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CNIS – PROVA PLENA 
O CNIS pode ser obtido no site do Meu INSS, ou no aplicativo. Vc vai acha a opção de extrato de contribuição do 
CNIS, e la na parte de baixo tem a opção de baixar em PDF, onde pode ver de forma detalhada todo o extrato. É 
bom analisar todas as datas que estão no CNIS de entrada e saída, conferindo se batem com as datas que estão na 
CTPS. 
A leitura é feita sempre de forma horizontal, e não de forma vertical. 
Ou seja, as informações constantes no CNIS fazem prova plena para o trabalhador!!!
“Importante alteração se verificou com a publicação do Decreto n. 4.079, de 9.1.2002, que estabeleceu como meio de
prova do tempo de filiação, a partir da competência julho de 1994, os dados constantes do Cadastro Nacional de 
Informações Sociais – CNIS, evitando que o segurado que trabalhou e contribuiu tenha que fazer prova disso perante
o INSS, o que antes era regra geral. A partir da alteração promovida no Regulamento (art. 19), apenas quando tais 
informações não constem do CNIS é que caberá ao segurado fazer prova da atividade exercida, bem como dos 
salários de contribuição.” Referência: Manual de Direito Previdenciário – 20° Edição – Editora Forense Carlos Alberto 
Pereira de Castro e João Batista Lazzari 
Art. 19 do Decreto n° 3.048/99. Os dados constantes do Cadastro Nacional de Informações Sociais - CNIS relativos a
vínculos, remunerações e contribuições valem como prova de filiação à previdência social, tempo de contribuição e 
salários-de contribuição. Vide: Art. 58 da IN 77/2015, Art. 29-A da Lei 8.213/91 e Art. 681 da IN 77/2015) 
§ 2 o Informações inseridas extemporaneamente no CNIS, independentemente de serem inéditas ou retificadoras de 
dados anteriormente informados, somente serão aceitas se corroboradas por documentos que comprovem a sua 
regularidade. O INSS só não deve considerar os períodos do CNIS se houveram marcadores de pendências 
§ 5 o Não constando do CNIS informações sobre contribuições ou remunerações, ou havendo dúvida sobre a 
regularidade do vínculo, motivada por divergências ou insuficiências de dados relativos ao empregador, ao segurado,
à natureza do vínculo, ou a procedência da informação, esse período respectivo somente será confirmado mediante 
a apresentação pelo segurado da documentação comprobatória solicitada pelo INSS. 
NÃO ESQUEÇA: PERÍODO DO EXÉRCITO NÃO ENTRA NO CNIS !!!
O que fazer quando identificar um recolhimento simplificado e desejar uma aposentadoria por tempo de contribuição 
(direito adquirido)? Tem que complementar, pq se não complementar o período não é computado. 
ATIVIDADE ESPECIAL 
IEAN 
Art. 248 da IN 77/2015. As informações constantes no CNIS serão observadas para fins do reconhecimento do direito
à aposentadoria especial, nos termos do art. 19 e § 3º do art. 68, ambos do RPS. 
§ 3 o A comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos será feita mediante formulário emitido 
pela empresa ou seu preposto, com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por 
médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho. 
