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Ventosaterapia
Professor Davi de Carvalho
@acupunturaesportiva_davi
82 9 98173959
Bacharel Educação Física CREF-003107-G/AL
Terapeuta Holístico CRTH-4880 INTERNACIONAL
Presidente ISPRANA (Instituto de Saúde e Práticas Naturais)
Professor de Acupuntura Tradicional Chinesa
 (Associação Brasileira de Acupuntura)
Professor de Fitoterapia Chinesa, Brasileira e Xamânica
(ABA e ISPRANA)
Hipnoterapeuta Master 
 Universidade Brasileira de Hipnose
Renascedor Profissional
Universidade Emocional
Traditional Yoga Ayurvedic Massage 
Master Bodhigita
Reikiano
Master Alexsandro Anacleto
Terapeuta Espiritual
Colégio de Magia
Curador Prânico
Golden Prana Institute 
Líder de Yoga do Riso
Laughter Yoga International University
Davi Kaled de Carvalho 
(@davidecarvalhosaudenatural)
Facilitador
Facilitador
 
OBJETIVOS
Objetivos
Geral
Revisar e apreender conceitos básicos transmitidos em aulas anteriores
Diferenciar a Ventosaterapia Chinesa da prática fisioterápica ocidental
Dominar a prática básica da Ventosaterapia Chinesa
Específicos
Avançar no processo de ensino-aprendizagem das bases fisiopatológicas da MTC segundo o conteúdo programático da ABA
Origens e Instrumentos
 
