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“O Segundo Sexo” é um clássico publicado por Simone de Beauvoir em 1949. É uma obra seminal que estabeleceu de imediato uma discussão sobre a condição feminina e o(s) feminismo(s). No livro, a autora afirma que: “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado que qualificam o feminino.” Apesar das várias polêmicas suscitadas, tem servido de referência para a maior parte dos ensaios, debates e discussões posteriores. São dois livros sobre a situação da mulher e o seu papel na sociedade.
Com base no recorte do texto de Simone de Beauvoir, assinale a alternativa CORRETA:
Numa perspectiva histórica e apoiando-se sobre experiências vividas, Simone de Beauvoir mostra o conceito de feminilidade como uma construção cultural em um mundo dominado pelos homens.
Segundo Beauvoir, é impossível uma igualdade total entre os homens e mulheres, já que historicamente os homens conquistaram maiores espaços de poder.
Segundo a perspectiva de Beauvoir, uma menina não nasce mulher, mas se torna mulher apenas quando cumprir com a perspectiva tradicional que a sociedade lhe exige.
Simone de Beauvoir despreza a experiência histórica quando afirma que a mulher se torna plena apenas quando cumpre com seu papel social de mãe e mantenedora dos valores da família.
O texto de Simone de Beauvoir é uma afirmação determinista sobre o processo de formação da mulher, que se torna plena apenas quando atinge a maturidade.

Sarte em “O existencialismo é humanismo”, conferência fundamental para a compreensão da perspectiva filosófica do existencialismo, afirma, logo de início, que “a existência precede a essência” (SARTRE, 1973, p. 11). Ademais, o pensador salienta que nesse processo de afirmação da existência a única escolha é àquela do exercício da liberdade (SARTRE, 1973), isto é, o ser humano está fadado ao exercício da liberdade que, consequentemente faz parte da própria condição humana.
Diante disso, assinale abaixo a alternativa que corresponde ao entendimento da afirmação “a existência precede a essência”, conforme ressaltado por Sartre.
A existência precede a essência assinala o retorno heideggeriano para o pensamento sobre o ser, ou seja, antes de qualquer determinação, é necessário pensar o ser em sua essencialidade.
A existência precede a essência determina um retorno às determinações filosóficas do platonismo, ou seja, a verdadeira liberdade reside no mundo das ideias.
A existência precede a essência revela o interesse de Parmênides em afirmar a soberania de uma essência imutável em face das determinações heraclitianas de um movimento infinito das coisas e da natureza.
A existência precede a essência assinala a necessidade de um direcionamento compreensivo das estruturas que afirmam a existência na força da transcendentalidade.
A existência precede a essência determina a necessidade de se compreender a existência e suas determinações como fundamentos primários para a compreensão/investigação das essências.

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Questões resolvidas

“O Segundo Sexo” é um clássico publicado por Simone de Beauvoir em 1949. É uma obra seminal que estabeleceu de imediato uma discussão sobre a condição feminina e o(s) feminismo(s). No livro, a autora afirma que: “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado que qualificam o feminino.” Apesar das várias polêmicas suscitadas, tem servido de referência para a maior parte dos ensaios, debates e discussões posteriores. São dois livros sobre a situação da mulher e o seu papel na sociedade.
Com base no recorte do texto de Simone de Beauvoir, assinale a alternativa CORRETA:
Numa perspectiva histórica e apoiando-se sobre experiências vividas, Simone de Beauvoir mostra o conceito de feminilidade como uma construção cultural em um mundo dominado pelos homens.
Segundo Beauvoir, é impossível uma igualdade total entre os homens e mulheres, já que historicamente os homens conquistaram maiores espaços de poder.
Segundo a perspectiva de Beauvoir, uma menina não nasce mulher, mas se torna mulher apenas quando cumprir com a perspectiva tradicional que a sociedade lhe exige.
Simone de Beauvoir despreza a experiência histórica quando afirma que a mulher se torna plena apenas quando cumpre com seu papel social de mãe e mantenedora dos valores da família.
O texto de Simone de Beauvoir é uma afirmação determinista sobre o processo de formação da mulher, que se torna plena apenas quando atinge a maturidade.

Sarte em “O existencialismo é humanismo”, conferência fundamental para a compreensão da perspectiva filosófica do existencialismo, afirma, logo de início, que “a existência precede a essência” (SARTRE, 1973, p. 11). Ademais, o pensador salienta que nesse processo de afirmação da existência a única escolha é àquela do exercício da liberdade (SARTRE, 1973), isto é, o ser humano está fadado ao exercício da liberdade que, consequentemente faz parte da própria condição humana.
Diante disso, assinale abaixo a alternativa que corresponde ao entendimento da afirmação “a existência precede a essência”, conforme ressaltado por Sartre.
A existência precede a essência assinala o retorno heideggeriano para o pensamento sobre o ser, ou seja, antes de qualquer determinação, é necessário pensar o ser em sua essencialidade.
A existência precede a essência determina um retorno às determinações filosóficas do platonismo, ou seja, a verdadeira liberdade reside no mundo das ideias.
A existência precede a essência revela o interesse de Parmênides em afirmar a soberania de uma essência imutável em face das determinações heraclitianas de um movimento infinito das coisas e da natureza.
A existência precede a essência assinala a necessidade de um direcionamento compreensivo das estruturas que afirmam a existência na força da transcendentalidade.
A existência precede a essência determina a necessidade de se compreender a existência e suas determinações como fundamentos primários para a compreensão/investigação das essências.

