontade particular do rei. RENASCIMENTO RENASCIMENTO –– retorno à Antiguidade clássica; retorno à Antiguidade clássica; ruptura com ruptura com dogmatismodogmatismo; Estado confunde; Estado confunde--se com figura do rei se com figura do rei -- manipulação. manipulação. A Europa nos séculos XIV e XVA Europa nos séculos XIV e XVA Europa nos séculos XIV e XVA Europa nos séculos XIV e XV O Contexto histórico, político e econômicoO Contexto histórico, político e econômico Forte influência culturaisForte influência culturais -- muçulmana e bizantina.muçulmana e bizantina. Revolução Comercial e MercantilismoRevolução Comercial e Mercantilismo –– Sociedade e homem burguês da Sociedade e homem burguês da Idade Moderna. Idade Moderna. Absolutismo monárquicoAbsolutismo monárquico –– controle sobre todos os ramos da atividade controle sobre todos os ramos da atividade econômica econômica –– participação direta nos empreendimentos comerciaisparticipação direta nos empreendimentos comerciais –– descoberta do Novo Mundo.descoberta do Novo Mundo. Séc. XVI e XVIISéc. XVI e XVII –– RENASCIMENTO RENASCIMENTO –– pensar críticopensar crítico progresso da ciência progresso da ciência –– pesquisa, contestação, experimentação. pesquisa, contestação, experimentação. RENASCIMENTORENASCIMENTO –– Nova doutrina de LIBERDADE Nova doutrina de LIBERDADE –– povo livre decidepovo livre decide seu destino em assembléias seu destino em assembléias –– retórica é fundamental .retórica é fundamental . ProfanizaçãoProfanização da Filosofiada Filosofia –– Ruptura com escolástica (Igreja Católica).Ruptura com escolástica (Igreja Católica). REFORMA PROTESTANTE REFORMA PROTESTANTE –– Cinde a cristandade em duas partes Cinde a cristandade em duas partes –– guerras civis e políticoguerras civis e político--religiosas.religiosas. A Europa nos séculos XVI e XVIIA Europa nos séculos XVI e XVIIA Europa nos séculos XVI e XVIIA Europa nos séculos XVI e XVII O Contexto histórico, político e econômicoO Contexto histórico, político e econômico 44 “paixão de buscar e de descobrir; exigência crítica e livre exame, ávidos por atacar todos os dogmas, dilacerar todas as escolásticas; orgulho humano pronto a enfrentar a Divindade, a opor, ao "Deus criador do homem, o homem auto-suficiente, o homem agora deus para o homem, exercendo o seu próprio poder criador sobre uma natureza doravante expurgada" de raízes religiosas, novamente pagã." A "era das' técnicas", a serviço do homem e de sua ação, substitui a era medieval, "da contemplação", orientada e dominada por Deus. O indivíduo, enquadrado pelas comunidades, desde a família até a profissão, às quais pertencia por decreto da Providência, conduzido pela Igreja ao reino do Céu, para sua eterna salvação, vai, pouco a pouco, libertar-se da longa disciplina católica da Idade Média, para buscar por si o caminho, em uma fecunda ou estéril solidão.” (CHEVALIER, 1999, p. 18) Concepção de mundo e do homemConcepção de mundo e do homemConcepção de mundo e do homemConcepção de mundo e do homem O HOMEM (Ser Humano) renascentista O HOMEM (Ser Humano) renascentista possuiapossuia …… Concepção de mundo e do homemConcepção de mundo e do homemConcepção de mundo e do homemConcepção de mundo e do homem O HOMEM (Ser Humano) renascentista O HOMEM (Ser Humano) renascentista possuiapossuia …… 55 SÉCULO XIV SÉCULO XIV –– RACIONALISMO e EMPIRISMO RACIONALISMO e EMPIRISMO –– mesmo PROJETO:mesmo PROJETO: Oportunizar ao homem novos instrumentais de organização e Oportunizar ao homem novos instrumentais de organização e compreensão da vida;compreensão da vida; Dar a RAZÃO a tarefa