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Nome do Mestrandoː RESPOSTAS Exercicios de Incidência, Prevalência e Riscos 1-Em 1/7/1980 existiam 2,000 casos de tuberculose em tratamento numdeterminado distrito. A População do distrito era de 1,176,935 habitantes. Calcule a taxa da tuberculose. Trata-se de incidência ou prevalencia? Resposta Trata-se de prevalência Taxa prevalência═ (2000/1176935)*10,000 ═17/10,000. 2-Em 1992 foram detectados 473 casos novos de lepra num determinado distrito. No final desse ano estavam em tratamento 2,563 casos de lepra (casos antigos e casos novos). A população era de 1,5 milhões de pessoas. Calcule as respectivas taxas de incidência e de prevalencia. Resposta Taxa de incidência═(473/1,500,000)*100.000 = 32/100,000/ano Taxa de prevalência═(2563ː1,500,000)*100,000 ═171/100,000/ano 3-foi realizado no mês de julho de 1985, num distrito um inquerito numa amostra aleatória numa população de individuos adultos sobre o alcoolismo em 1,011 adultos. Os resultados da colheita da amostra realizada durante o estudo em todos os adultos, mostrou que 100 foram positivos para o teste de CAGE (teste que indica a positividade de alcoolismo). Trata-se de prevalencia ou de incidencia? Calcule a respectiva taxa. Resposta Trata-se de prevalência. Taxa de Prevalência═ (100/1,011)*100═ 10% 4-Entre 4 mil crianças não vacinadas contra sarampo e que contrairam esta doença, duas desenvolveram encefalite como complicação do processo infeccioso. Calcule a taxa de encefalite entre as crianças não vacinadas. Trata-se de incidência ou de prevalência. Resposta Trata-se de incidência. Taxa de incidência da encefalite═ (2/4000)*10,000 ═5/10,000 5- Entre 1000 autopsias realizadas num serviço de anatomia patologica, foram diagnosticados 1% de neurocistercose, malaria 1%, cancro do pulmão 3%. Estas percentagens exprimem incidencia ou prevalência? Resposta 6-Entre 400 crianças com malaria, 48 faleceram na sequência da malaria. Que tipo de cálculo faria?Faça esse calculo. Trata-se de incidencia ou de prevalencia? Resposta Taxa de letalidade═ (48/400)*100═12%. Trata-se de incidência 7- Entre 35 mil crianças nascidas em hospitais de uma determinada região, todas foram examinadas no berçario. Foram encontrados 70 anomalias congénitas graves. Calcule a respectiva taxa. Trata-se de incidencia ou de prevalência. Resposta Taxa de prevalencia═ (70ː35000)*1000 ═2/1000. Trata-se da prevalência 8- Com a melhoria do tratamento da diabetes os doentes sobrevivem mais tempo. O que se espera da taxa de prevalencia? Justifique a resposta. Resposta Se a duração média da doença aumenta e não há mudanças na incidência, a taxa de prevalência de diabetes tende a elevar-se. 9: Calcule os valores em falta na tabela abaixo: Tabela 1: Número de casos e mortes por doenças de notificação, num determinado país, em 2007: Doença notificada Casos Mortes Taxa de Letalidade Cólera 44,227(398/0,0088) 398 0.09% Dirarreia 789,001 279 0,035% (279/789001)*100 Malária 509 20 (509*0,04) 4% Tuberculose Pulmonar 87,718 4,481 5.11% (4481/87718) Tétano 11 (7/0,64) 7 64.% 10: Num distrito de Mogovolandia, a direcção do centro necessita de informação para planificar as necessidades do programa de diabete. A seguinte informação foi obtida: No inicio do ano 2000 a população total do distrito era de 360,000. e no final do ano era de 390,000. No inicio do ano de 2000 havia 1440 com diabetes, destes 300 morreram durante o ano de 2000 e 60 foram para um outro distrito. Outros 600 tiveram diabetes durante o ano de 2000, e destes 600, 120 morreram durante o ano. Calcule: 1. Prevalência pontual no inicio e no fim de 2000 Resposta Prevalencia inicio do ano═ 1,440/360,000═ 