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Enquanto na empresa pública o capital social era 
100 % público, aqui a maior parte do capital votante 
deverá ser público, podendo o restante ser privado.
A forma societária será obrigatoriamente socieda-
de anônima.
Vejamos a definição do Decreto-Lei nº 200/67.
Decreto-Lei nº 200. 
Art. 5º [...]
III - Sociedade de Economia Mista - a entidade dota-
da de personalidade jurídica de direito privado, 
criada por lei para a exploração de atividade eco-
nômica, sob a forma de sociedade anônima, cujas 
ações com direito a voto pertençam em sua maioria 
à União ou a entidade da Administração Indireta.
Dentre as características das sociedades de econo-
mia mista, ressaltamos aqui as seguintes.
 z Personalidade de direito privado – sem prerroga-
tivas perante o particular;
 z Maioria do capital votante público.
 z Devem adotar o tipo sociedade anônima;
 z Devem observar a Lei das Estatais;
 z Seus bens são privados.
Importante!
Enquanto na empresa pública o capital é 100% 
público, na sociedade de economia mista impõe-
-se que a maioria do capital votante seja público. 
Não confunda essas informações!
Consórcio Público de Direito Público
O aprofundamento nessa espécie foge aos nossos obje-
tivos. No entanto, devemos entendê-la conceitualmente.
Trazida pela Lei nº 11.107/05, trata-se de pessoa 
jurídica criada por entes federados para consecução 
de objetivos comuns. 
Também poderá ser citado como associação públi-
ca, autarquia interfederativa ou multifederada.
 EXERCÍCIOS COMENTADOS
1. (CESPE-CEBRASPE – 2019) Com relação à organiza-
ção administrativa e à administração pública direta e 
indireta, julgue o item a seguir.
 Diferentemente das empresas públicas, que podem ser 
constituídas sob qualquer forma empresarial admitida 
em direito, as sociedades de economia mista somente 
podem constituir-se sob a forma de sociedade anônima.
( ) CERTO  ( ) ERRADO
As empresas públicas e sociedades de economia 
mista têm muito em comum, uma diferença marcan-
te, muito cobrada em provas é a forma societária 
sob a qual poderão ser organizar. Conforme dito na 
questão, as empresas públicas poderão adotar qual-
quer forma societária prevista em lei, enquanto as 
sociedades de economia mista deverão se organizar 
sob a forma de sociedade anônima. Resposta: Certo.
2. (CESPE-CEBRASPE – 2018) No que se refere à gestão 
nas organizações da administração pública brasileira, 
julgue os próximos itens.
 Fundações públicas são entidades dotadas de perso-
nalidade jurídica de direito público ligadas à adminis-
tração indireta.
( ) CERTO  ( ) ERRADO
Como vimos, as fundações públicas podem ter per-
sonalidade jurídica tanto de direito público, como 
de direito privado. Resposta: Errado.
ATO ADMINISTRATIVO
CONCEITO
Podemos entender ato administrativo como uma 
manifestação unilateral relevante para o mundo 
jurídico. Por meio deles, a Administração Pública irá 
procurar os efeitos jurídicos ligados aos diversos inte-
resses públicos que estará buscando, de acordo com 
cada situação.
 z Ato administrativo: manifestação unilateral da 
Administração Pública com objetivo de atingir o 
interesse público por meio de efeitos jurídicos.
Devemos ter em mente que esse conceito deve ser 
entendido como a atuação da Administração Públi-
ca, em regra, por meio de seu poder de império, se 
impondo perante o particular.
Por outro lado, o termo atos da administração 
será entendido quando a Administração Pública atua 
desprovida de seu poder de império, portanto em 
igualdade com o particular.
Não confunda atos administrativos com atos da 
administração. Os atos administrativos são predomi-
nantemente regidos pelo direito público, enquanto os 
atos da administração, predominantemente regidos 
pelo direito privado.
