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ADONAI MARTINS SALES 
RA: 1848853
LICENCIATURA EM LETRAS 
COMPONENTES CURRICULAR – PCC 4° SEMESTRE
ARAÇUAÍ-MG 2023
ENUNCIADO DA ATIVIDADE
Faça uma pesquisa bibliográfica na Biblioteca Virtual sobre o tópico “Práticas pedagógicas relacionadas à escrita” contemplado na disciplina Didática Específica. Após essa análise, elabore uma breve resenha crítica sobre a pesquisa realizada e prepare um banner, o qual deve incluir: título do trabalho, contextualização do tópico escolhido do livro didático, leitura crítica do tópico e os exercícios empregados e propostos por você, conclusão e bibliografia. Finalmente, não se esqueça de enviar as duas atividades realizadas por meio do link apropriado.
Resenha critica sobre Guia de Escrita - Como conceber um texto com clareza, precisão e elegância
O título do livro pode enganar, porque ele ressoa outros que andam por aí, que prometem o céu textual com dicas do tipo “seja breve, claro e original”. Ora, de certa forma é disso que este livro trata, só que seus fundamentos não são simplórios, não apelam a um ato de vontade ou a uma decisão a ser tomada no dia da redação. O mais interessante na obra são as explicações. Sim, porque os “fatos” são conhecidos. Forneço em seguida uma breve nota sobre cada capítulo. 
O primeiro capítulo é, por sua vez, uma defesa do aprendizado estilístico. “Ninguém nasceu com competência para redigir em inglês enquanto tal” é seu mote. Tal capacidade decorre de vários fatores, entre os quais está a escrita dos bons autores (se você não os frequenta, pode desistir de escrever bem). Mas Pinker não advoga que tudo decorra da familiaridade, que alimentaria uma intuição decorrente da imersão. Analisa um conjunto de pequenos textos que considera exemplares, e explicita (mostra, já veremos por quê) o que os torna exemplares. Defende que esse tipo de análise leva quem escreve a dominar uma escrita clara, elegante e precisa. Ou seja: conhecer os recursos da língua permite melhorar o desempenho. Há alguma coisa de gosto e predileção em suas escolhas e análises, mas há nitidamente mais explicitação dos ingredientes que o bom escritor deve considerar, o que significa manipulá-los conscientemente. 
 O segundo capítulo revisita alguns manuais famosos, que expõem teses corretas, mas pouco explicadas, sempre acompanhadas dos preconceitos conhecidos (como o que critica as escritas na rede por mero purismo, deixando de perceber não só que as línguas mudam, mas especialmente que as redes estão introduzindo grande parte da humanidade no mundo da escrita). Também cita lições estranhas, como a que recomenda não usar passivas, logo seguida de uma... Defende uma tese por demais interessante: que escrever é mostrar o mundo. Ou seja: não se trata de uma relação entre língua e pensamento (do autor ou do leitor), que exigiria ideias claras, por exemplo, mas da possibilidade de “mostrar o mundo”, o que implica mais claramente “as palavras e as coisas” (sem nenhuma ingenuidade). Também implica fortemente o leitor, porque se trata de mostrar-lhe o mundo. Esta é medida do sucesso do texto. Os modelos seriam Descartes (o Discurso do método poderia sem dúvida ser lido como um modelo de escrita) e La Rochefoucault: curiosamente, dois franceses. Talvez não seja à toa que a ideologia da clareza do francês (que o diga Lacan!) tenha feito fortuna... Exemplos são: em vez de “a prevenção da neurogênese diminui a não integração social”, diga “quando evitamos a neurogênese, os ratos pararam de evitar outros ratos”; ou, em vez de “pode ser que alguns genes faltantes sejam mais contributivos com o déficit espacial”, escreva “talvez alguns genes faltantes contribuam para o déficit espacial”. 