4 /1000 Numero de casos existentes no fim do ano═ (1,440-300-60)+(600-120)= 1,560 Prevalencia no fim = (1,560/390,000)*1000=4/1000 1. Prevalência durante o periodo em 2000 Resposta R: O denominador usualmente utilizado para calcular a prevalência do período e a taxa de incidência, é normalmente a média da população desse período, a população existente ao meio do ano. Para calcular, pode-se usar a população existente no inicio e no final do ano e calcular a média. A média da população foi então: (360,000+390,000)/2= 375,000 A prevalência do período foi: (1440+600)/375,000)X1000= 5.44/1000 1. A incidência em 2000 Resposta Incidência: (600/375,000)X1000= 1.6 por mil/ano 11 A tabela a seguir apresenta as taxas de incidência e de prevalência por tuberculose. Região Taxa de Incidência por (10,000 habitantes/2005) Taxa de Prevalência por (1,000 habitantes/2005) População a meio do ano em 2005 Número de casos novos esperados em 2005 Total de casos em 2005 Angolandia 238.5 30.4 13,545,000 (238.5*13,545,000)/ 10,000= 323,048 (30.4*13,545,000)/ 1,000= 411,768 Botswanilandia 570.7 60.5 7,540,000 430,307 456,170 Mauricilândia 10 13 12,670,000 12,670 164,710 Mozambicalândia 168 23 19,580,000 328,944 450,340 1. Calcule o número de casos novos esperados para cada uma das regiões em 2005 (coloque na tabela) e apresente um calculo Calculo= (238.5x13,545,000)/10,000 1. Calcule o número de casos totais para cada uma das regiões (coloque na tabela) e apresente um calculo Calculo= (30.4x323,048)/1,000 12: Nos anos recentes a prevalência do HIV/SIDA em Botswalandia subiu de 10% para 18%, enquanto que na Ugandalandia baixou de 30% para 6%. Assumindo que estas mudanças são reais (não há erros de diagnostico, não há migração, etc.). Comente quais os possíveis factores que poderão estar associados a: a) subida da prevalência na Botswalandia Resposta R: A prevalência da doença depende da incidência e da média da duração da doença. O aumento da prevalência na Inhacalandia poderá consequentemente ser atribuído ao aumento da incidência ou ao aumento da duração da mesma, ou devido aos dois factores. O aumento da média da duração da doença, poderá ser devido a diminuição na chance de curar, ou na diminuição do risco de morrer. b) diminuição da prevalência na Ugadalandia Resposta Por outro lado, a diminuição da prevalência em Manicalândia poderá ser devido a uma diminuição na incidência, ou numa melhoria de cura, ou num risco aumentado de morrer. b) Será que os serviços de saúde na Ugadalandia são melhores que os da Botswalandia? Comente a sua resposta Resposta Piorando os cuidados de saúde, poderá aumentar a prevalência (mais casos novos; menos cura) ou poderá reduzir a prevalência (mais mortes). Por conseguinte; não se poderá tirar uma conclusão clara sobre a eficiência dos serviços de saúde nestas duas regiões. 13: Um surto de diarreia ocorreu após um banquete. Os sintomas foram fundamentalmente vómitos e diarreia. Uma equipa de epidemiologistas liderada por si, rapidamente desenvolveu uma investigação aos alimentos consumidos e encontrou os seguintes dados: Consumiram os Alimentos Não Consumiram os Alimentos Tipo de alimento Nº de pessoas Número de pessoas doentes Tx de ataque Nº de Pessoas Nº de pessoas doentes Tx ataque Arroz 612 141 23 789 63 8 Feijão 870 159 18.3 531 45 8.5 Carne 441 180 40.8 960 24 2.5 Salada 483 132 27.3 918 72 7.8 Laranja 507 117 23.1 894 87 9.7 a) Que tipo de taxa calcularia para identificar o alimento que poderia estar associado ao surto de diarreia? Taxa de ataque (é uma medição da incidencia utilizado para investigações de surtos epidemicos em periodos muito limitados) Calcule essa taxa para cada um dos alimentos