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PERMEABILIDADE PERMEABILIDADE CARGAS PIEZOMÉTRICA, ALTIMÉTRICA E TOTAL PERMEABILIDADE Variação da velocidade (v) em função do gradiente hidráulico (i) PERMEABILIDADE Variação da velocidade (v) em função do gradiente hidráulico (i) em argilas PERMEABILIDADE Velocidade através do meio (v) e velocidade nos vazios (vs) Av*vs = A*v = Q v = Av*vs A n = V ; 1 = Vv Vv n V v = Av*vs; vs=n*v A PERMEABILIDADE Percolação em meios porosos inclinados )1*cos1H)(L/cosh(kkiAQ == PERMEABILIDADE Valores típicos de k em solos saturados (cm/s) PERMEABILIDADE Variação da viscosidade (ou ) com a temperatura (T em °C) PERMEABILIDADE EQUAÇÃO DE TAYLOR (1948) k= D² w e³ C 1 +e D = diâmetro de uma esfera equivalente ao tamanho dos grãos; w = peso específico do fluido; = viscosidade do fluido ; e = índice de vazios; C = coeficiente de forma dos vazios. PERMEABILIDADE Variação da permeabilidade com o índice de vazios (granulares) k1 = e1³/(1+e1) k2 e2³/(1+e2) PERMEABILIDADE Variação da permeabilidade com o índice de vazios (argilosos) k2 = e1³/(1+e1) k2 e2³/(1+e2) IP + fração de argila = 1,25 PERMEÂMETROS determinação do coeficiente de permeabilidade - k PERMEABILIDADE Permeâmetro de carga constante (granulares) Q = k i A; Q = k H A ; L k = Q L A h PERMEABILIDADE Permeâmetro de carga variável (argilosos) Na amostra: q = k h A ; L No piezômetro: q = -a dh dt k h A = -a dh L dt dt = - a L dh Ak dt t = aL loge h1 Ak h2 k = 2,303 aL log10 h1 At h2 PERMEABILIDADE Anisotropia PERMEABILIDADE Variação da direção do fluxo PERMEABILIDADE Variação da direção do fluxo – relação entre a permeabilidade horizontal (kH) e a permeabilidade vertical (kV) – solos finos PERMEABILIDADE Coeficiente de permeabilidade equivalente (k) em meios estratificados com diferentes valores de permeabilidade horizontal (kH) e a permeabilidade vertical (kV) kH = 1/H (k H1 H1 + k H2 H2 + k H3 H3 + ... + k Hn Hn) kV = H/[(H1/kV1) + (H2/kV2) + (H3/kV3) + ... (Hn/kVn) K EQUIVALENTE = kH/KV PERMEABILIDADE APLICAÇÕES REDE DE FLUXO COMO CALCULAR A DESCARGA ATRAVÉS DOS MEIOS PERMEÁVEIS? REDE DE FLUXO COMO CALCULAR A DESCARGA ATRAVÉS DOS MEIOS PERMEÁVEIS? REDE DE FLUXO COMO CALCULAR A DESCARGA ATRAVÉS DOS MEIOS PERMEÁVEIS? Rede de fluxo é um conjunto de linhas de fluxo e equipotenciais, que se cruzam ortogonalmente ou formando elementos de fluxo de lados médios iguais. Linhas de fluxo são linhas que descrevem a trajetória de uma partícula de fluido em escoamento. Linhas equipotenciais são linhas que unem pontos de mesma energia piezométrica (carga de posição + carga hidrostática). Elemento de fluxo é o espaço compreendido por duas linhas de fluxo e duas equipotenciais consecutivas. REDE DE FLUXO COMO CALCULAR A DESCARGA ATRAVÉS DOS MEIOS PERMEÁVEIS? O escoamento em meios permeáveis é regido por uma equação de Laplace, em função da equação da continuidade e da equação de Bernoulli, cuja solução gráfica é a rede de fluxo. A rede de fluxo pode ser usada como ferramenta para cálculo de vazões, poropressões e forças devido à percolação. A descarga ou vazão por metro linear de estrutura é realizado pela expressão abaixo, derivada da Lei de Darcy. Q = k * H * Nf/Nd, Em que k é