de fundamentar os novos valores da Idade Dar a RAZÃO a tarefa de fundamentar os novos valores da Idade Moderna. Moderna. RACIONALISTASRACIONALISTAS Existência de ESSÊNCIAS e VERDADES puras. Existência de ESSÊNCIAS e VERDADES puras. A EXPERIÊNCIA só tem sentido à luz de um mundo ideal.A EXPERIÊNCIA só tem sentido à luz de um mundo ideal. EMPIRISTASEMPIRISTAS O que existe doe REAL é o mundo dos FATOS e FENÔMENOS.O que existe doe REAL é o mundo dos FATOS e FENÔMENOS. A função da RAZÃO A função da RAZÃO –– inteligibilidade das COISAS.inteligibilidade das COISAS. Concepção de mundo e do homemConcepção de mundo e do homemConcepçãode mundo e do homemConcepção de mundo e do homem Ciência como paradigma da NOVA ORDEMCiência como paradigma da NOVA ORDEM Concepção de mundo e do homemConcepção de mundo e do homemConcepção de mundo e do homemConcepção de mundo e do homem Ciência como paradigma da NOVA ORDEMCiência como paradigma da NOVA ORDEM NOVO TIPO DE SABERNOVO TIPO DE SABER –– ciência experimental (nova posição ciência experimental (nova posição metodológica)metodológica) Mais político e econômico do que filosófico.Mais político e econômico do que filosófico. Discursos éticos e políticos têm que buscar novos Discursos éticos e políticos têm que buscar novos fundamentos.fundamentos. Valores humanos se elevam sobre racionalidades históricas Valores humanos se elevam sobre racionalidades históricas concretas. concretas. POSTURAS RACIONAISPOSTURAS RACIONAIS –– implicações éticas e políticas:implicações éticas e políticas: É possível conhecer a essência de algo que está acima dos É possível conhecer a essência de algo que está acima dos fatos e sentidos fatos e sentidos –– do ser humano.do ser humano. Instituem FUNDAMENTOS sólidos para os discursos MORAIS Instituem FUNDAMENTOS sólidos para os discursos MORAIS e POLÍTICOS. e POLÍTICOS. 66 MAQUIAVEL MAQUIAVEL –– RENASCIMENTO RENASCIMENTO –– ITÁLIA/FLORENÇA ITÁLIA/FLORENÇA –– SÉC. XVSÉC. XV Nasceu em Florença em 1469; Morreu em 1527 Nasceu em Florença em 1469; Morreu em 1527 –– esquecido, desprezado e na mais extrema pobreza. esquecido, desprezado e na mais extrema pobreza. Foi funcionário público.Foi funcionário público. Tinha formação jurídica e elevada cultura Tinha formação jurídica e elevada cultura humanística.humanística. Sua Itália: em fase de decadência política Sua Itália: em fase de decadência política –– fragmentada em cidadesfragmentada em cidades--Estado Estado –– domínio de domínio de aristocracia ambiciosa aristocracia ambiciosa –– guerras sangrentas.guerras sangrentas. Grandes Estados nacionais Grandes Estados nacionais –– Europa Ocidental Europa Ocidental –– monarquias fortes e centralizadas: França, Inglaterra e monarquias fortes e centralizadas: França, Inglaterra e Espanha Espanha –– unificação administrativa e política. unificação administrativa e política. Concepção de mundo e do homemConcepção de mundo e do homemConcepção de mundo e do homemConcepção de mundo e do homem Ciência como paradigma da NOVA ORDEMCiência como paradigma da NOVA ORDEM Da arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de Maquiavel [Diz[Diz Maquiavel]Maquiavel] "Compus"Compus umum opúsculo,opúsculo, DeDe PrincipatibusPrincipatibus,, nono qualqual mergulho,mergulho, tantotanto quantoquanto possível,possível, nasnas profundezasprofundezas dede meumeu tematema;; investigandoinvestigando.. qualqual aa essênciaessência dosdos principados,principados, dede quantasquantas espéciesespécies podempodem ser,ser, comocomo sãosão conquistados,conquistados, conservadosconservados ee porpor queque sese perdemperdem..”” EisEis