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BELEZA COM
OZONIO
D r a . K e l l e n N a s c i m e n t o
Sumário
Quem eu sou 
Ozonioterapia na estética
O que é ozonio
Mecanismos de Ação da Ozonioterapia 
 Métodos de aplicação e Biossegurança 
1.
2.
3.
4.
5.
 5.1 – Aplicações Intradérmicas e Subcutâneas
 5.2 – Aplicações Tópicas
 6. Parâmetros de Aplicação
 6.1 Hidrozonioterapia
 6.2 Ozonioterapia para Celulite (FEG)
 6.3 Ozonioterapia para Lipodistrofia Localizada
 6.4 Ozonioterapia para Flacidez 
 6.5 Ozonioterapia para Estrias
 6.6 Ozonioterapia Capilar 
 6.7 Ozonioterapia Facial
 6.8 Ozonioterapia para Acne 
 6.9 Ozonioterapia para Hipercromias 
 6.10 Ozonioterapia para Microvasos 
 6.11 Ozonioterapia para Quelóide
Sumário
 6.1 Hidrozonioterapia
 6.2 Ozonioterapia para Celulite (FEG)
 6.3 Ozonioterapia para Lipodistrofia Localizada
 6.4 Ozonioterapia para Flacidez 
 6.5 Ozonioterapia para Estrias
 6.6 Ozonioterapia Capilar 
 6.7 Ozonioterapia Facial
 6.8 Ozonioterapia para Acne 
 6.9 Ozonioterapia para Hipercromias 
 6.10 Ozonioterapia para Microvasos 
 6.11 Ozonioterapia para Quelóide
 6.12 Ozonioterapia para Fibrose 
 6.13 Ozonioterapia para Hematomas 
 6.14 Aplicação tópica de água e óleo e creme
ozonizado
7. Técnicas de Associação com Ozonioterapia
8. Complicações e Recomendações
9. Contra Indicações
Professora,
mentora,
empresária,
palestrante, mãe.
Dra. Kellen
Nascimento tem
dedicado a sua
carreira em ensinar
outras mulheres a
empreenderem na
área da estética.
Quem sou eu 1.
A ozonioterapia é o nome que se dá a técnica que
utiliza ozônio para tratamentos de diversas
disfunções estéticas e terapêuticas. A primeira
aplicação médica parece ter sido o uso do ozônio no
tratamento da gangrena gasosa e pós-traumática
em soldados alemães durante a 1ª guerra mundial.
No entanto, um grande passo em frente foi a
invenção de um ozonizador confiável para uso
médico pelo físico Joachim Hansler (1908- 1981). A
idéia de usar o ozônio na medicina desenvolveu-se
lentamente durante o último século e foi
estimulada pela falta de antibióticos e propriedades
desinfetantes do ozônio. Não surpreende que um
dentista suíço, E.A.Fisch (1899-1966) tenha sido o
primeiro a usar o ozônio em sua prática. A
ozonioterapia é um procedimento minimamente
invasivo (ou não, quando usado em bags) que
apresenta bons resultados na melhora da celulite,
gordura localizada, flacidez, estrias, rugas, alopecia,
hipercromias, acne, etc. Tem ação localizada e é
realizada com o uso de agulhas muito curtas,
injetando-se o gás em diferentes profundidades da
pele, dependendo das necessidades do paciente e
do efeito desejado. As injeções são feitas com o
gás oxigênio que é submetido a uma descarga
elétrica de um gerador de ozônio medicinal,
formando assim uma molécula de oxigênio
triatômico.
2. Ozonioterapia na estética
3. O que é ozonio?
O ozônio é uma molécula gasosa natural composta
de três átomos de oxigênio, enquanto a molécula de
oxigênio, muito mais estável, é composta de apenas
dois átomos. Christian Friedrich Schonbein (1799-
1868) descobriu o ozônio em 1840, quando,
trabalhando com uma pilha voltaica na presença de
oxigênio, notou a emergência de um gás com um
“cheiro elétrico e pungente” que poderia ser uma
espécie de “oxigênio superativo”.
O ozônio medicinal é obtido a partir do oxigênio
puro medicinal, para evitar a presença de
subprodutos tóxicos de outros gases. A conversão é
feita por geradores de ozônio, no momento próximo
do uso, devido à labilidade do gás. A maioria dos
geradores ainda é baseada no sistema corona,
idealizado por Werner Siemens, prussiano, patriarca
e fundador do conglomerado industrial que leva seu
nome até os dias de hoje. O efeito sobre a
capacidade de esterilização de água é aceito
mundialmente. A ausência de resíduo caracteriza o
tratamento com ozônio como preferencial na
produção de água potável. Diversas estações de
tratamento de água com ozônio são espalhadas por
todo o mundo. 
A utilização do ozônio no tratamento de infecções é
documentada desde o século XIX. O ozônio aplicado
de modo tópico, subcutâneo, por via muscular, por
via venosa e/ou retal atua contra as bactérias e os
fungos que não possuem sistemas de proteção à
agressão oxidativa. As vias de aplicação podem
deflagrar efeitos locais, regionais e/ou sistêmicos.
O uso das vias tópica, subcutânea, intra-articular e
muscular deflagram efeitos predominantemente
locais e regionais, enquanto a venosas e retais
predominantemente sistêmicas. As respostas
terapêuticas da ozonioterapia nas infecções
transcendem possíveis respostas exclusivamente
local ou regional. A via tópica pode ser utilizada
com a exposição simples da área-alvo untada ou
umedecida com água, solução fisiológica ou óleo
pré-ozonizados ou não, com ou não acoplamento a
sistemas de sucção.
4. Mecanismos de Ação da
Ozonioterapia 
O ozônio é aproximadamente 10 vezes mais solúvel
que o oxigênio, o mesmo ocorrendo com sua
capacidade de difusão e penetração tecidual.
Quando entra em contato com um tecido
biologicamente ativo o ozônio reage
imediatamente com numerosas biomoléculas que
juntas formam verdadeiros sistemas de
tamponamento antioxidante.
A grande maioria destas biomoléculas exerce
papéis, anti-inflamatório e analgésico, importantes,
