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PREPARAÇÃO DE MEIO DE CULTURA

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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI 
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD 
RELATÓRIO DE PRÁTICA VIRTUAL 
 
IDENTIFICAÇÃO 
1. Acadêmico: BÁRBARA HELENA BARBOSA GOMES DA SILVA 
2. Matrícula: 5436124 
3. Curso: FARMÁCIA 4. Turma: FLD213433SAU 
5. Disciplina: MICROBIOLOGIA CLÍNICA (18841) 
6. Tutor(a) Externo(a): FELLIPPE RAMOS WOLFF / OTINIEL MOREIRA DO 
NASCIMENTO 
 
DADOS DA PRÁTICA 
1. Título: PREPARAÇÃO DE MEIO DE CULTURA 
2. Semestre: 2025/1 
3. Data: 26/02/2025 
 
INTRODUÇÃO 
A preparação de meio de cultura é uma etapa fundamental em práticas laboratoriais 
de microbiologia, pois fornece os nutrientes necessários para o crescimento e 
desenvolvimento de microrganismos. Durante a prática, essa etapa envolve a 
pesagem precisa do meio desidratado, sua dissolução em água destilada e posterior 
esterilização em autoclave. O correto manuseio e preparação garantem que o meio 
esteja isento de contaminantes e adequado para o crescimento das colônias 
desejadas. 
Além disso, é essencial seguir rigorosamente as instruções do fabricante quanto à 
proporção de meio e volume de água, evitando variações que possam comprometer 
a consistência e os resultados do experimento. Após a autoclavagem, o meio deve ser 
resfriado até uma temperatura adequada para o processo de vertimento em placas 
de Petri ou tubos, garantindo sua solidificação uniforme sem comprometer os 
componentes nutricionais. “Embora é aceito por auditores, inspetores de laboratório 
os registros de qualidade documentados pelos fabricantes de meios de cultura, 
recomenda-se um controle de qualidade periódico desses produtos pelo laboratório. 
(ANVISA, 2005, P. 38)”. 
 
 
OBJETIVOS 
 Preparar meios de cultura; 
 Realizar o controle de qualidade dos meios de cultura; 
 Identificar alterações nos meios de cultura; 
 Aprender a reportar o resultado visualizado dos controles de qualidade. 
 
MATERIAIS 
 Ágar MacConkey; 
 Água destilada; 
 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI 
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD 
 Autoclave; 
 Balança; 
 Banho-maria; 
 Erlenmeyer; 
 Espátula; 
 Material para vedação; 
 Pisseta; 
 Placa te Petri; 
 Proveta; 
 Vidro de relógio. 
 
METODOLOGIA 
1. SEGURANÇA DO EXPERIMENTO 
Colocaram-se os equipamentos de proteção individual localizados no 
“Armário de EPIs” (obrigatório o uso de jaleco, luvas e máscara). 
2. CONHECENDO O MEIO DE CULTURA 
Examinou-se atentamente a descrição do rótulo do produto 
que seria utilizado. 
3. SEPARANDO AS MEDIDAS 
Escolheu-se a quantidade de água destilada que seria utilizada para realizar o 
experimento. Em seguida, realizou-se uma conta (regra de três simples) para 
calcular a quantidade de Ágar MacConkey que foi adicionada ao Erlenmeyer 
e, posteriormente, dissolvida na água. 
4. VEDANDO O ERLENMEYER 
Utilizaram-se os insumos disponíveis na bancada para vedar o Erlenmeyer, 
e moveu-se o frasco para a autoclave. 
5. AUTOCLAVANDO O ERLENMEYER 
Atentou-se às instruções de tempo e temperatura descritas pelo fabricante no 
rótulo do meio. Em seguida, abriu-se a autoclave e moveu-se o Erlenmeyer 
para o seu interior. Ligou-se o equipamento e configurou-se de acordo com as 
recomendações do fabricante. Esperou-se que a temperatura chegasse ao 
valor recomendado, pressurizou-se a autoclave e aguardou-se o tempo 
necessário para conclusão do processo. Liberou-se a pressão na autoclave 
e aguardou-se a estabilização da temperatura, chegando à temperatura 
ambiente, para retirar o Erlenmeyer da autoclave. 
6. COLOCANDO NA PLACA DE PETRI 
Moveu-se o Erlenmeyer para a capela de fluxo laminar. Em seguida, removeu-
se a vedação. Feito isso, colocou-se o meio de cultura na placa de Petri. Em 
seguida, examinou-se mais detalhadamente o resultado. 
7. AVALIANDO OS RESULTADOS 
Os resultados encontram-se no tópico “Resultados e discussões” deste 
relatório. 
 
RESULTADOS E DISCUSSÕES 
 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI 
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD 
 
1. CITE DUAS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DE NÃO SEGUIR A RECOMENDAÇÃO 
DO FABRICANTE DO MEIO DE CULTURA. UMA RELACIONADA À 
QUANTIDADE DE MEIO QUE DEVE SER DISSOLVIDO E OUTRA RELACIONADA 
AO TEMPO NA AUTOCLAVE. 
Se a quantidade de meio em pó for inferior à recomendada, pode resultar em 
um meio com menor concentração de nutrientes, comprometendo o 
crescimento dos microrganismos. Se for excessiva, pode dificultar a dissolução 
completa, tornando o meio muito denso e podendo interferir na difusão de 
substâncias. Se o meio for autoclavado por um tempo menor que o 
recomendado, pode não ocorrer a esterilização completa, permitindo a 
sobrevivência de microrganismos contaminantes. Se for autoclavado por 
tempo excessivo, alguns componentes do meio podem se degradar, alterando 
seu pH e propriedades nutricionais. 
 
2. QUAL A IMPORTÂNCIA DE REALIZAR PARTE DO EXPERIMENTO NA CAPELA 
DE FLUXO LAMINAR? 
A capela de fluxo laminar garante um ambiente estéril, evitando a 
contaminação do meio de cultura e das amostras por microrganismos 
presentes no ar. Isso é essencial para a obtenção de resultados confiáveis no 
experimento, reduzindo a interferência de agentes externos. 
 
REGISTRO FOTOGRÁFICO 
Durante a prática realize 1 registro fotográfico em que você aparece executando a 
prática. Você pode tirar um selfie. 
 
 
REFERÊNCIAS 
ANVISA. Segurança e Controle de Qualidade no Laboratório de Microbiologia Clínica. 
Brasília: Editora: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2005. Disponível em: 
Microsoft Word - Instala..o e Funcionamento de um Laborat.rio de Microbiologia.doc. 
Acesso em: 20 fev. 2025.

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