► DIREITO PREVIDENCIÁRIO. APELAÇÃO. APOSENTADORIA ESPECIAL. ATIVIDADE ESPECIAL 
COMPROVADA. APELAÇÃO DO INSS IMPROVIDA. APELAÇÃO DA PARTE AUTORA PROVIDA. (...) 4. Quanto 
aos períodos de 14/09/1998 a 01/12/2008, e de 02/02/2009 a 09/09/2014, a sentença reconheceu sua especialidade 
pois consulta ao CNIS (fl. 190) indica a sigla IEAN que"aponta que a empresa esteve sujeita ao pagamento da 
contribuição do artigo 22, II, da Lei 8.212/91 (SAT), que financia justamente as aposentadorias especiais"e"exigir a 
contribuição (SAT) e negar o benefício (aposentadoria especial ou reconhecimento da especialidade do vínculo) 
representaria contraditoriamente reconhecer a especialidade de um lado e negá-la de outro, em afronta à regra da 
contrapartida prevista no artigo 195, § 5º, da Constituição Federal". 5. Computando-se os períodos de atividades 
especiais reconhecidos na decisão recorrida, até a data do requerimento administrativo (17/10/2014, fl. 161), 
perfazem-se mais de 25 (vinte e cinco) anos, conforme fixado em planilha anexa, suficientes para a concessão da 
aposentadoria especial, na forma dos artigos 57 e 58, da Lei nº 8.213/91. (TRF-3 - Ap: 00273511320154036301 SP, 
Relator: DESEMBARGADOR FEDERAL TORU YAMAMOTO, Data de Julgamento: 13/05/2019, SÉTIMA TURMA, 
Data de Publicação: eDJF3 Judicial 1 DATA:23/05/2019) IEAN 
► O período de 19/02/2002 a 01/04/2012, exercido na empresa Estaleiro Mauá Petro-Um S.A., deve ser enquadrado
no Código 2.0.1, do Anexo IV ao Dec. nº 3.048/99, tendo em vista constar informação de exposição a agentes 
nocivos e alíquota majorada, conforme artigo 22, II da Lei nº 8.212/91, bem como, contém o indicativo IEAN – 
Indicador de Vínculo com Remunerações que possuem exposição a agente nocivo. Portanto, tem-se que não há 
impedimento para o reconhecimento da natureza especial do lapso, eis que houve o correspondente custeio. 
(Processo nº 44232.001202/2014-24 / APS Niteroi – Barreto / NB 42/163.681.066-4 / Rel. Julia Nojosa Lessa de 
Freitas)
Indicadores
PREC-MENOR-MIN – Recolhimento abaixo do valor mínimo
PEXT – indicador de pendência de Vínculo Extemporâneo não tratado
PREM-FVIN – Remuneração após o fim do vínculo
PADM-EMPR – Inconsistência temporal, admissão anterior ao início da atividade do empregador
PADM-EMPR – Inconsistência temporal, admissão anterior ao início da atividade do empregador
PREC-FACULTCONC – Recolhimento ou período de contribuinte facultativo concomitante com outros vínculos.
PREC-FACULTCONC – Recolhimento ou período de contribuinte facultativo concomitante com outros vínculos.
Cont Indiv Laborando para PJ – é obrigação da empresa fazer o recolhimento desse segurado, mesmo que seja 
um contribuinte individual prestando serviço para uma PJ. 
ATUAL ENUNCIADO 2 do CRPS 
Enunciado 2 do CRPS 
Não se indefere benefício sob fundamento de falta de recolhimento de contribuição previdenciária quando a 
responsabilidade tributária não competir ao segurado. 
I - Considera-se presumido o recolhimento das contribuições do segurado empregado, inclusive o doméstico, do 
trabalhador avulso e, a partir da competência abril de 2003, do contribuinte individual prestador de serviço.
Confira os salários de contribuição !!!!!
Art. 170 da IN 77/2015. Serão utilizadas, a qualquer tempo, as remunerações ou as contribuições constantes no 
CNIS para fins de formação do PBC e de apuração do salário de benefício. 
§ 1º Não constando no CNIS as informações sobre contribuições ou remunerações, ao ser formado o PBC, deverá 
ser observado: 
I - para o segurado empregado e trabalhador avulso, nos meses correspondentes ao PBC em que existir vínculo e 
não existir remuneração, será considerado o valor do salário mínimo, podendo solicitar revisão do valor do benefício 
com a comprovação do valor das remunerações faltantes, bservado o prazo decadencial; 
II - para o segurado empregado doméstico, nos meses correspondentes ao PBC em que existir vínculo e não existir 
remuneração, será considerado o valor do salário mínimo, podendo solicitar revisão do valor do benefício com a 
comprovação do efetivo recolhimento das contribuições faltantes, efetuado a partir dos valores registrados em CP ou 
CTPS, observado o prazo decadencial; e 
III - para os demais segurados, os salários de contribuição referentes aos meses de contribuições efetivamente 
recolhidas.