aí,aí, pensapensa Maquiavel,Maquiavel, umum gênerogênero dede devaneiodevaneio queque agradaráagradará aa VettoriVettori,, masmas queque "sobretudo"sobretudo devedeve convirconvir aa umum príncipepríncipe ee emem especial,especial, aa umum príncipepríncipe novonovo [Juliano[Juliano dede MédicisMédicis,, ]"]".. (CHEVALIER, 1999, p. 23) Maquiavel …um estudioso “da arte do governo”… Maquiavel …um estudioso “da arte do governo”… 77 “O leitor que esperasse um debate prévio sobre a questão de direito, sobre a questão da legitimidade da aquisição, conheceria mal Maquiavel; trata-se de um domínio radicalmente estranho ao autor de O Príncipe. Este se move apenas no domínio restrito do fato, isto é, da força. Pois o triunfo do mais forte é o fato essencial da história humana. […] tratava-se da pura e simples verificação de um fato naturalíssimo, banalíssimo. Os principados estudados por Maquiavel são, em geral, […] ‘criações da força’ ” (CHEVALIER, 1999, p. 25) Os modos de governo ...Os modos de governo ... Despótico Despótico AristocráticoAristocrático RepublicanoRepublicano Os principados...Os principados... Hereditários Hereditários Novos /mistosNovos /mistos EclesiásticosEclesiásticos Da arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de Maquiavel As constatações de “O Príncipe”...As constatações de “O Príncipe”... Dedica a obra aos Dedica a obra aos MediciMedici –– Juliano e LourençoJuliano e Lourenço Observação da Observação da atualidade políticaatualidade política de sua época.de sua época. Tinha Tinha convicções republicanasconvicções republicanas, embora defendesse a adoção de , embora defendesse a adoção de regime autoritário como saída para a corrupção de Florença.regime autoritário como saída para a corrupção de Florença. As qualidades de um “príncipe”: As qualidades de um “príncipe”: VIRTUVIRTU –– “suas próprias armas” “suas próprias armas” -- energia, vigor, resolução, talento, energia, vigor, resolução, talento, valor bravio e se necessário, feroz.valor bravio e se necessário, feroz. FORTUNA FORTUNA –– ““pelas armas alheias” pelas armas alheias” -- oportunidade; onde não se teve oportunidade; onde não se teve resistência.resistência. Da arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de Maquiavel “O Príncipe não pode aparecer como um fim em si mesmo, mas tão- somente um instrumento, pelo qual renasce ou mesmo surge um Estado num país até então sem instituições ou detentor de instituições corrompidas, i. e., uma etapa intermediária entre uma Nação completamente perdida em nível de governo e administração e um Estado Republicano (o preferido de Maquiavel).” (LEAL, 2001, p. 57) 88 As constatações de “O Príncipe”...As constatações de “O Príncipe”...Não parte de um sistema filosóficoNão parte de um sistema filosófico, apóia, apóia--se na observação e em sua se na observação e em sua “desenvolvida psicologia humana”.“desenvolvida psicologia humana”. Sua obra acaba por ganhar uma interpretação de que ele atribui à Sua obra acaba por ganhar uma interpretação de que ele atribui à ATIVIDADE POLÍTICAATIVIDADE POLÍTICA um um sentido de utilizaçãosentido de utilização dos negócios públicos dos negócios públicos por por argúcia e máargúcia e má--fefe.. RousseauRousseau e outros entendem que Maquiavel queria mais advertir e outros entendem que Maquiavel queria mais advertir ––educar a populaçãoeducar a população –– ao povo para que não criasse Príncipe tão ao povo para que não criasse Príncipe tão tirânico.tirânico.O O Principado CivilPrincipado Civil –– chegachega--se:se: Pelo favor do Povo;Pelo favor do Povo; Pelo favor dos