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1 @sarahellen_figueredo/N- (73)98829210 SBV e OVACE - pediátrico No manejo de parada cardiorrespiratória (PCR), as vítimas são divididas em três grupos: - Bebês, que são os menores de 1 ano de idade (excluindo os neonatos/menores de 28 dias); - Crianças, que são as maiores de 1 ano de idade até antes da entrada na puberdade, a qual é definida para fins de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) como presença de mamas nas meninas ou presença de pelos axilares nos meninos; - Adultos, que são as vítimas que já entraram na puberdade, englobando a maior parte dos adolescentes. Existem dois tipos de cadeias de sobrevivência pediátrica na PCR: uma em ambiente extra-hospitalar e outra a nível intra-hospitalar, e ambas englobam seis elos. Na PCR extra-hospitalar, o primeiro elo envolve a prevenção por meio de, por exemplo, implementação de medidas de segurança que reduzem a chance de acidentes domésticos, afogamentos e traumas graves em acidentes de transporte. Já o primeiro elo na PCR intra-hospitalar consiste na sua prevenção, promovendo tratamento adequado da doença em curso e o rápido reconhecimento da PCR. Os demais elos são comuns aos dois tipos de PCR, sendo eles: (2º) ativação da resposta de emergência; (3º) RCP de alta qualidade; (4º) RCP avançada; (5º) cuidados pós-PCR e (6º) recuperação. A base da RCP de alta qualidade envolve fazer compressões torácicas adequadas em frequência e profundidade, minimizar interrupções na RCP, permitir retorno total do tórax após cada compressão e evitar a hiperventilação. As principais causas de PCR em bebês e crianças são as causas hipóxico-isquêmicas decorrentes de quadro de hipoxemia ou choque circulatório, que cursam com ritmo cardíaco de atividade elétrica sem pulso ou assistolia. Já a parada cardíaca primária por taquicardia ventricular sem pulso ou fibrilação ventricular causada principalmente por infarto agudo do miocárdio é a principal causa de PCR nos adultos. Verificar a segurança do local, verificar se o paciente está consciente e pedir ajuda (Etapas 1 e 2) O primeiro socorrista que se encontra ao lado de um bebê ou criança que não responde deve executar rapidamente os seguintes passos: 1. Verificar a segurança do local. 2. Verificar se a vítima responde. Tocar no ombro da criança ou no calcanhar do bebê e perguntar em voz alta: "Você está bem?" 3. Se o bebê ou a criança não responder, grite por ajuda para alguém próximo. Acione o sistema médico de emergência por celular (se adequado). Avaliar a respiração e o pulso (Etapa 3) Em seguida, avalie a respiração e o pulso do bebê ou da criança para determinar as ações a serem realizadas em seguida. Para minimizar o atraso no início da RCP, não leve mais de 10 segundos para avaliar a respiração e o pulso ao mesmo tempo. Verifique se não há respiração ou se há somente gasping e verifique o pulso (simultaneamente). Para verificar a respiração, observe se o tórax da vítima se eleva e retrai por, no máximo, 10 segundos - Se o bebê ou a criança tiver respiração normal e pulso palpável, monitore até que os socorristas de emergência cheguem (Etapa 3a). - Se o bebê ou a criança não estiver respirando ou apresentar apenas gasping e pulso palpável, administre ventilação de resgate (Etapa 3b). - Se não houver respiração ou apenas gasping e não houver pulso palpável, o bebê ou a criança está em PCR (Etapa 5). O gasping não é considerado respiração normal e pode ser um sinal de PCR. Bebê: Para verificar o pulso de um bebê, palpe o pulso braquial. Criança: Para verificar o pulso de um a criança, palpe o puIso carotídeo ou femoral 2 @sarahellen_figueredo/N- (73)98829210 Pode ser dlffcil determinar a presença ou ausência de pulso, particularmente em bebês ou crianças. Por isso, se você definilivamente não sentir nenhum pulso em 10 segundos, inicie a RCP começando pelas compressões torácicas. Determine as ações seguintes de acordo com