O terceiro capítulo põe em cena outra questão talvez velha, mas também com olhos novos. É que, usualmente, culpa-se o leitor pela incompreensão dos textos. Mas Pinker mostra que, frequentemente, a culpa é do autor. Não que ele padeça (mesmo quando é o caso) de ignorância ou de pouco domínio da escrita, no sentido tradicional. O fracasso tem a ver com o fato de o autor não “escolher” seu leitor, não levar em conta seu universo - sua memória ou seu conhecimento de mundo, conforme a teoria. Assim, ele sonega pressupostos, começa sempre in media res ou no lugar errado. Não é que o leitor não entenda as frases ou a língua ou mesmo não perceba do que se trata: ele apenas não consegue ancorar o que lê em seu conhecimento anterior. Todos passamos por isso, seja numa consulta ao solucionador de problemas de informática, que logo nos pergunta sobre detalhes dos sistemas operacionais; pode ser numa conversa com advogados que perguntam sobre alternativas no contrato (há alternativas?), pode ser a fala de um físico que acha que todos sabem o que é o quantum... (Aliás, um dos fenômenos paralelos a esta questão, de que Pinker não trata, é exatamente o quanto - sem trocadilho - um leitor pode achar que é moderno porque sua dieta é quântica). Pinker chama a este problema de “maldição do conhecimento”, resultado de um desajuste entre texto e leitor, por culpa do autor. É claro que se pode reclamar de Pinker, achando que ele está dizendo que o autor deve sempre se colocar no nível do leitor, esquecendo que o leitor postulado pelo texto é diferente do leitor empírico, que o leitor deve mudar de texto quando não dá conta dele, etc. Mas Pinker é coerente, concorde-se com ele ou não: ele acha que escrever é mostrar o mundo, e não supor que o leitor tenha uma visão de raios X. O livro é um guia da escrita acadêmica, jornalística, de divulgação. Certamente não pretende ser uma orientação para escrever a poesia ou humor. São coisas que talvez não se aprendam “na escola”, embora, em alguns casos, baste apenas virar a chave.
Como 
resultado do questionamento sobre o porquê de por vezes certos alguns textos 
são redigidos de forma tão complicada surgiu o capítulo o A maldição do conhecimento. Nele 
Pinker propõem que por vezes essa 
complicação ocorre devido a forma com que os autores enrolam em seus textos 
pelo fato de não terem nada de interessante a dizer sobre o assunto. Mas para 
além disso, existe a maldição do conhecimento que ocorre quando quem escreve 
sabe muita coisa sobre o assunto, porém, não percebe que o leitor não detém 
esse mesmo conhecimento e por consequência o seu texto torna-se difícil de ser 
compreendido. Uma das dicas de Steven para ajudar o leitor é evitar o que 
ocorra esse fato é evitar o uso de abreviações e termos técnicos, ou então ao 
utilizá-los deixar de forma explícita o que eles significam. Também é
 BIBLIOGRAFIA.
Disaponivel em : https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/38928
Acesso em 21/11/2023
O Sintagma Adverbial
Gramática do Português Brasileiro (Ataliba Castilho) - 13. O Sintagma Adverbial
Fichamento
 O Sintagma Adverbial
Gramática do Português Brasileiro (Ataliba Castilho) - 13. O Sintagma Adverbial
FICHAMENTO
A Gramática Tradicional do Português considera o advérbio como uma palavra invariável, funcionando fundamentalmente como um modificador do verbo. Em Gramática do Português Brasileiro, Castilho descreve os advérbios a partir da estrutura sintagmática que integram, no caso o Sintagma Adverbial (SAdv), onde ocupam o lugar de núcleo, passível de especificação por advérbios intensificadores e de complementação por estruturas preposicionadas (tradicionalmente locuções adverbiais). Um sintagma adverbial, portanto, tem como núcleo um advérbio e é núcleo do adjunto adverbial. Por exemplo: Pedro acompanhava silenciosamente a reunião daquela empresa. (“silenciosamente” é um advérbio e, portanto, é o sintagma adverbial da oração.) 
Exemplo de análise sintagmática:
 Pedro acompanhava silenciosamente a reunião daquela empresa.
 Pedro: sintagma nominal 
A reunião: sintagma nominal
Bibliografia:
CASTILHO, Ataliba T. de. Nova Gramática do Português Brasileiro. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2010. 768 p. ISBN978-85-7244-462-0.
O Enredo
MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS - MACHADO DE ASSIS
Conclusões: Trata-se de uma narrativa em primeira pessoa, com o inusitado fato de o narrador estar morto. Podemos acompanhar todos os acontecimentos de sua vida, da infância à morte, com todos os comentários do próprio morto com relação à sua história. Brás não se casou, não teve filhos, não teve uma carreira profissional. Ele nos descreve sua vida como um conjunto de negativas, impregnado de ironia e bom humor. De modo geral, a obra de Assis retrata o cenário de início de urbanização do Rio de Janeiro. Alguns fatos históricos que permeiam o livro são: A libertação do s Escravos, em 1888 -e seus efeitos na vida urbana. Assim como a reestruturação política brasileira a partir da Proclamação da República, em 1889.Toda a complexidade do enredo de Memórias Póstumas de Brás Cubas só pode surpreendida a partir de sua leitura, na íntegra. 