BLOCO 1
 
Medicina Tradicional Chinesa
PREVENÇÃO
	
OBJETIVO: cultivar o fluxo de Energia Vital (Qi) e reintegrar o ser humano aos ciclos naturais, promovendo saúde de forma HOLÍSTICA 
Origens e instrumentos
	“Acredita-se que no período das guerras feudais, e nas épocas anteriores, a medicina, na China, tinha uma estrutura familiar, ou seja, o conhecimento médico era propriedade familiar... Esse período é chamado de Xamanístico, pois as práticas médicas eram acopladas a procedimentos e rituais mágicos. Descobertas arqueológicas revelam que os Xamãs tinham uma vestimenta particular que se assemelhava a um pássaro...”
(Fitoterapia Chinesa e Plantas Brasileiras, Alexandros Botsaris.)
Origens e instrumentos
Antiga Civilização Chinesa
-Tradição Escrita
Pré-História 
-Sabedoria Xamânica 
-Tradição Oral (>3.000 a.C.)
Fu Xi
(2.800 a.C.)
I-Ching – Livro das Mutações
Pai da Escrita e Filosofia Chinesa
Shen Nung
(2.700 a.C.)
Pen-Tsao – Farmacopéia Chinesa
Pai da Agricultura e Farmacologia
Huang Di
(2.600 a.C.)
Nei Jing – Tratado de Medicina Interna
Pai da Medicina Chinesa
Os 3 Augustos – Era Mitológica
Origens e instrumentos
Dinastias e Repúblicas Chinesas
4.000-1766 a.C.
1766-1122 a.C. 
1122-225 a.C.
221-207 a. C.
207-221 d.C.
221-264
265-420
420-589
589-618
618-907
907-960
960-1127
1127-1279
1279-1368 
1368-1644
1644-1911
1911-1949
1949 
Tempos Lendários; Os Cinco Imperadores; Dinastia Xia
Dinastia Shang
Dinastia Chou
Dinastia Ts’in
Dinastia Han
Os Três Reinos
Dinastia Tsin
Dinastia do Norte e do Sul
Dinastia Sui
Dinastia Tang
As Cinco Dinastias
Dinastia Sung do Norte
Dinastia Sung do Sul
Dinastia Mongol de Yuan
Dinastia Ming – Zhen Jiu Da Cheng, Yang Jizhou
Dinastia Manchu de Tsing – Companhia das índias Ocidentais, jesuítas e médicos
República Chinesa – l’Acuponture Chinoise, George Soulié de Morant
República Popular da China
(A borboleta voando no vazio. Ed. Dinalivro, 2014)
Origens e instrumentos
	拔罐法
Jiao Fa
“Técnica do Chifre”
A Ventosaterapia (Cupping Therapy) é uma antiga arte médica praticada e sustentada por várias civilizações humanas
Origens e instrumentos
China Antiga
 “O primeiro registro descoberto de ventosas na China foi no Wu Shi Er Bing Fang (Receitas para Cinquenta e Duas Doenças)
Em 1973, uma exposição em Changsha, China, desenterrou as Tumbas de Mawangdui e um conjunto de documentos de seda chamado Wu Shi Er Bing Fang (às vezes anglicizado como Wushi'er Bingfang). Escrito em escrita de selo chinês antigo, o texto foi transcrito para um meio de seda por volta de 215 a.C., embora se acredite que os originais tenham se originado entre os séculos 11 e 8 a.C.
Contém 283 prescrições e tratamentos para várias doenças, incluindo feridas superficiais, úlceras, queimaduras pelo frio, verrugas, hemorragia interna, envenenamento e outras aflições. Entre as misturas de ervas estão tratamentos fora dos remédios orais, incluindo punção de tumores e cauterização de feridas
(https://healthandfitnesshistory.com/ )
Origens e instrumentos
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
China Antiga
“No Distrito Leste, onde o tempo é cálido como o ar de primavera, este estará próximo ao mar e à água... Quando o peixe for ingerido em excesso, irá fazer com que o calor perverso fique retido no estômago e nos intestinos; quando o sal é ingerido em excesso, irá lesar o sangue do homem. A maioria das pessoas do local tem pele escura e fezes estriadas, e suas doenças em sua maioria são do tipo carbúnculo. É aconselhável tratar a doença com terapia de pedras (punturar com pedras), por isso a terapia das pedras provém do Leste”
(Su Wen, cáp. 12)
Origens e instrumentos
Antigo Egito
“As primeiras referências registradas do uso da Ventosaterapia são encontradas no Papiro Ebers, escrito por antigos egípcios em Hieróglifos, por volta de 1550 a.C., que discutiu a aplicação de ventosas para febre, dor, vertigem, dismenorreia, falta de apetite e constipação. Este livro também destacou como acelerar a “crise de cura” de doenças usando Ventosaterapia
Desenhos de instrumentos de ventosa foram encontrados no Templo de KomOmbo, Luxor.
O uso da Ventosaterapia no Egito data de 3500 a.C. e sua prática é documentada em escrita hieroglífica.
Os antigos egípcios foram relatados praticando Ventosaterapia antes de todas as outras civilizações. É considerada uma das mais antigas terapias médicas no antigo Egito.”
Origens e instrumentos
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
Mesopotâmia
 “A prática da Ventosaterapia na medicina árabe começou por volta de 3500 a.C. e os Assírios foram os primeiros praticantes árabes registrados.
No contexto médico árabe, a Ventosaterapia é uma técnica que retorna um estado doente ao seu estado original. A Ventosaterapia foi usada no tratamento de hipertensão, policitemia, dor de cabeça e enxaqueca e intoxicação por drogas entre as comunidades árabes.