permeabilidade do meio, H é a energia inicial e a energia final do sistema, Nf = N° de canais de fluxo e, Nd = N° de quedas de potencial. REDE DE FLUXO COMO CALCULAR A DESCARGA ATRAVÉS DOS MEIOS PERMEÁVEIS? Canal de fluxo é o espaço entre duas linhas de fluxo consecutivas. A Figura abaixo possui 4 canais de fluxo. Queda de potencial é o espaço entre duas linhas equipotenciais consecutivas. A Figura abaixo possui 9 quedas de potencial. REDE DE FLUXO COMO CALCULAR A DESCARGA ATRAVÉS DOS MEIOS PERMEÁVEIS? A descarga total (Q) no meio permeável é dividida em parcelas iguais (q) por canal de fluxo. A Queda de potencial (h) tem valor constante igual H/Nd entre duas linhas equipotenciais quaisquer. REDE DE FLUXO COMO CALCULAR A POROPRESSÃO E CONSEQUENTE SUBPRESSÃO NOS MEIOS PERMEÁVEIS? A pressão neutra nos poros (uw) do meio permeável pode ser associada à poropressão nos vazios do solo saturado. Assim com a pressão hidrostática ordinária, esta pressão é igual ao peso específico da água vezes a carga hidráulica no ponto considerado (uw= w*h). A pressão neutra pode ser determinada através da rede de fluxo, usando a equação de Bernoulli e balanço de energia no ponto em análise. REDE DE FLUXO COMO CALCULAR A POROPRESSÃO E CONSEQUENTE SUBPRESSÃO NOS MEIOS PERMEÁVEIS? Considere-se os pontos 1 e 2 no meio permeável: H1 = hi – energia perdida até 1; H1 = z1 + h1. H1 = hi – 1h ; H1 = z1 + u1/w Logo, u1 = [hi - 1h – z1] w H2 = hi – energia perdida até 2; H2 = z2 + h2. H2 = hi – 2h ; H2 = z2 + u2/w Logo, u2 = [hi - 2h – z2] w Generalizando, a pressão neutra em qualquer ponto (un), será: un = [hi – n° de quedas de potencial até n*h - zn] w hi = energia inicial do sistema (a montante) REDE DE FLUXO COMO CALCULAR A FORÇA DEVIDO À PERCOLAÇÃO NOS MEIOS PERMEÁVEIS? A Força devido à percolação em meio permeável (Fp) é da pelo produto: peso específico da água * gradiente crítico (icrítico). Da definição de gradiente tem-se, i = variação de energia/trajetória. Analisando-se qualquer elemento de fluxo, tem-se i=h/li, sendo li a trajetória de uma partícula entre 2 equipotenciais. Como o numerador da expressão é constante em uma rede de fluxo, o gradiente crítico máximo será no elemento de fluxo onde se verificar ser menor o valor de li, resultando icrítico = h/lmínimo e, Fp = w * h/lmínimo 1- DETERMINAR: A descarga na base das 4 estruturas assentes em fundação permeável: Q = k H Nf/Nd A força devido à Subpressão na base das 4 estruturas: Pressões neutras na base u uN = [(hi – N° de h em N) + zN]w A Força devido à percolação nas 4 estruturas : Fp = icrítico * w = h/lmínimo * w Dados: Energia inicial = 12,00m; Energia final = 2,00m; k = 2,5 x 10 -3 cm/s;largura da base da estrutura = 18,00 m. Calcular a descarga através da fundação da estrutura hidráulica. Calcular a força devido à subpressão na base da estrutura. PERCOLAÇÃO EM MEIOS NÃO CONFINADOS PERCOLAÇÃO EM MEIOS NÃO CONFINADOS PERCOLAÇÃO EM MEIOS NÃO CONFINADOS A teoria da percolação estuda o movimento da água livre, que no solo está separada da água capilar por uma superfície denominada superfície freática ou nível d’água (NA), sendo superfície freática o lugar geométrico dos pontos de pressão igual à atmosférica, isto