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10 UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ SUPERIOR TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA JÉSSICA GALVÃO DE SOUZA EXAMES RADIOLÓGICOS ESPECIAIS CRUZEIRO DO SUL 2024 UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ JÉSSICA GALVÃO DE SOUZA EXAMES RADIOLÓGICOS ESPECIAIS Relatório de Atividade Prática Atividade Prática individual apresentado como requisito do curso superior de Tecnologia em Radiologia. CRUZEIRO DO SUL 2024 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 04 PROPOSTA 1 05 PROPOSTA 2 06 CONCLUSÃO. 12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 13 1. INTRODUÇÃO As atividades desenvolvidas neste núcleo contaram com a realização de aulas práticas através da utilização de um recurso chamado de laboratório virtual ALGETEC, onde por meio do roteiro é possível acessar e manipular as imagens radiológicas, para que assim, as problemáticas venham a ser solucionadas. Além das possibilidades mencionadas, outros recursos que estão presentes nos laboratórios físicos podem ser utilizados na ferramenta digital, como a manipulação de equipamentos, por exemplo. Diante dos fatos mencionados, o portfólio possui objetivos específicos, sendo estes: · Conhecer o direcionamento do feixe de raios X; · Programar o campo de radiação adequado para a região examinada; · Aplicar as rotinas de posicionamentos do paciente com trauma de cabeça e pescoço. 2. PROPOSTA 1: Conhecendo o equipamento de raio-x: Através do link disponibilizado no roteiro, foi possível ser direcionado para o Laboratório ALGETEC. Na sequência, acessando o tópico experimento se deu início a aula prática, que por sua vez, consistia no reconhecimento e manipulação do equipamento de Raio-x. A experiência foi realizada em etapas, sendo elas: 1. Ajustando a fonte de Raio X: Foi feita a seleção da opção “Estativa porta-tubo” no painel de visualização da tela, ajuste da posição vertical do conjunto fonte de raio X, ativação do freio do conjunto emissor de raio-X, bem como a regulação do conjunto fonte na vertical, longitudinal e transversal, além de realizar a ativação do freio do conjunto emissor. Por fim, foi exibido o indicador gravitacional do ângulo de incidência da radiografia sendo definido pela posição da esfera. 2. Ajustando o colimador da fonte de Raio-X: Dando sequência no segundo passo, é realizado a escolha da área radiografada, para que através do colimador luminoso, a área de incidência escolhida seja iluminada, controlando o tamanho do campo irradiado. 3. Ajustando a mesa de exames: Primeiramente foi manipulado a bandeja porta-filme, para que assim os movimentos da mesa de exames fossem liberados, selecionado a mesa com o mouse foi possível visualizar as opções de movimentação disponíveis, após realizar o ajuste desejado, se deu início a fase seguinte. 4. Ajustando a estativa do Bucky mural: Foi necessário regular a posição do tampo do Bucky mural para incidências horizontais, ajustando a altura. 3. PROPOSTA 2: Direcionando o feixe de raios X e aplicando as rotinas de posicionamentos: A proposta 2 parte do exato ponto onde o último procedimento havia se encerrado. Com o equipamento de Raio-x ajustado, a atividade 2 teve como objetivo o direcionamento dos feixes de raios-x e a aplicação da rotina de posicionamentos. 1. Escolhendo a incidência: Após abrir a lista de incidências, seguindo a orientação do roteiro, foi selecionado a incidência “Perfil de antebraço – P de antebraço”, nesse tipo de incidência, a radiação entra na parte anterior da parte examinada, e sai pelo posterior, sendo melhor indicada para investigação da área posterior. Após a execução das aulas práticas através do laboratório virtual, seguimos para a resolução das questões proposta, para que assim, os conhecimentos a respeito das práticas radiológicas sejam testados e fixados. Nas atividades de posicionamento a seguir, siga cuidadosamente o passo a passo até concluir o exame de raio X no Laboratório Virtual que você acabou de conhecer. 1 – Nesta atividade você vai acessar o laboratório virtual Algetec: Radiologia e Dosimetria > Radiologia de Cabeça e Tronco. Veremos um caso clínico e raio x de crânio. Um paciente de 30 anos de idade chegou ao departamento de radiologia após sofrer um acidente de bicicleta. Ele apresentava dor de cabeça intensa, inchaço e hematomas na região superior do crânio. O paciente foi encaminhado para a realização de um exame de raio-x para avaliar a possível fratura de crânio. Desenvolva, no laboratório virtual, um posicionamento AP de crânio e simule até o final. AP de crânio, também conhecido como incidência fronto-occipital, geralmente é utilizada como uma segunda opção no caso de haver a impossibilidade de realizar a mobilização do paciente para o posicionamento postero-anterior (PA), como nos casos de trauma, bem como é apresentado no caso clínico acima. Abrindo o laboratório ALGETEC, é necessário realizar as configurações do equipamento, sendo estas: · kV = 2e + K: aproximado na faixa de 75kV ± 5kV. · mAs: aproximado na faixa de 30mAs ± 5mAs. · Distância foco-filme (dFoFi): l m. · Foco/grade: foco fino com grade móvel (bucky). Após a determinação dos fatores radiológicos, deve-se seguir para o posicionamento do paciente, que deve estar em decúbito dorsal, com o plano sagital mediano de todo o corpo coincidente com a linha central da mesa, a cabeça deve ser posicionada e sem rotação, com a região posterior mais próxima do filme radiográfico, onde seu plano sagital mediano deve estar perpendicular e coincidente com a linha central da mesa bucky. Descreva as incidências