a presença ou ausência de respiração normal e pulso: - Se o bebê ou a criança estiver com respiração normal e tiver pulso palpável, monitore a vítima até que os socorristas de emergência cheguem (Etapa 3a). - Se o bebê ou a criança não tiver respiração normal mas o pulso for palpável, administre ventilação de resgate e uma ventilação a cada 2 a 3 segundos ou cerca de 20 a 30 ventilações/min. - Avalie o pulso por, no máximo, 10 segundos → Se a frequência cardíaca for menor que 60/min com sinais de perfusão deficiente (Etapa 4), inicie a RCP (Etapa 4a). → Se a frequência cardíaca for 60/min ou superior (Etapa 4), continue a ventilação de resgate e verifique o pulso a cada 2 minutos. Se não houver pulso palpável definido, inicie a RCP - Se o bebê ou a criança não estiver respirando ou apresentar apenas gasping e não houver pulso palpável (Etapa 5), → Se estiver sozinho e tiver presenciado o colapso súbito do bebê ou da criança, ative o serviço médico de emergência (se ainda não o tiver feito) e busque um desfibrilador (Etapa 5a). Por exemplo, ligue para o número de emergência local, mobilize a equipe de ressuscitação ou notifique o suporte avançado de vida. → Se estiver sozinho e não tiver presenciado o colapso súbito do bebê ou da criança, vá para a próxima etapa: Inicie a RCP de alta qualidade durante 2 minutos (Etapa 6). Se o colapso tiver sido súbito e presenciado, deixe o bebê ou a criança e ative o sistema médico de emergência (a menos que já o tenha feito por celular) e busque o DEA. Se outras pessoas chegarem, peça para que acionem o serviço médico de emergência (se ainda não tiver sido acionado) e busquem o DEA, mantendo-se ao lado da criança para iniciar a RCP Iniciar a RCP de alta qualidade com compressões torácicas No caso de um único socorrista, ele deve usar as técnicas de compressão a seguir - Bebê: compressões torácicas com dois dedos ou técnica dos dois polegares - Criança: 1 ou 2 mãos (o que for necessário para administrar compressões com profundidade adequada) Depois de 2 minutos de RCP, se você estiver sozinho e não puder acionar o serviço médico de emergência (não tiver celular), deixe o bebê ou a criança para acionar o serviço médico de emergência e pegar o DEA Use o DEA assim que ele estiver disponível Depois da administração do choque ou se nenhum choque for aconselhável, retome imediatamente a RCP de alta qualidade por 2 minutos (até que seja solicitado pelo DEA para verificar o ritmo). Continue até que profissionais de SAV assumam ou a criança comece a respirar, mover-se ou reagir de outra forma Compressões torácicas de alta qualidade com as seguintes características: - Coloque o bebê ou a criança em uma superfície firme - Em crianças e adultos, posicionar a região tenar e hipotenar de uma das mãos do socorrista na metade inferior do esterno da vítima e a outra mão por cima dessa, entrelaçando seus dedos, mantendo os membros superiores estendidos; enquanto nos bebês, deve-se posicionar os dedos do socorrista logo abaixo da linha intermamilar sobre o esterno, usando os dois maiores dedos se for um único socorrista ou dois polegares a partir de dois socorristas. - Velocidade de 100-120/minuto. - Profundidade de um terço do diâmetro anteroposterior do tórax (cerca de 4 cm nos bebês, 5 cm nas crianças e de 5- 6 cm nos adultos). - Permitir o retorno do tórax após cada compressão torácica. - Minimizar interrupção nas compressões (no máximo 10 segundos para fazer 2 ventilações quando ainda estiver sem via aérea avançada). 