Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Professora Enfermeira 
Estela Farias
CENTRO DE ENSINO
ENFERMAGEM EM 
EMERGÊNCIA
Incidentes com múltiplas vítimas representam desafios significativos
para os sistemas de saúde em todo o mundo. De acordo com a
Organização Mundial da Saúde (OMS), tais eventos ocorrem quando
cinco ou mais vítimas são afetadas simultaneamente, criando um
desequilíbrio entre os recursos disponíveis e a demanda emergente
por atendimento médico. Em tais situações, o número de acidentados
muitas vezes excede a capacidade dos socorristas, tornando a
agilidade no atendimento uma questão de vida ou morte (MACEDO
LFR, 2022).
Incidentes com múltiplas vítimas 
Para enfrentar a complexidade de atendimentos em
desastres, acidentes em massa ou emergências de
grande escala, profissionais de saúde têm se apoiado
no protocolo conhecido como Simple Triage and Rapid
Treatment (START). Esse método, amplamente
utilizado, foi desenvolvido em 1983 pela equipe médica
do Hoag Memorial e pelos bombeiros de Newport
Beach.
S (Simple) >Simples
T (Triage) > Triagem
A (And) > E
R (Rapid) > Rápido
T (Treatment) > Tratamento
SIMULADO - ENTENDENDO O START
INCIDENTE COM MULTIPLAS 
VÍTIMAS - IMV 
T R I A G E M
 Processo utilizado em situações onde a
emergência ultrapassa a capacidade de resposta
da equipe de socorro.
 Utilizado para alocar recursos e hierarquizar o
atendimento de vítimas de acordo com um
sistema de prioridades, de forma a possibilitar o
atendimento e o transporte rápido do maior
número possível de vítimas.
 O primeiro socorrista que chega numa cena da
emergência com múltiplas vítimas enfrenta um grande
problema.
 A situação é diferente e seus métodos usuais de
resposta e operação não são aplicáveis.
 Este profissional deve modificar sua forma rotineira de
trabalho buscando um novo método de atuação que
lhe permita responder adequadamente a situação.
Como poderão então esses socorristas
prestar um socorro adequado?
Obviamente, se eles voltarem sua
atenção para a reanimação de uma ou
mais vítimas, as outras potencialmente
recuperáveis poderão morrer.
 Portanto, logo que chegam na cena, esses primeiros
socorristas devem avaliá-la, pedir reforços adicionais e
providenciar a segurança do local para, só então,
dedicarem-se a seleção das vítimas enquanto as novas
unidades de socorro deslocam-se para o local da
emergência.
 Esses socorristas aproveitam assim o seu tempo da
melhor maneira iniciando um processo de triagem. Este é
o primeiro passo para a organização dos melhores
recursos na cena da emergência.
Triagem
 Termo dado ao reconhecimento da
situação e seleção das vítimas por
prioridades na cena da emergência.
 Palavra de origem francesa que significa
“pegar, selecionar ou escolher”.
 Podemos conceituar a triagem como sendo um
processo utilizado em situações onde a emergência
ultrapassa a capacidade de resposta da equipe de
socorro.
 Utilizado para alocar recursos e hierarquizar vítimas
de acordo com um sistema de prioridades, de forma
a possibilitar o atendimento e o transporte rápido do
maior número possível de vítimas.
 É de responsabilidade do socorrista que primeiro
chegar ao local do acidente múltiplo, montar um
esquema e separar as peças de um desastre de
forma a propiciar o melhor cuidado possível a
cada pessoa envolvida, solicitando recursos
adicionais e reforço para atender adequadamente
a ocorrência.
 Triagem é quando a demanda de atenção usado supera
nossa capacidade de resposta e, portanto, devemos
direcionar nossos esforços para salvar o maior número
de vítimas possível, escolhendo aquelas que
apresentam maiores possibilidades de sobrevivência.
 O primeiro a chegar na cena deve dedicar-se à seleção
das vítimas, enquanto chegam as unidades de apoio.
 Esse método foi desenvolvido para o atendimento
de ocorrências com múltiplas vítimas, pois permite a
rápida identificação daquelas vítimas que estão em
grande risco de vida, seu pronto atendimento e a
prioridade de transporte dos envolvidos mais
gravemente feridos.