E se a renda estiver errada ou estiver em renda???
Art. 10, II, da IN 77/2015. Observado o disposto no art. 58, a comprovação do vínculo e das remunerações do 
empregado urbano ou rural, far-se-á por um dos seguintes documentos: 
II - da comprovação das remunerações: 
a) contracheque ou recibo de pagamento contemporâneos ao período que se pretende comprovar, com a 
identificação do empregador e do empregado; 
b) ficha financeira; 
c) anotações contemporâneas acerca das alterações de remuneração constantes da CP ou da CTPS com anuência 
do filiado; ou 
d) original ou cópia autenticada da folha do Livro de Registrode Empregados ou da Ficha de Registro de 
Empregados, onde conste a anotação do nome do respectivo filiado, bem como das anotações de remunerações, 
com a anuência do filiado e acompanhada de declaração fornecida pela empresa, devidamente assinada e 
identificada por seu responsável.
ATUAL ENUNCIADO 2 do CRPS 
Responsabilidade do Recolhimento
Enunciado 2 do CRPS Não se indefere benefício sob fundamento de falta de recolhimento de contribuição 
previdenciária quando a responsabilidade tributária não competir ao segurado. 
I - Considera-se presumido o recolhimento das contribuições do segurado empregado, inclusive o doméstico, do 
trabalhador avulso e, a partir da competência abril de 2003, do contribuinte individual prestador de serviço.
CNIS – PROVA PLENA
Art. 682 da IN 77/2015. A comprovação dos dados divergentes, extemporâneos ou não constantes no CNIS cabe ao 
requerente.
Provas: 
Art. 10 e Art. 59 da IN 77/2015
Art. 10 da IN 77/2017
Art. 10. Observado o disposto no art. 58, a comprovação do vínculo e das remunerações do empregado urbano ou 
rural, far-se-á por um dos seguintes documentos: 
I - da comprovação do vínculo empregatício: 
a) Carteira Profissional - CP ou Carteira de Trabalho e Previdência Social - CTPS; 
b) original ou cópia autenticada da Ficha de Registro de Empregados ou do Livro de Registro de Empregados, onde 
conste o referido registro do trabalhador acompanhada de declaração fornecida pela empresa, devidamente assinada
e identificada por seu responsável; 
c) contrato individual de trabalho; 
d) acordo coletivo de trabalho, desde que caracterize o trabalhador como signatário e comprove seu registro na 
respectiva Delegacia Regional do Trabalho - DRT;
e) termo de rescisão contratual ou comprovante de recebimento do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço - FGTS; 
f) extrato analítico de conta vinculada do FGTS, carimbado e assinado por empregado da Caixa, desde que constem 
dados do empregador, data de admissão, data de rescisão, datas dos depósitos e atualizações monetárias do saldo, 
ou seja, dados que remetam ao período em que se quer comprovar; 
g) recibos de pagamento contemporâneos ao fato alegado, com a necessária identificação do empregador e do 
empregado; 
h) declaração fornecida pela empresa, devidamente assinada e identificada por seu responsável acompanhada de 
cópia autenticada do cartão, livro ou folha de ponto; ou i) outros documentos contemporâneos que possam vir a 
comprovar o exercício de atividade junto à empresa; 
II - da comprovação das remunerações: (documentos que podem ser utilizados para fins de comprovação de 
remuneração):
a) contracheque ou recibo de pagamento contemporâneos ao período que se pretende comprovar, com a 
identificação do empregador e do empregado; 
b) ficha financeira; 
c) anotações contemporâneas acerca das alterações de remuneração constantes da CP ou da CTPS com anuência 
do filiado; ou 
d) original ou cópia autenticada da folha do Livro de Registro de Empregados ou da Ficha de Registro de 