3 @sarahellen_figueredo/N- (73)98829210 - Trocar o socorrista compressor a cada 2 minutos, ou antes, se ele fadigar. - Na ausência de via aérea avançada, fazer relação de compressões para ventilações de 15:2 em bebês e crianças com dois socorristas e 30:2 em bebês e crianças com único socorrista realizandoRCP e em adolescentes e adultos com um ou 2 socorristas. Abertura de vias aéreas e ventilação No “A” de abertura de vias Aéreas, verificar se há corpo estranho, retirar se visível, fazer abertura de vias aéreas com elevação do ângulo da mandíbula e, na ausência de trauma, realizar a extensão da cabeça. No “B” de Boa respiração, deve-se fazer: ventilação com bolsa-válvula-máscara (selecione uma bolsa e uma máscara que cubra toda boca e nariz, sem cobrir os olhos e se sobrepor ao queixo) com reservatório adequado para a faixa etária, acoplado à rede de oxigênio com fluxômetro a 10 L/minuto para bebês e 10 a 15 L/minuto para crianças, para fornecer aproximadamente 100% de fração inspirada de oxigênio, duração de 1 segundo cada, com o objetivo de promover leve elevação torácica. .Assim que possível, considerar via aérea avançada, sendo a capnografia ou capnometria colorimétrica considerada o método padrão-ouro para confirmar adequado posicionamento do tubo endotraqueal. Uma vez que o paciente esteja intubado, fazer compressões torácicas continuamente e uma ventilação a cada 2-3 segundos (20 a 30 ventilações por minuto) em bebês e crianças, e uma ventilação a cada 6 segundos (10 ventilações por minuto) para adolescentes e adultos DEA o uso do DEA é permitido no tratamento de ritmos chocáveis de bebês e crianças. Nessas situações, as pás infantis/atenuador de carga do DEA devem ser utilizados em pacientes menores de 8 anos. Na ausência de pás pediátricas/atenuador de carga, as pás adesivas convencionais do DEA podem ser aplicadas em bebês e crianças em PCR por FV/TVSP como última alternativa. Escolha e posicionamento das pás do DEA Use pás pediátricas, se disponíveis, para bebês e crianças de menos de 8 anos de idade. Se não houver pás pediátricas, use pás para adultos. As pás para adultos administram uma carga de choque mais alta, mas é melhor isso do que nenhum choque. No entanto, tome cuidado para que as pás não se toquem e nem fiquem sobrepostas. Além disso, se o DEA tiver um seletor ou interruptor que administre a carga de choque pediátrica, acione-o. Para vítimas de 8 anos de idade ou mais, use pás para adultos- pás infantis provavelmente administrarão uma carga do choque muito baixa. O paciente deve estar seco e em local seco para evitar que o choque passe somente pela pele, secá-lo e/ou retirá-lo do local molhado se for necessário chocar. Antes de administrar o choque, falar e todos devem obedecer aos seguintes comandos: “Eu me afasto! Todos se afastam! Retire a fonte de oxigênio! Vou chocar!” É importante retirar a fonte de oxigênio para não acarretar explosão. Quem dá o choque é responsável por verificar se todos obedeceram aos comandos. O algoritmo está na ultima folha Obstrução de via aérea A OVACE (Obstrução de Vias Aéreas por Corpo Estranho), é a terceira maior causa de morte por acidentes em crianças, sendo responsável por 84% dos acidentes em crianças menores de cinco anos e a principal causa de morte acidental de bebês de até um ano de idade. Dessa forma, sua prevenção e identificação precoce é essencial, tendo em vista que pode levar a óbito, além de poder gerar lesões permanentes e imensuráveis repercussões em todas as esferas biopsicossocial da vítima. Sua prevenção pode ser realizada como por exemplo: cortando bem os alimentos na hora de comer, comendo de boca fechada, devagar e preferencialmente sentado, e brincando com brinquedos apropriados para idade. Os recém-nascidos e lactentes devem dormir em colchões firmes, em decúbito dorsal, com nada sobre sua cabeça e com os braços para região externa do corpo. Pacientes com suspeita de obstrução de vias aéreas por aspiração de corpo estranho devem ser abordados conforme a avaliação: - Na presença de tosse espontânea e sons/voz, não intervir. Golpes nas costas nesse momento podem causar susto/suspiro/incoordenação e intensificar a obstrução. Portanto, deixar a criança tentar expelir espontaneamente, por meio da tosse, o corpo estranho. 