e para cada um dos que consumiram e não consumiram. Use o espaço das colunas em branco (em cada grupo). RR Tipo de alimento Tx ataque dos que consumira Tx de ataque dos que nao consumiram RR Arroz 23 8 3 Feijão 18.3 8.5 2 Carne 40.8 2.5 16 Salada 27.3 7.8 4 Laranja 23.1 9.7 2 1. Qual é o alimento que mais provavelmente poderá estar associado ao surto de diarreia? Explique a sua resposta Carne: Possue maior tx de ataque nos consumidores em relação aos outros alimentos e maior risco relativo RISCO 14-Foi realizadadurante um ano uma investigação numa população para medir a associação entre a hepatite e a transfusão de sangue. Os resultados foram os seguintes: das 2 mil pessoas livres da hepatite no inicio do estudo e que receberam transfusão sanguinea, 200 contrairam hepatite ao longo estudo. Dos 5 mil livres da hepatite no inicio do estudo e que não receberam transfusão sanguínea apenas 5 contrairam hepatite. -Faça uma tabela 2x2 Tabela 2x2 Transfusão de Sangue Hepatite Total Sim Nao Sim 200 1,800 2,000 Nao 5 4,995 5,000 Total 205 6,795 7,000 -Qual o risco de uma pessoa na comunidade contrair hepatite? Incidencia total= (205/7,000)*1000= 29.28/1000 -Qual o risco de uma pessoa contrair a hepatite tendo recebido a transfusão? Tx Incidencia nos que receberam a transfusao (RISCO ABSOLUTO)= (200/2,000)*1000= 100/1,000 -Quantas vezes é o risco de ter recebido a transfusão é em relação a não ter recebido a transfusão? Interprete o resultado Risco relativo: (200/2000)/(5/5,000)= 100 O Risco de contrair a hepatite e 100 vezes maior nas pessoas que fizeram uma tranfusao de sangue em relacao as que nao fizeram. 15-Foi realizado um estudo caso controlo num hospital para verificar a associação entre o consumo de alcool e o cancro do estomago. Foram incluidas na investigação 300 doentes com cancro do estomago do sexo masculino, e desses 30 tinham história de alcoolismo cronico. Num total de 500 pessoas sem cancro do estomago, 50 tinham história de alcoolismo cronico. -Faça uma tabela 2x2 Tabela 2x2 Consumo de álcool Cancro do estómago Total Sim Nao Sim 30 50 80 Nao 270 450 720 Total 300 500 800 -Com base nestes dados pode-se calcular a incidência? Justifique a resposta Estudos caso control nao calculam a incidencia -Que tipo de calculo desenvolveria para verificar a associação entre o consumo do alcool e o cancro do estomago? Faça esse calculo e interprete o resultado Odds Ratio (30x450)/(50x270)=1 Odds ratio = 1: Os dados do estudo nao mostram que haja associacao entre o consumo do alcool e o cancro do estomago 16-Foi realizado um estudo randomizado duplo cego sobre a profilaxia da enxaqueca com aspirina em doses baixas. Participaram no estudo 22,071 médicos com idade compreendida entre 40 e 84 anos. Metade dos participantes usou baixas doses de aspirina (325 mg) dia sim e dia não e a outra metade apenas placebo. No fim de 60 meses de seguimento obtiveram-se os seguintes resultados: 661 (6%) médicos do grupo que tomaram aspirina relataram ter tido pelo menos um episódio de enxaquecadurante o estudo comparada com 818 (7.4%) do grupo que tomou placebo. O Risco Relativo foi de 0.8 e o intervalo de confiança (95%) variou entre 0.72-0.88. Interprete os resultados. A aspirina em doses baixas mostrou ou não em ser eficaz para prevenir a enxaqueca? Resposta Com base nos dados apresentados, pode-se concluir que com 325 mg de aspirina, tomada dia sim e dia não, tem efeito protector, reduz em 20% a ocorrencia de enxaqueca. A diferença é estatisticamente significativa porque o intervalo de confiança do risco relativo nao passa por 1. 