de modo simultâneo, às ações antioxidantes. Os
sistemas antioxidantes podem ser divididos em
enzimáticos e não enzimáticos. Os enzimáticos
incluem as ações das dismutases de superóxidos,
das catalases, das peroxidases da glutationa, e o
sistema de redox da glutationa. Os não enzimáticos
podem ser hídricos ou hidrossolúveis, lipídicos ou
lipossolúveis, ou ainda um subgrupo de proteínas
queladoras. Os hídricos incluem as ações do ácido
úrico, ácido ascórbico, glicose, cisteína, cisteamina,
taurina, triptofano, histidina, metionina, proteínas
plasmáticas, e fator estimulante de liberação do
hormônio do crescimento. 
Os lipídicos concebem as ações da vitamina E, da
vitamina A, carotenoides, da coenzima Q, do ácido
alfa-lipoico, da bilirrubina, dos bioflavonóides, da
tiorredoxina, e da melatonina. As proteínas de
quelação incluem as ações da transferrina, da
ferritina, da ceruloplasmina, da lactoferrina, da
hemopexina e da albumina. O ozônio é rapidamente
inativado e resulta, dependendo do sistema e
tamponamento atuante, na formação dos
denominados ozonídeos, espécies reativas de
oxigênio ou dos produtos de oxidação lipídica. 
As espécies reativas de oxigênio são
potencialmente citotóxicas, no entanto, a meia-vida
muito curta destas substâncias, com exceção do
radical semiquinona e do ácido hipocloroso, reduz o
risco das mesmas, desde que as aplicações
obedeçam a criteriosa seleção de pacientes e as
doses recomendadas para cada modo de aplicação
nos protocolos nacionais e internacionais das
associações médicas de ozonioterapia. Os produtos
de oxidação lipídica são heterogêneos e
representados pelos radicais peroxila e
hidroperóxido, e por uma complexa mistura de
aldeídos de baixo peso molecular e de alquenos.
Alcançam o sistema vascular e podem sinalizar
respostas em praticamente todo o organismo. A
toxicidade destas substâncias é menor que as
produzidas em meio hídrico. A meia-vida dos
ozonídeos lipídicos é mais longa que a dos hídricos.
Os ozonídeos hídricos aumentam a flexibilidade
eritrocitária, realizam imunoativação leucocitária e
causa degranulação de autacoides e fatores de
crescimento pelas plaquetas. Os lipídicos
aumentam a ação enzimática da sintetase de óxido
nítrico e consequentemente a oferta endotelial
deste gás; induzem a mieloproliferação de
eritrócitos mais longevos, com maior capacidade de
transporte e liberação de oxigênio aos tecidos
periféricos; e regulam o sistema antioxidante de
modo difuso. 
A ozonioterapia age nas hemácias com a formação
de peróxidos e a ativação do metabolismo pelo
sistema glutationa com melhora da liberação de
oxigênioe aumento da energia tissular, aumento de
ATP. O O3 aumenta a concentração de 2,3DPG com
diminuição da afinidade da oxihemoglobina pelo O2
e um desvio na curva HbO2/Hb para a direita com a
consequente melhor oxigenação periférica. A
reação de peroxidação sobre os fosfolípides da
membrana dos eritrócitos determina um aumento
da carga elétrica negativa dos mesmos causando
uma repelência elétrica que leva a um fenômeno de
desagregação, de redução da adesividade celular,
inativando as fibronectinas, as integrinas, e demais
moléculas de adesão.
O fenômeno de empilhamento eritrocitário fica
extremamente reduzido inibindo a formação de
trombos vermelhos. A modificação induzida nas
membranas das hemácias confere a elas maior
capacidade de deformação e de troca gasosa. A
redução da viscosidade sanguínea é outra
consequência da ação do ozônio. Efeitos
semelhantes são obtidos com as plaquetas,
conferindo à ozonioterapia também um efeito
antiadesivo e profilático contra trombos brancos.
Assim sendo, a ozonioterapiaotimiza os parâmetros
hemorreológicos e a capacidade de liberação do
oxigênio aos tecidos supridos, nos pacientes
portadores de doença isquêmica. A oferta e o
acúmulo de energia nos tecidos sofrem marcante
aumento, traduzido pela elevação da concentração
de ATP. Esta maior oferta e subsequente acúmulo
de energia parecem estar intimamente ligadas aos
efeitos atenuantes dos sinais e sintomas de fadiga
e da dor muscular. 
A ação antimicrobiana direta contra bactérias, vírus
e fungos do ozônio é poderosa. Estes micro-
organismos não possuem sistemas de
tamponamento antioxidante e o estresse causado
pelo O3 não pode ser controlado, tornando-os
frágeis. A ozonioterapia não fornece ozônio ou
ozonídeos em quantidades suficientes para atuar
diretamente contra os micro-organismos. Os
efeitos microbicidas à distância se devem às
mudanças metabólicas sinalizadas e deflagradas
pelos ozonídeos e à produção de ozônio, como
biomolécula, por neutrófilos ativados e catalizada
por anticorpos específicos. A resposta antioxidante
que se segue ao estímulo oxidante controlado
fornecido pela aplicação medicinal do ozônio é
representada pelo aumento de substâncias
classicamente reconhecidas como anti-
inflamatórias já descritas.
 Dérmico superficial: só entra a lança do bizel.
Método utilizado para disfunções de flacidez e para
revitalização facial. Aplicação em formula de pápula
 Dérmico profundo: entra a agulha toda num ângulo
aproximado de quase 0°. Método utilizado para
estrias e sulco nasogeniano. Aplicação no ângulo de
15° a 0°, entrar a agulha toda e fazer a retroinjeção.
 
