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UC4 – Manoella Evelyn 
1 
 
Anatomia
boca 
Limites 
Anterior: lábios e rima bucal 
Posterior: Ístmo das fauces 
Laterais: Bochechas com corpos adiposos 
Superior: Palatos duro e mole 
Assoalho: Mucoso e Muscular (são suprahióideos) 
 
 
Obs: fauces: parte superior da garganta entre a boca e 
a faringe 
Obs: istmo das fauces (delimitação): 
•Superior – úvula palatina 
•Inferior – dorso da língua 
•Lateral – arcos palatoglosso 
 
Cavidade própria da boca 
 É o espaço entre as arcadas ou arcos dentais maxilar 
(superior) e mandibular (inferior) (arcos alveolares 
maxilar e mandibular e os dentes que sustentam). 
É limitada lateral e anteriormente pelos arcos dentais. 
O teto da cavidade oral é formado pelo palato. 
Posteriormente, a cavidade oral comunica-se com a 
parte oral da faringe (orofaringe). 
Quando a boca está fechada e em repouso, a cavidade 
oral é totalmente ocupada pela língua. 
UC4 – Manoella Evelyn 
2 
 
 
Rima da boca 
O tamanho da rima é controlado pelos músculos 
periorais, como o orbicular da boca (o esfíncter da 
rima da boca), o bucinador, o risório e os depressores 
e elevadores dos lábios (dilatadores da rima). 
Lábios 
São pregas musculofibrosas móveis que circundam a 
boca, estendendo-se dos sulcos nasolabiais e narinas 
lateral e superiormente até o sulco mentolabial 
inferiormente; 
São cobertos externamente por pele e internamente 
por túnica mucosa. 
Atuam como as válvulas da rima da boca, contendo o 
esfíncter (músculo orbicular da boca) que controla a 
entrada e a saída da boca e dos sistemas digestório 
superior e respiratório. Os lábios são usados para 
apreender o alimento, sugar líquidos, manter o 
alimento fora do vestíbulo da boca, produzir a fala e 
osculação (beijo) 
Vestíbulo da boca 
É o espaço semelhante a uma fenda entre os dentes e 
a gengiva e os lábios e as bochechas. O vestíbulo 
comunica-se com o exterior através da rima 
(abertura) da boca. 
Frênulos medianos dos lábios superior e inferior 
São pregas de margem livre da túnica mucosa na linha 
mediana, que se estendem da gengiva vestibular até a 
túnica mucosa dos lábios superior e inferior 
Dentes 
 Os dentes estão inseridos nos alvéolos dentais, são 
usados na mastigação e ajudam a articulação. Um 
dente é identificado e descrito como decíduo 
(primário) ou permanente (secundário), o tipo de 
dente e sua proximidade da linha mediana ou da 
parte anterior da boca. 
⟶Grupos Dentais: Incisivos, Caninos, Pré-Molares e 
Molares 
•incisivos, margens cortantes finas; caninos, cones 
proeminentes únicos; pré-molares (bicúspides), duas 
cúspides; e molares, três ou mais cúspides. 
⟶Vascularização: 
As artérias alveolares superior e inferior, ramos da 
artéria maxilar, suprem os dentes maxilares e 
mandibulares, respectivamente. As veias alveolares 
com os mesmos nomes e distribuição acompanham as 
artérias. Os vasos linfáticos dos dentes e gengivas 
seguem principalmente para os linfonodos 
submandibulares 
 
Gengiva 
(vestibular e palatina e/ou lingual): A gengiva 
propriamente dita está firmemente presa aos 
processos alveolares da mandíbula e da maxila e aos 
colos dos dentes. As gengivas propriamente ditas 
adjacentes à língua são as gengivas linguais superior e 
inferior, e as gengivas adjacentes aos lábios e às 
bochechas são as gengivas labial ou bucal maxilar e 
mandibular, respectivamente 
Palato duro 
(papila incisiva, pregas palatinas transversais, rafe 
palatina): Os dois terços anteriores do palato têm um 
esqueleto ósseo formado pelos processos palatinos da 
maxila e as lâminas horizontais dos palatinos. A fossa 
incisiva é uma depressão na linha mediana do palato 
UC4 – Manoella Evelyn 
3 
 