 Código Vermelho:
 Código Amarelo:
 Código Verde;
 Código Preto.
 Corresponde aos feridos graves com lesões
severas, em situações de risco iminentes, cujas
probabilidades de sobreviver dependem de
cuidados imediatos, por equipe médica
experiente, em local adequado (pacientes de alto
risco).
Cartão Vermelho
 Vitimas que apresentam risco imediato de
vida;
 Apresentam respiração somente após
manobras de abertura de vias aéreas ou a
respiração está maior que 30 movimentos
respiratórios por minuto;
 Necessitam de algum tratamento médico
antes de um transporte rápido ao hospital;
 Necessitam ser transportadas rapidamente
ao hospital para cirurgia.
 Correspondendo aos pacientes
terminais, com lesões de extrema
gravidade e cujos prognósticos são tão
sombrios, que, mesmo médica atendidos
imediatamente por equipe experiente,
irão falecer.
 Vítimas em óbito ou que não tenham chance de 
sobreviver; 
 não respiram, mesmo após manobras simples de 
abertura da via aérea. 
São os pacientes: 
 Em óbito; 
 Múltiplos traumas graves, sem chances de 
sobreviver; 
 Queimaduras de 2 e 3 grau extensas. 
Obs.: Nas situações em que há um desequilíbrio entre os 
recursos médicos e o número de vitimas.
Na cena do desastre, a triagem deve ser considerada um
processo contínuo, ou seja, constantemente deve ser repetida
em cada vítima, mesmo para as que já receberam um socorro
inicial, pois a situação pode alterar-se e uma vítima
considerada de baixa prioridade pode, alguns minutos depois,
necessitar cuidados imediatos para que se mantenha viva.
 No processo de avaliação contínua, ou melhor, de reavaliação,
muitas vítimas podem mudar de prioridade.
 Uma vítima rotulada de verde, pode apresentar lesão interna e
evoluir para choque, ou lesão de crânio com piora do quadro de
consciência, apenas para citar alguns exemplos.
 Devem ser reclassificadas e as providências devem ser tomadas
de acordo com a nova categoria.
 Vítimas são todas as pessoas envolvidas no acidente e não apenas
as que apresentam lesões ou queixas.
 Nunca deixe de identificar uma vítima que deambula sem lesão
aparente ou sem queixa.
Critérios de classificação
 Respiração;
 Perfusão;
 Status neurológico;
RESPIRAÇÃO
NÃO, se não respira, mesmo após abrir as vias aéreas, é considerada
vítima sem prioridade (cor preta).
SIM, se, após abertura de vias aéreas, voltar a respirar é considerada
vítima de primeira prioridade (cor vermelha). Se a respiração apresenta-se
de forma espontânea e igual ou superior a 30 rpm é também considerada
vítima de primeira prioridade (cor vermelha). Menor que 30 rpm, avalie a
perfusão.
PERFUSÃO
 A perfusão é avaliada por meio do enchimento capilar.
 Se for superior a 2 segundos, significa uma perfusão inadequada (em caso
de iluminação reduzida, o socorrista deverá avaliar o pulso radial. Um pulso
radial ausente indica uma PA sistólica abaixo de 80mmHg).
 Controle hemorragias se houver e considere a vítima em primeira prioridade
(cor vermelha).
 Se o enchimento capilar for de até 2 segundos, avalie o status neurológico.
 Alguns sistemas de emergência médica adotam a observação do pulso
carotídeo, classificando-o em forte (avaliar status neurológico) ou fraco (cor
vermelha), em substituição à perfusão.
STATUS NEUROLÓGICO 
Avalie se a vítima é capaz de cumprir ordens verbais simples.
NÃO - não cumpre ordens simples, considere vítima de primeira
prioridade (cor vermelha).
SIM - cumpre ordens simples, considere como vítima de segunda
prioridade (cor amarela).
 A triagem consiste de ações simples e rápidas, gastando
no máximo de 60 a 90 segundos por vítima.
 Alguns protocolos utilizam a cor cinza ao invés da preta.
 O método S.T.A.R.T. pode ser realizado por leigos desde
que treinados.
