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4 
(HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2020/Técnico em 
Enfermagem) Após o posicionamento do 
paciente na mesa cirúrgica, constatando que será 
utilizado um sistema de eletrocirurgia 
monopolar, o técnico de enfermagem, circulante 
de sala, deve colocar a placa neutra/dispersiva 
selecionada, observando, entre outros cuidados, 
que seja: 
a) colocada o mais próximo possível de próteses 
metálicas, caso o paciente as possua, pois 
potencializa seu efeito de proteção. 
b) colocada o mais próximo possível do sítio 
cirúrgico, em região de grande massa muscular. 
c) umedecida previamente com soro fisiológico 
0,9% e colocada em região sem pelos. 
d) lubrificada com gel condutor, colocada em 
contato com pele seca, sob área/região com 
proeminências ósseas. 
e) mantida seca e colocada em local com 
presença de pelos, que formam uma barreira 
protegendo contra queimaduras, o mais afastada 
possível da área de uso do eletrodo ativo. 
 
5 
(HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2020/Técnico em 
Enfermagem) Ao consultar o plano de cuidados 
pré-operatórios de J.R., 34 anos, sexo masculino, 
internado para se submeter à herniorrafia 
inguinal à direita, o técnico de enfermagem 
constatou que a prescrição de enfermagem 
compreendia, entre outros cuidados, a 
realização de tricotomia. Esse procedimento 
deve ser realizado, preferencialmente: 
a) com aparelho de barbear com lâmina simples, 
sem uso, até duas horas antes da cirurgia, em 
toda a região abdominal abaixo do umbigo. 
b) com aparelho de barbear estéril, até 60 
minutos antes da cirurgia, apenas na região do 
hipocôndrio direito. 
c) no momento da admissão do paciente à 
unidade de enfermagem, com aparelho de 
barbear provido de lâmina dupla, descartável, na 
região do flanco direito, seguida de escovação 
local com solução degermante. 
d) utilizando-se tricotomizador elétrico e na área 
restrita ao procedimento, no momento mais 
próximo possível do início da cirurgia. 
e) no momento da admissão do paciente à 
unidade de enfermagem, utilizando-se 
tricotomizador elétrico, na região epigástrica. 
 
6 
(HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2020/Técnico em 
Enfermagem) Ao realizar a coleta de sangue para 
exames, em veia periférica, o técnico de 
enfermagem deve observar alguns cuidados para 
evitar alterações no material coletado que 
comprometam os resultados, tais como: 
a) coletar o sangue abaixo de um acesso venoso. 
b) retirar o torniquete/garrote antes de retirar a 
agulha do local de punção. 
c) aplicar pressão sobre o local de punção após a 
retirada da agulha. 
d) instruir o cliente/paciente a abrir e fechar a 
mão vigorosamente após a aplicação do 
torniquete/garrote no braço escolhido, 
enquanto o material necessário está sendo 
preparado. 
e) limpar o local de punção com álcool 70%, em 
movimentos circulares do centro para fora, e 
secá-lo com gaze estéril, se necessário. 
 
7 
(HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2020/Técnico em 
Enfermagem) A prescrição de enfermagem para 
um paciente internado, portador de ferida 
contaminada, determina que, para a realização 
de curativo na lesão, a limpeza seja realizada com 
soro fisiológico 0,9%, em jato. Para alcançar o 
jato adequado para a irrigação, o técnico de 
enfermagem deve utilizar, entre outros recursos: 
a) uma seringa de 20 ml com agulha de calibre 40 
X 12 ou similar. 
b) uma sonda nasogástrica número 24. 
c) um frasco de soro fisiológico perfurado com 
agulha de calibre 25 X 6. 
d) uma sonda de aspiração traqueal de grosso 
calibre. 
 
 
 
e) uma seringa de 5 ml, com agulha de calibre 30 
X 7. 
 
8 
(HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2020/Técnico em 
Enfermagem) Considere os aspectos 
relacionados à esterilização sob pressão (calor 
úmido) e assinale a alternativa correta. 
a) A primeira fase do ciclo de esterilização 
consiste na admissão do vapor ao interior do 
equipamento. 
b) Finalizado o ciclo de esterilização, as portas da 
autoclave devem ser mantidas abertas para a 
secagem da carga. 
c) Na montagem da autoclave, os pacotes devem 
ser posicionados paralelamente ao fluxo do 
vapor, sem encostar nas paredes internas da 
câmara. 
d) Os pacotes a serem esterilizados no vapor sob 
pressão não devem ultrapassar o tamanho de 50 
X 50 X 80 cm e o peso não deve ser superior a 
5kg. 
e) Quando utilizados invólucros de papel 
cirúrgico com filme, os materiais que apresentem 
concavidades devem ser embalados com estas 
voltadas para o filme, a fim de facilitar a 
exposição ao vapor. 
 