4 @sarahellen_figueredo/N- (73)98829210 - Na vigência de obstrução total, sem tosse eficaz ou emissão de sons, troca pouco ou nenhum ar, emite um ruído agudo durante a inalação ou absolutamente nenhum ruído, tem aumento da dificuldade respiratória deve realizar cinco golpes nas costas alternados com 5 compressões torácicas se menor de 1 ano de idade ou compressões abdominais (manobra de Heimlich) se maiores de 1 ano. - Em caso de pacientes inconscientes e sem respiração eficaz, chamar ajuda e iniciar RCP. A cada ciclo, antes de iniciar as ventilações, abrir a boca e procurar identificar objeto que possa ser removido sob visualização direta. Bebê (menos de 1 ano) 1-Confirme a obstrução completa da via aérea 2- Ministre até 5 golpes nas costas e até 5 compressões torácicas. 3. Repita a Etapa 2, até o objeto ser expelido ou a vítima deixar de responder Protocolo SAMU 192-SUPORTE AVANÇADO DE VIDA 2016 Criança (1 ano a adolescente (puberdade) 1. Pergunte: "Você está engasgado?" Se a criança acenar com a cabeça ou de alguma forma indicar que "sim", diga que você vai ajudar. 2. Levante-se ou ajoelhe-se atrás da criança. Execute compressões abdominais. 3. Repita as compressões abdominais, até que o objeto seja expelido ou a vítima deixe de responder Protocolo SAMU 192-SUPORTE AVANÇADO DE VIDA 2016 A criança ou o bebê fica inconsciente 1. Grite por socorro. Solicite ajuda para ativar o sistema médico de emergência. 2. Ponha a criança no chão. Se a criança não responder e não respirar ou apresentar somente gasping, inicie a RCP (sem verificações de pulso). 3. Toda vez em que abrir a via aérea para administrar ventilações, olhe dentro da boca. Caso veja algum objeto que possa ser facilmente removido, remova-o. Se você não enxergar nenhum objeto, continue a RCP. Nota: Não faça nenhuma varredura digital às cegas na tentativa de desalojar o corpo estranho. Assim, corre-se o risco de empurrar o corpo estranho ainda mais para dentro da via aérea. Além disso, pode causar trauma e hemorragia. 4. Prossiga com a RCP por 5 ciclos ou cerca de 2 minutos.~ Se estiver sozinho, deixe a criança para acionar o sistema médico de emergência. Continue a RCP até a chegada de profissionais mais capacitados. 5 @sarahellen_figueredo/N- (73)98829210 Avaliação pediátrica A análise do paciente pediátrico na emergência foi definido pela Academia Americana de Pediatria (AAP) a partir do Triângulo de Avaliação Pediátrica (TAP). Este método é composto pela observação da aparência, respiração e circulação da pele, permitindo avaliação geral da criança em 30 a 60 segundos afim de determinar a gravidade da doença e a intervenção. O cuidado precoce pode prevenir a progressão para PCR, insuficiência respiratória, choque ou agravamento de outros sintomas clínicos. 1- Aparência. Na avaliação da aparência da criança consideramos o nível de consciência e sua interação com o meio, abrangendo o tônus, a interatividade, a consolabilidade, o olhar e a fala ou choro. 2- Respiração. Na avaliação da respiração verificamos a FR e presença de esforço respiratório, atentando para posições indicativas de desconforto respiratórios e para os sons de respiração anormal, como sibilos, estridor e gemidos. 3- Circulação. Na avaliação da circulação utilizamos coloração de pele e mucosas, sinais de hemorragia e lesões de pele Avaliação específica Quando a criança não possui um possível estado fatal após realização do TAP, devemos seguir o atendimento pela avaliação primária, secundária e terciária. Avaliação primária Na avaliação primária abordamos o ABCDE, na seguinte ordem: via aérea, respiração, circulação, disfunção neurológica e exposição, incluindo os dados de sinais vitais e oximetria de pulso. Caso ocorrea identificação de sinais de alerta estes devem ser tratados rapidamente antes de prosseguirmos com a avaliação. A - Via aérea: deve-se avaliar se estão abertas a partir do movimento do tórax ou abdômen, ausculta de sons respiratórios ou fluxo de ar no nariz ou boca. Alterações: - Via aérea preserváveis: pode ser desobstruída por intervenção simples - Via aérea não preserváveis: necessitam de intervenção avançada para desobstrução. B – Respiração: deve-se avaliar a frequência, padrão respiratório e sinais de esforço respiratório através da observação de movimentação do tórax e utilização de músculos acessórios, sons respiratórios através da ausculta e saturação de oxigênio por oximetria de pulso. Alterações: - FR e padrão respiratório: respiração irregular, taquipneia, bradipneia, apneia - Esforço respiratório: batimento de asa nasal, retrações, respiração paradoxal - Sons respiratórios anormais: estridor, ronco, sibilo, crepitações - Saturação inferior a 94% Conduta: Quando a saturação de O2, com a criança respirando em ar ambiente, é inferior a 94% a situação é de hipoxemia e deve ser considerado a administração de O2 suplementar. C – Circulação: deve-se avaliar a frequência e o ritmo cardíaco pela ausculta ou ECG, pulsos periféricos e centrais pela palpação, tempo de preenchimento capilar, coloração e temperatura da pele, pressão arterial com manguito de tamanho apropriado Alterações: - FC: bradicardia, taquicardia, PCR - Tempo de preenchimento capilar acima de 2 segundos - Coloração: palidez, moteamento, cianose - PA: hipotensão e hipertensão D – Disfunção neurológica: deve ser avaliada a partir da Escala de Resposta Pediátrica AVDI (Alerta, Voz, Dor, 6 @sarahellen_figueredo/N- (73)98829210 Inconsciente), Escala de Coma de Glasgow (GCS), resposta das pupilas a luz, exame de glicemia. Alterações: - Redução no nível de consciência, irritabilidade, letargia, agitação Conduta: Quando a criança apresentar algum distúrbio neurológico deve-se avaliar novamente a ventilação, a perfusão e a glicemia. E – Exposição: as roupas do paciente devem ser retiradas, de acordo com a necessidade, para melhor exame físico buscando identificar hemorragias, queimaduras, marcas de trauma Avaliação secundária Na avaliação secundária deve ser realizado anamnese e exame físico detalhado e especifico sobre o paciente e o incidente. A fim de colher uma história completa do paciente utilizamos a mnemônica SAMPLE: S – Sinais e sintomas no início do evento e sua evolução (dificuldade respiratória, alterações de FR, alterações de RC, redução no nível de consciência, agitação, febre, diarreia, dor...) A – Alergias a medicamentos, alimentos e reações associadas M – Medicações, dose e horário P – Passado Médico incluindo enfermidades prévias, cirurgias, hospitalizações e estado de imunizações L – Última refeição incluindo hora e natureza do alimento ou líquido e o tempo decorrido entre a refeição e os sintomas E – Eventos que levem a doença e suas características, como início súbito ou gradual, tipo de lesão e tratamento utilizado até a avaliação médica Avaliação terciária Na avaliação terciária são realizados exames laboratoriais, radiográficos e outros testes visando a identificação das condições fisiológicas e anatômicas da criança para um diagnóstico preciso. Os exames são realizados de acordo com a situação clínica do paciente, mas os preconizados são: gasometria arterial, gasometria venosa, gasometria capilar, concentração de hemoglobina, saturação de O2 venoso central, lactato arterial, monitorização da pressão venosa central, monitorização invasiva da pressão arterial, radiografia do tórax, eletrocardiograma, ecocardiograma e fluxo expiratório de pico Referências SAVP 2020 Eisencraft, Adriana, P. e Sylvia Costa Lima Farhat. Urgências e Emergências Pediátricas: Manual para Rápida Tomada de Decisão. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2021. Traldi, Paula de, C. et al. Urgências e emergências pediátricas. (Série Pediatria Soperj) . Disponível em: Minha Biblioteca, Editora Manole, 2023. 7 @sarahellen_figueredo/N- (73)98829210 Algoritmo de SBV pediátrico para profissionais da saúde com um único socorrista. 8 @sarahellen_figueredo/N- (73)98829210 Algoritmo de SBV pediátrico para profissionais da saúde com dois ou mais socorristas