 Circulação;
 Respiração;
 Abdome;
Motilidade;
 Palavra.
 A tabela C.R.A.M.P.é utilizada com o mesmo objetivo da tabela
S.T.A.R.T., com o diferencial que a tabela C.R.A.M.P. possui
parâmetros mais específicos devendo então ser utilizada por
médicos.
 A classificação das vítimas também é feita através de cores e a
prioridade de atendimento é a mesma do método S.T.A.R.T.
 O método C.R.A.M.P. é um dos mais difundidos internacionalmente
e foi popularizado na América do Sul por especialistas argentinos
em medicina de desastres.
A sigla surgiu da reunião das 
iniciais das seguintes palavras 
 Circulação - C;
 Respiração - R;
 Abdômen - A;
Motor ou movimento - M;
 Psiquismo ou palavra - P.
O Exame do Paciente é Feito em 
Cinco Estágios
Pontua-se da seguinte forma:
 Exame normal: dois pontos;
 Exame anormal: um ponto;
 Exame grave: zero ponto.
Ao término do exame geral, a somação da 
pontuação de cada um dos estágios do método 
define o escore de prioridades de atendimento.
 No método C.R.A.M.P. também haverá a classificação de cor
Branca, a qual se destina aos pacientes críticos não recuperável,
são eles aqueles com:
 Pouca chance de sobrevivência, de mau prognóstico;
 Lesões catastróficas;
 Fratura de crânio com perda de massa encefálica.
 Eles também são urgentes, mas depois de evacuar vermelhos e
amarelo
CÓDIGO INTERNACIONAL Q 
O Código Q é adotado internacionalmente por Forças Armadas e trata-se
de uma coleção padronizada de três letras, todas começando com a letra
"Q", inicialmente desenvolvida para comunicação radiotelegráfica
comercial, e posteriormente adotada por outros serviços de rádios,
especialmente o radioamadorismo. Apesar de os códigos Q terem sido
criados quando o rádio usava apenas o código Morse, eles continuaram a
ser empregados depois da introdução das transmissões por voz. Para
evitar confusão, sinais de chamadas têm sido frequentemente limitados a
restringir sinais começando com "Q" ou tendo uma sequência de três Q
embutidos.
HISTÓRIA
 O código Q, original foi criado aproximadamente em 1909 pelo
governo britânico, como uma "lista de abreviações... preparadas
para o uso dos navios britânicos e estações costeiras licenciadas
pela Agência postal geral".
 O código Q facilitou a comunicação entre operadores de rádios
marítimos que falam línguas diferentes, por isso sua rápida adoção
internacionalmente.
 Um total de quarenta e cinco códigos Q aparecem na "lista
de abreviações para serem usadas na radiocomunicação",
que foi incluída no serviço de regulamentação anexo à
Terceira convenção internacional de radiotelegrafia.
 A convenção aconteceu em Londres e foi assinada em 5 de
julho de 1912, tornando-se efetiva em 1 de julho de 1913.
HISTÓRIA
Q A P – Na escuta (a mais comum e tradicional)
Q R A – Quem opera? ou Nome
Q R U – Tem mensagem para mim?
Q R V – À disposição
Q R X – Aguarde
Q S J – Dinheiro, taxa
Q S L – Compreendeu? ou Compreendi! (também bastante utilizada)
Q S M – Repita
Q S P – Retransmissão da mensagem
Q T A ou “Última Forma” – Cancelar a mensagem
Q T C – Mensagem
Q T H – Qual sua posição? ou Endereço
Q T I – Direção – Também utilizado para designar Telefone
Q T O – Banheiro
T K S – Obrigado
HISTÓRIA
Referências
SIMULADO REALÍSTICO COM MÚLTIPLAS VÍTIMAS (MÉTODO START NA PRÁTICA). [s.l.: 
s.n.], 2017. Disponível em: . Acesso em: 
3 mar. 2025.
KASIMOFF, Ana Carolina da Silva; GOMES, Morgani Neckel; MAIA, Millena; et al. Método
START em incidentes com múltiplas vítimas: a percepção de acadêmicos de enfermagem.
Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 24, n. 3, p. e14281, 2024.

Mais conteúdos dessa disciplina