é, com pressões manométricas nulas PERCOLAÇÃO EM MEIOS NÃO CONFINADOS A solução de Kozeny demonstra que a linha de fluxo superior (superfície freática) é uma parábola com foco no ponto O. Admite-se empiricamente que essa parábola passa pelo ponto A. Com um compasso em A e raio AO determina-se a diretriz EF da parábola básica de Kozeny com o foco em O. PERCOLAÇÃO EM MEIOS NÃO CONFINADOS Arthur Casagrande verificou, através de leituras de piezômetros em barragens construídas e em operação, que ocorria uma diferença entre as leituras e o lugar geométrico atribuído pelos cálculos com o método de Kozeny. De acordo com essas observações, há duas correções a serem feitas na parábola básica. A primeira é a na entrada da linha de fluxo BD, que é a primeira e equipotencial do sistema de escoamento PERCOLAÇÃO EM MEIOS NÃO CONFINADOS A segunda correção faz-se sempre que o sistema de drenagem interna não for horizontal. Trata-se de corrigir a entrada da linha de saturação no filtro, quando o ângulo do filtro com a horizontal for diferente de 180º. PERCOLAÇÃO EM MEIOS NÃO CONFINADOS O problema da anisotropia de ser sempre no caso dos aterros, pois essas são compactadas em camadas horizontais, o que provoca no solo, mesmo que ele seja homogêneo, uma permeabilidade horizontal (kx) maior que a vertical (ky) (que varia de 5 a 50). Em geral,nas barragens de terra é necessária a redução da escala horizontal antes do traçado das redes de fluxo, na mesma proporção da diferença entre as permeabilidades vertical e horizontal. PERCOLAÇÃO EM MEIOS NÃO CONFINADOS Estabelecida a geometria da estrutura, os de drenagem devem ser suficientes para o controle das vazões, considerando, para os aterros compactado a anisotropia de permeabilidade pode se da ordem de kx/ky = 9. PERCOLAÇÃO EM MEIOS NÃO CONFINADOS O desenvolvimento da computação resultou em avançados produtos de software para engenharia e análise científica e sua disponibilidade imediata e facilidade de uso faz ser possível a utilização de técnicas poderosas como uma análise de elementos finitos na prática da engenharia. Estes métodos analíticos já deixaram de ser ferramentas de pesquisa de ferramentas de aplicação. Isto abriu um novo mundo da modelagem numérica. Ferramentas de software tais como SEEP / W têm a característica de levar a bons resultados aqueles que a utilizam para pesquisa e uso prático, já que complexidades envolvidas na modelagem do problema tornam quase que obrigatório o uso de alguma forma de análise numérica para analisar problemas de percolação Instalar o programa GeoStudio – versão estudantil. Diapositivo 1 Diapositivo 2 Diapositivo 3 Diapositivo 4 Diapositivo 5 Diapositivo 6 Diapositivo 7 Diapositivo 8 Diapositivo 9 Diapositivo 10 Diapositivo 11 Diapositivo 12 Diapositivo 13 Diapositivo 14 Diapositivo 15 Diapositivo 16 Diapositivo 17 Diapositivo 18 Diapositivo 19 Diapositivo 20 Diapositivo 21 Diapositivo 22 Diapositivo 23 Diapositivo 24 Diapositivo 25 Diapositivo 26 Diapositivo 27 Diapositivo 28 Diapositivo 29 Diapositivo 30 Diapositivo 31 Diapositivo 32 Diapositivo 33 Diapositivo 34 Diapositivo 35 Diapositivo 36 Diapositivo 37 Diapositivo 38 Diapositivo 39 Diapositivo 40 Diapositivo 41 Diapositivo 42