Bibliografia:
ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas: Coleção Clássicos da Literatura. 1. ed. [S. l.]: Ciranda Cultural, 2007. 192 p. ISBN 9788538076902
Ensinando Dissertação – Argumentação Favorável e Desfavorável
No que diz respeito da Educação no Brasil, é prudente afirmar que a escola impõe a didática, mas não se preocupa com o aprendizado. Se avaliarmos o livro didático do Colégio Objetivo, 9º ano, podemos perceber claramente que os exercícios são mecânicos, prontos e não dão a oportunidade ao aluno para expor suas opiniões. Com pouca interatividade entre professor- aluno-professor e aluno-professor-aluno, é difícil acreditar q ue aula chame a atenção da turma e seja prazerosa. Fazendo uma análise mais profunda, foi percebido, principalmente, que nos exercícios de composição de textos os alunos precisavam seguir um modelo pronto, como pede na Aula 10: Dissertação – Argumentação Favorável e Desfavorável (II). Além de o aluno não poder escolher o tópico da dissertação, ele precisava seguir à risca os modelos previamente vistos nas aulas. Quando falamos em Gêneros Textuais e composição de textos em sala de aula, precisamos ajudar o aluno a criar, expor opiniões e usar essa ferramenta tão importante que a palavra é para prepara -lo para o futuro . Não basta saber escrever, precisa saber o porquê se escreve, para quem escreve, qual a mensagem a ser transmitida, por qual meio de comunicação, etc. 
Uma boa forma de garantir que o aluno entenda a proposta d a Dissertação – Argumentação Favorável e Desfavorável é fazendo um debate em sala de aula, dividindo a turma em grupos e discutindo assuntos polêmicos. Dessa forma, os alunos podem expor suas opiniões livremente e o professor tem a oportunidade de avaliar a compreensão de cada aluno sobre o tópico. Saber escrever é necessário, mas textos não são apenas escritos. Se o aluno compreende a proposta, coloca em prática em situações da vida real, com certeza é uma vitória e vale muito mais que uma nota no papel.
Bibliografia:
OBJETIVO. Ensino Fundamental 9º ano. São Paulo: Editora SOL Soft’s e Livros LTDA. 2017. p.112 
Personagem: ser fictício responsável pelo desempenho de enredo , aquele que faz a ação “ vive ” a história, isto é, age ou fala e interfere no enredo . Na aposti la da UNIP EaD sobre Teoria Literária, o tópico “a personagem de ficção”, precisamente na página 180 , trata sobre a peça chave para a criação de um romance , conto , prosa ou qualquer que seja o enredo escolhido pelo escritor. Com base na análise do crítico Antônio Candido de Mello e Souza , o tópico descreve e explica os tipos de personagens que podem ser utilizados na criação de um bom enredo. No tópico são citados sete por Antônio Candido: 
· Personagens baseadas em experiências internas (projetadas por ele por meio de sua vivencia ); 
· Personagens externas (descrição de pessoas com quem teve contato) que são reproduzidas com certa fidelidade; 
· Personagens relatadas com base em documentos e testemunhos , criadas a partir dessas informações; 
· Personagens construídas a partir de um modelo que é posteriormente reinventado pelo autor ; Personagens inspiradas em um modelo central e com característica de outros modelos secundários, com mudanças produzidas pelo romancista ; 
· Personagens baseadas em vários modelos vivos, nas quais há a reconstrução de uma personalida de totalmente nova; 
· Personagem arquetípica, construída a partir de valores interiores do autor . 
Todo enredo possui sua personagem principal e é através dele que acontece toda a trama da história, o tópico também esclarece que as persongens podem ser classificadas: 
· Por sua natureza biológica ou física : seres humanos , animai s e coisas;Quanto à função que desempenham no enredo : protagonista, pode ser herói ou a nti - herói, antagonista e persona gens secundários; 
· Quanto à caracterização: personagens planos e personagens redondos. Assim, partindo desses diversos conceitos destacados no tópico entende -se a importância da construção de um personagem, onde ele deve ser quase humano e real , dotado de aparência, personalidade e sentimentos a ponto de deixar o leitor com uma incógnita de sua verossimilhança, como o personagem Simão Botelho em Amor de Perdiçã o de Camilo Castelo Branco ou os heterônimos de Fernando Pessoa . 
