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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
ENFERMEIRO
CAPÍTULO VII
DA RESPONSABILIDADE CIVIL E ADMINISTRATIVA
Art. 20. Sem prejuízo da aplicação das penas previstas nesta 
Lei, os responsáveis pelos danos ao meio ambiente e a terceiros 
responderão, solidariamente, por sua indenização ou reparação 
integral, independentemente da existência de culpa.
Art. 21. Considera-se infração administrativa toda ação
ou omissão que viole as normas previstas nesta Lei e demais 
disposições legais pertinentes.
Parágrafo único. As infrações administrativas serão
punidas na forma estabelecida no regulamento desta Lei, 
independentemente das medidascautelaresdeapreensãode 
produtos, suspensão de venda de produto e embargos de ativi-
dades, com as seguintes sanções:
I – advertência; 
II – multa;
III – apreensão de OGM e seus derivados;
IV – suspensão da venda de OGM e seus derivados; 
V – embargo da atividade;
VI – interdição parcial ou total do estabelecimento, ativida-
de ou empreendimento;
VII – suspensão de registro, licença ou autorização;
VIII – cancelamento de registro, licença ou autorização;
IX – perda ou restrição de incentivo e benefício fiscal conce-
didos pelo governo;
X – perda ou suspensão da participação em linha de finan-
ciamento em estabelecimento oficial de crédito;
XI – intervenção no estabelecimento;
XII – proibição de contratar com a administração pública, 
por período de até 5 (cinco) anos.
Art. 22. Compete aos órgãos e entidades de registro e fisca-
lização, referidos no art. 16 desta Lei, definir critérios, valorese-
aplicarmultasdeR$2.000,00(doismilreais)a R$ 1.500.000,00 (um 
milhão e quinhentos mil reais), proporcionalmente à gravidade 
da infração.
§ 1oAs multas poderão ser aplicadas cumulativamente com 
as demais sanções previstas neste artigo.
§ 2oNo caso de reincidência, a multa será aplicada em do-
bro. 
§ 3oNo caso de infração continuada, caracterizada pela per-
manência da ação ou omissão inicialmente punida, será a res-
pectiva penalidade aplicada diariamente até cessar sua causa, 
sem prejuízo da paralisação imediata da atividade ou da inter-
dição do laboratório ou da instituição ou empresa responsável.
Art. 23. As multas previstas nesta Lei serão aplicadas pelos 
órgãos e entidades de registro e fiscalização dos Ministérios da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Saúde, do Meio 
Ambiente e da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Pre-
sidência da República, referidos no art. 16 desta Lei, de acordo 
com suas respectivas competências.
§ 1oOs recursos arrecadados com a aplicação de multas se-
rão destinados aos órgãos e entidades de registro e fiscalização, 
referidos no art. 16 desta Lei, que aplicarem a multa.
§ 2oOs órgãos e entidades fiscalizadores da administração 
pública federal poderão celebrar convênios com os Estados, Dis-
trito Federal e Municípios, para a execução de serviços relacio-
nados à atividade de fiscalização prevista nesta Lei e poderão re-
passar-lhes parcela da receita obtida com a aplicação de multas.
§ 3oA autoridade fiscalizadora encaminhará cópia do auto 
de infração à CTNBio.
§ 4oQuando a infração constituir crime ou contravenção, ou 
lesão à Fazenda Pública ou ao consumidor, a autoridade fiscali-
zadora representará junto ao órgão competente para apuração 
das responsabilidades administrativa e penal.
CAPÍTULO VIII
DOS CRIMES E DAS PENAS
Art. 24. Utilizar embrião humano em desacordo com o que 
dispõe o art. 5odesta Lei:
Pena – detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.
Art. 25. Praticar engenharia genética em célula germinal hu-
mana, zigoto humano ou embrião humano: Pena – reclusão, de 
1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.
Art. 26. Realizar clonagem humana:
Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.
Art. 27. Liberar ou descartar OGM no meio ambiente, em 
desacordo com as normas estabelecidas pela CTNBio e pelos 
órgãos e
entidades de registro e fiscalização:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.
§ 1o(VETADO)
§ 2oAgrava-se a pena:
I – de 1/6 (um sexto) a 1/3 (um terço), se resultar dano à 
propriedade alheia;
II – de 1/3 (um terço) até a metade, se resultar dano ao 
meio ambiente;
III – da metade até 2/3 (dois terços), se resultar lesão corpo-
ral de natureza grave em outrem;
IV – de 2/3 (dois terços) até o dobro, se resultar a morte de 
outrem.
Art. 28. Utilizar, comercializar, registrar, patentear e licen-
ciar tecnologias genéticas de restrição do uso: Pena – reclusão, 
de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.