REQUISITOS DOS ATOS ADMINISTRATIVOS
São cinco os requisitos ou elementos do ato admi-
nistrativo: competência, finalidade, forma, motivo 
e objeto. Quando temos a ausência ou algum tipo de 
vício sobre um deles, poderemos ter até mesmo a nuli-
dade total do ato. Vejamos cada um deles.
Competência
É o conjunto de atribuições de determinado agente 
público, entidade ou órgão. Para que haja o respeito a 
esse requisito, é necessário que autoridade que prati-
ca o ato esteja respaldada por atos normativos, ainda 
que infralegais.
A competência é irrenunciável, intransferível 
e imprescritível (não se extingue com o decurso do 
tempo). No entanto, a lei permite a delegação e a avo-
cação. Esta sempre ocorrerá no contexto hierárquico 
entre os órgãos envolvidos, o que não se impõe ao ins-
tituto da delegação, que poderá ocorrer entre órgãos 
sem subordinação hierárquica.
218
Vejamos agora alguns vícios que podem recair 
sobre o requisito competência.
Inicialmente temos o usurpador de função. Nesse 
caso uma pessoa se passa por agente público, exer-
cendo suas atribuições sem ter qualquer ligação com 
a Administração Pública. Aqui não há possibilidade 
de convalidação do ato (conserto, correção), pois ele 
é inexistente. Tal conduta é crime previsto do artigo 
328 do Código Penal. Exemplo: pessoa se finge de fis-
cal para extorquir e aplica multa.
Em seguida, temos o excesso de poder, que ocorre 
quando a autoridade competente pratica um ato até 
previsto no ordenamento jurídico, mas fora de suas 
atribuições. Tal ato é passível de convalidação, des-
de que seja realizada pela autoridade que teria com-
petência para praticar o ato inicialmente. Exemplo: 
superior hierárquico aplica pena de suspensão de 20 
dias, quando a lei permitiria apenas 15.
Finalmente temos a função de fato. Esse é o caso 
em que o agente fora irregularmente investido pela 
Administração Pública nas funções que esteja exercen-
do. Nesse caso os atos praticados deverão ser convali-
dados desde que haja boa-fé dos terceiros envolvidos. 
Exemplo: servidor empossado em cargo público sem 
ter a escolaridade mínima prevista em edital.
Finalidade
O ato administrativo sempre terá como finalida-
de atingir o interesse público. No entanto, de acordo 
com o contexto aplicável, teremos uma finalidade 
específica àquele ato praticado. Diante disso temos 
dois conceitos: finalidade geral (mediata) e finalidade 
específica (imediata). 
 z Finalidade geral (mediata): satisfação do interesse 
público.
 z Finalidade específica (imediata): alcance do resul-
tado específico esperado para o ato.
O vício que recai sobre finalidade não poderá ser 
convalidado. Aqui temos duas hipóteses, que vão seguir 
a linha dos conceitos de finalidade colocados acima.
A finalidade geral poderá ser ferida quando o 
agente público pratica o ato em interesse próprio. 
Vejamos um exemplo. Caso um superior promova a 
remoção de um servidor com base em divergências 
políticas, o ato foi praticado com o objetivo de atender 
a um interesse particular, não ao interesse público, 
portanto será viciado.
Já a finalidade específica, utilizando uma hipótese 
parecida, será ferida quando a remoção de um servi-
dor para um município diferente ocorrer com a fina-
lidade de punir o servidor por determinada conduta 
irregular. Nesse caso, ainda que haja motivo para que 
o servidor seja punido, a remoção não é prevista como 
punição, mas como instrumento de gestão de pessoal.
Forma
A forma é o modo pelo qual é exteriorizado o ato 
administrativo. Nesse contexto, importante trazermos 
o artigo 22, da Lei nº 9.784/99, Lei do Processo Admi-
nistrativo Federal.
Lei nº 9.784/99
Art. 22. Os atos do processo administrativo não 
dependem de forma determinada senão quando a 
lei expressamente a exigir.
No dispositivo podemos perceber o princípio da 
informalidade, que não deve ser utilizada para impe-
dir ou retardar a prática dos atos pelos interessados 
no processo administrativo.