Referência Apostila UNIP Teoria Literária. A personagem de ficção . Página 180-184. 
C ANDIDO, A. ap ud A personagem do romance . In : CA ND ID O , A. et al . A personagem de ficçã o. S ão Paulo : Perspectiva, 2007.
O objetivo deste trabalho é analisar como o tópico discutido no livro didatico: PORTUGUÊS LINGUAGENS, escrito por Willian Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães publicado em São Paulo, 2012 pela editora Saraiva e m sua 7ª E dição contendo 240 Pg. É o sétimo livro da coleção para o trabalho pedagógico de interpretação de texto, utilizado no ensino fundamental II. “Às vezes, podemos estranhar e até não compreender as pessoas que vive m a nossa volta. Mas será que te mos o direito de não as aceitar? Temos o direito de ser cruéis com os outros somente porque ele é diferente de nós?” 
 Unidade 3 – Capítulo I - A DESCOBERTA DO OUTRO. 
A descoberta do outro é um comovente conto escrito por Carlos Drummond de Andrade , onde o autor nos apresenta uma história emocionante . Morava em um casarão velho uma mulher solitária que tinha por apelido “A doida”, todos tinham medo dela e por consequência a excluíam e os garotos a afrontavam jogando pedras em suas janelas. Um certo dia, agindo dessa maneira três garotos, ela não se manifestou como de costume e eles estranharam, logo, um deles resolveu entrar com uma pedra na mão para atacá-la de perto. Quando se depara com ela, se comove, pois percebe que ela está com medo e muito frágil, então ele muda de atitude e resolve ajudá-la, porém, é tarde demais, ela está morrendo. O tópico é imensamente relevante pois promove a reflexão no aluno por se tratar da s desigualdades sociais, mostrando a importância de aceitar as pessoas diferentes com respeito e não com agressividade. Por ser um livro moderno, as imagens são ricas e atrativas, chamado a atenção, envolvendo e convencendo o leitor no proveito do conteúdo lido. As atividades propostas como: interpretação e compreensão do texto, a linguagem do texto, leitura expressiva do texto, trocando ideias e ler é reflexão, reflete uma boa base para a evolução dos alunos e troca de experiências. 
BIBLIOGRAFIA WILLIAN, T. PORTUGUÊS LINGUAGENS. SÃO PAULO: SARAIVA, v. 7°, 2012.
Este trabalho tem por objetivo a análise crítica de um tópico de um livro didático. O livro escolhido faz parte da coleçãoTECENDO LINGUAGENS, cujos autores são: Tania Amaral Oliveira, Elizabeth Gavioli de Oliveira Silva, Cícero de Oliveira Silva e Lucy Aparecida Melo Araújo, publicado em São Paulo pela editora IBEP em sua 4ª edição, destinado ao ensino de Língua Portuguesa no 7º ano do Ensino Fundamental II. O capítulo 1 apresenta o tópico: COMUNICAÇÃO EM DIFERENTES LINGUAGENS que aborda as diferentes formas de comunicação humana e suas características. O conteúdo é muito rico pois apresenta a análise de crônicas com proposta de exercícios como leitura, reflexão e aplicação do aprendizado através de atividade prática. Também traz a análise de linguagem verbal e não verbal, as diferentes formas de comunicação escrita e a comunicação na internet, trazendo sempre exercícios que estimulam o aprendizado no contexto acima mencionado, leitura, reflexão e aplicação através de atividade. O tópico é de grande relevância, pois vivemos na era da comunicação. Estamos cada vez mais conectados e nos comunicando constantemente nas mais diversas formas, buscando agilidade na transmissão da mensagem/conteúdo. O livro é rico em detalhes, imagens, conteúdo e sem dúvidas uma excelente ferramenta de ensino para envolver o aluno e despertar o desejo de aprender, As atividades propostas são variadas e essa diversidade é extremamente importante para estimular o raciocínio e auxiliar o aluno na compreensão do conteúdo.
BIBLIOGRAFIA: Tania Amaral Oliveira... [et. al] COLEÇÃO TECENDO LINGUAGENS - LINGUA PORTUGUESA - 7º ANO. SÃO PAULO: IBEP, v. 4°, 2015 Disponível em: https://online.fliphtml5.com/tlcm/pxqp/#p=5
 Acesso em: 07/05/2024
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