Empregados, onde conste a anotação do nome do respectivo filiado, bem como das anotações de remunerações, 
com a anuência do filiado e acompanhada de declaração fornecida pela empresa, devidamente assinada e 
identificada por seu responsável. Manuella 
Art. 59. Para a prova do tempo de serviço ou contribuição, além da documentação comprobatória disposta nesta IN, 
observada a forma de filiação poderão ser aceitos, no que couber, os seguintes documentos: 
I - o contrato individual de trabalho, a CP, a CTPS; 
II - a carteira de férias; 
III - a carteira sanitária; 
IV - a caderneta de matrícula; 
V - a caderneta de contribuições dos extintos institutos de aposentadoria e pensões; 
VI - a caderneta de inscrição pessoal visada pela Capitania dos Portos, pela Superintendência do Desenvolvimento 
da Pesca, pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas; 
VII - as declarações da RFB; 
VIII - certidão de inscrição em órgão de fiscalização profissional, acompanhada do documento que prove o exercício 
da atividade; 
IX- contrato social e respectivo distrato, quando for o caso, ata de assembleia geral e registro de empresário; 
X - certificado de sindicato ou órgão gestor de mão de obra que agrupa trabalhadores avulsos; ou 
XI - Certificado da Condição de Microempreendedor Individual, emitido no Portal do Empreendedor, no sítio 
www.portaldoempreendedor.gov.br. 
Confira os vínculos!!!!! E se estiver errado??? 
CTPS - tem presunção juris tantum por força de lei !!!! 
Nesse sentido: TRF4, APELREEX 5035180- 09.2011.404.7000/PR, 6ª Turma, Rel. Des. Néfi Cordeiro, julg. 
13.3.2013. 
Súmula 75 da TNU. 
A Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) em relação à qual não se aponta defeito formal que lhe 
comprometa a fidedignidade goza de presunção relativa de veracidade, formando prova suficiente de tempo de 
serviço para fins previdenciários, ainda que a anotação de vínculo de emprego não conste no Cadastro Nacional de 
Informações Sociais (CNIS). 
ATUAL ENUNCIADO 2 do CRPS 
Enunciado 2 do CRPS (...) 
II - Não é absoluto o valor probatório da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), mas é possível formar 
prova suficiente para fins previdenciários se esta não tiver defeito formal que lhe comprometa a fidedignidade, salvo 
existência de dúvida devidamente fundamentada. 
CTPS: 
• Foto? Carimbo ok? Verificar, na foto da CTPS, se tem algum carimbo na foto, pra verificar se o carimbo esta por 
cima da foto ou não, pra ver se não é alguma foto que foi retirada e outra colocada no lugar.
• Filiação 
• Ordem Cronológica 
• Rasuras 
• Etc 
• EMISSÃO X Dt de Entrada (com saída posterior a emissão) 
• EMISSÃO X Dt de Entrada (com saída anterior a emissão).
Os Documentos não foram suficientes? 
Art. 682 da IN 77/2015. A comprovação dos dados divergentes, extemporâneos ou não constantes no CNIS cabe ao 
requerente. 
§ 1º Nos casos de dados divergentes ou extemporâneos no CNIS cabe ao INSS emitir carta de exigências na forma 
do § 1º do art. 678. 
§ 2º Quando os documentos apresentados não forem suficientes para o acerto do CNIS, mas constituírem início de 
prova material, o INSS deverá realizar as diligências cabíveis, tais como: 
I - consulta aos bancos de dados colocados à disposição do INSS; 
II - emissão de ofício a empresas ou órgãos; 
III - Pesquisa Externa; e 
IV - Justificação Administrativa
Justificação Administrativa – Art. 142 e ss do Decreto 3.048/99 
Audiência na esfera administrativa – pode levar testemunhas na esfera administrativa. Tem que ter prova material. 