Origens e instrumentos
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
Grécia Antiga
“Os antigos egípcios introduziram a Ventosaterapia aos gregos e, posteriormente, ela se espalhou para outros países europeus e, eventualmente, para os americanos.
Pitágoras, Ptolomeu e Empédocles desenvolveram a ideia que o ser humano era composto por 4 (ou 6) elementos, teoria que Hipócrates utilizaria (em parte) em seus tratamentos 
Hipócrates (o pai da medicina moderna) descreveu tanto a ventosa seca quanto a úmida em seu tratado Guia para o Tratamento Clínico, que tem sido amplamente empregado para a cura de uma variedade de condições médicas.
 A Ventosaterapia também era usada na Grécia antiga por médicos hipocráticos. Heródoto, um historiador grego, escreveu que os médicos egípcios usavam tanto ventosas úmidas quanto ventosas secas para uma variedade de doenças, incluindo doenças inflamatórias, em 400 a.C.”
(Figueiredo, P.H., 2017)
Origens e instrumentos
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
Roma Antiga
“Galeno, um proeminente médico, cirurgião e filósofo grego no Império Romano, era um conhecido praticante de Ventosaterapia.
Galeno foi o médico que mais influenciou a medicina ocidental. Apesar de ter morrido em 216, as práticas terapêuticas iriam persistir até o século 19
Foi chamado à Roma pelo Imperador Marco Aurélio, que o designou seu médico pessoal na campanha contra os Germânicos, e mais tarde também seria médico pessoal do Imperador Lúcio Vero
Galeno errou ao defender rigidamente a teoria dos humores como uma autêntica medicina de Hipócrates. Ele divulgou e desenvolveu essa teoria amplamente ao comentar, de forma exaustiva, o tratado Sobre a Natureza dos Homens de Políbio
Origens e instrumentos
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
(Figueiredo, P.H., 2017)
Islamismo
 “Medicina Profética é um termo dado ao conhecimento adquirido de ensinamentos, conselhos e ditos (hadiths) do profeta Muhammad (570 d.C.), relacionados à saúde e ao tratamentode doenças.
Muitos companheiros árabes do Profeta relataram seus hadiths sobre Ventosaterapia. Em Sahih Bukhari, o mensageiro disse: “de fato, o melhor remédio que você tem é a ventosaterapia”. O mensageiro disse: “a cura pode ser encontrada em três coisas, incluindo o uso de mel, ventosaterapia e cautério.”
Ibn al-Qayyim Jawzi acreditava que a ventosaterapia era considerada uma prática médica eficaz. 
Ibn Sina disse que a Ventosaterapia pode tratar mais de 30 doenças diferentes. Um hadith diferente afirma que “o Profeta costumava fazer ventosas nos dias 17,19 e 21 do mês lunar.”
Origens e instrumentos
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
“Médicos europeus e americanos usavam amplamente a Ventosaterapia durante o século XIX (décadas de 1800 a 1900). A ventosa úmida era a modalidade de Ventosaterapia mais usada. 
No início do século XX, o uso da Ventosaterapia diminuiu significativamente em todo o mundo. Na década de 1950, a colaboração entre pesquisadores chineses e russos confirmou as aplicações clínicas da Ventosaterapia em hospitais chineses e por extensão a outros ambientes de saúde em ambos os países e possivelmente em outras partes do mundo.”
Origens e instrumentos
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
Antigo
 Egito
Grécia
Antiga
Europa
América
Antigo
 Egito
Grécia
Antiga
Antigo
 Egito
Mulçumanos
Assírios
Árabes
China 
Antiga
Japão Coréia
Rússia
Origens e instrumentos
“Os primeiros instrumentos de ventosa eram chifres de animais ocos com um pequeno orifício no topo através do qual o terapeuta sugava o ar.
 Na Europa, Ásia, África e América do Norte, chifres de animais foram transformados em dispositivos eficazes de ventosa. Na América do Norte, os nativos faziam instrumentos de ventosa cortando o ápice de um chifre de búfalo para fazer um orifício. A base do chifre era então colocada em uma área específica da pele e o ar era sugado pela boca. Após criar um vácuo, a abertura do chifre era fechada com um pedaço de cera. Os nativos ao longo da costa oeste da América do Norte, nas proximidades da Ilha de Vancouver, usavam conchas.
 No Império Babilônico-Assírio, a Ventosaterapia era também conduzida com um chifre de búfalo. Esta informação foi encontrada inscrita em tábuas de argila, que podem ter datado de quase 700 a.C. Instrumentos de ventosa e sangramento, como vários bisturis e recipientes de ventosa, foram encontrados no Templo de Asclépio em Atenas. O uso de chifres lentamente deu lugar a copos de bambu, vidro e plástico.”
Origens e instrumentos
Evolução dos Instrumentos
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
Origens e instrumentos
Evolução dos Instrumentos
Origens e instrumentos
Evolução dos Instrumentos
Origens e instrumentos
Evolução dos Instrumentos
Base Teórica
 