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Pincel Atômico - 10/02/2025 16:54:56 1/4
SELMA LÚCIA DE
ARAUJO
Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 24 (21695)
Atividade finalizada em 10/10/2024 14:01:08 (2473122 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: HISTÓRIA DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA E MODERNA [1166598] - Avaliação com 8 questões,
com o peso total de 1,67 pontos [capítulos - 6]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Filosofia - Grupo: FPD-JUN/2024 - SGegu0A260624 [130847]
Aluno(a):
91636972 - SELMA LÚCIA DE ARAUJO - Respondeu 7 questões corretas, obtendo um total de 1,46 pontos como nota
[359885_1530
59]
Questão
001
(CONTEMAX) “O Segundo Sexo” é um clássico publicado por Simone de Beauvoir em
1949. É uma obra seminal que estabeleceu de imediato uma discussão sobre a
condição feminina e o(s) feminismo(s). No livro, a autora afirma que:
“Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico,
econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o
conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o
castrado que qualificam o feminino.”
Apesar das várias polêmicas suscitadas, tem servido de referência para a maior parte
dos ensaios, debates e discussões posteriores. São dois livros sobre a situação da
mulher e o seu papel na sociedade. Com base no recorte do texto de Simone de
Beauvoir, assinale a alternativa CORRETA:
X
Numa perspectiva histórica e apoiando-se sobre experiências vividas, Simone de
Beauvoir mostra o conceito de feminilidade como uma construção cultural em um
mundo dominado pelos homens.
Segundo Beauvoir, é impossível uma igualdade total entre os homens e mulheres, já
que historicamente os homens conquistaram maiores espaços de poder.
Segundo a perspectiva de Beauvoir, uma menina não nasce mulher, mas se torna
mulher apenas quando cumprir com a perspectiva tradicional que a sociedade lhe
exige.
Simone de Beauvoir despreza a experiência histórica quando afirma que a mulher se
torna plena apenas quando cumpre com seu papel social de mãe e mantenedora dos
valores da família.
O texto de Simone de Beauvoir é uma afirmação determinista sobre o processo de
formação da mulher, que se torna plena apenas quando atinge a maturidade.
[359885_1530
56]
Questão
002
(UNESPAR – ADAPTADA) Em “O Existencialismo é um humanismo”, Jean-Paul Sartre
coloca que o ser humano não é passível de uma definição, e que, dentro desta
perspectiva, nada lhe pode ser, a priori, proibido. Sobre a perspectiva sartreana da
liberdade, é correto dizer:
X
A liberdade e a responsabilidade estão intrinsecamente unidas, uma vez que nada do
que o homem faz pode ser responsabilidade do destino ou de algum ser superior.
Sartre acredita que a existência precede a essência, caracterizando-se assim como
um autor que atribui a Deus a essência do homem, mas ao homem a responsabilidade
sobre sua escolha.
O existencialismo, ateu por natureza, é uma teoria aética, uma vez que segundo ela,
não é possível proibir nada.
O homem age sempre no desespero existencial, portanto, nada do que faz é
responsabilidade sua.
A responsabilidade do homem está restrita à sua responsabilidade individual, não
podendo influenciar efetivamente sobre o mal-estar da sociedade.
Pincel Atômico - 10/02/2025 16:54:56 2/4
[359885_1523
70]
Questão
003
A liberdade é, para o existencialista, antes de tudo, uma condição humana – algo
inseparável da constituição dos próprios seres humanos – ou, em outros termos, o ser
humano – nas premissas do existencialismo – mobiliza-se em torno da necessidade de
agir livremente com responsabilidade pelas suas ações. Diante disso, para o
existencialista:
A liberdade é sempre uma ação impossível de ser atribuída ao sujeito, pois, ser livre é
obedecer a um conjunto de determinações legais/jurídicas.
A liberdade é sempre uma ação transcendental e guiada por princípios metafísicos.
A liberdade é sempre uma ação racionalizada mediante a assunção a metodologias
predeterminadas.
X A liberdade é sempre uma ação intencional, pois, ser livre é escolher a liberdade.
A liberdade é sempre uma ação comandada por um senso de dever exterior ao sujeito.
[359885_1530
55]
Questão
004
(UFU - ADAPTADA) A respeito da filosofia existencialista de Jean-Paul Sartre, é
correto afirmar que:
O homem é dotado de uma natureza humana imutável que determina o seu ser.
O homem é o puro agir, e essa liberdade não conhece nenhuma responsabilidade.
A vida segue um designo superior que submete o homem ao destino.