Art. 29. Produzir, armazenar, transportar, comercializar, im-
portar ou exportar OGM ou seus derivados, sem autorização ou 
em desacordo com as normas estabelecidas pela CTNBio e pelos 
órgãos e entidades de registro e fiscalização:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 2 (dois) anos, e multa.
CAPÍTULO IX DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 30. Os OGM que tenham obtido decisão técnica da CT-
NBio favorável a sua liberação comercial até a entrada em vigor 
desta Lei poderão ser registrados e comercializados, salvo ma-
nifestação contrária do CNBS, no prazo de 60 (sessenta) dias, a 
contar da data da publicação desta Lei.
Art. 31. A CTNBio e os órgãos e entidades de registro e fis-
calização, referidos no art. 16 desta Lei, deverão rever suas deli-
berações de caráter normativo, no prazo de 120 (cento e vinte) 
dias, a fim de promover sua adequação às disposições desta Lei.
Art. 32. Permanecem em vigor os Certificados de Qualida-
de em Biossegurança, comunicados e decisões técnicas já emi-
tidos pela CTNBio, bem como, no que não contrariarem o dis-
posto nesta Lei, os atos normativos emitidos ao amparo daLei 
no8.974, de 5 de janeiro de 1995.
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
ENFERMEIRO
Art. 33. As instituições que desenvolverem atividades regu-
ladas por esta Lei na data de sua publicação deverão adequar-se 
as suas disposições no prazo de 120 (cento e vinte) dias, contado 
da publicação do decreto que a regulamentar.
Art. 34. Ficam convalidados e tornam-se permanentes os 
registros provisórios concedidos sob a égide daLei no10.814, de 
15 de
dezembro de 2003.
Art. 35. Ficam autorizadas a produção e a comercialização 
de sementes de cultivares de soja geneticamente modificadas 
tolerantes
a glifosato registradas no Registro Nacional de Cultivares 
RNC do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Art. 36. Fica autorizado o plantio de grãos de soja genetica-
mente modificada tolerante a glifosato, reservados pelos produ-
tores rurais para uso próprio, na safra 2004/2005, sendo vedada 
a comercialização da produção como semente.(Vide Decreto nº 
5.534, de 2005)
Parágrafo único. O Poder Executivo poderá prorrogar a au-
torização de que trata ocaputdeste artigo.
Art. 37. A descrição do Código 20 doAnexo VIII da Lei 
no6.938, de 31 de agosto de 1981, acrescido pela Lei no10.165, 
de 27 de dezembro de 2000, passa a vigorar com a seguinte re-
dação:
Art. 38. (VETADO)
Art. 39. Não se aplica aos OGM e seus derivados o disposto 
naLei no7.802, de 11 de julho de 1989, e suas alterações, exceto 
para os casos em que eles sejam desenvolvidos para servir de 
matéria-prima para a produção de agrotóxicos.
Art. 40. Os alimentos e ingredientes alimentares destinados 
ao consumo humano ou animal que contenham ou sejam pro-
duzidos a partir de OGM ou derivados deverão conter informa-
ção nesse sentido em seus rótulos, conforme regulamento.
Art. 41. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 42. Revogam-se aLei no8.974, de 5 de janeiro de 1995, 
aMedida Provisória no2.191-9, de 23 de agosto de 2001, e os 
arts.5o, 6o, 7o, 8o, 9o, 10e16 da Lei no10.814, de 15 de dezem-
bro de 2003.
Brasília, 24 de março de 2005; 184oda Independência e 
117º da República.
41. CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR.
Definição de Infecção Hospitalar:
É qualquer infecção adquirida após a internação do pacien-
te e se manifesta durante a internação ou mesmo após a alta, 
quando puder ser relacionada com a internação ou procedimen-
tos hospitalares.
O assunto “Infecção Hospitalar”, torna-seobjeto de ações 
governamentais com a publicação das Portarias de Nº 196/83, 
930/92 e 2.616/98 do Ministério da Saúde (MS) que normatizam 
e regulamentam medidas de prevenção e controle de infecção 
hospitalar. APortaria do M.S nº 196, de 24 de junho de 1983, 
instituiu a implantação de Comissões de Controle de Infecção 
Hospitalar em todos os hospitais do país, independentemente 
de sua natureza jurídica. Com a morte do então Presidente Tan-
credo Neves em 1985 por infecção hospitalar, o tema adquire 
maior visibilidade.
A Lei Federal 9.431, de 06 de janeiro de 1997, torna obriga-
tória a manutenção de um programa de controle de infecções 
hospitalarespelos hospitais do País e a Portaria 2616/98 expediu 
em forma de anexos, diretrizes e normas para a prevenção e o 
controle de Infecções Hospitalares.
42. CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE EN-
FERMAGEM.
Código de Ética profissional em Enfermagem RESOLUÇÃO 
COFEN Nº 564/2017 Aprova o novo Código de Ética dos Profis-
sionais de Enfermagem
O Conselho Federal de Enfermagem – Cofen, no uso das 
atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 5.905, de 12 de 
julho de 1973, e pelo Regimento da Autarquia, aprovado pela 
Resolução Cofen nº 421, de 15 de fevereiro de 2012.
 
CONSIDERANDO que nos termos do inciso III do artigo 8º da 
Lei 5.905, de 12 de julho de 1973, compete ao Cofen elaborar o 
Código de Deontologia de Enfermagem e alterá-lo, quando ne-
cessário, ouvidos os Conselhos Regionais;
CONSIDERANDO que o Código de Deontologia de Enferma-
gem deve submeter-se aos dispositivos constitucionais vigentes;
CONSIDERANDO a Declaração Universal dos Direitos Hu-
manos, promulgada pela Assembleia Geral das Nações Unidas 
(1948) e adotada pela Convenção de Genebra (1949), cujos pos-
tulados estão contidos no Código de Ética do Conselho Interna-
cional de Enfermeiras (1953, revisado em 2012);
CONSIDERANDO a Declaração Universal sobre Bioética e Di-
reitos Humanos (2005);
CONSIDERANDO o Código de Deontologia de Enfermagem 
do Conselho Federal de Enfermagem (1976), o Código de Ética 
dos Profissionais de Enfermagem (1993,reformuladoem2000 e 
2007), as normas nacionais de pesquisa (Resolução do Conselho 
Nacional de Saúde – CNS nº 196/1996), revisadas pela Resolu-
ção nº 466/2012, e as normas internacionais sobre pesquisa en-
volvendo seres humanos;
CONSIDERANDO a proposta de Reformulação do Código de 
Ética dos Profissionais de Enfermagem, consolidada na 1ª Con-
ferência Nacional de Ética na Enfermagem – 1ª CONEENF, ocor-
rida no período de 07 a 09 de junho de 2017, em Brasília – DF, 
realizada pelo Conselho Federal de Enfermagem e Coordenada 
pela Comissão Nacional de Reformulação do Código de Ética dos 
Profissionais de Enfermagem, instituída pela Portaria Cofen nº 
1.351/2016;
CONSIDERANDO a Lei nº 11.340, de 07 de agosto de 2006
(Lei Maria da Penha) que cria mecanismos para coibir a vio-
lência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do§ 8º 
do art. 226 da Constituição Federal e a Lei nº 10.778, de 24 de 
novembro de 2003, que estabelece a notificação compulsória, 
no território nacional, nos casos de violência contra a mulher 
que for atendida em serviços de saúde públicos e privados;
CONSIDERANDO a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que 
dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente;
CONSIDERANDO a Lei nº. 10.741, de 01 de outubro de 2003, 
que dispõe sobre o Estatuto do Idoso;
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
ENFERMEIRO
CONSIDERANDO a Lei nº. 10.216, de 06 de abril de 2001, 
que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portado-
ras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial 
em saúde mental;
CONSIDERANDO a Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990, 
que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e re-
cuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos ser-
viços correspondentes;
CONSIDERANDO as sugestões apresentadas na Assembleia 
Extraordinária de Presidentes dos Conselhos Regionais de Enfer-
magem, ocorrida na sede do Cofen, em Brasília, Distrito Federal, 
no dia 18 de julho de 2017, e
CONSIDERANDO a deliberação do Plenário do Conselho Fe-
deral de Enfermagem em sua 491ª Reunião Ordinária,
 
RESOLVE:
Art. 1º Aprovar o novo Código de Ética dos Profissionaisde 
Enfermagem, conforme o anexo desta Resolução, para obser-
vância e respeito dos profissionais de Enfermagem, que pode-
rá ser consultado através do sítio de internet do Cofen (www.
cofen.gov.br).
Art. 2º Este Código aplica-se aos Enfermeiros, Técnicos de 
Enfermagem, Auxiliares de Enfermagem, Obstetrizes e Parteiras, 
bem como aos atendentes de Enfermagem.
Art. 3º Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho Fe-
deral de Enfermagem.
Art. 4º Este Código poderá ser alterado pelo Conselho Fe-
deral de Enfermagem, por proposta de 2/3 dos Conselheiros 
Efetivos do Conselho Federal ou mediante proposta de 2/3 dos 
Conselhos Regionais.
Parágrafo Único. A alteração referida deve ser precedida de 
ampla discussão com a categoria, coordenada pelos Conselhos 
Regionais, sob a coordenação geral do Conselho Federal de En-
fermagem, em formato de Conferência Nacional, precedida de 
Conferências Regionais.