Motivo
Agora vamos ao atributo motivo, que corresponde 
aos fundamentos de fato e de direito que respaldam 
a execução do ato administrativo. Vamos entender 
melhor isso. 
Aqui temos duas definições passíveis de serem 
cobradas em prova.z Motivo de direito: a previsão em lei de hipótese 
que irá permitir a execução do ato.
 z Motivo de fato: a ocorrência da hipótese prevista 
em lei no mundo real.
Para o melhor entendimento, é interessante um 
exercício de imaginação. Imagine-se diante do espe-
lho. A sua imagem é uma projeção abstrata, enquanto 
você é real. Assim são os motivos de fato e de direito. 
Eles são como o corpo e a imagem. Para que o ato pos-
sa ser praticado, você deve ter tanto a ocorrência na 
realidade como a sua previsão abstrata em lei.
Temos agora uma informação com a qual você 
deve ter muito cuidado: não confunda motivo com 
motivação. O motivo fora devidamente abordado aci-
ma. A motivação é a exposição dos motivos que o res-
paldam quando for praticado o ato. 
Vejamos agora o que traz a Lei nº 9.784/99 sobre a 
motivação de atos administrativos.
Lei nº 9.784/99
Art. 50. Os atos administrativos deverão ser moti-
vados, com indicação dos fatos e dos fundamentos 
jurídicos, quando:
I - neguem, limitem ou afetem direitos ou interesses;
II - imponham ou agravem deveres, encargos ou 
sanções;
III - decidam processos administrativos de concur-
so ou seleção pública;
IV - dispensem ou declarem a inexigibilidade de 
processo licitatório;
V - decidam recursos administrativos;
VI - decorram de reexame de ofício;
VII - deixem de aplicar jurisprudência firmada 
sobre a questão ou discrepem de pareceres, laudos, 
propostas e relatórios oficiais;
VIII - importem anulação, revogação, suspensão ou 
convalidação de ato administrativo.
Há a possibilidade da motivação de um ato admi-
nistrativo por meio da referência a outro ato ou 
processo. É o que a doutrina chama de motivação 
aliunde, que significa “a outro lugar”.
Finalmente, importante que você saiba da Teoria 
dos Motivos Determinantes, bastante cobrada em 
provas. Segundo ela, se os motivos apontados no ato 
administrativo forem inválidos, também o será o ato 
administrativo praticado.
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Objeto
Por fim, temos o objeto do ato administrativo, que 
será o próprio conteúdo do ato, seu efeito jurídico, a 
alteração que ele causa.
O vício no elemento objeto é insanável.
O motivo e o objeto são os elementos que cons-
tituem o mérito administrativo, que é a margem de 
escolha e valoração por parte do agente competente.
 EXERCÍCIO COMENTADO
1. (CESPE-CEBRASPE - 2019) No que se refere a atos 
administrativos, julgue o item a seguir:
 De acordo com a teoria dos motivos determinantes, a 
validade de um ato administrativo vincula-se aos moti-
vos indicados como seus fundamentos, de modo que, se 
inexistentes ou falsos os motivos, o ato torna-se nulo.
( ) CERTO  ( ) ERRADO
A teoria dos motivos determinantes impõe que se 
os motivos apontados no ato administrativo forem 
falsos, nulo será o ato. O enunciado está conforme o 
enunciado da teoria estudada. Resposta: Certo.
ATRIBUTOS DOS ATOS ADMINISTRATIVOS
Os atos administrativos possuem características 
fundamentais para que possam atingir os fins a que 
se propõem. Vejamos cada um dos atributos.
Os atos administrativos gozam de presunção de 
veracidade e de legitimidade. Em termos simples, 
significa que as informações trazidas pelos atos admi-
nistrativos deverão ser tidas como verdadeira (vera-
cidade) e conforme a lei (legitimidade) até que haja 
prova em contrário.