O homem é a medida de todas as coisas
X O homem de início não é nada, ele será aquilo que fizer de si mesmo.
[359886_1523
72]
Questão
005
Fonte:
Arquivo do autor
“O homem não é mais que o que ele faz. Tal é o primeiro princípio do existencialismo”.
SARTRE, J-P. O existencialismo é um humanismo. In: Os pensadores. São Paulo:
Abril Cultural, 1973.
A partir da interpretação da imagem ilustrativa e da afirmação proferida por Sarte na
conferência “O existencialismo é um humanismo”, podemos compreender que, na
perspectiva existencialista, o homem (sujeito):
X
É o resultado das suas ações e, consequentemente, apreende a sua liberdade por
meio de seus atos que são sempre dotados de responsabilidade.
É desprovido de liberdade e, portanto, não possui nenhuma possibilidade de
realização de atos através de si mesmo.
É determinado por eventos exteriores a si mesmo, portanto, por forças
transcendentais.
É o resultado das ações coordenadas por órgãos políticos/jurídicos e, deste modo,
nenhum dos seus atos é dotado de responsabilidade.
É o resultado das ações do destino, pois, ele, o homem, não possui nenhum poder de
ação.
Pincel Atômico - 10/02/2025 16:54:56 3/4
[359885_1530
50]
Questão
006
(UFPE - ADAPTADA) Atente ao texto a seguir referente à concepção filosófica da
liberdade humana:
Sartre afirma que estamos condenados à liberdade. É ela que define a humanidade
dos humanos, sem escapatória. Para o filósofo, é a escolha incondicional que o próprio
homem faz de seu ser e de seu mundo.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia, 1996, p. 361. Adaptado.
A autora salienta acima o enfoque filosófico da liberdade no pensamento de Jean-Paul
Sartre. Sobre esse enfoque, é CORRETO afirmar que tais ideias estão alinhadas à
concepção:
Materialista.
Essencialista.
Realista.
X Existencialista.
Espiritualista.
[359885_1523
69]
Questão
007
O existencialismo é uma dos mais importantes fenômenos culturais que se estende ao
mundo contemporâneo sendo considerado um movimento altamente filosófico, tendo
em Jean-Paul Sartre (1905-1980) um dos seus maiores expoentes. Dizemos cultural,
pois o existencialismo traduz os desejos e as inquietações de toda uma geração que,
sobretudo, almeja a liberdade.
A partir disso, assinale a alternativa que corresponde à premissa fundamental do
existencialismo.
O existencialismo afirma a liberdade sem a responsabilidade pelos atos.
O existencialismo vê a desvalorização do individuo o caminho para uma liberdade
universal.
O existencialismo centra-se na manutenção dos antigos valores e a supressão da
liberdade por meio de uma política autoritária.
X
O existencialismo é um fenômeno cultural que tem como premissa central/fundamental
a ausência de liberdade.
O existencialismo propõe a valorização do indivíduo como àquele que, efetivamente,
decide o seu caminho.
[359885_1523
71]
Questão
008
Sarte em “O existencialismo é humanismo”, conferência fundamental para a
compreensão da perspectiva filosófica do existencialismo, afirma, logo de início, que “a
existência precede a essência” (SARTRE, 1973, p. 11). Ademais, o pensador salienta
que nesse processo de afirmação da existência a única escolha é àquela do exercício
da liberdade (SARTRE, 1973), isto é, o ser humano está fadado ao exercício da
liberdade que, consequentemente faz parte da própria condição humana.
Diante disso, assinale abaixo a alternativa que corresponde ao entendimentoda
afirmação “a existência precede a essência”, conforme ressaltado por Sartre.
A existência precede a essência assinala o retorno heideggeriano para o pensamento
sobre o ser, ou seja, antes de qualquer determinação, é necessário pensar o ser em
sua essencialidade.
A existência precede a essência determina um retorno às determinações filosóficas do
platonismo, ou seja, a verdadeira liberdade reside no mundo das ideias.
A existência precede a essência revela o interesse de Parmênides em afirmar a
soberania de uma essência imutável em face das determinações heraclitianas de um
movimento infinito das coisas e da natureza.
Pincel Atômico - 10/02/2025 16:54:56 4/4
A existência precede a essência assinala a necessidade de um direcionamento
compreensivo das estruturas que afirmam a existência na força da
transcendentalidade.
X
A existência precede a essência determina a necessidade de se compreender a
existência e suas determinações como fundamentos primários para a
compreensão/investigação das essências.

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