17-No mesmo estudo descrito no exercicio anterior, 4,237 (38.4%) dos que receberam aspira relataram ter tido dor de cabeça (excluidas as enxaquecas) durante os 60 meses de seguimento, enquanto 4,324 (39.2%) tambem relataram ter tido dor de cabeça no grupo que tomou placebo. O risco relativo foi de 0.97 e o intervalo de confiança (95%) variou entre 0.93-1.01. interprete os resultados. Resposta A aspirina na dose utilizada não teve efeito preventivo para as dores de cabeça (excluidas as enxaquecas). Os resultados não são estatisticamente significativos, porque o intervalo de confiança do risco relativo passa por 1. 18: Foi realizado um estudo numa determinada comunidade para avaliar a relação entre o consumo de álcool e os acidentes de viação. Durante vários anos, foram estudadas 70,000 pessoas que bebiam álcool e 175,000 que não bebiam. Das 70,000 pessoas que bebiam álcool, 7,200 contraíram acidentes viação. Dos 175 mil que não bebiam 172,350 não contraíram acidentes de viação. Por outro lado, foi recentemente lançado um programa para controlar o consumo de alcool nos condutores de viatura. O gestor do programa pergunta a si, se o consumo de alcool fosse interrompido na cidade, qual seria a diminuição de casos na incidência e a proporção na redução de acidentes na população total. Faça os respectivos cálculos, apresente os cálculos e interprete os resultados. Resposta Tabela 2x2 acidentes de viação Alcool Sim não Total Sim 7,200 62,800 70,000 Não 2,650 172,350 175,000 Total 9,850 235,150 245,000 -Diminuição de casos de incidencia na população: Risco atribuivel na população Risco Atribuivel na população: Incidencia Total - Incidencia nos não expostos (9,850/245,000) – (2,650/175,000) = (0,040204 - 0,015143)*1000 = 25/1000 Risco Atribuivel na População= 25/1000. Se o consumo de alcool fosse interropmido na população, haveria uma redução de 25/1000 acidentes de viação na respectiva população. -Proporção da redução de acidentes na população: % de risco atribuivel na população: Percentagem do Risco Atribuivel na população: (Risco atribuivel na populaçâo / Incidencia total)x100 (0,025061/0,040204)x100 = 0,62335x100= 62,3% Percentagem do Risco Atribuível na população: 62,3% Interpretação: Se o consumo do alcool fosse interrompido na população, 62,3% de todos os acidentes de viação poderiam ser evitados 19: Foi realizado um estudo numa escola onde estudavam 1,200 crianças. Todas as 1,200 crianças foram tratadas contra parasitas intestinais. Após o tratamento massivo, investigou-se a reinfecção por Entamoeba histolytica (amebíase intestinal). As crianças foram acompanhadas durante 6 meses, atravéz do exame directo das fezes frescas. Foi realizado um questionário para se apurar quantas crianças bebiam água canalizada. Verificou-se que no fim do estudo das 1,200 crianças, 400 crianças não bebiam água canalizada. Foram detectados ao todo 75 crianças infectadas com Entamoeba histolytica . Das 75 crianças, 30 não bebiam água canalizada. -Faça uma tabela 2x2 -Calcule o risco relativo e interprete o resultado Resposta Tabela 2x2 Consumo de água canalizada Infecção por Entamoeba histolytica Total S N S 45 775 800 N 30 370 400 Total 75 1125 1200 RR= (45/800)/(30/400)= 0.75 As crianças que consomem agua canalisada tem um risco de contrair infecção por entamoeba estolitica de 0.75 quando comparadas com aquelas que não consomem. Consumir agua canalisada é um factor protector para reduzir a infecçao por entamoeba histolitica. 