BLOCO 2
Base Teórica
USO HISTÓRICO
“A Ventosaterapia tem sido usada historicamente para tratar muitas doenças agudas e crônicas, incluindo várias condições dolorosas, náuseas e vômitos, infecções do trato urinário, deficiências, doenças respiratórias e distúrbios reumáticos. Inicialmente, a Ventosaterapia era usada principalmente para o tratamento de doenças associadas a dores e sofrimentos; no entanto, a experiência clínica ao longo dos últimos séculos aplicou essas técnicas ao tratamento de muitas condições crônicas, como doenças musculoesqueléticas, distúrbios cardiovasculares, doenças de pele, distúrbios inflamatórios, 
problemas neuropsiquiátricos e distúrbios metabólicos..”
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
Base Teórica
USO HISTÓRICO
Heródoto (400 a.C.)
 Dores de cabeça
 Falta de apetite, Indigestão 
Desmaios
 Evacuação de abscessos Narcolepsia
Aretaeus (séc.II)
 Prolapso de útero
 Cólera
 Epilepsia
Hipócrates (460 a.C.)
Doenças musculoesqueléticas das costas e extremidades
Queixas ginecológicas
Faringite
Doenças de ouvido 
Angina 
Doenças pulmonares
“Da mesma forma, os médicos tradicionais egípcios, chineses e do Oriente Médio usavam a Ventosaterapia para uma variedade de doenças.”
Maomé (séc.VI)
Problemas nos olhos
Na pele
No cérebro 
Na digestão.
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
Base Teórica
MECANISMOS DE AÇÃO
“Xamãs em sociedades primitivas acreditavam que ela sugava o diabo e a enfermidade do corpo”
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
Base Teórica
MECANISMOS DE AÇÃO
“A Ventosaterapia foi definida de forma diferente na prática da medicina tradicional e complementar de várias civilizações; no entanto, um elemento comum entre seus usos é a extração de substâncias tóxicas (desintoxicação) do corpo criando pressão negativa na ventosa.”
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
Base Teórica
MECANISMOS DE AÇÃO
“O mecanismo da terapia com ventosas não é claro, mas alguns pesquisadores sugerem que a colocação de ventosas em pontos de acupuntura selecionados na pele produz hiperemia ou hemostasia, o que resulta em um efeito terapêutico.”
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
Base Teórica
MECANISMOS DE AÇÃO
“Há a hipótese de que, com a ventosaterapia, o sangue "congestionado" é sugado para fora da pele, aumentando assim a circulação sanguínea e linfática e aliviando a tensão muscular dolorosa ...O aumento da circulação, por sua vez, melhora o suprimento de oxigênio e o metabolismo celular, reduzindo a quantidade de substâncias inflamatórias ou tóxicas.”
(Musumeci, G., 2016)
Base Teórica
MECANISMOS DE AÇÃO
(Musumeci, G., 2016)
“Espasmo muscular, congestão e fluxo sanguíneo restrito podem causar dor isquêmica. Substâncias inflamatórias acumuladas na pele e no tecido podem induzir ainda mais hipersensibilidade a estímulos nocivos, o que é refletido por limiares de dor por pressão reduzidos. Como a ventosaterapia tradicional supostamente evacua toxinas e agentes inflamatórios da área afetada e restaura a circulação normal, isso pode explicar os efeitos locais nos limiares de dor por pressão. A perda de volume sanguíneo, juntamente com a vasodilatação local, pode aumentar ainda mais a atividade parassimpática por reflexos somatossimpáticos, o que combina bem com o relaxamento autorrelatado observado.”
Base Teórica
MECANISMOS DE AÇÃO
“A sucção de sangue contaminado da área afetada e inflamada reduz a congestão, aumenta o suprimento de sangue fresco e pode acelerar a recuperação... Aumento da imunidade e a promoção do processo antiinflamatório por meio da remoção de oxidantes e redução do estresse oxidativo.”
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
Base Teórica
MECANISMOS DE AÇÃO
“A sucção de sangue contaminado da área afetada e inflamada reduz a congestão, aumenta o suprimento de sangue fresco e pode acelerar a recuperação... Aumento da imunidade e a promoção do processo antiinflamatório por meio da remoção de oxidantes e redução do estresse oxidativo.”
(Al-Bedah, A.M.N. et al., 2018)
Base Teórica
MECANISMOS FISIOLÓGICOS
Base Teórica
MECANISMOS FISIOLÓGICOS
Comportas da Dor
Imagem: Sanarflix
Base Teórica
MECANISMOS FISIOLÓGICOS
Comportas da Dor
Base Teórica
MECANISMOS FISIOLÓGICOS
Comportas da Dor
Base Teórica
MECANISMOS FISIOLÓGICOS
Comportas da Dor
Base Teórica
MECANISMOS FISIOLÓGICOS
Comportas da Dor
Base Teórica
MECANISMOS FISIOLÓGICOS
Teoria da Zona Reflexa (segmentar)
Base Teórica
MECANISMOS FISIOLÓGICOS
Teoria da Zona Reflexa (segmentar)
Base Teórica
MECANISMOS FISIOLÓGICOS
Óxido Nítrico (NO)
Base Teórica
MECANISMOS FISIOLÓGICOS
Desintoxicação Sanguínea
Base Teórica
MECANISMOS FISIOLÓGICOS
Efeito Imunológico
PELE
PELE
PIBU (Zonas Cutâneas de Correspondência dos JING LUO)
COU LI - Zona de confronto entre Wei Qi (energia defensiva/imunidade e Xie Qi/patógenos externos)
LUO SUPERFICIAIS (Fu Luo + Xue Luo + Sun Luo) 
JING JIN (Canais Musculotendíneos) 
16 LUO MAI Longitudinais + 12 Ramificações de Passagem
*JING ZHENG (12 Meridianos Principais)*
JING BIE (Meridianos Divergentes)
QI JING BA MAI (8 Vasos Maravilhosos)
ZANG-FU
(ÓRGÃOS INTERNOS)
MECANISMO ENERGÉTICO
Base Teórica
PELE
PELE
PIBU (Zonas Cutâneas de Correspondência dos JING LUO)
ZANG-FU
(ÓRGÃOS INTERNOS)
Xie Qi
Xie Qi Instalado
Deficiência/PlenitudeInterna
Toxinas/Muco/Calor/Frio interno
Wei Qi
Zhen Qi
MECANISMO ENERGÉTICO
Base Teórica
PELE
PELE
PIBU (Zonas Cutâneas de Correspondência dos JING LUO)
ZANG-FU
(ÓRGÃOS INTERNOS)
Atividade Funcional
Wei Qi
Zhen Qi
MECANISMO ENERGÉTICO
Base Teórica
Base Teórica
FUNÇÕES DA VENTOSA NA MTC
EXPULSAR FATORES PATOGÊNICOS
LIMPAR/DESINTOXICAR O SANGUE
DESBLOQUEAR (MOVER) O SANGUE E O QI
ESTIMULAR ACUPONTOS TRATANDO OS ZANG-FU
Base Prática
 