Clássico: entra a agulha toda num ângulo
aproximado de 90°. Método utilizado para celulite
(FEG), adiposidade e papada. Na aplicação deve-se
entrar a agulha toda.
. 
5. Métodos de aplicação e
Biossegurança 
5.1 Aplicações Intradérmicas e Subcutâneas
Bags: são aplicações realizadas com bolsas
plásticas. Na aplicação teve –se amarar com um
cordão (mesmo que faz coleta de sangue) a
amarração é feita para não dispersar o gás de
ozônio no ambiente.
Banhos: são banhos realizados com água ozonizada.
Tem aparelho especifico que faz a
HIDROZONIZADA.
5.2 Aplicações Tópicas
5. Parâmetros de aplicação
Colocar o gerador de ozônio na água para borbulhar,
determinar o tempo de acordo com a necessidade.
O gerador de ozônio capta O2 do ar; a temperatura
da água da banheira deve ser de máximo 35°C e ao
banho não deve ultrapassar 30 minutos. Não deve
usar óleos, sais ou sabonetes durante o banho. Os
banhos ajudam no processo anti-inflamatório, são
ótimos para edemas, insônia, depressão, exaustão
física, cansaço, problemas circulatórios, varizes,
dores nas pernas, envelhecimento precoce, além de
ser indicados para drenagem linfática, pré e pós
operatório, efeito relaxante, redução de estresse e
ansiedade, celulite (FEG), flacidez, foliculite
fortalecimento muscular, hematomas, recuperação
de contraturas, contusões e distensões. - Protocolo
geral: 30 minutos a 35°C, uma vez na semana. -
Protocolo para flacidez e celulite (FEG): 25 minutos
a 35°C, 2 a 3 vezes na semana. - Protocolo para
impurezas na pele e acne: 25 minutos a 35°C, 1 a 2
vezes na semana. - Protocolo para insônia: 25
minutos a 35°C, uma vez na semana (preferência
final do dia). - Protocolo para retenção hídrica
corporal: 20 minutos a 35°C, diariamente. -
Protocolo para retenção hídrica nas pernas: 20
minutos a 35°C, diariamente (somente nos pés).
6.1 Aplicações Tópicas
Aplicação realizada subcutânea, com agulha 30G,
colocada em ângulo de 90° em relação a pele,
distância de 1 a 2 cm entre os pontos, injetar 5ml
por ponto. - Protocolo: 10mcg/mL de concentração,
volume máximo de 2000ml, 1 vez na semana.
6.2 Ozonioterapia para Celulite (FEG)
Aplicação realizada subcutânea, com agulha 30G,
colocada em ângulo de 90° em relação a pele,
distância de 1 a 2 cm entre os pontos, injetar 5ml
por ponto. - Protocolo: 10mcg/mL de concentração,
volume máximo de 2000ml, 1 vez na semana.
6.3 · Ozonioterapia para Lipodistrofia
Localizada
 