Ou seja, uma vez praticado o ato administrativo 
ocorre a inversão do ônus da prova, cabendo ao parti-
cular provar eventual impropriedade que ele contenha.
Dica
A presunção relativa, que estudamos neste 
momento, é também conhecida como presunção 
juris tantum. Em sentido oposto, a presunção 
absoluta, não aplicável neste tema, é também 
conhecida como presunção jure et de jure.
Temos também a imperatividade, que é o poder 
da Administração Pública de impor ao particular seus 
atos administrativos. É decorrente do poder extrover-
so do Estado, que permitirá a imposição de deveres e 
obrigações ao particular.
Importante ressaltar que esse é um atributo que nem 
sempre estará presente nos atos administrativos, pois se 
mostrará apenas quando impuser condições ao particular.
A autoexecutoriedade é a característica dos atos 
administrativos que confere à Administração Pública 
a capacidade de executar diretamente seus atos inde-
pendentemente de recorrer a qualquer outro Poder. 
De forma similar à imperatividade, nem sempre 
estará presente nos atos administrativos. 
A autoexecutoriedade poderá se fazer presente em 
duas hipóteses:
 z Casos expressamente previstos em lei;
 z Urgência da situação apresentada / grande possibi-
lidade de dano.
Finalmente temos o atributo da tipicidade. Ele 
impõe que os atos administrativos praticados devem 
ser previamente definidos em lei, não cabendo ao 
agente competente para a prática criar atos que não 
sejam previamente constantes da lei. 
Nesse contexto, o avaliador poderá usar o termo 
ato inominado para se referir a atos administrativos 
sem prévia previsão em lei.
 EXERCÍCIO COMENTADO
1. (FCC - 2010) É atributo do ato administrativo, dentre 
outros,
a) a competência.
b) a forma.
c) a finalidade.
d) a autoexecutoriedade.
e) o objeto.
A autoexecutoriedade é um dos atributos que estuda-
mos no presente tópico. As demais alternativas trazem 
elementos do ato administrativo. Resposta: Letra D.
CLASSIFICAÇÃO DOS ATOS ADMINISTRATIVOS
São várias as classificações dos atos administrati-
vos. Destacaremos aqui algumas que estão entre as 
mais cobradas em concursos públicos.
Quantos aos destinatários 
Os atos podem ser gerais ou individuais.
 z Atos gerais: os destinatários são indeterminados.
 z Atos individuais: seus destinatários são determinados.
A classificação não leva em conta o número de des-
tinatários, mas se eles são determinados ou não.
Quanto ao grau de liberdade
Os atos podem ser discricionários ou vinculados.
 z Atos discricionários: possuem margem de valora-
ção e escolha para o agente público que o pratica, 
conhecida como mérito administrativo.
 z Atos vinculados: há pouca ou nenhuma margem 
de escolha na prática dos atos administrativos.
Lembrando os elementos dos atos administrati-
vos (competência, finalidade, forma, motivo e objeto), 
destacamos que a diferença nessa classificação que 
acabamos de colocar recai apenas sobre dois deles: 
motivo e objeto. Ou seja, todos os demais termos são 
vinculados, enquanto estes dois que citamos são dis-
cricionários, se assim for o ato.
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Quanto aos efeitos produtivos
Os atos podem ser internos e externos.
 z Atos internos: produzem efeitos apenas dentro da 
estrutura da administração pública.
 z Atos externos: impactam os administrados.
Destacamos que, uma vez que os atos externos 
recairão sobre o cidadão, deverão ser necessariamen-
te publicados, o que não se aplica aos atos internos.
Quanto à manifestação de vontade
Os atos podem ser simples, complexos ou compostos.
 z Atos simples: há uma única manifestação de von-
tade, ainda que de um órgão que seja composto 
por mais de um agente público.
 z Atos complexos: manifestação de mais de uma 
vontade para que haja a produção de efeitos. Só se 
aperfeiçoa com a manifestação de todos os agentes 
competentes.
 z Atos compostos: manifestação de uma única von-
tade. No entanto, há necessidade de manifestação 
posterior para que haja produção de efeitos. Tal 
manifestação de vontade é definida pela doutrina 
como instrumental.