ósseo posterior aos dentes incisivos centrais, na qual 
se abrem os canais incisivos 
Palato mole 
(véu palatino): não tem esqueleto ósseo; mas sua 
parte aponeurótica anterior é reforçada pela 
aponeurose palatina, que se fixa à margem posterior 
do palato duro. 
Glândulas da boca: Maiores 
⟶Glândula parótida (com o ducto parotídeo) 
⟶Glândula sublingual (com ductos sublinguais): são 
as menores e mais profundas glândulas salivares; 
situa-se no assoalho da boca entre a mandíbula e o 
músculo genioglosso 
⟶Glândula submandibular (ducto submandibular): 
situam-se ao longo do corpo da mandíbula, parte 
superior e parte inferior à metade posterior da 
mandíbula, e parte superficial e parte profunda ao 
músculo milo-hióideo 
 
 
Língua 
⟶Músculos da língua: Extrínsecos e Intrínsecos 
a)Extrínsecos: todos supridos pelos nervos 
hipoglossos, menos o palatoglosso, inervado por 
ramos do nervo acessório, que seguem junto com o 
nervo vago 
 •Genioglosso 
 •Hioglosso 
 •Estiloglosso 
 •Palatoglosso 
 
b)Intrínsecos: todos supridos pelos nervos 
hipoglossos 
 •Longitudinal superior 
 •Longitudinal inferior 
 •Transverso 
 •Vertical 
 
⟶Partes: raiz, corpo e ápice. 
 •Raiz: Tonsilas ou Amígdalas Linguais 
 •Corpo: Face Dorsal: 
-Sulco Mediano 
-Sulco Terminal 
-Forame Cego 
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⟶Vascularização: 
•irrigação: 
a)Corpo e ápice – artéria lingual (principal) 
b)Raiz – ramos da artéria facial (tonsilar e palatina 
ascendente) e ramos da artéria faríngea ascendente. 
•drenagem venosa: veias linguais, veia lingual 
profunda, sublingual. 
•drenagem linfática: linfonodos submandibulares e 
submentuais > linfonodos jugulodigástrico > ducto 
torácico 
⟶Inervação: 
•Sensitiva: nervo lingual e ramo lingual do 
glossofaríngeo e do vago, nervo corda do tímpano. 
•Motora: nervo hipoglosso e ramos do plexo cervical. 
 
 
 
 
Papilas Linguais 
•Circunvaladas (“V” Lingual) 
•Fungiformes 
•Filiformes 
•Folheadas 
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faringe 
É a parte expandida superior do sistema digestório, 
posterior às cavidades nasal e oral, que se estende 
inferiormente além da laringe. 
Estende-se da base do crânio até a margem inferior da 
cartilagem cricóidea anteriormente e a margem 
inferior da vértebra C VI posteriormente. 
⟶Divisão: 
a)Parte nasal da faringe (nasofaringe): posterior ao 
nariz e superior ao palato mole 
b)Parte oral da faringe (orofaringe): posterior à boca 
c)Parte laríngea da faringe (laringofaringe): posterior à 
laringe 
 
⟶Vascularização: 
•irrigação: a. faríngea ascendente, a. facial e a. 
maxilar. 
•drenagem venosa: v. faríngeas recebem v. 
meníngeas posteriores e v. do canal pterigoideo > v. 
jugular interna. 
•drenagem linfática: linfonodos retrofaríngeos, faciais 
profundos e cervicais profundos > ducto torácico 
⟶Inervação: principalmente pelo plexo faríngeo 
•Sensitivo: nervos glossofaríngeo e vago 
•Motora: ramos do acessório, que se unem ao nervo 
vago, para quase todos os músculos menos o 
estilofaríngeo (nervo glossofaríngeo) e tensor do véu 
palatino (ramo do mandibular). 
 