Aplicação realizada subcutânea, com agulha 30G,
colocada em ângulo de 90° em relação a pele,
distância de 1 a 2 cm entre os pontos, injetar 5ml
por ponto. - Protocolo: 10mcg/mL de concentração,
volume máximo de 2000ml, 1 vez na semana.
6.3 · Ozonioterapia para Lipodistrofia
Localizada
 
Aplicação realizada intradérmica (pápulas), com
agulha 30G, colocada em ângulo de 10° em relação a
pele (somente a ponta do bisel), distância de 1 cm
entre os pontos, injetar 1 a 3ml por ponto. -
Protocolo: 10mcg/mL de concentração, volume
máximo de 2000ml, 1 vez na semana. 
6.4 Ozonioterapia para flacidez
Aplicação realizada intradérmica (retroinjeção),
com agulha 30G, colocada em ângulo de 10° em
relação a pele (entra a agulha toda), por toda a
extensão da estria, injetar 1 a 3ml. - Protocolo:
10mcg/mL de concentração, volume máximo de
2000ml, 1 vez na semana. 
6.5 Ozonioterapia para estrias
 
Aplicação realizada intradérmica (pápulas), com
agulha 30G, colocada em ângulo de 10° em relação a
pele (somente a ponta do bisel), distância de 1 cm
entre os pontos, injetar 1 a 3 ml por ponto. -
Protocolo: 10mcg/mL de concentração, volume
máximo de 200 a 300ml, 1 vez na semana.
6.6 Ozonioterapia capilar
Aplicação realizada intradérmica (pápulas), com
agulha 30G, colocada em ângulo de 10° em relação a
pele (somente a ponta do bisel), distância de 1 cm
entre os pontos, injetar 1 a 3 ml por ponto. Pode ser
injetado também por retroinjeção, seguindo os
parâmetros acima. - Protocolo: 10mcg/mL de
concentração, volume máximo de 100 a 300ml, 1 vez
na semana.
6.7 Ozonioterapia facial
Aplicação realizada intradérmica (pápulas), com
agulha 30G, colocada em ângulo de 10° em relação a
pele (somente a ponta do bisel), injetar ao redor da
acne, injetar 1 a 3 ml por ponto. - Protocolo:
10mcg/mL de concentração, volume máximo de 100
a 300ml, 1 vez na semana
6.8 Ozonioterapia acne
Aplicação realizada intradérmica (pápulas), com
agulha 30G, colocada em ângulo de 10° em relação a
pele (somente a ponta do bisel), distância de 1 cm
entre os pontos em toda a extensão, injetar 1 a 3 ml
por ponto. - Protocolo: 10mcg/mL de concentração,
volume máximo de 100 a 1000ml, 1 vez na semana. 
6.9 Ozonioterapia para Hipercromias 
 