BLOCO 3
Base Prática
TAMANHOS DOS COPOS
Base Prática
INTENSIDADE
Base Prática
MÉTODOS
Ventosa Seca
Fixa
Deslizante
Flash
Ventosa Úmida
Base Prática
TONIFICAÇÃO
Intensidade Leve/Moderada
Curto tempo de aplicação de Ventosa Fixa (até 10min)
Poucos Pontos/menores áreas de sucção
Ventosa Flash
Base Prática
DISPERSÃO
Intensidade Forte
Maior tempo de aplicação de Ventosa Fixa (15 a 20min)
Mais pontos/maiores áreas de sucção
Úmida
Ventosa Deslizante
Base Prática
OUTRAS MANIPULAÇÕES
Analgesia
Tonificação
Base Prática
 
RESPOSTA FISIOLÓGICA NORMAL
Hiperemia
Equimose leve
Base Prática
SINAIS FISIOPATOLÓGICOS
Base Prática
 
SINAIS FISIOPATOLÓGICOS
Base Prática
 ZONAS
Base Prática
ACUPONTOS
Base Prática
CONTRAINDICAÇÕES
Base Prática
CONTRAINDICAÇÕES
Base Prática
INDICAÇÕES
Referências bibliográficas
ABA. Aulas da Associação Brasileira de Acupuntura. [s.d.]. 
AL-BEDAH, A. M. N. A.-B. et al. The medical perspective of cupping therapy: Effects and mechanisms of action. Journal of Traditional and Complementary Medicine, p. 90–97, 2018. 
BOTSARIS, A. Fitoterapia chinesa e plantas brasileiras. 4a ed. São Paulo: Ícone, 2012. 
CORDEIRO, A.; CORDEIRO, R. C. Acupuntura Elementos Básicos. 5a ed. São Paulo - SP: Editora Polis ltda., 2014. 
CERQUEIRA RIBEIRO, Daniel; MOURA DOS SANTO, André Antônio; PEDRO LOUREIRO, Rui; e outros . Avaliação do efeito da acupuntura de curto prazo por meio da variação da eletrocondutividade dos pontos de acupuntura da fonte Yuan. Revista Mundial de Medicina Tradicional Chinesa , v. 4, pág. 48–52, 2015.
FIGUEIREDO, P. H. Mesmer: a ciência negada do magnetismo animal. 5. ed. São Paulo : Maat, 2017. 
FOCKS, C.; MÄRZ, U. Guia prático de acupuntura. Barueri: Manole, 2008. 
GARCÍA, Ernesto. Auriculoterapia. São Paulo: Roca, 1999.
MOURA, C. DE C. et al. Cupping therapy and chronic back pain: systematic review  and meta-analysis. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 2018. 
MUSUMECI, G. Could Cupping Therapy Be Used to Improve Sports Performance? Journal of Functional Morphology and Kinesiology, 2016. 
NOGUEIRA, I.; MAKI, R. Manual de Biossegurança em Acupuntura. Rio de Janeiro, 2003. 
SANTOS, M. et al. Avaliação do processo anti-séptico em sitio de punção venosa de doadores de sangue. RBCA, p. 293–295, 2008. 
SIONNEAU, P. A essência da medicina chinesa: retorno às origens Livro 1. São Paulo: Editora Brasileira de Medicina Chinesa, 2015. 
WANG, B. Princípios de Medicina Interna do Imperador Amarelo. São Paulo: Ícone Editora Ltda., 2013. 
82.99817.3959
 
@acupunturaesportiva_davi
@_isprana
 
“Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses.”
- Sócrates.
 
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