PoderososPelo favor dos Poderosos Não se pode satisfazer aos grandes sem infúrias aos outros.Não se pode satisfazer aos grandes sem infúrias aos outros. Estado Nacional e SoberanoEstado Nacional e Soberano poderia poderia se emancipar se emancipar da tutela do da tutela do direito natural, direito natural, da justiça, da moralda justiça, da moral corrente, corrente, -- válida apenas aos válida apenas aos indivíduos.indivíduos. RupturaRuptura entre o entre o exercício do exercício do GOVERNOGOVERNO e a e a pauta pauta MORALMORAL.. Da arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de Maquiavel As constatações de “O Príncipe”...As constatações de “O Príncipe”... POLÍTICAPOLÍTICA –– um um OFÍCIO prático, técnicoOFÍCIO prático, técnico –– para o para o ““BOM GOVERNO” [para BOM GOVERNO” [para quem?]quem?] que garante: propriedade privada, cumprimento dos contratos, que garante: propriedade privada, cumprimento dos contratos, mediação pelo ordenamento jurídico mediação pelo ordenamento jurídico –– LEGITIMAÇÃO DO PODERLEGITIMAÇÃO DO PODER Governante bem sucedido(Governante bem sucedido (homo politicushomo politicus) ) –– modelo teórico modelo teórico –– realidade realidade vivida e comportamento efetivo dos homens vivida e comportamento efetivo dos homens –– não na norma ou no ideal.não na norma ou no ideal. “Observemos esse ponto de vista puramente técnico (técnica, arte do triunfo político), além do bem e do mal. Bem e mal não são negados, mas isola-os em seu domínio próprio, expulsos do domínio político.” (CHEVALIER, 1999, p. 32) Da arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de Maquiavel 99 As constatações de “O Príncipe”...As constatações de “O Príncipe”... Para Para todo todo EstadoEstado (antigo ou novo) (antigo ou novo) –– as bases das boas leis são as boas as bases das boas leis são as boas armas.armas. JurisdicizaçãoJurisdicização do cotidiano do cidadão do cotidiano do cidadão –– regula e controla condutas e regula e controla condutas e comportamentos comportamentos –– preservar diferenças e desigualdades de classe sem preservar diferenças e desigualdades de classe sem rupturas ou revoltas.rupturas ou revoltas. O O Príncipe utilizaPríncipe utiliza racionalmente a racionalmente a violência e o temorviolência e o temor dela (formas direta dela (formas direta e velada).e velada). Tarefa: Tarefa: manter a hegemoniamanter a hegemonia –– legimidade pela via da LEI legimidade pela via da LEI -- controle, controle, regulação social, mediação dos conflitos.regulação social, mediação dos conflitos. Organização da REPÚBLICAOrganização da REPÚBLICA –– pela via da CONSTITUIÇÃO.pela via da CONSTITUIÇÃO. Longevidade do ESTADOLongevidade do ESTADO –– depende da estabilidade da classe dominante depende da estabilidade da classe dominante –– ARISTOCRACIA.ARISTOCRACIA. “Há limites para o sofrimento e a miséria do povo, um Príncipe que os desconhece, estará abrindo espaço para a sua própria desestabilização.” (HEBECHE apud LEAL, 2001, p. 62) Da arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de MaquiavelDa arte do governo de Maquiavel ReferênciasReferênciasReferênciasReferências LEAL, Rogério Gesta. LEAL, Rogério Gesta. Teoria do Estado: Teoria do Estado: cidadania e poder político na modernidadecidadania e poder político na modernidade. . Porto Alegre: Livraria do Advogado. 2001.Porto Alegre: Livraria do Advogado. 2001. CHEVALIER, JeanCHEVALIER, Jean--Jacques. Jacques. As Grandes Obras As Grandes Obras Políticas de Maquiavel a nossos dias.Políticas de Maquiavel a nossos dias. Rio de Rio de Janeiro: Agir. 1999.Janeiro: Agir. 1999.