Quanto ao objeto
Os atos poderão ser de império, de gestão ou de 
expediente.
 z Atos de império: possuem em si o poder extrover-
so de Estado, impondo ao particular a vontade da 
Administração Pública.
 z Atos de gestão: praticados com intuito de gerir o 
patrimônio público.
 z Atos de expediente: são atos de mera rotina interna 
das repartições, sem conteúdo decisório relevante.
Também quanto ao objeto, teremos outra classifi-
cação. Poderão ser constitutivos, extintivos, modifica-
tivos ou declaratórios.
 z Atos constitutivos: criam uma nova situação jurí-
dica para os seusdestinatários.
 z Atos extintivos: extinguem um direito ou relação 
jurídica.
 z Atos modificativos: modificam situações pré-exis-
tentes sem extinguir direitos ou obrigações.
 z Atos declaratórios: declaram a existência ou situa-
ção jurídica.
 EXERCÍCIO COMENTADO
1. (CESPE-CEBRASPE - 2016) Com relação aos atos admi-
nistrativos e suas classificações, julgue o item seguinte.
 Atos administrativos de gestão são atos praticados 
pela administração pública como se fosse pessoa 
privada, o que afasta a supremacia que lhe é peculiar 
em relação aos administrados. Atos administrativos 
de império, por sua vez, são aqueles praticados de 
ofício pelos agentes públicos e impostos de maneira 
coercitiva aos administrados, os quais estão obriga-
dos a obedecer-lhes.
( ) CERTO  ( ) ERRADO
Nem sempre a Administração Pública atuará pauta-
da na supremacia do interesse público, impondo sua 
vontade ao particular. Por vezes poderá atuar em 
posição de igualdade, o que acontece quando pratica 
os atos administrativos classificados como de gestão. 
Em oposição, os atos de império serão aqueles em que 
estará a presente a supremacia do interesse público 
ou poder extroverso do Estado. Resposta: Certo.
ESPÉCIES DOS ATOS ADMINISTRATIVOS
Vejamos agora algumas espécies importantes de 
atos administrativos.
 z Atos normativos: trazem comandos gerais e abs-
tratos baseados em leis ou mesmo em outras nor-
mas que nelas tenham se baseado.
 z Atos ordinatórios: têm como destinatários os servi-
dores públicos, tendo como finalidade o bom anda-
mento do serviço.
 z Atos negociais: são atos em que o particular bus-
ca a anuência (concordância) da Administração 
Pública para a prática de determinada atividade.
 z Atos punitivos: impõe penalidade aos administra-
dos ou aos servidores.
 EXERCÍCIO COMENTADO
1. (VUNESP - 2017) Resolução do Conselho Federal de 
Biologia, subscrita por seu presidente, e que estabelece 
requisitos mínimos para o biólogo atuar em pesquisas, 
projetos, perícias e outras atividades, é ato administrativo:
a) complexo, porque resulta da conjugação de vontade de 
órgãos diferentes.
b) composto, porque espelha a vontade dos Conselhos 
Regionais ratificada pela autoridade competente.
c) concreto, porque regula a atuação dos Conselhos 
Regionais. 
d) ordinatório, porque disciplina a conduta dos seus 
agentes. 
e) normativo, porque expedido por alta autoridade para 
regulamentar competência exclusiva.
Atos normativos são aqueles que trazem normas 
gerais e abstratas, que procuram regular um tema 
de forma ampla, para todos os sujeitos que com ele 
possam se envolver ou tratar. Resposta: Letra E.
AGENTES PÚBLICOS
DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS APLICÁVEIS
Nas lições de Celso Antônio Bandeira de Mello 
são agentes públicos as pessoas que exercem uma 
função pública, ainda que em caráter temporário ou 
sem remuneração. Trata-se de uma expressão ampla 
e genérica, uma vez que engloba todos aqueles que,

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