Precisa indicar no mínimo 2 testemunhas e, no máximo, 6. 
Art. 143, do Decreto 3.048/99. A justificação administrativa ou judicial, para fins de comprovação de tempo de 
contribuição, dependência econômica, identidade e relação de parentesco, somente produzirá efeito quando for 
baseada em início de prova material contemporânea dos fatos e não serão admitidas as provas exclusivamente 
testemunhais. 
§ 1º Será dispensado o início de prova material quando houver ocorrência de motivo de força maior ou de caso 
fortuito. 
§ 2º Caracteriza motivo de força maior ou caso fortuito a verificação de ocorrência notória, tais como incêndio, 
inundação ou desmoronamento, que tenha atingido a empresa na qual o segurado alegue ter trabalhado, devendo 
ser comprovada mediante registro da ocorrência policial feito em época própria ou apresentação de documentos 
contemporâneos dos fatos, e verificada a correlação entre a atividade da empresa e a profissão do segurado. 
Art. 145, do Decreto 3.048/99. Para o processamento de justificação administrativa, o interessado deverá apresentar
requerimento no qual exponha, clara e minuciosamente, os pontos que pretende justificar, além de indicar 
testemunhas idôneas, em número não inferior a dois nem superior a seis, cujos depoimentos possam levar à 
convicção da veracidade do que se pretende comprovar. 
Parágrafo único. As testemunhas, no dia e no horário marcados, serão inquiridas a respeito dos pontos que forem 
objeto da justificação de quetrata o caput.
Aula 26
Retificação do CNIS 
Art. 29-A. § 2 o da Lei 8.213/91. O segurado poderá solicitar, a qualquer momento, a inclusão, exclusão ou retificação
de informações constantes do CNIS, com a apresentação de documentos comprobatórios dos dados divergentes, 
conforme critérios definidos pelo INSS. Vide: Art. 61 da IN 77/2015. 
Art. 19 do Decreto 3.048/99. § 1 o O segurado poderá solicitar, a qualquer momento, a inclusão, exclusão ou 
retificação das informações constantes do CNIS, com a apresentação de documentos comprobatórios dos dados 
divergentes, conforme critérios definidos pelo INSS, independentemente de requerimento de benefício, exceto na 
hipótese do art. 142. Art. 142 – Justificação Administrativa
PORTARIA Nº 123, DE 13 DE MAIO DE 2020 
Art. 3º Os requerimentos dos serviços abaixo foram alterados para possibilitar a solicitação via Central 135 e via APS.
I - Solicitar Cálculo de Período Decadente; 
II - Solicitar Cálculo de Complementação; 
III - Solicitar Retroação da Data do Início da Contribuição - DIC; 
IV - Solicitar Alteração de Código de Pagamento; 
V - Atualizar Vínculos e Remunerações; e 
VI - Solicitar Alta a Pedido. 
CARTA DE CONCESSÃO 
Principais Pontos 
Como Obter a carta de concessão? 
Art. 172 da IN 77/2015. Se no PBC o segurado tiver recebido benefício por incapacidade, entre períodos intercalados 
de atividade ou de contribuição, considerar-se-á como salário de contribuição, no período, o salário de benefício que 
serviu de base para o cálculo da renda mensal, reajustado nas mesmas épocas e nas mesmas bases dos benefícios 
em geral, não podendo ser inferior ao salário mínimo nem superior ao limite máximo do salário de contribuição. 
Art. 32 do Decreto 3.048/99. O salário-de-benefício consiste: § 6º Se, no período básico de cálculo, o segurado tiver 
recebido benefício por incapacidade, considerar-se-á como salário-de-contribuição, no período, o salário-debenefício 
que serviu de base para o cálculo da renda mensal, reajustado nas mesmas épocas e nas mesmas bases dos 
benefícios em geral, não podendo ser inferior ao salário mínimo nem superior ao limite máximo do salário-de-
contribuição.

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