20- Foi realizado em 1976 nos Estados Unidos um estudo em 118,539 mulheres com idade compreendida entre os 30-55 anos que no inicio do estudo não tinham historia de doenca coronaria, acidente vascular ou cancro. As mulheres foram seguidas durante 8 anos. Durante este periodo foram observados um total de 274 casos de acidente vascular cerebral (AVC)em 908,447/ pessoas/ ano. Nas mulheres que nunca fumaram foram observados 70 casos de AVC em 395,594/pessoas/ano. Nas mulheres que fumaram no passado, mas que actualmente não estavam a fumar foram observados 65 casos de AVC em 232,712/pessoas/ ano. Nas pessoas que estavam actualmente a fumar foram observados 139 casos de AVC em 280,141/pessoas/ ano. -Faça uma tabela com base nesta informação Resposta Fumo do Cigarro AVC Tx Incidencia Sim Pessoas/ ano Mulheres que fumaram no passado 65 232,712 27,93/100,000 Mulheres que actualmente fumam 139 280,141 49,61/100,000 Mulheres que Nunca fumaram 70 395,594 17,69/100,000 Total 274 908,447 30,16/100,000 -calcule o risco relativo das mulheres com experiencia de fumo (soma dos que fumaram no passado e que estão presentemente a fumar) Resposta Incidencia Expostos = (65+139)/( 232,712+280,141)= 0.000397775 Incidencia nos nao espostos= (70/395,594) = 0.0000177 RR= 0.000397775/0.0000177=2.24 -Calcule orisco relativo para todos os que já alguma vez fumaram e interprete o resultado Resposta Risco Relativo dos que fumaram no passado Fumo do cigarro AVC Risco Relativo Sim Pessoas/ ano Mulheres que fumaram no passado 65 232,712 (65/232,712)/(70/395,594)=1.58 RR=1.58 Mulheres que actualmente fumam 139 280,141 (139/280,141)/(70/395,594)= 2.80 RR=2.80 Mulheres que Nunca fumaram 70 395,594 Total 274 908,447 Risco Relativo das mulheres que fumaram no passado= 1.58. As mulheres que fumaram no passado, tem 1.58 mais vezes a possibilidade de terem um AVC do que as mulheres que nunca fumaram Risco Relativo das mulheres que actualmente fumam= 2.8. As mulheres que fumam actualmente, tem 2.8 mais vezes a possibilidade de terem um AVC do que as mulheres que nunca fumaram -calcule o Risco Atribuível, a % do risco atribuível, o risco atribuível na população, a % do risco atribuivel na população para mulheres que fumaram no passado; mulheres actualmente a fumar e interprete o resultado Resposta Fumo de cigarro AVC-SIM Pessoa/ano Incidencia RR RA % R A RA popul % RA pop Mulheres que fumaram no passado 65 232,712 27,93/100,000 1.58 10.2/ 100,000 36.6% Mulheres que actualmente fumam 139 280,141 49,61/100,000 2.80 31.9/ 100,000 64.3% Mulheres que Nunca fumaram 70 395,594 17,69/100,000 Total 274 908,447 30,16/100,000 12.4/ 100,000 41.3% Risco atribuivel nas mulheres que fumaram no passado= 10.2/100,000. Se ter fumado no passado esta associado ao acidente vascular cerebral, entao a cessao do fumo iria reduzir a incidencia em 10.2/100,000 pessoas/ano. Risco atribuivel nas mulheres que fumam actualmente= 31.9/100,000. Se estar presentemente a fumar esta associado ao acidente vascular cerebral, entao a cessao do fumo iria reduzir a incidencia em 31.9/100,000 pessoas/ano. Com base nos dados apresentados, a redução da incidência do AVC é maior nas pessoas que estão actualmente a fumar, quando comparados com os que deixaram de fumar. % Risco atribuivel nas mulheres que fumaram no passado= 36.6%. Se ter fumado no passado esta associado ao acidente vascular cerebral, entao a cessao do fumo iria reduzir a doença em 36.6% nas pessoas que deixarem de fumar. % Risco atribuivel nas mulheres que fumam actualmente= 64.3%. Se ter fumado no passado esta associado ao acidente vascular cerebral, entao a cessao do fumo iria reduzir a doença em 64.3% nas pessoas que fumam actualmente. Risco atribuivel na população= 12.4/100,000. Se a interrupção do fumo ocorresse naquela população, haveria uma reduçao da taxa de incidencia de AVC de 12.4/100,000. % Risco atribuivel na populacao= 41.3%. Se a interrupção do fumo ocorresse naquela população, haveria uma reduçao do AVC em 41.3% na população. FIM 4