Art. 5º A presente Resolução entrará em vigor 120 (cento e 
vinte) dias a partir da data de sua publicação no Diário Oficial da 
União, revogando-se as disposições em contrário, em especial a 
Resolução Cofen nº 311/2007, de 08 de fevereiro de 2007.
Brasília, 6 de novembro de 2017.
ANEXO DA RESOLUÇÃO COFEN Nº 564/2017 PREÂMBULO
O Conselho Federal de Enfermagem, ao revisar o Código de 
Ética dos Profissionais de Enfermagem – CEPE, norteou-se por 
princípios fundamentais, que representam imperativos para a 
conduta profissional e consideram que a Enfermagem é uma 
ciência, arte e uma prática social, indispensável à organização 
e ao funcionamento dos serviços de saúde; tem como respon-
sabilidades a promoção e a restauração da saúde, a prevenção 
de agravos e doenças e o alívio do sofrimento; proporciona cui-
dados à pessoa, à família e à coletividade; organiza suas ações e 
intervenções de modo autônomo, ou em colaboração com ou-
tros profissionais da área; tem direito a remuneração justa e a 
condições adequadas de trabalho, que possibilitem um cuidado 
profissional seguro e livre de danos. Sobretudo, esses princípios 
fundamentais reafirmam que o respeito aos direitos humanos 
é inerente ao exercício da profissão, o que inclui os direitos da 
pessoa à vida, à saúde, à liberdade, à igualdade, à segurança 
pessoal, à livre escolha, à dignidade e a ser tratada sem distin-
ção de classe social, geração, etnia, cor, crença religiosa, cultura, 
incapacidade, deficiência, doença, identidade de gênero, orien-
tação sexual, nacionalidade, convicção política, raça ou condição 
social.
Inspirado nesse conjunto de princípios é que o Conselho 
Federal de Enfermagem, no uso das atribuições que lhe são con-
feridas peloArt. 8º, inciso III, da Lei nº 5.905, de 12 de julho de 
1973, aprova e edita esta nova revisão do CEPE, exortando os 
profissionais de Enfermagem à sua fiel observância e cumpri-
mento.
 
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
A Enfermagem é comprometida com a produção e gestão 
do cuidado prestado nos diferentes contextos socioambientais 
e culturais em resposta às necessidades da pessoa, família e co-
letividade.
O profissional de Enfermagem atua com autonomia e em 
consonância com os preceitos éticos e legais, técnico-científico e 
teórico-filosófico; exerce suas atividades com competência para 
promoção do ser humano na sua integralidade, de acordo com 
os Princípios da Ética e da Bioética, e participa como integrante 
da equipe de Enfermagem e de saúde na defesa das Políticas Pú-
blicas, com ênfase nas políticas de saúde que garantam a univer-
salidade de acesso, integralidade da assistência, resolutividade, 
preservação da autonomia das pessoas, participação da comuni-
dade, hierarquização e descentralização político-administrativa 
dos serviços de saúde.
O cuidado da Enfermagem se fundamenta no conhecimento 
próprio da profissãoe nas ciências humanas, sociais e aplicadas 
e é executado pelos profissionais na prática social e cotidiana de 
assistir, gerenciar, ensinar, educar e pesquisar.
CAPÍTULO I DOS DIREITOS
Art. 1º Exercer a Enfermagem com liberdade, segurança 
técnica, científica e ambiental, autonomia, e ser tratado sem 
discriminação de qualquer natureza, segundo os princípios e 
pressupostos legais, éticos e dos direitos humanos.
Art. 2º Exercer atividades em locais de trabalho livre de ris-
cos e danos e violências física e psicológica à saúde do trabalha-
dor, em respeito à dignidade humana e à proteção dos direitos 
dos profissionais de enfermagem.
Art. 3º Apoiar e/ou participar de movimentos de defesada 
dignidade profissional, do exercício da cidadania e das reivin-
dicações por melhores condições de assistência, trabalho e re-
muneração, observados os parâmetros e limites da legislação 
vigente.
Art. 4º Participar da prática multiprofissional, interdiscipli-
nar e transdisciplinar com responsabilidade, autonomia e liber-
dade, observando os preceitos éticos e legais da profissão.
Art. 5º Associar-se, exercer cargos e participar de Organiza-
ções da Categoria e Órgãos de Fiscalização do Exercício Profissio-
nal, atendidos os requisitos legais.
Art. 6º Aprimorar seus conhecimentos técnico-científicos, 
ético-políticos, socioeducativos, históricos e culturais que dão 
sustentação à prática profissional.

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