 
 
⟶Músculos: três constrictores (superior, médio e 
inferior), estilofaríngeo, salpingofaríngeo e 
palatofaríngeo 
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6 
 
 
 
⟶Relações: 
Superior: ossos esfenoide e occipital. 
Inferior: continua-se no esôfago 
Anterior: aberto, relaciona-se com o nariz, boca e 
laringe 
Posterior: tecido conjuntivo frouxo e fáscia pré-
vertebral, coluna vertebral 
Laterais: com a tuba auditiva, vasos da bainha 
carotídea 
Nasofaringe 
Tem função respiratória; é a extensão posterior das 
cavidades nasais 
Limites: fica superiormente ao palato mole e 
posteriormente às coanas 
Orofaringe 
Tem função digestória. Os limites são: superior, palato 
mole; inferior, base da língua; laterais, arcos 
palatoglosso e palatofaríngeo. Estende-se do palato 
mole até a margem superior da epiglote. 
Limites: estende-se da parte inferior do palato mole 
até a margem superior da epiglote 
Laringofaringe 
Situa-se posteriormente à laringe, estendendo-se da 
margem superior da epiglote e das pregas 
faringoepiglóticas até a margem inferiorda cartilagem 
cricóidea, onde se estreita e se torna contínua com o 
esôfago. 
Limites: está situada posteriormente a todo o 
comprimento da laringe e estende-se a partir da 
margem superior da epiglote, onde é delineada a 
partir da orofaringe pelas pregas glossoepiglóticas 
laterais, até a margem inferior da cartilagem 
cricóidea, onde se torna contínua com o esôfago 
esofago 
É um tubo fibromuscular que conecta a faringe ao 
estômago. Começa no pescoço, onde é contínuo com 
a parte laríngea da faringe na junção faringoesofágica. 
Obs: começa no pescoço, ao nível de uma linha 
imaginária da borda inferior da cartilagem cricóide até 
a 6º VC, anterior à coluna vertebral, segue no tórax 
nos mediastinos superior e posterior, atravessa o 
músculo diafragma, no hiato esofágico e alcança o 
óstio cárdio do estômago 
O esôfago consiste em músculo estriado (voluntário) 
em seu terço superior, músculo liso (involuntário) em 
seu terço inferior, e uma mistura de músculo estriado 
e liso na região intermediária. 
⟶Inervação: é inervado pelo plexo esofágico, 
formado pelos troncos vagais (que se tornam os 
ramos gástricos anteriores e posterior) e pelos 
troncos simpáticos torácicos por meio dos nervos 
esplâncnicos (abdominopélvicos) maiores e plexos 
periarteriais ao redor das artérias gástrica esquerda e 
frênica inferior 
⟶Relações: 
•Cervical: 
Anterior: traqueia 
Lateral: nervos laríngeos recorrentes, bainha 
carotídea, glândula tireoide 
UC4 – Manoella Evelyn 
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Posterior: coluna vertebral, músculo longo do 
pescoço, fáscia pré-vertebral. 
Superior: laringofaringe 
Inferior: parte torácica do esôfago 
•Torácica 
Anterior: traqueia, artéria pulmonar esquerda, 
brônquio principal esquerdo 
Posterior: coluna vertebral, músculo longo do 
pescoço, artérias intercostais posteriores direitas, 
ducto torácico, veia ázigos, hemi-ázigos e hemi-ázigos 
acessória (partes terminais) 
Superior: parte cervical do esôfago 
Inferior: diafragma, junção esofagogástrica 
•Abdominal: 
Superior: diafragma, parte torácica do esôfago 
Inferior: estômago 
 