de rotina para estudo desse paciente. Para a análise do crânio, as incidências previstas são a AP (anteroposterior) ou PA (posteroanterior) onde é possível observar o crânio de maneira frontal, incidência lateral, utilizada geralmente para visualizar estruturas de perfil, fornecendo informações complementares às incidências anteriores. Além dessas, também temos a incidência oblíqua, que é capaz de produzir imagens diagonais do crânio, e por fim a incidência de Towne, capaz de produzir uma imagem axial que é utilizada constantemente para a avaliação da base do crânio. Descreva os achados radiológicos nessas imagens radiográficas. Diante dos relatos de dor de cabeça, bem como a observação do inchaço e hematomas, além da análise da imagem radiográfica, o paciente apresenta possíveis fraturas (pode ser observado na imagem) o que explicaria a dor de cabeça sentida. No que diz respeito ao inchaço, isso pode indicar uma hemorragia interna ou até mesmo o deslocamento de alguma estrutura do crânio. 2 – Nesta atividade você vai acessar o laboratório virtual Algetec: Radiologia e Dosimetria > Radiologia de Membros Inferiores. Veremos um caso clínico e raio x de quadril. Uma paciente do sexo feminino, com 70 anos de idade, chegou ao departamento de radiologia após sofrer uma queda em casa. Ela apresentava dor intensa no quadril direito, incapacidade de movimentação e deformidade óbvia na região do quadril. O paciente foi encaminhado para a realização de um exame de raio-x para avaliar a possível fratura de quadril. Desenvolva, no laboratório virtual, um posicionamento AP e simule até o final; Para a realização de uma radiografia de quadril com suspeita de trauma, o protocolo de posicionamento mais comum é o protocolo AP (ântero-posterior) e o protocolo perfil. O paciente deve estar em decúbito dorsal na mesa bucky com os membros inferiores estendidos e posicionados com a região posterior apoiada na mesa. O plano médio sagital do paciente deve estar alinhado com a linha central da mesa. Os membros inferiores devem ser rodados internamente (rotação medial) e abduzidos (afastados) simetricamente de maneira que formem um ângulo aproximado de 45. Para a simulação foi utilizado o laboratório virtual ALGETEC, utilizando as seguintes configurações de fatores radiológicos: · kV = 2e + K: aproximado na faixa de 75kV ± 5kV. · mAs: aproximadona faixa de 30mAs ± 5mAs. · Distância foco-filme (dFoFi): lm. · Foco/grade: foco fino com grade móvel (bucky). O raio central incide perpendicular ao filme radiográfico, entrando na região anterior, na topografia das bordas superiores dos trocânteres maiores. Descreva os cuidados necessários para posicionar pacientes com trauma; Para o manuseio de um paciente de trauma, a principal prioridade é não agravar a lesão ou causar ainda mais dor durante os procedimentos de radiografia. Para tanto, a primeira conduta deve ser o estabelecimento de uma boa comunicação com o paciente, pedindo o consentimento e avisando previamente antes de realizar qualquer movimentação. Também é importante minimizar o máximo possível a manipulação do paciente, os movimentos devem ser suaves, respeitando o tempo do e os limites do paciente, além disso o posicionamento exato para o raio X pode não ser possível devido à dor e desconforto do paciente. Nesse tipo de situação, pode haver adaptação, utilizando uma incidência “cruzada” ou um equipamento portátil. Descreva os achados radiológicos nessas imagens radiográficas. Analisando os dados clínicos fornecidos e a imagem radiográfica do paciente, pode haver uma interrupção na continuidade do colo do fêmur (possível fratura) ou um deslocamento do fémur proximal. Além disso, existe a possibilidade de uma fratura na cavidade acetabular do osso do quadril. Embora a embora a presença de sangue na articulação (hemartrose) não possa ser vista diretamente na radiografia, pode causar um aumento na distância entre o fêmur e o osso do quadril. 3- Descreva o nome do posicionamento e estruturas visualizadas nas imagens abaixo: A) · Incidência: Cavum de perfil; · Estruturas visualizadas: Orofaringe e Nasofaringe; · Posicionamento: O paciente deve estar em pé em perfil absoluto, com plano médio sagital. O raio central perpendicular direcionado a mandibula. B) · Incidência: Raio-x de Pé Oblíquo; · Estruturas visualizadas: Ossos do pé, como tarso, metatarso e falanges. · Posicionamento: O paciente deve estar sentado na mesa de exames com o joelho flexionado, o pé com rotação medial de 45º em relação ao chassi. 4. CONCLUSÃO Diante da realização da presente atividade, foi possível articular os conhecimentos obtidos durante o curso. Exercitando a percepção acerca dos achados radiológicos diante dos casos clínicos apresentados e com isso, contribuindo para a construção profissional enquanto tecnólogo em radiologia. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BIASOLI JUNIOR, A. Técnicas radiográficas: princípios físicos, anatomia básica, posicionamento, radiologia digital, tomografia computadorizada. 2. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2015. COLICIGNO, P. R. C. et al. Atlas fotográfico de anatomia. São Paulo: Pearson, 2009. MOURÃO, A. P. F. Tecnologia radiológica e diagnóstico por imagem: guia para ensino e aprendizado. 5. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2012. 3 v. (Série Curso de Radiologia). OLIVEIRA, L. A. N. et al. Diagnóstico por imagem: pediatria do instituto da criança - Hospital das Clínicas de São Paulo. Barueri: Manole, 2012. image3.png image4.png image5.png image6.png image7.emf image8.png image9.png image10.emf image11.png image12.png image1.jpeg image2.png