9 
(HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2020/Técnico em 
Enfermagem) Isoladamente, a ação mais 
importante para a prevenção e controle das 
infecções hospitalares é: 
a) o uso de luvas em procedimentos que 
envolvam o contato com mucosas, sangue ou 
outros fluídos corpóreos, secreções ou 
excreções. 
b) o uso de antissépticos, desinfetantes e 
esterilizantes aprovados pelo Ministério da 
Saúde. 
c) a prescrição de antibióticos. 
d) a lavagem das mãos. 
e) a comunicação imediata de casos suspeitos de 
infecção à Comissão de Controle de Infecção 
Hospitalar – CCIH. 
10 
(HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2020/Técnico em 
Enfermagem) Ao consultar o procedimento 
operacional padrão – POP, o técnico de 
enfermagem constatou que deveria adotar as 
precauções de contato ao realizar a coleta de 
urina para exames de um paciente com sonda 
vesical de demora, com diagnóstico de infecção 
por microrganismo multirresistente, internado 
em quarto privativo. Para tal, entre outros 
cuidados, deve usar: 
a) máscara cirúrgica simples e luvas de 
procedimentos, que devem ser colocadas 
imediatamente após a entrada no quarto do 
paciente. 
b) máscara tipo PFF2 ou N95 e avental de mangas 
longas. 
c) luvas e avental durante toda manipulação do 
paciente, de cateteres e sondas e de outras 
superfícies próximas ao leito. 
d) óculos de proteção e luvas estéreis durante o 
manuseio do coletor de urina do paciente. 
e) máscara cirúrgica, avental de mangas longas, 
com abertura para a frente para facilitar sua 
retirada, óculos de proteção e luvas estéreis, 
durante toda a manipulação do paciente. 
 
11 
(HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2020/Técnico em 
Enfermagem) A tuberculose continua sendo uma 
epidemia em grande parte do mundo, causando 
a morte de quase um milhão e meio de pessoas 
a cada ano, principalmente em países em 
desenvolvimento. Embora seja uma doença 
passível de ser prevenida, tratada e curada, ainda 
mata cerca de 4,4 mil pessoas todos os anos no 
Brasil (MS, 2019). Frente a essa situação, o 
município adotou, como uma das estratégias 
para o controle dessa doença, a busca ativa de 
sintomáticos respiratórios, ou seja, indivíduos 
que apresentem tosse: 
a) e febre por, pelo menos, cinco dias 
consecutivos. 
b) por três semanas ou mais. 
 
 
 
c) com expectoração de cor esverdeada há pelo 
menos sete dias. 
d) seca e febre acima de 38,5°C, há mais de sete 
dias. 
e) com expectoração amarela há, pelo menos, 
dez dias. 
 
12 
(HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2020/Técnico em 
Enfermagem) Em consonância com o 
preconizado pelo Ministério da Saúde, o 
acolhimento com classificação de risco foi 
implantado na unidade de urgência do hospital. 
De acordo com a escala diária de atividades, o 
técnico de enfermagem irá atuar na assistência 
de enfermagem aos pacientes 
classificados/identificados com a cor amarela, 
compreendendo aqueles: 
a) que necessitam de atendimento médico e de 
enfermagem o mais rápido possível, porém não 
correm riscos imediatos de vida, devendo ser 
avaliados em, no máximo, 30 minutos. 
b) que apresentam condições agudas (urgência 
relativa), devendo ser atendidos em até 60 
minutos. 
c) com queixas crônicas, sem alterações agudas, 
que deverão ser atendidos por ordem de 
chegada, em até 360 minutos. 
d) com condições reconhecidas como 
emergências e que, portanto, devem receber 
atendimento imediato. 
e) que apresentam condições não agudas, mas 
que devem ser atendidos com prioridade sobre 
consultas simples,devendo receber 
atendimento em até 240 minutos, tais como 
idosos e gestantes. 
 
13 
(HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2020/Técnico em 
Enfermagem) Na sala de espera, enquanto 
aguardava ser chamada para consulta, P.J., 58 
anos, sexo feminino, hipertensa, diabética, 
obesa, apresentou um “desmaio”. Ao chegar no 
local, o técnico de enfermagem (TE) constatou 
que P.J. apresentava parada cardiorrespiratória. 
Frente a essa situação, o TE deve, entre outros 
cuidados: 
a) solicitar e aguardar a presença do médico ou 
enfermeiro para início dos procedimentos de 
reanimação cardiopulmonar (RCP). 
b) iniciar, imediatamente, os procedimentos de 
reanimação cardiopulmonar (RCP) realizando 
duas ventilações seguidas de compressões 
torácicas a uma frequência de 80 a 100 
compressões por minuto. 
c) colocar a paciente em maca, transportá-la para 
local privado, oferecer oxigênio em alto fluxo, via 
cateter nasal, e iniciar compressões torácicas a 
uma frequência de 60 a 80 compressões por 
minuto. 
d) iniciar os procedimentos de reanimação 
cardiopulmonar (RCP) puncionando veia 
periférica de grosso calibre, instalar cateter nasal 
e oferecer oxigênio seco em fluxo de 5 litros por 
minuto e, a seguir, aplicar compressões torácicas 
a uma frequência de 80 a 120 compressões por 
minuto. 
e) solicitar ajuda e iniciar os procedimentos de 
reanimação com compressões torácicas a uma 
frequência de 100 a 120 compressões por minuto 
e profundidade de 5 a 6 cm. 
 
14 
(HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2020/Técnico em 
Enfermagem) A Rede Municipal de Saúde de 
Uberlândia realiza um trabalho especial para 
cuidar da saúde das mulheres no município. No 
que diz respeito à prevenção do câncer de colo 
uterino disponibiliza o exame citopatológico com 
o propósito de fazer o diagnóstico precoce e, 
com isso, garantir melhor resultado nos 
tratamentos. Ao orientar as mulheres quanto ao 
preparo necessário para a realização desse 
exame, o técnico de enfermagem deve 
esclarecer que, de acordo com o preconizado 
pelo Ministério da Saúde: 
a) gestantes não devem realizar esse exame 
devido ao aumento no risco de abortamento e 
parto prematuro.

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