Parte cervical 
Pertence ao terço superior voluntário. Começa 
imediatamente posterior à margem inferior da 
cartilagem cricóidea e no mesmo nível dela, no plano 
mediano. 
Inclina-se um pouco para a esquerda enquanto desce 
e entra no mediastino superior, através da abertura 
superior do tórax, onde se torna a parte torácica do 
esôfago 
⟶Vascularização: 
Irrigação: ramos das artérias tireóideas inferiores; 
parte torácica da aorta: ramos esofágicos; artéria 
gástrica esquerda. 
Drenagem venosa: veias tireóideas inferiores. 
Drenagem linfática: linfonodos paratraqueais e 
linfonodos cervicais profundos inferiores 
⟶Inervação: recebe fibras somáticas através de 
ramos dos nervos laríngeos recorrentes e fibras 
vasomotoras dos troncos simpáticos cervicais através 
do plexo ao redor da artéria tireóidea inferior 
Parte abdominal 
A parte abdominal do esôfago, em forma de 
trompete, com apenas 1,25 cm de comprimento, vai 
do hiato esofágico no pilar direito do diafragma até o 
óstio cárdico do estômago, alargando-se à medida 
que se aproxima em posição anterior e à esquerda na 
sua descida. 
A face anterior é coberta por peritônio da cavidade 
peritoneal, contínuo com aquele que reveste a face 
anterior do estômago. Encaixa-se em um sulco na face 
posterior (visceral) do fígado 
⟶Vascularização: 
Irrigação: ramos esofágicos da artéria gástrica 
esquerda 
Drenagem venosa: As veias drenam por meio de 
plexos para a veia gástrica esquerda e as veias 
gástricas curtas superiores 
Drenagem linfática: A drenagem linfática ocorre para 
os linfonodos gástricos esquerdos e paracárdicos 
esquerdos e direitos, e da superfície posterior 
diretamente para os linfonodos para-aórticos mais 
superiores 
Inervação: fibras simpáticas e parassimpáticas 
estomago 
O estômago é a parte mais larga do trato alimentar, e 
se encontra entre o esôfago e o duodeno. 
Ele está situado no abdome superior, estendendo-se 
do quadrante superior esquerdo para baixo, para a 
frente e para a direita, disposto nas áreas 
hipocondríaca esquerda, epigástrica e umbilical. Ele 
ocupa um recesso abaixo do diafragma e da parede 
abdominal anterior que é delimitado pelas vísceras 
abdominais superiores em cada lado 
A superfície peritoneal do estômago é interrompida 
pelas inserções dos omentos maior e menor, as quais 
UC4 – Manoella Evelyn 
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definem as curvaturas maior e menor que separam 
duas superfícies 
⟶Posição: 
Na posição de decúbito dorsal, o estômago costuma 
estar nos quadrantes superiores direito e esquerdo, 
ou no epigástrio, região umbilical, hipocôndrio e 
flanco esquerdos. Na posição ereta, o estômago 
desloca-se para baixo. Em indivíduos astênicos 
(magros), o corpo gástrico pode estender-se até a 
pelve 
⟶Irrigação: o suprimento arterial para o estômago 
advém predominantemente do tronco celíaco 
A maior parte do sangue provém de anastomoses 
formadas ao longo da curvatura menor pelas artérias 
gástricas direita e esquerda, e ao longo da curvatura 
maior pelas artérias gastromentais direita e esquerda. 
O fundo gástrico e a parte superior do corpo gástrico 
recebem sangue das artérias gástricas curtas e 
posteriores. 
⟶Drenagem venosa: as veias que drenam 
definitivamente o estômago desembocam na veia 
porta 
⟶Drenagem linfática: os vasos linfáticos gástricos 
acompanham as artérias ao longo das curvaturas 
maior e menor do estômago. 
Linfonodos gástricos que drenam para o ducto 
torácico. 
⟶Inervação: o estômago é inervado por fibras 
simpáticas (cadeia simpática) e parassimpáticas 
(ramos vagais). 
Partes 
 
 
Ligamentos 
O ligamento gastroesplênico e o omento maior, 
juntamente com os ligamentos gastrofrênico e 
esplenorrenal, são partes contínuas do mesogastro 
dorsal original. 
•Omento maior 
•Lig. gastrofrênico 
•Lig. gastroesplênico 
•Lig. Gastrocólico

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