Aplicação realizada intradérmica (pápulas), com
agulha 30G, colocada em ângulo de 10° em relação a
pele (somente a ponta do bisel), na luz do vasinho,
injetar 1 a 5 ml por ponto. - Protocolo: 15mcg/mL de
concentração, volume máximo de 20ml por região, 1
vez na semana.
6.10 Ozonioterapia para microvasos
Aplicação realizada intradérmica (pápulas), com
agulha 30G, colocada em ângulo de 10° em relação a
pele (somente a ponta do bisel), distância de 1 cm
entre os pontos em toda a extensão, injetar 1 a 3 ml
por ponto. - Protocolo: 10mcg/mL de concentração,
volume máximo de 100 a 1000ml, 1 vez na semana. 
6.11 Ozonioterapia para Quelóide
 
Aplicação realizada subcutânea, com agulha 30G,
colocada em ângulo de 90° em relação a pele,
distância de 1 a 2 cm entreos pontos, injetar 10ml
por ponto. - Protocolo: 10mcg/mL de concentração,
volume máximo de 2000ml, 1 vez na semana. 
6.12 Ozonioterapia para Fibrose 
 
Aplicação realizada intradérmica (pápulas), com
agulha 30G, colocada em ângulo de 10° em relação a
pele (somente a ponta do bisel), distância de 1 cm
entre os pontos em toda a extensão, injetar 1 a 3 ml
por ponto. - Protocolo: 10mcg/mL de concentração,
volume máximo de 100 a 1000ml, 1 vez na semana.
6.13 Ozonioterapia para Hematomas
Concentrações Alta- Média-Baixa com Finalidade
desinfecção e Regeneração 
6.14 Aplicação tópica de água e óleo e
creme ozonizado
 
7. Técnicas de Associação
com Ozonioterapia
realizar a ozonioterapia 24 a 48 horas após. 
Mesoterapia / Intradermoterapia: 
realizar a ozonioterapia 20 minutos antes da técnica
de microagulhamento.
Microagulhamento: 
realizar a ozonioterapia após 48 horas. 
Criolipólise ou Criofrequência:
realizar em dias alternados. 
Carboxiterapia:
realizar após a limpeza de pele.
Limpeza de pele: 
ATENÇÃO
Toxina Botulínica 
Preenchimentos 
Fios de Sustentação
Não realizar o procedimento em regiões de
pinos e placas 
Não realizar o procedimento em regiões de
próteses (como mama, por exemplo).
Não associar com ozonioterapia
8. Complicações e Recomendações
O ozônio não deve ser inalado, ele é tóxico para esta
via de administração, portanto deve ser realizado as
sessões em ambiente bem ventilado. Em casos de
utilizar o ozônio para aplicação em ambientes,
certifique-se que não haverá presença de animais
ou pessoas no ambiente durante a aplicação e mais
30 minutos após (lembre-se de abrir as portas e
janelas após o procedimento). Não devem ser
usados materiais que contenham látex, PVC, PET,
borracha, latão, ferro ou poliuretano, pois o ozônio
degrada esses materiais. Para as sessões de
ozonioterapia, o profissional deve fazer uso de luvas
nitrílicas ou vinil e as seringas e todo material
devem ser livres de látex.
9. Contra indicações
Deficiência da enzima G6PD (deficiência de
aporte de O2 no sangue) 
Hipertireoidismo descompensado 
Anemia grave 
Estados e atopia respiratória (asma, bronquite) 
Gravidez e amamentando 
Trombocitopenia 
Patologias com auto estresseoxidativo (deve
compensar primeiro) 
Em caso de cirurgia recente ou estar passando
por tratamento médico, somente realizar o
procedimento com a liberação do médico
responsável pela paciente.
Espero que esse Ebook tenha inspirado você a
continuar aprendendo sobre a Ozonioterapia e
inovar nos serviços que você oferece aos seus
pacientes. 
O segredo do sucesso é acreditar em você mesmo e
nas suas capacidades!!!

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